Minha Mãe É uma Peça 2 bate recorde e fatura maior dia de estreia do cinema brasileiro
A comédia “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” levou 290 mil pessoas ao cinema no primeiro dia de exibição, segundo levantamento da ComScore. Trata-se do maior dia de estreia de um filme nacional em todos os tempos, batendo “Tropa de Elite 2” (2010), de José Padilha. Com algumas salas ainda a contabilizar, o número ainda deve aumentar. A estimativa do site Filme B é que a bilheteria da quinta-feira (22) alcance cerca de 313 mil espectadores. A bilheteria é consequência direta da acessibilidade. “Minha Mãe É Uma Peça 2 – O Filme” foi lançado com a maior distribuição já vista para uma comédia brasileira – e a segunda maior de todos os tempos para um filme nacional, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas. Isto é, um terço de todos os cinemas do país estão mostrando o ator Paulo Gustavo vestido de mulher. Com distribuição três vezes menor, lançado em 413 mil telas, o primeiro filme da dona Hermínia virou o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). O próprio Paulo Gustavo, intérprete da mãe do título, é um dos roteiristas, ao lado de Rafael Dragaud e Fil Braz, que escreveram o primeiro “O Filme”. Já a direção é de César Rodrigues, que comandou o ator em “Vai que Cola”, o “O Filme” de 2015.
Minha Mãe É uma Peça 2 e Sing disputam cinemas com distribuição em mais de mil salas – cada!
O parque exibidor nacional anuncia um milagre natalino para esta semana. De uma hora para outra, as telas vão se multiplicar e teremos lançamentos dignos de recordes. Mas para isso é preciso acreditar em Papai Noel. Acreditar que o circuito vai tirar de cartaz “Rogue One: Uma História Star Wars” em seu segundo fim de semana, após registrar uma das maiores estreias do ano, levando 906 mil pessoas aos cinemas. Lançado em mais de 1,2 mil cinemas na quinta passada (15/12), a saga espacial abriria mão de centenas de salas a partir desta quinta, num caso extraordinário de adormecer da Força. De acordo com as distribuidoras, “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” terá a maior estreia já vista de uma comédia brasileira – e a segunda maior estreia nacional de todos os tempos, atrás apenas de “Os Dez Mandamentos”. O tamanho disso é 1.160 salas, cerca de 3 vezes a distribuição do primeiro filme da dona Hermínia, lançado em 413 mil telas para virar o longa nacional mais visto em 2013 (4,6 milhões de espectadores). Mais impressionante é que um segundo filme também vai chegar em mais de mil salas ao mesmo tempo. A animação “Sing – Quem Canta seus Males Espanta” transformará sua competição de bichos cantores numa disputa pela bilheteria, com um lançamento em 984 salas, das quais mais da metade (553) são 3D. Sabe quantas salas de cinema existem no Brasil? Segundo o levantamento mais recente da Ancine, são 3126. Com as estreias arrasa-quarteirão de “Minha Mãe É uma Peça 2” e “Sing” sobram mil. E tem mais estreias na semana. A principal atração do circuito limitado é “Capitão Fantástico”, uma comédia indie que tem sido cotada a prêmios na temporada de fim de ano nos EUA, especialmente para o ator Viggo Mortensen, que concorre ao Globo de Ouro e ao SAG Awards (o prêmio do Sindicato dos Atores). Na trama, ele vive um professor que decide criar os seis filhos à margem da sociedade. O filme também rendeu um prêmio de direção a Matt Ross no Festival de Cannes e abre em 42 salas. O italiano “Belos Sonhos”, mais recente filme de Marco Bellocchio, que abriu a Mostra Internacional de São Paulo deste ano, estreia em 26 salas. E Isabelle Huppert volta aos cinemas em 16 salas, após causar frisson com “Elle”, como uma professora que vive um tumultuado processo de divórcio no francês “O Que Está por Vir”. Assim como “Elle”, o longa também é bastante premiado. Além de troféus de interpretação para a atriz, a diretora Mia Hansen-Løve recebeu o Urso de Prata no Festival de Berlim de 2016. Outro filme francês, “A Última Lição”, não faz a menor diferença em nove salas. Em compensação, o terror sul-coreano “O Lamento” não merecia meras quatro salas no Rio e São Paulo. Novo filme de Na Hong-jin, responsável pelo excelente suspense de serial killer “O Caçador” (2008), “O Lamento” acompanha a investigação de um policial que se depara com chacinas e superstição. Recebeu nota de obra-prima no site Rotten Tomatoes: 98% de aprovação da crítica americana. Cabe tudo isso em cartaz, sem afetar o desempenho formidável de “Rogue One”? E os outros filmes do Top 5 atual, incluindo “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, “Sully”, “O Vendedor de Sonhos” e “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”? Não se pode esquecer que há pelo menos outras 30 produções cinematográficas em cartaz. Por conta disso, o resultado das bilheterias deste fim de semana será dos mais interessantes de se acompanhar, já que parece tão embrulhado quanto um presente de Natal. Só vai dar para se descobrir o tamanho da surpresa na próxima segunda-feira (26/12). Clique nos títulos destacados para assistir aos trailers de cada estreia.
Com Rogue One, Disney vira primeiro estúdio a faturar US$ 7 bilhões de bilheteria anual
O sucesso de “Rogue One: Uma História Star Wars” foi o empurrão que faltava para a Disney estabelecer um novo recorde histórico. Ao faturar US$ 290 milhões em sua estreia ao redor do mundo, o prólogo de “Guerra nas Estrelas” (1977) completou a diferença que faltava para o estúdio virar o primeiro a bater a marca de US$ 7 bilhões de arrecadação mundial em um ano, recorde absoluto para a indústria cinematográfica. O recorde anterior pertencia a Universal, que arrecadou US$ 6,89 bilhões no ano passado, graças especialmente aos blockbusters “Jurassic World”, “Minions” e “Velozes e Furiosos 7”. Em 2016, a Disney lançou cinco dos dez filmes de maior bilheteria no mundo, atingindo um faturamento que só se tornou possível graças à política de aquisições da companhia. Basta ver que os líderes de arredação são produções da Marvel, LucasFilm e Pixar, que o estúdio comprou nos últimos anos, reunidos à produções infantis que a empresa sempre soube fazer bem. Os destaques incluem “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 1,15 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,026 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,023 bilhão), “Mogli” (com 966 milhões) e “Doutor Estranho” (com 653 milhões). A cifra tende a aumentar, pois “Rogue One” está apenas em sua primeira semana de exibição, e ainda estreia em vários países nas próximas semanas. Já “Moana”, que é outro sucesso em curva ascendente, só deve chegar em mercados importantes em 2017. Seu faturamento vai ficar para a conta do ano que vem. Vale lembrar que, antes mesmo de “Rogue One”, a Disney já tinha batido no começo de dezembro o recorde de arrecadação anual doméstica de um estúdio nos EUA. O estúdio criado por Walt Disney também bateu duas outras marcas histórias em 2016, virando o que mais rapidamente atingiu o faturamento de US$ 2 bilhões nos EUA e US$ 5 bilhões em nível internacional.
Emma Stone e Ryan Gosling cantam e dançam em três cenas de La La Land
A Lionsgate divulgou três cenas de “La La Land – Cantando Estações”, que destacam o casal formado por Emma Stone e Ryan Gosling em momentos de canto e dança. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. Vencedor do Critics Choice Awards e do Festival de Toronto, eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, além de ter rendido à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, “La La Land” ainda concorre a sete prêmios no Globo de Ouro. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.
Rogue One, prólogo da saga Star Wars, chega a mais de 1,2 mil cinemas no Brasil
“Rogue One: Uma História Star Wars” é disparada a maior estreia da semana. Mais que isso, com lançamento em mais de 1,2 mil telas, é também uma das dez maiores estreias de todos os tempos no país – o recorde pertence a “Star Wars: O Despertar da Força”, distribuído em 1.504 salas há exatamente um ano – metade de todos os cinemas do Brasil. Bastante aguardado, o filme é um prólogo do clássico “Guerra nas Estrelas”, apresentando um grupo de rebeldes nunca visto antes na franquia, mas também o saudoso vilão Darth Vader. A trama gira em torno de uma missão para roubar os planos de construção da Estrela da Morte, a arma de destruição do Império que é derrotada no filme de 1977. Apesar de muitos relatos de problemas nos bastidores, o ritmo é empolgante e faz o longa escalar a lista dos melhores títulos da saga. Com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, também estreia neste fim de semana nos EUA – lá, em mais de 4 mil telas, isto é, em mais cinemas que todo o parque exibidor nacional. Adiado para não chegar aos cinemas tão próximo da tragédia da Chapecoense, “Sully – O Herói do Rio Hudson” também supera expectativas. Em cartaz em 261 salas, a produção conta a história real do piloto de avião que impediu um acidente de graves proporções ao realizar um pouso de emergência no Rio Hudson, em Nova York, salvando a vida de todos os passageiros. Mas mesmo considerado um herói pela mídia, ele precisou lidar com o escrutínio e acusações, durante a investigação de seus atos. Lembra “O Voo” (2012), mas consegue superar comparações, muito por conta da dobradinha formada pelo ator Tom Hanks e o diretor Clint Eastwood, dois veteranos que não enferrujam, apenas se aprimoram. Sucesso de bilheteria e crítica nos EUA (86% de aprovação), tem aparecido até em algumas listas importantes de Melhores Filmes do ano. Com ainda mais destaque na temporada de premiações, “Neruda” é a obra sul-americana mais celebrada do ano. Candidato do Chile ao Oscar, o novo filme de Pablo Larraín é uma delícia, que usa tom farsesco para contar fatos reais: a caçada policial ao poeta Pablo Neruda, “o comunista mais importante do mundo”, no final dos anos 1940. Sofisticado por um lado, no uso da metalinguagem, o longa também usa elementos de comédia maluca, evocando até a franquia “Pantera Cor-de-Rosa” na forma atrapalhada com que o inspetor vivido por Gael Garcia Bernal tenta prender aquele que é muito mais esperto que ele. Estreia em 34 telas. Sem muito espaço no circuito devido à guerra de blockbusters, a comédia brasileira “Magal e os Formigas” também tem seu jeito surreal de lidar com a realidade. O filme é praticamente uma homenagem ao cantor Sidney Magal, girando em torno de um fã mau-humorado que, em meio à crise financeira, resolve entrar num concurso para imitá-lo. No processo, acaba redescobrindo o bom humor. E tudo isso com uma ajuda do próprio Magal, que aparece apenas para ele, dando-lhe conselhos de vida. Há quem lembre de “Quero Ser John Malkovich” (1999), mas o tom abordado está mais para “A Procura de Eric” (2009), com direito à parábola moral de fábula encantada. Não que esteja neste nível ou seja tão engraçado quanto parece. As piadas fraquinhas renderam apenas 16 salas. O circuito limitado ainda recebe duas produções de perfil de festival. O romeno “Sieranevada” chegou a ser exibido em Cannes, e gira em torno do encontro de uma grande família num jantar para celebrar seu patriarca recém falecido. O diretor Cristi Puiu (“Aurora”) dá ao evento um tom de tragicomédia – em 13 salas. Bem mais ambicioso, o nepalês “Nas Estradas do Nepal” foi exibido em Veneza e usa a jornada de dois meninos, de castas e crenças diferentes, para retratar uma região belíssima, que ganha contornos horríficos por viver tantos anos mergulhada em guerra. Apesar do tema universal, o diretor estreante Min Bahadur Bham optou por uma filmagem de câmera parada, que não deixa o filme ser confundido com uma versão infantil de Hollywood sobre a barbárie. Por isso, a distribuição é confinada a apenas quatro salas do Rio e uma de Porto Alegre. Clique nos títulos de cada lançamento para ver seus trailers.
Crossover dos super-heróis da DC Comics será exibido nesta quinta no Brasil
O megacrossover das séries de super-heróis da DC Comics será exibido no Brasil nesta quinta (15/12), no canal pago Warner, como um especial de três horas de duração. Só ficou de fora o episódio de “Supergirl”, que foi ao ar na quarta como um prólogo. E, de fato, a trama da invasão alienígena começa mesmo em “The Flash”, avança no episódio 100 de “Arrow” e conclui em “Legends of Tomorrow” Enquanto a Warner programou uma maratona com a exibição das três séries consecutivas, nos EUA cada capítulo foi exibido num dia diferente, ao longo da mesma semana. E a iniciativa fez tanto sucesso que representou o recorde de audiência das respectivas séries em 2016. “Legends of Tomorrow” foi ainda além, estabelecendo sua maior audiência de todos os tempos. Ironicamente, “Legends of Tomorrow” teve menos público ao vivo que as demais, assistida por 3,3 milhões de telespectadores. “Supergirl” e “Arrow” tiveram 3,5 milhões e “The Flash” conquistou o melhor desempenho de todas, com 4,2 milhões de telespectadores. O resultado também foi a melhor semana da rede CW… em todos os tempos. A emissora americana até já teve público mais elevado em situações isoladas, mas nunca de forma tão consistente ao longo de uma semana inteira. Diante disto, a equipe de produtores liderada por Greg Berlanti pretende transformar o crossover quádruplo num evento anual. Detalhe: a crítica americana também aprovou a brincadeira, publicando resenhas bastante positivas. Intitulado “Invasion!”, mesmo nome de uma famosa minissérie de quadrinhos dos anos 1980, o crossover mostra como o Flash junta os diferentes super-heróis da TV para impedir uma invasão alienígena na Terra.
Cartaz nacional de La La Land já destaca suas 7 indicações ao Globo de Ouro
Poucos horas após o anúncio dos indicados ao Globo de Ouro 2017, o favorito “La La Land – Cantando Estações” ganhou seu pôster nacional, que já destaca as 7 categorias em que o musical concorre na premiação. Nenhum outro filme teve tantas indicações. Além disso, também foram disponibilizadas em alta resolução 22 fotos oficiais da produção. “La La Land” já faturou o Critics Choice Awards, em cerimônia realizada na noite de domingo (11/12), foi eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York, venceu o Festival de Toronto e rendeu à Emma Stone o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel. Dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), o filme gira em torno de uma atriz aspirante (Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Ryan Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. O filme foi lançado comercialmente no último fim de semana nos EUA. Distribuído em apenas cinco salas, para cumprir as regras do cronograma da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, acabou surpreendendo com uma arrecadação de impressionantes US$ 855 mil em três dias. A média foi de US$ 171 mil por local de exibição, que virou o recorde de arrecadação por tela em 2016 nos EUA. No Brasil, a estreia está marcada para 19 de janeiro.
La La Land bate recorde de arrecadação por sala nos EUA
Favorito ao Oscar, o musical “La La Land” finalmente estreou nos cinemas americanos no fim de semana. E já causou, batendo recorde. Lançado em apenas cinco salas, para cumprir as regras do cronograma da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, o filme arrecadou impressionantes US$ 855 mil em três dias. A média é de US$ 171 mil por local de exibição, recorde de arrecadação por tela em 2016 nos EUA. Dirigido por Damian Chezelle, o filme gira em torno de uma atriz aspirante que se apaixona por um pianista de bar. Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. “La La Land” já foi eleito o Melhor Filme do ano pelos críticos de Nova York e venceu o Festival de Toronto. Além disso, Emma Stone recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel.
Westworld vira a série estreante mais assistida da história da HBO
A série “Westworld” encerrou sua 1ª temporada no último domingo (4/12) atingindo sua maior audiência, assistido ao vivo por 2,2 milhões de telespectadores nos EUA. Os números não parecem tão elevados, mas canais premium como o HBO, que custam mais caros, tem menos público que os canais do pacote básico. De todo modo, o número sobe para 3,6 milhões quando contadas as reprises e gravações digitais. Isto representa um aumento de 7% na audiência em relação à semana anterior, quando a atração tinha registrado seu maior público até então, e revela o interesse do público na trama, que estreou diante de 3,3 milhões de telespectadores, em todas as plataformas, no dia 3 de outubro. Entretanto, o site Deadline apurou que, quando somadas as audiências de streaming dos aplicativos HBO Go e HBO Now, a série tem atingido uma média semanal de 12 milhões de espectadores. Os dados oficiais do streaming da season finale só serão computados na semana que vem, mas, seja qual for o número da sintonia final, “Westworld” já pode comemorar o fato de ter realizado a temporada de estreia mais assistida da história da HBO. Claro que sucessos clássicos do canal, como “Os Sopranos” e até o ainda exibido “Game of Thrones”, não contabilizavam estes serviços quando estrearam, mas não deixa de ser um feito, já que nenhuma outra série recente, na era do streaming, chegou perto de seus números. O recorde ajuda a cacifar a atração para retornar mais forte em sua 2ª temporada, já confirmada.
Diretor declara que trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 é o mais visto da história da Marvel
O diretor James Gunn afirmou em seu Facebook que o novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” se tornou o vídeo mais assistido da Marvel no dia de seu lançamento, com mais de 81 milhões de visualizações em menos de 24h. O trailer, que destaca um fofo Baby Groot, também é o segundo mais visto de todos os tempos, atrás apenas de “A Bela e a Fera”. Na verdade, assim como o recorde autodeclarado de “A Bela e a Fera”, é difícil conferir os dados de forma independente, uma vez que a Disney calcula todas as redes sociais, inclusive dos atores, e todos os YouTubes mundiais para chegar em seus números. Em sua mensagem, Gunn ainda evocou a première do trailer na Comic-Con Experience (CCXP) e apontou que “Fox on the Run”, o clássico da banda Sweet usada na trilha do vídeo, disparou para o 1º lugar na parada de rock do iTunes. Logicamente, pode-se esperar um “Awesome Mix Tape Vol. 2”. Na trama da sequência, os heróis galácticos têm que lutar para manter sua recém-formada família unida enquanto desvendam o mistério em volta do pai de Peter Quill. O elenco traz de volta Chris Pratt como Peter Quill/Senhor das Estrelas, Zoe Saldana como Gamora, Dave Bautista como Drax, Vin Diesel como a voz de Groot e Bradley Cooper como o dublador de Rocket Raccoon, além de Karen Gillan como uma reformada Nebula, Michael Rooker como Youndu e Glenn Close como Nova Prime. As novidades incluem Pom Klementieff (“Oldboy”), vista no trailer como Mantis, Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Kurt Russell (“Os Oito Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed”). O filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Veja abaixo mensagem do diretor:
Disney bate recorde histórico de faturamento nos EUA
Os recentes sucessos de “Doutor Estranho” e “Moana” ajudaram a Disney a bater o recorde anual de faturamento doméstico de Hollywood. A empresa já faturou US$ 2,49 bilhões nos EUA em 2016, o maior valor anual já obtido por uma empresa cinematográfica no país em todos os tempos, deixando para trás os US$ 2,45 bilhões conquistados pela Universal no ano passado. A Disney também atingiu US$ 4 bilhões no mercado internacional, sendo apenas o segundo estúdio a conseguir chegar nesta marca, cruzada pela primeira vez pela Universal em 2015. Com isso, a empresa está prestes a bater também o recorde mundial de faturamento. Atualmente com US$ 6,5 bilhões, o estúdio se aproxima dos US$ 6,8 bilhões obtidos pela Universal no ano passado. E ainda nem lançou “Rogue One: Uma História Star Wars”… Os valores são impressionantes, ainda mais considerando que, anteriormente, o maior desempenho mundial do estúdio tinha sido de US$ 5 bilhões, obtidos no ano passado graças ao lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”. Além dos filmes citados, os outros blockbusters da Disney em 2016 foram “Procurando Dory”, “Capitão América: Guerra Civil”, “Zootopia” e “Mogli”. O sucesso reflete a política de aquisições da Disney, que somou a seu tradicional portfólio de filmes infantis as marcas da Pixar, Marvel e LucasFilm, que a transformaram numa fábrica de franquias. A política de aquisições da empresa provou-se um verdadeiro golpe de mestre, transformando a dona da velha Disneylândia num exemplo para a indústria cinematográfica do século 21. Não por acaso, muitas de suas estratégias estão sendo imitadas pelos concorrentes – lançar super-heróis, explorar sagas, criar universos compartilhados, produzir animações de bichos falantes, etc – ainda que sem o mesmo resultado. Para se ter noção da importância dos filmes da Disney para o universo geek, a empresa tem a sua própria “Comic-Con”, chamada D23 Expo.
Legends of Tomorrow tem audiência recorde com final de crossover
O megacrossover das séries de super-heróis da rede CW bateu mais um recorde com seu episódio final. A exibição de “Legends of Tomorrow” na noite de quinta (1/12) foi assistida por 3,3 milhões de telespectadores. Foi o menor público das quatro noites dedicadas à história contínua de “Invasion!”, mas o maior já registrado pela série da equipe de heróis coadjuvantes. A audiência superou até mesmo a estreia da atração, assistida por 3,2 milhões em janeiro. Todas as séries experimentaram picos de audiência, marcando suas melhores marcas em 2016: “Arrow” foi assistida por 3,5 milhões de telespectadores na noite de quarta (30/11), mesmo público que sintonizou o capítulo de “Supergirl” na segunda (28/11), que iniciou o crossover. No meio das duas atrações, “The Flash” teve o melhor desempenho de todos, com 4,2 milhões de telespectadores. O resultado também foi a melhor semana da rede CW… em todos os tempos. A emissora até já teve público mais elevado em situações isoladas, mas nunca de forma tão consistente ao longo de uma semana inteira. Diante disto, imagina-se que Mark Pedowitz, presidente da rede, queira transformar o crossover quádruplo numa prática anual. Senão, semestral. Detalhe: a crítica americana também aprovou a brincadeira, publicando resenhas bastante positivas. Intitulado “Invasion!”, mesmo nome de uma famosa minissérie de quadrinhos dos anos 1980, o crossover será exibido no Brasil em duas partes: o episódio de “Supergirl” em 14 de dezembro e os três restantes no dia seguinte, 15 de dezembro, como um especial de 3 horas de duração no canal pago Warner.
Mesmo longe das redes sociais, Selena Gomez foi a celebridade mais popular do Instagram em 2016
A cantora e atriz Selena Gomez foi a celebridade com mais seguidores e com algumas das fotos mais populares do Instagram em 2016 – entre elas, uma propaganda paga da Coca-Cola, que seus fãs não identificaram como product placement e ajudaram a divulgar. Mesmo tendo se afastado das redes sociais entre agosto e o final de novembro, quando deu um tempo na carreira para tratar da saúde, ela continuou conquistando fãs e gerando curtidas. A própria rede de compartilhamento de fotos reconheceu o feito, ao divulgar seus destaques do ano nesta quinta-feira (1/12). Selena tem hoje mais de 103 milhões de seguidores, número superior ao de qualquer usuário, excetuando a própria conta do Instagram, que seleciona os posts mais intrigantes ao redor do mundo. A cantora de 24 anos superou com folga sua melhor amiga Taylor Swift, que foi a estrela do Instagram em 2015 e hoje tem cerca de 94 milhões de seguidores. Logo atrás vem mais duas cantoras, Ariana Grande e Beyoncé, e a celebridade de reality show Kim Kardashian fecha o Top 5. O 6º lugar também merece registro, por incluir o primeiro homem da lista, o jogador português de futebol Cristiano Ronaldo. Apesar da popularidade, Selena Gomez não foi só alegria no Instagram. Ela também protagonizou uma discussão com seu ex-namorado Justin Bieber, que encerrou a sua conta após a troca de farpas. O cantor canadense recentemente disse no palco, durante um show em Londres, que o “inferno é o Instagram”.












