Esquadrão Suicida não entrega o que promete
Após o banho de água fria provocado por “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, “Esquadrão Suicida” prometia um tom diferente para o universo que a DC está construindo nos cinemas, uma espécie de resposta à concorrência já consolidada da Marvel. Mas, lamentavelmente, a tentativa não rendeu o esperado na tela. Espécie de sequência direta dos eventos trágicos envolvendo a figura do Superman (Henry Cavill), “Esquadrão Suicida” inicia com a exposição dos planos da implacável Amanda Waller (Viola Davis), oficial da CIA que recomenda ao presidente a escalação de um time composto pelos maiores criminosos do país para combater uma entidade que pretende cobrir o mundo com trevas e converter humanos em soldados monstruosos. O time? Floyd Lawton (Will Smith), conhecido como Pistoleiro, um matador de aluguel com uma filha de 11 anos; Harleen Quinzel (Margot Robbie), que adotou o nome Arlequina ao se tornar a companheira de Coringa (Jared Leto); George Harkness (Jai Courtney), o Capitão Bumerangue, Waylon Jones (Adewale Akinnuoye-Agbaje), o Crocodilo; Chato Santana (Jay Hernandez), apelidado de El Diablo e com habilidades em incendiar tudo ao redor; e Christopher Weiss (Adam Beach), também chamado de Amarra. Ainda que Weller tenha implantado um chip capaz de causar a morte instantânea com o comando em um aplicativo sob o seu controle, é necessário trazer a bordo um líder capaz de supervisionar o temperamento de figuras que podem a qualquer momento trair o acordo de salvar o dia por uma redução de pena. Para isso, é escalado o soldado Rick Flag (Joel Kinnaman), namorado da arqueóloga June Moone (Cara Delevingne), possuída por um espírito milenar que cumpre um papel importante na ação. Outra adição que possui um bom caráter é Katana (Karen Fukuhara), japonesa extremamente habilidosa com espadas. Com a leva inesgotável de mutantes e justiceiros zelando pela sobrevivência da humanidade, “Esquadrão Suicida” trazia como possibilidade uma visão ainda pouco explorada nas adaptações de quadrinhos, na qual a moralidade surge distorcida, quando a prática do bem não parece uma alternativa clara para reverter a arquitetura do caos. Algo recentemente testado com sucesso em “Deadpool”, que tinha um anti-herói como protagonista. O passo de “Esquadrão Suicida” sugeria ser o mais largo, com um material promocional regado na piração e com um diretor, David Ayer, que entende a linguagem dos personagens marginalizados, das escórias da sociedade, como já demonstrou em seu roteiros de “Dia de Treinamento” (2001), “Tempos de Violência” (2005) e “Marcados para Morrer” (2012). Porém, o peso da insanidade parece ter recaído somente sobre os ombros de Margot Robbie, que supera todas as expectativas como uma delinquente que desejava apenas ter uma vida de comercial de margarina com o seu amado de sorriso nefasto – o Coringa, aliás, deve ter ficado com a maior parte de sua participação perdida na ilha de edição, ao julgar por suas intervenções de caráter quase figurativo. Além de uma encenação branda da violência, “Esquadrão Suicida” não é competente nem ao introduzir os seus personagens para o público. Confuso, o primeiro ato acredita que uma playlist de rock e cartilhas ininteligíveis dão conta de carregar todo o histórico de cada um. Igualmente mal resolvido é o desejo da Warner de fazer um “Os Vingadores” dos vilões, forçando um sentimento de amizade e companheirismo que definitivamente inexiste entre os personagens. Ao final, o efeito provocado por “Esquadrão Suicida” é como uma promessa de embriaguez épica, que só no primeiro gole revela ser patrocinada por cerveja sem álcool.
Luke Cage: Episódios da série terão títulos de músicas do grupo de rap Gang Starr
O criador da série “Luke Cage”, Cheo Hodari Coker (produtor de “Ray Donovan”), já tinha mencionado sua intenção de fazer com que cada episódio da série tivesse o título de um rap conhecido. Mas, aparentemente, sua homenagem pode ficar restrita ao trabalho da dupla Gang Starr, formada pelo falecido rapper Guro e o DJ Premier, pioneiros da fusão entre jazz e rap em Nova York. Na sexta-feira (29/7), Coker revelou no Twitter os títulos dos três primeiros episódios da série, que vão se chamar “Moment of Truth”, “Code of the Streets” e “Who’s Gonna Take the Weight?”. Todos são títulos de músicas do Gang Starr, de álbuns lançados entre 1991 e 1998. Entretanto, o trailer divulgado pelo Netflix durante a San Diego Comic-Con trouxe o super-herói da Marvel em ação ao som do clássico “Shimmy Shimmy Ya”, do também falecido rapper Ol’ Dirty Bastard. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage será vivido por Mike Colter, que já apareceu no papel na série “Jessica Jones”. Além de Colter, a atração também trará de volta Rosario Dawson como a enfermeira Claire Temple, e introduzirá sua mãe, Soledad Temple, que será interpretada pela brasileira Sonia Braga (“Aquarius”). O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight e vilões vividos por Mahershala Ali (série “House of Cards”), Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Letras do rapper Notorious B.I.G. vão virar série de comédia
O canal pago americano TBS, voltado para a comédia, vai produzir uma série inspirada nas letras do rapper The Notorious B.I.G., assassinado em 1997, aos 24 anos, no auge de seu sucesso. Intitulada “Think B.I.G.”, a série vai acompanhar um jovem da periferia que tenta desesperadamente conseguir dinheiro para ajudar sua família, incluindo seus dois filhos pequenos. A carreira de Christopher “Biggie” Wallace já rendeu uma cinebiografia, intitulada “Notorious” (2009) e estrelada por Jamal Woolard. O mesmo ator vai repetir o papel na cinebiografia de Tupac Shakur, intitulada “All Eyez on Me”, ainda sem previsão de estreia. Já a série “Think B.I.G.” deve estrear em 2017 nos EUA, com produção da empresa Mass Appeal, responsável pelo documentário de hip-hop “Fresh Dressed” (2015).
The Get Down: Série de hip-hop de Baz Luhrman ganha novo trailer empolgante
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo trailer de “The Get Down”, série sobre a origem do hip-hop criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), que tem tudo para ser o que “Vinyl” prometia. A prévia mostra uma reconstituição de época apurada, do figurino ao tom contraditório de miséria e festa dos anos 1970, destacando breakdancers, DJs e a febre da discoteca, mas também uma trama paralela, envolvendo uma cantora de gospel e seu pai conservador (vivido por Giancarlo Esposito, da série “Breaking Bad”). Apesar de acompanhar personagens fictícios, o trailer empolgante revela a incorporação de fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. A série vai se passar no berço do hip-hop, no bairro negro do South Bronx, em Nova York, no começo dos anos 1970, girando em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos que são “nadas e ninguéns”, mas que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços do Bronx para a cena artística do SoHo, ao palco do CBGB e às pistas de dança do Studio 54. O elenco ainda inclui Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”), Justice Smith (“Cidades de Papel”) e uma nova geração de atores negros e latinos, entre eles o estreante Mamoudou Athiem, intérprete de Grandmaster Flash. O rapper Nas também foi alistado como produtor da série, que estreia em 12 de agosto.
Esquadrão Suicida: Novo trailer destaca a trilha e revela mais sobre a missão dos vilões
A Warner Bros. divulgou uma nova prévia de “Esquadrão Suicida”, repleta de cenas inéditas, com destaque para as músicas da trilha sonora da produção. Concebido para a San Diego Comic-Con, o trailer também revela mais detalhes sobre a missão e as criaturas que os vilões vão enfrentar. O longa acompanha um grupo de supervilões alistados pelo governo para uma missão suicida, em troca da redução de suas sentenças. A lista de personagens inclui Pistoleiro (Will Smith, também de “Golpe Duplo”), Arlequina (Margot Robbie, de “Golpe Duplo”), Coringa (Jared Leto, de “Clube de Compra Dallas”), Rick Flagg (Joel Kinnaman, de “RoboCop”), Capitão Bumerangue (Jai Courteney, de “Divergente”), El Diablo (Jay Hernandez, de “O Albergue”), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje, de “Pompeia”), Katana (a estreante Karen Fukuhara), Amarra (Adam Beach, de “A Conquista da Honra”), Magia (Cara Delevingne, de “Cidades de Papel”) e Amanda Waller (Viola Davis, da série “How to Get Away with Murder”), responsável por juntar essa turma barra-pesada. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Esquadrão Suicida ganha segundo clipe de sua trilha sonora, repleto de rappers
A Atlantic Records divulgou um novo clipe da trilha sonora de “Esquadrão Suicida”. Como o anterior, também se passa num cenário de prisão e intercala os artistas com cenas do filme dos supervilões. Por sinal, a gravação da música “Sucker for Pain” reúne um verdadeiro esquadrão. A partir de uma base providenciada pela banda Imagine Dragons, o microfone passa pelas mãos dos rappers Lil Wayne, Wiz Khalifa, Ty Dolla $ign, Logic e da banda X Ambassadors. A Warner está apostando forte na sinergia com sua divisão musical, o que ajuda a alimentar o burburinho em torno do filme. Serão, ao todo, três clipes. O próximo, dedicado ao Coringa, é esperado para as próximas semanas. Intitulado “Purple Lamborghini”, o vídeo vai juntar o produtor Skrillex e o rapper Rick Ross, e contará com uma participação especial de Jared Leto como o vilão, gravada especialmente para acompanhar a música. A trilha sonora completa será lançada em 5 de agosto, enquanto o filme, escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
All Eyez on Me: Cinebiografia do rapper Tupac Shakur ganha primeiro teaser
A Open Road divulgou o primeiro teaser de “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur. A prévia explora a semelhança física entre o rapper e o ator Demetrius Shipp Jr., novato que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O elenco também destaca a atriz Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”) como a mãe de Tupac, Afeni Shakur, que foi uma militante dos Panteras Negras e passou sua gravidez na prisão, além de Kat Graham (série “The Vampire Diaries”) como a atriz Jada Pinkett e Jamal Woolard, repetindo o papel do rapper Notorious B.I.G. que interpretou na cinebiografia “Notorius” (2009). A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão e também a uma rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo – e gravando, como mostram os diversos discos póstumos que continuam a ser lançados. Com direção de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais, “All Eyez on Me” estreia em 16 de junho de 2017 nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Racionais MCs lançam novo clipe com clima de filme policial
Famosos por letras impactantes e bastante descritivas, que materializam histórias verídicas da periferia, os Racionais MCs aprimoraram a abordagem narrativa em seu novo clipe, “Um Preto Zica”. Em vez de aparecerem declamando a letra ou girando discos, Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay atuam no vídeo, que gira em torno de um encontro num bar, caguetado por um traíra, o preto zica do título. A mensagem do informante mobiliza a polícia em torno do bar, mas o vídeo, de pouco mais de dois minutos, prefere avançar a trama e, sem mostrar o confronto policial, revela o desfecho com o traidor de joelhos, cercado pelo quarteto racional, numa lição sobre a justiça da favela. Primeiro clipe do álbum “Cores e Valores”, lançado em 2014, “Um Preto Zica” tem direção do paulista Konrad Cunha Dantas, mais conhecido como Kondzilla, que gerou milhões de visualizações em seu canal no YouTube com clipes de funk – onde é possível ver vídeos de MC Boy do Charmes, MC Nego Blue, MC B.Ó. e Karol Conka, entre muitos outros. Kondzilla também assinou o roteiro do clipe. Declarando desejo de continuar a parceria, ele afirma ter histórias já escritas para novos vídeos dos Racionais.
Playlist: 36 clipes de rap old school dos anos 1980 e 1990
A semana marcou a perda do rapper americano Phife Dawg, integrante do grupo A Tribe Called Quest, pioneiro do hip-hop alternativo. Ele morreu na terça-feira (22/3) aos 45 anos, devido a complicações de diabetes tipo 1. Um dos primeiros grupos a juntar jazz e rap, A Tribe Called Quest surgiu em meados dos anos 1980, integrando, ao lado de De La Soul, Jungle Brothers e Queen Latifah uma geração inovadora de Nova York, que buscou outros ritmos, rimas e atitudes mais positivas para o hip-hop. Seus discos se tornaram bastante influentes, mas eles também tiveram referências de outros artistas da época. A seleção de clipes abaixo resgata esse período chave do rap, numa sequência de batidas de funk e jazz pulsantes.
Racionais MC’s planejam cinebiografia
O grupo de rap Racionais MC’s deve ganhar um filme em breve. Edi Rock revelou a novidade no quarto episódio da série documental “Histórias do Rap Nacional”, exibida pela TV Gazeta e apresentada pelo ex-“CQC” Ronald Rios. “Já tem projeto (o filme), já está nos bastidores. Vamos fazer roteiro ainda, estamos em negociações”, explicou Edi Rock, um dos fundadores da banda. Vale lembrar que o filme “Straight Outta Compton: A História do NWA” foi produzido pelos fundados do NWA, Ice Cube e Dr. Dre, e virou um dos maiores sucessos de 2015 nas bilheterias dos EUA. Além dessa novidade, os shows da turnê comemorativa dos 25 anos da banda, que lançou seu primeiro álbum em 1990, vão virar DVD. O material já está em processo de edição – além de concorrer ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Formada por Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay, a banda Racionais MC’s surgiu em São Paulo em 1988, tornando-se rapidamente um dos grupos mais influentes do rap brasileiro.
Vital Signs: Apple desenvolve sua primeira série em parceria com Dr. Dre
A Apple vai produzir sua primeira série. Segundo o site The Hollywood Reporter, a empresa de tecnologia está trabalhando no projeto em parceria com o rapper e produtor Dr Dre, co-fundador da banda N.W.A. e da marca de fones de ouvido Beats, que foi comprada justamente pela Apple em 2014. Intitulada “Vital Signs”, a série vai contar com seis episódios, mas seu tema está sendo mantido em sigilo. Tudo indica se tratar de uma semi-autobiografia de Dre. Neste sentido, o projeto poderia até ser encarado como continuação do bem-sucedido filme “Straight Outta Compton – A História do NWA”, que termina com Dre indo abrir sua gravadora. Produzido pelo rapper, o longa arrecadou U$ 200 milhões em bilheteria e foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Entretanto, o Hollywood Reporter acredita que o projeto pode optar por dispensar um ator principal e ser povoado pelas fantasias do verdadeiro Dre. O próprio Dre selecionou a equipe responsável pela criação da série, incluindo o roteirista Robert Munic (filme “Veia de Lutador” e série “Empire”), que assina todos os seis capítulos. Por sua vez, a direção dos episódios está a cargo do veterano diretor de clipes Paul Hunter, que gravou vídeos para Michael Jackson, Britney Spears e Jennifer Lopez, além de ter realizado o filme “O Monge à Prova de Balas” (2003). A distribuição será feita, provavelmente, por meio da Apple Music, o serviço de streaming da empresa, mas ainda não está claro se a Apple TV, o iTunes e até mesmo algum distribuidor tradicional de televisão estarão envolvidos. Tanto a Apple quando o rapper não quiseram comentar o assunto. A primeira temporada será lançada integralmente de uma vez, como é feito pelos serviços de streaming da Amazon e Netflix. A iniciativa, inclusive, posiciona a Apple para entrar na disputa das produções de séries originais com os dois gigantes do mercado. A Apple já demonstrando interesse no segmento de streaming de audiovisual há certo tempo, tendo rendido alguns experimentos, como a transmissão de um show da cantora Taylor Swift no Apple Music. Mas “Vital Signs” será o primeiro investimento concreto da empresa de tecnologia na produção de uma série.
Atriz de The Walking Dead será a mãe de Tupac Shakur no cinema
A atriz Danai Gurira (Michonne na série “The Walking Dead”) juntou-se ao elenco da cinebiografia do rapper Tupac Shakur, “All Eyez on Me”. Segundo o site Deadline, ela vai interpretar a mãe de Tupac, Afeni Shakur, que foi uma militante dos Panteras Negras e passou a gravidez na prisão. A produção já está sendo filmada em Atlanta, na Georgia – mesmo estado americano em que transcorre a série “The Walking Dead” – , e será estrelada por Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e que chama atenção pela semelhança física com o rapper. A direção está a cargo de Benny Boom, outro estreante, que fez carreira como diretor de videoclipes e comerciais. E a própria Afeni Shakur é uma das produtoras. O filme pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que o levaram à prisão e também à morte. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio. E desde sua morte se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido – o que explicaria a vasta quantidade de músicas inéditas de seu repertório póstumo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.
Cinebiografia do rapper Tupac contrata protagonista
O filme “All Eyez on Me”, cinebiografia do rapper Tupac Shakur, contratou o seu protagonista. Segundo o jornal The New York Times, o escolhido foi Demetrius Shipp Jr., ator novato, que participou do reality “#unlock’d” e estreará no cinema. O fator decisivo teria sido a semelhança física, que é impressionante. O jovem ator, inclusive, já começou a postar fotos nas redes sociais em que destaca sua semelhança (veja acima). Numa delas, chegou a posar com o ator Jamal Woolard, que interpretou o rival de Tupac, Notorious B.I.G., no filme “Notorious” (2009). Jamal vai voltar a viver B.I.G. em “All Eyez on Me”. A direção do filme está a cargo de Benny Boom, que tem uma carreira destacada como diretor de videoclipes e comerciais. A produção pretende mostrar todos os lados de Tupac, com ênfase no sucesso, mas sem esconder as controvérsias, que lhe levaram à prisão e também a uma rivalidade com Notorious B.I.G. Tupac morreu em 1996, aos 25 anos, em um tiroteio fruto dessa rivalidade. Um ano depois foi a vez de B.I.G. ser assassinado, numa suposta vingança. Desde sua morte, Tupac se tornou um ícone, aparecendo em diversos produtos e inspirando teorias de conspiração sobre ter sobrevivido ao atentado contra sua vida. Assim como Elvis, ele também estaria vivo. “All Eyez on Me” ainda não tem previsão de estreia.












