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    Especial de Natal de Doctor Who bate recorde de audiência na BBC America

    31 de dezembro de 2016 /

    O episódio especial de Natal de “Doctor Who” foi o programa mais visto no canal pago BBC America em 2016. Seus 1,7 milhões de espectadores representaram a maior audiência do canal durante todo o ano. Intitulado “The Return of Doctor Mysterio”, o especial em que Doctor Who (Peter Capaldi) encontra um super-herói americano (Justin Chatwin, das séries “Orphan Black” e “Shameless”), foi ao ar em 25 de dezembro e reprisado duas vezes. O recorde de audiência contabiliza as reprises. Quem também apareceu na aventura foi o simpático Nardole, personagem de Josh Lucas que tinha estreado no especial de Natal de 2015 e que agradou tanto que também pode ser visto no trailer dos próximos episódios da 10ª temporada.

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    Vídeo legendado de La La Land revela que Ryan Gosling aprendeu a tocar piano para o filme

    30 de dezembro de 2016 /

    A Paris Filmes divulgou três um vídeo legendado de bastidores de “La La Land – Cantando Estações”, que destaca o aspecto musical da produção. Os depoimentos abordam a participação do músico John Legend e como Ryan Gosling se dedicou a aprender a tocar piano para o papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Emma tone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.

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  • Filme

    Bilheterias dos EUA batem recorde de arrecadação em 2016

    28 de dezembro de 2016 /

    As bilheterias dos EUA ultrapassaram nesta quarta (28/12) a marca de US$ 11,13 bilhões de arrecadação anual, recorde de arrecadação em todos os tempos. As cifras superaram os US$ 11,12 bilhões de 2015, que era o recorde anterior, e, segundo a empresa de monitoramento ComScore, devem fechar o ano com um valor total entre US$ 11,3 e US$ 11,4 bilhões. Os valores foram impulsionados, principalmente, por filmes de super-heróis, animações e pela franquia “Star Wars”. O que significa que a Disney é a principal responsável pelo fenômeno. Das 10 maiores bilheterias de 2016 nos EUA, 6 são da Disney. O ranking definitivo das maiores arrecadações do ano serão publicados na próxima semana.

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  • Filme

    Bilheteria inflada de Minha Mãe É uma Peça 2 revela que distribuidoras contabilizam mais de mil salas invisíveis no país

    26 de dezembro de 2016 /

    Os números impossíveis das estreias dos cinemas do fim de semana no Brasil chegaram. E enquanto a Paris Filmes celebra o fato de Paulo Gustavo ter mais Força que Darth Vader no Brasil, os recordes festejados revelam que as distribuidoras contabilizam mais de 1,5 mil salas invisíveis no país – ou seja, 50% mais salas que o circuito efetivamente mapeado pela Ancine. Segundo relatórios divulgados pelo site Filme B (veja a tabela completa abaixo), “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” registrou a segunda melhor estreia nacional do ano com R$ 8,7 milhões, ficando atrás apenas de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. O longa foi visto por cerca de 715 mil pessoas nos últimos quatro dias e estreou em mais de mil salas, o que deveria equivaler a um terço do parque exibidor nacional e também o consagraria como o maior lançamento entre as comédias nacionais de todos os tempos. O detalhe é que a animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” também foi lançado em circuito similar. E, para isso, era de se imaginar que “Rogue One – Uma História Star Wars” precisasse sair de cartaz na maioria das salas em que se encontrava, uma semana após registrar uma das maiores estreias do ano no país. Mas não foi o que aconteceu. “Rogue One – Uma História Star Wars” apareceu em 2º lugar, com uma arrecadação de R$ 3,7 milhões, ainda em mais de mil salas, seguido por “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que fez R$ 2,6 milhões em 980 salas. Basta vislumbrar o desempenho destes três filmes para perceber que, se os números de seus circuitos estão corretos, não deveria haver mais nenhum outro filme em cartaz no país. Em cinema algum. Há um ano, a Ancine publicou um balanço do parque exibidor nacional, revelando que o Brasil encerrou 2015 com um pouco mais de 3 mil salas em funcionamento. O país não atingia esta marca desde 1977 e, no ano passado, cresceu em ritmo recorde com um acréscimo de 304 novas telas. Entretanto, a se acreditar nos números divulgados pelo mercado neste fim de semana, em 2016 o Brasil ganhou, por baixo, mais de 1,5 mil salas. Afinal, ainda segundo dados do Filme B, os filmes em cartaz do 4º ao 10º lugares também estão sim, por incrível que pareça, em salas de cinema. Na verdade, os dados fornecidos garantem que eles ocupam mais de 1,2 mil salas! E estes são os blockbusters. Há ainda o circuito alternativo… Não houve, porém, um milagre chinês na expansão do parque cinematográfico nacional. O mais recente relatório da Ancine, relativo ao terceiro trimestre de 2016, informa que o circuito realmente cresceu. De 3003 para… 3098 salas! A página que contém estes números pode ser conferida abaixo. O relatório ainda revela que, no último trimestre, o mercado de exibição brasileiro teve até crescimento 27% menor que no mesmo período em 2015. A íntegra do texto pode ser lida neste link. Vale observar que diversas salas alternam alguns filmes ao longo da semana e até do dia, tornando plausível que haja mais cópias exibidas do que salas disponíveis, especialmente no interior, onde a falta de telas exige maior flexibilidade. Mesmo assim, seria improvável considerar que essa prática de exceção fosse capaz de fazer o circuito inflar 50%. Ou seria capaz? O que é mais razoável? Questionar se a Ancine subestima o mercado, se as distribuidoras superestimam seus números, se o levantamento do Filme B é totalmente equivocado ou se metade dos cinemas do país exibem mais de dois filmes por semana? Um terço três filmes? Um quarto quatro filmes? Pois a resposta oficial oferecida para o mistério é que, sim, até mais da metade dos cinemas brasileiros exibem mais de um filme ao mesmo tempo. Saiba mais sobre esta explicação e suas consequências na continuação deste artigo – aqui.

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    Quantidade de séries bate recorde com 455 atrações exibidas nos EUA em 2016

    26 de dezembro de 2016 /

    Um levantamento de final de ano sobre as séries da TV americana, divulgado pelo canal pago FX, confirmou que o atual momento é de pico de produção – “peak TV”, como os críticos dos EUA estão chamando. A quantidade de séries no ar – seja na TV ou em plataformas de streaming – é recorde. Foram produzidas nada menos que 455 temporadas de atrações diferentes em 2016. O total representa um aumento de 8% em relação a 2015, que já tinha sido definido como um ato histórico para as séries. Para se ter noção de como o investimento em séries cresceu, no começo da década o total de atrações produzidas mal passava de 200. A diferença fica por conta da chegada das empresas de streaming no negócio. A Netflix e seus concorrentes Amazon, Hulu e outras estão multiplicando a oferta de séries como nunca se viu antes. Ao todo, há atualmente 91 atrações diferentes oferecidas apenas via conexão de internet. E já no começo de 2017 vai ter o lançamento de uma nova plataforma nos EUA, a CBS All Access, que vai estrear com o lançamento de duas séries muito esperadas: “The Good Fight”, spin-off de “The Good Wife”, e “Star Trek: Discovery”, retorno do universo trekker à produção seriada. Além disso, canais que não produziam séries também entraram recentemente no segmento, como o History, o WGN America e o Epix, que lançou este ano as suas duas primeiras atrações, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”, por sinal já renovadas. A expectativa é de novo recorde no final do próximo ano. Confira abaixo, o gráfico de crescimento da produção de séries americanas divulgada pelo FX.

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  • Filme

    Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e fatura maior dia de estreia do cinema brasileiro

    23 de dezembro de 2016 /

    A comédia “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” levou 290 mil pessoas ao cinema no primeiro dia de exibição, segundo levantamento da ComScore. Trata-se do maior dia de estreia de um filme nacional em todos os tempos, batendo “Tropa de Elite 2” (2010), de José Padilha. Com algumas salas ainda a contabilizar, o número ainda deve aumentar. A estimativa do site Filme B é que a bilheteria da quinta-feira (22) alcance cerca de 313 mil espectadores. A bilheteria é consequência direta da acessibilidade. “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” foi lançado com a maior distribuição já vista para uma comédia brasileira – e a segunda maior de todos os tempos para um filme nacional, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas. Isto é, um terço de todos os cinemas do país estão mostrando o ator Paulo Gustavo vestido de mulher. Com distribuição três vezes menor, lançado em 413 mil telas, o primeiro filme da dona Hermínia virou o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). O próprio Paulo Gustavo, intérprete da mãe do título, é um dos roteiristas, ao lado de Rafael Dragaud e Fil Braz, que escreveram o primeiro “O Filme”. Já a direção é de César Rodrigues, que comandou o ator em “Vai que Cola”, o “O Filme” de 2015.

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    Minha Mãe É uma Peça 2 e Sing disputam cinemas com distribuição em mais de mil salas – cada!

    22 de dezembro de 2016 /

    O parque exibidor nacional anuncia um milagre natalino para esta semana. De uma hora para outra, as telas vão se multiplicar e teremos lançamentos dignos de recordes. Mas para isso é preciso acreditar em Papai Noel. Acreditar que o circuito vai tirar de cartaz “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu segundo fim de semana, após registrar uma das maiores estreias do ano, levando 906 mil pessoas aos cinemas. Lançado em mais de 1,2 mil cinemas na quinta passada (15/12), a saga espacial abriria mão de centenas de salas a partir desta quinta, num caso extraordinário de adormecer da Força. De acordo com as distribuidoras, “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” terá a maior estreia já vista de uma comédia brasileira – e a segunda maior estreia nacional de todos os tempos, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas, cerca de 3 vezes a distribuição do primeiro filme da dona Hermínia, lançado em 413 mil telas para virar o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). Mais impressionante é que um segundo filme também vai chegar em mais de mil salas ao mesmo tempo. A animação “Sing – Quem Canta seus Males Espanta” transformará sua competição de bichos cantores numa disputa pela bilheteria, com um lançamento em 984 salas, das quais mais da metade (553) são 3D. Sabe quantas salas de cinema existem no Brasil? Segundo o levantamento mais recente da Ancine, são 3126. Com as estreias arrasa-quarteirão de “Minha Mãe É uma Peça 2” e “Sing” sobram mil. E tem mais estreias na semana. A principal atração do circuito limitado é “Capitão Fantástico”, uma comédia indie que tem sido cotada a prêmios na temporada de fim de ano nos EUA, especialmente para o ator Viggo Mortensen, que concorre ao Globo de Ouro e ao SAG Awards (o prêmio do Sindicato dos Atores). Na trama, ele vive um professor que decide criar os seis filhos à margem da sociedade. O filme também rendeu um prêmio de direção a Matt Ross no Festival de Cannes e abre em 42 salas. O italiano “Belos Sonhos”, mais recente filme de Marco Bellocchio, que abriu a Mostra Internacional de São Paulo deste ano, estreia em 26 salas. E Isabelle Huppert volta aos cinemas em 16 salas, após causar frisson com “Elle”, como uma professora que vive um tumultuado processo de divórcio no francês “O Que Está por Vir”. Assim como “Elle”, o longa também é bastante premiado. Além de troféus de interpretação para a atriz, a diretora Mia Hansen-Løve recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 2016. Outro filme francês, “A Última Lição”, não faz a menor diferença em nove salas. Em compensação, o terror sul-coreano “O Lamento” não merecia meras quatro salas no Rio e São Paulo. Novo filme de Na Hong-jin, responsável pelo excelente suspense de serial killer “O Caçador” (2008), “O Lamento” acompanha a investigação de um policial que se depara com chacinas e superstição. Recebeu nota de obra-prima no site Rotten Tomatoes: 98% de aprovação da crítica americana. Cabe tudo isso em cartaz, sem afetar o desempenho formidável de “Rogue One”? E os outros filmes do Top 5 atual, incluindo “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, “Sully”, “O Vendedor de Sonhos” e “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”? Não se pode esquecer que há pelo menos outras 30 produções cinematográficas em cartaz. Por conta disso, o resultado das bilheterias deste fim de semana será dos mais interessantes de se acompanhar, já que parece tão embrulhado quanto um presente de Natal. Só vai dar para se descobrir o tamanho da surpresa na próxima segunda-feira (26/12). Clique nos títulos destacados para assistir aos trailers de cada estreia.

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    Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual

    20 de dezembro de 2016 /

    O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.

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    Emma Stone e Ryan Gosling cantam e dançam em três cenas de La La Land

    18 de dezembro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou três cenas de “La La Land – Cantando Estações”, que destacam o casal formado por Emma Stone e Ryan Gosling em momentos de canto e dança. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.

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    Rogue One, prólogo da saga Star Wars, chega a mais de 1,2 mil cinemas no Brasil

    15 de dezembro de 2016 /

    “Rogue One: Uma História Star Wars” é disparada a maior estreia da semana. Mais que isso, com lançamento em mais de 1,2 mil telas, é também uma das dez maiores estreias de todos os tempos no país – o recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, distribuído em 1.504 salas há exatamente um ano – metade de todos os cinemas do Brasil. Bastante aguardado, o filme é um prólogo do clássico “Guerra nas Estrelas”, apresentando um grupo de rebeldes nunca visto antes na franquia, mas também o saudoso vilão Darth Vader. A trama gira em torno de uma missão para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, a arma de destruição do Império que é derrotada no filme de 1977. Apesar de muitos relatos de problemas nos bastidores, o ritmo é empolgante e faz o longa escalar a lista dos melhores títulos da saga. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, também estreia neste fim de semana nos EUA – lá, em mais de 4 mil telas, isto é, em mais cinemas que todo o parque exibidor nacional. Adiado para não chegar aos cinemas tão próximo da tragédia da Chapecoense, “Sully – O Herói do Rio Hudson” também supera expectativas. Em cartaz em 261 salas, a produção conta a história real do piloto de avião que impediu um acidente de graves proporções ao realizar um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, salvando a vida de todos os passageiros. Mas mesmo considerado um herói pela mídia, ele precisou lidar com o escrutínio e acusações, durante a investigação de seus atos. Lembra “O Voo” (2012), mas consegue superar comparações, muito por conta da dobradinha formada pelo ator Tom Hanks e o diretor Clint Eastwood, dois veteranos que não enferrujam, apenas se aprimoram. Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA (86% de aprovação), tem aparecido até em algumas listas importantes de Melhores Filmes do ano. Com ainda mais destaque na temporada de premiações, “Neruda” é a obra sul-americana mais celebrada do ano. Candidato do Chile ao Oscar, o novo filme de Pablo Larraín é uma delícia, que usa tom farsesco para contar fatos reais: a caçada policial ao poeta Pablo Neruda, “o comunista mais importante do mundo”, no final dos anos 1940. Sofisticado por um lado, no uso da metalinguagem, o longa também usa elementos de comédia maluca, evocando até a franquia “Pantera Cor-de-Rosa” na forma atrapalhada com que o inspetor vivido por Gael Garcia Bernal tenta prender aquele que é muito mais esperto que ele. Estreia em 34 telas. Sem muito espaço no circuito devido à guerra de blockbusters, a comédia brasileira “Magal e os Formigas” também tem seu jeito surreal de lidar com a realidade. O filme é praticamente uma homenagem ao cantor Sidney Magal, girando em torno de um fã mau-humorado que, em meio à crise financeira, resolve entrar num concurso para imitá-lo. No processo, acaba redescobrindo o bom humor. E tudo isso com uma ajuda do próprio Magal, que aparece apenas para ele, dando-lhe conselhos de vida. Há quem lembre de “Quero Ser John Malkovich” (1999), mas o tom abordado está mais para “A Procura de Eric” (2009), com direito à parábola moral de fábula encantada. Não que esteja neste nível ou seja tão engraçado quanto parece. As piadas fraquinhas renderam apenas 16 salas. O circuito limitado ainda recebe duas produções de perfil de festival. O romeno “Sieranevada” chegou a ser exibido em Cannes, e gira em torno do encontro de uma grande família num jantar para celebrar seu patriarca recém falecido. O diretor Cristi Puiu (“Aurora”) dá ao evento um tom de tragicomédia – em 13 salas. Bem mais ambicioso, o nepalês “Nas Estradas do Nepal” foi exibido em Veneza e usa a jornada de dois meninos, de castas e crenças diferentes, para retratar uma região belíssima, que ganha contornos horríficos por viver tantos anos mergulhada em guerra. Apesar do tema universal, o diretor estreante Min Bahadur Bham optou por uma filmagem de câmera parada, que não deixa o filme ser confundido com uma versão infantil de Hollywood sobre a barbárie. Por isso, a distribuição é confinada a apenas quatro salas do Rio e uma de Porto Alegre. Clique nos títulos de cada lançamento para ver seus trailers.

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    Crossover dos super-heróis da DC Comics será exibido nesta quinta no Brasil

    15 de dezembro de 2016 /

    O megacrossover das séries de super-heróis da DC Comics será exibido no Brasil nesta quinta (15/12), no canal pago Warner, como um especial de três horas de duração. Só ficou de fora o episódio de “Supergirl”, que foi ao ar na quarta como um prólogo. E, de fato, a trama da invasão alienígena começa mesmo em “The Flash”, avança no episódio 100 de “Arrow” e conclui em “Legends of Tomorrow” Enquanto a Warner programou uma maratona com a exibição das três séries consecutivas, nos EUA cada capítulo foi exibido num dia diferente, ao longo da mesma semana. E a iniciativa fez tanto sucesso que representou o recorde de audiência das respectivas séries em 2016. “Legends of Tomorrow” foi ainda além, estabelecendo sua maior audiência de todos os tempos. Ironicamente, “Legends of Tomorrow” teve menos público ao vivo que as demais, assistida por 3,3 milhões de telespectadores. “Supergirl” e “Arrow” tiveram 3,5 milhões e “The Flash” conquistou o melhor desempenho de todas, com 4,2 milhões de telespectadores. O resultado também foi a melhor semana da rede CW… em todos os tempos. A emissora americana até já teve público mais elevado em situações isoladas, mas nunca de forma tão consistente ao longo de uma semana inteira. Diante disto, a equipe de produtores liderada por Greg Berlanti pretende transformar o crossover quádruplo num evento anual. Detalhe: a crítica americana também aprovou a brincadeira, publicando resenhas bastante positivas. Intitulado “Invasion!”, mesmo nome de uma famosa minissérie de quadrinhos dos anos 1980, o crossover mostra como o Flash junta os diferentes super-heróis da TV para impedir uma invasão alienígena na Terra.

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    Cartaz nacional de La La Land já destaca suas 7 indicações ao Globo de Ouro

    12 de dezembro de 2016 /

    Poucos horas após o anúncio dos indicados ao Globo de Ouro 2017, o favorito “La La Land – Cantando Estações” ganhou seu pôster nacional, que já destaca as 7 categorias em que o musical concorre na premiação. Nenhum outro filme teve tantas indicações. Além disso, também foram disponibilizadas em alta resolução 22 fotos oficiais da produção. “La La Land” já faturou o Critics Choice Awards, em cerimônia realizada na noite de domingo (11/12), foi eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, venceu o Festival de Toronto e rendeu à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Ryan Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. O filme foi lançado comercialmente no último fim de semana nos EUA. Distribuído em apenas cinco salas, para cumprir as regras do cronograma da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, acabou surpreendendo com uma arrecadação de impressionantes US$ 855 mil em três dias. A média foi de US$ 171 mil por local de exibição, que virou o recorde de arrecadação por tela em 2016 nos EUA. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.

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    La La Land bate recorde de arrecadação por sala nos EUA

    11 de dezembro de 2016 /

    Favorito ao Oscar, o musical “La La Land” finalmente estreou nos cinemas americanos no fim de semana. E já causou, batendo recorde. Lançado em apenas cinco salas, para cumprir as regras do cronograma da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, o filme arrecadou impressionantes US$ 855 mil em três dias. A média é de US$ 171 mil por local de exibição, recorde de arrecadação por tela em 2016 nos EUA. Dirigido por Damian Chezelle, o filme gira em torno de uma atriz aspirante que se apaixona por um pianista de bar. Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. “La La Land” já foi eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York e venceu o Festival de Toronto. Além disso, Emma Stone recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel.

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