Justiça americana se recusa a encerrar processo de 40 anos sem a prisão de Polanski
O cineasta Roman Polanski não conseguiu encerrar o caso em que é acusado de estupro de uma adolescente de 13 anos, cometido na década de 1970. A Justiça de Los Angeles negou, na segunda-feira (3/4), o pedido do cineasta para ter garantias de que não seria preso caso fosse ao país espontaneamente dar seu depoimento, reforçando que ele é considerado foragido. Em uma decisão de 13 páginas, o juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior, declarou que Polanski “não pode se aproveitar do tribunal ao mesmo tempo em que o desacata”. Cidadão francês, o diretor de 83 anos passou 48 dias na prisão após fazer um acordo com a promotoria há 40 anos, mas ao receber a informação de que o juiz poderia mudar de ideia e condená-lo a 50 anos de prisão, ele aproveitou a liberdade condicional para fugir para a França, onde vive desde então. Durante uma audiência em março, o advogado de Polanski, Harland Braun, pediu ao juiz decidir se o diretor já havia cumprido sua pena. Em petição, demandou uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977. Deste modo, teria sido sentenciado e cumprido a pena. Mas, após este período, o já falecido juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski estava usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.
Veja os primeiros cinco minutos da volta da série Prison Break
A Fox divulgou os cinco minutos iniciais do revival de “Prison Break”, que mostram como Lincoln (Dominic Purcell) descobre, por meio de T-Bag (Robert Knepper), que seu irmão Michael (Wentworth Miller) ainda está vivo e novamente atrás das grades. No entanto, desta vez fugir da cadeia será o menor dos problemas. A grande fuga da temporada será escapar do país árabe em que Michael está aprisionado, que atravessa uma guerra civil. Serão nove episódios inéditos com estreia marcada para esta terça (4/4) em exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Dwayne Johnson e Jason Statham escapam da prisão em cena eletrizante de Velozes e Furiosos 8
Não é apenas atrás dos volantes que Dwayne Johnson e Jason Statham são velozes e furiosos. Os inimigos jurados do filme anterior passam por cima de uma tropa de choque para se enfrentarem durante uma fuga coreográfica da prisão de segurança máxima em que se encontram, numa cena literalmente eletrizante de “Velozes e Furiosos 8” – que pode ser conferida na íntegra em dois vídeos abaixo. Dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), o longa chega nos cinemas brasileiros no dia 13 de abril.
Carceireiros: Série inédita da Globo vence festival internacional de televisão em Cannes
Ainda inédita e longe de estrear, a série “Carcereiros”, um dos projetos recentes mais promissores da Globo, venceu o prêmio principal do MIPTV, festival/feira internacional de televisão, neste domingo (2/4) em Cannes. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a produção brasileira como a melhor série de drama, num apanhado de novas produções com episódios completos, que ainda incluía as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. Ao contrário de outros festivais, no MIPTV a premiação abre o evento, que é voltado para o mercado de conteúdo televisivo. A feira de negócios segue até quinta na Croisette. Protagonizada pelo ator Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”) e centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários, a série já está toda gravada e deveria ter estreado em janeiro, mas as rebeliões presidiárias do começo do ano adiaram indefinidamente sua estreia. Gravada no último trimestre de 2016, a série adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). A previsão de estreia é para junho em streaming, exclusivamente no Globo Play, e apenas em 2018 na programação da Globo.
Ex-Power Ranger é condenado a seis anos de prisão por assassinato
O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Ranger vermelho na série “Power Rangers Wild Force” (2002), foi condenado a seis anos de prisão nesta quinta-feira (30/6) pelo assassinato de seu antigo colega de apartamento. Medina já tinha se confessado culpado por ter matado Josh Sutter em 31 de janeiro de 2015, usando uma espada. O crime aconteceu na casa em que moravam, em Palmdale, Los Angeles, Estados Unidos. Segundo investigação, a briga dos dois começou após eles discutirem por conta da presença da namorada de Medina no apartamento que dividiam. A discussão partiu para a agressão física. Irritado, o ator esfaqueou o colega, chamou o socorro e ficou no local enquanto acontecia o atendimento médico. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).
Shailene Woodley é condenada por conduta desordeira, após prisão em protesto
Após ser presa e acusada de invasão de propriedade no ano passado, quando protestava contra a construção de um oleoduto em território indígena, no Estado de Dakota do Norte, a atriz americana Shailene Woodley (“Divergente” e “A Culpa É das Estrelas”), chegou a um acordo com a Justiça. Segundo a revista Variety, ela se declarou culpada no tribunal por “conduta desordeira”, o que lhe rendeu uma condenação mais branda. Em vez de ser enviada à prisão, ela ficará em liberdade condicional por um ano, tendo de pagar uma fiança simbólica de US$ 500. No julgamento, Shailene se livrou ainda de duas acusações menores: participação em rebelião e invasão de território privado. A atriz foi presa no último dia 10 de outubro junto com outros 26 manifestantes, que se opunham à construção de um oleoduto por baixo do rio Missouri, que fica próximo a áreas de reserva indígena. Ela transmitiu sua prisão ao vivo pelo Facebook, foi fichada e, na ocasião, declarou-se inocente das acusações. Shailene participou do protesto junto da tribo sioux Standing Rock, que buscava impedir a construção do oleoduto, orçado em US$ 3,8 milhões, sob o argumento de que seu abastecimento de água poderia ser contaminado, além da obra violar um antigo cemitério indígena. Protestos em apoio a tribos locais vinham sendo realizados há meses, contabilizando 269 prisões, mas, conforme Shailene escreveu, em artigo publicado na revista Time, foi preciso que uma pessoa branca fosse presa para o assunto receber a devida atenção. “Não tenho medo. Estou agradecida, e maravilhada de estar ao lado de tantos guerreiros pacíficos. Os ‘protestos’ de Standing Rock são feitos como cerimônias e orações. Estive com eles. E todas essas narrativas sobre tumultos? Assista ao vídeo que transmiti no meu Facebook e decida quem oferece mais perigo: a polícia, paramentada para o confronto e armada de cassetetes, ou as avós e crianças que cantam e espalham sálvia”, escreveu ela, terminando o texto com um chamado para que mais pessoas participem da causa. Diante da repercussão do caso, o governo do ex-presidente Obama colocou o projeto do oleoduto em espera para explorar rotas alternativas. Mas, em janeiro, o governo Trump ordenou uma revisão acelerada, e o Exército concedeu aprovação à antiga rota.
Revival de Prison Break ganha três novos comerciais repletos de cenas inéditas e muita ação
A Fox divulgou três novos comerciais eletrizantes do revival de “Prison Break”, que mostram a reação de Sarah (Sarah Wayne Callies) ao descobrir que Michael (Wentworth Miller) ainda está vivo e muitas outras cenas inéditas, repletas de ação, da nova fuga grandiosa, organizada por Lincoln (Dominic Purcell) para livrar o irmão de mais um encarceiramento. No entanto, desta vez fugir da cadeia será o menor dos problemas. A grande fuga da temporada será escapar do país árabe em que Michael está aprisionado, que atravessa uma guerra civil. Serão nove episódios inéditos com estreia marcada para 4 de abril, com exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Ex-Power Ranger confessa ter matado companheiro de quarto com espada
O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Power Ranger vermelho, na série “Power Rangers Wild Force” (2002), declarou-se culpado da acusação de homicídio na morte por esfaqueamento de seu companheiro de quarto, informou a promotoria de Los Angeles nesta quinta-feira (16/3). Segundo a promotoria, Medina discutiu sobre sua namorada com seu companheiro de quarto, Josh Sutter, de 36 anos, em 31 de janeiro de 2015. A discussão partiu para a agressão física, e o ator desferiu vários golpes de espada até matar o colega. Durante audiência em setembro de 2016, Medina declarou-se inocente no tribunal em Lancaster, na Califórnia. Mas agora o ex-Power Ranger, que está preso desde janeiro do ano passado, admitiu ter matado o colega com uma espada. A sentença do ator será anunciada em 30 de março. Se condenado, Medina pode ficar 26 anos preso em regime fechado. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).
Volta da série Prison Break ganha novos trailers eletrizantes
A Fox divulgou dois novos trailers eletrizantes do revival de “Prison Break”, que mostram como Lincoln descobre que seu irmão está vivo e preso no Oriente Médio, além de revelar o retorno de velhos colegas da fuga original da série, que se reúnem para mais uma fuga mirabolante. No entanto, desta vez, fugir da prisão será o menor dos problemas. A grande fuga da temporada será escapar do país árabe, em plena guerra civil. E as prévias demonstram que não faltarão dificuldades ou cenas de ação. Além de Wentworth Miller e Dominic Purcell, que retornam aos papéis dos irmãos Scofield, também estão confirmados os retornos de Sarah Wayne Callies, Amaury Nolasco, Robert Knepper, Rockmond Dunbar e Paul Adelstein, que participaram da série original, exibida nos EUA entre 2005 e 2009. Adelstein é o único que não aparece no trailer. O revival é consequência direta da popularidade atingida pela atração na Netflix, onde a série foi redescoberta, inspirando a Fox a retomar sua história. Serão nove episódios inéditos com estreia marcada para 4 de abril, com exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Turista que roubou a cena no Oscar tinha acabado de sair da prisão
Um dos momentos mais inusitados do Oscar 2017 foi a entrada em cena de pessoas comuns, desviadas de um ônibus de turistas, que entraram no Dolby Theatre tirando fotos e andando no meio das celebridades. Dentre todos, quem ganhou mais atenção foi Gary Allan Coe, apelidado pelo apresentador Jimmy Kimmel de “Gary de Chicago”. Numa das muitas situações inusitadas da premiação, agora veio à tona que Gary estava preso há 20 anos e tinha sido solto apenas dois dias antes da cerimônia. Segundo apurou o jornalismo da rede ABC, ele tem uma ficha corrida, tendo sido preso pela primeira vez em 1975, quando ainda era adolescente, pela acusação mais grave: estupro. Mas sua advogada afirmou ao canal que foi o acúmulo de pequenos crimes que lhe deu uma sentença tão longa. Seu último crime foi roubar um frasco de perfume em 1997, pelo qual foi sentenciado à prisão perpétua, mas graças a uma apelação conseguiu ser solto após passar duas décadas na cadeia. Ele saiu da prisão na sexta-feira (24/2). Durante sua passagem pela festa da Academia, ele beijou mãos de atrizes, teve um “casamento” oficializado por Denzel Washington e tirou selfies segurando o Oscar de Mahershala Ali. Em entrevista ao programa Eyewitness News, da ABC, ele contou sua história e acrescentou como sua passagem pelo Oscar repercutiu na sua vida. “Você sabe o que o meu filho disse para mim hoje e eu quase chorei? Ele disse que tinha orgulho de mim. Então, quando você ouve o seu filho dizer que ele tem orgulho de você significa o mundo. A mudança é possível”, declarou. Gary Allan Coe esteve no Oscar ao lado da noiva, Vickie Vines, que também roubou a cena ao ficar espantada por estar ao lado de Denzel Washington e Ryan Gosling. “Acompanho o Denzel desde ‘St. Elsewhere’ [série de 1982]. Na hora pensei: Deus, eu poderia morrer e para o céu agora”, ela brincou.
Volta de Prison Break ganha pôster e novo trailer repleto de ação
O revival de “Prison Break” ganhou novo trailer e pôster. O vídeo mostra como Lincoln descobre que seu irmão está vivo e preso no Oriente Médio, além de revelar o retorno de velhos colegas da fuga original da série, que se reúnem para tentar libertá-lo de mais um encarceramento. No entanto, desta vez, fugir da prisão será o menor dos problemas. A grande fuga da temporada será escapar do país árabe, em plena guerra civil. E a prévia demonstra que não faltarão dificuldades ou cenas de ação. Além de Wentworth Miller e Dominic Purcell, que retornam aos papéis dos irmãos Scofield, também estão confirmados os retornos de Sarah Wayne Callies, Amaury Nolasco, Robert Knepper, Rockmond Dunbar e Paul Adelstein, que participaram da série original, exibida nos EUA entre 2005 e 2009. Adelstein é o único que não aparece no trailer. O revival é consequência direta da popularidade atingida pela atração no Netflix, onde a série foi redescoberta, inspirando a Fox a retomar sua história. Serão nove episódios inéditos com estreia marcada para 4 de abril, com exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
Roman Polanski quer voltar aos EUA para encerrar caso de abuso sexual
Roman Polanski planeja voltar aos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira (16/2) seu advogado, que busca encerrar o caso dos anos 1970, em que o diretor é acusado de abuso sexual de uma menina de 13 anos. O advogado do cineasta, Harland Braun, pediu a um juiz do Tribunal Superior de Los Angeles que revelasse uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977, foi sentenciado e cumpriu a pena. Mas após este período o juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suiça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. “Depois que for confirmado o conteúdo, pediremos à corte que reconheça a decisão polonesa que provém do litígio iniciado pelo promotor”, ressaltou Braun, que também busca um acordo de imunidade para o diretor participar da audiência. “Se a corte aceitar o princípio de cortesia, Roman poderá vir a Los Angeles e à corte sem medo de ir para a prisão”, acrescentou. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.
Elenco de Orange Is the New Black declama poesia no Dia dos Namorados americano
A Netflix divulgou um vídeo comemorativo do Dia dos Namorados americanos, em que o elenco feminino de “Orange Is the New Black” declama poesia romântica – ou nem tão romântica assim. O vídeo não recebeu legendas em português, talvez porque no Brasil o Dia dos Namorados caia em junho e não nesta quarta, 14 de fevereiro. Curiosamente, a 5ª temporada da série vai estrear próximo do Dias do Namorados brasileiro, em 9 de junho.









