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    DC Comics presta tributo à memória de Adam West

    10 de junho de 2017 /

    A DC Comics emitiu um comunicado em memória a Adam West, intérprete de Batman na série clássica de 1966 e em inúmeros desenhos animados, que morreu na noite de sexta-feira (9/6). “O retrato de Adam West de Batman foi uma enorme contribuição para o status do Cruzado Encapuzado como um verdadeiro ícone da cultura pop. Seu trabalho ajudou a levar os quadrinhos ao grande público e encorajou uma geração a descobrir as maravilhosas histórias e personagens que compunham o mundo de Batman através das páginas dos quadrinhos”, diz o comunicado. “Assim como aconteceu com muita gente, o Batman de Adam West fez parte da minha infância”, acrescentou Geoff Johns, presidente e diretor criativo da DC Entertainment. “As reprises de ‘Batman’, que assistia todos os dias depois da escola, tornou a leitura de quadrinhos muito mais real para mim na minha infância”. “A popularidade de Batman estará ligada para sempre a Adam West”, resumiu Jim Lee, Publisher da DC Entertainment. “Ele trouxe alegria para legiões de fãs em todo o mundo e foi a porta de entrada para se descobrir ou, em alguns casos, redescobrir o amor pelos quadrinhos. Sua ausência será profundamente sentida”. Após décadas tentando se distanciar da imagem do programa de TV dos anos 1960, a editora tinha criado recentemente uma nova revista inspirada no Batman interpretado pelo ator, intitulada “Batman 66”. Algumas aventuras fizeram, inclusive, crossovers com outras séries clássicas da sua época, como “Os Vingadores” britânicos e o “Agente da UNCLE”. O passar dos anos transformou o Batman de Adam West em herói cult.

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    Papel misterioso de Zendaya em Homem-Aranha: De Volta ao Lar pode ter sido descoberto

    10 de junho de 2017 /

    Quem lembra quando Umberto Gonzales, o fofoqueiro que mais se equivoca no mundo geek, deu o “furo” exclusivo de que Zendaya viveria Mary Jane Watson em “Homem-Aranha: De Volta para Casa”? Na lista de personagens divulgada pela Sony, a atriz aparece listada apenas como Michelle, o que deixou muita gente inclinada a acreditar no boato, já que não há nenhuma Michelle nos quadrinhos do herói. Mas agora o site Comic Book alega ter descoberto o sobrenome desta personagem e ele é inesperado. A fonte citada é um livro que adapta a trama do filme. Nele, a jovem colega de aula de Peter Parker é chamada de Michelle Toomes. Embora não haja nenhuma Michelle Toomes em parte alguma das publicações da Marvel, o filme traz outro personagem com o mesmo sobrenome: Adrian Toomes, mais conhecido como o vilão Abutre. Caso isso se confirme, os roteiristas inventaram uma nova personagem. O Abutre tem, sim, uma filha nos quadrinhos. Mas ela é adulta e se chama Valeria Toomes, uma agente da SHIELD que esconde sua filiação. Se a ideia for realmente apresentá-la como filha do Abutre, será mais uma alteração racial do elenco em relação aos quadrinhos, já que Valeria é caucasiana como o Abutre. O filme também tem Angourie Rice (“Dois Caras Legais”), que é loira, vivendo a morena Betty Brant, Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapeste”), que é mulato, vivendo o loiro Flash Thompson, a negra Laura Harrier como a loira Liz Allen e o asiático Jacob Batalon como o loiro Ned Leeds. Tudo a ver, como se pode ver. A confirmação definitiva do papel de Zendaya virá na estreia de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, marcada para 6 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Ben Affleck, o novo Batman, homenageia Adam West, o eterno Batman

    10 de junho de 2017 /

    A morte de Adam West, o ator que viveu Batman na série clássica dos anos 1960 e em diversos desenhos, mobilizou centenas de comentários e tributos nas redes sociais. Um deles foi escrito pelo ator Ben Affleck, atual intérprete de Batman nos filmes da Warner. “Adam West exemplificou o que é heroísmo. Gentil, engraçado, e um cara decente acima de tudo. Obrigado por nos mostrar como se faz”, ele escreveu em seu Twitter. Adam West ainda tem uma última aventura inédita como Batman. Ele estava trabalhando na dublagem de “Batman vs. Duas-Caras”, continuação do longa animado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, lançado com grande sucesso em Blu-ray no ano passado. Já Ben Affleck vestirá o capuz e a capa do herói em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro, e estará no próximo filme solo de Batman, previsto para 2019. Adam West exemplified heroism. Kind, funny and an all around great guy. Thank you for showing us all how it's done. @therealadamwest — Ben Affleck (@BenAffleck) June 10, 2017

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    Adam West (1928–2017)

    10 de junho de 2017 /

    Morreu Adam West, o intérprete mais famoso e querido de Batman. Ele faleceu na noite de sexta (9/6), em Los Angeles, de leucemia aos 88 anos. William West Anderson só virou Adam West a partir de seu primeiro filme, o clássico “O Moço de Filadélfia” (1959), no qual viveu o pai homossexual de Paul Newman. Como podia chocar sensibilidades da época, a homossexualidade de seu personagem era apenas aludida e, antes que pudesse causar controvérsia, rapidamente enterrada. O mesmo acidente de carro que o tirou de cena foi o pretexto para avançar a história e mostrar seu filho adulto – Paul Newman era três anos mais velho que West. A preferência do sobrenome West sobre Anderson coincidiu com o fato dele fazer muitas séries de western no começo da carreira, como “Cheyenne”, “Bronco”, “Colt .45”, “Maverick”, “Bonanza”, “Laramie”, “O Homem do Rifle”, “Gunsmoke” e “O Homem de Virgínia”, entre outras. Seu primeiro papel fixo na TV foi na série “Os Detetives”, em 1961. A atração só durou uma temporada de 30 episódios, apesar de ter em seu elenco o astro de cinema Robert Taylor (“Quo Vadis”) e até Mark Goddard, o futuro Major West de “Perdidos no Espaço”. No cinema, destacou-se como coadjuvante da sci-fi “Robinson Crusoé em Marte” (1964) e da comédia dos Três Patetas “Os Reis do Faroeste” (1965), antes de virar protagonista com o western spaghetti “Os Quatro Implacáveis” (1965) e a aventura “Mara das Selvas” (1965). Mas sua carreira de galã de filmes B e de participações televisivas tomou um rumo completamente diferente a partir de 1966, quando o ator assumiu o papel que marcaria sua vida. Adam West virou Batman em 1966 e nunca mais deixou o personagem na imaginação dos fãs, mesmo que a produção tenha sido cancelada após três temporadas, em 1968. Primeira série a levar a estética dos quadrinhos para a TV, com a inclusão de onomatopeias, clifhangers que continuavam na próxima história, lutas totalmente coreografadas, ameaças absurdas e um colorido digno de quadros da pop art, “Batman” virou um fenômeno de audiência, foi indicada ao Emmy de Melhor Série de Comédia e até ganhou um filme, que reuniu os principais vilões da atração num esforço conjunto para derrotar a dupla dinâmica, formada pelo cruzado encapuzado e o menino prodígio – Robin, vivido por Burt Ward. Infelizmente, o surto criativo durou pouco. A série tornou-se repetitiva com a falta de imaginação de seus roteiristas, que abusaram das mesmas piadas em torno da “batcaverna”, “batmóvel”, “batfone” e “bat-repelente de tubarão”, na mesma “bat-hora” e no mesmo “batcanal”, gerando fadiga. Para piorar, a ideia de renovação do produtor William Dozier foi criar novos vilões, tão bobões que só existiram em seus episódios. A falta dos vilões clássicos levou à queda de audiência, que culminou no cancelamento após três anos. Uma inovação, pelo menos, acabou entrando para os quadrinhos: a Batgirl, originalmente interpretada por Yvonne Craig. Conforme foi emburrecendo, “Batman” também sofreu rejeição dos fãs de quadrinhos, e a editora DC precisou reinventar o herói de forma radical nos anos 1970, como uma figura sombria, para se distanciar do tom de pastelão do programa. A repercussão da atração foi tanta que Adam West encontrou dificuldades para fazer outro papel pelo resto da carreira. Embora tenha aparecido em algumas séries e coadjuvado dois filmes bem-sucedidos, “Só o Casamento Nos Separa” (1971) e “Hooper – O Homem das Mil Façanhas” (1978), os trabalhos se revelaram mais escassos que antes de “Batman”. Incapaz de sair da sombra de Batman, West acabou retornando ao papel após uma década como dublador da primeira série animada do herói, “As Novas Aventuras de Batman” (1977), que também contava com Burt Ward como a voz de Robin. Sem premeditação, esse trabalho acabou lhe abrindo uma nova linha de atuação. Ele voltaria a dublar Batman no desenho dos “Superamigos” (1985) e, a partir daí, passou a emendar inúmeras participações vocais em produções animadas – que eram melhores que os filmes trash que fez nos anos 1980, lutando contra zumbis e motoqueiros selvagens. Numa reviravolta, em 1992 foi convidado a enfrentar Batman, dublando o vilão Fantasma Cinzento na 1ª temporada de “Batman: A Série Animada”. Mas foi só uma vez, e ele logo voltou a ser o herói encapuzado em desenhos dos “Animaniacs” (em 1997) e “Os Simpsons” (em 2002), antes de virar o prefeito de Gotham City na série animada “The Batman” (entre 2004 e 2006). Além de Batman, Adam West teve ainda outro papel reincidente: Adam West. Ao aparecer pela primeira vez como si mesmo na série “The Ben Stiller Show”, em 1992, o ator inaugurou um novo costume em sua carreira. Ele viveu Adam West em filmes como “O Tamanho das Melancias” (1996) e “Lindas de Morrer” (1999), séries animadas, como “O Crítico”, “Space Ghost Coast to Coast” e “Os Padrinhos Mágicos”, e em sitcoms, como “Murphy Brown”, “NewsRadio”, “The King of Queens”, “30 Rock” e “The Big Bang Theory” – num episódio exibido no ano passado. Sem esquecer que foi o Prefeito Adam West ao longo de mais de uma centena de episódios do desenho “Uma Família da Pesada” (Family Guy), entre 2000 e 2017. Famoso por ser ele mesmo, Adam West entretanto nunca foi reconhecido como alguém importante pelos produtores dos filmes de Batman. Ele jamais foi convidado a aparecer nos filmes do herói, embora intérpretes dos seriados de Superman tenham figurado nos longas do Homem de Aço. Esta desfeita refletia como a DC Comics enxergava o legado da série dos anos 1960. A avaliação negativa só começou a ser revista nos últimos anos, a ponto da Warner e a DC Comics desenvolverem novas linhas de produtos nostálgicos relacionados ao “Batman” de Adam West. Um desses lançamentos foi um longa animado, concebido como uma aventura da época da série, que fez grande sucesso no ano passado. Intitulado “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica”, o filme voltou a reunir West e Burt Ward como Batman e Robin, além de resgatar a voz ronronante de Julie Newmar como Mulher-Gato. Lançado em home video, “Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica” teve repercussão tão forte que o ator estava trabalhando numa sequência, “Batman vs. Duas-Caras”, que seria lançada no segundo semestre. Não há informações sobre a etapa em que se encontravam as dublagens. Declarando-se devastado pela perda do amigo, Burt Ward deu a dimensão do legado de Adam West num texto publicado nas redes sociais. “Adam e eu tivemos uma amizade especial há mais de 50 anos. Nós compartilhamos alguns dos momentos mais divertidos de nossas vidas juntos. Esta é uma perda terrivelmente inesperada de meu amigo de toda a vida. Eu sempre sentirei sua falta. Existem vários atores que retrataram o Batman nos filmes. Mas, para mim, só houve um verdadeiro Batman, que é e sempre será Adam West. Ele era verdadeiramente o Cavaleiro das Luzes”.

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    Pantera Negra ganha seu primeiro trailer legendado

    10 de junho de 2017 /

    A Marvel divulgou o primeiro trailer legendado de “Pantera Negra”. A prévia é introduzida por um interrogatório, em que o vilão Ulysses Klaue (Andy Serkis, repetindo seu papel de “Capitão América: Guerra Civil”) descreve o reino de Wakanda como El Dorado, um lugar de riquezas inimagináveis, disfarçado por uma fachada de nação do Terceiro Mundo. De forma reveladora, ele aparece em cena sem um braço. Nos quadrinhos, o personagem é conhecido como Garra Sônica, por ter uma amplificador de ondas sonoras implantado no lugar do braço. O vídeo também mostra T’Challa (Chadwick Boseman), o Pantera Negra, nas Nações Unidas, e conflitos em Wakanda, envolvendo diversos coadjuvantes. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e também inclui em seu elenco Michel B. Jordan (“Creed”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”), além de Martin Freeman e Florence Kasumba, que também reprisam seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). A estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Glenne Headly (1955 – 2017)

    9 de junho de 2017 /

    A atriz americana Glenne Headly, que viveu a protagonista feminina de “Dick Tracy” (1990) e estrelou a série “Monk”, morreu na noite de quinta-feira (8/6), aos 62 anos, informaram seus representantes, sem precisar a causa da morte. Headly nasceu em 13 de março de 1955 em Connecticut, iniciou a carreira no teatro e integrou a Chicago Steppenwolf Theatre Company, onde conheceu o ator John Malkovich, com quem se casou em 1982. Na mesma época, ela começou a aparecer nas telas. Sua estreia no cinema foi na comédia “Amigos para Sempre” (1981), de Arthur Penn. Especializando-se no gênero, ainda foi vista em pérolas da década de 1980, como “Fandango” (1985), de Kevin Reynolds, e “A Rosa Púrpura do Cairo” (1985), de Woody Allen. Ainda fez dois filmes com o marido, “Eleni” (1985) e “Construindo Um Cara Certinho” (1987), antes de se divorciarem em 1988, ano em que, por coincidência, deixou de ser coadjuvante. A virada veio com a comédia “Os Safados” (1988), na qual viveu uma herdeira assediada por dois golpistas rivais, interpretados por Steve Martin e Michael Caine. O filme do diretor Frank Oz fez grande sucesso. Mas o trabalho seguinte provou-se ainda mais popular. A atriz se projetou como protagonista ao conquistar o papel de Tess Trueheart, a namorada do herói dos quadrinhos Dick Tracy, no filme estrelado e dirigido por Warren Beatty em 1990. Na trama, ela superava até Madonna em desenvolvimento e tempo de tela. Para completar, na mesma época foi indicada ao Emmy pela minissérie “Os Pistoleiros do Oeste” (1989). O reconhecimento foi acompanhado pela vontade de diversificar sua filmografia, às vezes sem sucesso, como no suspense “Pensamentos Mortais” (1991) e no drama “O Despertar” (1991), outras com louvor, como no musical “Mr. Holland – Adorável Professor” (1995) e no telefilme “Marcas do Silêncio” (1996), que lhe rendeu nova indicação ao Emmy. O curioso é que, a partir de então, deixou de fazer sucesso com comédias, mesmo retomando a parceria com Steve Martin em “Bilko – O Sargento Trapalhão” (1996), fracasso de crítica e bilheteria. Ela também foi a mãe de Lindsay Lohan no fraco “Confissões de uma Adolescente em Crise” (2003) e, dez anos depois, a mãe de Joseph-Gordon Levitt em “Como Perder Essa Mulher” (2013), seu reencontro tardio com o sucesso cômico. Glenne Headly também participou de várias séries. Alguns de seus papéis de destaque incluem a médica Abby Keaton na 3ª temporada de “Plantão Médico/E.R.” (exibida em 1996) e Karen Stottlemeyer, a esposa do personagem de Ted Levine na série “Monk” (entre 2003 e 2006). Além desses papéis recorrentes, ela apareceu em episódios de “Law & Order: SVU”, “C.S.I.”, “Grey’s Anatomy”, “Psych” e “Parks and Recreation”. Mais recentemente, a atriz integrou o elenco da série criminal “The Night Of”, uma das atrações mais elogiadas da HBO do ano passado, e estava gravando a 1ª temporada de “Future Man” para o serviço de streaming Hulu, como mãe do protagonista, Josh Hutcherson. Segundo os produtores, ela completou seis episódios e não será substituída na série, que ainda não tem data para estrear. A trama será reescrita para explicar sua ausência. Hutcherson foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais sobre a morte da atriz. “Eu só conheci a talentosa, compreensiva, carinhosa e bela Glenne Headly por um tempo curto. Ela era forte, poderosa e hilariante. Seus olhos trouxeram à vida tantos personagens surpreendentes ao longo dos anos e seu amor trouxe à vida uma bela família. Vou sentir falta da sua presença, seu sorriso, e a forma como ela me fez sentir como seu filho – antes, durante e depois das gravações. Agarre-se àqueles que fazem você se sentir amado. Meu coração está partido e eu só posso imaginar o que aqueles mais próximos a ela estão passando… Com o coração de chumbo vamos celebrar o insubstituível Glenne Headly”, ele escreveu em seu Instagram.

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    Filme do super-herói Pantera Negra ganha primeiro pôster

    9 de junho de 2017 /

    A Marvel divulgou o primeiro pôster de “Pantera Negra”, que traz o ator Chadwick Boseman no papel-título, sentado em seu trono. Na trama, ele é rei de Wakanda, pequeno país fictício da África, que mantém vivas antigas tradições, ao mesmo tempo em que desenvolve tecnologias mais avançadas que as grandes nações do planeta. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” vai acompanhar T’Challa (Boseman), que, após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e também inclui em seu elenco Michel B. Jordan (“Creed”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”), Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”), Angela Bassett (“Invasão a Londres”), Sterling K. Brown (minissérie “The People v O.J. Simpson – American Crime Story”), Danai Gurira (série “The Walking Dead”) e Daniel Kaluuya (“Corra!”), além de Martin Freeman, Andy Serkis e Florence Kasumba, que reprisam seus papéis de “Capitão América: Guerra Civil” (2016). As filmagens aconteceram entre Atlanta, nos EUA, e a Coreia do Sul, e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Aranha se diverte com uniforme de mil utilidades em novo trailer do filme

    8 de junho de 2017 /

    A Sony britânica divulgou um novo trailer internacional de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que traz Peter Parker (Tom Holland) se divertindo com seu novo traje, cortesia do inventor milionário Tony Stark (Robert Downey Jr.). A prévia também mostra lutas com o vilão Abutre, vivido por Michael Keaton (“Birdman”). Spoilers antecipados pelo próprio marketing da produção tiraram parte da graça dessas cenas, pois já se sabe que a diversão com o uniforme de mil utilidades não dura muito. Conforme visto num trailer anterior, Stark confisca o traje, fazendo com que Peter recorra a um disfarce caseiro para continuar combatendo o crime, similar ao do Aranha Escarlate nos quadrinhos. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil.

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    Jennifer Connelly vai estrelar piloto da série baseada no filme Expresso do Amanhã

    8 de junho de 2017 /

    Jennifer Connelly (“Noé”), Mickey Sumner (“Mistress America”) e Daveed Diggs (série “The Get Down”) vão estrelar o piloto de “Snowpiercer”, série baseada na sci-fi “Expresso do Amanhã” (2013). Os três são os primeiros nomes nomes anunciados no elenco da produção. Connelly interpretará uma passageira da Primeira Classe, que dá voz aos anúncios oficiais do trem expresso, enquanto Sumner será uma guarda da segurança e Diggs um passageiro da parte traseira e miserável do veículo. Em desenvolvimento para o canal pago americano TNT, a série terá como base a graphic novel francesa de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette, que inspirou o filme do cineasta sul-coreano Bong Joon Ho. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo, que erradicou quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa o próprio movimento para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. A adaptação está a cargo do roteirista Josh Friedman, que escreveu “Guerra dos Mundos” (2005), a série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” (2008-2009) e está envolvido com as continuações de “Avatar” (2009). E a direção do piloto será realizada pelo cineasta Scott Derrickson, especialista em terror, que dirigiu o blockbuster “Doutor Estranho” (2016). O piloto precisará ser aprovado pelo TNT para ganhar encomenda de temporada e virar série.

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    Chadwick Boseman compartilha vídeo para anunciar sua chegada ao set do novo Vingadores

    8 de junho de 2017 /

    O ator Chadwick Boseman compartilhou no Twitter um curto vídeo, que anuncia sua chegada no set de filmagens de “Vingadores: Guerra Infinita” A imagem registra apenas três cadeiras usadas para descanso do elenco entre as cenas, curiosamente identificadas com o nome dos personagens. E a de T’Challa, o Pantera Negra vivido por Boseman, fica entre Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) e Steve Rogers (Chris Evans). Veja abaixo. Isto também dá uma ideia da interação de seu personagem com os outros Vingadores. Ao final da “Guerra Civil”, o Pantera Negra é visto ao lado do Capitão América, revertendo impressões iniciais. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, que também comandaram “Capitão América: Guerra Civil”, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel. Here we go… #BlackPanther #InfinityWar pic.twitter.com/T4UDl5cR0s — Chadwick Boseman (@chadwickboseman) June 8, 2017

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    Mulher-Maravilha se torna o filme mais comentado no Twitter em 2017

    8 de junho de 2017 /

    Prestes a liderar as bilheterias pelo segundo fim de semana, “Mulher-Maravilha” atingiu outra marca significativa. Segundo apurou o site da revista Variety, a produção da Warner é o filme mais comentado no Twitter em 2017. O filme gerou 2,19 milhões de tuítes apenas na América do Norte, superando “A Bela e a Fera”, fábula da Disney que já arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. Até o momento, a heroína interpretada por Gal Gadot também é a personagem mais citada de 2017 na rede social, seguida por Batman e… Steve Trevor, o personagem vivido por Chris Pine no longa. Nesta quinta (8/6), “Mulher-Maravilha” também cruzou a marca de US$ 300 milhões em bilheteria mundial.

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    Atriz da série Killjoys entra em Homem-Formiga e a Vespa

    8 de junho de 2017 /

    A atriz britânica Hannah John-Kamen, que protagoniza a série sci-fi “Killjoys”, entrou no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”. A trama da continuação de “Homem-Formiga” (2015) está sendo mantida em segredo, assim como os detalhes sobre o papel de John-Kamen. Segundo o site da revista Variety, a Marvel fez reuniões e testes com diversas atrizes no mês passado, antes de finalmente contratar a estrela em ascensão. A beleza exótica da atriz, filha de psicólogo nigeriano e modelo norueguesa, já havia encantado Steven Spielberg, que a contratou para seu próximo filme, “Jogador Número 1”. Além disso, ela também estará no reboot de “Tomb Raider”. “Homem-Formiga e a Vespa” vai trazer de volta Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papéis do título e Michael Douglas como o Dr. Hank Pym. Junto com eles, também retorna o diretor Peyton Reed, que assumiu o filme original após a desistência de Edgar Wright. A sequência tem previsão de estreia em julho de 2018.

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    Marvel cria super-heroína inspirada no Chapolin Colorado

    8 de junho de 2017 /

    A Marvel seguiu os bons e criou uma super-heroína inspirada no Chapolin Colorado, originalmente uma sátira televisiva aos super-heróis americanos criada por Roberto Gómez Bolaños, que também deu vida a Chaves. Não é piada, é quadrinhos. A personagem é uma jovem mexicana chamada Fernanda Ramírez, que se veste de vermelho, tem um capacete com antenas e traz um enorme coração amarelo no peito de seu uniforme. Para completar, ela assumiu o nome de Red Locust (Gafanhoto Vermelho, também conhecido como Chapulin Colorado). Red Locust é resultado da astúcia do desenhista mexicano Humberto Ramos, em parceria com o escritor americano Mark Waid, e fará parte da nova versão do grupo de heróis conhecidos como Campeões, composto ainda por Miss Marvel, Nova, o jovem Ciclope do passado, o Homem-Aranha Miles Morales, o Hulk Amadeus Cho e a filha do Visão, Viv Vision. Por sinal, a homenagem recebeu autorização oficial para ser feita. “Conversei com a Marvel, então pude falar com Paulina Gómez Fernanández [filha de Bolaños]. Quero que fique claro, isso é uma homenagem ao trabalho de Chespirito, é um tributo, uma manifestação de amor ao México. É importante mostrar que essa equipe de Campeões conversa com todas as diferentes culturas, línguas e raças”, disse Ramos em entrevista ao jornal mexicano Cronica.

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