Novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2 ganha versão legendada
A Disney divulgou o pôster nacional e a versão legendada do novo trailer de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, que traz novas piadas e muitas cenas inéditas de ação desenfreada. Como as anteriores, a prévia não se preocupa em explicar a história, destacando o tom bem-humorado e os diversos efeitos visuais da produção, enquanto mostra a nova formação e dinâmica do grupo de heróis relutantes, esboça a ameaça de Ayesha (Elizabeth Debicki, de “O Agente da UNCLE”) e, de quebra, revela a primeira aparição do pai de Peter Quill/Senhor das Estrelas (Chris Pratt), vivido por Kurt Russell (“Os Oito Odiados”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio no Brasil. Clique no pôster abaixo para ampliá-lo.
Novos comerciais de A Vigilante do Amanhã transformam Scarlett Johansson em RoboCop
A Paramount divulgou três novos comerciais de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, repletos de cenas inéditas. O visual futurista é de encher os olhos, mas as prévias revelam alterações na trama original, que cada vez mais sugerem uma redução da obra-prima cyberpunk dos mangás japoneses numa versão feminina de “RoboCop”. “Houve um acidente. Nós a salvamos. Agora você salva outros”, resume a cientista vivida por Juliette Binoche na trama, enquanto Scarlett Johansson desperta com o mesmo visual da heroína criada em 1989 no mangá de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e de sua versão anime (longa animado) feita em 1995 por Mamoru Oshii. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) e diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ator de Lost viverá Karnak na série dos Inumanos
O ator Ken Leung, que viveu Miles na série “Lost” e atualmente estava em “Plantão Noturno/Night Shift”, foi escalado para viver Karnak, um importante personagem da série baseada nos quadrinhos dos Inumanos, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. O papel será o segundo projeto da Marvel da carreira de Leung, que teve uma pequena participação em “X-Men: O Confronto Final” (2006). Karnak é o primo de Raio Negro e seu conselheiro mais próximo, graças à sua capacidade de enxergar falhas em todas as coisas – pessoas, planos, estruturas, etc. Ele é o estrategista da família real. O ator vai se juntar a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Atriz de Aquarius será filha de Magneto na série derivada dos filmes dos X-Men
A atriz Emma Dumont, das séries “Bunheads” e “Aquarius”, entrou na produção televisiva derivada dos filmes dos X-Men, em desenvolvimento na rede Fox, para viver uma super-heroína bastante conhecida dos quadrinhos. Ela foi escalada no papel de Lorna Dane, que os leitores conhecem melhor como Polaris, uma mutante de cabelos verdes e filha de ninguém menos que Magneto. A descrição oficial da personagem inclusive aborda seus poderes, herdados do pai, descrevendo-a como “uma mutante corajosa, leal e teimosa, que tem a habilidade de manipular o magnetismo”. Polaris foi criada nos quadrinhos em 1968, com traço do genial Jim Steranko, e pode, inclusive, já ter aparecido nos filmes, em cenas de flashback e fotos da infância de Mercúrio, vistas em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “X-Men: Apocalipse” (2016). A personagem é a segunda super-heroína estabelecida dos quadrinhos confirmada na produção da série. A primeira foi Blink, que será vivida por Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”). Já o outro mutante inicialmente escalado não parece ter referências nos gibis. Trata-se de Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante, vivido por Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”). A trama, porém, vai se centrar numa família em fuga. Stephen Moyer (série “True Blood”) e Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) serão os pais de adolescentes que possuem o gene mutante. Eles precisam fugir quando o governo descobre as mutações dos jovens e encontram refúgio com o grupo de resistência. Natalie Alyn Lind (a Silver St. Cloud de “Gotham”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretarão os filhos. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”). Mas este primeiro episódio ainda precisará ser aprovado pelos executivos da rede para o projeto virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.
Amy Acker será a protagonista feminina da série dos X-Men
A atriz Amy Acker, que chamou atenção desde que apareceu em “Angel” em 2001 e que estava no ar até o ano passado em “Pessoa de Interesse/Person of Interest”, foi escolhida para estrelar a série derivada dos filmes dos X-Men na Fox. Ela formará um par relutante com o personagem de Stephen Moyer (série “True Blood”), como pais de jovens que possuem o gene mutante e, por isso, precisam fugir do governo anti-mutante e dos robôs Sentinelas para conseguir sobreviver. A personagem de Acker vai se chamar Kate Stewart. Ela está tentando lidar com a separação de seu marido Reed (Moyer) e criar seus complicados filhos adolescentes quando a situação se complica. No meio do caos, a personagem descobrirá que é mais forte que imagina. Uma de suas filhas também foi anunciada. Natalie Alyn Lind (a Silver St. Cloud de “Gotham”) viverá Lauren, uma adolescente muito inteligente, aplicada na escola, que já tem propostas para estudar em boas faculdades. Outro ator jovem, Percy Hynes White (“Between”) também entrou na série, mas seu papel foi anunciado apenas como Andy, “um garoto sensível e solitário, que se tornou introvertido para evitar o caos que enfrenta na escola e em casa”. Tudo indica que é o outro filho da história. Eles vão se juntar aos dois atores anteriormente confirmados: Jamie Chung (a Mulan de “Once Upon a Time” e Valerie Vale de “Gotham”), que viverá a mutante Blink, e Blair Redford (séries “The Lying Game” e “Satisfaction”) escalado como Sam, líder nativo-americano de um grupo clandestino de resistência ao governo anti-mutante. Desenvolvido por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), o projeto terá seu piloto dirigido pelo cineasta Bryan Singer (da franquia “X-Men”). Mas este primeiro episódio ainda precisará ser aprovado pelos executivos da rede para o projeto virar série. Caso tudo corra como previsto, a expectativa é que o programa estreie na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.
Prévia mostra Jason Momoa nadando como Aquaman
O diretor Zack Snyder compartilhou no Twitter uma curta prévia de “Liga da Justiça”, que mostra Jason Momoa nadando debaixo d’água como Aquaman. Além da “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas em 17 de novembro, Momoa vai estrelar o filme solo de “Aquaman”, com direção de James Wan e estreia marcada para 5 de outubro de 2018.
Logan é o filme de super-heróis que os fãs sempre pediram
Comprometido com o papel de vilão em “Missão: Impossível 2”, Dougray Scott não teve agenda para fazer “X-Men”. Como plano B, a Fox e o diretor Bryan Singer optaram pelo, até então, desconhecido australiano Hugh Jackman para ser Wolverine na adaptação que fez Hollywood e o público respeitarem filmes baseados em histórias em quadrinhos. O primeiro “X-Men” (2000) até que foi legal, mas Jackman roubou a cena e valeu muito mais que o filme inteiro. Não demorou e veio “X-Men 2” (2003), esse sim um grande filme, e outras sete participações do ator como Wolverine. Só que, 17 anos depois, ainda faltava aquela pitada de coragem para entregarem um filme que representasse o furioso mutante do jeito que os fãs queriam – de forma brutal, descarregando sua raiva nos inimigos e com muito sangue espirrando na plateia. E prestígio na indústria é isso aí: perto de completar 50 anos, Jackman disse que faria o personagem apenas mais uma vez, porém exigindo que o filme saísse como queria. Conseguiu carta branca e entregou o projeto a um diretor de sua confiança, James Mangold. O resultado é “Logan”, o filme do Wolverine que os fãs sempre pediram. Um dos maiores elogios que se pode fazer é que não parece uma adaptação de histórias em quadrinhos – e é muito importante incluir isso – do modo como Hollywood acostumou o púlico. Trata-se de um filme completo, dramático quando exigido e raivoso quando a história pede. Sem acrobacias, cenas de ação à la 007, como a sequência do trem em “Wolverine: Imortal” (2013), curiosamente dirigido pelo mesmo James Mangold (que diferença faz a liberdade para tocar um filme), mas com muita porrada, membros decepados, palavrões (a primeira fala do filme é “FUCK”), sangue jorrando de maneira intensa, violentíssima, porém compreensível, aceitável quando entendemos Wolverine após quase duas décadas. Ainda mais porque, desta vez, ele está velho, cansado e com seu poder de regeneração bastante debilitado. Mas não é o caso de se apegar tanto à violência, tensão, adrenalina ou mesmo os efeitos visuais, porque o segredo do sucesso de “Logan” está no título. Apesar de tudo, não é um filme sobre um super-herói, mas sobre um homem em busca de sua humanidade perdida em um passado doloroso e que não volta mais. É o filme mais humano e centrado em personagens já feito sobre quadrinhos da Marvel, com diálogos reflexivos, pausas silenciosas e atuações definitivas de Hugh Jackman e Sir Patrick Stewart, que não precisam de muita coisa para cortar o coração do espectador nas simples conversas que Logan e Xavier travam sobre amor, a aceitação da morte, família, culpa, esperança, liderança e a relação pai e filho ou pai e filha. É onde entra a grande surpresa do filme, a pequena Dafne Keen, que rouba a cena como Laura (pode chamar de X-23) não somente nas sequências impressionantes de ação, mas também pelo seu potencial como atriz, apontando a franquia para um futuro promissor que o sucesso deste filme pode ajudar Hollywood a compreender. Em termos de adaptações de quadrinhos, “Logan” só é comparável a “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008), embora seja completamente diferente do filme de Christopher Nolan. Em diversos momentos, parece mais uma produção da Nova Hollywood dos anos 1970, devido à ousadia de querer sair fora dos padrões. Mas seu espírito verdadeiro pertence aos westerns e road movies, o bom e velho filme de jornada, em que anti-heróis enfrentam percalços em fuga ou em busca de seu caminho. Como em “Os Imperdoáveis” (1992), “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007) e até “A Qualquer Custo” (2016), os protagonistas são corroídos por arrependimentos, cercados por violência e carregam hábitos e memórias de uma época que passou. Entretanto, nada é tão grandioso quanto o amor de James Mangold pelo clássico “Os Brutos Também Amam” (1953). Para os fãs de Wolverine, esse é o filme dos sonhos. Outros atores poderão interpretar Wolverine, claro, mas nenhum será o Logan de Hugh Jackman, como nenhum outro 007 foi o James Bond de Sean Connery. Isso é sair por cima.
A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell chega ao Instagram em forma de mosaico
A Paramount lançou uma página nacional de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” no Instagram. E a novidade chama atenção pela forma como a home page do perfil forma imagens em mosaico, com diferentes “quadradinhos” formando um quadro completo. Há seis vídeos neste mosaico, que podem ser conferidos abaixo. Pelas características do Instagram, as prévias são mais curtas que os comerciais convencionais. Por isso, despem-se dos excessos para condensar a trama ao máximo. Infelizmente, acabam deixando claro um roteiro simplista, que parece ter transformado a obra-prima cyberpunk dos mangás japoneses numa versão feminina de “RoboCop”. “Houve um acidente. Nós a salvamos. Agora você salva outros”, resume a cientista vivida por Juliette Binoche na trama, enquanto Scarlett Johansson desperta com o mesmo visual da heroína criada em 1989 no mangá de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e de sua versão anime (longa animado) feita em 1995 por Mamoru Oshii. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) e diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. #AVigilanteDoAmanhã #GhostInTheShell Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 5:08 PST Eles não salvaram sua vida, eles a roubaram. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:17 PST A protetora do nosso futuro. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:12 PST "Você precisa se lembrar." #AVigilantedoAmanhã #GhostInTheShell Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:11 PST Major e Batou, líderes da Seção 9, a tropa de elite de um futuro não tão distante. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 22, 2017 às 3:11 PST Todos a sua volta se sentem conectados a algo que ela não está. Uma publicação compartilhada por A Vigilante do Amanhã (@avigilantedoamanha) em Fev 21, 2017 às 9:46 PST
Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano
Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.
Atriz de Graceland vai viver Medusa na série dos Inumanos
A atriz Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) foi a escolhida para interpretar a heroína Medusa, mulher de Raio Negro e rainha dos Inumanos na série “Inhumans”, desenvolvida em parceria entre a Marvel, a rede ABC e a rede de cinemas Imax. Swan é a terceira escalação oficial do elenco. Ela se junta a Anson Mount (série “Hell on Wheels”), que viverá Raio Negro, e Iwan Rheon (série “Game of Thrones”), que terá o papel de Maximus, irmão do Raio Negro. Medusa tem o poder de controlar seus longos cabelos como se fossem membros de seu corpo. É uma espécie de Rapunzel que usa os cabelos como outros pares de mãos. “Serinda Swan traz uma elegância real, bem como uma sensação de grande força interior e determinação feroz para o papel da Medusa. Eu não poderia estar mais feliz de tê-la como nossa Rainha de Attilan”, comentou em comunicado o showrunner Scott Buck (que também desenvolveu a vindoura série do herói “Punho de Ferro” para a Netflix). Anteriormente, a atriz Elysia Rotaru, que interpretou Taiana na 4ª temporada de “Arrow”, publicou em sua conta no Twitter uma mensagem com links para a produção, o diretor e o canal da série, dando a entender que estaria envolvida com a produção. Rumores trataram de espalhar que ela viveria, justamente, Medusa. Mas seu nome não foi citado pelos produtores. Intitulada em inglês “Inhumans”, a série não será spin-off de “Agents of SHIELD”, que apresentou os Inumanos em sua 2ª temporada. O projeto é ambicioso. Os dois primeiros episódios estrearão em cinemas do circuito IMAX, no dia 14 de setembro, com roteiro de Scott Buck e direção de Roel Rainé (“Corrida Mortal 2”). A estreia televisiva acontecerá logo em seguida.
Ator de iZombie viverá vilão em Supergirl
O ator Rahul Kohli foi escalado para fazer uma participação especial na série “Supergirl”. Ele já é conhecido das adaptações de quadrinhos da DC Comics do canal CW, como o Dr. Ravi em “iZombie”. As atrações pertencem a divisões diferentes da DC, já que “iZombie” é publicada pelo selo “adulto”, Vertigo. Em “Supergirl”, ele viverá Jack Spheer, um carismático gênio da tecnologia que trabalhou por décadas em uma inovação médica que pode acabar com as maiores doenças do mundo. Ele visita National City para demonstrar seu trabalho para a imprensa – inclusive Kara Danvers (Melissa Benoist) e Snapper Carr (Ian Gomez). Ao mesmo tempo, ele tem uma história romântica com Lena Luthor (Katie McGrath). A produção não adiantou maiores detalhes, mas, nos quadrinhos, a invenção de Spheer acaba transformando-o no vilão Biomax. A aparição de Rahul Kohli acontecerá no 18º episódio da 2ª temporada de “Supergirl”, ainda sem data oficial de exibição. Já a 3ª temporada de “iZombie” só vai estrear no dia 4 de abril nos Estados Unidos.
Veja 20 fotos de Punho de Ferro, a nova série da Marvel produzida pela Netflix
A Netflix divulgou novas fotos de “Punho de Ferro”, sua quarta série de super-herói da Marvel. Além do protagonista, vivido por Finn Jones (o Loras Tyrell de “Game of Thrones”), as fotos mostram a presença ubíqua de Rosario Dawson, que volta a aparecer como a enfermeira Claire Temple na quarta série consecutiva, além da participação de Carrie Ann Moss, retomando o papel da advogada Jeri Hogarth (vista em “Jessica Jones”). Entre as novidades, os destaques são para Jessica Henwick (Nymeria Sand em “Game of Thrones”), que vive a nova heroína Colleen Wing, mestre das artes marciais, Jessica Stroup (série “The Following”) como a empresária Joy Meachum e Tom Pelphrey (série “Banshee”) como Ward Meachum. Na história escrita em 1974 por Roy Thomas e desenhada por Gil Kane, o jovem Daniel Rand é o único sobrevivente de uma tragédia que o deixou órfão e abandonado ainda criança numa cidade mística, K’un-Lun, que aparece somente uma vez a cada dez anos no Himalaia. Ele cresce neste local secreto, aprimorando o poder que torna seu punho capaz de atravessar as superfícies mais resistentes, até atingir a maioridade e voltar a Nova York em busca vingança contra o responsável pela morte de sua família, o antigo sócio de seu pai, Harold Meachum (vivido na série por David Wenham, da trilogia “O Senhor dos Anéis”). A adaptação televisiva foi desenvolvida pelo produtor-roteirista Scott Buck (showrunner das séries “Dexter” e “Six Feet Under”) e vai estrear em 17 de março, com 13 episódios.
Scarlett Johansson se transforma em ciborgue no novo vídeo e pôsteres animados de A Vigilante do Amanhã
A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres animados e o cartaz para IMAX de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”, além de um vídeo que mostra a transformação de Scarlett Johansson num ciborgue. Na prévia, a cientista vivida por Juliette Binoche (“Godzilla”) explica que ela virou RoboCop – sua mente e sua alma habitam um corpo artificial após o corpo natural se tornar irrecuperável em consequência de um ataque terrorista. O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii sobre a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. Na trama, Scarlett Johansson surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), o filme estreia em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












