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  • Música

    Vai ter rock no Rock in Rio. Confira a as bandas anunciadas

    26 de abril de 2024 /

    Apesar do nome, festival só vai ter um dia de rock, juntando bandas clássicas com representantes do som mais pesado dos anos 1990

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  • Filme

    História de amor do cantor do Charlie Brown Jr. vai virar filme

    9 de abril de 2024 /

    Produção vai adaptar livro escrito pela esposa de Chorão e terá direção dos responsáveis pelo documentário “Chorão: Marginal Alado”

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  • Reality

    BBB | Sepultura reage à comparação com voz de Alane

    6 de fevereiro de 2024 /

    O Sepultura está de olho no “BBB 24”. O Instagram oficial do grupo publicou nos Stories um trecho do Sincerão da noite de segunda (5/2), destacando o momento em que Juninho afirma que Alane Dias muda o tom de voz quando está brava, ficando parecida com uma cantora de heavy metal da banda Sepultura. O trecho foi acompanhando por emojis de olhões arregalados, que significam “Estamos de olho”. O guitarrista Andreas Kisser também compartilhou a publicação em seu próprio Instagram. Além disso, o comentário gerou reação do próprio cantor do Sepultura, o americano Derrick Green. Em suas redes sociais, ele repostou alguns comentários do momento e escreveu “Boa”, acompanhado por emojis de risos lacrimosos.

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  • Música

    Greg Wilson, vocalista e guitarrista do Blue Etílicos, morre aos 60 anos

    21 de janeiro de 2024 /

    O músico Greg Wilson, vocalista e guitarrista do Blue Etílicos, morreu aos 60 anos de um câncer no reto, que se espalhou por pulmão e fígado. A informação foi divulgada no sábado (20/1) pelo perfil oficial da banda. “Greg Wilson acaba de fazer a passagem para o outro plano. Todos da banda sentem muito, bem como todos que o conheceram. Lutou contra o câncer com espírito elevado, como um verdadeiro guerreiro”, revelou a publicação. Wilson nasceu no estado do Mississípi, nos Estados Unidos, mas se naturalizou brasileiro. Ele entrou para o Blues Etílicos em 1985, quando, ao lado de Flávio Guimarães, Cláudio Bedran, Otávio Rocha e Gil Eduardo, transformou o grupo num dos maiores representantes do blues nacional. Ao todo, o Blues Etílicos lançou 13 álbuns e participou e abriu shows de artistas icônicos como Sugar Blue, Magic Slim, Robert Cray e Buddy Guy. O artista foi diagnosticado com câncer em 2022, mas continuou se apresentando com o Blues Etítulo até dezembro passado, “apesar das inúmeras dificuldades”, como descreveu o perfil da banda. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blues Etílicos (@bluesetilicos)

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  • Música

    Katy Perry deve cantar no Rock in Rio, segundo colunista

    30 de dezembro de 2023 /

    Katy Perry deve ser uma das atrações do Rock in Rio em 2024, pelo menos é o que afirma a coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo. A organização do festival, entretanto, não oficializou a notícia. Segundo outro jornal, o inglês The Sun, a cantora estaria prestes a lançar o seu sétimo álbum de estúdio – o primeiro desde “Smile”, de 2020 – , que seria acompanhada por uma turnê mundial (sua primeira em seis anos). Ela estava afastada dos shows internacionais por ter passado os últimos dois anos realizando uma residência de sucesso em Las Vegas. Uma fonte citada pelo Sun afirmou que “Katy tem trabalhado em seu álbum mais pessoal durante grande parte dos últimos dois anos” e que “ela tem feito isso em seus próprios termos e é bem diferente de tudo que ela lançou antes.” No começo de 2023, quando se apresentou no show da Coroação do Rei Charles, ela revelou que ela estava “compondo muito”. E em maio revelou planos de uma grande turnê para 2024. “Ainda adoro fazer música. Ainda adoro espalhar luz e amor. Eu sei que há muitas pessoas que não conseguiram ir a Las Vegas. A última vez que estive em turnê foi em 2018. Devo sair e ver as crianças que não puderam ir a Las Vegas”, ela disse na ocasião. A última vez que a cantora veio ao Brasil foi com a turnê do álbum “Witness”, que passou pelas cidades de São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro.   Detalhes do evento Enquanto Katy Perry não é anunciada oficialmente no Rock in Rio, os nomes confirmados seguem sendo Ed Sheeran, Ne-Yo, Joss Stone, Imagine Dragons, Angelique Kidjo, Lulu Santos, Ivete Sangalo, Ludmilla, Paralamas do Sucesso, Jão e Luísa Sonza. O festival vai acontecer em dois fins de semana, nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. A edição vai marcar os 40 anos do evento e terá um novo palco Mundo, um Sunset maior, uma nova área chamada Global Village e mais novidades.

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  • Música

    Jabá, ex-baixista do Ratos de Porão, morre aos 60 anos

    26 de dezembro de 2023 /

    O músico Jarbas Alves, ex-baixista do Ratos de Porão mais conhecido como Jabá, morreu nesta terça (26/12) aos 60 anos. Ele vinha sofrendo problemas de saúde há tempos e, em setembro, o Ratos de Porão pediu ajuda financeira para arcar com a internação do músico, que estava com problemas nos rins e no fígado. A notícia da morte foi divulgada por Jão, também do Ratos de Porão. “Meu irmão da vida inteira se foi, meu querido Jarbas nos deixou, descanse em paz irmão”, escreveu o guitarrista. O vocalista João Gordo e o perfil da banda nas redes sociais lamentaram a morte. “Querido irmão, descanse em paz”, publicou João Gordo. “Descanse em paz, amigo Jarbas”, postou a banda. Músicos como Paulo Xisto, baixista do Sepultura, e a banda Black Pantera deixaram comentários solidários na postagem. Jabá fez parte da formação original da banda pioneira de punk rock e hardcore. Muitos não lembram, mas o Ratos do Porão foi formado em 1981 como um trio, com Jabá no baixo, Betinho na bateria e Jão no vocal e guitarra. Ele permaneceu na banda paulistana até 1992, tendo participado de cinco álbuns clássicos, incluindo “Crucificados Pelo Sistema” (1984), “Cada Dia Mais Sujo e Agressivo” (1987) e “Brasil” (1989), e da formação com Mingau, ex-guitarrista do Ratos de Porão (e ultimamente baixista do Ultraje a Rigor) que ficou entre a vida e a morte no ano passado, após levar um tiro na cabeça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jão Ratos (@jaoratos) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ratos De Porao Oficial (@ratosdeporao) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por velho ranzinza (@jgordo)

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  • Música

    Sepultura anuncia separação e turnê mundial de despedida

    8 de dezembro de 2023 /

    A banda Sepultura anunciou nesta sexta-feira (8/12) que vai acabar. O comunicado foi postado no Instagram oficial da banda. “O Sepultura vai parar. Vai morrer. Uma morte consciente e planejada. Nos próximos 18 meses, vamos celebrar 40 anos junto aos nossos fãs em uma tour de despedida que vai passar por todo o planeta. Será uma celebração do passado e do presente pela última vez”, declarou o grupo, que batizou sua turnê de despedida de “Celebrating Life Through Death”. O quarteto composto por Derrick Green, Paulo Jr., Eloy Casagrande e Andreas Kisser já antecipou que os shows de despedida começarão em 2024 e passarão por diversos países das Américas e Europa. Serão ao todo 40 shows. A turnê final será gravada e dará origem a um disco ao vivo, com 40 músicas registradas nas 40 apresentações da banda.   Fim do Sepultura O Sepultura foi criado pelos irmãos Max e Igor Cavalera, em Belo Horizonte (MG), em 1984, e na época já contava com o baixista Paulo Jr. A banda se tornou referência no heavy metal, principalmente por misturar o som pesado com elementos tribais, indígenas, africanos, entre outros. O reconhecimento internacional aconteceu em 1996, quando o grupo lançou o álbum “Roots”, que contou até com Carlinhos Brown como um dos colaboradores. O disco também marcou a despedida do vocalista Max Calavera, enquanto seu irmão (baterista) se desligou 10 anos depois. Da formação original, apenas o baixista Paulo Jr. se manteve presente durante todas as diferentes configurações. Depois dele, o guitarrista Andrea Kisser é o membro atual mais antigo, tendo se juntado à banda em 1987. Já o vocalista Derrick Green entrou em 1998, após a saída de Max. Pra completar, Eloy Casagrande só surgiu em 2011, como o segundo baterista a ocupar a vaga de Igor, após Jean Dolabella. O lançamento mais recente do grupo foi o álbum “SepulQuarta”, que foi gravado em lives com convidados durante a pandemia de Covid-19 e lançado em 2021. Na época, ndreas Kisser afirmou ao g1 que o grupo vivia “o melhor momento da carreira em todos os aspectos”. Confira abaixo as datas brasileiras da turnê de despedida da banda.   Belo Horizonte: 1 de março, no Arena Hall com ingressos entre R$ 75 a R$ 250   Juiz de Fora: 2 de março, no Estacionamento Cultural com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Brasília: 9 de março, na Arena Lounge com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Uberlândia: 15 de março, no Castelli com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Porto Alegre: 21 de março, no Araújo Vianna com ingressos entre R$ 62,50 a R$ 250   ,strong>Curitiba: 22 de março, no Live com ingressos entre R$ 75 a R$ 200   Florianópolis: 23 de março, na Arena Opus com ingressos entre R$ 100 a R$ 200   São Paulo: 6 de setembro, no Espaço Unimed com ingressos entre R$ 75 a R$ 350

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  • Música

    Ivete Sangalo vai cantar no Rock in Rio pela 18ª vez

    4 de dezembro de 2023 /

    A organização do Rock in Rio anunciou quatro novos nomes de artistas nacionais em sua edição de 2024. O anúncio destaca a participação de Ivete Sangalo, que vai cantar no festival pela 18º vez. Além de participar de 5 edições do evento nacional, ela também cantou em todos os países em que o Rock in Rio foi realizado, incluindo 9 apresentações em Lisboa, 2 em Madrid e 1 em Las Vegas. Em sua última participação no Rock in Rio Lisboa, no ano passado, ela chegou a se auto-intitular “Garota Rock in Rio” Quem também volta ao Rock in Rio são os Paralamas do Sucesso. Eles eram iniciantes quando se apresentaram pela primeira vez no evento em 1985, quando o Rock in Rio surgiu como um marco para a nova geração do rock brasileiro. Depois disso, se apresentaram outras vezes, tocando com os Titãs em 2011 e mais recentemente em 2019. Juntos com Ivete e os Paralamas também foram confirmados Jão e Gloria Groove, da cota do The Town no Rock in Rio 2024. Até o momento, a organização não revelou nenhum nome inédito e bombástico para o evento. Os artistas revelados nesta segunda (4/12) se juntam a outros anteriormente anunciados pela organização, incluindo Joss Stone, Lulu Santos, Ne-Yo e Ludmilla, que se apresentaram no The Town neste ano, além de Ed Sheeran e Imagine Dragons.   Detalhes do evento O festival vai acontecer em dois fins de semana, nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. A edição vai marcar os 40 anos do festival e terá um novo palco Mundo, um Sunset maior, uma nova área chamada Global Village e mais novidades. O início das vendas do passaporte Rock in Rio Card está marcado para 7 de dezembro, à partir das 19h.

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  • Música

    Guitarrista Lanny Gordin, o “Hendrix brasileiro”, morre aos 72 anos

    28 de novembro de 2023 /

    O guitarrista Lanny Gordin, que marcou época na era da Tropicália, morreu nesta terça (28/11) aos 72 anos, após um mês de internação devido a uma pneumonia no Hospital Ignácio Proença de Gouveia, em São Paulo. Nascido Alexander Gordin em Xangai, filho de um russo e de uma polonesa, e criado entre Israel e Brasil, ele deixou um legado inigualável na música brasileira. Desde jovem, Lanny demonstrava um talento incomum. Aos 16 anos, ele já se destacava na casa noturna Stardust, na Praça Roosevelt, em São Paulo. Com um estilo inovador e audacioso, que o fazia ser comparado a Jimi Hendrix, foi logo convidado a integrar a Jovem Guarda, gravando com Eduardo Araújo a música “Nem Sim, Nem Não” em 1968. No ano seguinte, formou o grupo Brazilian Octopus, ao lado de Hermeto Pascoal e Olmir Stocker. O grupo lançou um LP que se tornou cultuado por sua fusão inovadora de jazz, rock, bossa nova e música clássica, evidenciando a versatilidade e o experimentalismo que acompanhariam a carreira de Gordin. Lanny Gordin rapidamente atraiu a atenção dos artistas da Tropicália, participando em álbuns icônicos como “Gal Costa” (1969), “Gal” (1969), “LeGal” (1970) e “Fatal – A Todo Vapor” (1971), “Caetano Veloso” (o álbum branco de 1969), “Gilberto Gil” (1969) e “Expresso 2222” (1972). Sua habilidade em mesclar estilos e inovar na guitarra foi fundamental para a sonoridade dessas obras, incorporando elementos do rock psicodélico em canções que se tornaram clássicos da música brasileira. Sua contribuição marcou faixas como “Divino, Maravilhoso”, “Baby”, “Não Identificado”, ajudando a moldar o som da Tropicália. Ele também foi peça-chave no álbum de estreia de Jards Macalé, no primeiro disco solo de Rita Lee, “Build Up” (1970), e em “Carlos, Erasmo” (1971), de Erasmo Carlos, além de ter trabalhado com Tim Maia, Elis Regina e muitos outros. Durante o auge da carreira, Lanny foi para Londres, onde descobriu o LSD. O uso contínuo da droga fez um estrago irreversível. Diagnosticado com esquizofrenia, ele acabou internado numa clínica psiquiátrica, com tratamento a base de eletrochoques, e se afastou dos palcos. O retorno à música foi tímido, participando nos anos 1980 da Banda Performática do pintor José Roberto Aguilar, de trabalhos do cantores Itamar Assumpção e Vange Leonel, além do disco “Aos Vivos” (1995) do cantor Chico César. Seu primeiro disco solo só saiu em 2001, o auto-intitulado “Lanny Gordin”, que foi seguido por “Projeto Alfa” (2004), ambos da gravadora independente Baratos Afins, e os aclamado álbuns “Duos” (2005) e “Lanny Duos” (2007), que contou com a participação de várias estrelas da música brasileira. Esses trabalhos reafirmaram sua posição como um dos maiores guitarristas do Brasil. Nos últimos anos, ele enfrentou desafios de saúde significativos, incluindo a síndrome de Guillain-Barré e uma inflamação nas articulações da coluna, mas continuou tocando sua guitarra, registrando sua história no documentário “Inaudito”, lançado em 2020.

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  • Filme

    Trailer de “Mamonas Assassinas – O Filme” celebra trajetória e alegria da banda

    31 de outubro de 2023 /

    A Imagem Filmes divulgou o aguardado trailer de “Mamomas Assassinas – O Filme”, que conta a história da banda de Guarulhos que se tornou sensação nacional em meados anos 1990. A prévia foca na transição do grupo musical, que começou como uma banda de rock progressivo, chamada Utopia, que após fracassar se reinventa como uma banda comédia e se torna um fenômeno. Mamonas Assassinas acabou virando uma das bandas mais amadas do Brasil com sua alegria contagiante, mas sua trajetória foi curta, interrompida por um fim trágico – com a morte de todos os seus integrantes – em um acidente aéreo na volta de um show, em 2 de março de 1996. A produção pretende mostrar a vida dos cinco integrantes da banda antes da fama, as dificuldades no início da carreira, a formação do grupo e o sucesso meteórico, preferindo focar nos desafios dos amigos de Guarulhos que foram catapultados para a fama do que no trágico acidente aéreo. Produção e elenco O projeto original foi criado por Carlos Lombardi – dramaturgo de grandes sucessos como “Uga Uga” (2000) e Kubanacan (2004) – e foi escrito pelo repórter Carlos Amorim como uma minissérie da Record TV. O projeto acabou reconfigurado para as telas grandes com direção de Edson Spinello, que já comandou as novelas “Apocalipse” (2017) e “Rei Davi” (2012), e com o lançamento do longa-metragem faz sua estreia no cinema. Para o elenco principal, a aposta foi em atores desconhecidos do grande público, mas com grande experiência em musicais. Ruy Brissac, que interpreta o vocalista Dinho, repete o papel que viveu no teatro em “Mamonas, o Musical”, e que lhe rendeu o prêmio Bibi Ferreira de Ator Revelação. Adriano Tunes, que vive o baixista Samuel Reoli, é humorista e já trabalhou no programa “Dedé e o Comando Maluco”, do SBT, além de musicais como o da apresentadora Hebe Camargo. Robson Lima, que interpreta o tecladista Júlio Rasec, também é ator de teatro e trabalhou em “Yank – O Musical”. Rhener Freitas, que tem o papel do baixista Sérgio Reoli, trabalhou na série “Bia”, do Disney Channel. O cantor e apresentador Yudi Tamashiro, que chegou a integrar o elenco do musical dos Mamonas, iria interpretar o guitarrista Bento, mas foi substituído por Alberto Hinomoto, sobrinho do personagem real. Alberto, que tinha 17 anos durante a produção, filmou com a mesma guitarra que pertenceu a seu tio, usada por ele nos shows da banda. As filmagens marcam sua estreia nas telas. Outro nome que estreia como atriz é a famosa tiktoker Fernanda “Fefe” Schneider, de 20 anos. Ela irá interpretar Valéria Zoppello, a namorada de Dinho, que perdeu seu companheiro quando tinha apenas 24 anos. Fernanda é um fenômeno no TikTok e acumula mais de 16 milhões de seguidores na plataforma. Para completar, os pais de Dinho são interpretados por Guta Ruiz, que já esteve no filme “Gostosas, Lindas e Sexies”, e Jarbas Homem de Mello, marido de Cláudia Raia e ator de “Roque Santeiro – O Musical”. “Mamonas Assassinas – O Filme” tem estreia marcada para 28 de dezembro nos cinemas.

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  • Música

    Celso Vecchione, fundador da banda Made in Brazil, morre aos 74 anos

    22 de outubro de 2023 /

    Celso Vecchione, que fundou a banda Made in Brazil ao lado do irmão Oswaldo Vecchione, faleceu no sábado (21/10) de mal súbito, aos 74 anos. “O Brasil perdeu um grande músico e eu o melhor irmão que poderia ter”, desabafou Oswaldo nas redes sociais. Criada em 1967 no bairro Pompeia, em São Paulo​, a banda era a mais antiga em atividade no país. Inicialmente influenciado pelo rhythm’n’blues britânico de bandas como Rolling Stones e The Animals​, o grupo se reposicionou nos anos 1970 como precursor do heavy metal nacional​.   Uma carreira pioneira Made in Brazil inovou na cena rock brasileira já em 1969 ao utilizar maquiagem artística em shows, pintando o rosto e partes do corpo. Em 1974, com o lançamento de seu álbum de estreia, também chamado “Made in Brazil”, conhecido como “disco da banana” devido à imagem da capa, o grupo solidificou seu lugar no cenário rock nacional. O primeiro grande hit, “Anjo da Guarda”, é deste álbum. Em 1975, lançaram o álbum “Jack, o Estripador”. Mas enfrentaram dificuldades extras nessa época, quando praticamente apenas Rita Lee fazia sucesso com rock no país, sofrendo censura da ditadura militar ao álbum “Massacre” em 1977, que teve nove músicas vetadas e acabou arquivado, só ressurgindo em 2005. A banda reagiu com a consagração em “Paulicéia Desvairada” (1978), que rendeu alguns de seus maiores sucessos com faixas como “Gasolina” e “Uma Banda Made in Brazil”. Três anos depois, com “Minha Vida é Rock ‘n’ Roll”, o baixista Oswaldo Vecchione assumiu a função de vocalista principal, que exerceu pelos discos seguintes de banda.   Luta contra esclerose múltipla Além da censura, outro baque veio na virada dos anos 1970, quando Celso foi diagnosticado com esclerose múltipla. Descrito pelos colegas de banda como “tímido e cerebral”, ele era o maestro do grupo, e mesmo o diagnóstico não o afastou dos palcos. Segundo Guilherme Ziggy Mendonça, guitarrista da banda há 11 anos, “Celso conviveu com essa condição a vida inteira de uma forma meio que milagrosa, porque é uma doença severa”. Entretanto, a dificuldade para tocar no rádio acabou jogando a banda no underground. Sua continuidade ao longo das décadas se provou um ato de resistência.   Meio século de rock Ao todo, o Made in Brazil lançou nada menos que 14 álbuns oficiais, mas da formação original apenas os irmãos Vecchione se mantiveram. De fato, foram tantas mudanças ao longo dos anos que a banda entrou no livro Guinness dos recordes, por ter passado por 203 formações diferentes, com a participação de 126 músicos. Mas as mudanças e a passagem do tempo não alteraram a essência da banda, que comemorou 50 anos em 2017 com uma exposição e shows no Centro Cultural São Paulo. Antes de morrer, Celso gravou participação num documentário dedicada à carreira do grupo. O filme “Uma Banda – Made in Brazil” será lançado em novembro. Veja abaixo um especial da TV Cultura de 1987, dedicada aos 20 anos da banda.

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    Pitty relança primeiro disco com gravações de Pabllo Vittar, Sandy, Emicida e Planet Hemp

    6 de outubro de 2023 /

    A cantora Pitty lançou nesta sexta-feira (6/10) o disco “Admirável Chip Novo Re (Ativado)”, regravação de seu primeiro álbum, que celebra os 20 anos do lançamento original. A nova versão é um projeto cantado por artistas convidados e conta com a participações de Sandy, Planet Hemp, Emicida, Pabllo Vittar, Ney Matogrosso, MC Carol, Criollo, Supercombo, Céu, Tropkillaz, Tuyo, Marina Peralta e Rockers Control. Além de chegar nas plataformas musicais, a regravação ganhou lançamento em vinil, numa caixa com três LPs e um livro sobre a história do disco. Pitty postou uma foto do material em seu Instagram, chamando, orgulhosa, de “lindeza”.   O admirável chip original O disco responsável por alçar Pitty ao estrelato conta com alguns dos maiores sucessos da cantora, como “Equalize”, “Teto de Vidro” e “Máscara”. Lançado pela gravadora independente Deckdisc (hoje Deck) em 2003, “Admirável Chip Novo” rendeu à artista um disco de platina (250 mil cópias vendidas) e o troféu de Revelação no Prêmio Multishow de Música Brasileira. Pitty está atualmente em turnê para celebrar os 20 anos do disco clássico, responsável por manter o rock brasileiro na mídia numa época em que o estilo sofria com a falta de espaço, diante dos avanços do sertanejo e pagode. Confira abaixo o playlist das faixas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ⚡️PITTY⚡️ (@pitty)

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    The Town: Festival pop se transforma com rock e tem seu melhor dia

    10 de setembro de 2023 /

    Após uma quinta-feira (7/9) triste, marcada por apresentações protocolares de bandas de pop dançante como Maroon 5 e Chainsmokers, o dia dedicado ao rock foi um oásis no festival The Town. A programação apresentou-se como um espelho do próprio gênero: repleto de contrastes, nostalgia e experimentação. Numa demonstração poderosa do protagonismo feminino no cenário atual, cantoras como Pitty, Shirley Manson (do Garbage), Karen O (do Yeah Yeah Yeahs) e as jovens do Wet Leg chamaram atenção de forma positiva, ressaltando a diversidade do rock em suas múltiplas vertentes. E, cereja do bolo, Foo Fighters se provou o melhor headliner do evento.   O melhor do rock brasileiro Pitty inaugurou o dia no palco Skyline com uma performance que homenageou os 20 anos de seu álbum de estreia, “Admirável Chip Novo”. A cantora surpreendeu o público ao colaborar com a Nova Orquestra, grupo sinfônico de jovens talentos, que enriqueceu o conjunto da obra, transformando o show em um evento multidimensional. O álbum “Admirável Chip Novo” não é apenas o primeiro capítulo na trajetória musical de Pitty, mas também um marco do rock brasileiro. Lançado em um período de declínio do gênero no país, o disco ajudou a revitalizá-lo, abrindo espaço para uma nova geração de artistas nos anos 2000 com hits como “Teto de Vidro”, “Máscara” e “Equalize”. Mesmo 20 anos após seu lançamento, o repertório demonstrou seu impacto duradouro, refletido no entusiasmo unânime dos presentes. Com uma presença carregada de nostalgia, mas também de muito significado, a cantora mostrou o valor do rock brasileiro num dia cheio de bandas americanas.   O pior do rock brasileiro Por outro lado, o festival também teve maus exemplos do rock nacional. No palco The One, a aparição do Detonautas marcou principalmente pela falta de originalidade e pela participação questionável do convidado Vitor Kley. Terno Rei, com seu indie confortável, caiu no clichê com cover de Legião Urbana. Já o Barão Vermelho fez pior que isso. Agora com seu terceiro vocalista, Rodrigo Suricato, virou praticamente uma banda cover, tocando inclusive o repertório solo de seus antigos vocalistas, Cazuza e Roberto Frejat.   Show da MTV dos anos 1990 A primeira atração internacional da noite, Garbage, fez uma apresentação marcante, com um setlist que privilegiou sucessos da MTV dos anos 1990. “Somos sobreviventes dos anos 1990, estamos honrados em estar aqui”, disse a cantora Shirley Manson, que cativou o público, especialmente ao tocar hits como “Only Happy When it Rains” e “Stupid Girl”. A banda mantém a mesma energia, sete anos desde sua última passagem pelo Brasil. Butch Vig, produtor de álbuns icônicos como “Nevermind” do Nirvana e “Siamese Dream” do Smashing Pumpkins, equilibra o som com sua bateria precisa. Shirley Manson, por sua vez, comanda o palco com sua voz multifacetada, capaz de mergulhar em lamentos etéreos ou proclamar uma revolta punk, com direito a cantar cover de “Cities in Dust”, clássico gótico de Siouxsie and the Banshees. Faixas mais recentes do álbum “No Gods No Masters” de 2021 também tiveram espaço, ainda que em menor quantidade. A cantora não poupou palavras durante a performance. “A vida é estranha, não sabemos se vamos voltar. Esperamos que sim, mas somos velhos e cansados”, expressou a cantora de 57 anos. A artista também fez questão de motivar a plateia: “Sejam corajosos e gentis. Amem a si mesmos, nós te amamos, São Paulo, obrigada por tudo”.   Dissonância no festival O Yeah Yeah Yeahs subiu ao palco Skyline do festival The Town em uma posição delicada. Convocado para preencher o espaço deixado pelo Queens of the Stone Age, que cancelou por “orientações médicas”, o grupo nova-iorquino tinha a difícil tarefa de conquistar um público que esperava por algo completamente diferente. Formado nos anos 2000, o grupo liderado por Karen O fez sua primeira apresentação no Brasil em uma década, felizmente privilegiando as músicas mais antigas do que o repertório do álbum “Cool it Down”, lançado em 2022, que não agradou. O repertório incluiu “Zero”, “Heads Will Roll”, que trouxe uma chuva de papel picado, o rock de “Date with the Night” e a icônica “Maps”, que foi dedicada ao Queens of the Stone Age, Shirley Manson do Garbage e Dave Grohl do Foo Fighters, numa tentativa de engajar o público. Logo após “Maps” veio momento mais inusitado da noite, quando Karen O interrompeu o show perplexa com uma mulher presa na tirolesa, que cruzava o espaço à frente do palco. “Ela está bem. O socorro chegou”, informou. Foi um concerto em clima ambíguo, com um instrumental dissonante/atmosférico de arrepiar e uma performance energética da cantora, que emocionou os fãs. O problema é que quase não haviam fãs, já que a plateia indiferente apenas aguardava o Foo Fighters, a próxima atração.   Fofura indie para poucos A emergente banda britânica Wet Leg, liderada pelas vocalistas e guitarristas Rhian Teasdale e Hester Chambers, trouxe frescor ao line-up do evento. Com um único álbum e apenas um quase hit, “Chaise Longue”, o grupo indie fechou o palco The One sem iluminação especial, convidados ou covers, mas com crise de choro e timidez, diante da plateia mais esvaziada do dia. Enquanto muitos se acomodavam para a chegada do Foo Fighters no palco principal, o Wet Leg fez uma grande entrega emocional do repertório de seu único disco. O horário não favoreceu o grupo, que fez o último show da turnê atual. A certa altura, Rhian se sentou no palco e começou a chorar, enquanto Hester repetia como estava impressionada por tocar no Brasil, falando para dentro, quase balbuciando. Elas são de uma cidadezinha pequena de uma ilha que só tem acesso à Inglaterra de barco, e a timidez foi tanta que Rhian tocou de costas quase todo o tempo, quando não se escondeu no fundo do palco. O som do Wet Leg combina elementos de pós-punk e influência de bandas dos anos 1990 como Breeders, com muitas letras irônicas e uma fofura que só bandas indie preservam. Mas tocou no festival errado. Seria um estouro no Primavera Sound.   O fecho triunfal O encerramento ficou por conta da banda mais esperada da noite. Após o cancelamento do show do Foo Fighters em 2022 devido à morte do baterista Taylor Hawkins na véspera, a volta da banda americana ao Brasil levou o Autódromo de Interlagos a um estado de euforia coletiva. Liderada pelo vocalista Dave Grohl, a apresentação se transformou em um misto de tributo e celebração. Impactado pela quantidade de pessoas e o entusiasmo do público, Dave Grohl expressou sua surpresa diversas vezes, pedindo para as luzes se acenderem, de modo a ter a noção exata da plateia, que ele regeu com corais de refrões e gritos numa verdadeira catarse. “Amo tocar para vocês. A plateia brasileira é louca. Já tocamos em vários lugares, mas os brasileiros… É verdade. E vocês sabem disso, né?”, afirmou o músico, banhado pelo “mar de luzes” formado pelos celulares. O show também se tornou um momento para homenagear Taylor Hawkins. Em um dos pontos altos da noite, durante a execução de “Breakout”, Grohl agradeceu ao baterista Josh Freese, que assumiu as baquetas na ausência de Hawkins. “Por favor, dêem boas vindas calorosas e carinhosas para o cara que tornou possível estarmos aqui essa noite: Josh Freese”, proclamou Grohl. Posteriormente, a banda executou “Aurora”, descrita por Grohl como a canção favorita de Hawkins. “Vamos tocar essa música todos as noites até o fim de nossas vidas. Ela era a preferida do Taylor Hawkins”, ressaltou o vocalista. O Foo Fighters fez um espetáculo para agradar aos fãs, desfilando hits consagrados como “Learn to Fly” e “My Hero”, além de músicas do álbum mais recente, “But Here We Are”, lançado em julho deste ano. Todas as faixas foram recebidas com entusiasmo durante mais de duas horas, que foram encerradas, de forma apoteótica, com “Everlong”. Um showzaço de rock, que mostrou que as bandas não precisam fazer metal para tocar pesado, nem gravar música comercial para ter seu repertório cantado integralmente em coro pelo público. Com Grohl conversando com o público o tempo inteiro, foi como se, em vez de mais de 100 mil pessoas, ele tocasse num bar para amigos, numa noite emocional, em que demonstrou enorme prazer de tocar tudo o que o público queria ouvir.   Tudo isso é rock, bebê Com as guitarras, baixos e baterias, The Town teve sua melhor noite, mostrando que o pop pode atrair gente, mas é o rock que dá a alma a eventos desse porte, com uma entrega total do público. Até a troca do Queens of Stone Age pelo Yeah Yeah Yeahs foi, de certa forma, interessante por ajudar a tornar o line-up mais abrangente, numa mostra da grande diversidade do rock contemporâneo. Reunindo artistas que marcaram os anos 1990 como Shirley Manson e Dave Grohl, os anos 2000 como Pity e Yeah Yeah Yeahs, e talentos emergentes como Wet Leg, o festival desfilou subgêneros num panorama pouco usual às produções de Roberto Medina, que no Rock in Rio demonstra acreditar que rock é só som pesado, tipo Guns ‘N Roses e Iron Maiden. Rock é muito mais, como o Primavera Sound chega em breve para reforçar.

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