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  • Filme

    WiFi Ralph: Vanellope foge de stormtroopers e encontra princesas da Disney no novo trailer dublado

    4 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer dublado de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph” (2012), que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney após ser perseguida por stormtroopers de “Star Wars”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Destaque do trailer, 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Outro detalhe do trailer mostra os personagens discutindo o título da produção. Nos Estados Unidos, assim como quase aconteceu no Brasil, o filme vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que torna o título maior do que o necessário. O mercado internacional não gostou. Assim, a animação virou “WiFi Ralph” no Brasil. Mais curto, o nome definitivo inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não foi o único país a adotar “WiFi Ralph”. Além disso, na França a continuação virou “Ralph 2.0”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Confira também abaixo o trailer em inglês com as vozes das princesas originais, que não foi disponibilizado com legendas.

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  • Filme

    Vanellope encontra princesas da Disney em imagem da continuação de Detona Ralph

    1 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou uma nova imagem de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph”, que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Trailer da continuação de Detona Ralph mostra como o protagonista vai parar na internet

    28 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer dublado em português da continuação de “Detona Ralph”, que mostra como Ralph e Vanellope saem de seu mundo de games antigos e entram na internet, graças ao wi-fi. E essa tecnologia rende uma curiosidade nacional. Aparentemente, o estúdio mudou o título do filme para o Brasil, baseando-se no detalhe do wi-fi. O primeiro material nacional do filme trazia o título “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que tornava o título maior do que o necessário. Entretanto, o trailer revela outro nome: “WiFi Ralph”. Mais curto, inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos nacionais com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não é o único país do mundo a reparar em como o título em inglês da continuação é longo e repetitivo. Ele continua chamado “Ralph Breaks the Internet: Wreck-It Ralph 2” nos Estados Unidos, mas também virou “WiFi Ralph” em espanhol e “Ralph 2.0”, de forma mais simples e efetiva, para o mercado francês. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo a versão dublada em português e a original, com as vozes de John C. Reilly (“Kong: A Ilha da Caveira”) e Sarah Silverman (“A Guerra dos Sexos”), respectivamente como Ralph e Vanellope.

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    Pôster da continuação de Detona Ralph revela quem quebrou a internet

    26 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou um pôster da continuação de “Detona Ralph” (2012), que no Brasil vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” – assim mesmo, repetindo duas vezes o nome Ralph para tornar o título maior do que o necessário. A arte brinca com a premissa, colocando num campo de pesquisa a pergunta “Quem quebrou a internet?”, trazendo logo abaixo uma seta de mouse apontando o envergonhado Ralph. A trama ainda não foi totalmente explicada, além do fato de que, se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem chamada Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Animação Detona Ralph 2 ganha teaser exclusivo da internet

    3 de janeiro de 2018 /

    A Disney divulgou um teaser exclusivo para a internet da continuação de “Detona Ralph” (2012). A distribuição, via Facebook, tem a ver com a premissa, evidenciada no título comprido e mal-escrito, que repete o nome do protagonista duas vezes: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A ideia da continuação permite uma grande oportunidade comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama será sinérgica, aproveitando para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Uma cena revelada na D23, a convenção anual da Disney, mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Continuação de Detona Ralph vai juntar universos Disney, Pixar, Marvel e Star Wars

    16 de julho de 2017 /

    A Disney realiza neste fim de semana sua convenção pública anual D23, evento que é uma espécie de Comic-Con da empresa, no qual revela trailers e novidades de seus próximos lançamentos, com a participação do elenco e diretores de filmes, séries e animações. Entre as produções animadas, a que teve mais novidades compartilhadas foi a continuação de “Detona Ralph” (2012). Parece promissora, apesar do título comprido e mal-escrito, que repete duas vezes o nome do protagonista: “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet” Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet. A premissa permite uma oportunidade de exploração do catálogo da própria empresa. Do ponto de vista econômico, em vez de promover games de outras empresas, a trama será sinérgica, aproveitando os personagens da própria Disney. Do ponto de vista criativo, a produção marcará a primeira vez que a empresa juntará, num mesmo filme, personagens da Disney, Pixar, Marvel e da Lucasfilm. Uma cena revelada na D23 mostrou que Vanellope encontrará 10 princesas encantadas num site chamado OhMyDisney.com, que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que as princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Os produtores também confirmaram a participação de Stan Lee, dublando a si mesmo, e Taraji P. Henson (série “Empire”) como uma nova personagem, Yesss, que é um algorítimo. O resto das novidades continua mantido em segredo, mas pelo aperitivo é possível imaginá-las. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro de 2018 nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Veja abaixo o primeiro teaser e o vídeo da apresentação, que reúne 9 das princesas e Sarah Silverman, a intérprete de Vanellope.

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    Detona Ralph vai ganhar continuação passada no mundo da internet

    30 de junho de 2016 /

    A Disney anunciou que está desenvolvendo a continuação de “Detona Ralph” (2012). A informação foi compartilhada pelo Facebook, com direito a transmissão de vídeo ao vivo, e participação do ator John C. Reilly, que vai retorna para dar voz ao personagem-título da animação. Detalhes de roteiro de “Detona Ralph 2” estão sendo mantidos sob sigilo, mas a arte conceitual divulgada (veja acima) mostra Ralph ao lado de sua ‘ajudante’ Vanellope sobre outdoors que parodiam marcas famosas da internet, como Google e Amazon. “É ultra secreto, mas vou dizer isso… Ralph deixa a arcada e detona a Internet”, cita Reilly. “O que poderia dar errado?” A direção será dividida entre Rich Moore e Phil Johnston, respectivamente diretor e roteirista do primeiro filme, além de parceiros nas mesmas funções no recente “Zootopia” (2016). A estreia está marcada para 21 de novembro de 2018.

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    Zootopia marca evolução da Disney sob influência da Pixar

    23 de março de 2016 /

    “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho” não é só uma animação bastante ousada. Ela diz respeito ao futuro da Disney Animation. É o ponto de chegada de uma longa evolução iniciada há uma década, desde que a Disney comprou os estúdios Pixar em 2006. É nítida a ambição por trás de sua produção, que vai além da concepção da cidade dos animais falantes, que já existia na Disney desde Patópolis. Ela brinca com os filmes policiais hollywoodianos, clássicos noir e até mesmo com as famosas produções de horror de Val Lewton. O apuro do estúdio na adaptação dos bichos, que são apresentados ao longo da trama, também salta aos olhos. Ao ganharem características antropomórficas, eles não perdem suas dimensões e natureza originais. Assim, quando o filme mostra a coelha policial Judy em meio a um bando de rinocerontes, o público logo percebe o quão pequenina ela é naquele espaço de brutamontes. Há, ainda, uma questão curiosa envolvendo o Prefeito, que é um leão, e a Vice-Prefeita, uma ovelha. A situação é mais que delicada do ponto de vista político, servindo de metáfora de fácil identificação. Assim como é clara a analogia feita entre os serviços públicos e a participação de Flecha, o simpático bicho-preguiça que trabalha numa espécie de DETRAN de Zootopia. Uma pena que esta cena tenha sido antecipada, praticamente de forma integral, pelos trailers e vídeos de divulgação, prejudicando, assim, a sequência mais engraçada do filme. O fato é que a riqueza de detalhes chama, inicialmente, mais atenção que a própria trama central, focada na investigação do desaparecimento de alguns habitantes de Zootopia. Mas isso logo muda, conforme a policial Judy e seu assistente relutante, o raposo malandro Nick, descobrem o destino dos desaparecidos, permitindo vislumbrar o quanto a trama é audaciosa. Só que demora um pouco para que Judy e Nick, antes inimigos, depois amigos, descubram o tal segredo, e isso prejudica o andamento da narrativa. O ritmo fica a reboque do relacionamento da dupla de protagonistas, com o objetivo de privilegiar sua aproximação. Mas é criativa a forma como o roteiro consegue torná-los até mesmo mais do que simples amigos. De fato, “Zootopia”, dos diretores Byron Howard (“Bolt: Supercão”) e Rich Moore (“Detona Ralph”), não é uma obra qualquer dentro da filmografia de animações da Disney. Dentro do contexto histórico do estúdio, ela parece mais uma produção da Pixar do que os desenhos de animais falantes que deram fama ao estúdio do Mickey Mouse. Apesar do fenômeno popular de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013) provar a consistência da fórmula clássica dos contos de fadas com princesas e canções, não é de hoje que a Disney cobiça o estilo da Pixar, o pequeno estúdio de efeitos digitais que Steve Jobs ajudou a transformar numa revolução cultural, e que foi incorporado ao império do Mickey por US$ 7,4 bilhões. Desde pelo menos “A Família do Futuro” (2007), o velho estúdio dá passos firmes para adotar a computação gráfica de animação tridimensional, em substituição aos desenhos tradicionais de duas dimensões que fizeram sua fama. E a cada nova tentativa tem aperfeiçoado esse projeto, passando por “Bolt: Supercão” (2008), “Detona Ralph” (2012) e o vencedor do Oscar “Operação Big Hero” (2014), que deu o impulso definitivo nessa arrancada. O que estes filmes tem em comum, além da computação gráfica, é o nome de seu produtor executivo. “A Família do Futuro” foi o primeiro lançamento da Disney sob supervisão do novo chefe do departamento de animação do estúdio, John Lasseter, o diretor de “Toy Story” (1995), por sua vez primeiro sucesso da Pixar. Com a incorporação da empresa de Steve Jobs, Lasseter virou o executivo-chefe da Disney Animation. E sua influência tem ajudado a deixar o estúdio clássico cada vez mais parecido com a Pixar. A outra via também tem sido observada, por meio de lançamentos como “Valente” (2012) e “O Bom Dinossauro”, produções com mais cara de Mickey do que “Toy Story”. Claro que os executivos têm todo o direito de tentar mudar e experimentar. E devem mesmo progredir, para que não fiquem presos no tempo. Mas até que ponto essa modernização pode custar a identidade de uma marca tão forte quanto a Disney Animation? O sucesso de “Zootopia” pode representar o fim de uma era, aumentando os argumentos em prol da sinergia entre os dois estúdios. Trata-se do maior indício já visto de uma nova entidade cinematográfica em desenvolvimento, com cabeça computadorizada e garras de rato animado. Se isto é bom ou ruim, só o futuro dirá.

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