13 Reasons Why: Novo trailer legendado reforça que a 2ª temporada já está disponível
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “13 Reasons Why” para reforçar que a 2ª temporada já está disponível. A prévia evoluiu do clima triste causado pela lembrança de Hannah (Katherine Langford) até a constatação de que ela não foi a única vítima de bullying na escola, culminando em cenas de agressão, correria e sirenes de polícia. Segundo a sinopse oficial, a 2ª temporada vai acompanhar “as consequências da morte de Hannah e a difícil jornada de nossos personagens rumo à recuperação. A escola Liberty se prepara para ir a julgamento, mas alguém quer impedir a todo custo que a verdade sobre a morte de Hannah venha à tona. Fotos ameaçadoras levam Clay (Dylan Minnette) e seus colegas à descoberta de um segredo terrível – e uma conspiração para encobri-lo”. Embora toda a história do livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, que inspirou a atração, tenha sido contada na 1ª temporada, o próprio escritor encorajou o showrunner Brian Yorkey a continuar a série ao dizer que gostaria de ver uma 2ª temporada. Os novos episódios foram disponibilizados nesta sexta (18/5) na plataforma de streaming.
Pauley Perrette afirma ter sido agredida e pressionada a não falar nada após sair de NCSI
A atriz Pauley Perrette publicou mensagens enigmáticas em seu Twitter, após sair da série “NCIS”. Os posts deixam no ar as razões que a levaram a abandonar a atração. Ao que parece, sua despedida da série não foi tão tranquila quanto parecia. Em seu Twitter, a atriz disse ter sido agredida várias vezes e pressionada a ficar em silêncio. “Eu me recusei a descer o nível, é por isso que nunca disse publicamente o que aconteceu. Mas há artigos de tabloides por aí contando mentiras sobre mim. Se você acredita nelas, por favor me deixe em paz. Você claramente não me conhece”, escreveu ela na primeira de quatro mensagens que começaram a ser postadas no último sábado (12/5). “Há uma máquina me mantendo em silêncio e alimentando histórias falsas sobre mim”, continuou Pauley, no segundo tuíte. “Uma máquina publicitária muito rica e poderosa. Sem moral, sem obrigação para com a verdade, e eu fico aí, lendo mentiras, tentando proteger a minha equipe, tentando permanecer calma. Ele fez isso”, completou ela, sem especificar quem seria o “ele” a quem ela se refere. O terceiro post sugeriu que a história por trás de seus comentários poderá em breve se tornar pública. “Talvez eu esteja errada por não revelar tudo, contar a história, a verdade. Eu sinto que tenho que proteger a minha equipe, empregos e tantas pessoas. Mas a que preço? Eu não sei. Saiba que eu estou tentando fazer a coisa certa, mas talvez ficar em silêncio não seja o certo quando há um crime”. Em seguida, ela abordou as agressões: “Eu tenho apoiado projetos antibullying desde sempre. Mas agora eu sei como é isso porque foi comigo. Se é na escola ou no trabalho, onde você pode recorrer? É horrível. Eu fui embora. Várias agressões físicas. Eu realmente entendo agora. Fiquem seguros. Nada vale mais do que a sua segurança. Conte a alguém”. Pauley Perrette se despediu oficialmente de “NCIS” no episódio que foi ao ar na TV americana na terça-feira passada, dia 8 de maio, após 15 anos vivendo a investigadora forense Abby Sciuto na série. O visual gótico da personagem era o principal diferencial da série, criada na esteira do sucesso de “CSI”, em 2003. Recentemente, a atriz foi eleita a intérprete mais querida da TV americana. “NCIS” foi renovada para sua 16ª temporada, que será a primeira sem a presença de Abby (Perrette). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago AXN. I refused to go low, that's why I've never told publicly what happened. But there are tabloid articles out there that are telling total lies about me. If you believe them? Please leave me alone. You clearly don't know me. (Sorry guys, had to be said) — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018 Maybe I'm wrong for not "spilling the beans" Telling the story, THE TRUTH. I feel I have to protect my crew, jobs and so many people. But at what cost? I.don't know. Just know, I'm trying to do the right thing, but maybe silence isn't the right thing about crime. I'm… Just… ? — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018 There is a "machine' keeping me silent, and feeding FALSE stories about me. A very rich, very powerful publicity "machine". No morals, no obligation to truth, and I'm just left here, reading the lies, trying to protect my crew. Trying to remain calm. He did it. — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018 I've been supporting ant-bullying programs forever. But now I KNOW because it was ME! If it's school or work, that you're required to go to? It's horrifying. I left. Multiple Physical Assaults. I REALLY get it now. Stay safe. Nothing is worth your safety. Tell someone. — Pauley Perrette (@PauleyP) May 13, 2018
Gotham é renovada para 5ª e última temporada
A rede Fox decidiu renovar “Gotham” para sua 5ª e última temporada. A decisão de estender a história foi tomada para permitir aos produtores encerrarem a trama da série. Assim, os últimos episódios deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. A quantidade de episódios não foi revelada, mas o retorno pode acontecer numa temporada reduzida, devido à baixa audiência da atração, a segunda pior do canal. A série tem média de 2,62 milhões de telespectadores e registra 0,8 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Isto só supera a cancelada “The Exorcist”, na programação da Fox. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne, logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Ator de American Pie vai substituir ator demitido na série baseada em Máquina Mortífera
A série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, conseguiu encontrar um substituto para o ator Clayne Crawford, demitido no final da 2ª temporada, após denúncias de mau comportamento nos bastidores da produção. A rapidez e a escolha dos produtores agradou à rede Fox, que decidiu dar um voto de confiança para a atração, renovando-a para sua 3ª temporada. O escolhido foi o ator Seann William Scott, que se tornou conhecido como o Stifler da franquia “American Pie”. Ele não irá assumir o personagem de Crawford, Martin Riggs, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, mas um papel que não existia nos filmes. Scott interpretará um novo parceiro de Murtaugh (Damon Wayans). E assim a série se afastará de vez da premissa cinematográfica, provavelmente enveredando mais para o humor, tendo em vista que os dois protagonistas atuais são atores de comédia. A demissão de Clayne Crawford foi anunciada um dia após a exibição nos Estados Unidos do último episódio gravado. Ela seria resultado de ataques de fúria durante as gravações, que criaram um ambiente descrito como hostil nos bastidores, a ponto de colegas e equipe técnica ameaçarem não querer trabalhar mais com ele. O ator até chegou a pedir desculpas nas redes sociais, mas a situação já tinha chegado ao ponto de um “ou ele ou eu”.
Terry Crews agradece Mark Hamill por ajudar a salvar Brooklyn Nine-Nine do cancelamento
O ator Terry Crews fez questão de agradecer a Mark Hamill, o eterno Luke Skywalker, pela “força” dada nas redes sociais para o resgate da série “Brooklyn Nine-Nine”. Quando a Fox anunciou o cancelamento da “Brooklyn Nine-Nine” em sua 5ª temporada, Hamill reclamou publicamente no Twitter, afirmando que “não estava preparado para dizer adeus” à série. E avisou que costuma guardar ressentimentos contra canais que cancelavam programas que ele ama. Pois 24 horas depois, a série foi resgatada por outro canal e garantiu sua 6ª temporada – agora, pela NBC. Terry Crews aproveitou para agradecer Hamill pessoalmente por usar “a força” a favor da série de comédia. “Quero pessoalmente lhe agradecer, Mark, por usar a Força para salvar ‘Brooklyn Nine-Nine'”, ele escreveu. Confira abaixo. Oh NOOOOOOOOO!!!!!!!!! ???? I'm SO not ready to say #ByeBye99. Be forewarned @FOXTV-when networks dump shows I love, I'm known for holding grudges a long, L-O-N-G time. I'm still mad @CBS didn't renew #SquarePegs! ?#EverythingILikeGetsCancelled https://t.co/NEry6Hrpng — Mark Hamill (@HamillHimself) 10 de maio de 2018 @HamillHimself I want to personally THANK YOU Mark for using the power of the force to save Brooklyn Nine Nine! *Wipes dirt off shoulder* — terrycrews (@terrycrews) 12 de maio de 2018
Elementary é renovada para a 7ª temporada
A rede americana CBS anunciou a renovação de “Elementary” para sua 7ª temporada. A decisão surpreendeu os próprios produtores da atração, diante do cancelamento de inúmeras séries de maior audiência no canal nas últimas 24 horas. “Elementary” estreou sua 6ª temporada há duas semanas na TV americana, registrando 4,6 milhões de telespectadores e 0,6 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. O desempenho é muito pior que o de todas as demais séries canceladas pelo canal. “Scorpion”, por exemplo, tinha média de 5,2 milhões de telespectadores ao vivo e 0,8 na demo, enquanto “Wisdom of the Crowd” atingia 6,9 milhões e 0,9 ponto. Isto comprova que audiência é importante, mas não é o único fator que determina renovações de séries hoje em dia. No caso de “Elementary”, contou a seu favor o fator “casa”. A produção é da CBS Television, ou seja, do mesmo conglomerado, o que rende lucro para a empresa em licenciamentos, quando a série é negociada para outros canais e plataformas. E “Elementary” é um grande “player” no mercado internacional. Afinal, o negócio dos canais de TV não é realmente audiência, mas lucro, que pode vir atrelado à audiência, via contratos de publicidade – empresas buscam o público das séries mais assistidas – , mas também por meio de licenciamentos. Nos upfronts de 2016, o CEO da CBS, Les Moonves, apontou a série como um exemplo de bom negócio para o canal, dizendo que ela teria rendido US$ 80 milhões só de licenciamento para terceiros. Versão moderna de Sherlock Holmes, “Elementary” traz o ator Johnny Lee Miller (“Trainspotting”) como o personagem clássico de Arthur Conan Doyle, que se dedica a resolver crimes intrincados para a polícia de Nova York, como forma de lidar com seus vícios, na companhia da cuidadora contratada por seu pai, Joan Watson (vivida por Lucy Liu, de “Kill Bill”).
The Blacklist é renovada para a 6ª temporada
A rede americana NBC anunciou a renovação de “The Blacklist” para a 6ª temporada. A série do supervilão Reddington (James Spader) sobreviveu a inúmeras reviravoltas, inclusive à perda de um integrante importante de seu elenco na atual temporada, que se encerra na quarta (16/5) com a promessa de encerrar o mistério da maleta de ossos. Segundo o criador da atração, Jon Bokenkamp, isso irá modificar completamente o universo do programa daqui pra frente. Mais uma vez. Todas as reviravoltas mirabolantes da trama têm sido muito boas para a produção, que aumentou sua audiência. De uma média de 5,2 milhões de telespectadores no ano passado, a série subiu para 5,6 milhões e manteve a pontuação da demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) em torno de 0,9. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A 6ª temporada terá 22 episódios, com início previsto para o outono norte-americano (entre setembro e novembro). A série é exibida pelo canal pago AXN no Brasil, também está disponível na Netflix e já chegou à TV aberta com o nome “Lista Negra”.
Man with a Plan, Life in Pieces e Instinct são renovadas
Além da renovação de “Criminal Minds”, a rede CBS comunicou o retorno das comédias “Man with a Plan” e “Life in Pieces”, além da série policial “Instinct”, tão genérica que chegou a copiar a trama de um episódio de “Bones”. Novata da turma, lançada em março, “Instinct” foi alardeada como o primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay. Baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”), a série gira em torno do Dr. Dylan Reinhart (Alan Cumming, da série “The Good Wife”), um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Mas, apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa criada por Michael Rauch (roteirista-produtor de “Royal Pains”) é bastante convencional, alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um detetive da polícia (Bojana Novakovic, de “Eu, Tônia”) e um assistente amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, do casal de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Com 7,8 milhões de telespectadores, “Instinct” poderia ser considerado mais um sucesso policial do canal, mas a baixa pontuação de 0,8 na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes) revela outra obviedade: que o público que acompanha séries de fórmulas batidas é bem mais velho que o desejado. Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Também estreante, “Man with a Plan” encerrou sua 1ª temporada na segunda (7/5) com 5,7 milhões de telespectadores e 0,98 ponto na demo. A série marcou a volta de Matt LeBlanc (o eterno Joey de “Friends”) para a TV aberta, após o cancelamento de “Episodes”. Trata-se de um sitcom tradicional com claque, centrada num homem que começa a passar mais tempo em casa. A diferença é que a prévia revela mais cenários que a sala da família que costuma ser o centro desse tipo de produção. Na trama desenvolvida pelo casal Jeff & Jackie Filgo (produtores de “That ’70s Show”), LeBlanc vira dono de casa e pai em tempo integral quando sua mulher (Liza Snyder, de “Yes, Dear”) resolve aceitar um emprego, apenas para descobrir como a vida doméstica é difícil. Veterana do trio, “Life in Pieces” foi renovada para sua 4ª temporada com 6,5 milhões de telespectadores e 1,1 ponto na demo. Criada pelo roteirista/produtor Justin Adler (série “Less Than Perfect”), gira em torno de uma família enorme, em que todos se atrapalham. O que evita os lugares mais comuns é o elenco, grandioso em mais de um sentido, já que inclui os veteranos Dianne Wiest (“O Tiro Que Não Saiu Pela Culatra”) e James Brolin (“Carros Usados, Vendedores Pirados!”), além de atores conhecidos como Colin Hanks (série “Fargo”), Betsy Brandt (série “Breaking Bad”), Thomas Sadoski (série “The Newsroom”) e Zoe Lister Jones (série “Friends with Better Lives”).
Criminal Minds é renovada para a 14ª temporada
A rede americana CBS anunciou a renovação da longeva série policial “Criminal Minds” para sua 14ª temporada. O suspense criado, após a série veterana não ser incluída no anúncio de renovação coletiva da programação do canal, chegou a preocupar os fãs. Os receios eram motivados pelos problemas de bastidores da atração, que na temporada retrasada demitiu o ator principal, Thomas Gibson, por mau comportamento. Sem Aaron Hotchner, o personagem de Gibson, a 13ª temporada que se encerrou em abril perdeu quase 2 milhões de telespectadores, atingindo uma média de 5,7 milhões ao vivo, com 0,99 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Por conta disso, rumores sugerem que a renovação aconteceu com o objetivo específico de encerrar a série, que acabaria numa temporada mais curta de apenas 13 episódios. Detalhes sobre a duração e outras peculiaridades da renovação serão revelados pela CBS na quarta-feira (16/5), durante a apresentação de sua programação completa para o outono norte-americano nos chamados Upfronts televisivos.
Séries animadas Uma Família da Pesada e Bob’s Burgers são renovadas
A Fox confirmou a renovação das longevas séries animadas “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e “Bob’s Burgers”. A comédia da família Griffin, criada por Seth MacFarlane, foi renovada para sua 17ª temporada, enquanto a mais recente “Bob’s Burgers”, de Loren Bouchard e Jim Dauterive, chegará a seu 9º ano de produção. Elas formam um bloco sólido de comédias animadas com “Os Simpsons”, exibido aos domingos na Fox, mantendo média de 2,5 milhões de telespectadores e registrando 1,1 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen.
For the People, nova série de Shonda Rhimes, é renovada para a 2ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “For the People”, a mais nova série da produtora Shonda Rhimes, responsável por “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How to Get Away With Murder”. Apesar disso, a série vem demonstrando um desempenho abaixo do esperado, com uma audiência baixíssima. O episódio mais recente, exibido na terça (8/5), registrou 2 milhões de telespectadores e 0,5 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. A série é o segundo drama jurídico da Shondaland, mas se diferencia de “How to Get Away With Murder” por mostrar não uma, mas duas equipes rivais de advogados iniciantes, que trabalham sob supervisão de veteranos na promotoria e na defensoria pública. Ou seja, como “Raising the Bar”, exibida há dez anos no canal pago TNT. Vale lembrar que a ABC quase rejeitou a série, que para ser aprovada precisou ter seu piloto refilmado com mudanças no elenco. A atriz principal, Britt Robertson (das séries “Under the Dome” e “Girlboss”), foi acrescentada em cima da hora, em substituição a Britne Oldford (série “Hunter”). Por isso, a ABC não pôde aproveitar imagens do piloto gravado para iniciar a divulgação, o que prejudicou o marketing da série. Mesmo assim, os primeiros materiais (vídeos, fotos, cartazes) traziam a atriz dispensada. A série foi criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”) e se passa nos tribunais de Nova York, mas também acompanha as vidas pessoais de seus jovens personagens. Os demais atores são Jasmin Savoy Brown (série “Leftovers”), Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”). A 1ª temporada, com apenas 10 episódios, encerra-se em 22 de maio.
Série Great News, de Tina Fey, é cancelada na 2ª temporada
A rede NBC anunciou o cancelamento da série de comédia “Great News” em sua 2ª temporada. A atração estreante nunca foi um grande sucesso, mas perdeu mais de 1 milhão de telespectadores, desabando de 3,5 milhões na 1ª temporada para 2,1 milhões no final do segundo ano. Aí, não adiantou o bom relacionamento com sua produtora, Tina Fey, que foi responsável por uma das comédias de maior reconhecimento crítico do canal nos últimos anos, “30 Rock” (ou, como querem os tradutores da TV aberta, “Um Maluco na TV”). Criada por Tracey Wigfield (roteirista de “30 Rock” e “The Mindy Project”), “Great News” tinha uma premissa capaz de cruzar “Mary Tyler Moore” (1970–1977) e “Um Senhor Estagiário” (2015). A trama gira em torno do ambiente de trabalho tumultuado de uma produtora de telejornal, vivida por Briga Heelan (série “Love”), que além de precisar lidar com o estresse diário do emprego e um âncora intratável (John Michael Higgins, de “A Escolha Perfeita”), vê-se em apuros ainda maiores quando seu chefe (Adam Campbell, da série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) decide contratar a mãe dela (interpretada pela veterana comediante Andrea Martin, de “Casamento Grego”) como sua nova estagiária.
Rede ABC renova cinco séries de comédia
A rede ABC anunciou a renovação de cinco séries de comédia sobre famílias modernas: “Black-ish”, “Fresh Off the Boat”, “Speechless”, “American Housewife” e “Splitting Up Together”. Elas se juntam a “Modern Family”, que chegará à sua 10ª e possivelmente última temporada no canal. O quarteto renovado tem famílias de várias configurações, inclusive de pais separados, caso de “Splitting Up Together”, a caçula da turma. Lançada em março deste ano, a série marca a volta de Jenna Fischer aos sitcoms, após marcar época como a recepcionista Pam, de “The Office”. Na trama, ela e o marido (Oliver Hudson, de “Rules of Engagement”) resolvem se separar, mas sem se separar de verdade, já que também decidem continuar a morar juntos, para acomodar suas finanças e a criação dos filhos. Após seis episódios, a atração desenvolvida por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”) foi aprovada com uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Já “Speechless” e “American Housewife” vão chegar aos seus terceiros anos, após desempenhos similares – respectivamente: 4,3 milhões e 1,1 ponto, e 4,5 milhões e 1,2 ponto. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais. Única série sobre família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , “Fresh off the Boat” vai chegar a sua 5ª temporada com a menor audiência da turma – 3,8 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park (que estará em “Homem Formiga e a Vespa”) e Constance Wu (que estará em “Podres de Ricos”), e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (do fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). “Black-ish” também chega na 5ª temporada, mas em meio a muitas tensões nos bastidores. Seu criador, Kenya Barris (autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”), estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming, após ter se desentendido publicamente com o canal. No mês passado, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordamos em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista, tendo recusado “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que implodiu após o ator desistir do projeto. Assistida por 4,2 milhões de telespectadores ao vivo, com 1,1 ponto na demo, “Black-ish” já foi mais popular, mas, em compensação, rende frutos para o ABC Studios, como o spin-off “Grown-ish”, exibido no canal pago Freeform – do mesmo conglomerado. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família Johnson.












