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    Estrela da série original, Shiri Appleby retorna a Roswell para dirigir o remake

    18 de março de 2019 /

    A atriz Shiri Appleby voltou ao universo de “Roswell”, série que a tornou conhecida em 1999. Vinte anos depois de viver a jovem Liz Parker, ela retornou aos sets da atração, que ganhou remake e novo título na rede CW, desta vez como diretora. Appleby comanda o episódio de “Roswell, New Mexico” que será exibido nesta terça (19/3) nos Estados Unidos. Intitulado “Songs About Texas”, o episódio faz parte de uma guinada recente na carreira da atriz, que após dirigir quatro capítulos de sua última série, “UnReal”, resolveu continuar atrás das câmeras em outros projetos. Sua lista de próximos capítulos inclui as séries “Pretty Little Liars: The Perfectionists”, “Dynasty” e “Light as Feather”. Mas a participação em “Roswell, New Mexico” será especial porque foi um pedido específico da showrunner Carina Adly MacKenzie. “Há algo particular que acontece na história deste episódio que fez com que ela quisesse que eu o dirigisse. E uma vez que li o roteiro entendi o porquê, e fiquei muito agradecida por me darem esse episódio”, contou Appleby, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Os fãs devem procurar por alguma conexão com a série clássica dos anos 1990.

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  • Série

    Ator de Gotham vai estrelar remake da série britânica Utopia

    17 de março de 2019 /

    O ator Cory Michael Smith, intérprete do Charada na série “Gotham”, vai continuar ligado ao universo dos quadrinhos em sua próxima série. Ele entrou no elenco de “Utopia”, remake da série britânica de mesmo nome, em desenvolvimento para a Amazon. A série gira em torno de um grupo de fãs de quadrinhos que descobrem uma conspiração nas páginas de uma continuação perdida de “Utopia”, sua graphic novel favorita. A história jamais tinha sido publicada porque seu autor e artista foi internado num hospício. Mas, ao descobrirem o manuscrito original, os fanboys também desvendam seu mistério: os quadrinhos denunciavam planos secretos para a esterilização em massa da humanidade. E a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do artista, que há anos foge da organização sinistra. A adaptação está sendo escrita pela romancista Gillian Flynn, autora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à série “Objetos Cortantes” (Sharp Objects, 2018). Cory Michael Smith viverá Thomas Christie, jovem ambicioso que trabalha no laboratório de biotecnologia de seu pai e acaba incumbido da tarefa de encontrar a única cópia dos quadrinhos. Alguns nomes de personagens foram alterados, mas a descrição do papel lembra o arco de Neil Maskell na série britânica. Ele era um assassino encarregado de eliminar todos em seu caminho para recuperar o manuscrito, e também o personagem com mais destaque nos pôsteres da atração original. Os outros atores confirmados na adaptação são Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“O Método Kominsky”) e Desmin Borges (“You’re the Worst”) como três dos fanboys, Sasha Lane (do vindouro “Hellboy”) como a filha do artista, Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”) como uma menina que vai se envolver na fuga dos fanboys e Rainn Wilson (“The Office”) como um virologista negligenciado, que volta a ficar em evidência diante de uma nova epidemia mundial de gripe. Ainda falta definir o mais jovem dos fanboys, que na série original se chamava Grant. Originalmente desenvolvida para a HBO com produção do cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), a série será agora produzida por Jessica Rhoades, responsável pela produção de “Objetos Cortantes”, em parceria com Gillian Flynn e os produtores britânicos da “Utopia” original.

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  • Filme

    Remake de Cemitério Maldito ganha vídeo de bastidores e nova data de estreia no Brasil

    14 de março de 2019 /

    A Paramount divulgou um vídeo legendado de bastidores do remake de “Cemitério Maldito”, que ganhou nova data de estreia no Brasil. O lançamento foi atrasado em um mês e agora só vai chegar aos cinemas em 9 de maio. Com isso, o Brasil fará dobradinha com a Itália na condição de últimos países do mundo a exibir o terror. Assim como no livro de Stephen King de 1983 e no filme de Mary Lambert de 1989, o novo “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão no campo. O local fica ao lado de uma rodovia, onde muitos acidentes acontecem, e próximo de um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar quem nele for enterrado. Entretanto, os que voltam à vida agem de modo estranho e violento. Mas diversos detalhes são apresentados de forma inesperada na nova produção, que não é uma refilmagem literal, pois inclui muitas mudanças em relação ao clássico dos anos 1980. As alterações vão desde a troca simples de um filho morto-vivo por uma filha morta-viva até a evolução do terror, que toma maiores proporções. O roteiro final é de David Kajganich e Jeff Buhler, criadores, respectivamente, das séries “The Terror” e “Nightflyers”, e a direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kölsch, responsáveis pelo terror indie “Starry Eyes” (2014) – com 75% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco inclui Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), John Lithgow (“The Crown”), Amy Seimetz (“Alien: Covenant”), Jeté Laurence (“Sneaky Pete”) e os gêmeos Hugo e Lucas Lavoie revendo-se no papel do filho caçula da família.

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  • Série

    Netflix cancela One Day at a Time após três temporadas

    14 de março de 2019 /

    A Netflix cancelou “One Day at a Time” após três temporadas. O anúncio foi feito num raro comunicado de cancelamento da empresa, assinado pelo diretor de conteúdo Ted Sarandos. “Foi uma grande honra trabalhar com o lendário Norman Lear em ‘One Day at Time’. Eu pessoalmente conversei com Norman e os co-criadores Gloria Calderon Kellett e Mike Royce para expressar minha gratidão a eles, todos os roteiristas e a equipe e elenco dedicados, incluindo a brilhante Justina Machado e a deslumbrante Rita Moreno, por criarem uma série com tanto humor, coração e humanidade”, disse Sarandos. “Essa foi uma decisão muito difícil, e estamos agradecidos a todos os fãs que apoiaram a série, nossos parceiros da Sony e todos os críticos que a abraçaram. Embora seja decepcionante que mais espectadores não tenham descoberto ‘One Day at a Time’, eu acredito que a série vai resistir ao teste do tempo”. A Sony Pictures Television, estúdio responsável pela sitcom, tem a intenção de procurar uma nova casa para a série. No entanto, a missão pode ser mais difícil do que parece, por que a Netflix ainda terá os direitos exclusivos das três primeiras temporadas. A série é um reboot latino da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984, com produção de Norman Lear, um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970 – também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original acompanhava uma mãe divorciada (Bonnie Franklin), após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Na versão da Netflix, a família se tornou latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Com isso, além de fazer graça com situações do cotidiano familiar, a série também discutiu raça e imigração. Mais que isso, como a filha assumiu uma namorada, também pautou homofobia, sem esquecer de alcoolismo, drogas, ansiedade e estresse pós-traumático, em seu – por incrível que pareça – bom humor. Elogiadíssima, “One Day at a Time” tem média de 94% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas o terceiro ano, disponibilizado em fevereiro em streaming, atingiu nota máxima: 100%.

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  • Série

    No Activity é renovada para a 3ª temporada

    4 de março de 2019 /

    A CBS All Access renovou “No Activity”, que continua a ser a única série de comédia da plataforma, para sua 3ª temporada. Remake da série australiana de mesmo nome, “No Activity” é produzida pelo comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), pelo diretor Adam McKay (“A Grande Aposta”) e pelas mentes por trás da websérie de esquetes “Funny or Die”. E com a renovação, ultrapassou a duração da série original, que teve apenas duas temporadas, exibidas entre 2015 e 2018. A premissa da série gira em torno de tocaias policiais em que nada parece acontecer, enquanto grandes crimes estão em desenvolvimento. O elenco é liderado por Tim Meadows (série “The Goldbergs”) e o australiano Patrick Brammall (que criou e estrelou a série original) nos papéis centrais, e inclui uma grande lista de atores convidados, entre eles o próprio Will Ferrell, Darren Gilshenan (também da “No Activity” australiana), Arturo Castro (“Narcos”), Mackenzie Davis (“Blade Runner 2043”), Bridget Everett (“Lady Dynamyte”), Jake Johnson (“New Girl”), Sunita Mani (“Glow”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Adrian Martinez (“The Blacklist: Redemption”), Jesse Plemons (“Fargo”), Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e JK Simmons (“Whiplash”). A 2ª temporada foi disponibilizada em novembro e não há previsão para a estreia dos próximos episódios

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  • Filme

    Universal planeja transformar o Homem Invisível na Mulher Invisível com atriz de The Handmaid’s Tale

    2 de março de 2019 /

    A Universal está considerando repetir “A Múmia” em novo resgate de um de seus mais famosos “monstros” clássicos. Segundo a revista Variety, depois do corte de orçamento e a saída de Johnny Depp do remake de “O Homem Invisível”, a criatura pode virar mulher e seu papel ser interpretado por ninguém menos que Elisabeth Moss, a protagonista da série “The Handmaid’s Tale”. As negociações entre Moss e o estúdio ainda estão no início, mas o filme já tem roteirista e diretor confirmados. As duas funções serão desempenhadas por Leigh Whannell, um dos criadores das franquias de terror “Jogos Mortais” e “Sobrenatural”, que estreou como diretor em “Sobrenatural: A Origem” e lançou recentemente a ficção científica “Upgrade”. Depp foi escalado para o papel ainda em 2016, quando o estúdio planejava criar um universo compartilhado de monstros com filmes de grandes orçamentos. Mas o pontapé inicial foi gol contra e, após “A Múmia” (2017) feminina, com Tom Cruise como herói, fracassar nas bilheterias, os planos foram reformulados. A ideia agora é produzir filmes baratos, sem grandes astros, e que façam dinheiro. O remake do clássico de 1933, baseado na obra do escritor H.G. Wells, será coproduzido pelo estúdio Blumhouse, especialista em terrores baratos bem-sucedidos. Na trama original, escrita por Wells em 1897, um cientista descobre uma fórmula para ficar invisível, mas isso o torna paranoico e acaba transformando-o num assassino procurado. O primeiro a interpretar o papel foi Claude Rains, que marcou época com seu visual “invisível”. Sob a direção do mestre James Whale (que também fez “Frankenstein”), ele se enrolava em trapos, feito uma múmia, e usava óculos escuros para poder interagir com outras pessoas, e assim não soar como uma voz no vazio.

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  • Filme

    Ator de Aquaman vai estrelar remake do terror O Mistério de Candyman

    26 de fevereiro de 2019 /

    O ator Yahya Abdul-Mateen, que viveu o vilão Arraia Negra em “Aquaman”, vai estrelar o remake do terror “O Mistério de Candyman”, que será produzido por Jordan Peele (“Corra!”). Abdul-Mateen, que também será um dos astros da série de “Watchmen” que chega este ano à HBO, vai encarnar o protagonista, numa mudança de sexo em relação ao filme original de 1992, estrelado por Virginia Madsen, vítima do monstro vivido por Tony Todd. Para quem não lembra, a lenda do Candyman girava em torno de um filho de escravo que se tornou próspero depois de desenvolver um sistema para fabricar sapatos em massa durante a Guerra Civil. Ele também se tornou conhecido como artista por seu talento como pintor de retratos. Depois de se apaixonar e ser pai de uma criança com uma mulher branca em 1890, Candyman foi atacado por uma turba de linchamento contratada pelo pai de sua amada. Eles cortaram sua mão para que não pudesse mais pintar e a substituíram por um gancho. Depois, foi untado com mel roubado de um apiário, atraindo abelhas famintas que o picaram até a morte. Seu cadáver foi queimado e suas cinzas foram espalhadas pela área de Chicago onde sua aparição é mais forte. Seu espírito vingativo aparece quando seu nome é dito cinco vezes no espelho, com consequências mortais. A descrição do personagem, que lembra uma mistura da lenda urbana de Bloody Mary (ou da Loira do Banheiro) com a tortura sofrida pelo Negrinho do Pastoreio é, na verdade, baseada no conto “The Forbidden”, assinado pelo mestre do terror Clive Barker (“Hellraiser”). O novo filme, que terá direção e roteiro de Nia DaCosta (“Little Woods”), vai retornar à vizinhança de Chicago onde a lenda se originou. Mas o local está completamente diferente após 26 anos. Se antes era cheio de residências populares, hoje é tomado por famílias de classe média alta, que se mudaram para o bairro. A estreia está marcada para janeiro de 2020.

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  • Série

    Nova versão da série Além da Imaginação ganha primeiro trailer

    23 de fevereiro de 2019 /

    O serviço de streaming CBS All Access divulgou o primeiro trailer da nova versão da série clássica “Além da Imaginação” (Twilight Zone). E com direito à versão atualizada de sua famosa trilha, que embala trechos nervosos dos vindouros episódios da antologia sci-fi. Entre os detalhe que chamam atenção, destacam-se elementos de um episódio de 1960, que deve ganhar remake – “Nick of Time”, estrelado por William Shatner antes do ator virar o Capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”. A prévia também dá uma mostra do elenco envolvido no revival, com aparições de John Cho (“Star Trek”), Taissa Farmiga (“American Horror Story”), Greg Kinnear (“Pequena Miss Sunshine”), Luke Kirby (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Sanaa Lathan (“Alien vs. Predador”), Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”), Adam Scott (“Big Little Lies”), Rhea Seehorn (“Better Call Saul”), Alison Tolman (“Fargo”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Jessica Williams (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Steven Yeun (“The Walking Dead”) e DeWanda Wise (“Ela Quer Tudo”), entre outros. Além, claro, de Jordan Peele (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Corra!”). A nova versão foi criada e será apresentada por Peele. O ator, roteirista, diretor e produtor aparecerá na introdução de cada capítulo para apresentar a história fantástica da semana, que os espectadores irão presenciar. Ele vai assumir a função exercida pelo criador da atração original, Rod Serling, que apareceu no começo de todos os episódios da série clássica, entre 1959 e 1964. Reverenciada como pioneira do formato das antologias sci-fi, sua estrutura de um história completa por episódio inspirou inúmeras outras séries, de “Quinta Dimensão” (The Outer Limits) nos anos 1960 a “Black Mirror” no século 21. A marca é tão forte que, além dos 156 episódios originais, a CBS já tinha feito dois revivals, ambos com sucesso – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). O programa também virou filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas simplesmente por Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Serling, que faleceu em 1975, apresentou apenas a versão original – e outra série clássica, “Galeria do Terror” (1969–1973), que também deve voltar em breve. E, por curiosidade, a versão de 2002 já era apresentada por um ator negro: Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A quarta versão de “Além da Imaginação” vai estrear em 1 de abril no serviço de streaming da CBS All Access, que não é comercializado no Brasil – mas suas séries tem aparecido por aqui em outras plataformas, como a Amazon (“Good Fight”) e Netflix (“Star Trek: Discovery”).

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    Camille Paglia chama o novo Nasce uma Estrela de “desgraça misógina”. Mas é pior

    20 de fevereiro de 2019 /

    Em ensaio escrito para a revista The Hollywood Reporter nesta quarta (20/2), a escritora, acadêmica e crítica de arte feminista Camille Paglia comparou as quatro versões já filmadas de “Nasce uma Estrela”, concluindo que a nova produção, estrelada por Lady Gaga, dirigida por Bradley Cooper e indicada ao Oscar 2019, é a pior de todas. A expressão usada pela autora de “Sexo, Arte e Cultura Americana” foi “uma desgraça misógina”. Após destacar o pioneirismo de Janet Gaynor ao escolher sua carreira em vez do papel de esposa no filme original de 1937, a androginia ousada de Judy Garland na versão de 1954 e o empoderamento de Barbra Streisand, estrela e produtora em 1976, a escritora ponderou que o novo longa transforma a personagem feminina, vivida por Lady Gaga, em coadjuvante, diminuindo sua importância como mero suporte para o ego de Bradley Cooper, verdadeiro protagonista e diretor do filme. “No filme de Cooper, a história épica de Hollywood foi sequestrada pela vaidade masculina, restringindo o magnífico papel clássico da estrela ascendente, que eclipsa dolorosamente seu marido autodestrutivo e alcoólatra. O que o roteiro deixou para Gaga interpretar não é material de protagonista. Sua performance nunca pertenceu à categoria de Melhor Atriz, porque Cooper a rebaixou a Atriz Coadjuvante desde o início”, escreveu Paglia. O ponto mais baixo, segundo a escritora, é a cena de humilhação do personagem masculino. Nos filmes anteriores, elas ocorreram em momentos de embriaguez que despertavam raiva na plateia contra o homem. No novo filme, a humilhação também se estende à mulher, quando ela tenta esconder o vexame diante de todos, reduzindo-a à mera esposa de astro decadente, no momento que deveria representar a consagração de sua carreira individual. “Esta cena feia, que reduz uma mulher de carreira triunfante a alguém que desajeitadamente tenta esconder um esguicho de urina de seu homem com a aba de seu vestido, é uma desgraça misógina”. Apesar de dura em sua análise, Camille Paglia não reparou no detalhe que representa a maior diferença – e a mais machista de todas – entre o filme de Cooper e os anteriores. Há uma reprovação implícita do sucesso individual da personagem de Gaga, que, supostamente, só faz músicas boas ao lado de seu homem. Quando decide gravar por conta própria, o resultado são bobagens de pop feminino descartável. Como se, sozinha, ela não pudesse fazer rock como qualquer homem – ou mulher, convenhamos – e precisasse se conformar em imitar Madonna nos anos 1980 – pop essencialmente feminino – , obedecendo feito “mulherzinha” a um produtor mandão. Talvez por não ponderar as idiossincrasias da música, Paglia não deu atenção a este subtexto. A personagem de Lady Gaga tem seu talento questionado mesmo quando ganha um Grammy na trama, enquanto as protagonistas anteriores foram todas celebradas pela qualidade artística de suas realizações. Como as estrelas em ascensão do título. Não como artistas sem identidade ou luz própria.

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    Diretor de O Espetacular Homem-Aranha vai filmar versão americana do anime Seu Nome

    20 de fevereiro de 2019 /

    O diretor Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “(500) Dias com Ela” (2009), vai dirigir a versão live-action do anime “Seu Nome” (Your Name, 2016), maior bilheteria animada da história do cinema japonês. O roteiro está a cargo de Eric Heisserer (“Bird Box”) e a produção é de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). O filme original conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. A versão americana vai transportar a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Quando um desastre ameaça alterar suas vidas, eles precisam viajar para se encontrar e salvar seus mundos. O produtor Genki Kawamura, responsável pela animação original, disse em comunicado que Marc Webb “foi nossa primeira escolha para dirigir essa interpretação remodelada do filme desde o momento em que exploramos a criação de uma versão americana”. “Como vimos em ‘(500) Dias com Ela’, Marc tem um tremendo talento para contar ótimas histórias de amor e, da mesma forma que os cinéfilos foram cativados pelo filme original, estamos certos de que Marc atrairá fãs do original e um público totalmente novo para a bonita jornada destes personagens. Com a produção de JJ Abrams, roteiro de Eric Heisserer e direção de Marc Webb, este projeto oficialmente tem a equipe com a qual sonhamos”. Ainda sem cronograma de filmagem ou previsão de estreia, a adaptação será produzida após todas as tentativas anteriores de emplacar versões de mangás e animes com atores americanos deram prejuízo, de “Dragon Ball Evolution” (2009) ao recém-lançado “Alita: Anjo de Combate”.

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    Intérpretes de Aquaman e Thanos vão se encontrar no remake de Duna

    15 de fevereiro de 2019 /

    A refilmagem de “Duna” deixou seu elenco superpoderosos com a escalação de Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Jason Momoa (o “Aquaman”). Eles se juntam a uma constelação de estrelas de Hollywood, que já inclui e Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Brolin vai viver Gurney Halleck, treinador e mentor de Paul Artreides (papel de Chalamet). O personagem foi interpretado por Patrick Stewart no filme de 1984. E Momoa será Duncan Idaho, um especialista em espadas que é o braço direito do Duque Leto Atreides (papel de Oscar Isaac), pai do jovem protagonista. Adaptação do clássico literário de Frank Herbert, a trama se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local sofra um atentado. Apenas seu filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Considerado um dos livros de ficção científica mais complexos de todos os tempos, a obra de 1965 já foi transformado em filme em 1984 pelo cineasta David Lynch e também originou uma minissérie do canal Syfy em 2000. A nova versão tem roteiro de Eric Roth (“Forrest Gump”) e Jon Spaiths (“Doutor Estranho”), e será dirigida por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). As filmagens devem começar nas próximas semanas, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Anne Hathaway e Rebel Wilson viram As Trapaceiras em trailer legendado de comédia

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Universal divulgou o pôster internacional e o primeiro trailer legendado da comédia “As Trapaceiras” (The Hustle), estrelada por Anne Hathaway (“Oito Mulheres e um Segredo”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”). O filme é uma versão feminina da comédia “Os Safados”, de 1988, que reunia Steve Martin e Michael Caine como dois trambiqueiros na Riviera Francesa. Enquanto o inglês Caine era sofisticado e seduzia milionárias de classe para seus golpes, o americano Martin era um vigarista folgado e sem sofisticação, que usava a lábia para se dar bem. No remake, Hathaway ensina Wilson a se tornar mais refinada, após um encontro casual. E vão competir para roubar a fortuna de um ingênuo milionário do Vale do Silício. Curiosamente, Anne Hathaway vem de outra versão feminina de sucesso de Hollywood: “Oito Mulheres e um Segredo”, a adaptação com mulheres de “Onze Homens e um Segredo” (2001), lançada em junho de 2018. “As Trapaceiras” tem direção do galês Chris Addison, que faz sua estreia como diretor de cinema após comandar episódios da série “Veep”, atuar em “Doctor Who” e criar a série britânica “Trying Again”. O roteiro é de Jac Schaeffer, que está escrevendo o futuro filme solo da “Viúva Negra”. A estreia está marcada para 10 de maio nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Glenn Close quer um remake de Atração Fatal do ponto de vista feminino

    11 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Glenn Close gostaria de ver um remake de “Atração Fatal”, um dos grandes sucessos de sua carreira, mas que mostrasse o ponto de vista feminino. O longa dirigido por Adrian Lyne em 1987 era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição. Close foi indicada ao Oscar por sua interpretação no filme. E ao voltar a concorrer neste ano por “A Esposa”, considerou que o tempo era ideal para uma refilmagem. Para ela, “Atração Fatal” “tocou em um ponto nevrálgico que existe entre os dois sexos”. A ideia do remake do ponto de vista feminino ajudaria a transformar Alex em uma personagem mais tridimensional. “Nós abordamos a Paramount sobre essa ideia”, admitiu a atriz, para o site Deadline. “Eles disseram que tinham algumas coisas em desenvolvimento com ‘Atração Fatal’. Eu acho que seria interessante contar a mesma história do ponto de vista dela. Acho que ela se transformaria em uma figura trágica, ao invés de uma vilã”. “É muito fácil transformar pessoas que tem distúrbios mentais em vilãs, sugerir que elas são más. Isso só aumenta o estigma. Eu acho que ‘Atração Fatal’ seria um filme muito perturbador do ponto de vista de Alex”, completou.

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