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  • Filme

    Diretor e atriz de A Bruxa devem se juntar no remake de Nosferatu

    16 de agosto de 2017 /

    O remake do clássico do cinema mudo “Nosferatu” (1922) vai promover o reencontro entre o diretor e a atriz de um dos melhores terrores recentes, “A Bruxa” (2015). A atriz Anya Taylor-Joy está cotada para a produção, que será dirigida por Robert Eggers. O projeto é um sonho antigo, literalmente de infância de Eggers. Em entrevista ao podcast do site Indiewire, o diretor contou que ficou obcecado pelo ator Max Schreck quando era criança, depois de ver uma foto do Conde Orlok num livro, a ponto de convencer sua mãe a dirigir até uma locadora em outra cidade para alugar um vídeo do filme. Algum tempo depois, quando tinha 17 anos, ele fez uma adaptação da história para o teatro. “Parece feio, blasfemo e egomaníaco que um diretor como eu faça ‘Nosferatu’ nesta altura da minha carreira. Eu até estava esperando um pouco, mas aí entrou o destino e mexeu com tudo”, ele explicou. O destino tem nome. Se chama Jeff Robinov, ex-presidente da Warner Bros, que foi decisivo para o sucesso de filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), “Se Beber, Não Case!” (2009), “A Origem” (2010), “Argo” (2012) e “Gravidade” (2013). O executivo conseguiu arrecadar um capital de US$ 1 bilhão para financiar sua nova empresa cinematográfica, Studio 8, e o remake de “Nosferatu” será um dos primeiros projetos. Além de dirigir, Eggers vai escrever a adaptação. Vale observar que produção será o quarto “Nosferatu” – ou quinto, se contar “Drácula em Veneza” (1988). O clássico foi refilmado pela primeira vez em 1979 pelo diretor alemão Werner Herzog, com o ator Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”) no papel do vampiro. Kinski ainda voltou a reviver o personagem no citado trash “Drácula em Veneza”, que teve seu diretor demitido no meio das filmagens. Há ainda uma animação francesa, do mestre dos quadrinhos Philippe Druillet, lançada em 2002. Além disso, o cineasta indie David Lee Fisher disponibilizará uma nova versão de “Nosferatu” em outubro direto em VOD, com Doug Jones (“Hellboy”) no papel principal. O filme é tão lendário que até a história por trás de sua filmagem também foi parar nos cinemas, na ficção “A Sombra do Vampiro” (2000), em que Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) viveu Max Schreck como um vampiro de verdade. Para completar o clima macabro, há dois anos o crânio do diretor do filme original, Friedrich Wilhelm Murnau, foi roubado de sua sepultura na Alemanha.

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  • Etc,  Filme

    Sofia Coppola subverte O Estranho que Nós Amamos com feminismo e beleza

    16 de agosto de 2017 /

    Embora “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola (“Bling Ring”), seja uma nova releitura do romance de Thomas Cullinan, é muito difícil dissociá-lo da primeira adaptação cinematográfica da obra, o filme homônimo de Don Siegel de 1971, até pelo impacto, como thriller, que o clássico mantém até hoje. Os dois longas travam uma espécie de diálogo, mudando a perspectiva da trama, de acordo com a época em que foram produzidos. A intenção da diretora parece ser provocar, ao deliberadamente alterar o ponto de vista da narrativa. Não vemos mais a história pelos olhos do soldado ianque ferido que é desejado por mulheres de todas as idades de um internato de garotas na Virginia, na época da Guerra Civil Americana. No filme de Siegel, Clint Eastwood conseguia tirar proveito dessa situação, como se estivesse numa loja de doces. Ao mesmo tempo, o que acontece a seguir com ele é um pesadelo terrível. O trailer da nova versão, que rendeu à diretora o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, nem fez questão de esconder a parte trágica do que acontece com o soldado, agora vivido por Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), quando ele adentra aquele território de mulheres, que se veem mudadas e excitadas com sua presença. Em entrevista, Sofia Coppola disse que fez seu filme para as mulheres e para seus amigos gays. Faz sentido, principalmente na cena em que Nicole Kidman, a dona do internato, banha o corpo nu e inconsciente do soldado e sente o calor do desejo. Três gerações de atrizes – Nicole Kidman (“Lion”), Kirsten Dunst (“Melancolia”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”) – se comportam de maneira diferente diante daquele homem. Mas todas elas se sentem bastante atraídas por ele. A mais velha parece ter uma reputação a zelar, mas tenta se aproveitar do fato de mandar naquele lugar; a do meio vê naquele homem uma passagem para a felicidade do amor romântico; já a mais jovem é impulsiva o suficiente para jogar o seu charme e avançar o sinal sem a menor culpa. Mas enquanto trata do desejo de diferentes mulheres por um homem, “O Estranho que Nós Amamos” é também um filme sobre a objetificação masculina e como a aparente fragilidade feminina na verdade esconde força – e até uma maldade. Trata-se de uma obra feminista, como já era o primeiro trabalho da diretora, “As Virgens Suicidas” (1999). Como todos os filmes da diretora, também é um trabalho repleto de beleza. Nas imagens captadas à luz de velas e claridade natural pelo cinematógrafo Philippe Le Sourd (“O Grande Mestre”), nos figurinos sóbrios das moças do internato (de Stacey Battat, em seu terceiro trabalho com a diretora), e em sua direção de arte absolutamente “feminina” (de Anne Ross, no quarto filme com Coppola), que sabe lidar muito bem com o vermelho vivo. O que é natural. Afinal, a mulher sangra todo mês.

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  • Série

    Rainha do Sul: Série americana de Alice Braga é renovada para a 3ª temporada

    10 de agosto de 2017 /

    A série “Rainha do Sul” (Queen of the South), estrelada por Alice Braga (“Elysium”), foi renovada para sua 3ª temporada pelo canal pago americano USA Network. Com uma média de 2 milhões de espectadores em todas as plataformas, a série está entre as de melhor desempenho entre a demografia cobiçada pelos anunciantes (adultos entre 18 e 49 anos). A atriz brasileira foi bastante elogiada pela crítica americana por seu desempenho na atração. Na trama, sua personagem Teresa Mendoza se transforma, de uma jovem mexicana perseguida pelo cartel e pela polícia após a morte do namorado por tráfico, numa espécie de Rainha das drogas. A atração é um remake da novela colombiana “La Reina Del Sur”, que foi desenvolvido pelos roteiristas M.A. Fortin e Joshua John Miller, ambos do filme divertido e premiado “Terror nos Bastidores” – Melhor Roteiro do Festival de Stiges – , lançado direto em DVD no Brasil. Por curiosidade, a novela “La Reina del Sur” ganhou o nome de “A Rainha do Tráfico” no Brasil e já foi exibida pelo canal +Globosat e pelo Netflix. Além disso, Teresa Mendoza é inspirada numa traficante real, Griselda Blanco, que será interpretada por Jennifer Lopez num vindouro telefilme da HBO. No Brasil, a série é exibida como “Rainha do Sul” no canal pago Space e com o título original “Queen of the South” na Netflix. O final da 2ª temporada vai ao ar em 31 de agosto nos Estados Unidos e o terceiro ano será exibido em 2018.

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  • Filme

    Projeto do universo de monstros da Universal implode e diretor de A Múmia não sabe o que fazer

    5 de agosto de 2017 /

    Depois de Akiva Goldsman nos “Transformers”, outro gênio dos blockbusters balançou. Alex Kurtzman, que responde pelo prejuízo causado por “A Múmia” na Universal, disse não saber o que vai fazer, nem se ainda continua à frente do Dark Universe, o projeto do universo compartilhado de monstros do estúdio, que “A Múmia” supostamente deveria inaugurar. Durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), do qual participou para falar da série “Star Trek: Discovery”, Kurtzman foi perguntado sobre sua participação nos demais filmes que a Universal estaria planejando. “Sabe, a verdade é que não sei. Ainda não decidi. É a resposta honesta”, ele disse. “A Múmia” foi um dos maiores fracassos do ano. Com uma produção orçada em US$ 125 milhões, chegou aos cinemas no começo de junho e arrecadou apenas US$ 79,8 milhões na bilheteria norte-americana. Os chineses impediram o pior, respondendo pela maior parte do faturamento. Graças ao mercado internacional, o filme atingiu US$ 397,7 milhões em bilheteria mundial. Entretanto, a arrecadação estrangeira é bastante taxada, o que diminui consideravelmente o que de fato retorna para o estúdio – em alguns casos, apenas 25% do total. Projeções avaliam o prejuízo da Universal em US$ 95 milhões. Kurtzman era o arquiteto do projeto, comandando roteiristas e cineastas para criar um universo compartilhado entre os filmes de monstros do catálogo da Universal, como a Marvel realiza em suas produções. Ele até encomendou logotipo para o plano vistoso, revelado em vídeo, com direito a contratação de astros de filmes que pode nem ser rodados – como Johnny Depp, o futuro (?) Homem-Invisível. Cheio de planos grandiosos, Kurtzman queria Angelina Jolie em “A Noiva de Frankenstein”, Scarlett Johansson em “A Criatura da Lagoa Negra”… “Amaria ter Michael Fassbender, trazer também Jennifer Lawrence, Charlize Theron, quem sabe Angelina Jolie”, ele declarou ao site Fandom, antes de enumerar os remakes em andamento. “Nós sabemos que vamos fazer ‘Frankenstein’, ‘A Noiva de Frankenstein’, ‘Drácula’, ‘O Monstro da Lagoa Negra’, ‘O Fantasma da Ópera’, ‘O Corcunda de Notre-Dame’ e ‘O Homem Invisível’”, completou, dois dias antes da estreia de “A Múmia”. Agora, ele não sabe mais nada. Não decidiu. Mas a Warner, sim, decidiu. Está pressionando a Universal, via ameaça de processo, a desistir do nome Dark Universe, que é marca registrada da DC Comics e deverá ser título de um filme planejado pelo estúdio. Antes de dirigir “A Múmia”, Kurtzman escreveu “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014), que encerrou a franquia, “Além da Escuridão: Star Trek” (2013), que balançou a franquia, e “Cowboys & Aliens” (2011), que deveria, mas não virou franquia. Por enquanto, há apenas mais um filme do universo de monstros programado pela Universal: “A Noiva de Frankenstein” tem lançamento previsto para fevereiro de 2019. A nova versão do clássico de 1935 será dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), sobre os últimos anos da vida de James Whale, o diretor original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. Entretanto, Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) é o único confirmado no elenco, como o monstro de Frankenstein. Ele foi anunciado antes da estreia de “A Múmia”…

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  • Filme

    Bruce Willis vira justiceiro no trailer do remake de Desejo de Matar

    3 de agosto de 2017 /

    A MGM divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos do remake de “Desejo de Matar” (1974). A prévia traz Bruce Willis (“Duro de Matar”) reprisando o papel mais famoso da carreira de Charles Bronson. Mas o que se vê na tela mais parece um série de justiceiro da Marvel (e da Netflix), em que o anti-herói esconde sua identidade secreta com um capuz, enquanto combate o crime armado. Apesar da direção ser de Eli Roth, responsável pelo terror “O Albergue” (2005), a falta de cenas sangrentas também chama atenção. A refilmagem de “Desejo de Matar” levou vários anos para sair do papel, e esteve perto de ser rodada pelos diretores Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”). Por sinal, o roteiro filmado é de Carnahan. A trama traz Bruce Willis como Paul Kersey, um homem que busca justiça pela morte de sua esposa e ferimentos da filha. Frustrado pelos responsáveis não serem punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Michael Winner, o “Desejo de Matar” original teve grande impacto na cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que se popularizaram a partir dos anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e, sim, nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (série “Demolidor”), Dean Norris (série “Breaking Bad”), Elisabeth Shue (série “CSI”), Jack Kesy (“Baywatch”), Mike Epps (“Se Beber, Não Case”), Beau Knapp (série “Shots Fired”), Kirby Bliss Blanton (“Canibais”) e Kimberly Elise (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, uma semana após a estreia nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Kiki – Os Segredos do Desejo diverte com fetiches sexuais

    29 de julho de 2017 /

    O desejo sexual assume formas e manifestações surpreendentes, inesperadas, bizarras. Em tempos de uma moral estreita e rígida, baseada na noção de normalidade, as variações sexuais eram chamadas de desvios sexuais e, claro, condenadas. A partir do momento em que se passou a estudá-las, para além dos julgamentos morais, elas ganharam um nome técnico: parafilias. Uma forma de desejar que está fora da expectativa ou da norma. Para vem do grego, significa “fora de” e filia se refere ao amor. Ainda implica um problema a ser resolvido, mas agora na esfera da saúde. É de diversidade que se trata, este um conceito mais aberto e contemporâneo. E quanta diversidade há neste mundo! Se você duvida, vá ver “Kiki – Os Segredos do Desejo”, uma boa comédia espanhola, que explora em seus personagens algumas formas de excitação pouco usuais, como o tesão por gente chorando, dormindo, ao sofrer a violência de um assalto, a atração por plantas ou por tocar em tecidos de seda, para chegar ao orgasmo. Também estão lá fetiches mais conhecidos, como o dos pés ou do ato de ser urinado, mas nomes como dacrifilia, sonofilia, hifefilia, harpaxofilia, convenhamos, não fazem parte do vocabulário cotidiano, nem dos especialistas da área da sexualidade. Ao potencializar o mais bizarro e exagerado ou, pelo menos, novidadeiro, o filme do diretor Paco León, remake espanhol do australiano “A Pequena Morte” (2014), consegue nos provocar mais e produzir risos. Quanto mais estranho, melhor, para comprovar a tese de que a diversidade é infinita e todas as formas existentes têm o direito de se expressar e de serem acolhidas na sociedade. Foi-se o tempo do pecado e da exclusão. Há que se celebrar essa diversidade toda e, como o filme acaba demonstrando, é possível conviver com isso numa boa e até se dar bem. Talvez não em todos os casos, há situações arriscadas, perigosas e ilegais. Mas sempre se pode dar um jeitinho de acomodar as coisas e simbolizar, em vez de concretizar. Fica até mais divertido. Há um detalhe a apontar. “Kiki” inclui personagens com deficiência de um modo muito positivo, nessa ciranda sexual, sem esforço para ser politicamente correto. Quando se veem todas as pessoas como seres humanos e como cidadãos plenos de direitos, tudo se torna mais adequado no tratamento das tramas. Para fazer humor, não é preciso atropelar direitos nem ofender pessoas ou categorias. Preconceito não tem graça. “Kiki” é inteligente, aberto e bem feito. Um vasto elenco de maioria bem jovem traz um frescor à narrativa, que torna o filme simpático e envolvente. O próprio diretor Paco León, que é também roteirista e ator do filme, tem apenas 42 anos e vem de uma família de artistas. Tem muito a nos oferecer pela frente.

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  • Série

    Nova versão de Ducktales ganha vídeo em 360 graus

    29 de julho de 2017 /

    O canal pago Disney XD divulgou um novo vídeo de “Ducktales”, que desta vez mostra o clima aventureiro dos episódios e os divertidos personagens em 360 graus. O vídeo não tem legendas, mas a voz reconhecível do Tio Patinhas é mesmo do ator David Tennant (ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”). Além dele, os três sobrinhos ganharam as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), e nesses tempos inclusivos há também uma sobrinha, Patricia, dublada por Kate Micucci (série “Raising Hope”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Tony Anselmo, que dubla o Pato Donald desde o “DuckTales” original, há 30 anos – sucedendo ao grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos, pelo canal pago Disney XD, que também deve exibir a atração no Brasil.

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  • Filme

    Ellen Page, Nina Dobrev e Diego Luna vão Além da Morte em trailer legendado de terror

    27 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou três pôsteres e um novo trailer legendado do remake/reboot/sequência de “Linha Mortal” (Flatliners), que acabou rebatizado como “Além da Morte” no Brasil. Mais curto que o primeiro trailer, o vídeo revela mudanças em relação ao original, a começar pelo papel de instigador, com Ellen Page assumindo a função que originalmente pertencia a Keifer Sutherland. A nova versão tem mais personagens femininas, totalizando três mulheres, enquanto o original contava apenas Julia Roberts em meio ao elenco masculino. Também há mais cenas típicas de filme de terror, que sugerem consequências e desfecho diferentes de 27 anos atrás. Mas a premissa foi mantida. Um grupo de médicos residentes decide investigar o que existe após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. Não demora e a experiência se transforma em competição para ver quem fica mais tempo morto, até a situação sair do controle e entrar em terreno perigoso. Brincar com a morte revela ter consequências, que os acompanham ao retornarem à vida. Além de Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o elenco inclui Diego Luna (“Rogue One”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”), Kiersey Clemons (série “Extant”) e, ainda escondido no material promocional, o próprio Keifer Sutherland em participação especial. O roteiro é de Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e a direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Channing Tatum pode viver o matador de monstros Van Helsing no cinema

    22 de julho de 2017 /

    O fracasso americano de “A Múmia” não bastou para interromper os planos da Universal de investir fortunas em reboots de seus filmes de monstros. Segundo o site Screen Rant, Channing Tatum está cotado para estrelar “Van Helsing”, que integrará o chamado Dark Universe do estúdio. Ao contrário do filme estrelado por Hugh Jackman em 2004, a trama será passada nos dias de hoje, assim como “A Múmia”. E a ideia é incluir o antagonista literário de Drácula em outros filmes como caçador de monstros. A Universal acredita que precisa de grandes astros porque apenas a presença de Tom Cruise impediu “A Múmia” de virar um fiasco histórico. Com a arrecadação de US$ 79 milhões nas bilheterias domésticas, a superprodução orçada em US$ 125 milhões foi resgatada do abismo por sua bilheteria internacional, especialmente pelo mercado chinês, onde Cruise permanece como “ídolo das matinês”. Outros filmes do Dark Universe em desenvolvimento incluem “A Noiva de Frankenstein”, que terá Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”) como o monstro, e “O Homem-Invisível”, com Johnny Depp no papel principal. A Universal ainda busca Angelina Jolie (“Malévola”) para o papel-título de “A Noiva de Frankenstein” e Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”) para estrelar “Lobisomem”. O roteiro de “Van Helsing” está sendo reescrito por Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”) e ainda não há previsão de estreia. No momento, o único filme agendado desse universo é “A Noiva de Frankenstein”, com direção de Bill Condon (“A Bela e a Fera”) e lançamento em 14 de fevereiro de 2019.

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  • Série

    Reboot da série animada DuckTales ganha nova prévia divertida

    22 de julho de 2017 /

    O canal pago Disney XD divulgou um novo vídeo de “DuckTales” na Comic-Con. A prévia revela uma cena completa do reboot da série animada, acompanhando o Tio Patinhas e seus sobrinhos numa viagem submarina rumo à cidade perdida de Atlantis. O destaque é para a divertida interação entre os personagens, que revela a diferença de personalidades dos sobrinhos. Mesmo assim, Patinhas demonstra ser incapaz de diferenciá-los. A voz reconhecível do Tio Patinhas é mesmo do ator David Tennant (ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”). Além dele, os três sobrinhos ganharam as vozes de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”), e nesses tempos inclusivos há também uma sobrinha, Patricia, dublada por Kate Micucci (série “Raising Hope”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Tony Anselmo, que dubla o Pato Donald desde o “DuckTales” original, há 30 anos – sucedendo ao grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos, no canal pago Disney XD, que também deve exibir a atração no Brasil.

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    Clássico sci-fi Vampiros de Almas vai ganhar seu quarto remake

    20 de julho de 2017 /

    Contrariando quem diz que três já é demais, a Warner Bros. pretende realizar o quarto remake de “Vampiros de Almas” (Invasion of the Body Snatchers), clássico terror sci-fi de Don Siegel, que eletrizou o mundo pela primeira vez em 1956. Desde o lançamento do original, a trama, baseada no livro de 1954 de Jack Finney, foi refilmada como “Invasores de Corpos” (de Philip Kaufman, 1978), “Os Invasores de Corpos – A Invasão Continua” (de Abel Ferrara, 1993) e “Invasores” (de Oliver Hirschbiegel, 2007). Para quem não viu nenhum dos quatro filmes já lançados, a história gira em torno de moradores de uma cidadezinha que começam a se portar de modo estranho, sem demonstrar emoções, causando a suspeita de que estariam sendo substituídos por réplicas de outro mundo. As cópias nasciam em vagens alienígenas de tamanho gigante, que após controlarem a primeira cidade começavam a ser enviadas pra outros lugares dos Estados Unidos numa invasão em grande escala. O original foi apontado como metáfora para a caça às bruxas promovida pelo senador Joseph McCarthy, que via comunistas em toda a parte e estimulava denúncias de infiltrados em Hollywood nos anos 1950. O primeiro remake também rendeu comparações históricas, desta vez com a lavagem cerebral das seitas religiosas, chegando às telas logo após o suicídio coletivo da Guiana. A nova versão está sendo escrita pelo roteirista David Leslie Johnson (“Invocação do Mal 2”) e terá produção de John Davis (da franquia “Predador”). Não há previsão para a estreia do quinto “Invasion of the Body Snatchers”.

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    George A. Romero (1940 – 2017)

    17 de julho de 2017 /

    O diretor George A. Romero, que criou o conceito dos zumbis modernos com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (16/7). Ele faleceu durante o sono, enquanto lutava contra um câncer de pulmão, aos 77 anos. Foi Romero quem concebeu a ideia de um apocalipse zumbi, no distante ano de 1968, com seu primeiro longa-metragem. Até então, zumbis eram personagens de filmes sobre vudu, relacionados à sacerdotes sobrenaturais do Haiti – como Bela Lugosi em “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). Romero tirou os elementos mágicos da história, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual mágico transformava as pessoas em seu clássico. E a origem dessa contaminação era vaga – um satélite vindo do espaço? O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. E os protagonistas aprendiam os fatos básicos sobre as criaturas junto do público, via noticiário televisivo: os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa num deles, assim como a morte, e eles só paravam com um tiro na cabeça. Além dos elementos de terror, a trama adentrava o inesperado terreno da crítica social, ao fazer de um negro e uma mulher branca seus principais protagonistas. A combinação era inusitada para a época, quando casais inter-raciais ainda eram vistos com reprovação no mundo real. A ideia tornava-se mais impactante pelo final, em que o personagem do ator Duane Jones era morto por um caipira. Para fazer sua estreia como diretor, Romero juntou todas as suas economias, conseguidas com trabalho em comerciais, rodando o filme com apenas US$ 114 mil. Para economizar, optou pelo preto-e-branco, uma estética de documentário e apenas catchup e carne de açougue como efeito especial. O porão da fazenda, em que parte da trama acontecia, era o porão de seu próprio escritório. Amigos eram convidados a viver mortos-vivos. Tudo o que podia ser barateado, foi. “A Noite dos Mortos-Vivos” virou um fenômeno. Mas o diretor não recuperou o investimento. Afinal, o filme foi registrado sob o título original, “The Night of the Flesh-Eaters” (a noite dos canibais). Quando os produtores optaram por um nome menos sensacionalista, os direitos autorais caíram no limbo, colocando o longa em domínio público. Romero nunca viu nenhum centavo dos lançamentos em vídeo. Arrasado, ele resolveu mostrar que era um diretor sério, filmando uma comédia romântica (“There’s Always Vanilla”, em 1971), que foi um fracasso. Também tentou misturar drama e sobrenatural numa história de dona de casa que se envolve com bruxaria (“Season of the Witch”, em 1972). Nenhum desses filmes despertou o mesmo interesse de sua estreia. Assim, decidiu retomar conceitos de seu clássico. Seu quarto filme voltou a lidar com infecção, claustrofobia, ataque de contaminados enraivecidos e a reação desumana do governo federal. “O Exército do Extermínio” (1973) mostrou um vírus que transformava a população de uma cidadezinha da Pensilvânia em assassinos alucinados. Desta vez, porém, não bastava enfrentar os infectados. O terror também vinha dos militares que cercavam o local, forçando uma quarentena para impedir a fuga dos sobreviventes. O longa virou cult e ganhou um remake em 2010 (“Epidemia”), mas na época não rendeu o suficiente para que Romero continuasse a se aventurar no cinema de forma independente. Ele foi, então, dirigir documentários esportivos para a TV. Fez até um filme sobre um jovem esportista em ascensão, chamado O.J. Simpson. Mas só conseguiu ficar cinco anos tempo longe de sua paixão. Ao voltar, fez outro cult, “Martin” (1978), história de um rapaz obcecado por sangue, um serial killer que acreditava ser um vampiro. Tornou-se o filme favorito do diretor, ainda que não tenha feito sucesso nas bilheterias. A esta altura, a influência de “A Noite dos Mortos-Vivos” já tinha chegado ao cinema europeu. Um grupo de investidores italianos procurou Romero, interessado em produzir um novo filme de zumbis, entre eles o cineasta Dario Argento (“Suspiria”). Romero ganhou seu primeiro grande orçamento e carta branca para escrever e dirigir como quisesse. E o resultado foi sua obra-prima visceral. Para “Despertar dos Mortos” (1978), o diretor quis mostrar como a epidemia zumbi afetava um grande centro urbano. Juntou uma produtora de telejornal, um piloto de helicóptero e dois policiais da tropa de choque em fuga de uma metrópole infestada, com zumbis irrompendo em estúdios televisivos, em cortiços superlotados e… num shopping center. Ao concentrar a ação no shopping gigante dos subúrbios de Pittsburgh, o filme estabeleceu um dos cenários mais famosos do terror, ao mesmo tempo em que superou seu próprio gênero, inserindo comentário social de humor negro na materialização de zumbis consumistas, que continuavam a demonstrar fervor materialista após a morte. Perguntado porque os zumbis estavam reunidos ali, um personagem responde: “Algum tipo de instinto. Memória do que costumavam fazer. Este era um lugar importante nas suas vidas”. Foi durante a produção que Romero descobriu que perdera direito ao título “Mortos-Vivos”. Um produtor lançaria uma nova franquia com este nome, referenciando “A Noite dos Mortos Vivos” e espalhando ainda mais o gênero – a partir de “A Volta dos Mortos-Vivos” (1985). O próprio “Despertar dos Mortos” originou outra saga, ao ganhar uma continuação de seus produtores italianos, chamada “Zumbi 2 – A Volta dos Mortos” (1979). Alheio à proliferação dos filmes de zumbis, Romero rodou “Cavaleiros de Aço” (1981), sobre gangues de motoqueiros que se portavam como se fossem cavaleiros medievais, estrelado por Tom Savini – que liderou a gangue de motoqueiros de “Despertar dos Mortos”. A ideia bizarra também virou cult. Para sacramentar sua fama como diretor de terror, ele ainda firmou uma parceria com o escritor Stephen King, que escreveu um de seus raros roteiros originais para o diretor: “Creepshow – Show de Horrores” (1982), uma homenagem aos antigos quadrinhos de terror da editora EC Comics (que publicava, entre outros, “Tales of the Crypt”). Ao perceber que os mortos-vivos tinham virado febre, ele retomou as criaturas em “Dia dos Mortos” (1985), passado num bunker militar. Mais claustrofóbico que nunca e igualmente influente, o filme tratou de mostrar que a ameaça humana podia ser tão ou mais perigosa que o ataque das criaturas, num mundo em que os sobreviventes se tornavam psicopatas. De quebra, o longa rendeu o primeiro trabalho da carreira de Greg Nicotero, futuro produtor da série “The Walking Dead”, como assistente de Tom Savini na criação das maquiagens dos zumbis. A reputação conquistada com a trilogia zumbi levou Romero a produzir uma série de TV, “Galeria do Terror” (Tales from the Darkside), que durou quatro temporadas, e também o aproximou dos grandes estúdios. O thriller “Instinto Fatal” (1988) foi uma produção da Orion, distribuída por Fox e Warner no exterior. Mas a história do macaco que aterrorizava seu dono paraplégico teve mais mídia que público. Ele voltou a colaborar com Dario Argento em “Dois Olhos Satânicos” (1990), que levou às telas dois contos distintos de Edgar Allan Poe – um dirigido por Romero, outro por Argento. E com Stephen King, na adaptação de “A Metade Negra” (1993), outra produção grandiosa para os padrões do diretor. Apesar da expectativa, os filmes não agradaram à crítica e nem renderam as bilheterias esperadas. Assim, Romero não encontrou as mesmas facilidades para realizar novos projetos. Só foi retomar a carreira sete anos depois com “A Máscara do Terror” (2000), uma história original sobre um homem deformado, que não teve impacto algum. Mas lá atrás, em 1990, ele se envolveu em algo que lhe daria dividendos. O próprio Romero produziu e roteirizou o primeiro remake de “A Noite dos Mortos-Vivos”, desta vez realizado à cores e com um final bem diferente. A produção foi um sucesso e inaugurou a tendência de refilmagens de sua obra. Em 2004, Zack Snyder fez o remake de “Despertar dos Mortos”, lançado no Brasil com o título de “Madrugada dos Mortos”. E a obra fez tanto sucesso que muita gente passou a perguntar porque Romero não fazia mais filmes de zumbis. A própria Universal Pictures, que distribuiu o filme de Snyder, procurou Romero interessada em saber sua disposição para retomar o gênero. O diretor se viu com o maior orçamento de sua carreira para filmar “Terra dos Mortos” (2005). Ele não esqueceu do amigo Dario Argento e convidou a filha do cineasta, Asia Argento, para estrelar a produção, ao lado de astros como o veterano Dennis Hopper, John Leguizamo e Simon Baker. Para completar, diversos figurantes famosos viveram zumbis na produção, como Simon Pegg e o diretor Edgar Wright, que recém tinham feito a comédia zumbi “Todo Mundo Quase Morto” (2004), sem esquecer de Savini e Nicotero. Desta vez, a trama se passava numa cidade-fortaleza, com milionários encastelados e proletários lutando para manter os privilégios da classe dominante. A mensagem não agradou muito o estúdio, que aproveitou a baixa bilheteria para limar o projeto de continuação, que Romero pretendia rodar com os sobreviventes da história. Seria sua primeira sequência a retomar personagens. A febre dos filmes de “found footage” (imagens encontradas) inspirou Romero a produzir mais um filme de zumbis, desta vez com baixíssimo orçamento, como no começo de sua carreira, na base da câmera na mão e um tiro na cabeça. Com “Diário dos Mortos” (2007), ele ainda revisitou os primeiros dias da epidemia. Mas por mais barato que tenha sido, o filme não se pagou. Não rendeu nem US$ 1 milhão na América do Norte. O cineasta rodou um último filme a partir de algo que sempre lhe questionaram: por que os sobreviventes não vão para uma ilha? “A Ilha dos Mortos” (2009) explicou porquê, com direito a uma cena trash fantástica, de luta entre zumbi e tubarão. Apesar de ter retomado os zumbis em seus últimos filmes, ele via com desgosto a popularização do gênero. Não gostava de zumbis velozes, como os mostrados no remake de “Madrugada dos Mortos”. Recusou até um convite para dirigir um episódio de “The Walking Dead”, porque dizia que a série era “uma novela com zumbis” e achava que sua participação poderia “legitimá-la”. Ele também escreveu para videogames e quadrinhos, e buscava tirar do papel seu sétimo filme de zumbis via crowdfunding. Romero chegou a finalizar o roteiro, intitulado “Road of the Dead” (estrada dos mortos), que previa corridas de carros malucas, em que zumbis competiam para a diversão de humanos ricos. A ideia era lançar o filme em 2018, quando “A Noite dos Mortos-Vivos” completaria 50 anos.

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    Veja uma cena completa do reboot da série animada Ducktales

    16 de julho de 2017 /

    O canal pago Disney XD divulgou um novo vídeo de “Ducktales”, que mostra uma cena completa do reboot da série animada, exibida durante a D23. A prévia mostra o Tio Patinhas, cuja voz reconhecível é mesmo do ator David Tennant (ex-protagonista da série “Doctor Who” e vilão superpoderoso de “Jessica Jones”), convivendo com os sobrinhos em sua mansão. Ele não se importa com a bagunça causada pelos pequenos Huguinho, Zezinho, Luisinho e Patrícia (novidade de tempos mais diversificados), mas a presença do Pato Donald em sua banheira dispara o famoso mau humor patológico. A confirmação da presença do Pato Donald nesta versão é a principal novidade da prévia, que reflete melhor os quadrinhos de Carl Barks, criador de Patópolis (ou seja, da maioria dos patos da Disney). Na série “Ducktales” original, dos anos 1980, Donald teve apenas aparições esporádicas – surgiu em 8 capítulos de um total de 98. Mas nas aventuras clássicas de Barks, a presença do pato sofredor sempre foi garantia das melhores piadas e situações de maior perigo. Em outras palavras, a nova versão promete ser mais fiel aos gibis. Vale lembrar que os quadrinhos de Carl Barks, publicados entre os anos 1940 e 1960, são considerados verdadeiras obras de arte e influenciaram a cultura pop de forma irreversível. Para quem não sabe, a sequência da pedra rolante de “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) foi inspirada numa história do Tio Patinhas criada por Barks. O responsável pela voz original de Donald é Tony Anselmo, que dubla o personagem desde o “DuckTales” original, há 30 anos, sucedendo o grande Clarence Nash (1904–1985), que foi a primeira voz do pato mais famoso da história da animação. O resto do elenco foi todo refeito. Além de David Tennant como Tio Patinhas, os três sobrinhos ganharam a voz de Danny Pudi (série “Community”), Ben Schwartz (série “House of Lies”) e Bobby Moynihan (humorístico “Saturday Night Live”). O elenco fixo inclui ainda Beck Bennett (também de “Saturday Night Live”) como Capitão Boing, Toks Olagundoye (série “Castle”) como Madame Patilda e Kate Micucci (série “Raising Hope”) como a pequena Patrícia. A atração ainda deve trazer outros personagens conhecidos do público, como a Margarida, o Professor Pardal, Mac Mônei, Maga Patalójika e os Irmãos Metralha, entre outros. O reboot de “DuckTales” estreia em 12 de agosto nos Estados Unidos, no canal pago Disney XD, que também deve exibir a atração no Brasil.

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