Viva – A Vida É uma Festa estreia nos EUA com nota máxima de aprovação do público
A Liga da Justiça vai sofrer para superar uma criança mexicana neste fim de semana. Após quebrar recordes de bilheteria no México, o novo longa animado da Pixar, que se chama “Coco” e virou “Viva – A Vida É uma Festa” no Brasil, obteve aprovação máxima do público nos Estados Unidos. O filme tirou nota A+ no CinemaScore, que registra a média da opinião do público, em sua estreia no feriadão do Dia de Ação de Graças nos cinemas americanos. Trata-se do sexto filme da Pixar a atingir esta marca, mas apenas o primeiro nesta década. O último tinha sido “Up – Altas Aventuras” em 2009. A nota da crítica também foi bastante elevada: 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Para completar, a expectativa da indústria é que a animação fature até US$ 70 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá. O que fará com que “Liga da Justiça” sofra um tombo no ranking, aumentando a tensão nos bastidores da Warner Bros. Mas o ambiente na Pixar, estúdio dos mais famosos desenhos animados deste século, também estava sob nuvens cinzentas, após acusações de assédio e o afastamento voluntário de seu chefe, John Lasseter (diretor de “Toy Story”), no começo da semana. De forma inegável, o bom resultado de “Viva – A Vida É uma Festa” vira a página e volta a resgatar a moral da Pixar. O filme conta a história de um menino mexicano proibido de tocar música, apesar de ser parente de um cantor famoso. Ao segurar o violão de seu ancestral, ele acaba sendo “puxado” para a Terra dos Mortos e, a partir daí, passa a contar com a ajuda de seus parentes falecidos para voltar ao mundo dos vivos. O roteiro é de Adrian Molina (“O Bom Dinossauro”), que também faz sua estreia como diretor, trabalhando ao lado de Lee Unkrich (“Toy Story 3”). Mas o público brasileiro ainda terá que esperar muito para assistir ao desenho. O lançamento nacional foi marcado apenas para 4 de janeiro. Por sinal, esta demora explica porque a Disney só disponibilizou um único trailer dublado em português do filme até o momento.
Pôster do primeiro filme de Drácula bate recorde em leilão e vira o mais caro do cinema
O pôster do primeiro filme de “Drácula”, lançado pela Universal Pictures em 1931, se tornou o mais caro já arrematado num leilão, ao atingir no fim de semana o valor recorde de US$ 525,8 mil (equivalente a mais de R$ 1,7 milhão). A aquisição do cartaz (reproduzido abaixo) ultrapassou o leilão anterior de um pôster do filme “Casablanca” (1942), que foi comprado por US$ 478 mil. “Drácula” foi o primeiro filme oficial do personagem criado por Bram Stoker em 1897. Protagonizado por Bela Lugosi, a produção é considerada um marco dos filmes de horror, mas como foi uma produção barata, lançada há mais de oito décadas, não teve muito material original preservado. Segundo especialistas em memorabilia de Hollywood, apenas dois pôsteres originais do filme chegaram até o século 21 em excelente estado, sendo que um deles foi o vendido. Segundo o site Screenrant, 12 dos 15 pôsteres cinematográficos mais caros do mundo pertencem aos filmes de horror da Universal, como “Frankenstein” (1931), “A Múmia” (1932) e “O Gato Preto” (1934).
Primeiro vídeo de Os Incríveis 2 vira o trailer de animação mais visto da internet
O primeiro teaser de “Os Incríveis 2” foi divulgado de surpresa no sábado (18/11) e virou trending topic das redes sociais. O interesse foi tanto que a prévia disponibilizada pela Pixar se tornou o trailer de animação mais visto da internet. Segundo o site da revista Entertainment Weekly, o vídeo teve 113 milhões de visualizações em diversas plataformas, nas primeiras 24 horas de divulgação. Na prévia, lançada com legendas pela Disney no Brasil, a estrela é o bebê Zezé (ou Jack-Jack, em inglês), que exibe pela primeira vez seus poderes, soltando raios pelos olhos. “Os Incríveis 2” acompanhará o Sr. Incrível (dublado por Craig T. Nelson) cuidando do caçula da família, enquanto a Mulher Elástica (voz de Holly Hunter) sai para salvar o mundo. Lançado em 2004, o longa original faturou US$ 633 milhões em todo o mundo e venceu Oscar de melhor animação. A expectativa é que a sequência fature muito mais. Novamente escrito e dirigido por Brad Bird, a continuação do clássico da Disney-Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
3ª temporada de Gomorrah supera Game of Thrones com recorde de audiência na Itália
A estreia da 3ª temporada de “Gomorrah” quebrou o recorde de audiência da TV paga italiana, atraindo mais espectadores que “Game of thrones”. O retorno da série sobre a máfia, exibido na sexta (17/11), foi assistido por pouco mais de 1 milhão de pessoas na Itália, enquanto o episódio mais visto da fantasia da HBO mobilizou 572 mil italianos neste ano. Inspirada no livro homônimo de Roberto Saviano, “Gomorrah” não tem participação do diretor Matteo Garrone, responsável pelo filme de 2008 que levou a história do escritor para o cinema. Mas há quem considere a série melhor que o longa-metragem premiado no Festival de Cannes. Diante do interesse do público por novos capítulos, após a 2ª temporada acabar num momento de grande tensão, a Sky Italia, emissora da produção, realizou uma estratégia inédita, disponibilizando os dois primeiros episódios da 3ª temporada nos cinemas antes da estreia na TV. Assim, a série chegou até a liderar as bilheterias do país, antes de quebrar o recorde da TV paga. Um fenômeno. O sucesso é tanto que a produção é exibida em mais de 130 países, inclusive no Brasil, onde é disponibilizada pela própria HBO – os episódios antigos podem ser assistidos atualmente na plataforma HBO Go.
Liga da Justiça leva quase 2 milhões de pessoas aos cinemas no Brasil
“Liga da Justiça” lotou os cinemas em seu primeiro fim de semana no Brasil, vendendo cerca de 1,8M (milhões) de ingressos. O longa arrecadou R$ 32,6 milhões entre quinta-feira e domingo e superou a estreia de “Thor:Ragnarok”, que levou 1,4 milhão de pessoas aos cinemas em seu primeiro fim de semana. Os dados da consultoria ComScore confirmam que o Brasil foi um dos países em que os heróis da DC Comics fizeram mais sucesso, inclusive com o recorde de maior faturamento em dia de estreia de todos os tempos. Também pudera: o lançamento foi um dos maiores já feitos para um único filme do país, ocupando metade de todo o parque exibidor nacional. Em relação à arrecadação mundial, os Estados Unidos lideraram com US$ 96M, seguidos pela China com US$ 51,7M. Mas mercados importantes da Europa não tiveram os resultados esperados pela Warner, fazendo com que a soma internacional (todo o mundo menos Estados Unidos e Canadá) não conseguisse atingir a marca almejada de US$ 200M, obtida pelos lançamentos anteriores da DC Comics. O total bateu em US$ 185M. Assim, com a exceção dos resultados no Brasil, a Warner está sendo econômica em suas comemorações pela liderança das bilheterias. Com orçamento estimado em US$ 300M de produção, mais custos não revelados de marketing, “Liga da Justiça” precisará faturar mais que todos os outros filmes da DC, mas abriu com a menor bilheteria do universo cinematográfico da editora. Enquanto isso, “Thor: Ragnarok” segue ampliando seus rendimentos. O filme caiu para 2º lugar no Brasil, mas já foi visto por 5,6 milhões de espectadores no país. O longa da Marvel atingiu US$ 490,7M no mercado internacional e US$ 738M em todo o mundo (com Estados Unidos e Canadá).
Rotten Tomatoes esconde nota baixa de Liga da Justiça até véspera da estreia
Muito se discute sobre a influência do site agregador de críticas Rotten Tomatoes no resultado das bilheterias do cinema. Até Martin Scorsese achou que valia a pena escrever sobre o assunto e, no auge do verão, alguns executivos de Hollywood chegaram a vociferar contra as notas obtidas por seus filmes, culpando o Rotten Tomatoes pelos fracassos de blockbusters. Mas nunca se tinha visto uma ação tão controversa quanto a manobra feita em torno da liberação da avaliação de “Liga da Justiça”. O site só publicou a média conquistada pelo filme nesta quinta (16/11), um dia antes da estreia nos EUA e após a pré-venda de ingressos bombar. Esta decisão também evitou que a crítica internacional fosse “contaminada” pela nota do site, permitindo vendas recordes no exterior – o filme quebrou o recorde de bilheteria de estreia no Brasil. O detalhe é que, quando o véu levantou, a nota revelada foi muito baixa: apenas 40% de aprovação geral e míseros 28% entre a crítica especializada – aquela que não é geek. O número reflete o tom das críticas, que apontavam que “Liga da Justiça” é melhor que “Batman vs. Superman” (27%), mas longe de ser maravilhoso (Marvel, em inglês). Em termos de comparação, o filme pior avaliado da Marvel no Rotten Tomatoes é “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), que tem 66% de aprovação. Oficialmente, a demora em anunciar a nota foi motivada pelo lançamento de um programa do site no Facebook, “See It/Skip It”, que usou a revelação como chamariz de público. Mas muita gente lembrou da reclamação de Brett Ratner, que financiou este e outros blockbusters da Warner. Em março, ele vociferou contra o site, dizendo que “a pior coisa que temos hoje na cultura cinematográfica é o Rotten Tomatoes”, durante uma entrevista à revista Entertainment Weekly. “Agora tudo é: ‘qual sua cotação no Rotten Tomatoes?’. E isso é triste porque a cotação do Rotten Tomatoes foi muito baixa para ‘Batman vs Superman’, e isso eclipsa um filme que foi incrivelmente bem-sucedido”, afirmou, dando a entender que bilheteria justifica filme ruim. Desde então, duas coisas aconteceram. Brett Ratner virou uma das piores coisas que “temos hoje em dia na cultura cinematográfica”, após se envolver em denúncias de abuso sexual e ser afastado das produções da Warner. E o editorial do Rotten Tomatoes mudou. A Warner é dona do Rotten Tomatoes desde 2011, mas o editor original do site só saiu em julho deste ano, após as críticas ferozes de Hollywood, que culparam as notas baixas pelos fracassos de seus filmes ruins. Antes desta mudança, nunca uma nota de avaliação negativa tinha sido escondida até a véspera de lançamento de um filme. As exceções só aconteceram nas ocasiões em que os estúdios esconderam filmes da crítica, o que não foi o caso com “Liga da Justiça”. A ligação financeira do estúdio de “Liga da Justiça” com o site Rotten Tomatoes torna a decisão editorial muito controvertida.
Liga da Justiça bate recorde com maior arrecadação de estreia do cinema no Brasil
A Warner Bros. Pictures anunciou que “Liga da Justiça” bateu todos os recordes de bilheteria possíveis em sua estreia no Brasil. O longa teve sua estreia antecipada para quarta-feira (15/11), por conta do feriado da Proclamação da República, e arrecadou mais de R$ 13,1 milhões em seu primeiro dia em cartaz, com um lançamento em cerca de metade de todos os cinemas disponíveis no país – 1,5 mil salas. O valor representa a maior arrecadação de abertura de todos os tempos no Brasil, batendo o antigo líder “Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2” (2012). Com isso, caem todos os recordes menores em torno do faturamento de um filme em seu primeiro dia de exibição no país, entre eles: o maior dia de abertura de um filme de super-heróis de todos os tempos, ultrapassando “Capitão América: Guerra Civil” (2016), maior dia de abertura histórica da Warner Bros. Pictures, que antes pertencia a “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), maior dia de abertura geral de 2017, na frente de “Velozes e Furiosos 8”, e maior dia de abertura de um filme de super-heróis em 2017, batendo “Homem Aranha: De Volta ao Lar”. Por outro lado, a superprodução dirigida por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeita por Joss Whedon (“Os Vingadores”) dividiu a crítica, que o considerou melhor apenas que “Batman vs. Superman”, vencedor de quatro Framboesas de Ouro no ano passado.
Mulher-Maravilha vira o filme de origem de super-herói de maior bilheteria de todos os tempos
“Mulher-Maravilha” continua a quebrar recordes. Apesar de ter sido lançado em 1 de junho, o filme ainda está em cartaz em muitos países, e com isso somou bilheteria suficiente para virar o filme de origem de super-herói (isto é, o primeiro de uma franquia) que mais faturou em todo o mundo. O longa estrelado por Gal Gadot arrecadou US$ 821,74 milhões nos cinemas e ultrapassou a bilheteria do primeiro “Homem-Aranha”, que em 2002 fez US$ 821,70 milhões mundialmente. O recorde do filme dirigido por Sam Raimi durou 15 anos, apesar de muitos outros filmes de origem de super heróis terem sido lançados nesse meio tempo e se tornarem extremamente lucrativos. A sequência será novamente dirigida por Patti Jenkins, que, pelos termos de seu novo contrato, vai se tornar a diretora mais bem-paga da história. A estreia está marcada para 13 de dezembro de 2019.
It: A Coisa atinge arrecadação de US$ 666 milhões na véspera do Halloween
Um fato macabro chama atenção nas bilheterias deste fim de semana. Terror de maior sucesso em todos os tempos, “It: A Coisa” atingiu uma marca no mínimo impressionante: exatos US$ 666,6M em todo o mundo, na véspera do Halloween. Lançado em 7 de setembro, o filme demonstra um fôlego invejável, aparecendo ainda no Top 10 das bilheterias de diversos países, inclusive nos Estados Unidos (onde está em 10º lugar) e Brasil (8º lugar). A arrecadação doméstica na América do Norte chegou a US$ 323,7M. Isto significa que o filme vai passar blockbusters de super-heróis, como “Esquadrão Suicida” (US$ 325 milhões domésticos) e, provavelmente, até “Batman vs Superman” (US$ 330 milhões) nos próximos dias. Em seu desempenho mundial, o número diabólico de US$ 666,6M já deixou para trás “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” (US$ 653M) “Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones” (US$ 649M) e até “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644M), e coloca a produção nos calcanhares de “O Homem de Aço” (US$ 668M), sem esquecer seu provável próximo recorde para o terror. “It: A Coisa” está prestes a superar a arrecadação global de “O Sexto Sentido”, que fez US$ 672,8M em 1999. Ao ultrapassar esta marca, a adaptação de Stephen King, dirigida pelo argentino Andy Muschietti, se tornará o filme de terror de maior bilheteria mundial em todos os tempos. Há quem considere que isto já aconteceu, porque “O Sexto Sentido” seria um suspense sobrenatural e não um terror clássico. De todo modo, a dúvida deve ser superada em breve.
Despacito se torna primeiro clipe a atingir 4 bilhões de visualizações no YouTube
O clipe de “Despacito”, hit dos porto-riquenhos Luis Fonsi e Daddy Yankee, tornou-se o primeiro vídeo musical a ultrapassar 4 bilhões de visualizações no YouTube. O vídeo também já tinha sido o primeiro na história do portal a chegar a 3 bilhões de visualizações, em agosto. Foram necessários apenas 200 dias, desde o lançamento em janeiro, para o clipe atingir 3 bilhões de visualizações no YouTube, e somente mais 100 dias para chegar às 4 bilhões. “Despacito” é atualmente o vídeo mais visto em 45 países, entre eles Espanha, México, Alemanha, Grécia, Portugal e Argentina, transformando o ritmo do reggaeton porto-riquenho numa febre mundial. A gravação é assistida, em média, 14 milhões de vezes por dia, com pico de 25 milhões em um só dia. Também é o vídeo com mais likes da história do YouTube: 22 milhões. Por outro lado, seus 2 milhões de dislikes também impressionam pelo tamanho da rejeição. O clipe tem direção de Carlos Perez, que já produziu vídeos para outros artistas do gênero, como Yandel (“Encantadora”) e Bomba Estéreo (“Fiesta”). As imagens foram gravadas em diferentes locações de Porto Rico, incluindo La Perla e o popular clube La Factoría na velha San Juan. A atriz, modelo e Miss Universo 2006 Zuleyka Rivera também participou de sua produção.
Estreia da 2ª temporada de Riverdale registra recorde de audiência da série
A estreia da 2ª temporada de “Riverdale”, exibida na noite de quinta (11/10) nos Estados Unidos, foi o episódio mais visto da história da série, lançada em janeiro de 2017. Mais que isso: “Riverdale” foi o única atração da rede CW que voltou ao ar com audiência em ascensão, enquanto as produções de super-heróis da DC Comics experimentaram queda de público. Vista por 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e com 0,8 pontos na demo (público entre 18-49 anos), a série foi praticamente redescoberta, após ser disponibilizada na Netflix nos Estados Unidos. O mesmo fenômeno já tinha acontecido antes com “Breaking Bad”. O fato de ter encerrado a temporada inaugural num grande cliffhanger também mobilizou o interesse do público para conhecer o desdobramento do tiro levado pelo pai de Archie Andrews. Até então, a maior audiência de “Riverdale” tinha sido seu primeiro episódio. E a diferença é brutal: 1 milhão a menos. O lançamento da série interessou apenas 1,3 milhão de telespectadores e a audiência vinha despencando a cada episódio, a ponto de o final da temporada inaugural ter atraído só 900 mil pessoas. De fato, a rede CW chegou a considerar seu cancelamento. Felizmente, o canal tem como presidente Mark Pedowitz, fã declarado das séries que produz e responsável por manter no ar séries de prestígio, mesmo sem audiência – caso evidente de “My Crazy Ex-Girlfriend”. A noção de que “Riverdale” tinha potencial maior que a audiência registrava foi percebida pela quantidade de vezes que a produção foi acessada pelas plataformas digitais da CW. Um aumento de 116% em seu público. Ao final da temporada, todos os episódios foram disponibilizados na Netflix americana, após a plataforma distribui-los semanalmente em vários países. E o interesse apenas aumentou. A confirmação veio em agosto, durante a premiação do Teen Choice Awards, quando “Riverdale” dominou as categorias televisivas, superando produções que tinham oficialmente muito mais audiência. Com sete troféus, foi a série mais premiada do Teen Choice 2017. A produtora Warner também percebeu a novidade e mudou sua estratégia de lançamento internacional. “Riverdale” passou a ser disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner de forma simultânea aos Estados Unidos. É a primeira – e por enquanto única – série do canal pago Warner a ter este tratamento diferenciado. E já há um projeto adiantado para o lançamento de um spin-off centrado em Sabrina, a aprendiz de feiticeira, que também é uma personagem da editora Archie Comics. Assim como “Riverdale”, o derivado de Sabrina está sendo desenvolvido por Roberto Aguirre-Sacasa, editor da Archie Comics, que renovou os quadrinhos originais da Turma do Archie ao introduzir elementos de terror e suspense. O sucesso de “Riverdale” mostra que o público aprovou a combinação de suspense e tramas sombrias com as histórias de romance juvenil de Archie, abrindo caminha para a reinvenção televisiva de Sabrina como série de terror – bem diferente da sitcom juvenil estrelada por Melissa Joan Hart nos anos 1990.
Volta de Will & Grace bate recorde de audiência digital da rede NBC
A estreia do revival de “Will & Grace” já tinha superado expectativas ao atrair 10M (milhões) de telespectadores e virar a série mais assistida da quinta-feira passada (28/9) nos Estados Unidos. Mas a medição do instituto Nielsen para as gravações digitais e exibições em streaming nos três dias seguintes à exibição original (chamada de Live+3) foi ainda mais impressionante. Com a divulgação dos novos dados, a série aumentou sua audiência em 4,8M, graças as outras plataformas. É praticamente 50% do que tinha registrado ao vivo, rendendo ainda um aumento de 2,6 pontos na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Este “residual” é mais que muitas séries estreantes conseguiram nesta temporada. Mais: trata-se do maior aumento de audiência conseguido por uma comédia da rede NBC na história da medição. A elevada audiência em outras plataformas pode ser explicada pelo fato de “Will & Grace” estar sendo exibida na noite mais competitiva da TV americana. A quinta passada também teve a volta de “Grey’s Anatomy” (7,95M), “Chicago Fire” (7,18M) e “How to Get Away with Murder” (4M). Muita gente optou por gravar ou deixar para ver online, após sintonizar alguma das atrações dos outros canais. Ao todo, “Will & Grace” somou 14,8M de telespectadores e registrou 4,6 pontos na demo. Um fenômeno de audiência.
Velozes e Furiosos 9 tem estreia adiada em um ano
O próximo filme da franquia “Velozes e Furiosos” teve a estreia adiada em um ano. Originalmente previsto para abril de 2019, a Universal anunciou que “Velozes e Furiosos 9” chegará aos cinemas americanos apenas em 10 de abril de 2020, durante o feriado da Páscoa. Não foi dada explicação para a demora, mas pode ter relação com a agenda lotada dos integrantes da franquia, em particular de Vin Diesel e Dwayne Johnson. O lado positivo é que o grande espaçamento permitirá aos dois astros esfriarem as cabeças, após a tensão relatada por Johnson nos bastidores da produção de “Velozes e Furiosos 8”. Primeiro longa filmado após a morte de Paul Walker, “Velozes e Furiosos 8” rendeu US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, maior bilheteria da Universal Pictures em 2017. Vale lembrar que a revista Variety adiantou em abril que a Universal tinha planos de juntar Johnson e Jason Statham num spin-off, que ainda teria Charlize Theron reprisando seu papel de vilã do último filme. A personagem dela tem ligação direta com o de Statham, e a situação abre espaço para mais histórias. O roteirista da franquia, Chris Morgan, já teria se encontrado com produtores para desenvolver a história do derivado, que seria filmado paralelamente a “Velozes e Furiosos 9”. A Universal não anunciou oficialmente nenhum plano para produzir spin-offs, mas desde “Velozes e Furiosos 5” os produtores falam num filme individual centrado no personagem de Johnson.












