Atriz negra de “Cleópatra” rebate críticas: “Não existe blackwashing”
A atriz Adele James, do docudrama “Queen Cleópatra”, da Netflix, rebateu as críticas à produção durante uma participação no “The Wayne Ayers Podcast”. A obra foi processada pelo advogado egípcio Mahmoud al-Semary por retratar a governante como negra. Além disso, a polêmica tem rendido diversos comentários racistas nas redes sociais, alguns deles acusando a produção de “blackwashing”, uma versão reversa de “whitewashing” (expressão que significa embranquecer elencos ou figuras históricas numa “limpeza étnica”). Durante o podcast, James respondeu às críticas afirmando que “não existe blackwashing”. Entretanto, a atriz reconheceu que alguns dos críticos também incluíam egípcios. Para ela, eles provavelmente foram motivados por “auto-aversão” ou por se sentirem “ameaçados pela negritude”. Sobre a ação judicial, a atriz comentou que a considera “engraçada” e uma “reação extrema”, enraizada no racismo. “Eu acho bastante engraçado o nível de ameaça que você deve sentir apenas com base na cor da minha pele para mover uma ação judicial contra um serviço de streaming inteiro. Para mim, isso é realmente extremo. É uma reação muito extrema e está 100% fundamentalmente enraizada no racismo, que é uma ideologia muito moderna”, disse a atriz. “Os antigos egípcios não pensavam em raça do jeito que pensamos hoje, porque a raça só foi contextualizada como entendemos após o comércio de escravos transatlânticos. Simplesmente não era assim que as pessoas pensavam naquela época, certo? Então, é realmente bizarro, mas para mim é, mais uma vez, muito triste. Sinto tristeza por eles”, completou. Por conta da polêmica, a Netflix está envolvida em um processo ajuizado na Procuradoria Pública do Egito por “falsificar a identidade egípcia”. A ação ainda pede que a plataforma de streaming seja banida no país, afirmando que as produções de seu catálogo não estão de acordo com os “valores e princípios islâmicos”. Os acadêmicos egípcios defendem que Cleópatra nasceu em Alexandria em 69 a.C. e pertencia a uma dinastia de origem macedônica (grega), os Ptolomeus, o que explicaria porque costuma ser retratada com a pele clara. No entanto, por mais que se saiba que o pai de Cleópatra era de origem greco-macedônica, a etnia da mãe da rainha não é conhecida e poderia incluir uma herança miscigenada. Ainda assim, a tradição da dinastia era privilegiar suas origens gregas, tanto que a capital do reino se chamava Alexandria, em homenagem a Alexandre, o Grande. “Nós fizemos nossa pesquisa. É um docudrama pelo amor de Deus, então eu realmente não sinto mais a necessidade de, tipo, defender a série”, completou James, aludindo ao fato de que estudiosos acadêmicos aparecem comentando os detalhes da produção. A maioria dos acadêmicos convidados pela produção garante, na própria série, não ser possível afirmar que Cleópatra era negra – ou totalmente branca. Apenas uma voz afirma o contrário. A professora Shelley P. Haley, de Estudos Africanos na Hamilton College, defendeu: “Eu lembro da minha avó dizendo para mim: ‘Eu não ligo para o que te ensinaram na escola, Cleópatra era negra'”. O documentário integra o programa “Rainhas Africanas”, de Jada Pinkett Smith (“Red Table Talk”), e chegou na Netflix na quarta-feira (10/5).
BBB 23: Sarah Aline é alvo de ataques após mudança no visual
Sarah Aline resolveu dar uma repaginada no visual antes de participar da final do “BBB 23”, que vai ao ar na noite desta terça-feira (25/4) na Globo. Apesar de ser bastante elogiada pelas novas tranças loiras, a transformação gerou críticas e comentários racistas nas redes sociais. Acontece que algumas pessoas acreditam que a ex-sister não poderia ter “trocado sua identidade” por ser uma mulher negra. Ao invés de se tornar loira, eles afirmam que a psicóloga deveria usar seu cabelo natural. “Uai, não entendi. Primeira oportunidade que tem de mudar o visual me coloca tranças loiras? Tô ficando doido, acho”, criticou um usuário do Instagram, nos comentários do Choquei. “Ué, cadê a aceitação? Cara, admiro a Aline [Wirley], não tem vergonha em mostrar seu cabelo, pra mim é exemplo”, disse outra. “Quando uma influencer esses dias colocou trança foi acusada de apropriação cultural, mas a Sara colocar tranças loiras todo mundo passa pano?! É cada uma viu”, reclamou um terceiro. “Militou tanto contra o racismo e no final coloca tranças loiras… não entendi”, escreveu mais uma. Por outro lado, diversos internautas saíram em defesa de Sarah Aline e ainda apontaram o racismo explicito sofrido pela psicóloga. “Que gentinha amarga nos comentários! Deus me livre. É cada comentário tosco. Tá linda, Sarah”, declarou um perfil. “Cabelos de ouro da rainha Sarah Aline. Tão reluzentes quanto você, Sarinha. Ficou lindo”, se encantou uma usuária do Twitter. “Mulheres pretas, por favor, continuem pintando suas coroas loiras. Vocês não fazem ideia do acontecimento”, pediu mais uma. “Sarah maravilhosa sempre, aí vem uns comentários sem noção: ‘Por que não usa black?’, ‘Ué tá loira, cadê militância?’. Gente, mulheres pretas são livres e vamos usar o cabelo que a gente quiser ou até ficar carecas. Simplesmente deixem de serem chatos e aceitem essa chuva de beleza”, rebateu outra. Mulheres pretas por favor continuem pintando suas coroas loiras, vcs não fazem ideia do acontecimento🥹🥹🥹🥹🥹♥️♥️♥️♥️♥️♥️♥️♥️ — ariel (@saturnodesaia) April 25, 2023 Cabelos de ouro da rainha Sarah Aline. Tão reluzentes quanto vc sarinha. Ficou lindo 😍 — silvia_lee 🦁 (@easyf_f) April 25, 2023 A trancista da Sarah Aline é artista demais! #bbb23 pic.twitter.com/neszoGCKZW — Babi™️ (@babi) April 25, 2023 Sarah maravilhosa sempre aí vem uns comentários sem noção … Pq não usa black? Ué tá loira cadê militância? Gente mulheres pretas são livres vamos usar o cabelo que a gente quiser ou até ficar carecas. Simplesmente deixem de serem chatos e aceitem essa chuva de beleza. — *Aninha Flor🌸 * (@florkrioca) April 25, 2023 SARAH ALINE ENTENDA VOCE É UMA DEUSA pic.twitter.com/riGK9wTR1w — Higu | 🌧 viúva de sarvviel (@jeongcarrot) April 25, 2023 Sarah Aline DEUSA demais pic.twitter.com/FCVXiPrldY — cleytu (@cleytu) April 25, 2023 A transformação do cabelo da Sarah Aline está um luxo pic.twitter.com/FjRa0868c2 — ɢᴜ #BBB23 🪰🥬🦁⚓🤿 (@gustavotuitaa) April 25, 2023
Documentário da Netflix com Cleópatra negra gera polêmica no Egito e nas redes sociais
Um documentário em desenvolvimento na Netflix, “Queen Cleopatra”, com a britânica Adele James no papel principal, tem gerado polêmica nas redes sociais e também no Egito, onde Cleópatra reinou. A discussão sobre as origens da figura histórica, apresentada como negra no documentário, estimulou comentários racistas. A atriz se manifestou no Twitter contra os ataques, dizendo: “se você não gosta do elenco, não assista”. Os debates sobre como Cleópatra é representada na tela não são recentes e isso ocorre pelas dúvidas em relação às origens da monarca. Como o tema é polêmico, as discussões logo partiram para comentários racistas. Por conta disso, a Netflix optou por fechar os comentários do trailer no YouTube. Já Adele James foi ao Twitter dizer que comportamentos racistas não seriam tolerados. “Para sua informação, esse tipo de comportamento não será tolerado em minha conta. Você será bloqueado sem hesitação!!! Se você não gosta do elenco, não assista. Ou assista e aprenda com opiniões (especializadas) diferentes da sua. De qualquer maneira, estou com gás e continuarei assim!”, declarou a atriz. Com relação a escolha racial, o site promocional da Netflix citou Jada Pinkett Smith, produtora executiva, fazendo referência às origens de Cleópatra. “Não costumamos ver ou ouvir histórias sobre rainhas negras, e isso foi muito importante para mim, assim como para minha filha e para minha comunidade poder conhecer essas histórias porque existem muitas!”, observou ela. Só que a discussão foi parar na justiça egípcia. Isso porque um advogado teria apresentado uma queixa exigindo que medidas legais fossem tomadas para bloquear a Netflix no Egito e para impedir que o programa fosse ao ar. A denúncia alega que o documentário viola as leis de mídia do país. É que acadêmicos egípcios afirmam que Cleópatra nasceu em Alexandria em 69 a.C. e pertencia a uma dinastia de origem macedônica (grega), os Ptolomeus, além de ser descendente de europeus, o que explicaria porque costuma ser retratada com a pele clara. No entanto, por mais que se saiba que o pai de Cleópatra era de origem greco-macedônica, a etnia da mãe da rainha não é conhecida e poderia incluir uma herança miscigenada. Ainda assim, a tradição da dinastia era privilegiar suas origens gregas, tanto que a capital do reino se chamava Alexandria, em homenagem a Alexandre, o Grande. Ela teve um filho com Júlio César, que foi assassinado por ordem do primeiro imperador de Roma, Otaviano. O documentário integra o programa “Rainhas Africanas”, de Jada Pinkett Smith, e estreia no dia 10 de maio. Confira o trailer da produção da Netflix abaixo. Just FYI, this kind of behaviour won’t be tolerated on my account. You will be blocked without hesitation!!! If you don’t like the casting don’t watch the show. Or do & engage in (expert) opinion different to yours. Either way, I’M GASSED and will continue to be! 🕺🏽🕺🏽🕺🏽 pic.twitter.com/zhJjaUkxyc — Adele James (@Adele_JJames) April 13, 2023
Morgan Freeman causa polêmica ao dizer que termo afro-americano é insulto
Uma entrevista do Morgan Freeman ao jornal britânico The Times tem gerado polêmica pelas declarações do ator de 85 anos. Negro, ele disse que não gosta que se refiram a ele como “afro-americano” (que se refere a americanos com ascendência africana) e acrescentou que o termo é um “insulto”. Freeman ainda criticou o mês da história negra, celebrado em fevereiro nos EUA, que também seria “um insulto”. Na entrevista, Freeman disse: “‘Afro-americano’ também é um insulto. Não me identifico com esse termo. Os negros foram chamados de nomes diferentes desde a ‘palavra com N’ (insulto racial grave na língua inglesa) e não sei como essas coisas pegam tanto, mas todo mundo usa ‘afro-americano’. O que isso realmente significa? A maioria dos negros nesta parte do mundo são mestiços”. Ele comparou o termo com outros títulos, como irlandeses-americanos ou ítalo-americanos, que se referem ao país e não ao continente, como ocorre em “afro-americano”. “Você diz África como se fosse um país quando é um continente, como a Europa.” Freeman ainda exemplificou que as pessoas falam “ítalo-americanos” e não “euro-americanos”. Sobre o mês da história negra, o ator disse: “É um insulto. Você vai relegar minha história a um mês?”. Apesar disso, o vencedor do Oscar declarou que tem orgulho de ser negro e concordou com uma fala do colega Denzel Washington, que disse: “Tenho muito orgulho de ser negro, mas negro não é tudo o que sou”. Esta não é a primeira polêmica envolvendo Morgan Freeman e as questões raciais. Em 2005, ele declarou que o único jeito de acabar com o racismo seria não falando sobre ele. Frequentemente, o vídeo com a fala é compartilhado nas redes sociais com intuito de diminuir pautas raciais. No entanto, em 2020, Freeman utilizou suas redes sociais para dar voz ao movimento “Black Lives Matter” (Vidas Negras Importam). Em um post no Instagram ele trouxe a legenda: “Lutar pela igualdade é uma celebração da independência. Lutar por vidas negras é uma celebração da independência”.
Equipe de Bruna Griphao chama VAR e rebate acusações de racismo no BBB 23
A equipe de Bruna Griphao rebateu na noite de quarta-feira (5/4) as acusações de racismo contra a atriz, encampadas pela equipe de Sarah Aline, que inclusive ameaçou dar entrada em queixa criminal. A sister teria feito uma suposta rima polêmica no “BBB 23” numa brincadeira com as aliadas do Deserto, só que, como demonstra seu perfil oficial, não teria relação alguma com nenhuma pessoa específica, muito menos com o último Jogo da Discórdia. Como tem sido prática nesta edição, a cena foi cortada, tirada de contexto e explorada por páginas de fofoca para parecer um ataque racista à psicóloga Sarah Aline, que protagonizou um embate com a atriz na noite de segunda (3/4) durante a dinâmica. As páginas de fofoca exploraram o fato de a palavra “banana” ser dita por Bruna numa sequência de rimas que incluiu “jogo confortável”, algo que ela acusou Sarah de fazer na Discórdia. Esta foi a ligação usada pelos detratores para associar a fala com Sarah e levantar a acusação de racismo. Entretanto, o momento da rima aconteceu bem antes da Discórdia, enterrando a tese maldosa. No Twitter, a equipe da atriz rebateu as acusações, chamou o VAR e contextualizou o caso, que também envolve rimas de Larissa Santos, Amanda Meirelles e Aline Wirley. “Mais uma vez, estamos aqui para fazer um VAR e defender Bruna de mais uma acusação infundada de racismo. Dessa vez não só a torcida adversária, como os perfis e a imprensa, decidiram noticiar que Bruna teria referido a palavra banana para Sarah, o que é uma fake news”, escreveu a equipe no Twitter. “Essa tentativa de colocar a Bruna como algo que ela não é já passou dos limites. Divulgam um corte do vídeo e tiram suas próprias conclusões, quando não há nada além de uma rima, onde Bruna lembrou uma palavra que é uma comida que vê o tempo todo na Xepa e no VIP.” Ao apresentar um trecho maior do vídeo, os administradores reforçaram que não se trata de uma indireta à sua rival do Fundo do Mar. “Em momento algum, como podem ver, ela se referiu a Sarah. Quem acompanhou a Bruna, sabe que ela nunca acerta uma rima direito nessa brincadeira e que fala qualquer palavra. Não é a 1ª vez que ela fica tentando rimar e fala uma palavra nada a ver no meio. Nessa situação, ela ficou rimando mais de 10 min, inclusive na hora que usou banana, as meninas falam que a rima ficou muito ruim”, acrescentou com outros vídeos. “Ainda sobre o uso do termo ‘confortável’ (dito por Bruna para Sarah na Discórdia), [Ricardo] Alface já havia dito que não teria jogo confortável pra ninguém e a palavra virou inclusive um meme. Bruna ainda rimou com outras comidas, na mesma vibe da rima que fizeram para a festa com comida do fast food. Como podem conferir, é um momento engraçado de amigas se divertindo de forma leve e sem qualquer intencionalidade ou brecha para acusações indevidas”, seguiu a nota. “Aos que até aqui optaram por seguir com as acusações caluniosas e fake news, saibam que tudo será resolvido na instância jurídica. Um adendo: a rima aconteceu na segunda (3/4), antes do Jogo da Discórdia. Pelo próprio post do ‘BBB’ é possível ver a hora em que eles postaram. A cobertura do perfil é real time”, completou a equipe. Importante apontar que as mesmas páginas de fofoca que espalharam a acusação de racismo contra Bruna, agem rapidamente para isentar Domitila Barros de qualquer acusação, realizando VARs por conta própria e fixando respostas às polêmicas da Miss Alemanha no topo de seus perfis. No caso de Bruna, nenhuma delas se interessou pelo contexto, apenas pela destruição de reputação. Essa tentativa de colocar a Bruna como algo que ela não é já passou dos limites. Divulgam um corte do vídeo e tiram suas próprias conclusões, quando não há nada além de uma rima, onde Bruna lembrou uma palavra que é uma comida que vê o tempo todo na Xepa e no VIP. — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023 Nessa situação, ela ficou rimando mais de 10 min, inclusive na hora que usou banana, as meninas falam que a rima ficou muito ruim. Ainda sobre o uso do termo "confortável", Alface já havia dito que não teria jogo confortável pra ninguém e a palavra virou inclusive um meme. — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023 Como podem conferir, é um momento engraçado de amigas se divertindo de forma leve e sem qualquer intencionalidade ou brecha para acusações indevidas. https://t.co/1VYVdxGtWo — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023 Um adendo: a rima aconteceu na segunda, antes do jogo da discórdia. Pelo próprio post do BBB é possível ver a hora em que eles postaram. A cobertura do perfil é real time. pic.twitter.com/OC2FHk65aB — Bruna Griphao 🦏 (@BrunaGriphaoo) April 5, 2023
BBB 23: Equipe de Sarah ameaça queixa criminal contra Bruna por suposto racismo
A equipe de Sarah Aline se manifestou sobre uma rima polêmica de Bruna Griphao no “BBB 23”, indicando que a psicóloga comesse uma banana. Em texto publicado nesta quarta (5/4) nos perfis oficiais de Sarah nas redes sociais, a equipe salientou que “não foi a primeira vez” que Bruna usou termos polêmicos para referenciar adversários negros e ameaçou entrar na Justiça contra a atriz por conta de “associações” que “podem se configurar como criminosas”, sugerindo – ou seja, racismo. “Estamos cientes e em posse de todas as imagens e vídeos do episódio envolvendo a participante Bruna Griphao. Segunda-feira (3/3), Bruna fez uma rima sobre o jogo confortável da Sarah e, nesse contexto, citou o termo ‘banana’”, diz a nota publicada nas redes sociais da psicóloga. “Não é a primeira vez que a participante usa termos ou faz rimas que estigma ou estereotipa pessoas pretas. Temos consciência de que tais associações não são incomuns e a depender do caso, podem se configurar como criminosas”. A equipe encerrou o comunicado avisando que providências serão tomadas: “Por aqui, estamos analisando todo o episódio juntamente com a nossa equipe jurídica e medidas cabíveis serão tomadas. Agradecemos a preocupação e o carinho de todos”. Bruna foi acusada de racismo em mais de uma ocasião no “BBB 23”. Ela também usou o termo “urubu de velório” para falar de Fred Nicácio e urublue em outra rima sobre Marvvila. A rima que desagradou o time de Sarah foi: “Aqui, se você está confortável, come uma banana. Quando está desconfortável, todo mundo espana”. Um pouco antes, no Jogo da Discórdia, Bruna tinha acusado Sarah de estar confortável no jogo. O pai de Bruna, Kakau Orphao, também se manifestou em defesa da filha nas redes sociais. “Torcidas adversárias têm tentado a todo custo imputar à Bruna o crime de racismo. É irresponsável caluniar, mas com a força das páginas que reforçam, recortam, e tendenciam o racismo a Bruna, é quase impossível que todos não sejam arrastados pela onda do desserviço e da banalização de um tema tão importante”. “Racismo é crime, e se você não é antirracista certamente está do lado errado. É muito importante que quem luta contra o racismo possa entender o quanto isso atrapalha a causa e o quanto isso faz com que casos reais de racismo se tornem pautas banais”, completou. #TeamSaraline #BBB23 pic.twitter.com/Mrp9NiMx1r — Sarah Aline 💅🏿 (@saa_aline) April 5, 2023
Pai de Bruna Griphao se revolta com acusações de racismo no BBB 23: “Banalização”
Kakau Orphao se pronunciou nesta quarta-feira (5/4) sobre as acusações de racismo que a sua filha, a atriz Bruna Griphao, está sofrendo nas redes sociais. Confinada na casa do “BBB 23”, a sister tem sido alvo constante de críticas por rimas improvisadas de rap, que supostamente seriam preconceituosas. Também há quem veja uma disputa racial entre Bruna e Fred Nicácio. Num compilado de vídeos, Kakau apontou que a rivalidade entre os brothers começou por parte do médico ainda na primeira semana de reality. “O embate de Fred com Bruna existe para ele desde a primeira semana do programa. Foram constantes as vezes em que ele avisou que deveriam ficar de olho nela ou que a energia dela era ruim”, afirmou. Kakau ainda lembrou que sua filha foi vítima de um relacionamento abusivo no programa e que a situação foi ironizada pelo rival do Fundo do Mar. “Fred comemorou quando o programa recebeu a intervenção e de pronto falou que Bruna, nos dias seguintes, iria fazer papel de coitadinha. Sem esquecer também as diversas insinuações de que ela queria alguém e as comparações dela com pinchers raivosos”, seguiu. Apesar da defesa explicita à filha, Kakau reconheceu os defeitos da sister: “Bruna não é perfeita. Nós não a colocamos nesse lugar, muito menos ela. Mil vezes ela se arrependeu, pediu desculpa, falou sobre suas fragilidades. A verdade é que os defeitos da Bruna são mais aparentes do que sua própria aparência e ser reativa, explosiva, grossa, nada tem a ver com racismo”, disse. Contudo, o pai da atriz reforçou que as torcidas adversárias estão tentando desmoralizá-la com acusações criminosas, assim como está acontecendo com suas aliadas do quarto Deserto no reality. “Como sempre falamos: Existem coisas do jogo e coisas que ultrapassam o jogo. Torcidas adversárias têm tentado a todo custo imputar à Bruna o crime de racismo”, pontuou. “É irresponsável caluniar, mas com a força das páginas que reforçam, recortam, e tendenciam o racismo à Bruna, é quase impossível que todos não sejam arrastados pela onda do desserviço e da banalização de um tema tão importante. Racismo é crime, e se você não é antirracista certamente está do lado errado. É muito importante que quem luta contra o racismo possa entender o quanto isso atrapalha a causa e o quanto isso faz com que casos reais de racismo se tornem pautas banais.” Por fim, Kakau Orphao pediu que os internautas se questionem sobre o conteúdo que consomem nas redes sociais e façam suas próprias avaliações da disputa milionária. “Tenhamos mais cuidado quando formos analisar cada comportamento e atitude dentro de um jogo onde o prêmio é fama e dinheiro com um único vencedor”, pediu. “Seguiremos falando dos adversários da Bruna, expondo o caráter desses jogadores e tudo o que eles falaram dela. O game segue também, assim como a nossa certeza da integridade da Bruna”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por kakaubarra (@kakaubarra)
BBB 23: Frase polêmica de Bruna Griphao gera críticas nas redes sociais
Bruna Griphao protagonizou uma nova polêmica no BBB23 ao fazer um rap freestyle durante a tarde desta terça-feira (4/4). Durante o improviso, a atriz soltou uma frase que gerou reações negativas nas redes sociais. Após discutir com Sarah Aline e acusar a sister de ter um jogo “confortável”, Bruna usou uma analogia que foi interpretada por muitos como racista. Na música, ela canta: “Aqui, se você tá confortável, come uma banana. Quando tá desconfortável todo mundo espana”, rimou rindo, junto com Amanda Meirelles. Usuários das redes sociais apontaram o possível contexto racista da frase e apontaram que não é a primeira referência de teor dúbio direcionada aos participantes negros do programa. “Todo negro ela chama de urubu e fala para comer banana?”, escreveu um usuário do Twitter. Outro acrescentou: “O povo só entende racismo depois que chama de macaco e a Bruna tá quase lá”. Alguns também criticaram a postura da atriz, que só foi emparedada uma vez em mais de 70 dias de programa: “Confortável tá ela que só foi uma vez ao paredão, nojenta, Sinhá dos infernos”. Ao contrário da ocasião da polêmica do “urublue”, até o momento a equipe de Bruna não se manifestou sobre a nova acusação de racismo contra a sister. Essa querida aqui falando da Sarah. Porque será que quando ela inventa de falar de pessoas pretas ela sempre cita Urubu, Banana? Coincidência será, amigos? #BBB23 pic.twitter.com/aa8Fl6Nl5c — Janvitu (@eujanvitu) April 3, 2023
Aline Wirley sofre ataques racistas nas redes sociais
A cantora Aline Wirley virou alvo de ataques racistas após vencer a Prova do Líder do “BBB 23” na tarde de sexta-feira (1/4). Além de sofrer ataques de pessoas brancas, ela vem sendo xingada de termos pejorativos, de pesado cunho racial, por perfis de pessoas que se identificam como negras. O perfil oficial da sister se manifestou em repúdio. “É inaceitável a forma como Aline vem sendo citada em alguns comentários. Aline é uma mulher educada, respeitosa que está jogando tanto quanto qualquer outra pessoa, sem fazer uso de uma comunicação violenta ou atitude antiética que mereça qualquer tipo de retaliação aqui de fora”, diz o texto da equipe. “Não iremos tolerar qualquer tipo de ofensa, preconceito ou condutas desrespeitosas, sejam elas quais forem. Nós do time Aline estamos atentos a essas condutas e, se preciso for, acionaremos o jurídico para que medidas cabíveis sejam tomadas”, continua o comunicado. “Nada que Aline tem feito na casa justifica tamanha opressão, ódio e atitudes intolerantes que a afetem de forma violenta e criminosa”. O texto conclui afirmando: “Aline merece respeito”. E a frase acabou viralizando no fim da tarde de sábado (1/4), impulsionada por torcedores do quarto Deserto. Os ataques são motivados por outra torcida do reality show. Trata-se de um efeito colateral da ênfase dada ao aspecto racial da edição, com direito a discurso de Fred Nicácio sobre fazer um Big Preto Brasil e eliminar todos os brancos do programa. A isto soma-se a decisão dos produtores de não dar importância à questão do machismo, que também foi gritante entre os confinados contra a sister Larissa Santos. Ao contrário, publicaram tuítes na tela chamando Larissa de chata por reclamar da situação. O machismo dos brothers e até de sisters passou toda a edição sem receber nenhum menção do apresentador Tadeu Schmidt, ao contrário de outros tópicos levantados no programa. Também não houve nenhum material falando do belo exemplo de sororidade das quatro deserters, que se irmanaram contra os rivais internos e externos. Por Aline ser a única negra do grupo de mulheres e não estar junto dos demais negros do programa, no quarto Fundo do Mar, ela passou a ser xingada por supostamente servir como “serviçal da casa grande”, “mucama”, “escravinha” e coisas piores, que não podem ser reproduzidas. Quem lidera esse coro são, por incrível que pareça, homens e mulheres negras que supostamente estão alinhados com a pauta racial de Fred Nicácio. E brancos aproveitam para exercer seu racismo com incentivo deles. Mãe de família e cantora de carreira consolidada, a líder Aline merece respeito, como todas as mulheres que estão sendo ofendidas neste “BBB 23” sob o silêncio da produção. Acima de tudo, é direito dela a escolha de como conduzir sua vida, suas amizades e suas ações desde que não atravesse ninguém de forma desrespeitosa, preconceituosa ou antiética. E é isso que temos visto em sua conduta na casa. — Aline Wirley 🐛 (@AlineWirley) April 1, 2023 Pessoas aqui fora estão se utilizando de um jogo televisionado para destilarem ódio, preconceitos, falas irresponsáveis e dolorosas para afetá-la diretamente. — Aline Wirley 🐛 (@AlineWirley) April 1, 2023 Nada que Aline tem feito na casa justifica tamanha opressão, ódio e atitudes intolerantes que a afetem de forma violenta e criminosa. ALINE MERECE RESPEITO — Aline Wirley 🐛 (@AlineWirley) April 1, 2023 A gigante Aline @AlineWirley mereceu cada segundo desta liderança, não foi sorte, ela desbravou no suor todos da casa, num jogo impecável e limpo, ela foi a única que navegou para quartos com amizade, nunca usou a carta de racismo, nunca usou a carta da fama, uma Campeã! #bbb23 pic.twitter.com/5H7YiA4VsT — winemalista® ❄️ (@winemalista) April 1, 2023 Seguindo a lógica do twitteiro, a Aline não vai mais poder se reunir com as Rouge brancas quando terminar o #BBB23 — lê 🤙🏻 (@_psiclets) March 31, 2023 Pra militância rasa a Aline só seria aceita se ela fosse se humilhar no quarto aquário onde todos já votaram, debocharam e desacreditaram dela… Vale lembrar que ela está num jogo e ela é uma mulher livre pra escolher seus aliados! ALINE MERECE RESPEITO — lê 🤙🏻 (@_psiclets) March 31, 2023 Sabe o que ta sendo muito triste?Os ataques que a Aline vem recebendo. Decidiram colocar ela nesse lugar onde ela não sabe o que está fazendo, não tem poder de decisão, é menor do que todo mundo. Qualquer pessoa pode decidir o que é melhor pra Aline do que ela própria.Por que… pic.twitter.com/LjDdbIRW6r — Jessy 🐙🐛 (@jessybunnyyy) April 1, 2023 Não foi nenhum branco que apelidou Aline de mami e sim a Paula uma mulher negra que falava que ela era uma mãezona por ser acolhedora e dar ótimos conselhos, um apelido genuíno que ela amou e usado pela maioria mais obviamente vocês iriam inferioriza-la! ALINE MERECE RESPEITO pic.twitter.com/mBnl6wSYWf — 𝗿𝗮𝗾𝘂𝗲𝗹.♟️ (@queltxt) March 31, 2023 Aline está recebendo vários ataques racistas nessa rede, é inadmissível o quão baixo as pessoas são capazes de ser pra atacar alguém. Vamos torcida deserto mostrar que estamos com ela e repudiamos esses ataques, vamos fazer barulho. ALINE MERECE RESPEITO pic.twitter.com/lKNz6k3KSs — 𝗿𝗮𝗾𝘂𝗲𝗹.♟️ (@queltxt) March 31, 2023 + Não existe fanatismo que justifique ataques como estes. Isso aí não é torcida de reality, é falta de caráter mesmo. — sofia deserters no topo 🤙🏻 (@catarinabatistp) March 31, 2023 Militantes vagabundos e biscoiteiros não defendem causa alguma. Querem palco, querem a divisão da casa entre pretos e brancos, querem fomentar a divisão que nunca deveria ter existido.São a escória da militância hipócrita!ALINE MERECE RESPEITO https://t.co/uPq1L5PeMv — Paz 🇺🇦 (@OnlyMeXXI) April 1, 2023
Ludmilla perde processo após ser chamada de “pobre e macaca”: “Como pode?”
A cantora Ludmilla perdeu nesta semana um processo por injúria racial movido contra o apresentador Marcão do Povo. A decisão da Justiça de Brasília foi divulgada por Rannieri Lopes, advogado do comunicador. A artista moveu a ação judicial há quase seis anos atrás, quando o apresentador se referiu à Ludmilla como “pobre e macaca” em rede nacional. Na época, Marcão comandava o programa “A Hora da Venenosa” e comentava uma notícia de que a cantora teria evitado fotos com fãs. “É uma coisa que não dá para entender. Era pobre e macaca, pobre, mas pobre mesmo. Sempre falo, eu era pobre e macaco também”, disse Marcão, tentando suavizar seu racismo. Contudo, o caso virou escândalo nacional e ele foi demitido da Record TV. Agora, de acordo com o advogado de Marcão, a Justiça entendeu que não houve intensões ofensivas no comentário do apresentador, que também foi processado pelo Ministério Público. “O juiz entendeu que não teve dolo, não teve vontade, houve apenas um comentário jornalístico, que é resguardado pela constituição e o Marcão do Povo foi absolvido deste crime. Diante disso, abre para o Marcão agora a possibilidade de reparação e danos morais em face das pessoas que o denunciaram e divulgaram”, afirmou Lopes. Nas redes sociais, a hashtag #LudmillaMereceJutiça viralizou nesta terça, com milhares de pessoas inconformadas com a decisão que chama fala racista de comentário jornalístico. A assessoria de Ludmilla afirmou que a cantora vai recorrer da decisão. A artista também disparou uma declaração sobre o assunto. “Ontem (27/3) foi mais um dia difícil na vida de quem luta contra o preconceito. Surpreendentemente, mesmo após a utilização dos termos “pobre e macaca” contra mim, o Juízo da 3ª Vara Criminal de Brasília entendeu que não houve, por parte do apresentador Marcão do Povo, a intenção de ofender (?!). Pois eu digo: ofendeu sim e meus advogados estão preparando o recurso cabível. Como pode? Eu, quieta, na minha, do nada vem um racista me atacando em rede nacional. Não podemos descansar até que seja feita justiça. Não conheço este senhor e nunca troquei uma palavra com ele para receber qualquer insulto. Entendam de uma vez por todas: mesmo quando eu estou na cadeira de vítima dão um jeito de me sentar na de vilã”, disse Ludmilla. Marcão do Povo também se pronunciou, usando um termo racialmente problemático (denigriram) em sua comemoração. “Quero agradecer a todas as pessoas que nunca desistiram da verdade ou de mim”, afirmou o apresentador, que disse ter tido sua fala distorcida. “Passei por uma tempestade na minha vida quando fui mal interpretado e acabei sendo esculachado, humilhado no Brasil inteiro. Mentiram sobre mim, editaram e reeditaram o vídeo, me difamaram. Por muito tempo, muitas pessoas olhavam com cara feia para mim. Não me julgaram, me condenaram”. Então ele acusou a cantora: “Acredito que a Ludmilla também possa ter sido enganada. Mesmo assim, ela me processou e saiu me difamando pelo Brasil inteiro. Denegriram a minha imagem e a da minha família. Sou inocente”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcão do Povo (@marcaodopovooficial)
Fred Nicácio reforça discurso racial no BBB 23: “Quero um pódio todo preto”
Recém-repescado na casa do “BBB 23″, Fred Nicácio contou aos brothers sobre a vez em que foi vítima de racismo religioso dentro do programa. Na madrugada desta sexta-feira (24/3), o médico aproveitou o desabafo para fazer um discurso racial importante. No quarto, o médico se reuniu com os aliados do Aquário/Fundo do Mar e retomou a gravidade da violência vivida por pessoas pretas. “Nós somos violentos e agressivos, enquanto pessoas brancas, que têm o dobro do nosso comportamento, são decididos, legais e positivos”, pontuou Nicácio. Em seguida, Fred levantou as atitudes de Bruna Griphao em algumas ocasiões, como quando a atriz aumenta seu tom de voz nas dinâmicas do “BBB 23”. “Imagina a Sarah [Aline] tendo metade do linguajar que a Bruna tem? Imagina como ela seria lida: Como a preta violenta, agressiva, barraqueira”, disse. “Isso é racismo. Imagina eu perseguindo uma pessoa branca como o Cara de Sapato me perseguiu. Eu fui chamado de opressor para baixo”, lembrou o médico. “Isso é racismo estrutural. Eles [pessoas brancas] podem não ter a consciência, mas é isso que acontece.” Fred Nicácio acrescentou que casos raciais precisam ser debatidos: “Vão ter que nos ouvir falando de nossas dores que são geradas por pessoas brancas, pela branquitude. É hora de ouvirem abertamente sobre racismo. O tempo todo, enquanto acontecer! Porque a gente é alvo disso o tempo todo. Não vamos mais nos calar e nem falar em códigos. Vamos falar entre nós o que é nosso, vamos falar abertamente para quem criou o constrangimento.” O médico ressaltou para Sarah Aline que eles não devem falar em códigos quando se trata de racismo, tampouco amenizar as situações. Nas últimas semanas, a sister deixou claro que tinha medo de abordar o tema e o público não gostar da “militância”. “Se tiver que aquilombar, eu vou até o fim, e foi o que tentei fazer até quando saí por aquela porta. Agora que voltei, não vou deixar que não aconteça. Eu vou fazer com que minha missão aconteça”, afirmou Nicácio. “A gente não tem mais que falar em códigos sobre racismo. Esse constrangimento não é nosso, é de quem criou. Eu vou devolver cada constrangimento para quem criou. Chega da gente ficar falando em código sobre racismo, falar cochichando, falar baixo… Não vamos mais!” Após toda análise estrutural de jogo, Fred Nicácio sugeriu que os aliados tentem fazer com que três pessoas pretas cheguem no TOP 3. “É muito importante a gente entender uma coisa, eu proponho e eu quero um pódio todo preto. Primeiro, segundo e terceiro lugar, isso é reparação histórica. Não importa quem, importa que seja um dos nossos”, pediu. “Precisamos jogar juntos sobre isso. Precisamos entender que o Big Brother é uma fatia e uma expressão da realidade da sociedade. Então, se existe racismo lá fora, existe aqui dentro”, disparou o médico. “Eu não voltei aqui pra poder continuar sendo discreto com as relações raciais. O meu objetivo já foi alcançado, todo mundo viu e tá vendo o que acontece aqui dentro”, completou. Fred Nicácio: “O Brasil é um país racista (…) Quem praticou o racismo saiu com menos rejeição do quem sofreu”#BBB23 #RedeBBB pic.twitter.com/p5NYePwKAe — Central #BBB23 (@CentralRedeBBB) March 24, 2023 Fred Nicácio disse que vai falar abertamente sobre o racismo ali, e quem ficar constrangido que lide com isso.#BBB23 #RedeBBB pic.twitter.com/ILpEROFtbG — Central #BBB23 (@CentralRedeBBB) March 24, 2023 Fred Nicácio: "Somos pessoas pretas e a branquitude é um sistema criado por pessoas brancas para se manter no poder. Precisamos de pessoas brancas antirracistas. É desses brancos que precisamos e não aquele branco 'ah eu tenho uma avó preta'."#BBB23 #RedeBBB pic.twitter.com/E6CFjsVpL2 — Central #BBB23 (@CentralRedeBBB) March 24, 2023 Fred Nicácio: "Eu quero a casa inteira preta, inteira, não quero nenhum branco aqui dentro, não quero"#BBB23 #RedeBBBpic.twitter.com/eSWBjv4PED — Central #BBB23 (@CentralRedeBBB) March 24, 2023 Fred: “Imagina a Sarah tendo metade do linguajar que a Bruna tem, como ela seria lida: a preta violenta, a preta agressiva, a barraqueira. Isso é racismo." #BBB23 pic.twitter.com/jb7cF8S2JG — Central Reality #BBB23 (@centralreality) March 24, 2023
Fred Nicácio tem crise e revela medo de voltar ao BBB 23: “Será que aguento?”
Fred Nicácio ficou muito abalado no reencontro com os brothers do “BBB 23”. Em desabafo com Larissa Santos e Tina Calamba, o médico chorou e admitiu estar com medo de retornar à casa mais vigiada do Brasil: “Será que aguento ficar lá dentro de novo?”. Confinado na Casa do Reencontro, o médico disputa com outros ex-participantes a dinâmica de repescagem. Na conversa, o médico desabafou: “Eu só quero que isso acabe”. Envolvida em várias polêmicas durante o programa, Fred classificou a dinâmica da repescagem como “um pesadelo”. Abalado, ele recebeu apoio das colegas, que afirmaram que ele tem plena capacidade de voltar ao jogo. “Deus não dá aquilo que a gente não consegue carregar”, argumentou Tina. “A gente não vai sofrer as mesmas coisas. O que aconteceu já aconteceu. Você é muito forte. Olha tudo que você já passou na vida, você acha que ficar em uma casa por quatro semanas vai te abalar? Vai nada”, incentivou Larissa. Caso vença a dinâmica da repescagem, Fred entraria pela terceira vez no programa. Ele já havia passado por um paredão falso antes de ser oficialmente eliminado da atração. “Se a gente entrar, a gente vai entrar e pensar: ‘Meu Deus, o Brasil me deu outra oportunidade’. São só quatro semanas”, acrescentou Larissa. “Se entrar tem que focar que são só quatro semanas. Porque a sensação que eu estava tendo é: ‘Meu Deus do céu, e se eu entrar?’. Eu cheguei a ter medo de entrar lá. Se eu entrar, eu aguento ficar lá dentro de novo?”, questionou Fred aos prantos. Essa não é a primeira vez que Fred sofre um abalo emocional durante a Casa do Reencontro. Na terça-feira (22/3), o médico teve que ser amparado por Tina. “Parece um pesadelo esse lugar aqui, acordei aqui e não acreditei. Essas pessoas me machucaram demais”, disparou ele, lembrando que foi vítima de racismo religioso. Nicácio apontou o cinismo dos brothers. “Isso parece um pesadelo! Ter que abrir o olho e ouvir as vozes de algumas pessoas, olhar essas pessoas… É muito gatilho! […] É desrespeitoso comigo estar no mesmo lugar que essas pessoas”, lamentou o brother. Quando a produção pediu para eles se prepararem para a dinâmica, ele contou para Paula que tinha recuperado as forças graças às palavras de Larissa. “É verdade que a gente não vai sofrer as mesmas coisas e que estamos mais fortes”, observou.
Fred Nicácio vive “pesadelo” em repescagem do BBB 23
O médico Fred Nicácio teve uma crise de choro na manhã desta terça-feira (22/3) ao acordar na Casa do Reencontro. Na noite anterior, o brother expressou desânimo com a repescagem do “BBB 23”. Numa conversa com Paula Freitas e Tina Calamba, o médico lamentou ter retornado para o confinamento com os rivais. “Parece um pesadelo esse lugar aqui, acordei aqui e não acreditei […] Essas pessoas me machucaram demais”, disparou ele, lembrando que foi vítima de racismo religioso. A biomédica tentou argumentar que “jogo é jogo”, mas Nicácio não se contentou com a fala e rebateu: “Tem coisa que passa do jogo, tem coisa que não é jogo.” “As pessoas estão dando risada como se nada tivesse acontecido. Estão rindo, estão gargalhando, estão brincando como se estivesse tudo bem, como se tudo estivesse florido, impressionante!” Tina então abraçou o brother, que estava em prantos. “Me abraça. Me abraça, vai! Te sinto e te entendo além do que você imagina, suas dores são minhas dores”, consolou a sister. Nicácio seguiu apontando o cinismo dos brothers. “Isso parece um pesadelo! Ter que abrir o olho e ouvir as vozes de algumas pessoas, olhar essas pessoas… É para além, é muito gatilho! […] É desrespeitoso comigo, estar no mesmo lugar que essas pessoas.” Por fim, o médico se acalmou e pontuou que um pedido de “desculpas” não ameniza sua dor. É um absurdo que três racistas além de não serem punidos pelo programa, ainda serem premiados com a oportunidade de concorrer a R$ 2 milhões. Entendo a revolta do Dr Fred Nicácio. Isso é o puro suco de Brasil. #BBB23pic.twitter.com/Ew3Jmt3RrD — Papi (@xbzpapi) March 22, 2023 Nicácio: “Parece um pesadelo esse lugar. Eu acordei não acreditando que eu estava aqui dentro, essas pessoas fizeram mal pra mim num nível muito grande.” #BBB23 pic.twitter.com/7e8WTAUzDe — Central Reality #BBB23 (@centralreality) March 22, 2023











