Ladra dos cães de Lady Gaga processa cantora por não pagar recompensa de devolução
Lady Gaga está sendo processada nos EUA por não pagar a recompensa oferecida pelo resgate de seus dois buldogues franceses roubados há dois anos. Os pets foram roubados à mão armada em fevereiro de 2021, enquanto eram levados para passear por Ryan Fischer, um funcionário da artista em Los Angeles. O passeador se recusou a dar os cachorros e foi baleado durante a ação dos criminosos. A cantora ofereceu uma recompensa para quem devolvesse seus cachorros. Por conta disso, uma mulher procurou a polícia para entregar os buldogues franceses, que ela teria “achado” na rua. Mas, em vez de receber os US$ 500 mil anunciados pela cantora, foi acusada de ser cúmplice do crime. Outros dois comparsas também foram presos por participação no roubo. Agora, a mulher, que se chama Jennifer McBride, afirma que foi enganada por Lady Gaga. Ela alega que a cantora deixou claro que iria pagar a recompensa “sem perguntas” se seus cachorros fossem devolvidos ilesos. Jennifer McBride afirma que devolveu os cães para a artista no dia 26 de fevereiro de 2021, apenas dois dias após eles terem sido roubados. Ela decidiu processar Lady Gaga para receber o que acredita ter direito, apesar de ser acusada de roubo, receptação de propriedade roubada e ser cúmplice do crime. De acordo com o site TMZ, que deu a notícia, ela era namorada do pai de um dos responsáveis pela violência contra o passeador de cães.
Harvey Weinstein é condenado a mais 16 anos de prisão
O produtor de cinema americano Harvey Weinstein voltou a ser condenado nos EUA por abuso sexual. Ele recebeu uma nova pena de 16 anos por estupro num tribunal de Los Angeles nesta quinta-feira (23/2). A sentença se soma aos 23 anos que Weinstein já está cumprindo em Nova York após uma condenação de 2020. Os jurados do Tribunal Superior de Los Angeles consideraram Weinstein culpado de três acusações: estupro forçado, cópula oral forçada e penetração sexual por objeto estranho. O veredito foi dado em dezembro passado, mas a sentença só foi revelada nesta quinta-feira. Todas as três acusações foram relacionadas a uma mulher, referida como “Jane Doe 1” no tribunal. Ela disse ter sido agredida em um hotel de Beverly Hills em fevereiro de 2013, enquanto estava na cidade para participar do Los Angeles Italia Film Festival. Weinstein, no entanto, escapou de outras quatro acusações. Ele foi absolvido de uma acusação de agressão sexual envolvendo uma massoterapeuta e os jurados não entraram em consenso sobre duas acusações feitas por Jennifer Siebel Newsom, documentarista e esposa do governador Gavin Newsom da Califórnia, e da modelo e roteirista Lauren Young. No julgamento, os promotores tentaram estabelecer um padrão de comportamento abusivo de Weinstein por meio dos depoimentos de quatro testemunhas, cujas alegações levaram às sete acusações criminais, bem como de outras quatro mulheres que tiveram permissão para testemunhar que haviam sido abusadas por ele. A defesa de Weinstein optou por uma tática sensacionalista ao argumentar que as mulheres tiveram um relacionamento consensual com o Sr. Weinstein e conscientemente fizeram sexo com ele em troca de favores profissionais. O advogado Mark Werksman chegou a chamar as vítimas de “vagabundas”, ao buscar justificar os atos do seu cliente como parte da cultura de Hollywood. Segundo Werksman, o que Weinstein cometeu não foi estupro, mas “sexo transacional”, algo que ele afirma ser comum na indústria do cinema dos EUA. “Olhe para o meu cliente”, disse Werksman, durante o julgamento. “Ele não é nenhum Brad Pitt ou George Clooney. Você acha que essas lindas mulheres transaram com ele porque ele é gostoso? Não, foi porque ele é poderoso”. Durante o interrogatório de Siebel Newsom, ele acusou-a de reenquadrar sua experiência com Weinstein como negativa somente após a explosão do movimento #MeToo em 2017. A certa altura, ele disse aos jurados que a Sra. Siebel Newsom era “apenas mais uma idiota que dormiu com Harvey Weinstein para progredir na vida”. Ao longo de dois dias de testemunho, Siebel Newsom disse que foi estuprada por Weinstein em 2005 em seu quarto de hotel em Beverly Hills depois que ela concordou em se encontrar com ele para discutir sua carreira. Ela disse que não se apresentou antes porque tentou ignorar o incidente como “uma forma de deixar de lado minha tristeza, meu medo, meu trauma, para que eu pudesse seguir em frente com minha vida”. “Durante o julgamento, os advogados de Weinstein usaram sexismo, misoginia e táticas de intimidação para atacar, rebaixar e ridicularizar nós, sobreviventes. Este julgamento foi um forte lembrete de que nós, como sociedade, temos trabalho a fazer. Para todos os sobreviventes – vejo vocês, ouço vocês e estou com vocês”, disse Siebel Newsom em um comunicado sobre o veredito. As primeiras denúncias contra Weinstein renderam recentemente um filme, “Ela Disse”, que foi lançado em dezembro nos cinemas brasileiros.
R. Kelly é condenado a mais 20 anos de prisão por abuso de menor
O cantor romântico americano R. Kelly foi condenado, nesta quinta-feira (23/2), a 20 anos de prisão por pornografia e abuso sexual de menor. Ele foi considerado culpado por uma Corte Federal de Chicago por produzir três vídeos dele mesmo em que aparece abusando sexualmente da afilhada de 14 anos, aumentando ainda mais sua pena criminal, em sua carreira repleta de escândalos. O júri condenou Kelly por seis das 13 acusações feitas contra ele, absolvendo-o da acusação de tentar obstruir uma investigação anterior sobre o abuso da afilhada e de duas outras acusações de aliciamento de menores para atividade sexual. Kelly chegou a ser absolvido da acusação de produzir imagens de abuso sexual da afilhada num julgamento anterior, realizado em 2008, quando alguns jurados disseram ter sido influenciados pela falta de depoimento da jovem. Na ocasião, ela negou ao júri ser a pessoa na fita que aparecia sendo abusada e humilhada por Kelly. No entanto, ela mudou o depoimento no novo julgamento, identificando-se como a menor de idade molestada nos vídeos, cujos trechos foram mostrados ao júri. “Nenhuma quantidade de terapia vai me tornar normal”, disse a mulher, identificada como Jane, em comunicado, lido por seu advogado, Christopher Brown. Considerado o “rei do R&B”, o cantor, que fez muito sucesso na década de 1990, já chegou a ser considerado motivo de orgulho pela cidade da Chicago. Tudo isso mudou quando surgiram dezenas de acusações de abuso, que acabaram reunidas numa série documental do canal Lifetime: “Surviving R. Kelly”, em 2019. Por conta das acusações, o artista já tinha sido condenado em junho do ano passado a 30 anos de prisão por uma Corte Federal do Brooklyn. O júri o considerou culpado de liderar por décadas uma rede de tráfico e abuso sexual. “A única maneira de garantir que ele não reincidirá é impor uma sentença que o mantenha na prisão pelo resto de sua vida”, disse Jeannice Williams Appenteng, uma das promotoras de Chicago. As advogadas de Kelly pretendem recorrer da sentença.
Cineasta iraniano enfrenta novas acusações do governo após sair da prisão
O cineasta iraniano Mohammad Rasoulof (“Não Há Mal Algum”), que foi recentemente libertado da prisão por motivos médicos, está enfrenando novas acusações que podem levá-lo de volta à prisão. O diretor está sendo acusado pelas autoridades iranianas de formar uma assembleia ilegal e fazer conluio contra a segurança nacional, além de insultar a liderança do regime e de espalhar propaganda contra o Estado. Caso seja considerado culpado pelo Tribunal Revolucionário, Rasoulouf poderá receber uma nova sentença de oito anos de prisão. Oficialmente, Rasoulof foi preso em julho do ano passado para cumprir uma sentença inicialmente movida contra ele em 2011 e 2019, por supostamente espalhar propaganda contra o Estado. Mas sua prisão ocorreu antes da morte de Mahsa Amini, uma jovem de 22 anos morta por infringir o rígido código de vestimenta feminino. O evento desencadeou protestos em todo o país e, em resposta, o governo iraniano reprimiu os manifestantes e esmagou qualquer crítica ao regime online. Apesar disso, Rasoulof fez um apelo, transmitido pelas redes sociais, pedindo às forças de segurança iranianas que parassem seus ataques violentos contra os manifestantes. É isto que, supostamente, está sendo considerado subversão. No último sábado (11/2), o diretor foi liberado da prisão em licença médica para fazer uma cirurgia. E, na segunda-feira (13/2), ele recebeu sua ordem de libertação, o que significa que não precisaria retornar à prisão para cumprir sua sentença original. Porém, com o surgimento dessas novas acusações, sua liberdade está novamente comprometida. “Tudo depende de como o tribunal reagirá às novas acusações”, disse Farzad Pak, amigo de Rasoulof e produtor de “Não Há Mal Algum”, ao site The Hollywood Reporter. A libertação de Rasoulof aconteceu pouco tempo depois que seu colega, Jafar Panahi (“Taxi Teerã”), também ter sido liberado da prisão, após anunciar que faria greve de fome. Tanto Panahi quanto Rasoulof foram condenados, em 2011, a seis anos de prisão e proibidos de fazer filmes por 20 anos por sua suposta divulgação de propaganda “anti-regime”. A sentença de Rasoulof foi posteriormente suspensa e ele foi libertado sob fiança. Mas depois de fazer a turnê de divulgação do seu filme “Um Homem Íntegro” (2017), que aborda a corrupção e a injustiça no Irã, e que venceu o prêmio Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Rasoulof teve seu passaporte confiscado e foi proibido de deixar o país. Ele filmou “Não Há Mal Algum” em segredo e contrabandeou o filme para fora do país. Mas como estava proibido pelas autoridades iranianas de frequentar o Festival de Berlim em 2020, foi sua filha, Baran Rasoulof, protagonista do longa, que aceitou o Urso de Ouro em seu nome. Ironicamente, “Não Há Mal Algum” relatava quatro histórias que questionavam até que ponto a liberdade individual poderia ser expressa sob um regime despótico e suas ameaças aparentemente inescapáveis. O “sistema” iraniano deu a resposta na prática. Assista abaixo ao trailer de “Não Há Mal Algum”.
Cineasta iraniano Mohammad Rasoulof é liberado temporariamente da prisão
O cineasta iraniano Mohammad Rasoulof, vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim por “Não Há Mal Algum” (2020), foi libertado após ficar preso por mais de sete meses. A libertação é temporária, com o objetivo de permitir que Rasoulof trate de alguns problemas de saúde. “Mohammad foi libertado sob fiança por razões médicas, [mas] ainda há outras acusações [contra ele] em que ainda não se tomou uma decisão”, disse Farzad Pak, produtor de “Não Há Mal Algum”, ao site The Hollywood Reporter. “Eles [o tribunal] podem levá-lo de volta [para a prisão] ou deixá-lo no limbo.” Rasoulof foi libertado no sábado (11/2) e atualmente está descansando em sua casa em Teerã. A advogada do diretor, Maryam Kianersi, disse à agência de notícias francesa AFT que sua prisão foi suspensa por duas semanas. As autoridades iranianas prenderam Rasoulof em julho do ano passado, junto com seu colega Mostafa Aleahmad, por participar de protestos relacionados ao desabamento de um um prédio no sudoeste do país em maio. O edifício Metropol, que estava em construção em Abadan, uma das principais cidades da província de Khuzestan, sudoeste do país, desabou parcialmente em uma rua muito movimentada. A tragédia provocou vários protestos no país em solidariedade com as famílias das vítimas e contra as autoridades, acusadas de corrupção e incompetência. Durante as manifestações, a polícia iraniana usou gás lacrimogêneo, deu tiros de advertência e anunciou detenções. Muitos iranianos pediram o julgamento dos responsáveis pela tragédia. Em vez disso, a polícia do país foi atrás de quem protestou. Rasoulof e Aleahmad foram presos por “incitar distúrbios e perturbar a segurança psicológica da sociedade”, segundo a IRNA (Agência de Notícias da República Islâmica). Os produtores iranianos de seus filmes divulgaram um alerta, transmitido pela distribuidora americana Kino Lorber, de que os dois cineastas foram enviados para detenção em um local desconhecido. Ironicamente, “Não Há Mal Algum” relatava quatro histórias que questionavam até que ponto a liberdade individual poderia ser expressa sob um regime despótico e suas ameaças aparentemente inescapáveis. O “sistema” iraniano deu a resposta na prática. A libertação de Rasoulof aconteceu pouco tempo depois que seu colega, Jafar Panahi (“Taxi Teerã”), também ter sido liberado da prisão, após anunciar que faria greve de fome. Tanto Panahi quanto Rasoulof foram condenados, em 2011, a seis anos de prisão e proibidos de fazer filmes por 20 anos por sua suposta divulgação de propaganda “anti-regime”. A sentença de Rasoulof foi posteriormente suspensa e ele foi libertado sob fiança. Mas depois de fazer a turnê de divulgação do seu filme “Um Homem Íntegro” (2017), que aborda a corrupção e a injustiça no Irã, e que venceu o prêmio Um Certo Olhar no Festival de Cannes, Rasoulof teve seu passaporte confiscado e foi proibido de deixar o país. Ele filmou “Não Há Mal Algum” em segredo e contrabandeou o filme para fora do país. Mas como estava proibido pelas autoridades iranianas de frequentar o Festival de Berlim em 2020, foi sua filha, Baran Rasoulof, protagonista do longa, que aceitou o Urso de Ouro em seu nome. Assista abaixo ao trailer de “Não Há Mal Algum”.
Ex-Malhação é detido por porte ilegal de arma após denúncia de garota de programa
O ator Alexandre Slaviero, que viveu o Kiko de “Malhação” e Herodes na novela bíblica “Jesus”, foi detido na quinta (9/2) por porte ilegal de arma de fogo no Rio. A polícia foi acionada por denúncia de uma garota de programa contra o ator. Ao abrir a porta para os policiais que atendiam à denúncia, Slaviero apresentou a arma, que não estava registrada em seu nome. Posteriormente, ele foi conduzido à 42ª Delegacia de Polícia, localizada no mesmo bairro de flagrante. Segundo as autoridades, o famoso pagou fiança e responderá pelo crime de porte ilegal em liberdade. Já a denúncia de ameaça armada contra a garota não será levada adiante, porque a polícia afirmou que as versões de vítima e agressor apresentavam contradições. Alexandre Slaviero estreou na TV no papel de Kiko, em quatro temporadas de “Malhação” (2003-2006), na TV Globo. No canal, o ator também integrou o elenco de novelas como “Duas Caras” (2007), “Caras e Bocas” (2009), “Tititi” (2010) e “Em Família” (2014). Além disso, ainda voltou a “Malhação” em 2012. Nos últimos anos, passou a atuar nas produções bíblicas da Record, como “A Terra Prometida” (2016), “Jesus” (2018), “Jezebel” (2019) e “Gênesis” (2021).
Ator de “As Visões da Raven” alega loucura após novo mandado de prisão
Orlando Brown, conhecido por interpretar Eddie em “As Visões da Raven”, pediu por uma avaliação psiquiátrica antes de enfrentar um julgamento por violência doméstica. O artista está em prisão domiciliar desde dezembro após receber as acusações. Segundo o TMZ nesta terça-feira (7/2), o ator alegou que é inocente, mas que está sofrendo com insanidade. Seu advogado pessoal reforçou que a avaliação médica pode definir se Brown está apto para seguir com o julgamento. Orlando Brown conseguiu ser liberado da prisão depois de pagar a fiança, num valor aproximado de US$ 25 mil (cerca de R$ 130 mil). Não é de hoje que o ex-Disney enfrenta complicações na Justiça. Em meados de 2008, após sair do seriado, o ator foi dado como desaparecido por 24 horas. Segundo ele, precisava “ficar sozinho”. Três anos depois, Orlando foi preso após dirigir embriagado. Na ocasião, o artista pagou uma fiança de US$ 15 mil para conseguir ser liberado. Em maio de 2012, ele colecionou mais uma prisão. Desta vez, por não conseguir cumprir com uma das condições da liberdade condicional anterior. Ele também foi preso no mês seguinte depois de se ausentar da audiência no tribunal. E tem mais… Em 2014, Orlando Brown foi preso por crimes de perturbação da paz e embriaguez pública. Dois anos depois, retornou a xadrez por supostamente ter agredido a namorada e portar metanfetamina. A última prisão havia sido em 2018, quando Orlando Brown foi acusado de roubo, posse de drogas e desacato a um funcionário público. Nesta ocasião, o ator também foi denunciado por violência doméstica. Para completar, em 2021 ele se disse vítima de abuso e acusou o ator Will Smith de assédio sexual infantil. O caso nem sequer foi investigado.
Ator de “Dança com Lobos” é preso sob acusação de abuso sexual de meninas indígenas
O ator indígena Nathan Lee Chasing His Horse, conhecido pela sua participação no filme “Dança com Lobos” (1990), foi preso em Nevada sob a acusação de abuso sexual. Segundo informações da Associated Press, o ex-ator se tornou líder de uma seita e é acusado de abusar de “meninas indígenas durante um período de duas décadas”. As autoridades teriam recebido uma denúncia em outubro de 2022 de que ele seria o líder de uma seita chamada The Circle (O Círculo em tradução literal). Depois de meses de investigação, Nathan foi levado sob custódia quando oficiais da SWAT invadiram a casa que ele divide com suas cinco esposas. O mandado de busca também aponta que haviam alegações de crimes sexuais contra ele que datavam do início dos anos 2000, em estados como Montana, Dakota do Sul e Nevada. As autoridades já identificaram seis das suas supostas vítimas, sendo que algumas delas tinham apenas 13 anos. O documento judicial também afirma que Nathan foi banido da Reserva Fort Peck, em Montana, em 2015, após ter sido acusado de tráfico humano. Além estrelar “Dança com Lobos”, Nathan Lee Chasing His Horse também fez participações nas séries “Elo Perdido” (1993) e “Into the West” (2005), e nos telefilmes “DreamKeeper” (2003) e “Enterrem Meu Coração na Curva do Rio” (2007).
A Fazenda: Ex-participante é preso suspeito de espancar filho de 5 anos
José Lucas Dias Barreto, ex-participante de “A Fazenda de Verão” (2012), foi preso pelos agentes da 72ª DP de São Gonçalo após ser acusado de ter espancado o filho de apenas 5 anos. O caso aconteceu no bairro de Nova Cidade, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Segundo o Ministério Público, a criança teve o ombro fraturado e seu comportamento no hospital chamou a atenção dos médicos. Além disso, o menor tinha hematomas, marcas de cigarros, lesões e escoriações pelo corpo, como na boca e no nariz. Os enfermeiros relatam que Barreto havia dito ao garoto “Você vai me pegar”, seguido de um gesto de enforcamento com as mãos. Em outro momento, ele ameaçou a criança dizendo “Você não tem mais mamãe para te mimar e você não contou nada para mim”. Em depoimento à polícia, Barreto negou a acusação de agressão e disse que a fratura teria sido resultado de uma brincadeira de luta entre os dois. O MP pediu a prisão com base nas lesões e no comportamento de ambos. No reality show, José Lucas Dias Barreto fez uma participação conturbada e acabou sendo expulso devido ao comportamento agressivo com os confinados. Na ocasião, o ex-peão chegou a ameaçar um dos colegas com um machado.
Namorado de Nicole Bahls é preso por tráfico de animais silvestres
A modelo Nicole Bahls contou à revista Quem que seu namorado, o empresário Marcelo Viana, foi preso por tráfico de animais silvestres após uma operação do Ibama em seu sítio, em Itaboraí. Segundo ela, Marcelo a havia presenteado com dois filhotes de macaco-prego, que foram vendidos com documentação falsa. “Meu namorado comprou e me fez uma surpresa. Eles tinham documento no momento do criatório autorizado e microchip ativos, só que eram falsificados. A pessoa que vendeu falava que era representante no RJ”, relatou. Em entrevista à Quem, Nicole contou que as autoridades federais investigaram as origens dos animais após uma notícia. A informação levantou suspeitas e os agentes descobriram que se tratava de espécies traficadas da natureza. “[Eles] ligaram para o único criadouro autorizado do Brasil a comercializar a espécie para saber se eu os adquiri de lá e informaram que não. Chegando aqui no sítio, eu fiquei tranquila porque achava que a documentação estava toda certinha e eles eram microchipados”, disse. “Quando apresentei, eles viram na hora que era falsa e eu entrei em desespero, porque sou toda correta com minhas coisas e já tinha me apegado muito a eles. Eu os trato como filhos… Chorei muito”, contou. “Eles me fizeram muitas perguntas, de como era feita a alimentação deles, de quanto em quanto tempo eles mamavam, a higienização e tudo mais. Mas eles viram que eles tinham todo amor do mundo, além de espaço de sobra com árvores, fiz até um lago para eles e que eu também fui vítima.” Nicole Bahls contou que, na mesma hora, se prontificou levá-los na casa da mulher que vendeu os animais para Marcelo Viana. “O trabalho deles é muito bonito, em prol das vidas dos animais. Foi uma operação grande, os levei até a casa da moça que vendeu”, disse. “Eles não deixaram descer do carro, mas ele foram, apreenderam os animais dela e levaram. O macaquinho dela estava em uma gaiola. A moça terá que responder por falsificação de documento e outras coisas”, explicou. “Fiquei com dó dela, acho que ela não comercializava, só fez pra me ajudar e acabou se ferrando porque indicou uma pessoa que não era legal. Ela disse que não ganhou nada, que só fez a ponte”, analisou. A modelo acrescentou à Quem que o namorado também foi preso durante a abordagem da Polícia Federal, mas pagou a fiança. “Depois da vistoria no meu sítio, fiquei o dia inteiro na Polícia Federal prestando depoimento. O Marcelo também ficou arrasado, porque quem compra também é preso… Ele teve que pagar fiança senão teria ficado lá.” Embora a situação tenha sido desagradável, Nicole Bahls afirmou que os agentes foram educados e profissionais durante a investigação dos animais traficados da fauna silvestre. A ex-Panicat deve devolver os macaquinhos para o habitat natural em breve. “Estou sofrendo muito […] tenho medo de matarem eles depois que voltarem pra selva. […] Mas entendo que Deus tinha um propósito, que está me usando pra conscientizar as pessoas a não comprarem nem de forma legal, porque muitos compram e colocam em gaiolas”, concluiu. Após a operação ambiental, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis comunicou que a modelo foi autuada pelo Ibama “por manter espécimes silvestres em cativeiro sem a devida permissão, licença ou autorização”.
Lenda dos filmes adultos, Ron Jeremy escapa de 300 anos de prisão ao desenvolver demência
A Justiça de Los Angeles, nos EUA, decidiu que o ex-astro pornô Ron Jeremy é oficialmente incompetente para ser julgado por várias acusações de estupro. Em uma audiência realizada na terça (17/1) no Tribunal Superior de Los Angeles, o juiz Ronald S. Harris declarou que o ator de quase 70 anos está em um “declínio neurocognitivo incurável”. Referindo-se ao réu por seu nome real de Ronald Jeremy Hyatt, ele disse as avaliações dos peritos concluíram que o estado cognitivo de Jeremy “provavelmente não seria restaurável”. Se Jeremy tivesse ido a julgamento e fosse considerado culpado, ele tinha a expectativa de enfrentar uma sentença de mais de 300 anos de prisão. Atualmente detido numa Penitenciária Twin Towers, Jeremy terá seu futuro determinado em uma audiência em 7 de fevereiro. Nesta data, o juiz vai decidir a sentença, que agora será limitada a se ele deverá ser colocado numa unidade de saúde mental e por quanto tempo. Preso em junho de 2020, por não conseguir pagar a fiança de US$ 6,6 milhões, Jeremy chegou a se declarar inocente de 33 acusações de estupro e agressão sexual. “Ron, ao longo dos anos, por ser quem é, foi amante de mais de 4 mil mulheres. Alegar que ele é um estuprador é ir longe demais… Quero dizer, as mulheres se jogavam em cima dele”, afirmou seu advogado no começo do caso. Atualmente com 69 anos, Jeremy já apareceu em mais de 1.700 filmes adultos desde a década de 1970. Com seu bigode característico, ele foi uma das estrelas mais reconhecidas da indústria de filmes adultos, chegando a participar até de “filmes sérios”, graça ao status de celebridade pornô. A maioria das suas participações em Hollywood se resumiu a figurações. Chegou a superar Stan Lee nesse quesito, sendo visto por alguns segundos em filmes cultuados e até em grandes sucessos, como “Pânico na Escola” (2011), com Josh Hutcherson, “Adrenalina 2” (2009), com Jason Statham, “Todo Poderoso” (2003), com Jim Carrey, “Detroit, a Cidade do Rock” (1999), com a banda Kiss, “Studio 54” (1998), com Salma Hayek, “Tromeo & Juliet” (1996), escrito por James Gunn, “Rotação Máxima” (1994), com Charlie Sheen, “Parceiros do Crime” (1993), com Eric Stoltz, e, acredite se quiser, “O Poderoso Chefão III” (1990)!
Suzane von Richthofen é solta da prisão
Suzane von Richthofen foi solta nesta quarta-feira (11/1), após conseguir progressão na Justiça para o regime aberto. Ela estava presa desde 2002 pelo assassinato de seus pais, Manfred Albert Von Richthofen e Marísia Von Richthofen. O crime chocou o país e recentemente foi adaptado num par de filmes, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, disponíveis na plataforma de streaming Prime Video, da Amazon. Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ela deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier, em São Paulo, às 17h35. A criminosa passou 13 anos em regime fechado, mas desde 2015 vinha conseguindo progredir seu regime por bom comportamento. Depois de conquistar o semiaberto, com “saidinhas” temporárias, obteve licença até para frequentar a faculdade de biomedicina. Apesar disso, sua condenação original foi de 39 anos e 6 meses de prisão. Caso a pena fosse cumprida integralmente, ela só deixaria o presídio em 25 de fevereiro de 2038. Mesmo em liberdade, ela deverá continuar se reportando às autoridades e não poderá cometer atos ilícitos, sob a condição de ter que cumprir a pena integral. Vale lembrar que a história de seu crime vai render um terceiro filme, atualmente em fase de pós-produção, em que voltará a ser interpretada pela atriz Carla Diaz. Em processo que correu em segredo na Comarca de Angatuba (SP), Suzanne tentou impedir a produção dos dois primeiros longas, mas acabou perdendo.
Lenda dos filmes adultos, Ron Jeremy tem demência e não será julgado por crimes sexuais
O ex-ator pornô Ron Jeremy foi diagnosticado com “demência grave” e será declarado inapto para ser julgado por estupro, de acordo com um promotor do condado de Los Angeles em um e-mail obtido pelo jornal Los Angeles Times. Jeremy – cujo nome legal é Ronald Jeremy Hyatt – foi acusado em junho de 2020 de estuprar quatro mulheres que conheceu em bares e clubes de West Hollywood. Mas a partir das primeiras denúncias, o caso cresceu rapidamente com dezenas de mulheres alegando que o ex-rei da pornografia havia abusado delas por décadas em festas e convenções de filmes adultos ou nos próprios sets das produções. Como resultado, Jeremy foi indiciado por mais de 30 acusações de agressão sexual decorrentes de alegações feitas por 20 mulheres. Mas semanas antes do julgamento começar no ano passado, seu advogado de defesa, Stuart Goldfarb, disse que seu cliente não tinha noção do que estava acontecendo nem conseguia reconhecê-lo. O juiz George Lomeli ordenou uma avaliação psiquiátrica. E o resultado foi comunicado no e-email obtido pelo jornal de Los Angeles, em que especialistas em saúde mental da acusação e da defesa concluíram que Jeremy não está fingindo demência. Ele está mentalmente incapacitado e tem poucas chances de recuperação. “Como resultado do acordo entre os especialistas, o réu será considerado incompetente para enfrentar o julgamento. Seu prognóstico de melhora não é bom”, escreveu o promotor distrital do condado de Los Angeles, Paul Thompson, no e-mail obtido pelo jornal. “Se ele não melhorar, não poderemos julgá-lo por seus crimes. Como o processo criminal é suspenso se ele for incompetente, também não podemos fazer com que ele se declare culpado ou discuta outras medidas para trazer justiça para as vítimas neste caso.” Preso desde o início das primeiras denúncias em junho de 2020, por não conseguir pagar a fiança de US$ 6,6 milhões, Jeremy chegou a se declarar inocente de todas as acusações. Atualmente com 69 anos, Jeremy já apareceu em mais de 1.700 filmes adultos desde a década de 1970. Com seu bigode característico, ele foi uma das estrelas mais reconhecidas da indústria de filmes adultos, chegando a participar até de “filmes sérios”, graça ao status de celebridade pornô. A maioria das suas participações em Hollywood se resumiu a figurações. Chegou a superar Stan Lee nesse quesito, sendo visto por alguns segundos em filmes cultuados e até em grandes sucessos, como “Pânico na Escola” (2011), com Josh Hutcherson, “Adrenalina 2” (2009), com Jason Statham, “Todo Poderoso” (2003), com Jim Carrey, “Detroit, a Cidade do Rock” (1999), com a banda Kiss, “Studio 54” (1998), com Salma Hayek, “Tromeo & Juliet” (1996), escrito por James Gunn, “Rotação Máxima” (1994), com Charlie Sheen, “Parceiros do Crime” (1993), com Eric Stoltz, e, acredite se quiser, “O Poderoso Chefão III” (1990)! “Ron, ao longo dos anos, por ser quem é, foi amante de mais de 4 mil mulheres. Alegar que ele é um estuprador é ir longe demais… Quero dizer, as mulheres se jogavam em cima dele”, afirmou seu advogado no começo do caso.










