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  • Música

    Sly Stone, pioneiro do funk psicodélico e lenda da música americana, morre aos 82 anos

    9 de junho de 2025 /

    Cantor marcou época com hits, transgressão e influência que impactou gerações, vindo a falecer após longa batalha contra doença pulmonar

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  • Música

    Mais 50 clipes clássicos para celebrar os 50 anos de hip hop

    27 de agosto de 2023 /

    A segunda playlist em celebração aos 50 anos da criação do hip hop traz uma nova seleção de 50 clipes clássicos que definiram e continuam a moldar este universo sonoro. A lista inclui nomes icônicos como Run DMC, Public Enemy, Ice-T, Ice Cube e Dr. Dre, que não apenas dominaram as paradas de sucesso, mas também desafiaram convenções sociais e políticas através de suas letras incisivas e produções inovadoras. A seleção abrange diferentes eras e estilos dentro do hip hop, desde a proclamação do rap como o novo rock em “King of Rock” do Run DMC até o domínio do gênero sobre a música pop, marcado por “Still D.R.E.” de Dr. Dre. A lista inclui artistas que uniram rock e hip hop de maneira inovadora. Todos sabem que Run DMC gravou com Aerosmith. Mas quem lembra de “Bring Tha Noize”, uma colaboração entre Anthrax e Public Enemy? A seleção destaca também o impacto feminino de MC Lyte, Queen Latifah e Eve, clássicos do gangsta rap e do rap alternativo, além dos toques do Sul com Outkast e Geto Boys. Os clipes da seleção não apenas acumularam milhões de visualizações ao longo dos anos, mas também se tornaram referências em cinematografia musical. Por exemplo, “No Sleep Till Brooklyn” dos Beastie Boys e “Don’t Sweat The Technique” de Eric B. & Rakim são conhecidos tanto por suas batidas contagiantes quanto por suas imagens memoráveis. Além disso, muitos dos astros selecionados se projetaram para outras plataformas de entretenimento, como Fresh Prince, que ficou mais conhecido como o ator Will Smith, além de Ludacris, astro da franquia “Velozes e Furiosos”, e Ice-T e LL Cool J, estrelas de séries duradoras da televisão americana, demonstrando que o hip hop se tornou uma força cultural com impacto em vários aspectos da sociedade. De suas raízes nas ruas do Bronx até sua influência global, esta seleção serve não apenas como um lembrete da riqueza e diversidade do hip hop, mas também como um tributo aos artistas que tornaram tudo isso possível, muitos deles, inclusive, já falecidos, como Jam Master Jay (Run DMC), Adam “MCA” Yauch (Beastie Boys), DMX, The Notorious B.I.G., Bushwick Bill (Geto Boys) e Prodigy (Mobb Deep).     Run DMC | Beastie Boys | LL Cool J | Public Enemy | Tone Loc | Schoolly D | Kurtis Blow | The Sugarhill Gang | Kool Moe Dee | Young MC | The Roots | Ice-T | Goodie Mob | Fugees | Boogie Down Productions | Black Star | KRS-One | Missy Elliott | Jungle Brothers | DMX | Ludacris | Nelly | James Brown | Afrika Bambaataa | Digital Underground | Fu-Schnickens | Roxanne Shanté | Showbiz & A.G. | Eric B. & Rakim | Cypress Hill | House of Pain | Black Sheep | A Tribe Called Quest | Jurassic 5 | Queen Latifah | Geto Boys | Ice Cube | The Notorious B.I.G. | Dr. Dre | Mobb Deep | Busta Rhymes | Outkast | MC Lyte | Eve | DJ Jazzy Jeff & The Fresh Prince | De La Soul | The UMC’s | Nas | Kanye West | DJ Shadow

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  • Música

    50 clipes clássicos para celebrar 50 anos de hip hop

    20 de agosto de 2023 /

    O hip hop está completando 50 anos e a festa acontece por aqui com uma seleções de clipes. São 50 clipes clássicos do rap americano, que não pretendem ser uma lista de maiores gravações, mas servir de trilha representativa para a festa – organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist como videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas – funciona melhor na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). A data escolhida para marcar o cinquentenário é 11 de agosto de 1973, quando o jovem DJ Kool Herc deu sua primeira festa no bairro do Bronx, em Nova York, montando dois toca-discos para manter uma seleção de funk, soul, música latina e reggae tocando sem parar – uma adaptação dos sound systems de sua infância na Jamaica, onde equipamentos de som itinerantes usavam discotecagem para transformar ruas em festas instantâneas. O aprimoramento americano, hip hop, deu início à cultura dos DJs, que logo passaram a criar novas músicas a partir de trechos de discos diferentes, e os MCs, que começaram animando as festas com gritos e palavras de ordem para acompanhar as batidas, antes de virarem rappers, sem esquecer dos b-boys dançarinos de rua e a turma do grafite, que criava o visual da época. O gênero teve uma rápida evolução, mas se manteve em segredo por vários anos. O primeiro rap (com MCs e uma banda) só foi gravado em 1979, surpreendendo o mundo que desconhecia o sucesso das block parties de Nova York, mas o verdadeiro impacto veio em 1981, quando o primeiro hip hop autêntico de DJ (“Adventures on the Wheels of Steel”, de Grandmaster Flash) virou disco, criando uma revolução de novas possibilidades para a música pop. Os 50 clipes abaixo capturam a evolução do hip hop ao longo das décadas, abrangendo desde os pioneiros como The Sugarhill Gang e Grandmaster Flash & The Furious Five, que ajudaram a tornar o gênero conhecido, até artistas mais recentes como Jay-Z e 50 Cent, que continuam a empurrar os limites do gênero. A relação inclui gravações pioneiras como o primeiro rap gravado, “Rapper’s Delight” da Sugarhill Gang, e a faixa inovadora que trouxe consciência social ao rap: “The Message”, de Grandmaster Flash & The Furious Five. Também estão presentes hits icônicos como “California Love” de 2Pac e “Lose Yourself” de Eminem, que mostram a expansão do hip hop para a cultura mainstream. A seleção abrange uma variedade de estilos e subgêneros, desde o rap consciente de Public Enemy e KRS-One até o G-funk (ou gangsta rap) da Costa Oeste de Dr. Dre, Snoop Dogg e Warren G. Também estão representados o electro de Afrika Bambaataa, o Miami bass de L’Trimm, o rap alternativo de De La Soul e A Tribe Called Quest, o rap hardcore de DMX e Wu-Tang Clan, e o rap feminino de Salt-N-Pepa e Queen Latifah, entre outras vertentes. É uma visão abrangente do que muitos chamam de “old school”, uma escola com muitas classes diferentes. Detalhe: essa é apenas a primeira parte da celebração audiovisual do aniversário. Uma nova seleção de 50 clipes continua a história – e a festa – no fim de semana que vem.     The Sugarhill Gang | Kurtis Blow | Funky Four Plus One | Grandmaster Flash & The Furious Five | Grandmaster Melle Mel | Afrika Bambaataa & The Soulsonic Force | Salt-N-Pepa | L’Trimm | Davy DMX | RUN DMC | J.J. Fad | Sir Mix-A-Lot | Tag Team | Rob Base & DJ EZ Rock | Wreckx N Effect | K7 | Poor Righteous Teachers | Showbiz & A.G. | Digable Planets | Nice & Smooth | Gang Starr | Queen Latifah | A Tribe Called Quest | De La Soul | Special Ed | Arrested Development | Beastie Boys | LL COOL J | Ice-T | Public Enemy | Eric B. & Rakim | Jay-Z | N.W.A. | DMX | 50 Cent | KRS-One | Ol’ Dirty Bastard | Method Man | Gravediggaz | Wu-Tang Clan | Dr. Dre | Warren G | DJ Quik | 2Pac | Eminem | Blackstar | The Roots | The Pharcyde | Brand Nubian | Nas

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  • Etc

    Idris Elba se diverte com boato de 007 e responde com rap clássico do Public Enemy

    12 de agosto de 2018 /

    O ator Idris Elba (“A Torre Negra”) aproveitou o fim de semana para se divertir com a invenção do tabloide britânico Daily Star de que ele viveria o próximo James Bond no cinema. Mostrando bom humor, ele escreveu no Twitter: “Meu nome é Elba, Idris Elba”, parafraseando a célebre frase do 007 “Meu nome é Bond, James Bond”. Claro que é uma brincadeira e não uma confirmação da mentira criada pelos “jornalistas” de Manchester, já desmentida pelas “fontes” citadas na redação mal-intencionada. O problema é que essa mentira não teve pernas curtas e ganhou o mundo, indo repercutir em alguns dos maiores sites e jornais do mundo, inclusive no Brasil. Por isso, Elba postou um segundo Twitter com outra fase famosa: “Não acredite no exagero” – tradução literal de “Don’t Believe the Hype”, título de um rap clássico da banda Public Enemy. E para não deixar dúvida em relação à referência, ele ainda postou uma foto da banda. Para quem não lembra, a música tem os seguintes versos: “O significado de tudo isso: alguns meios de comunicação são malucos. Que você acredite que é tudo verdade me explode a cabeça. Otários, mentirosos, me dê uma pá. Alguns redatores que conheço são malditos demônios. Para eles eu digo, não acredite no exagero. Yo, Chuck, eles devem fumar crack, né?”. Relembre a mensagem com o clipe abaixo. my name’s Elba, Idris Elba. pic.twitter.com/kEyyaVg8JX — Idris Elba (@idriselba) 12 de agosto de 2018 Don’t believe the HYPE… — Idris Elba (@idriselba) 12 de agosto de 2018 …. pic.twitter.com/y9AEcMcsWh — Idris Elba (@idriselba) 12 de agosto de 2018

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  • Música

    Roteirista de A Múmia acusa produtor mais bem-sucedido do hip-hop de estupro

    1 de dezembro de 2017 /

    Um dos produtores mais influentes do mundo do hip-hop americano, Russell Simmons, foi acusado de estupro pela roteirista Jenny Lumet (“O Casamento de Rachel”, “A Múmia”), filha do famoso cineasta Sidney Lumet. Ela assinou uma coluna na revista The Hollywood Reporter em que afirma, com muitos detalhes, ter sido estuprada por Simmons em 1991, aos 24 anos. É a segunda denúncia de abuso sexual contra o produtor. No começo do mês, ele negou a denúncia da modelo Claussen Khalighi, que alegava também ter sido atacada em 1991, quando tinha 17 anos. Diante da repercussão negativa, com vários cancelamentos de negócios, Simmons anunciou na quinta-feira (30/11) sua aposentadoria. Simmons é, disparado, o empresário mais bem-sucedido do hip-hop. O que começou com festas de bairro em Nova York no final dos anos 1970 explodiu após ele assumir o gerenciamento da carreira de seu irmão Joseph Simmons, mais conhecido como o Run da banda Run-DMC. O estouro da gravação de “Walk This Way”, primeiro rap exibido na MTV em 1986, foi o empurrão que faltava para dar visibilidade a seu primeiro grande investimento, uma gravadora chamada Def Jam Recordings, que revolucionou o nascente gênero musical ao revelar Beastie Boys, LL Cool J e Public Enemy na década de 1980. Mas não ficou nisso. Nos anos seguintes, a gravadora ainda revelaria Kanye West, Jay-Z e Rihanna. Ele também criou as grifes de moda Phat Farm e Tantris. E virou produtor de cinema em 1985, ao lançar “Krush Groove”, um musical de hip-hop estrelado por Run-DMC, Fat Boys, New Edition, Kurtis Blow, Sheila E e os Beastie Boys. O filme seguinte, “Tougher Than Leather” (1988), só com o Run-DMC, inaugurou sua produtora cinematográfica, Def Pictures. Jenny Lumet iniciou a carreira como atriz neste filme. O produtor encontrou ainda mais sucesso ao se voltar às comédias, como o longa “O Professor Aloprado” (1996) e o programa humorístico “Def Comedy Jam”, exibido pela HBO desde 1992. O sucesso da atração televisiva deu origem a diversos especiais de humor e stand-up no canal pago americano. Após a nova denúncia, a HBO emitiu um comunicado anunciando que tiraria o nome de Simmons dos programas e que não faria mais projetos com ele. O empresário negou as acusações, mas explicou que acredita que as recentes revelações de casos de abuso e assédio sexual por parte de celebridades masculinas o fizeram refletir. “Embora jamais tenha sido violento, frequentemente não mostrei consideração e sensibilidade em muitas de minhas relações ao longo dos anos, e me desculpo sinceramente”, ele disse, em comunicado. “As vozes dos que não têm voz, os que foram feridos ou degradados, merecem ser escutadas. Quando os cenários do poder abrem caminho a uma nova geração, não desejo ser uma distração, assim me retiro dos negócios que criei”, completou. A inclusão de Simmons nos escândalos sexuais que abalam a indústria do entretenimento também deve cancelar a produção de um filme sobre história da gravadora Def Jam, que estava em desenvolvimento na Fox. Inspirado no livro “Life and Def: Sex Drugs Money + God”, biografia de Simmons escrita por Nelson George (consultor da série “The Get Down”), o filme tinha roteiro de Kenya Barris, criador da série “Black-ish”.

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  • Música

    História da gravadora que lançou Beastie Boys e Public Enemy vai virar filme

    4 de julho de 2017 /

    A história da Def Jam Recordings, gravadora de rap que lançou os Beastie Boys, LL Cool J e Public Enemy nos anos 1980, vai virar filme. A Fox vai produzir uma cinebiografia de Russell Simmons, o empreendedor visionário, que começou a agenciar rappers como Kurtis Blow, numa época em que a indústria fonográfica ainda não entendia o que era aquela música vinda dos bairros pobres de Nova York. Ele ficou milionário ao promover a banda de seu irmão, Run-DMC, e logo abriu sua própria gravadora, que originou um império. Inspirado no livro “Life and Def: Sex Drugs Money + God”, biografia de Simmons escrita por Nelson George (consultor da série “The Get Down”), o filme está sendo roteirizado por Kenya Barris, o criador da série “Black-ish”. “Life and Def” será uma coprodução da Fox com a Def Pictures, empresa cinematográfica de Simmons – ele também tem uma produtora de TV e uma grife de moda! A ideia é contar como o rap estourou nos Estados Unidos nos anos 1980, com a ajuda de Simmons, e virou um negócio milionário no século 21 com o lançamento de novos talentos distribuídos pela Def Jam, como Kanye West, Jay-Z e Rihanna. A abordagem deve ser bem diferente de “Straight Outta Compton” e “All Eyez on Me”, as cinebiografias do NWA e Tupac Shakur, que são passadas em Los Angeles e representam outra faceta do rap.

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