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    Eva Green é processada por dar prejuízo à produção de filme sci-fi

    8 de agosto de 2020 /

    A atriz Eva Green (“Penny Dreadful”) está sendo processada na Suprema Corte de Londres por supostamente dar prejuízo à produtora de um thriller de ficção científica, chamado de “A Patriot”, que ela estrelaria ao lado de Helen Hunt e Charles Dance. Pelo contrato firmado em maio do ano passado, Green se comprometia a fazer o papel de Kate Jones, uma capitã de Fronteira de um estado autoritário futurista. Dan Pringle (“K-Shop”) deveria ter dirigido a partir de seu roteiro original. Green, que também era produtora executiva do projeto, iniciou no mês passado seu próprio processo judicial contra a produtora do filme, White Lantern (Britannica) Ltd. A atriz alegou que tinha um acordo de “filmar ou pagar”, que lhe dá direito a US$ 1,04 milhão caso o projeto fosse abandonado. Ela também quer que a produtora cinematográfica pague seus custos legais. Em fevereiro, Green foi informado de que a Sherborne Media Finance havia assumido o controle da White Lantern e “pretendia notificar a rescisão do contrato com o artista”. A empresa alegou em outubro passado que ela havia violado o acordo, então não era elegível para a taxa. Green diz que a empresa não forneceu informações sobre a violação relatada. Segundo o jornal britânico Evening Standard, que teve acesso ao processo, a White Lantern afirma que a atriz fez várias exigências que acarretaram no encarecimento da produção, originalmente orçada em US$ 5,22 milhões, e abandonou o papel, levando à inviabilização do filme. Ela teria exigido que uma equipe adicional fosse contratada, o que teria somado US$ 326 mil ao orçamento, embora tenha se oferecido para pagar o montante com parte de seus próprios honorários. A White Lantern alega que Green queria colocar o produtor Paul Sarony (“Juliet, Nua e Crua”) no filme, supostamente insistindo: “Precisamos absolutamente dele a bordo, caso contrário o navio afundará.” A produtora afirma ter dito à atriz que Sarony seria “incrivelmente caro” e bastante redundante no set. Também alega que Green tentou contratar o supervisor de efeitos visuais George Zwier, cujos créditos incluem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e “Artemis Fowl”, bem como sua própria equipe de assistentes pessoais, dizendo: “Eles não podem trabalhar por menos e não posso trabalhar sem eles.” Green também queria recrutar a supervisora ​​de roteiro Jeanette McGrath (“Game of Thrones”, “Penny Dreadful”), falando: “Por favor, realmente precisamos da Jeanette a bordo para a qualidade do filme”. As filmagens deveriam durar sete semanas em Dublin, na Irlanda, a partir de agosto do ano passado, mas a produção foi adiada duas vezes, antes de ser abandonada. De acordo com a White Lantern, a produção foi forçada a se encerrar porque a atriz se afastou do projeto. Por conta do prejuízo com seu investimento inicial, a empresa agora cobra US$ 1,3 milhão de despesas criadas pela atriz e também busca uma compensação pelos “lucros que o filme teria gerado” – US$ 130 milhões na estimativa da produtora. O advogado da empresa, Max Mallin, disse no processo que Eva Green “se engajou em uma conduta que demonstrou que ela não tinha intenção e/ou desejo de concluir a produção do filme. [Suas] exigências eram irracionais… [Elas] criaram distrações, atrasos e custos adicionais significativos para a White Lantern.”

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    Ashley Judd ganha aval da Justiça para processar Harvey Weinstein

    30 de julho de 2020 /

    A Justiça americana deu ganho de causa para a atriz Ashley Judd na apelação de seu processo contra Harvey Weinstein. A atriz foi a primeira a acusar Weinstein na imprensa, colocando a carreira em risco para permitir que outras mulheres se manifestassem. Sua atitude encorajou uma centena de denúncias e deu início ao movimento #MeToo nas redes sociais, mas os advogados do produtor impediram que ela o processasse. A atriz afirma ter sido prejudicada propositalmente em sua carreira por se recusar a ter relações sexuais com Weinstein. Já a defesa do produtor alega que ele não era chefe dela, portanto não teria esse poder. Ela entrou com um recurso na Justiça e a análise, feita por três juízes, foi que, mesmo sem vínculo direto, a posição de produtor e de dono de estúdio estabelecia uma relação de poder de Weinstein sobre a atriz, permitindo que ela fosse prejudicada. “Em virtude da posição profissional e de sua influência, Weinstein se colocava em uma posição única de poder coercivo sobre [Ashley] Judd, que era jovem e no início de sua carreira na época do assédio”, disse a juíza Mary H Murguia. “Mais ainda, dada a forte influência e inevitável presença de Weinstein na indústria do cinema, era muito difícil para Judd romper com ele ‘sem dificuldade tangível’, ainda mais que a vida de atriz dependia de ser convidada para os papéis”, acrescentou. Ashley relatou que, nos anos 1990, quando estava em ascensão em Hollywood, Weinstein a chamou para uma reunião em um quarto de hotel, onde tirou a roupa e tentou fazer massagem nela. A atriz diz que, depois que ela se recusou, Weinstein passou a pressionar diretores a não escalá-la em novos filmes, levando-a a perder importantes oportunidades de trabalho. Embora tenha reclamado disso por muitos anos, só quando os abusos de Weinstein chegaram na imprensa é que diretores se manifestaram sobre a pressão sofrida para não escalar determinadas atrizes. Em entrevista, Peter Jackson revelou que Weinstein o desencorajou a contratar tanto Ashley quanto Mira Sorvino, outra atriz que o produtor tentou abusar, chamando ambas de “um pesadelo para se trabalhar”. Na época, Jackson estava dando início à produção da trilogia “O Senhor dos Anéis”. O processo aberto por Ashley acusa Weinstein de difamação, abuso de poder e assédio sexual. A vitória obtida na quarta (29/7) foi celebrada pelos advogados da atriz, que agora pode prosseguir com a ação.

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    Templo evangélico tenta processar Porta dos Fundos em R$ 1 bilhão e toma prejuízo

    29 de julho de 2020 /

    Um templo evangélico que queria lucrar R$ 1 bilhão num processo contra a Netflix e o Porta dos Fundos, devido ao especial de Natal do grupo de humoristas, tomou um prejuízo financeiro considerável, que poderia muito ilustrar uma parábola sobre ganância – como Provérbios 28:20. Segundo apurou a revista Veja, Anselmo Ferreira de Melo da Costa, presidente da igreja Templo Planeta do Senhor, disse ter se sentido desrespeitado pelo especial “A Primeira Tentação de Cristo” em sua fé cristã e decidiu processar os responsáveis pela produção. O programa, que foi ao ar no fim do ano passado, trazia Gregório Duvivier como Jesus Cristo, em suposta relação homossexual, e causou a fúria de líderes religiosos, rendeu pronunciamentos inflamados de políticos e culminou num atentado à bomba contra a sede do grupo. Em fevereiro, o religioso foi à Justiça requerer o valor bilionário. Mas o processo não foi muito adiante. Ele desistiu ao ver a conta. A ação chegou ao fim sem que a Netflix e o Porta dos Fundos fossem sequer notificados oficialmente, porque a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, não deu o direito da Justiça gratuita ao caso – ou seja, como o Templo Planeta do Senhor pedia R$ 1 bilhão, os custos do processo chegaram a R$ 82 mil. O templo tentou mudar o valor da indenização, mas foi impedido porque o caso já tinha avançado. Pensou em recorrer, mas aí o prejuízo seria em dobro, novamente em custos judiciais. E a lição poderia ser ainda maior, porque se a Netflix ou o Porta dos Fundos tivessem recebido notificação judicial, o templo teria de arcar com honorários dos advogados das empresas, caso recebesse decisão desfavorável. O valor seria R$ 200 mil, referente a 10% de sua ambição. O processo também pedia a retirada do programa do ar e tinha pouca chance de prosperar, pois em janeiro o Supremo Tribunal Federal já havia se manifestado de forma favorável à liberdade de expressão dos humoristas e contra qualquer tentativa de censura. Além disso, o templo cometeu um erro primário que colocaria tudo a perder, ao chamar o programa de “Se Beber, Não Ceie” no processo. Este foi o nome de um especial de Natal do Porta dos Fundos exibido em 2018, que mostrava os apóstolos bêbados na Santa Ceia. “Se Beber, Não Ceie” não faz alusão à homossexualidade e, talvez por isso, não tenha despertado o mesmo nível de ira e repercussão que “A Primeira Tentação de Cristo”. Como a desistência não elimina os custos, a Justiça agora lembra a obrigação de pagar a Cesar o que é de Cesar. Ou seja, os R$ 82 mil devidos pelo templo.

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    Advogado de Johnny Depp conclui defesa chamando Amber Heard de mentirosa

    28 de julho de 2020 /

    O advogado de Johnny Depp concluiu nesta terça (28/7) sua argumentação no processo que o ator move contra o jornal britânico The Sun por calúnia, após ser chamado de “espancador de esposa” num artigo de 2018. Mas a linha defendida por David Sherbone aproximou-se bastante do retrato traçado pela advogada da publicação, que um dia antes descreveu Depp como um misógino capaz de não apenas atacar a ex, Amber Heard, como inventar os piores adjetivos possíveis para desacreditá-la, de vadia e mentirosa para baixo. Sherbone reforçou essa linha de defesa para tentar provar que Depp é um homem pacífico e que Heard é que é violenta. “Ela é a agressora, não o sr. Depp. Ele não é espancador de mulheres”, disse Sherborne ao tribunal, acrescentando que a “falta de credibilidade” de Heard havia sido comprovada nas evidências que ela mesma ofereceu. Ele declarou que a atriz é uma “testemunha totalmente não confiável e, francamente, mentirosa compulsiva”, alguém que adaptou sua história para equilibrar as evidências produzidas contra ela. Em um discurso de encerramento, o advogado de Depp ainda afirmou que, embora o ator tenha se aberto sobre o uso de drogas e álcool, Heard minimizou o próprio consumo, além de suas questões de ciúme e raiva. Ao longo do julgamento, Heard descreveu vários incidentes em que, segundo ela, foi agredida por Depp, trazendo fotos de hematomas e da destruição causada nos locais em que as agressões aconteceram, além de testemunhas, como sua irmã e uma cabeleireira, e registros do ator apagado de tanto se drogar. Depp acabou confessando ter dado uma cabeçada na atriz e ela confirmou que o agrediu pelo menos uma vez, justificando o ato como tentativa de defender a irmã de um ataque enraivecido do ator. A defesa de Depp também tentou retratar a atriz como infiel, o que ela negou e o juiz do caso, Andrew Nicol, considerou irrelevante. O jornal The Sun publicou tudo, dando grande repercussão com o objetivo de colocar a opinião pública contra o ator. A publicação, claro, tem interesse em vencer o processo e conta com apoio de Heard, porque a atriz também está sendo processada por Depp nos EUA por se dizer vítima de violência doméstica. O midiático julgamento se encerrou nesta terça-feira, mas o juiz não deve proferir sua decisão antes de várias semanas.

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    Advogada do The Sun chama Johnny Depp de misógino drogado e violento

    27 de julho de 2020 /

    Johnny Depp está processando o jornal The Sun por difamação devido a um artigo que o chamou de “espancador de esposa”. Mas a advogada do tabloide britânico acrescentou outros adjetivos fortes e pejorativos para descrever o ator durante o julgamento. Em sua apresentação final da defesa, a advogada Sasha Wass chamou Depp de misógino drogado e violento. Ela disse que tudo o que o jornal publicou “é verdade – ou seja, Depp realmente bateu em sua esposa”. E descreveu porque “espancador de esposa” é uma forma correta de descrevê-lo – entre outras. Wass disse que havia “evidências esmagadoras de violência doméstica e do comportamento de espancar a esposa, catalogadas durante um período de três anos”. E concluiu que “uma profunda misoginia […] está na raiz da raiva de Depp”. Ela aprofundou a descrição negativa do ator. “Ele criou uma persona misógina de (Heard) como o estereótipo de uma mulher irritante”. Wass também disse que Depp classificou a Heard como “uma interesseira, uma megera e uma adúltera” em várias declarações para desacreditá-la. A advogada argumentou que esse ressentimento foi amplificado e virou violência contra Heard porque Depp era “um viciado sem esperança que perdia repetidamente seu autocontrole e toda a capacidade de conter sua raiva”. E ainda usou o histórico do ator como “evidência bem documentada de violência e destruição durante toda a vida adulta, que ocorreu sempre que ele ficou sob a influência de bebidas e drogas.” Para comparar a diferença causada pelas drogas no comportamento do ator, ela disse que o primeiro ano do relacionamento do casal, durante o qual Depp estava sóbrio, foi “idílico”. A violência só começou em 2013 após uma recaída, que o tornou “sujeito a mudanças irracionais de humor e padrões comportamentais anormais, que não estavam presentes quando o Sr. Depp estava sóbrio, e o Sr. Depp tem um nome para essa entidade metamorfoseada – o Monstro”. Depp, que preferiu se ausentar do tribunal nesta segunda-feira (27/7), nega veementemente ter agredido Heard. O ator alega que as acusações de Heard e suas testemunhas são “uma farsa cuidadosamente coreografada”, porque as drogas, que ele confirma tomar, não o tornariam violento. Ele também abriu um processo por difamação contra a atriz nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo. O casal se conheceu durante as filmagens de “Diário de um Jornalista Bêbado”, em 2011, e se casou em Los Angeles em fevereiro de 2015. Heard entrou com pedido de divórcio no ano seguinte e o divórcio foi finalizado em 2017. O julgamento por difamação contra o jornal The Sun vai se encerrar na terça-feira (28/7), com a apresentação dos argumentos dos advogados de Depp, mas o juiz encarregado do caso, Andrew Nicol, não deve proferir sua decisão antes de várias semanas.

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    Elon Musk chama Johnny Depp para briga após ser citado em processo

    27 de julho de 2020 /

    Com seu nome envolvido no processo movido por Johnny Depp contra o jornal The Sun por difamação, o empresário Elon Musk resolveu chamar o ator para a briga. Literalmente. A defesa de Depp alegou que a ex-esposa do ator, a atriz Amber Heard, teve um caso com o proprietário da fábrica de veículos Tesla enquanto ainda era casada. Musk contestou essa versão, afirmando que só teve um relacionamento com a atriz após a separação dela. “Eu não tive um romance com a Amber durante o casamento dela com o Johnny, isso é absolutamente falso”, afirmou Musk ao jornal americano The New York Times. “Eu também não tive nenhum romance a três”, acrescentando, em relação a outra denúncia da defesa de Depp, de que Heard, Musk e a atriz Cara Delevingne protagonizaram uma orgia na casa do ator. E arrematou: “Se o Johnny quiser uma luta em uma gaiola é só me avisar”. Johnny Depp moveu processo contra o jornal britânico The Sun após ter sido chamado de “espancador de esposa”. Seu casamento com Heard terminou no final de 2016, quando a atriz acusou o ator de violência doméstica. Ela acabou namorando Musk em seguida, mas o relacionamento foi breve. O julgamento trouxe à tona muitos detalhes escandalosos da vida privada do casal, acompanhados por fotos e depoimentos de Heard que alegam uma rotina de abusos e surtos violentos de Depp, motivados por ciúmes doentios e excessos de drogas e álcool. Depp afirma que nada disso aconteceu e que o depoimento de Heard e suas testemunhas é “uma farsa cuidadosamente coreografada”. Ele também abriu um processo por difamação contra a atriz nos EUA, o que deve manter esta história escandalosa em evidência por muito tempo.

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    Claudia Raia é acusada de exercício ilegal da profissão por Conselho de Educação Física

    25 de julho de 2020 /

    A atriz Claudia Raia foi denunciada pelo Conselho Regional de Educação Física (CREF1) por exercício ilegal da profissão. Em seu site oficial, o órgão diz ter protocolado uma notícia crime junto ao Ministério Público Estadual, após receber diversos alertas de irregularidades. O CREF1 destaca que, no mês de março, recebeu denúncias de que a atriz de 53 anos estava prescrevendo exercícios físicos em seu perfil no Instagram. “Como se comprova através dos links, a Denunciada começa o vídeo explanando que está iniciando com um aquecimento que pode ser realizado de qualquer jeito por quem está acompanhando. Cita como exemplo: pular corda, ou com um deslocamento frontal e lateral, que nada mais é do que uma corrida pra frente e pra trás ou de um lado para o outro e polichinelos”, afirma o órgão na denúncia. “Não podemos permitir que, reiteradamente, pessoas não habilitadas exerçam ilegalmente a profissão na prestação dos serviços à sociedade, como se Profissionais de Educação Física fossem”, diz trecho do documento, que ainda cita outras passagens de vídeos em que Raia indica exercícios. O CREF1 ainda afirma que a “nova modalidade de infração” por meio de ambientes virtuais e comercialização de programas de treinamentos por pessoas não habilitadas têm sido crescente e dificultado a fiscalização. Paralelamente, os profissionais de Educação Física lançaram uma campanha de conscientização, que alerta que Educação Física é uma ciência e não uma moda, e pede mais respeito para quem tem formação na área. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Educação Física BR 🇧🇷 (@educacao_fisica_) em 21 de Jul, 2020 às 8:33 PDT Ver essa foto no Instagram #diganãoparafalsosprofissionais . . . #edf #edfisica #edfisicaporamor #edfisicaescolar #personal #fit #fitness #treino #educacaofisica #emagrecimento #saude #atividadefisica #exerciciofisico #brasil Uma publicação compartilhada por Educação Física BR 🇧🇷 (@educacao_fisica_) em 23 de Jul, 2020 às 3:00 PDT

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    Clint Eastwood processa remédio por uso fraudulento de seu nome

    23 de julho de 2020 /

    O ator e cineasta Clint Eastwood está processando fabricantes e comerciantes do remédio canabidiol (CDB) nos EUA por fazerem fraude usando seu nome. Ele entrou com duas ações no tribunal de Los Angeles contra várias empresas por tentarem relacioná-lo à droga de diferentes maneiras. O primeiro processo tem como alvo empresas envolvidas com a publicação e divulgação de artigos com entrevistas falsas, ilustradas por fotos de Eastwood, alegando que o astro de 90 anos é usuário e entusiasta da droga. Os textos também atribuíam ao diretor encontros para promover e vender produtos. A ação indica ainda que as três empresas — Sera Labs Inc, Greendios e For Our Vets LLC — enviaram e-mails de spam com o assunto “Clint Eastwood expõe um segredo impactante hoje”, que faziam referência a uma suposta entrevista à rede NBC, que nunca ocorreu. “A verdade é que o senhor Eastwood não tem nenhuma relação com nenhum produto de CBD e nunca deu tal entrevista”, assinala o processo por difamação, que busca “responsabilizar as pessoas e entidades que se beneficiaram ilegalmente do seu nome e semelhança”. O segundo processo visa 10 empresas e indivíduos de vários estados americanos, acusados de usarem tags embutidas nos códigos de páginas do remédio para que buscas com o nome do ator apontassem para os sites dos demandados. “Colocaram, no sentido figurado, um cartaz com a marca do senhor Eastwood na frente de sua loja eletrônica, para atrair clientes, e fizeram o consumidor acreditar que o senhor Eastwood estava associado ou apoiava essas empresas”, destaca o texto da ação. Eastwood, que reclama milhões de dólares em perdas e danos, também pediu que o tribunal determine que as empresas renunciem a toda a receita derivada do esquema. O CBD é um composto não-psicoativo da cannabis e também é derivado da planta de cânhamo. Legalizado nos EUA em 2018, é usado para tratar condições como dor, insônia e ansiedade. Não é a primeira vez que celebridades de Hollywood processam empresas que exploram endossos falsos. Sandra Bullock e Ellen DeGeneres também apresentaram queixas similares na justiça americana no ano passado.

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    Ancine ataca cinema brasileiro com reprovação recorde de contas

    22 de julho de 2020 /

    A Ancine divulgou nesta semana uma lista de filmes que tiveram suas prestações de contas reprovadas. A iniciativa não tem precedentes. Em mais de um sentido. Mas é apenas mais uma nova batalha da guerra cultural travada pelo desgoverno Bolsonaro contra o cinema brasileiro. Para começar, a Ancine nunca tinha divulgado listas similares. A iniciativa teria sido feita em nome da “transparência”, mas o motivo das reprovações não foi divulgado. Ou seja, um ato opaco – o oposto de transparente. O que mais chama atenção nesta iniciativa é a grande quantidade de filmes com contas reprovadas. De uma lista de 168 produções – de um total de cerca de 4 mil pendências – , a entidade reprovou completamente 102 delas — 60,7% do total analisado – , aprovou 56 com ressalvas e considerou apenas 10 projetos plenamente aprovados. É um volume recorde de reprovações. Ainda mais considerando que nos primeiros 20 anos de captação da Ancine, entre 1993 e 2013, apenas 17 (dezessete!) projetos tiveram contas totalmente reprovadas – e um deles teria revertido a condição, “Chatô, O Rei do Brasil”. Outro detalhe inusitado é a idade dos projetos. Há filmes que completaram a maioridade, como “Desmundo”, “Madame Satã” e “Rocha que Voa”, lançados em 2002, há 18 anos. Os títulos mais novos também são da década passada, “Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo”, “Xuxa em O Mistério de Feiurinha” e “Budapeste”, que chegaram aos cinemas em 2009. Por conta dessa abrangência, a relação também enquadra obras de cineastas já falecidos, como Nelson Pereira dos Santos (1928-2018) e Carlos Reichenbach (1945-2012). Mas enquanto se observa uma mescla “democrática” de blockbusters (“2 Filhos de Francisco”) com trabalhos engajados (“Serra da Desordem”), chama atenção, por outro lado, um predomínio de títulos de diretores ligados à rede Globo, como Guel Arraes (“Lisbela e o Prisioneiro”), Andrucha Waddington (“Casa de Areia”), Jorge Furtado (“Saneamento Básico, O Filme”), Cao Hamburger (“O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias”) e Selton Mello (“Feliz Natal”), e principalmente de produções com a chancela da Globo Filmes – a grande maioria da relação. O presidente Jair Bolsonaro considera a Globo como uma de suas principais inimigas. Além de incentivar a hashtag #Globolixo nas redes sociais, ele já mandou cortar a verba de publicidade federal destinada à emissora e supostamente – embora não haja contradito – envolvido fiscais da receita numa devassa nos impostos dos principais artistas da emissora – mas não de outros canais. Ao justificar a lista, a Ancine alega atender uma demanda do Tribunal de Contas da União (TCU). Vale observar que o TCU tem considerado prescritas as dívidas públicas não cobradas após cinco anos. Todas as eventuais cobranças dos filmes com contas rejeitadas estariam, portanto, prescritas. Esta prescrição, contudo, não impede que as obras sejam incluídas numa lista negra. E aí encontra-se o objetivo prático da relação. As produtoras “negativadas” não poderiam, segundo os critérios para fomento da Ancine, “aprovar novos projetos, prorrogar, redimensionar, remanejar ou obter autorização para movimentar recursos já aprovados”. Elas também estariam “impedidas de contratar com o Fundo Setorial do Audiovisual ou receber apoio de fomento direto da agência”. Sem prestar contas do Fundo Setorial do Audiovisual e mantendo trancada a verba arrecadada em 2018 – e já aprovada – para fomento de novos filmes, a Ancine agora trabalha para impedir que as principais produtoras de cinema do Brasil possam apresentar novos projetos em busca de incentivos. Além da Globo Filmes, a relação inclui produções e coproduções da Conspiração Filmes, Gullane, Diller Associados, Bananeira Filmes, Casa de Cinema de Porto Alegre, até mesmo da Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto), com quem o governo está brigando por dever mais de R$ 12 milhões em custos de manutenção da Cinemateca Brasileira, entre outras. Mas não há na lista de contas reprovadas produções ligadas ao setor evangélico, relacionadas a movimento político de direita ou a canais de TV rivais da Globo.

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    Advogados vão recorrer de decisão que livrou Regina Duarte de processo

    22 de julho de 2020 /

    Não acabou. A autora de ação contra Regina Duarte por apologia a crimes de tortura vai recorrer da decisão judicial que livrou a atriz do processo. A jornalista e advogada Lygia Jobim, filha de José Jobim, diplomata morto pelo regime militar, cobrava uma retratação pública e R$ 70 mil de danos morais da atriz e ex-secretária de Cultura em processo motivado pela polêmica entrevista de Regina Duarte à CNN Brasil, em maio passado. Lygia Jobim alega que Regina relativizou os atos dos militares. Na ocasião, a então Secretária de Cultura disse que “sempre houve tortura” e que discutir os casos de violência nos governos militares seria “olhar para trás”. Em sua decisão, a juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho, da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro, afirmou que Lygia só poderia ter apresentado a ação contra o órgão que a atriz representava. Ou seja, ela não poderia responder como pessoa física. Já o governo federal continua como réu. “Já conversei com meus advogados. Vamos recorrer da decisão, tendo em vista que Regina Duarte é uma pessoa pública, formadora de opinião e emitiu declarações de apologia a crimes de tortura na condição de secretária de Cultura, ou seja, como representante do Estado brasileiro, o mesmo Estado que assassinou o meu pai e tantas outras pessoas que representavam alguma ameaça ao regime militar. Exclui-la do processo é exclui-la da responsabilidade que a cabe”, disse a autora da ação, por meio de comunicado. “Nosso escritório vai recorrer da decisão, porque é impossível desassociar a senhora Regina Duarte da ação, tendo em vista que ela protagonizou as declarações de apologia a crimes de tortura. Não houve por parte dela qualquer tipo de pedido de desculpas ou manifestação de arrependimento. Nenhum tipo de empatia pela dor das famílias que perderam seus entes queridos, vítimas de violência de violações cometidas por militares durante a ditadura. Fazer apologia a crimes de tortura praticados na ditadura estão previstos no Código Penal (Lei nº 2.848/1940), Lei dos Crimes de Responsabilidade (Lei nº 1.079/1950) e na Lei de Segurança Nacional (Lei nº 7.170/1983)”, sustentaram Carlos Nicodemos e Gustavo Proença, advogados do escritório Nicodemos & Nederstigt Advogados Associados, que defende Lygia Jobim. Como filha de vítima da repressão no Brasil, Lygia Jobim se sentiu ofendida e indignada com as declarações de Regina Duarte. A autora do processo é filha de José Jobim, embaixador aposentado, de 69 anos, cujo corpo foi encontrado em 24 de março de 1979, pendurado numa árvore, com uma corda de náilon no pescoço, no Itanhangá, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, numa simulação de enforcamento similar à do falecido jornalista Vladimir Herzog. Segundo relatos de testemunhas, o corpo apresentava sinais de tortura. Na época, o então delegado do caso, Rui Dourado, alegou que o diplomata havia se “suicidado”. Na verdade, José Jobim foi assassinado após ser sequestrado, quando iria denunciar corrupção no regime militar. Ele foi considerado oficialmente uma das vítimas da ditadura pela Comissão Nacional da Verdade.

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    Amber Heard acusa Johnny Depp de jogar 30 garrafas de bebidas “como granadas” contra ela

    22 de julho de 2020 /

    A atriz Amber Heard deu um novo depoimento nesta quarta (22/7), no processo que Johnny Depp move contra o jornal britânico The Sun por difamação. Em seu terceiro dia na corte, ela negou ter cortado a ponta do dedo do ex-marido durante uma discussão violenta, dizendo que o ator jogou garrafas contra ela “como granadas”. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Heard foi interrogada sobre a mutilação da ponta do dedo de Depp, que ele afirma ter sido resultado de uma garrafa atirada pela ex-esposa. A violência aconteceu na Austrália em março de 2015, durante as filmagens de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, período que a atriz de “Aquaman” descreveu como a “pior coisa que já passei”, comparando a estadia com Depp a uma situação de refém. Ela explicou que o surto começou quando ela pegou uma garrafa que Depp estava bebendo e a jogou no chão, em protesto contra a bebedeira constante. E disse que isso precipitou um ataque de garrafas contra ela. “Ele jogou todas as garrafas que estavam ao seu alcance, cerca de 30 no bar”, contou. “Ele as pegou e começou a usá-las como granadas ou bombas… jogando uma após a outra na minha direção.” “Uma delas quebrou uma janela atrás de mim. Senti o vidro quebrar, mas estava com muito medo de olhar. Ele estava jogando garrafas cheias com força em mim com velocidade real e com a intenção de me machucar”, descreveu a atriz, segundo relato do jornal The Sun, que na condição de parte do processo tem acesso a todos os depoimentos. “Eu estava gritando com ele, pedindo para parar”, ela continuou. “Tentei passar por ele para fugir e ele me agarrou pelos cabelos, me jogou longe. Caí na mesa de pingue-pongue e ela desabou sob mim.” Heard também afirmou que Depp a perseguiu até a cozinha e bateu sua cabeça contra a geladeira enquanto gritava: “Você faz isso comigo todas as vezes, você me faz fazer isso”. Diante da descrição dessa briga, a advogada de Depp, Eleanor Laws afirmou que o relato de Heard de que o ator havia cortado o dedo ao esmagar um telefone contra uma parede e depois continuar a agredi-la era uma mentira. Questionada se tinha atirado objetos no ator, ela admitiu ter agido “em legítima defesa”. “Só joguei coisas para escapar de Johnny quando ele estava me batendo”, afirmou Heard, que já havia admitido anteriormente ter pego o que estava a seu alcance para se livrar de surtos de violência. Laws também acusou Heard de apagar um cigarro na bochecha de Depp. “Não, Johnny fez isso bem na minha frente. Ele costumava fazer coisas assim”, disse Heard. Depois desta briga, Johnny Depp escreveu mensagens desconexas no espelho do local com a ponta ensanguentada de seu dedo cortado. Uma frase dizia: “Estrelando Billy Bob, Fácil Amber”. Na terça (21/7), a atriz disse que Depp acreditava que ela tinha casos com todos os atores com quem contracenava. Billy Bob Thornton foi um deles. No começo do julgamento, na semana passada, o ator admitiu que a casa alugada na Austrália foi destruída durante a estadia do ex-casal. Ele chegou a admitir que havia “bastante sangue” pelos cômodos. No entanto, assumiu apenas parte dos danos, dizendo que Heard era responsável pela maioria deles. O prejuízo foi estimado em cerca de 100 mil libras.

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    Processo contra Regina Duarte por apologia a crimes da ditadura é arquivado

    22 de julho de 2020 /

    Não deu em nada o processo movido por Lygia Jobim contra Regina Duarte, por apologia a crimes de tortura e mortes praticados na ditadura. A juíza federal Maria Carvalho determinou o arquivamento da ação em que a filha de José Jobim, diplomata morto pelo regime militar, cobrava R$ 70 mil de danos morais da atriz e ex-secretária de Cultura Regina Duarte. O processo foi motivado pela polêmica entrevista de Regina Duarte à CNN Brasil, em maio passado. Lygia Jobim alega que Regina relativizou os atos dos militares. Na ocasião, a então Secretária de Cultura disse que “sempre houve tortura” e que discutir os casos de violência nos governos militares seria “olhar para trás”. Em sua decisão, a juíza da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro afirma que Lygia só poderia ter apresentado a ação contra o órgão que a atriz representava.

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    Amber Heard diz que Johnny Depp a imaginava com vários atores

    21 de julho de 2020 /

    Durante seu depoimento de terça (21/7), no processo que Johnny Depp move contra o jornal britânico The Sun por difamação, a atriz Amber Heard contou que o ator achava que ela tinha casos com todos os colegas com quem contracenava. Em seu segundo dia na corte, Heard foi questionada pela advogada de Depp, Eleanor Laws, sobre sua suposta infidelidade durante o casamento com ator. Confrontada por um caso com o bilionário Elon Musk e o ator James Franco, ela negou que tivesse sido infiel. E acrescentou: “não que isso importe muito”. Com a insistência da advogada, ela listou outros atores de quem Depp tinha ciúmes, incluindo Leonardo DiCaprio, com quem ela apenas fez um teste. “Ele me acusou de ter casos com cada um dos meus colegas de elenco: Eddie Redmayne, James Franco, Jim Sturgess, Kevin Costner, Liam Hemsworth, Billy Bob Thornton, Channing Tatum; até mulheres como Kelli Garner”, disse Amber, de acordo com o jornal The Sun, que está publicando um diário do julgamento, graças ao acesso privilegiado como parte do processo. Depp está processando a News Group Newspapers, que publica o Sun, devido a uma reportagem de 2018 em que foi chamado de “espancador de esposa”, termo usado pelo tabloide para questionar sua escalação na franquia infantil “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. “Ele me provocava – especialmente quando estava bêbado ou chapado – e tinha apelidos depreciativos para todos os meus colegas masculinos que ele considerava uma ameaça sexual”, disse a atriz, revelando os apelidos maldosos de Depp para os colegas. “Por exemplo, Leonardo DiCaprio era ‘cabeça de abóbora’, Channing Tatum era ‘cabeça de batata'”. Após ouvir a exposição da advogada sobre possíveis traições da atriz durante seu casamento, o juiz do caso, Andrew Nicol, disse que ele não achou tais evidências sobre ciúmes úteis para chegar à conclusão final. O processo por difamação está sua terceira e, à princípio, última semana de testemunhos no Supremo Tribunal de Londres. Depp e Heard se divorciaram em 2017 após 15 meses de um casamento turbulento. Num acordo para acelerar o divórcio, Heard retirou sua acusação de violência doméstica e Depp lhe deu US$ 7 milhões. A atriz doou todo o valor para diversas associações. Mas, depois disso, Heard se disse sobrevivente de violência doméstica, o que fez o ator decidir processá-la. Esse julgamento não tem relação com o processo contra o jornal britânico e ainda vai acontecer nos EUA. Nele, Depp quer receber US$ 50 milhões de Heard por calúnia e difamação.

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