PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Netflix vai lançar sci-fi estrelada por Rooney Mara e Robert Redford

    14 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix adquiriu a sci-fi indie “The Discovery”, estrelada por Robert Redford (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Os Muppets”), Jesse Plemons (“Aliança do Crime”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Descrita como uma ficção científica romântica, “The Discovery” foi negociada após finalizar suas filmagens – realizadas em março em Rhode Island, menor estado dos EUA. Escrita e dirigida por Charlie McDowell (“Complicações do Amor”), a trama é descrita como uma história de amor passada após a descoberta científica de que existe vida após a morte. Graças a essa revelação, milhões de pessoas cometem suicídio esperando uma vida melhor na nova existência. Robert Redford viverá o cientista responsável pela descoberta, enquanto Segel e Plemons serão seus filho. O personagem de Segel, por sua vez, se apaixona pela personagem de Rooney Mara. Ela, porém, esconde um passado trágico. Por fim, Riley Keough interpretará uma funcionária do laboratório de Redford. Além de ser disponibilizado para os assinantes do Netflix, o filme terá uma estreia limitada nos cinemas em 2017.

    Leia mais
  • Filme

    Meu Amigo, o Dragão: Nova fantasia da Disney ganha trailer legendado

    14 de junho de 2016 /

    A Disney divulgou o pôster nacional e o trailer legendado do remake do clássico infantil “Meu Amigo, o Dragão”. A prévia, com um menino descabelado que sobrevive sozinho na selva, chega a evocar, em seu começo, “Mogli – O Menino Lobo”. Entretanto, desta vez não há animais falantes. No lugar deles, há um dragão criado por computação gráfica. Além disso, se em “Mogli” apenas o ator central é de carne e osso, aqui a tecnologia só anima o personagem do título. Mas a principal diferença está no contexto, que explora o que acontece com o menino perdido após seu encontro com a civilização. O filme é uma reinvenção do original de 1977, que girava em torno de um menino chamado Pete e seu melhor amigo Elliot, um dragão imaginário. Enquanto o primeiro foi um musical, passado numa vila de pescadores na virada do século 20, a nova história acontece na floresta de uma comunidade de madeireiros e se concentrará nos aspectos dramáticos da história. Na trama atual, Pete é um menino cujos pais morreram em um acidente de carro e que foi posteriormente criado por Elliot, o dragão que reside numa floresta ameaçada. Além do jovem Oakes Fegley (“Fort Bliss”), que vive o personagem central, o elenco destaca Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), como a guarda florestal que encontra o menino, e o veterano Robert Redford (“Até o Fim”), que interpreta o pai dela. Também participam da produção os atores Karl Urban (“Star Trek”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Craig Hall (“Meu Monstro de Estimação”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire/A Escuta”) e a menina Oona Laurence (“Nocaute”). Roteiro e direção estão a cargo de David Lowery, autor de um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance de 2013, o drama criminal “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saints). A estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, seis dias após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Conspiração e Poder revela-se o anti-Spotlight, desnudando o mau jornalismo

    31 de março de 2016 /

    Boa parte das resenhas de “Spotlight – Segredos Revelados” chamou atenção para o fato de que aquele jornalismo investigativo, que demanda tempo para apurar uma reportagem à fundo, era uma espécie em extinção nestes dias de imediatismo online. Pois “Conspiração e Poder” se qualifica como o anti-“Spolight”. Também inspirado numa reportagem verídica da década passada, o longa, que marca a estreia na direção do roteirista James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”), mostra o que acontece quando a pressa para se produzir uma reportagem, visando sair na frente da concorrência com um furo exclusivo, vira um desserviço ao público. “Conspiração e Poder” dramatiza os bastidores de uma reportagem de 2004, produzida para o programa “60 Minutes” do canal CBS, apresentado, na época, por Dan Rather (Robert Redford, de “Capitão América 2”), uma espécie de lenda nos telejornais dos Estados Unidos, que emanava credibilidade no ar desde os anos 1960. Imagine uma denúncia do “Fantástico” na época de Sergio Chapelin para se ter a dimensão do impacto de uma notícia exibido no programa. Um escândalo em potencial, envolvendo o histórico de George W. Bush na Guarda Nacional, que teria aproveitado seus parentes importantes para evitar servir durante a Guerra do Vietnã – quando o alistamento era compulsório – , chega às mãos da produtora do programa, a jornalista Mary Mapes (Cate Blanchett, de “Carol”), que, pressionada a tomar uma decisão rápida, decide priorizar o deadline do programa sobre a checagem de fatos. O resultado vai ao ar sem o tempo necessário para sua apuração. E se prova calunioso. Num caso típico de mau julgamento, Mary, que havia vencido um prêmio por sua denúncia de abusos cometidos por militares americanos na prisão iraquiana de Abu Ghraib, teve sua ideologia explorada para cair numa cilada. Acreditando ser capaz de mudar os rumos da vindoura eleição presidencial com a informação exclusiva, sua decisão teve efeito inverso, fortalecendo o candidato do Partido Republicano, conforme a notícia começa a ser refutada pelos fatos, questionada primeiramente por blogs e depois por outras redes de televisão. Sem checar a intenção de sua fonte, a produtora fez sensacionalismo básico, queimou seu programa e acabou com a longa carreira de Rather, além de ter ajudado, por tabela, a eleger Bush como Presidente dos EUA. Mary Mapes nunca mais trabalhou com telejornalismo. Mas escreveu um livro sobre o caso, que é a base do filme. Por isso, seu ponto de vista domina a história, que busca, a todo o instante, justificar suas ações, a ponto de querer insinuar que a verdadeira conspiração foi desacreditar a reportagem. Bulshit das grossas, mas não deixa de ser ilustrativo de uma tendência: quando pego numa mentira, jornalistas insistem em seu ponto de vista até que isso comece a parecer verdade. Entretanto, ainda que o jornalismo imparcial seja um mito propagado por donos de empresas jornalísticas, o Jornalismo profissional é real e tem regras muito claras. E quando elas não são seguidas, alguém paga por isso – uma pessoa física, não a própria empresa, como demonstra o filme. É importante reparar, sobretudo, como “Conspiração e Poder” foi ofuscado por “Spotlight” nos cinemas americanos. Fez ridículos US$ 2,5 milhões durante toda a sua exibição, entre outubro e fevereiro, contra os US$ 44,4 milhões de “Spotlight”. Além disso, “Conspiração e Poder” não foi indicado a prêmio algum. Nem sequer a performance de Cate Blanchett chamou atenção, colocada para escanteio por suas diversas indicações por “Carol”, na temporada de premiações passada. Já “Spotlight” venceu o Oscar de Melhor Filme do ano. Filmes sobre vencedores têm, é verdade, maior apelo que filmes sobre perdedores. Mas as derrotas embutem lições melhores, como qualquer filósofo de botequim é capaz de demonstrar. Por isso, se o jornalismo idealizado ganha os prêmios, o mau jornalismo rende os melhores filmes, como “Abutre” em 2013. Embora “Conspiração e Poder” não chegue a tanto – não vai virar clássico ou cult – , ao menos joga uma luz necessária sobre as conspirações que se escondem por trás das manchetes das notícias. Sem esquecer que um filme que junta Robert Redford e Cate Blanchett merece, nem que seja durante a projeção de seus créditos, alguns aplausos.

    Leia mais
  • Filme

    Robert Redford vai descobrir vida após a morte em sci-fi com Rooney Mara

    13 de março de 2016 /

    A produção da sci-fi indie “The Discovery” definiu seu elenco central, com as contratações de Robert Redford (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Os Muppets”), Jesse Plemons (“Aliança do Crime”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), informou o site da revista Variety. Escrita e dirigida por Charlie McDowell (“Complicações do Amor”), a trama é descrita como uma história de amor passada após a descoberta científica de que existe vida após a morte. Graças a essa revelação, milhões de pessoas cometem suicídio esperando uma vida melhor na nova existência. Robert Redford viverá o cientista responsável pela descoberta, enquanto Segel e Plemons serão seus filho. O personagem de Segel, por sua vez, se apaixona pela personagem de Rooney Mara. Ela, porém, esconde um passado trágico. Por fim, Riley Keough interpretará uma funcionária do laboratório de Redford. As filmagens começam ainda neste mês em Rhode Island, menor estados dos EUA, com produção conjunta da americana Endgame Entertainment e da britânica Protagonist Pictures. A estreia está prevista para 2017.

    Leia mais
  • Filme

    Meu Amigo, o Dragão: Veja o primeiro trailer do remake do clássico infantil

    22 de fevereiro de 2016 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer legendado, fotos e o pôster do remake do clássico infantil “Meu Amigo, o Dragão”. A prévia, com um menino descabelado correndo entre árvores e natureza verdejante, lembra outra vindoura produção do estúdio, “Mogli – O Menino Lobo”. Entretanto, desta vez não há animais falantes. No lugar deles, há um dragão criado por computação gráfica. Além disso, se em “Mogli” apenas o ator central é de carne e osso, aqui a tecnologia só anima o personagem do título. Mas a principal diferença está no contexto, que explora o que acontece com o menino perdido após seu encontro com a civilização. O filme é uma reinvenção do original de 1977, que girava em torno de um menino chamado Pete e seu melhor amigo Elliot, um dragão imaginário. Enquanto o primeiro foi um musical, passado numa vila de pescadores na virada do século 20, a nova história acontecerá na floresta de uma comunidade de madeireiros e se concentrará nos aspectos dramáticos da história. Na trama atual, Pete é um menino cujos pais morreram em um acidente de carro e que foi posteriormente criado por Elliot, o dragão que reside numa floresta ameaçada. Além do menino Oakes Fegley (“Fort Bliss”), que vive o personagem central, o elenco destaca Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”), como uma guarda florestal que encontra o menino e não acredita que suas histórias sobre um dragão, e o veterano Robert Redford (“Até o Fim”), que interpreta o pai dela. Também participam da produção os atores Karl Urban (“Star Trek”), Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Craig Hall (“Meu Monstro de Estimação”), Isiah Whitlock Jr. (série “The Wire/A Escuta”) e a menina Oona Laurence (“Nocaute”). Roteiro e direção estão a cargo de David Lowery, autor de um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance de 2013, o drama criminal “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saints). A estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, seis dias após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie