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  • Reality,  TV

    Polícia prende marido de MC Marcelly após denúncia de cárcere privado

    3 de maio de 2021 /

    Ex-integrantes do “Power Couple”, reality show da Record TV, o casal Frank Cavalcante e MC Marcelly viraram caso de polícia no fim de semana. O marido de MC Marcelly, que tem o nome verdadeiro de Francimar Jorge Cavalcante, foi preso em flagrante na tarde de domingo (2/5), na Zona Norte do Rio de Janeiro, por manter a cantora em cárcere privado. De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes foram procurados pelo irmão de Marcelly, que relatou que a cantora ligou, informando que estava sendo mantida trancada no apartamento pelo companheiro. Na delegacia, Marcelly confirmou ter sofrido agressões em meados de abril e rompido o relacionamento. Mas foi convencida a voltar para casa na quinta passada (27/4), levada a uma viagem contra sua vontade e trancada sem acesso ao próprio aparelho de telefone celular. Mesmo assim, ela conseguiu retomar provisoriamente o celular, quando ligou para o irmão pedindo ajuda. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar confirmou o chamado e disse que os policiais do 3º BPM precisaram arrombar a porta para conseguir entrar na residência. “No local, houve necessidade de arrombar a porta da residência na presença de testemunhas. A mulher foi encontrada e o homem foi detido”, diz o comunicado oficial. MC Marcelly e Frank Cavalcante ficaram juntos por 13 anos e participaram do “Power Couple” em 2017.

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  • Filme,  TV

    Edson Montenegro (1957 – 2021)

    21 de março de 2021 /

    O ator Edson Montenegro morreu neste domingo (21/3), aos 63 anos, por complicações da covid-19. A informação foi confirmada por sua filha, Juliana Tavares, em publicação nos Stories do Instagram. “Meu pai descansou. Em nome de toda família, obrigada por toda corrente do bem em oração e toda energia positiva que emanaram”, ela escreveu. Montenegro foi diagnosticado com covid-19 no último dia 12. Ele estava internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Xica da Silva”, da Manchete, “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), “Cidade de Deus” (2002) e “Mundo Deserto de Almas Negras” (2016). Também foi cantor, com disco gravado e muitos trabalhos em anúncios publicitários. A cantora Karin Hils, amiga de Edson, foi uma das primeiras a lamentar a perda nas redes sociais. “Parece que eu levei uma pancada na alma. Tá muito difícil de escrever. Vai com Deus, meu pai de mentirinha. Você vai fazer muita falta”, disse.

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  • TV

    Agravamento da pandemia paralisa produções da Globo

    9 de março de 2021 /

    O grande aumento dos números de contaminações e mortes da pandemia de coronavírus no Brasil fez a rede Globo paralisar as gravações de suas novelas e séries. Em um comunicado enviado à imprensa na semana passada, a emissora já tinha revelado preocupação com o estado atual da saúde pública e se comprometido a seguir os protocolos de segurança. “Com o decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro, os Estúdios Globo, que já seguiam num ritmo de produção menor do que o habitual, por conta de todas as precauções do protocolo de segurança, diminuirão ainda mais”, diz um dos trechos do comunicado. Nesta semana, a Globo optou por afastar todos os atores veteranos, que só poderão voltar aos estúdios depois de tomarem a segunda dose da vacina anti-covid. Com isso, Renata Sorrah teve de deixar o elenco de “Verdades Secretas 2″. As gravações da série de Walcyr Carrasco, que contariam também com a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”), estavam previstas para começar na segunda (8/3), mas foram adiadas. A paralisação também atingiu as gravações de “Quanto Mais Vida Melhor”, que já tinha iniciado a fazer externas. As novas temporadas das séries “Segunda Chamada” e “Aruanas” foram igualmente interrompidas, enquanto a superprodução “O Anjo de Hamburgo”, dirigida por Jayme Monjardim, passa por grande adaptação, com diminuição de figurantes, exclusão de externas e cortes de algumas cenas, com gravações realizadas sob forte protocolo exclusivamente nos Estúdios Globo. Para completar, ao suspender (novamente) as gravações de “Um Lugar ao Sol”, próxima novela das 9, a emissora decidiu reprisar “Império”, novela exibida originalmente em 2014 e premiada com o Emmy Internacional, como sucessora de “Amor de Mãe”. Já na Record, “Gênesis” mantém seu ritmo normal. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a produção vem pedindo apenas para que elenco e equipe não saiam de casa nas folgas.

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  • Filme

    Léo Rosa (1984 – 2021)

    9 de março de 2021 /

    O ator gaúcho Léo Rosa, intérprete do repórter César na novela “Amor de Mãe”, morreu nesta terça-feira (9/3) após uma longa batalha contra o câncer. Depois de fazer algumas peças de teatro, ele se tornou nacionalmente conhecido em 2006 ao estrelar “Vidas Opostas”, uma das novelas mais bem-sucedidas da rede Record, onde fez par romântico com Maytê Piragibe. A boa audiência impulsionou sua carreira e o tornou um dos principais astros da emissora. Ele atuou em seguida em “Amor e Intrigas” (2007), “Promessas de Amor” (2009), “Rei Davi” (2012), “Balacobaco” (2012), “Milagres de Jesus” (2015) e “Escrava Mãe” (2016), que vem sendo reprisada atualmente todas as tardes. Além dos trabalhos na Record, ele participou de três filmes, “Podecrer!” (2007), “Faroeste Caboclo” (2013), “Por Trás do Céu” (2016), e da série “O Mecanismo” (2018-2019), da Netflix. O último papel foi a estreia na Globo, na primeira fase de “Amor de Mãe”, exibida em 2019. Léo Rosa também se destacou atrás das câmeras, dirigindo um videoclipe da cantora Maria Gadú, “Axé Accapella”, e feito assistência de direção em longas-metragens do cineasta Caio Sóh a partir de “Teus Olhos Meus” (2011). O convite para fazer a última novela veio logo após ele descobrir o câncer. O ator vinha lutando contra a doença desde 2018. Depois de passar por sessões de quimioterapia, ele adotou um estilo de vida mais saudável, vivendo longe da metrópole, em contato com a natureza, e chegou a afirmar que estava em processo de cura. Em entrevista do ano passado à Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele contou como foi parar na Globo. “Estava em casa no Natal e a Manuela (Dias, a autora) me ligou perguntando se eu teria condições de fazer este trabalho. Nem pensei, aceitei na mesma hora. A minha preparação foi basicamente conseguir chegar de pé e disposto ao estúdio. Quando a gente passa por algo tão forte como essa doença, meio que fica preparado para encarar qualquer outro desafio de peito aberto. Em meio a tanto sofrimento, sou muito grato por todo o aprendizado de vida que o câncer me deu. Hoje, por exemplo, eu não faço planos para o futuro. Eu vivo o hoje, o agora”, contou.

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  • TV

    Marcos Mion deixa a Record

    27 de janeiro de 2021 /

    A Record decidiu romper contrato com Marcos Mion após uma das mais bem-sucedidas edições de “A Fazenda”. A informação foi revelada pelo colunista Flávio Ricco no R7 (que pertence à Record), mas foi Fefito quem apontou a suposta motivação da saída: os muitos desgastes com a direção do programa no ano passado. O apresentador mostrou insatisfação pública e chegou a chorar ao vivo depois de erros de apuração em provas e regras quebradas. Mion passou a manhã desta quarta (27/1) na sede do canal, na Barra Funda. Com a saída da Record, ele fica livre para negociar com outras emissoras. Nos últimos dias, rumores o colocaram na mira da Globo, que nos próximos meses perderá Faustão e possivelmente Luciano Huck e Angélica, se o apresentador do “Caldeirão do Huck” decidir entrar na política. Mion já teria proposta da Globo, por isso sinalizou que gostaria de deixar a emissora. Mion está na Record desde 2006, onde comandou os programas “Legendários”, “Ídolos”, “A Casa” e ainda fez novelas como “Bicho do Mato”. Nos últimos anos, foi o responsável por renovar o formato de “A Fazenda”, levantando a audiência do reality show a ponto de ter um projeto de talk show engavetado pelo canal, que pretendia deixá-lo exclusivamente naquela atração.

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  • Série,  TV

    Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional

    23 de novembro de 2020 /

    A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos

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  • Etc,  Filme,  TV

    Jonas Mello (1937 – 2020)

    19 de novembro de 2020 /

    O ator Jonas Mello, que participou de várias novelas e filmes clássicos, morreu na tarde de quarta (18/11), aos 83 anos, em seu apartamento no bairro de Santana, na Zona Norte de São Paulo. As informações foram confirmadas em uma publicação no Facebook do artista, feita por um amigo. A causa da morte, porém, ainda não foi divulgada. “Hoje infelizmente Jonas se foi, para tristeza de muitos. Fui seu amigo mais próximo nos últimos dez anos, pois me tornei seu ajudante para que entrasse no mundo digital, para que não ficasse parado no tempo. Tive o prazer de incluir ele no Facebook e ajudá-lo com seus e-mails”, escreveu Edson Brandão. Josefina Rodrigues de Mello, irmã do artista, disse à Agência Record que ele tinha uma rotina ativa e vivia sozinho. “Ele dirigia, fazia as compras, caminhava pelo bairro e estava bem para um senhor de 83 anos”, contou. Segundo ela, na tarde de ontem o ator ligou para um primo após passar mal. O parente foi até a casa e o encontrou morto na cama. O paulistano Jonas Mello estreou na TV em 1969, com “A Cabana do Pai Tomás”, da TV Globo, pouco depois de começar a carreira cinematográfica com “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula, clássico do cinema marginal. No cinema, também atuou em “Um Anjo Mau” (1971), de Roberto Santos, “Nenê Bandalho” (1971), de Emilio Fontana, “A Carne” (1975) e “Passaporte para o Inferno” (1976), ambos de J. Marreco, e “Que Estranha Forma de Amar” (1977), do autor de novelas da Tupi Geraldo Vietri, além de produções mais recentes como “O Cangaceiro” (1997), de Anibal Massaini Neto, e o premiado “Um Céu de Estrelas” (1996), de Tata Amaral. Nos anos 1970, também fez novelas da Tupi e da Record, como “Os Inocentes”, “Os Deuses Estão Mortos”, “O Tempo Não Apaga” e “Sol Amarelo”, chegando a viver os papéis-títulos de “Meu Rico Português”, “Os Apóstolos de Judas” e “João Brasileiro, o Bom Baiano”, entre 1975 e 1978. Com a implosão da Tupi em 1980, Jonas foi para a Globo, onde continuou sua carreira de sucesso. Em dois anos de contrato, fez nada menos que cinco novelas, “Os Gigantes”, “Chega Mais”, “Coração Alado”, “Baila Comigo” e “Terras do Sem-Fim”. Mas, acostumado a ser protagonista, preferiu trocar papéis de coadjuvantes nas produções da emissora carioca por desempenhos mais destacados em produções paulistas do SBT, Band, Gazeta e TV Cultura. Sem exclusividade, ainda encaixou “Partido Alto”, da Globo, e o fenômeno “Dona Beja”, da Manchete, entre uma série de projetos de diversos canais. A carreira itinerante lhe permitiu atuar em “O Outro”, “Bambolê”, “Barriga de Aluguel” e “Vila Madalena” na Globo, “Mandacaru” na Manchete, “Dona Anja”, “Amor e Ódio” e “Canavial de Paixões” no SBT, “Estrela de Fogo” e “A Escrava Isaura”, na Record, entre muitos outros trabalhos. Seus últimos papéis o levaram de volta à Globo, com participações em “O Astro”, “Salve Jorge” e “Flor do Caribe”. Esta novela de 2013, por sinal, é atualmente reprisada na emissora. A Record emitiu uma nota de pesar: “Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do talento deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira.”

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  • Filme

    Juliana Knust tentará curar pandemia em série da Record

    18 de novembro de 2020 /

    A atriz Juliana Knust (de “Malhação” e “Apocalipse”) será a protagonista de “Ameaça Invisível”, série sobre uma nova pandemia, que a Record está desenvolvendo para 2021. De acordo com o colunista Fefito, a atriz interpretará Renata, uma médica empenhada em descobrir a cura para um misterioso vírus chamado Orto K9, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A personagem usará de métodos pouco convencionais e causará controvérsia. O elenco ainda destaca Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia” como o chefe da médica. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”) e Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”). A produção também buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) com colaboração de Vitor de Oliveira (“Jesus”) e terá ao todo 12 episódios. A ideia é, além de retratar uma pandemia global, contar uma história policial e de suspense. As gravações devem começar em breve com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).

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  • Série

    Ameaça Invisível: Record fará série sobre pandemia

    14 de novembro de 2020 /

    A rede Record está desenvolvendo “Ameaça Invisível”, uma série de suspense sobre uma pandemia causada por um vírus misterioso. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) e Vitor de Oliveira (“Jesus”) e encontra-se em fase de escalação de elenco. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”), Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”) e Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia”). Apesar do alinhamento do canal com o governo Bolsonaro, a pandemia da história não será retratada como uma “gripezinha” nem “conversinha”. Mas tampouco será a covid-19. Na trama, os personagens enfrentarão um vírus fictício chamado “Orto K9”, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A ideia é retratar uma pandemia global e, para isso, a produção buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. Serão ao todo 12 episódios. As gravações devem começar no começo de 2021 com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).

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  • TV

    Tom Veiga (1973 – 2020)

    1 de novembro de 2020 /

    O ator Tom Veiga, intérprete do Louro José no programa “Mais Você”, da TV Globo, morreu neste domingo (1/11) no Rio de Janeiro, aos 47 anos. Ele foi encontrado morto em sua casa na Barra da Tijuca. Segundo a 16ªDP do Rio, o caso está sendo investigado pela perícia e diligências estão em andamento. A apresentadora Ana Maria Braga manifestou-se nas redes sociais citando “fragilidade da vida” e “sem chão”. “Perdi meu parceiro de todo dia, meu amigo, meu filho. O Tom era um menino de sorriso solto, sempre alegre, com um humor único e talentoso demais. A fragilidade da vida nos pegou mais uma vez de surpresa e me deixou completamente sem chão. O momento agora é de oração”, escreveu ela em seu perfil no Instagram. Entre Record e Globo, Tom Veiga trabalhava há mais de 20 anos com Ana Maria. Em agosto do ano passado, a apresentadora celebrou a parceria de duas décadas e disse, na ocasião, que os dois nunca tinham brigado. Em março, Ana Maria Braga aproveitou o aniversário de Veiga para declarar que considerava o colega como um filho. “Parabéns pro meu filhote mais lindo, Louro José, que está fazendo aniversário hoje. Obrigada pela companhia, parceria, lealdade. A gente nunca ficou sem se falar por nenhuma razão. É uma das relações mais fantásticas da minha vida. Ele é irmão do meu papagaio que está lá na fazenda, que também é Louro José. É meu filho de penas”, disse ela. Veiga conheceu Ana Maria Braga em 1995, quando organizava feirinhas de artesanato onde a apresentadora ia para divulgar o “Note e Anote”, programa que ela comandava na TV Record. Convidado a integrar a equipe, ele aceitou e virou assistente de palco. O personagem Louro José foi criado por Ana Maria Braga naquele programa, dois anos depois. Ela queria um mascote que chamasse também a atenção das crianças, porque o “Note e Anote” começava logo após a programação infantil. “Precisava ser um bicho que falasse, que interagisse comigo, mas não podia ser cachorro, porque cachorro não fala, passarinho não fala. E, por eliminação, decidimos pelo papagaio. Eu tenho um em casa chamado Louro José. Ele fala e assobia o hino nacional. E eu disse: ‘Vamos pôr o Louro'”, ela contou ao site Memória Globo. Tom Veiga interpretou o Louro desde o começo. Ele trabalhava como assistente de estúdio do “Note e Anote” e, um dia, pegou o fantoche para brincar com seus colegas. Ana Maria Braga viu, gostou e pediu que ele interpretasse o papagaio ao vivo no dia seguinte. Ele nunca mais deixou de lado o fantoche e ainda apareceu como Louro José em outros programas, desde o “Fantástico” até séries como “A Mulher Invisível” (em 2011) e “Louco por Elas” (em 2012), além de uma novela, “Cheias de Charme” (também em 2012). Em 2017, Tom Veiga chegou a se afastar do programa depois de passar mal. Nas redes sociais, ele contou que passou por um cateterismo e foi internado no hospital Samaritano no Rio de Janeiro. Neste mês, ele anunciou o fim de seu casamento de oito meses com a investidora Cybelle Hermínio Costa. Anteriormente, ele foi casado com Alessandra Veiga, com quem teve uma filha. Eles terminaram em 2018 o casamento de 14 anos. Ver essa foto no Instagram Perdi meu parceiro de todo dia, meu amigo, meu filho. O Tom era um menino de sorriso solto, sempre alegre, com um humor único e talentoso demais. A fragilidade da vida nos pegou mais uma vez de surpresa e me deixou completamente sem chão. O momento agora é de oração. #tomveiga #lourojose #lourojoseoficial #anamariabraga #anamariabragaoficial Uma publicação compartilhada por Ana Maria Braga (@anamaria16) em 1 de Nov, 2020 às 2:17 PST

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Cecil Thiré (1943 – 2020)

    9 de outubro de 2020 /

    O ator Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9/10), aos 77 anos, enquanto dormia em sua casa, no Rio de Janeiro. Filho da famosa atriz Tônia Carrero, ele enfrentava o Mal de Parkinson há alguns anos. Além de ser reconhecido como ator de novelas da Globo, especialmente por seus papéis de vilões, como Mário Liberato, em “Roda de Fogo” (1987), e Adalberto, em “A Próxima Vítima” (1995), Thiré também foi roteirista e diretor de diversas obras no cinema e no teatro. Nascido em 28 de maio de 1943, no Rio, Cecil Aldary Portocarrero Thiré foi o filho único do casamento entre Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, e desde cedo seguiu a tradição artística da família. Sua estreia nas telas foi aos 9 anos, numa pequena participação no filme “Tico-Tico no Fubá”, sucesso musical de 1952 estrelado pela mãe. Sua carreira teve impulso durante o apogeu do Cinema Novo. Aos 19 anos, apareceu em dois segmentos do clássico “Cinco Vezes Favela” (1962). Aos 21, fez sua estreia atrás das câmeras, como assistente de direção de Ruy Guerra em “Os Fuzis” (1964), em que também atuou. Com 24, ganhou projeção internacional no filme “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, e virou ator de novelas, no elenco de “Angústia de Amar” (1967), da TV Tupi. Ao chegar aos 25, tornou-se diretor de cinema, comandando o drama “O Diabo Mora no Sangue” (1968). Mas depois desse começo avassalador, o AI-5 mudou os rumos do cinema brasileiro e da maioria das pessoas que trabalhavam nele. Com a censura dos filmes de temática política e social, Cecil Thiré se reinventou como comediante. Integrou o programa humorístico “Balança Mas Não Cai” e ingressou nas pornochanchadas, que faziam sucesso na época, tanto como ator, em “Como Nos Livrar do Saco” (1973), “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974) e “Eu Dou o que Ela Gosta” (1975), quanto como roteirista, do último filme citado e de “O Roubo das Calcinhas” (1975). Ele também escreveu o sucesso musical “Amante Latino” (1979), estrelado pelo cantor Sidney Magal, enquanto se dedicava, ao mesmo tempo, ao teatro e à televisão. Sua primeira experiência como diretor de teatro foi em 1971, numa montagem de “Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e em 1975 recebeu o Prêmio Molière por sua montagem da peça “A Noite dos Campeões”, de Jason Miller. Ao ingressar na Globo, deu vazão ainda maior à sua versatilidade. Após se destacar como ator de novelas – em “O Espigão” (1974) e “Escalada” (1975) – , começou a aparecer em humorísticos, como “Planeta dos Homens” (a partir de 1976), o que o aproximou de Jô Soares e lhe abriu novos caminhos. Quando Jô Soares ganhou seu próprio programa, “Viva o Gordo”, em 1981, Thiré virou diretor de TV. Depois disso, passou a se alternar na frente e atrás das câmeras, inclusive em novelas. Ele estrelou “Sol de Verão” (1982), “Champanhe” (1983), “Roda de Fogo” (1987), “Top Model” (1989), “Renascer” (1993), “A Próxima Vítima” (1995), “Celebridade” (2003) e dirigiu “Sassaricando” (1987), “Araponga” (1990) e episódios de “Você Decide” e “Sai Debaixo”, além de ter ido para Portugal com sua mãe, para dirigi-la na série “Cupido Electrónico”, em 1993. Mesmo com tanto trabalho, sempre reservou espaço na agenda para o cinema, atuando em filmes famosos, como “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “A Bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra, “Forever – Juntos para Sempre” (1991), de Walter Hugo Khouri, “O Quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, indicado ao Oscar, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Sonhos Tropicais” (2001), de André Sturm, entre outros. Thiré chegou a viver o mesmo personagem, o Marechal Henrique Lott, na TV e no cinema, respectivamente na minissérie “JK” (2006) e no filme “Bela Noite para Voar” (2009), de Zelito Viana. Ainda apareceu em três novelas da Record, antes de se afastar das telas em 2013, após a novela “Máscaras” e a série “Se Eu Fosse Você”, ano em que também publicou o livro “A Carpintaria do Ator”, resultado de outra atividade paralela, ensinando o ofício da atuação. A doença o impediu de continuar em atividade. Durante a cerimônia de cremação da mãe, em março de 2018, seu estado de saúde chamou atenção, pela dificuldades demonstradas para andar e falar. Em um vídeo enviado pelo WhatsApp a pessoas próximas da família, a filha de Cecil, a atriz Luisa Thiré, disse: “Ele vai deixar muita saudade, porque papai foi um cara muito importante para a arte toda. Deixou muita coisa boa, muito aprendizado. Foi professor de muita gente, tanto de cinema quanto de teatro. Lembro de eu, pequena, entrando no Teatro Fênix, ele gravando o ‘Viva o Gordo’, e a claque inteira vindo falar comigo como papai era querido. Por onde andou, ele fez amigos de A a Z. Que ele descanse, porque ele merece. Esse final estava bem difícil”, contou a atriz. A família puxou o pai e a avó, com três dos quatro filhos de Thiré seguindo a carreira de atores: Luisa, Carlos e Miguel.

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  • TV

    Andrea Beltrão e programa do Gugu são indicados ao prêmio Emmy Internacional

    24 de setembro de 2020 /

    Os organizadores do Emmy Internacional divulgaram nesta quinta (24/9) os indicados nas 11 categorias de sua premiação em 2020. E há brasileiros em 7 das categorias em disputa. Andréa Beltrão puxa a lista na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo. Originalmente um filme, “Hebe – A Estrela do Brasil” foi transformado em minissérie pela Globo. Ela vai competir pelo prêmio com a veterana atriz britânica Glenda Jackson, a alemã Emma Bading e a malaia Yeo Yann Yann. Na seleção masculina, Raphael Logam voltou a aparecer como Melhor Ator por seu papel em “Impuros”, da Disney (Fox), esperando ter maior sorte que no ano passado, quando também foi indicado pela série. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, foi selecionado como Melhor Minissérie (ou Filme feito para a TV). Já na categoria de Melhor Comédia apareceu “Ninguém Tá Olhando”, uma produção do cineasta Daniel Rezende (“Turma da Mônica – Laços”) sobre anjos ruivos, que foi rapidamente cancelada pela Netflix. As demais produções brasileiras da lista são “Órfãos da Terra”, da Globo, como Melhor Telenovela, “Cante Comigo”, competição da Record apresentada por Gugu Liberato até sua morte, como Melhor Programa de Entretenimento Sem Roteiro, e “Refavela 40”, da HBO, sobre o impacto cultural do disco “Refavela”, de Gilberto Gil, como Melhor Programa Artístico. A premiação, que reúne produções de diversos países, terá seus vencedores anunciados em 23 de novembro, numa cerimônia em Nova York, nos Estados Unidos. Veja abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Drama Charité 2 – Alemanha Criminal UK – Reino Unido Delhi Crime – Índia O Jardim de Bronze – Argentina Melhor Comédia Back to Life – Reino Unido Fifty – Israel Four More Shots Please – India Ninguém Tá Olhando – Brasil Melhor Minissérie ou Filme para TV L’Effondrement (The Collapse) – França Elis – Viver é Melhor que Sonhar – Brasil The Festival of the Little Gods – Japão Responsible Child – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt (Responsible Child) – Reino Unido Guido Caprino (1994) – Itália Raphael Logam (Impuros) – Brasil Arjun Mathur (Made in Heaven) – Índia Melhor Atriz Emma Bading (Play) – Alemanha Andrea Beltrão (Hebe) – Brasil Glenda Jackson (Elizabeth is Missing) – Reino Unido Yeo Yann Yann (Invisible Stories) – Singapura Melhor Novela Chen Xi Yuan (Love And Destiny) – China Na Corda Bamba – Portugal Órfãos da Terra – Brasil Pequeña Victoria – Argentina Melhor Programa de Arte Jake and Charice – Japão Refavela 40 – Brasil Vertige de la Chute (Ressaca) – França Why do We Dance? – Reino Unido Melhor Documentário El Testigo – Colômbia For Sama – Reino Unido Granni-E-minem – Coreia do Sul Terug naar Rwanda – Bélgica Melhor Programa de Entretenimento Não Roteirizado Canta Comigo – Brasil Folkeopplysningen – Noruega MasterChef Tailândia – Tailândia Old People’s Home for 4 Year Olds – Austrália Melhor Série Curta Content – Australia #martyisdead – República Tcheca Mil Manos por Argentina – Argentina People Like Us – Singapura Programa de Língua Estrangeira exibido nos Estados Unidos 20th Annual Latin GRAMMY®? Awards A Rainha do Tráfico No te Puedes Esconder Preso No.1

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  • Etc

    Guerra Cultural: Bolsonaro nomeia pastor e diretora de festival cristão para a Ancine

    21 de fevereiro de 2020 /

    Jair Bolsonaro costuma repetir, nos mais de 40 eventos evangélicos que frequentou desde que assumiu a presidência da República, que o Estado é laico, mas ele é cristão. Mas com cada vez mais nomeações de cristãos e servidores “terrivelmente evangélicos” para cargos estratégicos, a linha que separa a atividade estatal da religião começa a se dissipar. Nesta sexta (21/2), o presidente nomeou um pastor e uma diretora de festival de cinema cristão para integrar a diretoria da Ancine. As indicações foram publicadas no Diário Oficial da União e agora o Senado precisa avaliar e aprovar os nomes de Edilásio Santana Barra Júnior e Verônica Brendler. Edilásio Barra, o “pastor Tutuca”, já faz parte dos quadros da Ancine. Em 2019, ele assumiu a Superintendência de Desenvolvimento Econômico da Ancine, responsável pela gestão do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), a verba que responde pela principal fonte de fomento à produção de cinema no país, e que se encontra congelada desde que Bolsonaro foi eleito. Ele também é apresentador de TV e bispo da Igreja Continental do Amor de Jesus. Verônica Brendler é produtora cultural e diretora do Festival Internacional de Cinema Cristão. Em seu currículo, ela cita “mais de 80 projetos aprovados pela Rei Rouanet”, além de ter realizado a 1ª Mostra de Cinema Cristão, dirigir a Escola de Cinema Cristão e organizar 30 encontros de cineastas cristãos. As indicações fazem parte do projeto de instalar “filtros” na liberação de verbas para a aprovação de filmes e séries no Brasil, anunciado por Bolsonaro no ano passado. Bolsonaro já tinha posicionado peça importante na nova orientação que pretende impor ao cinema brasileiro ao nomear Hiran Silveira, um diretor da rede Record, braço televisivo da Igreja Universal, para o comitê que administra o caixa do FSA. Seria uma forma “malandra” de driblar a Constituição, que estabelece que o presidente pode ser cristão, mas o Estado não. Na prática, porém, o Estado deixa de ser laico quando regras religiosas passam a determinar a produção cultural de um país, estabelecendo que tipo de conteúdo é incentivado e, consequentemente, o que será vetado.

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