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  • Etc

    Rob Schneider se envolve em treta de Elon Musk com Judiciário brasileiro

    8 de abril de 2024 /

    O ator e comediante saiu em defesa do bilionário ao dizer que o Brasil vive "uma ditadura socialista" devido às restrições do Judiciário

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  • TV

    Michael Douglas zoa hospedagem de Bolsonaro na Embaixada da Hungria

    29 de março de 2024 /

    O ator norte-americano mostrou que acompanha a política brasileira durante entrevista gravada para o programa "Conversa com Bial"

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  • Etc

    Rússia adiciona “movimento LGBT internacional” à lista de “terroristas e extremistas”

    22 de março de 2024 /

    A medida intensifica a repressão e as restrições já existentes contra as minorias sexuais no país, que aumentaram durante a guerra na Ucrânia

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  • Filme

    Oliver Stone anuncia ter finalizado documentário sobre Lula

    13 de março de 2024 /

    O filme do vencedor de dois Oscars de Melhor Direção vai abordar o período recente, da prisão de Lula à vitória nas últimas eleições presidenciais

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  • TV

    Jojo Todynho pode perder emprego por violar Código de Ética da Globo

    7 de março de 2024 /

    A apresentadora do "Mesacast BBB" teria infringido três cláusulas do Código de Ética e Conduta da emissora

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  • Etc

    Comentarista da Jovem Pan é multada pelo TSE por fake news contra Janja da Silva

    7 de março de 2024 /

    Pietra Bertolazzi foi multada em R$ 30 mil por discurso de ódio e mentiras contra Janja durante o período eleitoral

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  • Série

    Trailer | Atriz de “Supergirl” vira jornalista política em “As Garotas do Ônibus”

    23 de fevereiro de 2024 /

    Estrelada por Melissa Benoist, a nova série da plataforma Max segue quatro jornalistas na cobertura de uma eleição presidencial nos Estados Unidos

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  • Filme

    Trailer | Regina King vive primeira mulher negra a tentar ser presidente dos EUA

    19 de fevereiro de 2024 /

    O filme "Shirley para Presidente" conta a história da campanha pioneira de 1972, quando a primeira congressista negra dos Estados Unidos tentou a candidatura presidencial

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  • Reality

    BBB | Fernanda declara apoio à pena de morte e politiza reality

    2 de fevereiro de 2024 /

    A líder da semana no “BBB 24”, Fernanda Bande, provocou polêmica na tarde desta sexta-feira (2/2), ao se declarar a favor da pena de morte no Brasil, em uma conversa na academia com Giovanna Pitel e Rodriguinho. “Eu sou a favor da pena de morte sim”, afirmou Fernanda, ao comparar as leis brasileiras com as dos Estados Unidos. A declaração gerou desconforto, levando Pitel e Rodriguinho a tentarem mudar rapidamente de assunto. Rodriguinho chegou a comentar que o sistema jurídico refletia a desigualdade no pais. “As leis lá (nos EUA) funcionam por igual, aqui não, aqui é por partes, tem jeitinho”, comentou o pagodeiro. Pitel reforçou o debate, apontando o racismo como um dos problemas centrais do sistema criminal do país. Nas redes sociais, a fala de Fernanda, única branca do trio, conduziu a torcida do “BBB 24” para a discussão política. Espectadores notaram que, em 24 horas, ela defendeu Cara de Sapato, que foi expulso do “BBB 23” por importunação sexual, fez comentários misóginos sobre Alane Dias e defendeu a pena de morte, alinhando-se politicamente ao bolsonarismo. Enquanto isso, fãs da rival da líder, Alane, resgataram fotos da bailarina fazendo o L e apoiando Lula. Em menos de 24h a Fernanda defendeu o Cara de Sapato e disse q é a favor da pena de morte pic.twitter.com/OYV9639c1b — Matheus (@mxth29) February 2, 2024 em menos de 24 horas a fernanda disse que admira o cara de sapato e que é a favor da pena de morte, como diz a alane “o mal por si se destrói” pic.twitter.com/PyEcHZjx5b — gabriel. (@a7biel) February 2, 2024

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  • Música

    Johnny Marr reclama de música dos Smiths em comício de Trump

    24 de janeiro de 2024 /

    O guitarrista Johnny Marr, membro do famoso grupo inglês The Smiths, expressou descontentamento com o uso não autorizado de uma canção da banda em um evento de campanha do ex-presidente Donald Trump. O episódio ocorreu antes das primárias de New Hampshire, quando a faixa “Please, Please Let Me Get What I Want”, lançada em 1984, foi tocada em um comício em Lacondia, na segunda-feira. O verso inicial da música, “good times for a change”, ganhou destaque durante o evento. Na terça (23/1), o músico se manifestou no X (antigo Twitter) sobre o incidente. “Nunca, em um milhão de anos, teria pensado que isso poderia acontecer. Considere essa m*rda encerrada agora mesmo”, escreveu. Os demais integrantes vivos da banda, o vocalista Morrissey e o baterista Mike Joyce, não se pronunciaram sobre o fato.   Relevância contínua dos Smiths Conhecidos como um fenômeno cult, os Smiths se separaram em 1987 e rejeitaram diversas propostas lucrativas para retomar as apresentações ao vivo. Com a morte do baixista Andy Rourke, em maio do ano passado, devido a câncer, as esperanças de uma reunião da formação original foram encerradas. Mesmo assim, as músicas da banda seguem na mídia. No ano passado, várias faixas dos Smiths foram destaque no filme “O Assassino”, de David Fincher, marcando a preferência do personagem interpretado por Michael Fassbender. Sobre a canção “Please, Please Let Me Get What I Want”, vale lembrar que ela também alcançou notoriedade ao integrar uma trilha sonora: da comédia romântica “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986.   Artistas contra Trump Johnny Marr se junta a uma lista crescente de artistas que criticaram Donald Trump pelo uso não autorizado de suas obras. Nomes como Aerosmith, Rolling Stones, Queen, Neil Young, Pharrell, Elton John e Adele já expressaram insatisfação semelhante. Em 2016, durante a campanha presidencial de Trump, Elton John deu um motivo singelo para proibir o uso de suas canções “Tiny Dancer” e “Rocket Man” em comícios do então candidato. “Eu realmente não quero que minha música esteja envolvida em nada que tenha a ver com uma campanha eleitoral americana. Sou britânico”, declarou o cantor. Ahh…right…OK. I never in a million years would’ve thought this could come to pass. Consider this shit shut right down right now. https://t.co/M6eYROedOy — Johnny Marr (@Johnny_Marr) January 23, 2024

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  • Reality

    BBB | Ranço de MC Bin Laden por Nizam chega na política: “Bozo”

    17 de janeiro de 2024 /

    MC Bin Laden ficou fortemente incomodado nesta quarta-feira (17/1) com as opiniões políticas de Nizam Abou Jokh no “BBB 24”. O funkeiro não gostou de um comentário feito pelo brother em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua defesa da pauta armamentista de Jair Bolsonaro. Na ocasião, Nizam demonstrou ser a favor da liberação do porte de arma para cidadãos comuns sob falsa teoria de que, no governo Lula, o homem que roubou sua casa não seria preso. O cantor discordou do posicionamento e comentou sobre a situação com Lucas Luigi, na sequência. “O Nizam, ali ele chapou, nada a ver, mano. Bagulho já foi comprovado… Muita gente com depressão, ansiedade. Psicologicamente, [o Brasil] não é um país preparado para ter porte de arma. Caralh*, é louco…”, relatou Bin, que obteve apoio de Luigi: “Quer ver um exemplo? Olha aí! A casa é um exemplo de que nós não estamos preparados para porte de arma mesmo”. O funkeiro continuou indignado com o comentário de Nizam e fez questão de defender o governo Lula. “Vai falar que a culpa é de um presidente que mais ajudou o pobre, vou te falar, put* que pariu, mano. É cada uma que eu tenho que escutar aqui dentro”, esbravejou Bin. Em seguida, os dois continuaram a conversa, e Bin pronunciou o apelido “Bozo” para se referir ao ex-presidente Jair Bolsonaro, porém Luigi pediu para o colega não mencionar a palavra que ele considera pejorativa. O funkeiro seguiu inconformado com a situação. “Bagulho de arma, parça”, disse ele, totalmente chocado com a situação. “Aquele papo ali foi o suficiente pra mim. Eu e tu, que viemos da favela, a gente vê o bagulho rolando”, concordou Luigi. “Nós vamos motivar os outros a ter arma, em vez de ter livro? Tipo, povo que tá passando fome, saúde, saúde pública. O mano quer meter uma dessa pra nós”, refletiu MC Bin Laden. 🔥 Conversa completa entre MC Bin Laden e Lucas Luigi sobre Nizam ter defendido porte de armas no Brasil e dito que o bandido que assaltou ele não foi preso por causa do Lula: “Ele tava defendendo o Bozo, tá ligado, né? (…) Ele falando bagulho de arma, parça? A gente vai… pic.twitter.com/2Lp1h7k1Cp — Espiadinha #BBB24 (@canalespiadinha) January 17, 2024

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  • Filme

    Lula sanciona cota de telas para filmes brasileiros

    15 de janeiro de 2024 /

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou sem vetos a lei que determina cotas para exibição de filmes brasileiros nos cinemas. A regra foi criada em 2001, no governo de Fernando Henrique Cardoso, por meio de uma medida provisória (MP), que expirou 20 anos depois, em 2021, e não foi renovada durante o governo de Jair Bolsonaro. A nova “cota de tela” terá validade até 2033. De acordo com a lei, as salas, espaços e locais usados para exibição pública comercial de filmes terão de exibir um número mínimo de filmes brasileiros de longa-metragem. Os critérios serão determinados pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e entidades representativas de produtores, distribuidores e exibidores, juntamente com o governo federal. As empresas que descumprirem a obrigação estarão sujeitas a uma multa correspondente a 5% da receita bruta média diária do complexo cinematográfico multiplicada pelo número de sessões de descumprimento. Em caso de falha pontual considerada erro técnico por decisão da Ancine, os infratores levarão apenas uma advertência. Além da cota de tela no cinema, empresas de exibição e distribuição de vídeo doméstico também deverão incluir em seus catálogos um percentual de obras brasileiras. A ministra Margareth Menezes afirmou, em comunicado do Ministério da Cultura, que a nova cota de telas permitirá a “retomada” da produção nacional. “Essa sanção reinaugura um novo momento para a rica produção cinematográfica do país, com ampliação da presença dos nossos conteúdos na TV por assinatura e nos cinemas, valorização da nossa identidade cultural e geração de mais emprego e renda”, celebrou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ministério da Cultura (@minc)

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  • Etc

    Mário Frias é condenado por difamar Marcelo Adnet

    11 de janeiro de 2024 /

    O deputado federal Mário Frias foi condenado por difamar o comediante Marcelo Adnet em 2020. O juiz Fernando Brandini Barbagalo, da 7ª Vara Criminal de Brasília, condenou o ex-Secretário da Cultura do governo Bolsonaro a uma pena de quatro meses de detenção, convertida em uma multa de 10 salários-mínimos. Ainda cabe recurso à decisão. Mario Frias já tinha sofrido um revés em outubro num processo civil movido por Adnet na Justiça do Rio de Janeiro, onde foi condenado a pagar R$ 30 mil ao comediante por danos morais. Adnet entrou com a ação após ser chamado de “criatura imunda”, “Judas” e “crápula” por Frias.   O que aconteceu? As duas ações foram motivadas por ataques do político após Adnet parodiar uma campanha do Governo Federal, estrelada por Frias, em comemoração à Independência do Brasil. O então Secretário da Cultura reagiu ao esquete com ofensas, além de atacar a vida privada de Adnet, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Na época, Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. Entretanto, seus advogados entraram na Justiça, afirmando que o político “explodiu em fúria, com ameaça, injúria e difamação depois de tomar ciência de uma singela e inofensiva paródia feita pelo autor, em que ele imita o discurso feito pelo demandado, num vídeo oficial da Secretaria Especial de Comunicação do Governo Federal”.   A condenação Em sua decisão, o juiz Barbagalo afirmou: “Embora o Querelante [Marcelo Adnet] seja ator, comediante renomado e pessoa pública, a frase não se limitou a apontar a traição à ex-companheira do Querelante, mas fez juízo de valor também negativo, afirmando que a situação (da traição) ocorreu por ‘pura vaidade e falta de caráter’ do Querelante”. Entretanto, embora tenha aceitado a acusação de difamação, o juiz desconsiderou injúria por termos como “bobão”, “fraco” e “idiota”. Para Barbagalo, o vídeo de Adnet foi ofensivo e Frias apenas reagiu ao conteúdo. Em nota à imprensa, os advogados do humorista informaram que entrarão com recurso para buscar um aumento da pena. “As sátiras e imitações realizadas por Adnet jamais possuíram o objetivo de ofender ou ridicularizar Mario Frias, fazendo parte apenas de seus esquetes, que envolve políticos dos mais diversos espectros ideológicos, de modo que não há razão para ser aplicado qualquer tipo de perdão judicial às injúrias proferidas por Frias”, disseram em comunicado.   Vídeo da discórdia Confira abaixo o vídeo que fez Frias ofender Adnet. Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Em outubro, no Rio de Janeiro, Mario Frias foi condenado pelo mesmo caso. Segundo o Blog do Fausto, o juiz Marco Antonio Novaes de Abreu, da 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, definiu uma indenização de R$ 30 mil a Adnet. Nota da defesa de Adnet “O Escritório Maíra Fernandes Advocacia, responsável pela defesa de Marcelo Adnet na queixa-crime apresentada por ele contra Mário Frias, informa que Frias foi condenado da acusação de difamação, com a aplicação de uma pena de 4 meses de detenção, convertida em uma multa de 10 (dez) salários-mínimos. Quanto à acusação de injúria, foi aplicado perdão judicial. Os advogados de Adnet apresentarão recurso de apelação buscando aumentar a pena aplicada e, em especial, porque as sátiras e imitações realizadas por Adnet jamais possuíram o objetivo de ofender ou ridicularizar Mario Frias, fazendo parte apenas de seus esquetes, que envolve políticos dos mais diversos espectros ideológicos, de modo que não há razão para ser aplicado qualquer tipo perdão judicial às injúrias proferidas por Frias.”

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