Expulsão de Nego do Borel de “A Fazenda” vira notícia internacional
Expulso do reality show “A Fazenda” no fim de semana, sob acusação de estupro de vulnerável, Nego do Borel virou notícia internacional. A repercussão do caso, em que o cantor teria se aproveitado da embriaguez de Dayane Mello, ganhou destaque principalmente na Itália, país em que a modelo ficou conhecida ao ser uma das finalistas do “Grande Fratello VIP”, a versão italiana do “Big Brother”. O jornal Libero Quotidiano, publicado em Milão, ouviu ex-colegas de confinamento da artista que criticaram o comportamento do cantor. O jornal também utilizou manchetes críticas, classificando o ato como “horror”, “vídeos chocantes” e dedicou uma reportagem ao “que não foi ao ar na TV”. O Il Giornale noticiou o caso falando sobre “fortes investidas” de Nego do Borel contra a modelo e incluiu o posicionamento crítico de ex-participantes do “Grande Fratello Vip”, que torciam por uma intervenção jurídica no caso. E um dos principais jornais do país, o Corriere Della Sera, noticiou o escândalo com o título “Dayane Mello é assediada ao vivo: Nego do Borel é desclassificado”. O diário destacou que a decisão da Record em eliminar o cantor aconteceu após intensa pressão das redes sociais e da repercussão na mídia. O texto fala que os advogados da modelo estão “prontos para a batalha”. Com isso, o reality show da Record também ganhou fama mundial. A pior possível.
Com covid-19, Rodrigo Faro piora por estresse causado por “notícia falsa e mentirosa”
O ator e apresentador Rodrigo Faro, que testou positivo para covid-19 na sexta-feira (2/7), revelou ter piorado seu quadro de saúde devido à repercussão de uma notícia sobre sua ida ao SBT na quarta-feira passada. “Acabei piorando essa noite por conta do estresse por essa notícia falsa e mentirosa”, ele escreveu. Segundo afirmou o Notícias da TV, o apresentador não teria feito teste no ambulatório da emissora de Silvio Santos, como é praxe, ao visitar o local para uma ação de merchandising com Eliana. Em vez disso, teria se recusado e apresentado o resultado negativo de um exame que havia realizado no mesmo dia. O site ainda afirmou que ele circulou sem máscara e tirou fotos com funcionários do SBT que foram tietá-lo. Após o diagnóstico positivo da sexta, tanto a apresentadora quanto os mais de 30 funcionários da produção do programa de Eliana foram afastados do trabalho e submetidos a novos exames. O SBT obriga todos os visitantes a passarem por uma triagem no ambulatório antes de entrarem em suas dependências. Com Faro não foi diferente. Mas, de acordo com o relato do Notícias da TV, o apresentador da Record teria rejeitado o teste e mostrado um exame feito fora da emissora, que apontava negativo para coronavírus. Ainda de acordo com o site, no dia seguinte o apresentador começou a apresentar sintomas ao gravar seu programa semanal e, após novos exames, a contaminação foi confirmada na sexta. A Record teria afastado 40 funcionários. Em nota, a Record informou que “Rodrigo Faro faz teste antes de qualquer gravação. No dia [quarta], ele havia feito teste antes de ir para o SBT”. A emissora ressaltou que o resultado do exame tinha sido aceito pela rede de Silvio Santos antes de ele iniciar a gravação. Em seu Instagram, Faro também desmentiu a notícia de que tinha se recusado a fazer exame de covid, publicando o resultado negativo do teste que fez na quarta-feira. Ele avisou que seus advogados notificaram extra-judicialmente os responsáveis pela publicação original. “Todos os responsáveis por essa notícia falsa, caluniosa e mentirosa serão notificados por meu advogado e terão que se retratar. Notícia falsa é crime! No portal Uol e no Notícias da TV já tiraram a notícia falsa… Falta o pronunciamento do SBT falando verdade, que eu jamais me neguei a fazer o exame”, escreveu o apresentador. O pronunciamento do SBT veio no sábado (3/7), afirmando que Faro foi dispensado de fazer um segundo teste pela própria equipe da emissora e, apesar disso, não teria se recusado a realizá-lo em nenhum momento. O comunicado também afirma que, ao contrário da notícia publicada, ele ficou restrito às áreas de estúdio e camarim e não circulou pela emissora. E termina desejando “pronto restabelecimento do apresentador”. Com a confirmação do canal, Rodrigo Faro declarou: “Fake News desmentida!”. Ele agradeceu a todos os que apoiaram durante a repercussão da notícia nas redes sociais e disse que “agora vou cuidar da minha saúde e da minha família”.
Rodrigo Faro pega covid e deixa Record e SBT “em pânico”
O ator e apresentador Rodrigo Faro testou positivo para covid-19 nesta sexta-feira (2/7), cancelou as gravações de “A Hora do Faro”, da rede Record, e foi hospitalizado. Mas a Record não foi o único canal que ficou em suposto pânico com a notícia. É que Faro visitou o SBT na quarta (30/6) para uma ação de merchandising com Eliana. Segundo afirmou o Notícias da TV, o apresentador não teria feito teste no ambulatório da emissora de Silvio Santos, como é praxe, apresentando o resultado negativo de um exame que havia realizado no mesmo dia. Após o diagnóstico positivo desta sexta, tanto a apresentadora quanto os mais de 30 funcionários da produção do programa de Eliana foram afastados do trabalho. Eles serão submetidos a novos exames. O SBT obriga todos os visitantes a passarem por uma triagem no ambulatório antes de entrarem em suas dependências. Com Faro não foi diferente. Mas, de acordo com o relato do Notícias da TV, o apresentador da Record rejeitou o teste e mostrou um exame feito fora da emissora, que apontava negativo para coronavírus. Desde que esta regra foi implantada no SBT, Faro teria sido o único que conseguiu a exceção. Ele passou algumas horas na emissora gravando e tirando fotos com alguns funcionários, que aproveitaram a ocasião para tietá-lo sem máscaras. Ainda de acordo com o site, na quinta-feira (1/7) o apresentador apresentou sintomas ao gravar seu programa semanal e, um dia após novos exames, a contaminação foi confirmada na sexta. A Record precisou afastar 40 funcionários. Em nota, a Record informou que “Rodrigo Faro faz teste antes de qualquer gravação. No dia [quarta], ele havia feito teste antes de ir para o SBT”. A emissora ressaltou que o resultado do exame tinha sido aceito pela rede de Silvio Santos antes de ele iniciar a gravação. Em seu Instagram, Faro postou uma foto em que aparece deitado numa cama no hospital, acompanhada pela legenda “Vai dar tudo certo…” e um emoji de oração. Mas depois de ver a repercussão que a publicação do Notícias na TV criou nas redes sociais, ele se pronunciou de forma mais dura no Stories. “Todos os responsáveis por essa notícia falsa, caluniosa e mentirosa serão notificados por meu advogado e terão que se retratar. Notícia falsa é crime! No portal Uol e no Notícias da TV já tiraram a notícia falsa… Falta o pronunciamento do SBT falando verdade, que eu jamais me neguei a fazer o exame”, escreveu o apresentador. O pronunciamento do SBT veio no sábado (3/7), afirmando que Faro foi dispensado de fazer um segundo teste pela própria equipe da emissora, mas, apesar disso, jamais teria se recusado a realizá-lo. O comunicado também afirma que, ao contrário da notícia publicada, ele ficou restrito às áreas de estúdio e camarim e não circulou pela emissora. E termina desejando “pronto restabelecimento do apresentador”. Com a confirmação do canal, Rodrigo Faro declarou: “Fake News desmentida!”. Ele agradeceu a todos os que apoiaram durante a repercussão da notícia nas redes sociais, revelando que piorou por causa do estresse causado pela notícia. E avisou que seus advogados notificaram extra-judicialmente os responsáveis pela publicação original. “Agora vou cuidar da minha saúde e da minha família”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Faro (@rodrigofaro)
Eva Wilma (1933-2021)
A atriz Eva Wilma morreu neste sábado (15/5), aos 87 anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, em decorrência de um câncer no ovário. Ela estava internada desde o dia 15 de abril, inicialmente para tratar problemas cardíacos e renais, tendo descoberto o câncer apenas há 10 dias. Uma das atrizes mais queridas da TV brasileira, ela completou 70 anos de carreira em setembro passado. A longa jornada artística começou no início dos anos 1950, após chamar a atenção como bailarina clássica e atuar no Teatro de Arena. Sua primeira aparição nas telas foi em 1953, aos 20 anos, como estrela da série “Alô, Doçura”, inspirada no popular seriado americano “I Love Lucy”, que era encenada ao vivo na TV Tupi. A atração, que ficou uma década no ar, era coestrelada por John Herbert, com quem a atriz se casou em 1955. Eva também começou a aparecer no cinema em 1953, a princípio como figurante em comédias da Vera Cruz e da Multifilmes, mas já em dezembro daquele ano foi escalada em seu primeiro papel romântico, em “O Craque”, de José Carlos Burle. Mesmo assim, só virou uma estrela de cinema de primeira grandeza a partir de 1960. Começando por “Cidade Ameaçada” (1960), de Roberto Farias, ela se notabilizou em clássicos de temática urbana, como “O 5º Poder” (1962), de Alberto Pieralisi, “A Ilha” (1963), de Walter Hugo Khouri, e “São Paulo SA” (1965), de Luiz Sérgio Person. A Record a escalou em sua primeira novela em 1964, “Prisioneiro de um Sonho”, em que ela interpretou três papéis diferentes. Não foi a única vez que demonstrou seu talento com múltiplos personagens. Nove anos depois, ela estrelou a primeira versão de “Mulheres de Areia” (1973), em que viveu as famosas gêmeas Ruth e Raquel, na Tupi. De fato, bastou a primeira novela para Eva se tornar rainha do gênero, estrelando uma, às vezes até duas novelas por ano, quase interruptamente até os anos 2000. Um de seus desempenhos mais longos, “As Confissões de Penélope”, em que viveu a personagem-título ao lado do marido, durou quase um ano inteiro na Tupi, entre 1969 e 1970. Principal artista da Tupi, ela protagonizou os maiores lançamentos do canal durante a década de 1970 – incluindo ainda “A Revolta dos Anjos” (1972), “Barba Azul” (1974), “A Viagem” (1975), “Roda de Fogo” (1978) e “O Direito de Nascer” (1979). Engajada politicamente, também desafiou a ditadura militar, ao participar da histórica Marcha dos Cem Mil em 1968, e jamais deixou o teatro, fazendo várias peças entre as novelas. O fim da Tupi aconteceu junto com o fim de seu casamento e um breve retorno ao cinema com “Asa Branca: Um Sonho Brasileiro” (1980). Mas as mudanças no cotidiano não diminuíram seu ritmo. Eva se casou com outro ator, Carlos Zara (1930-2002), e trocou de canal. Sem perder um ano sequer fora das telas, estreou na Globo em 1980, com “Plumas & Paetês”, e não saiu mais. Emplacou um sucesso atrás do outro, marcando época com personagens como a Marquesa D’Anjou, de “Que Rei Sou Eu?” (1989), e a inesquecível vilã Altiva, com seu sotaque nordestino misturado com inglês na fictícia Greenville de “A Indomada” (1997). O maior hiato noveleiro de sua carreira foram os três anos que separaram “Fina Estampa”, em 2012, de “Verdades Secretas”, em 2015, mesmo período que a Globo demorou para chamá-la de volta para uma pequena participação em “O Tempo Não Para”, onde viveu Petra Vaisánen, seu último papel no canal em 2018. Apesar de afastada da telinha, ela não parou. Em setembro, aderiu às lives, apresentando-se dentro de casa com o espetáculo virtual “Eva, a live”, transmitido no YouTube e no Instagram. Mesmo após ser internada, em abril, ainda gravou uma narração para um filme inédito, “As Aparecidas”, de Ivan Feijó, que ainda não tem previsão de lançamento. “Nossa querida Vivinha recebe o derradeiro aplauso, tenho certeza, de todos os profissionais que tiveram o privilégio e a honra de trabalhar com ela”, escreveu Miguel Falabella, num belo tributo nas redes sociais, evocando seu primeiro trabalho profissional com o diva. “A primeira cena que dirigi, na TV Globo, foi com ela e Carlos Zara”, continuou. “Eu estava muito nervoso, era uma externa noturna complicada, com grua, carrinho e uma grande equipe à espera das decisões e dos planos do diretor. Quanta gentileza e generosidade recebi dessa querida colega! Gravamos, no final, uma linda cena e ela me disse que eu jamais me esqueceria de que ela tinha sido a primeira atriz que eu dirigira na televisão. Como poderia eu esquecer? Se as noites na Ilha do Governador eram preenchidas por seu talento nas inesquecíveis tramas da Tupi, onde ela reinou por anos, antes de mudar-se para a Globo. Como esquecer de tão brilhante carreira nos palcos e na tela? Estou com o coração partido e os olhos molhados. Mas estou de pé. E daqui, Eva querida, calejo as minhas mãos num eterno e interminável aplauso. Brava!”.
Polícia prende marido de MC Marcelly após denúncia de cárcere privado
Ex-integrantes do “Power Couple”, reality show da Record TV, o casal Frank Cavalcante e MC Marcelly viraram caso de polícia no fim de semana. O marido de MC Marcelly, que tem o nome verdadeiro de Francimar Jorge Cavalcante, foi preso em flagrante na tarde de domingo (2/5), na Zona Norte do Rio de Janeiro, por manter a cantora em cárcere privado. De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, os agentes foram procurados pelo irmão de Marcelly, que relatou que a cantora ligou, informando que estava sendo mantida trancada no apartamento pelo companheiro. Na delegacia, Marcelly confirmou ter sofrido agressões em meados de abril e rompido o relacionamento. Mas foi convencida a voltar para casa na quinta passada (27/4), levada a uma viagem contra sua vontade e trancada sem acesso ao próprio aparelho de telefone celular. Mesmo assim, ela conseguiu retomar provisoriamente o celular, quando ligou para o irmão pedindo ajuda. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar confirmou o chamado e disse que os policiais do 3º BPM precisaram arrombar a porta para conseguir entrar na residência. “No local, houve necessidade de arrombar a porta da residência na presença de testemunhas. A mulher foi encontrada e o homem foi detido”, diz o comunicado oficial. MC Marcelly e Frank Cavalcante ficaram juntos por 13 anos e participaram do “Power Couple” em 2017.
Edson Montenegro (1957 – 2021)
O ator Edson Montenegro morreu neste domingo (21/3), aos 63 anos, por complicações da covid-19. A informação foi confirmada por sua filha, Juliana Tavares, em publicação nos Stories do Instagram. “Meu pai descansou. Em nome de toda família, obrigada por toda corrente do bem em oração e toda energia positiva que emanaram”, ela escreveu. Montenegro foi diagnosticado com covid-19 no último dia 12. Ele estava internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Paulistano, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. Ele é conhecido por trabalhos como as novelas “Xica da Silva”, da Manchete, “Cúmplices de um Resgate”, do SBT, e “Apocalipse”, da Record, a minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, da Globo, e filmes como “Boleiros: Era Uma Vez o Futebol…” (1998), “Cidade de Deus” (2002) e “Mundo Deserto de Almas Negras” (2016). Também foi cantor, com disco gravado e muitos trabalhos em anúncios publicitários. A cantora Karin Hils, amiga de Edson, foi uma das primeiras a lamentar a perda nas redes sociais. “Parece que eu levei uma pancada na alma. Tá muito difícil de escrever. Vai com Deus, meu pai de mentirinha. Você vai fazer muita falta”, disse.
Agravamento da pandemia paralisa produções da Globo
O grande aumento dos números de contaminações e mortes da pandemia de coronavírus no Brasil fez a rede Globo paralisar as gravações de suas novelas e séries. Em um comunicado enviado à imprensa na semana passada, a emissora já tinha revelado preocupação com o estado atual da saúde pública e se comprometido a seguir os protocolos de segurança. “Com o decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro, os Estúdios Globo, que já seguiam num ritmo de produção menor do que o habitual, por conta de todas as precauções do protocolo de segurança, diminuirão ainda mais”, diz um dos trechos do comunicado. Nesta semana, a Globo optou por afastar todos os atores veteranos, que só poderão voltar aos estúdios depois de tomarem a segunda dose da vacina anti-covid. Com isso, Renata Sorrah teve de deixar o elenco de “Verdades Secretas 2″. As gravações da série de Walcyr Carrasco, que contariam também com a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”), estavam previstas para começar na segunda (8/3), mas foram adiadas. A paralisação também atingiu as gravações de “Quanto Mais Vida Melhor”, que já tinha iniciado a fazer externas. As novas temporadas das séries “Segunda Chamada” e “Aruanas” foram igualmente interrompidas, enquanto a superprodução “O Anjo de Hamburgo”, dirigida por Jayme Monjardim, passa por grande adaptação, com diminuição de figurantes, exclusão de externas e cortes de algumas cenas, com gravações realizadas sob forte protocolo exclusivamente nos Estúdios Globo. Para completar, ao suspender (novamente) as gravações de “Um Lugar ao Sol”, próxima novela das 9, a emissora decidiu reprisar “Império”, novela exibida originalmente em 2014 e premiada com o Emmy Internacional, como sucessora de “Amor de Mãe”. Já na Record, “Gênesis” mantém seu ritmo normal. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a produção vem pedindo apenas para que elenco e equipe não saiam de casa nas folgas.
Léo Rosa (1984 – 2021)
O ator gaúcho Léo Rosa, intérprete do repórter César na novela “Amor de Mãe”, morreu nesta terça-feira (9/3) após uma longa batalha contra o câncer. Depois de fazer algumas peças de teatro, ele se tornou nacionalmente conhecido em 2006 ao estrelar “Vidas Opostas”, uma das novelas mais bem-sucedidas da rede Record, onde fez par romântico com Maytê Piragibe. A boa audiência impulsionou sua carreira e o tornou um dos principais astros da emissora. Ele atuou em seguida em “Amor e Intrigas” (2007), “Promessas de Amor” (2009), “Rei Davi” (2012), “Balacobaco” (2012), “Milagres de Jesus” (2015) e “Escrava Mãe” (2016), que vem sendo reprisada atualmente todas as tardes. Além dos trabalhos na Record, ele participou de três filmes, “Podecrer!” (2007), “Faroeste Caboclo” (2013), “Por Trás do Céu” (2016), e da série “O Mecanismo” (2018-2019), da Netflix. O último papel foi a estreia na Globo, na primeira fase de “Amor de Mãe”, exibida em 2019. Léo Rosa também se destacou atrás das câmeras, dirigindo um videoclipe da cantora Maria Gadú, “Axé Accapella”, e feito assistência de direção em longas-metragens do cineasta Caio Sóh a partir de “Teus Olhos Meus” (2011). O convite para fazer a última novela veio logo após ele descobrir o câncer. O ator vinha lutando contra a doença desde 2018. Depois de passar por sessões de quimioterapia, ele adotou um estilo de vida mais saudável, vivendo longe da metrópole, em contato com a natureza, e chegou a afirmar que estava em processo de cura. Em entrevista do ano passado à Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele contou como foi parar na Globo. “Estava em casa no Natal e a Manuela (Dias, a autora) me ligou perguntando se eu teria condições de fazer este trabalho. Nem pensei, aceitei na mesma hora. A minha preparação foi basicamente conseguir chegar de pé e disposto ao estúdio. Quando a gente passa por algo tão forte como essa doença, meio que fica preparado para encarar qualquer outro desafio de peito aberto. Em meio a tanto sofrimento, sou muito grato por todo o aprendizado de vida que o câncer me deu. Hoje, por exemplo, eu não faço planos para o futuro. Eu vivo o hoje, o agora”, contou.
Marcos Mion deixa a Record
A Record decidiu romper contrato com Marcos Mion após uma das mais bem-sucedidas edições de “A Fazenda”. A informação foi revelada pelo colunista Flávio Ricco no R7 (que pertence à Record), mas foi Fefito quem apontou a suposta motivação da saída: os muitos desgastes com a direção do programa no ano passado. O apresentador mostrou insatisfação pública e chegou a chorar ao vivo depois de erros de apuração em provas e regras quebradas. Mion passou a manhã desta quarta (27/1) na sede do canal, na Barra Funda. Com a saída da Record, ele fica livre para negociar com outras emissoras. Nos últimos dias, rumores o colocaram na mira da Globo, que nos próximos meses perderá Faustão e possivelmente Luciano Huck e Angélica, se o apresentador do “Caldeirão do Huck” decidir entrar na política. Mion já teria proposta da Globo, por isso sinalizou que gostaria de deixar a emissora. Mion está na Record desde 2006, onde comandou os programas “Legendários”, “Ídolos”, “A Casa” e ainda fez novelas como “Bicho do Mato”. Nos últimos anos, foi o responsável por renovar o formato de “A Fazenda”, levantando a audiência do reality show a ponto de ter um projeto de talk show engavetado pelo canal, que pretendia deixá-lo exclusivamente naquela atração.
Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional
A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos
Jonas Mello (1937 – 2020)
O ator Jonas Mello, que participou de várias novelas e filmes clássicos, morreu na tarde de quarta (18/11), aos 83 anos, em seu apartamento no bairro de Santana, na Zona Norte de São Paulo. As informações foram confirmadas em uma publicação no Facebook do artista, feita por um amigo. A causa da morte, porém, ainda não foi divulgada. “Hoje infelizmente Jonas se foi, para tristeza de muitos. Fui seu amigo mais próximo nos últimos dez anos, pois me tornei seu ajudante para que entrasse no mundo digital, para que não ficasse parado no tempo. Tive o prazer de incluir ele no Facebook e ajudá-lo com seus e-mails”, escreveu Edson Brandão. Josefina Rodrigues de Mello, irmã do artista, disse à Agência Record que ele tinha uma rotina ativa e vivia sozinho. “Ele dirigia, fazia as compras, caminhava pelo bairro e estava bem para um senhor de 83 anos”, contou. Segundo ela, na tarde de ontem o ator ligou para um primo após passar mal. O parente foi até a casa e o encontrou morto na cama. O paulistano Jonas Mello estreou na TV em 1969, com “A Cabana do Pai Tomás”, da TV Globo, pouco depois de começar a carreira cinematográfica com “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula, clássico do cinema marginal. No cinema, também atuou em “Um Anjo Mau” (1971), de Roberto Santos, “Nenê Bandalho” (1971), de Emilio Fontana, “A Carne” (1975) e “Passaporte para o Inferno” (1976), ambos de J. Marreco, e “Que Estranha Forma de Amar” (1977), do autor de novelas da Tupi Geraldo Vietri, além de produções mais recentes como “O Cangaceiro” (1997), de Anibal Massaini Neto, e o premiado “Um Céu de Estrelas” (1996), de Tata Amaral. Nos anos 1970, também fez novelas da Tupi e da Record, como “Os Inocentes”, “Os Deuses Estão Mortos”, “O Tempo Não Apaga” e “Sol Amarelo”, chegando a viver os papéis-títulos de “Meu Rico Português”, “Os Apóstolos de Judas” e “João Brasileiro, o Bom Baiano”, entre 1975 e 1978. Com a implosão da Tupi em 1980, Jonas foi para a Globo, onde continuou sua carreira de sucesso. Em dois anos de contrato, fez nada menos que cinco novelas, “Os Gigantes”, “Chega Mais”, “Coração Alado”, “Baila Comigo” e “Terras do Sem-Fim”. Mas, acostumado a ser protagonista, preferiu trocar papéis de coadjuvantes nas produções da emissora carioca por desempenhos mais destacados em produções paulistas do SBT, Band, Gazeta e TV Cultura. Sem exclusividade, ainda encaixou “Partido Alto”, da Globo, e o fenômeno “Dona Beja”, da Manchete, entre uma série de projetos de diversos canais. A carreira itinerante lhe permitiu atuar em “O Outro”, “Bambolê”, “Barriga de Aluguel” e “Vila Madalena” na Globo, “Mandacaru” na Manchete, “Dona Anja”, “Amor e Ódio” e “Canavial de Paixões” no SBT, “Estrela de Fogo” e “A Escrava Isaura”, na Record, entre muitos outros trabalhos. Seus últimos papéis o levaram de volta à Globo, com participações em “O Astro”, “Salve Jorge” e “Flor do Caribe”. Esta novela de 2013, por sinal, é atualmente reprisada na emissora. A Record emitiu uma nota de pesar: “Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do talento deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira.”
Juliana Knust tentará curar pandemia em série da Record
A atriz Juliana Knust (de “Malhação” e “Apocalipse”) será a protagonista de “Ameaça Invisível”, série sobre uma nova pandemia, que a Record está desenvolvendo para 2021. De acordo com o colunista Fefito, a atriz interpretará Renata, uma médica empenhada em descobrir a cura para um misterioso vírus chamado Orto K9, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A personagem usará de métodos pouco convencionais e causará controvérsia. O elenco ainda destaca Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia” como o chefe da médica. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”) e Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”). A produção também buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) com colaboração de Vitor de Oliveira (“Jesus”) e terá ao todo 12 episódios. A ideia é, além de retratar uma pandemia global, contar uma história policial e de suspense. As gravações devem começar em breve com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).
Ameaça Invisível: Record fará série sobre pandemia
A rede Record está desenvolvendo “Ameaça Invisível”, uma série de suspense sobre uma pandemia causada por um vírus misterioso. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) e Vitor de Oliveira (“Jesus”) e encontra-se em fase de escalação de elenco. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”), Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”) e Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia”). Apesar do alinhamento do canal com o governo Bolsonaro, a pandemia da história não será retratada como uma “gripezinha” nem “conversinha”. Mas tampouco será a covid-19. Na trama, os personagens enfrentarão um vírus fictício chamado “Orto K9”, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A ideia é retratar uma pandemia global e, para isso, a produção buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. Serão ao todo 12 episódios. As gravações devem começar no começo de 2021 com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).












