Pedro Scooby rebate Luana e justifica processo: “Superexposição”
Após Luana Piovani tornar público o processo que Pedro Scooby está movendo contra ela, a assessoria jurídica do surfista emitiu uma nota de esclarecimento na tarde desta quinta-feira (26/01). Incomodado com as acusações de Luana, Scooby rebateu o vídeo em que a atriz afirma que ele quer silenciá-la com processo em Portugal. Segundo os advogados do ex-BBB, o processo foi aberto no Brasil após a atriz fazer “superexposição” dos filhos, Dom, de 10 anos, e Bem e Liz, de 7, em discussão pública com o ex-marido. A decisão judicial determina que a atriz está proibida de publicar vídeos em que cita direta ou indiretamente o ex-marido e seus filhos. Caso Luana descumpra o acordo, ela poderá ser multada. “Reconhecendo o risco aos menores da superexposição, o Judiciário Brasileiro proferiu decisão, em 18.01.23, proibindo a postagem de novos vídeos, vedando que se faça ‘qualquer postagem, por qualquer mídia social, que contenha alusão, direta ou implícita, ao nome do autor e/ou ao nome do autor correlacionado ao nome dos filhos em comum’, devendo o conflito ser resolvido em âmbito familiar”, diz o processo. Os advogados argumentam que Pedro tomou essa atitude prezando que “a privacidade dos filhos seja preservada, evitando a exposição internacional dos menores e pondo em risco o melhor interesse da criança e adolescente”. A nota oficial também destaca que o processo foi aberto na Justiça brasileira. E não na portuguesa, como declarou Luana. Em seu vídeo, a atriz disse que o ex-marido preferiu abrir um processo no país europeu, onde a artista mora com os filhos, pois o Judiciário de lá seria mais favorável aos homens e não reconheceria os direitos das mulheres. “O diálogo, o espírito de cooperação e o senso de responsabilidade com a exposição na internet são ferramentas indispensáveis para dirimir o conflito, preferencialmente de forma amigável, preservando a intimidade e privacidade dos menores”, conclui a nota de esclarecimento.
Luana Piovani é processada por Scooby: “Quer me calar”
A lavação de roupa suja entre Luana Piovani e Pedro Scooby está longe de acabar. A atriz revelou na manhã desta quinta-feira (26/1) que o ex-marido abriu um processo judicial contra ela. Num extenso vídeo publicado no Instagram, a atriz começou esclarecendo que tem uma vida pública com mais de 30 anos e que, por isso, não estaria sendo leviana, tampouco estaria fugindo de suas responsabilidades. Luana acrescentou que não está narrando toda a sua história com Scooby para “bombar” na Internet, porque ela também está se sente constrangida com os fatos. Na “novela dessa semana”, a artista contou que Scooby está tentando silenciá-la após as acusações envolvendo a pensão dos três filhos do ex-casal, que já foi totalmente paga dentro do prazo. “Eu cheguei aqui no começo da semana e tinha um processo aqui. Ou seja, o Pedro abriu um processo contra mim e marcou uma audiência semana que vem. Ele está querendo me calar. E eu entendo, né? Porque queima muito o filme dele todas essas vezes que eu venho pra cá contar as faltas que ele comete, só que funciona, é por isso que eu faço”, explicou. Em seguida, Luana lembrou a treta do celular de Dom, em que ela expôs o surfista por ir contra a sua vontade em proibir o uso do aparelho. “Eu jamais estaria expondo se ele não estivesse errado, se eu não estivesse com a razão dentre as minhas preocupações de mãe”, enfatizou. A artista também contou que o tribunal de justiça de Portugal é “muito mais favorável a ele”. Na sequência, Luana relatou caso de agressão no país “onde a juíza deu o veredito do agressor teria que levar a agredida para jantar”. “Então, só para vocês entenderem porque ele abriu esse processo aqui, porque para ele é mais fácil. O feminismo não existe, o direito das mulheres aqui são quase que ilusórios e pouquíssimos defendidos. Então, para ele, não poderia ter lugar mais perfeito. Se, por acaso, eu parar de falar, vocês já sabem o porquê”, pontuou a atriz. Luana Piovani acrescentou que, por curiosidade, foi ler o processo movido por Pedro Scooby e descobriu que a ação judicial tenta desqualificá-la “como mulher e como mãe” com fotos eróticas. De acordo com a advogada de Luana, os registros podem sugerir o “início de um outro processo que ele vai abrir para tirar a guarda das crianças”. “Eu fiquei chocada, cara. Que ardiloso, que cruel”, disse a atriz, avaliando que Pedro não seria capaz de cuidar dos filhos. “[…] Acho muito louco que ele acha que é apto a criar as três crianças. Ele quer tirar o Dom da escola, cara!” “[…] Isso me chocou demais, e aí eu entendi que preciso matar o Pedro dentro de mim. Eu já tinha entendido que não posso dar cartaz pra ele. […] Fiquei muito chocada, me deu uma sensação de luto e indignação.” Por fim, a artista ressaltou que o ex-casal “já tem todo o trâmite de pensão e de guarda” acontecendo no Brasil. “A ingratidão é demais”, lamentou Piovani. Vale lembrar que a artista criou o maior barraco com Scooby nas redes sociais enquanto ele lidava com a situação de sua filha recém-nascida, Aurora, que precisou ser operada assim que veio à luz. Scooby pediu para tratar as questões com a advogada dele e não trazer para o Instagram, mas ela se recusou, acreditando, como ressaltou, que lavar roupa suja em público funcionava melhor para ela. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luana Piovani (@luapio)
Kristen Chenoweth se arrepende por não processar série após quase morrer no set
Em uma recente entrevista ao programa “Watch What Happens Live”, a atriz Kristen Chenoweth revelou que ficou arrependida por não ter processado a emissora CBS depois que sofreu um seríssimo acidente no set da série “The Good Wife” em 2012. “Eu devia ter escutado meu pai, sabe? Eu não fiz isso por puro medo e ansiedade. Não deixe o medo guiar sua vida. Hoje tenho sérias lesões por causa desse episódio”, ela contou. Enquanto gravava a 4ª temporada do seriado, Kristen foi atingida por um equipamento de luz que desabou e teve que ser hospitalizada. “Aquilo atingiu meu rosto e me jogou no chão. Tive faturas no crânio, dentes e costelas”. Dona de um Emmy e um Tony Awards, a celebrada atriz passou por momentos muito difíceis após o incidente e, inclusive, teve que se afastar das gravações. Todo esse episódio é contado em seu livro, “I’m No a Philosopher, But I Got Thoughts”. Kristen, inclusive, relata que seu médico afirmou que, graças ao seu aplique, ela sobreviveu ao acidente no set. “Então, se você já pensou em ter um aplique, faça isso pela sua própria saúde”, brincou a estrela.
Xuxa é condenada a pagar R$ 65 milhões por plágio
A Justiça do Rio de Janeiro condenou a Xuxa Promoções e Produções, empresa de Xuxa Meneghel, a pagar mais de R$ 65 milhões por apropriação indevida de personagens criados por um empresário mineiro. O autor da ação, o publicitário Leonardo Soltz, afirma que os personagens de “A Turma do Cabralzinho”, criados por ele para festejar os 500 anos do descobrimento do Brasil, foram copiados em um projeto da empresa de Xuxa, que teria obtido lucros e licenças com a história. Segundo o processo, Leonardo Soltz teve encontros com a equipe da Xuxa em 1998 e 1999 para tratar sobre os personagens. Mas em vez de acertarem um negócio, a empresa de Xuxa teria se apropriado dos personagens que ele criou para lançar a “Turma da Xuxinha Descobrindo o Brasil”. O lançamento da apresentadora foi um sucesso e a “Turma da Xuxinha” fechou licenciamento para uma linha de cosméticos infantis. O produto também virou revistas em quadrinhos e bichos de pelúcia. O processo tramita desde 2004. Segundo o G1, as partes já teriam tentado acordo, sem sucesso. O cálculo de R$ 65 milhões considerou a tiragem da revista e reprodução de imagens dos personagens em outros produtos, além de considerar outras publicações, que foram usadas como referência. O perito responsável pela fixação do valor afirma que o tempo do litígio, 19 anos, aumentou o valor devido. A defesa da Xuxa Promoções e Produções tentou apontar suspeição do perito, no que foi rechaçada pela juíza Flávia Viveiros de Castro, da 6ª Vara Cível, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. No processo, a juíza diz: “A parte ré utiliza-se de manobras pouco éticas, levantando suspeição do perito, que é profissional idôneo, trabalhando para este Juízo e outros deste E. Tribunal, sem nunca ter tido sua reputação profissional questionada”. A decisão ainda cabe recurso, mas se Xuxa não apelar na Justiça pode ter os bens penhorados.
Conselho de Enfermagem arquiva caso de Klara Castanho sem apontar culpados
O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) arquivou o processo de investigação do caso Klara Castanho. O Coren-SP apurava a denúncia da atriz de que uma enfermeira a teria abordado e ameaçado divulgar para a imprensa informações sobre a entrega para adoção de bebê fruto de um estupro. A notícia chegou a colunistas que procuraram a atriz quando ela ainda estava no hospital. Mesmo pedindo que não escrevessem sobre o assunto, a informação acabou vazando, de forma distorcida, e gerou acusações sensacionalistas contra Klara, vítima de estupro e de violação de privacidade. Segundo o Conselho, uma sindicância sobre o vazamento de informações sigilosas no Hospital Brasil, a partir das informações divulgadas pela atriz, não encontrou culpados. “O conselho seguiu todos os ritos processuais, solicitou documentos à instituição hospitalar e convocou os profissionais do plantão à época do fato denunciado, porém não constatou a participação de nenhum profissional de enfermagem em relação ao vazamento de quaisquer informações sigilosas de pacientes, o que levou ao arquivamento do processo. Até o momento, o Coren-SP também não recebeu denúncia por parte da atriz quanto ao tema”, afirmou em nota. Aparentemente, o Coren-SP não ouviu Matheus Baldi, ex-colunista do “Fofocalizando”, que teria recebido a ligação com a notícia da gravidez e foi o primeiro a noticiar o caso. Após uma ligação de Klara, que explicou que não foi apenas uma gravidez, que ela tinha sido vítima de estupro e o assunto não podia ter vazado, ele chegou a apagar a postagem, mas a história acabou voltando com força logo depois, num vídeo surreal de Antonia Fontenelle, que acusou Klara de ser monstruosa e cometer crime por dar a criança para doação, e numa participação de Leo Dias no programa “The Noite” (SBT), onde acusou uma atriz “que vende uma imagem que todo mundo acha que é santinha” de ter fito algo capaz de fazer as pessoas “perder a fé na humanidade”. Klara se viu obrigada a contar todos os detalhes para o público, publicando um post em 26 de junho que descreveu como “o relato mais difícil da minha vida”. Apesar do desabafo, Leo Dias não se conteve e publicou em seguida os dados do nascimento da criança, incluindo hora e local de nascimento, que são protegidos por lei, expondo ainda mais a jovem. Estes dados, por sinal, só poderiam ter saído do hospital. Mas o Coren-SP não constatou nada de errado. Apesar desse arquivamento, a polícia segue normalmente com suas investigações, já que Klara abriu um processo na Justiça por calúnia, difamação e injúria contra Leo Dias, Antonia Fontenelle e Adriana Kappaz, conhecida como Dri Paz, que fez fofoca na mesma linha – publicando na rede social Kwai um vídeo “imputando” o crime de abandono de incapaz a atriz. Os representantes de Klara afirmam que “todas as medidas judiciais fundamentais foram tomadas pela equipe jurídica para que os envolvidos sejam investigados e respondam por seus atos”.
Acusação de abuso sexual contra Marilyn Manson é arquivada pela Justiça americana
Um processo de abuso sexual contra Marilyn Manson foi arquivado pela Justiça americana por falta de representação legal. A decisão foi tomada após Ashley Morgan Smithline não cumprir uma determinação judicial no prazo devido. Ela perdeu o advogado no começo de outubro e tinha um prazo até o dia 5 de dezembro para substitui-lo, o que não ocorreu. “O tribunal, portanto, extingue esta ação sem prejuízo, por omissão do autor em processar a ação”, diz o texto da decisão judicial. A modelo e ex-namorada de Manson acusou o cantor de abuso sexual, estupro, violência, ameaça de morte e tortura física e psicológica, acrescentando que ele cortou seu ombro, a parte interna do braço e o estômago com uma faca, deixando cicatrizes. Em entrevista à revista People no ano passado, ela dizia querer que o artista fosse “responsabilizado de uma vez por todas”. Apesar desse arquivamento, Manson ainda enfrenta dois processos de agressão sexual: da atriz Esmé Bianco (de “Game of Thrones”), que acusa Manson de estupro e de tentar matá-la, e de uma vítima anônima, que afirma ter sido estuprada brutalmente na residência do cantor em 2011. Um quarto processo movido em maio de 2021 pela ex-assistente de Manson, Ashley Walters, foi indeferido por ter ultrapassado o limite de prescrição, mas ela entrou com uma apelação na Justiça. Em sua denúncia, Walters alegou que Manson a sujeitou a mais de um ano de “exploração sexual, manipulação e abuso psicológico” depois de atrai-la com a promessa de uma colaboração profissional. Marilyn Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Hugh Warner, também entrou com seu próprio processo de difamação na Justiça, acusando sua ex-namorada Evan Rachel Wood (atriz de “Westworld”) de fabricar acusações contra ele e, de acordo com a ação, “recrutar, coordenar e pressionar mulheres ligadas a Warner a fazer falsas acusações de abuso contra ele”. Primeira a denunciar Manson em suas redes sociais, Wood disse que já esperava o processo ao se pronunciar publicamente sobre os abusos e disse que não estava “com medo” de enfrentá-lo no tribunal. “Isso é o que praticamente todo sobrevivente que tenta expor alguém em uma posição de poder sofre, e isso faz parte da retaliação que mantém os sobreviventes quietos. É por isso que as pessoas não querem se apresentar. Isso era esperado”, afirmou durante participação no programa televisivo americano “The View”. “Estou muito confiante de que tenho a verdade do meu lado e que a verdade virá à tona.”
Estrelas do clássico “Romeu e Julieta” processam estúdio por abuso infantil
A atriz Olivia Hussey e o ator Leonard Whiting, estrelas da versão cinematográfica mais famosa de “Romeu e Julieta”, lançada em 1968, estão processando o estúdio Paramount sob a acusação de abuso infantil, devido à filmagem e uso de imagens dos dois nus no longa, quando eles eram menores de idade. O processo foi aberto na última sexta-feira (30/12) no Tribunal de Santa Mônica, na Califórnia. Hussey e Whiting, que hoje tem mais de 70 anos de idade, acusam a Paramount de explorá-los sexualmente. Dirigido por Franco Zeffirelli, “Romeu e Julieta” foi um enorme sucesso no seu lançamento e recebeu quatro indicações ao Oscar. Mas o filme também foi alvo de polêmicas por causa de uma cena em que é possível ver a bunda de Whiting e os seios de Hussey. Eles tinha 16 e 15 anos na época, respectivamente. No processo, a dupla alega que Zeffirelli – que morreu em 2019 – havia garantido aos atores que não haveria nenhuma cena de nudez no filme, e que eles usariam algum tipo de proteção nessa cena em questão. Porém, nos últimos dias de filmagem, o diretor teria implorado aos dois que filmassem a cena nus, “ou o filme iria ser um fracasso”. Eles disseram, ainda, que o diretor lhes mostrou onde a câmera ficaria posicionada, e garantiu que nenhum tipo de nudez seria captada pelas imagens e mostrada no filme. Desta forma, o processo alega que o diretor foi desonesto e que, por conta disso, Whiting e Hussey foram filmados nus sem o consentimento deles. “O que eles ouviram e o que aconteceu foram duas coisas diferentes”, disse Tony Marinozzi, empresário dos atores. “Eles confiavam em Franco. Aos 16, como atores, eles assumiram que ele não violaria a confiança que eles tinham. Franco era amigo deles e, francamente, aos 16 anos, o que eles fariam? Não havia opções. Não havia #MeToo.” Hussey e Whiting alegam que sofreram angústia mental e sofrimento emocional nos 55 anos desde o lançamento do filme e que perderam oportunidades de emprego por conta disso. Apesar de suas atuações de destaque, os dois tiveram carreiras relativamente curtas depois de “Romeu e Julieta”. Eles estão buscando uma indenização “que se acredita ser superior a US$ 500 milhões”. “Imagens de menores nus são ilegais e não devem ser exibidas”, disse o advogado dos atores, Solomon Gresen. “Eles eram crianças muito jovens e ingênuas nos anos 1960, que não entendiam o que estava prestes a atingi-los. De repente, ficaram famosos em um nível que nunca esperaram e, além disso, foram violados de uma forma que não sabiam como lidar”. O processo foi protocolado agora porque uma lei da Califórnia suspendeu a prescrição para acusações mais antigas de abuso sexual infantil. Após esta iniciativa, os tribunais viram um aumento de acusações contra a associação dos Escoteiros da América e contra a Igreja Católica, entre outras organizações. A Paramount não se manifestou publicamente em relação ao processo. Em uma entrevista de 2018 para a Variety, Hussey defendeu a cena de nudez. “Ninguém da minha idade tinha feito isso antes”, disse ela, acrescentando que Zeffirelli filmou tudo com bom gosto. “Era necessário para o filme.” Em outra entrevista de 2018 à Fox News, ela disse que a cena era “tabu” na América, mas que a nudez já era comum nos filmes europeus da época. “Não foi grande coisa”, disse ela. “E Leonard não era nada tímido! No meio da filmagem, esqueci completamente que não estava de roupa.” Veja abaixo o trailer e um making of do filme original.
Rodrigo Constantino tem perfil bloqueado no Twitter
Horas depois de ser informado de que teve seu canal de vídeos desmonetizado pelo YouTube, o comentarista Rodrigo Constantino, da Jovem Pan News, teve seu perfil bloqueado no Twitter. Todas as postagens sumiram. No perfil, agora só aparece a informação de que a conta foi retida devido a uma notificação judicial. Em sua conta no Instagram, Constantino compartilhou o conteúdo de um e-mail enviado pelo Twitter, informando que seu perfil foi removido em cumprimento a uma decisão judicial no âmbito de um processo que tramita em segredo de Justiça. Ele considerou que está sofrendo censura. “Brasil = China. A ‘democracia’ venceu, o ‘amor’ petista é lindo! E todo ‘jornalista’ que aplaude essa censura é uma prostituta”, legendou o comentarista ao lado do print do e-mail. Bolsonarista ferrenho, Constantino é um dos funcionários mais extremistas da Jovem Pan News, que costuma atacar cotidianamente o sistema judiciário e o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, além de espalhar fake news e estimular protestos antidemocráticos. Autoritário, chegou a pedir que os diretores do grupo demitissem jornalistas que criticaram seus comentários mais radicais na programação do canal. Um de seus desafetos, o jornalista Cesar Calejon, viralizou nas redes sociais após detonar Constantino sobre as manifestações antidemocráticas pelo país. Na ocasião, o jornalista disse ser fácil para o comentarista inflamar a população em favor dos atos sendo que ele estava confortável em sua casa nos EUA. Contrariado com a crítica de Calejon, Constantino condicionou sua permanência na Jovem Pan à demissão do jornalista, o que foi acatado pela emissora. Uma semana antes, ele tinha exigido a demissão de outro jornalista, Leonardo Grandini, após ser chamado de “puxa-saco” de Jair Bolsonaro. Um de seus piores ataques, porém, foi contra o neto de Leilane Neubarth, por conta de uma foto do menino com um boné com a sigla CPX. Ele acusou a jornalista de ser “uma esquerdista caviar irresponsável”, porque, durante as eleições, bolsonaristas espalharam a fake news de que CPX se referia a uma facção criminosa, após Luiz Inácio Lula da Silva usar um boné com a sigla durante uma visita ao Morro do Alemão. “Lula visita ‘QG do Comando Vermelho’ no Alemão, RJ, e usa boné que significa ‘cupinxa (parceiro) do crime’”, espalhou o senador Flávio Bolsonaro. Na verdade, CPX é abreviatura de complexo, como são chamados os conjuntos de favelas no Rio de Janeiro. E todo morador do Rio sabe disso. A sigla também é utilizada pelo perfil oficial da Polícia Militar do Rio de Janeiro para se referir aos complexos do Rio. Consta inclusive em documentos oficiais do governo fluminense, como no resumo da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023. Mas o post de Constantino funcionou como um apito de cachorro, fazendo vários de seus seguidores atacarem o neto de Leilane nas redes sociais, o que revoltou a apresentadora. “Você é muito baixo! Eu achava que você era apenas fanático e grosseiro, mas você é podre”, escreveu ela, recebendo apoio dos fãs, que criticaram duramente a atitude do bolsonarista. Foi o que bastou para ele radicalizar ainda mais. “A esquerda insiste em fingir que a sigla representa apenas ‘complexo’, e não a marca usada pelos que controlam essas comunidades específicas, ou seja, o C.V. Vale tudo pra lacrar, sinalizar falsa virtude. E ainda xingam quem critica o uso da criança de ‘fascista’. Triste!”, escreveu. Uma das últimas publicações de Constantino foi outra bate-boca, desta vez com o apresentador Danilo Gentili, após ser acusado de incentivar “loucos a incendiarem o país”. Gentili fez referência ao fato de terroristas bolsonaristas espalharem bombas em Brasília para tumultuar a posse de Lula. Na internet, o suspeito preso, identificado como George Washington, costumava compartilhar as opiniões de Constantino. Ao negar ter incentivado terrorismo, Danilo reforçou que sim, que ele “incentivou loucos” a agirem como terroristas. “Vai pra put* que te pariu, cínico do caraio [sic]. Você e outros fizeram exatamente isso: com o c* gordo grudado na cadeira em Miami ficaram, sim, incentivando louco a incendiar o país. Cínico, covarde”, escreveu o apresentador. Embora a remoção de seu perfil no Twitter tenha sido ordem judicial, a desmonetização no YouTube foi iniciativa da própria plataforma. Segundo o YouTube, o conteúdo de seus vídeos não estaria de acordo com as diretrizes da empresa. “Durante uma análise recente, nossa equipe de especialistas em políticas examinou cuidadosamente os vídeos que você carregou em seu canal ‘Rodrigo Constantino’”, começou o comunicado do YouTube. “Descobrimos que uma parte significativa do seu canal não está de acordo com nosso YouTube Políticas do programa de parceiros. A partir de hoje, seu canal não está qualificado para monetizar e você não terá acesso a ferramentas e recursos de monetização”, conclui o aviso que justificou a desmonetização. Para completar, a Jovem Pan News vem sofrendo pressão de uma campanha da Sleeping Giants Brasil, que, ao apontar o discurso golpista de funcionários do canal como Constantino e Paulo Figueiredo, tem conseguido fazer anunciantes de peso cortarem a publicidade da emissora.
Mulher processa Steven Tyler por abuso quando era menor
O cantor Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, está sendo processado por uma mulher que o acusa de tê-la abusado sexualmente em 1973, quando ela tinha apenas 16 anos. A informação é da revista Rolling Stone. O processo, aberto por meio da Lei de Vítimas Infantis da Califórnia, acusa Tyler de abuso sexual, agressão sexual e imposição intencional de sofrimento emocional. A prescrição para esse tipo de processo foi temporariamente suspensa para sobreviventes de abuso infantil. Tyler não é citado no processo, mas a demandante Julia Holcomb falou publicamente sobre suas experiências com o cantor, que tinha cerca de 25 anos na época. Segundo Holcomb, essas “experiências” teriam durado três anos. Embora não admita o ocorrido, Tyler escreveu em seu livro de memórias que “quase teve uma noiva adolescente” cujos pais “se apaixonaram por mim, assinaram um papel para que eu tivesse a custódia, para que eu não fosse preso se a levasse para fora do Estado. Eu a levei em turnê comigo”. Holcomb afirma que Tyler a envolveu com drogas e álcool, fez sexo com ela e, de fato, a levou para uma turnê com ele. Ela também conta que engravidou dele aos 17 anos e que o cantor a convenceu a fazer um aborto. Como o processo não cita Tyler por nome, é usada a expressão “John Doe” (algo equivalente a “João Ninguém”), como forma de se referir ao acusado, o que é algo comum quando a pessoa acusadora ou acusada é alguém famoso – ou alguém cuja identidade precisa ser mantida em segredo. Porém, a ação movida por Holcomb cita 50 “John Does” diferentes, indicando o envolvimento de diversas outras pessoas. O Aerosmith cancelou oito shows em Las Vegas em maio para que Tyler pudesse voltar para a reabilitação. No início deste mês, a banda cancelou as duas últimas apresentações agendadas devido a uma doença não revelada do cantor.
Edir Macedo é alvo de queixa criminal por homofobia na TV
O pastor Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da Record TV, foi denunciado por um discurso de teor homofóbico que proferiu na véspera do Natal (24/12) em seu canal de televisão. “Você não nasceu mau. Ninguém nasce mau. Ninguém nasce ladrão, ninguém nasce bandido, ninguém nasce homossexual ou lésbica… Ninguém nasce mau, todo mundo nasce perfeito com a sua inocência, porém, o mundo faz das pessoas aquilo que elas são quando elas aderem ao mundo”, disse Macedo. A frase, que vai além do desrespeito ao taxar quem não é heterossexual de “mau”, levou a Aliança Nacional LGBT+ e a ABRAFAH (Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas) a protocolarem uma notícia-crime contra o pastor. Coordenadora da área jurídica das instituições denunciantes, Amanda Souto diz que “é especialmente perverso usar um dos maiores canais de TV do país, em horário nobre, durante uma das principais datas comemorativas do país, para propagar o ódio”. O presidente da Aliança Nacional LGBT+, Toni Reis, também se pronunciou contra Macedo. “Comparar homossexualidade a ser bandido é um discurso de ódio e não podemos tolerar isso. Que Macedo responda na forma da lei”, declarou. Dando show de homofobia em plena véspera de Natal, Edir Macedo disse a pouco ao vivo na Record que “ninguém nasce gay ou lésbica, ninguém nasce mau”, além de comparar a comunidade LGBTQIAP+ com ladrões e bandidos. pic.twitter.com/kBHUG7oTie — eplay (@forumeplay) December 24, 2022
Juiz decide que estúdios podem ser processados por trailers enganosos
O juiz distrital americano Stephen Wilson decidiu nesta semana que os estúdios de cinema podem ser processados sob leis de propaganda enganosa se divulgarem trailers com cenas falsas de seus filmes. O trailer que gerou essa decisão foi do filme “Yesterday” (2019), sobre um sujeito que vive num mundo onde os Beatles não existiram. Dois fãs da atriz Ana de Armas (“Blonde”) processaram o estúdio Universal porque o trailer continha imagens da atriz, que não apareceu no filme. Apesar da participação da estrela cubana ter sido cortada na edição, sua presença no trailer teria sido o que convenceu os dois – que moram em cidades diferentes – a alugarem o filme. Dizendo-se enganados pelo estúdio, ele foram à Justiça. O caso se tornou sério quando o juiz concordou que a reclamação tinha base legal. Agora, o vindouro veredito do julgamento irá afetar diretamente a produção de novos trailers de cinema. A Universal até tentou descartar o processo, argumentando que os trailers dos filmes têm direito à proteção da Primeira Emenda dos EUA (que fala sobre liberdade de expressão) e que um trailer é um “trabalho artístico”, mas o juíz Wilson rejeitou esse argumento, dizendo que um trailer, na verdade, é um comercial, uma vez que tem a finalidade de vender um filme. Com isso, os trailers estão sujeitos à Lei de Propaganda Falsa da Califórnia e à Lei de Concorrência Desleal do estado. “A Universal está certa de que os trailers envolvem alguma criatividade e discrição editorial, mas essa criatividade não supera a natureza comercial de um trailer”, escreveu Wilson. “Basicamente, um trailer é um anúncio criado para vender um filme, fornecendo aos consumidores uma prévia do filme.” Não é incomum que os trailers de filmes incluam cenas que não aparecem no filme finalizado. Um trailer de “Jurassic Park” (outro filme da Universal), por exemplo, foi feito inteiramente com cenas cortadas. Porém, com essa nova decisão, esse cenário poderia gerar um processo judicial. A partir de agora, a forma como os filmes são divulgados deverá ser tratada com mais cuidado. Afinal, muitos estúdios e realizadores buscam despistar o público em seus trailers, chegando a apagar elementos cênicos e até personagens nas prévias. Um exemplo disso aconteceu em “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021), em que a participação de Andrew Garfield e Tobey Maguire foi apagada digitalmente em cenas do trailer. Nos filmes da Marvel, a situação é ainda mais drástica, já que seus trailers são manipulados para mostrar cenas que nem foram filmadas, como a inclusão do Hulk em Wakanda no trailer de “Vingadores: Guerra Infinita”. Diretores deste filme, os irmãos Russo confessaram que tomaram essa iniciativa para originar desinformação e enganar o público. O trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017) também trazia uma cena em que o Homem-Aranha e o Homem de Ferro eram vistos voando juntos em meio aos prédios do Queens, em Nova York, que não apareceu no filme. Mas talvez o exemplo mais significativo disso seja o primeiro teaser de “Homem-Aranha” (2002), que mostrava um assalto à banco interrompido pela ação do herói, que deixava os ladrões presos numa enorme teia erguida ao redor do World Trade Center. A sequência existiu apenas na divulgação do filme, já que foi retirada de circulação depois dos ataques terroristas às Torres Gêmeas. Outro caso curioso aconteceu em “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017). O ator Kevin Spacey foi retirado do longa, em meio à diversas acusações de abuso sexual, e substituído por Christopher Plummer, que precisou refilmar o papel às pressas nas datas de pós-produção. Só que o primeiro trailer do estúdio ainda destacava a participação de Spacey. Há também os trailers que se apresentam como “variantes” da narrativa oficial. Isso aconteceu recentemente com o terror “Noites Brutais”, quando o 20th Century Studios divulgou um trailer intitulado “Justin Long’s New Movie”. Este trailer era composto por cenas de “Noites Brutais”, mas apresentadas de uma maneira diferente. O tom era mais leve, até divertido. E a prévia ignorava o fato de que Long era um coadjuvante no filme, não o protagonista. Assista abaixo ao trailer de “Yesterday” com Ana de Armas, que abriu o questionamento de toda a produção de trailers de Hollywood.
Leo Lins resgata polêmica com Mion e autistas para promover show
O comediante Leo Lins resgatou uma desavença pública com o apresentador Marcos Mion como forma de promover seu novo show de humor no YouTube. As imagens divulgadas pelo humorista possuem críticas às piadas com autistas que lhe renderam processos na Justiça. No Instagram, o ator afirmou que recebeu uma suposta carta do Ministério Público Federal para derrubar o show criminoso. Para rebater as acusações, Lins ressuscitou um vídeo de 2020 em que Mion aparece indignado com as “brincadeiras”. “Chega de humorfobia. Recebi uma carta do Ministério Público Federal sobre um suposto crime no meu show. Um show de humor num palco de teatro com piadas contadas por um humorista”, começou a choradeira. “Hoje, a fórmula é piada + palco de humor + comediante, mas não faz parte do meu grupo = CRIME. Opinião preconceituosa + qualquer ambiente + não trabalha com humor, mas faz parte do meu grupinho = PIADA ou CULPA DA SOCIEDADE QUE CRESCI. Muito obrigado a todos os fãs, amigos e comediantes que estão ajudando postando e divulgando o show.” Em agosto deste ano, Lins foi condenado a pagar uma indenização de R$ 44 mil por danos morais contra Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista. A ação foi movida em 2020, após a publicação de um vídeo no perfil de Aline Mineiro, namorada de Leo Lins. Na ocasião, a ex-Fazenda disse: “Como em todas as festas, ele não fala nada, é um pouco autista.” Adriana Cristina enviou um pedido a Lins para que Aline não usasse o autismo de forma leviana. “Aconselhe sua namorada a se retratar. Autismo não é adjetivo”, ela escreveu. Longe de se sensibilizar, Lins respondeu com um texto obsceno. “Eu já tentei. Juro que falei pra ela responder todas as pessoas que estão indignadas como você. Aconselhei ela a mandar vocês enfiarem uma rola gigantesca no c*. Um pa* bem veiúdo, mais vascularizado que seu cérebro (se bem que pra isso não precisa muito). A ideia era socar essa rola até a cabeça sair na boca, empalando o corpo. Depois remover a pir*ca (que aliás, estaria de máscara, pois não quero que pegue Covid), remover cuidadosamente, o que deixaria um buraco cilíndrico, ai jogaria milho para o corpo se tornar um abrigo de pombas brancas da paz. Essa foi minha sugestão, mas ela achou absurdo. Prometo que vou seguir tentando”, escreveu o humorista. Ele ainda zombou, acrescentando as hashtags #autismonãoéadjetivo, #autismonãoésujeito, #autismonãoéverbo e #autismonãoépredicado Na época, Mion, que é pai do menino autista Romeu, se revoltou e gravou um longo vídeo detonando o comediante. Pelo jeito, Lins continua achando que isso é engraçado. Vem aí novo processo? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leo Lins (@leolins)
Tirullipa é processado por “brincadeira” na Farofa da Gkay
A drag queen Halessia decidiu processar o humorista Tirullipa por violação de intimidade. Helessia foi uma das vítimas das puxadas de roupas de Tirullipa durante a Farofa da Gkay. Ela teve a sunga abaixada à força pelo humorista durante participação numa brincadeira que simulava a “Banheira do Gugu” no evento, que aconteceu no início de dezembro em um hotel de Fortaleza. Ela pede R$ 50 mil de indenização por danos morais. Segundo Agatha Nogueira Bayer, uma das advogadas de Halessia, sua cliente estava distraída quando o humorista abaixou à força a sunga expondo suas partes íntimas para todos que estavam no local. Ela afirmou que, apesar da cliente não estar vestida como drag queen, a brincadeira estava sendo transmitida pela TV. Tirullipa não estava participando da brincadeira e, de acordo com a advogada, se utilizou de um momento em que sua cliente estava com os braços para trás e não tinha como sair da banheira para abaixar sua sunga. A influenciadora ligou para a advogada após o incidente relatando o que havia acontecido e recebeu todas as orientações jurídicas. Bayer disse que para qualquer pessoa a situação seria uma invasão de privacidade e um aborrecimento gigantesco, mas para Halessia é um complicador ainda maior porque, quando ela sai daquela brincadeira, se veste de mulher e representa marcas. “É muito tênue essa linha de você conseguir fazer a ilusão de ser uma mulher e ter um membro exposto na televisão.” O humorista acabou expulso da Farofa da Gkay após desamarrar o biquíni de pelo menos outras três convidadas do evento. Após deixar a festa, ele pediu desculpas para as mulheres e tentou se justificar dizendo que era uma brincadeira. “Eu tentei levar uma brincadeira, uma alegria, mas eu me excedi. Aquele clima de Farofa, de que tudo pode, na realidade tudo não pode”, ele disse em um vídeo divulgado no Instagram.












