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    OAB processa governo Bolsonaro por desmonte da Cultura no país

    13 de maio de 2021 /

    O Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) propôs Ação Civil Pública contra o desmonte da Cultura no país, dando entrada num processo contra o governo Bolsonaro na Justiça Federal, em Brasília. O documento de 36 páginas argumenta que “atos de autoridades vinculadas à União Federal têm acarretado danos ao patrimônio público e social, violando as garantias fundamentais de direito à cultura.” A ação foi motivada pela clara tática do governo de praticamente congelar o incentivo a cultura no Brasil. Isto tem gerado paralisação ou diminuição drástica de projetos aprovados pela Lei Rouanet, alvo da ação, bem como pela Ancine, que já rendeu um processo à parte do Ministério Público Federal. Na semana passada, o secretário da Cultura Mario Frias assumiu a falta de interesse do governo na aprovação de projetos culturais com uma fala singela: “O governo federal não tem obrigação de bancar marmanjo”. Já governos federais de países como EUA, França, Coreia do Sul e Dinamarca, entre dezenas de outros (centenas?) entendem Cultura como soft power e a incentivam para alavancar sua influência pelo mundo. Os dois últimos vencedores do Oscar de Melhor Filme, “Parasita” e “Druk – Mais uma Rodada” foram produções de marmanjos incentivadas pelo equivalente ao que costumava ser o Ministério da Cultura, implodido pelo atual desgoverno de Bolsonaro. Além de questionar diretamente as medidas – ou falta de medidas – do governo federal, a OAB aponta como contexto a “notória guerra contra a cultura” travada pelo presidente Jair Bolsonaro. A entidade ressalta que, desde a campanha, Bolsonaro já atacava a lei Rouanet. A destruição cultural praticada em nome da ideologia bolsonarista também impacta a atividade econômica e o nível de desemprego no Brasil. O Painel de Dados do Observatório Itaú Cultural, responsável por monitorar a evolução econômica da indústria criativa no Brasil e os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua registram que um em cada dois profissionais da cultura perdeu trabalho no país no ano passado.

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    Justiça considera ilegal investigar Felipe Neto por chamar Bolsonaro de genocida

    12 de maio de 2021 /

    A ação aberta pela Polícia Civil do Rio contra o youtuber Felipe Neto, por chamar o presidente Jair Bolsonaro de “genocida”, tornou-se oficialmente ilegal nesta quarta (12/5). A juíza Gisele Guida de Faria, da 38ª Vara Criminal do TJ do Rio, mandou arquivar a investigação pelo entendimento de sua flagrante ilegalidade. A decisão atendeu ao pedido feito pelos advogados de Felipe, que já haviam conquistado a suspensão do procedimento em caráter liminar. O cancelamento agora é definitivo. Em sua decisão, a magistrada listou diversas questões para considerar o procedimento ilegal. Reforçou que não caberia ao delegado da Polícia Civil do Rio, Pablo Dacosta Sartori, a responsabilidade pelo caso, assim como não poderia o vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, ser responsável pelo pedido de abertura do inquérito. O delegado à frente da investigação era o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”, que não deu em nada. Desta vez, o suposto caso de enquadramento de Felipe na Lei de Segurança Nacional só poderia ser feito pela polícia federal. Outro problema de “flagrante ilegalidade” foi o delegado aceitar denúncia de Carlos Bolsonaro, porque elenão integra o Ministério Público, não é militar responsável pela segurança interna, nem é Ministro da Justiça, portanto não poderia exigir investigação em nome do presidente da República. Além disso, Gisele Guida de Faria também reconheceu que a manifestação de Felipe está de acordo com a liberdade de expressão e manifestação, como forma de externar a sua revolta diante do número de mortos pela Covid-19 no país. “Não se vislumbra a necessária motivação e objetivos políticos, destinados a vulnerar as instituições e o próprio Estado, no fato de o paciente, um conhecido influenciador digital, ter adjetivado o Presidente da República de ‘genocida’, ao manifestar sua indignação com as milhares de mortes decorrentes da Covid-19 no Brasil e seu profundo descontentamento com a forma com que o Chefe do Executivo Federal vem tratando as questões relativas à pandemia”, argumentou a juíza, que atendeu a manifestação do MP do Rio. O promotor responsável pelo caso já tinha se manifestando afirmando se tratar de uma investigação ilegal, que deveria ser arquivada. A decisão também é um reconhecido judicial do autoritarismo da família Bolsonaro, flagrada numa iniciativa para se colocar acima das leis e das “quatro linhas” da Constituição para constranger, perseguir e buscar censurar aqueles que considera inimigos. “A decisão proferida hoje pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro restabelece, ainda que depois de muito desgaste, a verdade e a justiça. Desde o início ficou claro que o objetivo era apenas me intimidar, me silenciar. É um escândalo que esse absurdo esteja acontecendo no Brasil. O Poder Judiciário felizmente vem agindo contra a perseguição político-ideológica que muitas pessoas estão sofrendo”, disse Felipe Neto, em comunicado. Vale lembrar que, além de Felipe Neto, Carlos Bolsonaro também anunciou que processaria Bruna Marquezine pelo mesmo motivo, num tuíte de mau-gosto em que publicou uma foto da atriz nua. Apesar da iniciativa de Carlos Bolsonaro ter como alvo duas ocasiões em que o presidente Jair Bolsonaro foi chamado de genocida na internet, só o Google registra mais de 1,2 milhão de resultados para a pesquisa “Bolsonaro genocida” nesta quarta-feira (12/5). VITÓRIA OFICIAL!!! ACABOU! Justiça arquiva investigação contra mim por ter chamado o presidente de genocida. Gostaria de dedicar essa vitória ao Carluxo (@CarlosBolsonaro), pois não teria sido possível sem ele. Um grande beijo.https://t.co/9p5CCmVksE — Felipe Neto (@felipeneto) May 12, 2021

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  • Filme

    Inédito nos cinemas, “Marighella” vaza em sites piratas

    11 de maio de 2021 /

    Ainda inédito nos cinemas brasileiros, o filme “Marighella”, estreia do ator Wagner Moura na direção, vazou em sites piratas no último fim de semana. Desde sábado (9/5), links para baixar o filme surgiram em sites diversos e até em páginas de Facebook, como a da torcida de futebol Palmeiras Antifascita. O vazamento se originou de cópia do streaming oficial americano. O filme está disponível nos EUA desde 30 de abril. A pirataria abriu uma crise na produção, gerando uma reunião de emergência entre Moura, a produtora O2 Filmes e a distribuidora Paris Filmes no começo da noite de segunda-feira (10/5). O objetivo era decidir o que fazer diante do vazamento. Falando à Folha de S. Paulo, o produtor Fernando Meirelles sugeriu adiantar a estreia e disponibilizar o filme em streaming também no Brasil. Entretanto, a decisão foi manter o cronograma anteriormente acertado. Os responsáveis pela produção se manifestaram em comunicado divulgado após a reunião. “‘Marighella’ estreou nos Estados Unidos no dia 30 de abril. O longa foi disponibilizado em algumas plataformas digitais para usuários do país, o que possibilitou o vazamento do filme para a internet no último final de semana. A estratégia de lançamento nos cinemas brasileiros segue a mesma. ‘Marighella’ será lançado oficialmente no segundo semestre”, resume a nota. O filme tem estreia prevista para 20 de novembro e, a princípio, a data se mantém. Paralelamente, as páginas com os links piratas de “Marighella” foram sendo derrubadas durante toda a tarde de segunda. O caso lembra o vazamento do primeiro “Tropa de Elite”, de 2007. Antes da era do streaming, uma versão não finalizada foi desviada da pós-produção e virou DVD, que acabou comercializada por camelôs de todo o país. Isto não impediu o filme de se tornar um fenômeno de bilheterias. “Marighella” está pronto há dois anos. Sua première mundial foi no Festival de Berlim de 2019, sob aplausos, e a estreia nacional estava inicialmente programada para novembro do mesmo ano. Entretanto, o longa passou a enfrentar dificuldades para agendar seu lançamento, a ponto de Wagner Moura acusar o governo de sabotar o planejamento com uma censura burocrática. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”, ele disse, em entrevista ao colunista Leonardo Sakamoto, do UOL, em 2020. O presidente realmente atacou o filme sem tê-lo visto, assim como vários robôs, que tentaram manipular a nota da produção em sites americanos, chamando atenção das empresas, que derrubaram as mensagens de ódio e mudaram até regras para evitar a prática de “review bombing” – terrorismo virtual. Na nota que vale, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na análise do site Rotten Tomatoes. O “problema” dos bolsonaristas com o filme é a narrativa dos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele foi executado em uma emboscada da polícia na época da ditadura militar. Transformado em herói na tela, ele é considerado um bandido comum por quem afirma que a ditadura foi “ditabranda”. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). Veja abaixo o trailer da produção.

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  • Etc

    Marcelo Adnet processa secretário da Cultura Mario Frias

    9 de maio de 2021 /

    O humorista Marcelo Adnet está processando o secretário da Cultura Mario Frias civil e criminalmente por danos morais. Na ação civil, ele pede R$ 80 mil de indenização e retratação após receber ofensas nas redes sociais. A ação criminal foi protocolada na 42ª Vara criminal do Tribunal da Justiça do Rio de Janeiro e a civil na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca. A ação foi motivada por ataques do integrante do governo Bolsonaro contra o humorista após a publicação de uma paródia do vídeo “Um Povo Heroico”. A campanha do Governo Federal, estrelada por Mario Frias, foi veiculada às vésperas de 7 de setembro do ano passado, data que marca a Independência do Brasil. Segundo o advogado do humorista, Ricardo Brajterman, “a reação do Mario Frias foi completamente desproporcional diante da piada que foi feita pelo Marcelo Adnet, onde não teve xingamento, ofensa à honra ou à intimidade”. O advogado ainda comparou a imitação com outras feitas por comediantes. “Só fez graça como fazem com Silvio Santos, Faustão, Galvão Bueno, são pessoas públicas que estão sujeitas a esse tipo de piada”. Mário Frias reagiu ao vídeo, em setembro do ano passado chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco”, frouxo” e “bobão”, além de atacar sua vida privada, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Na época, Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. O tom agora é outro. Na petição, os advogados de Adnet alegam que Frias “explodiu em fúria, com ameaça, injúria e difamação depois de tomar ciência de uma singela e inofensiva paródia feita pelo autor, em que ele imita o discurso feito pelo demandado, num vídeo oficial da Secretaria Especial de Comunicação do Governo Federal”. Ainda segundo a defesa de Adnet, o autor da ação não fez nenhuma ofensa ou ataque em sua paródia. “Não existe discurso de ódio ou intolerância que justifique a reação do secretário especial de Cultura do Governo Federal”. No processo civil, os advogados ainda pedem, além da indenização de R$ 80 mil por danos morais, a retirada da publicação ofensiva do perfil de Mario Frias no Instagram, sob multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da determinação judicial. Caso o juiz acate o pedido da defesa de Adnet, Mario Frias terá ainda que se retratar publicamente com o autor, via postagem e divulgação em suas redes sociais, com igual destaque conferido à mensagem ofensiva que motivou o processo. Veja abaixo o vídeo que fez Frias ofender Adnet. Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020

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  • TV

    Vida pós-BBB 21: Juliette é seguida por Lula e atacada por Carlos Bolsonaro

    6 de maio de 2021 /

    O programa pode ter acabado na terça (4/5), mas o “BBB 21” continua no ar nas redes sociais. Os participantes que mais marcaram a edição do reality show seguem ganhando seguidores e alimentando tretas, agora em clima político. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a seguir a campeã do programa, Juliette Freire, e seus colegas Gil “do Vigor” Nogueira e Arthur Picoli “do Conduru”. Os três BBBs já deram sinais de que são eleitores do PT e, durante o programa, Gil chegou a brincar que, caso não tivesse sucesso após o reality, poderia entrar para política. Arthur falou que só votaria nele se fosse candidato do PT, ao que Gil respondeu “No mínimo, né?”. Por outro lado, Carlos Bolsonaro decidiu comprar briga gratuita com os seguidores de Juliette. O filho 02 disse que a paraibana teria feito um gesto racista numa foto, embora a imagem deixe claro que isso não aconteceu. O ataque teria a intenção de justificar gesto racista supostamente similar (mas na prática muito diferente) de um amigo complicado, o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Filipe Martins, que foi indiciado pela ofensa na mesma terça-feira que consagrou a campeã do BBB com 90% de aprovação do público. “Vão querer prender a vencedora do ‘Big Brother Brasil’ também ou só vale quando é pra esculhambar alguém próximo a quem não se gosta? Nunca foi sobre o que se faz, mas sobre quem faz… as ‘narrativas do bem’!”, escreveu o filho do presidente, tentando defender o assessor. O post com uma foto da vencedora do reality fazendo um sinal de ‘ok’ com as mãos, em pose de meditação, acabou transformando mais um Bolsonaro em alvo de críticas. Se estivessem no “BBB 21”, Lula iria para o segundo turno e o filho de Jair seria eliminado com 99% de rejeição. Vão querer prender a vencedora do Big Brother Brasil também ou só vale quando é pra esculhambar alguém próximo a quem não se gosta? Nunca foi sobre o que se faz, mas sobre quem faz… as “narrativas do bem”! pic.twitter.com/D5BXZpRkdn — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) May 5, 2021

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    Steven Seagal presenteia Nicolás Maduro com espada samurai “da Rússia”

    5 de maio de 2021 /

    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, recebeu uma espada de samurai de presente do ator Steven Seagal. E o detalhe mais inusitado é que a entrega da lâmina japonesa aconteceu durante uma visita do ator americano ao país sul-americano como representante da Rússia! Ao receber o presente, Maduro fez poses com a espada enquanto Seagal assentiu com a cabeça. As imagens do encontro foram transmitidas do palácio presidencial Miraflores, em Caracas, e descritas pelo narrador da TV estatal como um “símbolo de liderança”. Numa troca de gentilezas, o presidente da Venezuela deu ao ator um violão, que brincou tocar, entre gargalhadas. Ambos os vídeos foram postados por Maduro em sua conta oficial no Instagram. Veja abaixo. Seagal é um admirador público de longa data do presidente russo Vladimir Putin, que é fã de artes marciais. Em 2016, Putin concedeu cidadania russa a Seagal e o presenteou com um passaporte, e em 2018 a Rússia o encarregou de ajudar a melhorar os laços entre Moscou e Washington. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia comparou o novo papel de Seagal ao de um embaixador da boa vontade da ONU. Maduro é rotulado como ditador pelos Estados Unidos e muitas outras nações da ONU, que o acusam de violar direitos humanos e de ter fraudado sua reeleição de 2018. Ele se mantém no poder graças ao apoio contínuo da Rússia, além de alguns políticos sul-americanos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nicolás Maduro (@nicolasmaduro) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nicolás Maduro (@nicolasmaduro)

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    Danilo Gentili revela diagnóstico de covid-19 e pede orações

    3 de maio de 2021 /

    O comediante e apresentador de TV Danilo Gentili revelou no Twitter que recebeu diagnóstico de covid-19. Em mensagem postada na noite de segunda (3/5), ele diz que tomou todas as precauções recomendadas pelas autoridades e só saía de casa para trabalhar. Apesar disso, foi infectado. “Eu me cuido. Sem ser o trabalho, não saio para lugar nenhum, até mesmo por preocupação com a minha mãe. Mesmo assim testei positivo para covid hoje.” Ele pediu orações aos fãs: “Praticamente não posso tomar nenhum medicamento, e por isso conto com as orações de vocês nesses próximos dias. Obrigado, pessoal”. O programa apresentado por ele no SBT, “The Noite com Danilo Gentili”, continuará no ar com episódios inéditos, que já tinham sido gravados. O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e o perfil do Movimento Brasil Livre (MBL) manifestaram seu apoio após a postagem de Gentili: “Melhoras, meu Presidente!” O humorista, que foi cotado pelo MBL para se candidatar na próxima eleição, respondeu com bom humor, usando um slogan esquerdista: “A luta continua, companheiro”. Preparamos uma frente de programas e mesmo com o meu afastamento, o The Noite segue inédito pelos próximos dias. Conto com a audiência de vocês. Obrigado 🙂 pic.twitter.com/pIAxFVfW7C — Danilo Gentili (@DaniloGentili) May 3, 2021

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    Ministra da Cultura da França elogia diretor de “Meu Pai”: “Que orgulho!”

    26 de abril de 2021 /

    A Ministra da Cultura da França, Roselyne Bachelot, elogiou nesta segunda-feira (26/4) a vitória do cineasta Florian Zeller no Oscar 2021. “Que alegria, que orgulho!”, ela escreveu, ao celebrar a conquista do diretor francês, vencedor do troféu de Melhor Roteiro Adaptado por “Meu Pai”, baseado numa peça que ele mesmo escreveu. O filme, também dirigido por Zeller, ainda rendeu o Oscar de Melhor Ator para Anthony Hopkins. Na mesma mensagem, Bachelot aproveitou para celebrar outros franceses vitoriosos na cerimônia de premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, como Nicolas Becker, um dos integrantes da equipe vencedora do Oscar de Melhor Som por “O Som do Silêncio”, e Alice Doyard, produtora do Melhor Documentário em Curta Metragem, “Colette”. As premiações também ganharam grande repercussão na mídia francesa. O governo francês compartilha as vitórias de filmes e talentos do país por incentivar a produção de cinema nacional, com investimentos, apoios a festivais, cotas e muito mais – resultando em grande produtividade, visibilidade internacional e a maior reserva de mercado de cinema do mundo. Quelle joie, quelle fierté!Bravo à #FlorianZeller, #oscar du meilleur scénario adapté pour #TheFather et à son immense premier rôle @AnthonyHopkins, à #NicolasBecker, oscar du meilleur son pour #SoundofMetal et à @AliceDoyard pour son touchant court-métrage documentaire Colette. — Roselyne Bachelot (@R_Bachelot) April 26, 2021

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    Ministro da Cultura do Reino Unido saúda talentos britânicos do Oscar 2021

    26 de abril de 2021 /

    O Ministro da Cultura do Reino Unido, Oliver Dowden, saudou os talentos britânicos premiados no Oscar 2021 em dois posts em seu Twitter oficial. “Sir Anthony Hopkins e Daniel Kaluuya – dois atores britânicos fenomenais, que deixaram o Reino Unido orgulhoso. Muitos parabéns por suas vitórias e obrigado por compartilharem seus extraordinários talentos com o mundo”, ele escreveu na primeira postagem, exaltando as vitórias de Hopkins, Melhor Ator por “Meu Pai”, e Kaluuya, Melhor Ator Coadjuvante por “Judas e o Messias Negro”. Dowden ainda elogiou Emerald Fennell por seu prêmio de Melhor Roteiro Original por “Bela Vingança”. “Também é fantástico ver o brilhante talento britânico por trás das câmeras sendo reconhecido no Oscar”, ele acrescentou. “Parabéns a Emerald Fennell pela vitória de Melhor Roteiro Original – uma jovem promissora, de fato”, completou, referindo-se ao título original do longa em inglês, “Promising Yount Woman” (mulher jovem promissora). Sir Anthony Hopkins, Daniel Kaluuya – two phenomenal British actors who have done the UK proud today. Huge congratulations on your #Oscars wins and thank you for sharing your extraordinary talents with the world. — Oliver Dowden (@OliverDowden) April 26, 2021 It’s fantastic to see the brilliant British talent behind the camera being recognised at the #Oscars too. Congratulations to @EmeraldFennell on her Best Original Screenplay win – a promising young woman indeed. https://t.co/s3JHx6mUTG — Oliver Dowden (@OliverDowden) April 26, 2021

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    Presidente da Coreia do Sul homenageia vitória de Youn Yuh-jung no Oscar 2021

    26 de abril de 2021 /

    A vitória da veterana estrela sul-coreana Youn Yuh-jung foi festejada como feito histórico em seu país natal. Ela virou foco de atenção da mídia nacional e recebeu congratulações até do presidente da república, Moon Jae-in. “Acima de tudo, é um grande consolo para as pessoas que estão cansadas da covi-19”, escreveu o presidente da Coreia do Sul num comunicado postado em sua conta oficial do Twitter. Ele ainda disse que a vitória escreveu um novo capítulo na história do cinema sul-coreano. Depois que “Parasita” se tornou a primeira produção do país a vencer o Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Filme Internacional, a conquista de Youn Yuh-jung como Melhor Atriz Coadjuvante por “Minari” foi considerada um reconhecimento contínuo de Hollywood à qualidade dos talentos da indústria cinematográfica local. Moon também escreveu que a história de “Minari”, sobre uma família de imigrantes coreanos nos EUA, demonstrou que “estamos todos intimamente conectados, mesmo se moramos em lugares diferentes”. O governo sul-coreano apoia fortemente a indústria de cinema nacional por meio de incentivo público, cotas e patrocínios de festivais – quase tudo que também existia no Brasil antes do governo Bolsonaro. 배우 윤여정 님의아카데미 여우조연상 수상을국민과 함께 축하합니다. pic.twitter.com/IkqWIL0SRj — 문재인 (@moonriver365) April 26, 2021

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    Dinamarca celebra suas vitórias no Oscar 2021

    26 de abril de 2021 /

    Ao contrário da China, que censurou a conquista de Chloé Zhao no Oscar 2021, a Dinamarca celebrou as conquistas de seus cidadãos no Oscar 2021 com elogios em sua conta oficial no Twitter. Posts exaltando as conquistas do Oscar de Melhor Filme Internacional e Melhor Edição celebraram o feito. “Isto é imenso para um país pequeno como a Dinamarca”, assinalou a publicação. Foi a quarta vez que o país venceu a categoria internacional, desta vez com “Druk – Mais uma Rodada”, de Thomas Vinterberg, e a primeira conquista de um editor dinamarquês no Oscar, atingida por Mikkel E. G. Nielsen por seu trabalho em “O Som do Silêncio”. Em seu discurso de agradecimento, Nielsen fez questão de destacar o investimento do governo dinamarquês no ensino público de cinema no país. “Sou da Dinamarca e gostaria de cumprimentá-la porque o governo é extremamente ousado ​​em financiar a Escola Nacional de Cinema da Dinamarca”, disse ele. “Isso é incrível e é isto [o Oscar] que você ganha [com o investimento], então continue fazendo isso.” Fundada em 1966, a Escola Nacional de Cinema da Dinamarca (Den Danske Filmskole) é uma instituição independente subordinada ao Ministério da Cultura da Dinamarca, que ensina direção de ficção, direção de documentário, cinematografia (direção de fotografia), roteiro, edição, direção de som, animação e produção de filmes.O projeto final dos alunos é um filme produzido a nível profissional e apresentado ao público na TV nacional. Graças ao apoio de seu governo, a “pequena” Dinamarca já recebeu 39 indicações e venceu 19 estatuetas do Oscar ao longo dos anos. Also big congrats to Mikkel E. G. Nielsen for winning an Oscar for Best Film Editing for "Sound of Metal'. It is the first time ever that a Dane wins in this category 🥳🎞️ pic.twitter.com/OiE5Day23L — Denmark.dk (@denmarkdotdk) April 26, 2021

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    Mercado publicitário reage à projeto homofóbico da Assembleia Legislativa de SP

    24 de abril de 2021 /

    Um projeto de lei (PL) em tramitação na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) colocou o mercado publicitário em alerta e chamou atenção de diversas entidades pela clareza de sua intenção, ao promover preconceito e buscar marginalizar um grupo social. Apresentado pela deputada estadual Marta Costa (PSD), o projeto pretende proibir veiculação de publicidade no estado de São Paulo que “contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionado a crianças”. Segundo a autora do PL, tais propagandas trariam “desconforto emocional a inúmeras famílias” e mostram “práticas danosas” às crianças. Para ela, a proibição vai “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças”. A discussão em plenário estava prevista para terça passada (20/4), mas foi atropelada por outras pautas e só deverá entrar em votação na semana que vem. Ainda que a proposta seja inconstitucional, chocou o mercado por ter chegado tão longe. Entidades ligadas aos direitos LGBTQIA+, como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), Mulheres EIG (Evangélicas pela Igualdade de Gênero) e a ONG Mães pela Diversidade no Estado de São Paulo repudiaram prontamente o projeto, que discrimina mães e pais LGBTQIA+, e enviaram ofícios à Alesp. A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) também emitiu um comunicado afirmando o óbvio: que a proposta é inconstitucional por “impor discriminação à liberdade de expressão comercial e ao direito de orientação sexual”. Além disso, é uma tentativa de “censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão e os direitos de minorias”. O mesmo fez a Associação Brasileira de Anunciantes (Aba), reforçando que se trata de iniciativa inconstitucional e ilegal. O PL viola o artigo 220 da Constituição, que defende que “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição”. Vai além, ao usar o termo “preferência sexual”, que é incorreto e preconceituoso, para se referir à “orientação sexual”, e, ainda por cima, pretende legislar sobre publicidade e propaganda, o que é de competência exclusiva da União. Ao contrário do que pretendia, a iniciativa ofensiva serviu para fortalecer a defesa dos direitos LGBTQIA+ pelo mercado. A agência Mutato, por meio de seu Comitê de Diversidade, criou um grupo de discussão sobre o assunto, que já tem o apoio de mais de 110 líderes de diferentes empresas — entre anunciantes (como Ambev, Avon, iFood e Mastercard), agências de propaganda (como Africa, AlmapBBDO, Ogilvy e Publicis), plataformas de mídia (como o Twitter, Facebook e TikTok) e entidades de classe (como a Aba e a Abap). O objetivo é rechaçar iniciativas preconceituosas como a PL da deputada do PSD para criar (e assumir) compromissos públicos que assegurem representatividade em novas campanhas publicitárias e segurança à comunidade LGBTQIA+ nas equipes responsáveis por elas.

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    Ministro do Meio Ambiente leva #ForaSalles e invertida de Anitta nas redes sociais

    21 de abril de 2021 /

    O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi alvo de tuitaço nesta quarta (21/4) com a hashtag #ForaSalles, mas escolheu especificamente a cantora Anitta para retrucar. Ao subestimá-la, acabou levando uma invertida ainda maior que o comentário inicial da estrela. Divulgada por organizações ligadas à agenda ambiental, a iniciativa do tuitaço mobilizou milhares de internautas. Além de aderir ao #ForaSalles, Anitta acrescentou que o ministro, denunciado por corrupção pelo superintendente da PF (Polícia Federal) do Amazonas, presta “um desserviço para o meio ambiente”. Salles repostou o tuíte da cantora e ironizou: “Fica na sua ai, ô Teletubbie”. A ofensa foi uma referência ao programa infantil de mesmo nome criado em 1997. Anitta rebateu: “Que resposta madura. Quantos anos você tem? 12? Então é melhor sair do ministério anyway”. O ministro insistiu: “Se você conseguir demonstrar, sem ajuda de outra pessoa, que sabe quais são as capitais do Brasil ou pelo menos os nomes dos seis biomas brasileiros a gente começa conversar…”. Aí, Anitta destruiu: “Desculpa, querido. Não consigo te responder em 5 minutos como você me responde porque eu trabalho. Tava dando umas entrevistas em inglês, espanhol, em francês… você fala francês? Liga pra presidente da França? Ouvi dizer que ele AMA vocês. Aliás é uma loucura a quantidade de perguntas que tenho que responder sobre esse desgoverno de bosta que vocês estão fazendo. A única parte boa é que eu nem preciso explicar pq eu escolhi lançar algo pra fazer o Brasil lembrar que temos várias coisas pra se orgulhar. Pq com vocês no comando tá puxado… Se você conseguir explicar, pode ter ajuda de alguém, porque sozinho você não conseguiu raciocinar: qual o perigo de acabar com a fiscalização do Ibama ou de ir contra a Polícia Federal para defender madeireiros na maior apreensão de madeira na Amazônia… aí a gente começa a conversar”. O jornalista Nelson Motta oficializou o placar da luta: “Levou uma merecida mijada da Anitta. Alguém precisa avisar a ele que ela tem 50 milhões de seguidores nas redes sociais…” Para completar, a cantora ainda lembrou, ironicamente numa enquete postada no seu Twitter, que o ministro do Meio Ambiente não sabe onde vive o Mico Leão Dourado.

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