Jackie: Natalie Portman impressiona ao incorporar Jacqueline Kennedy no novo trailer
A Fox Searchlight divulgou um novo trailer de “Jackie”, que destaca a performance da atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. Ela aparece no centro de cenas impressionantes, devastada com o marido sangrando em seu colo, desesperada na UTI, tomando banho para tirar o sangue de seu vestido, mas também forte como a viúva que exige um funeral grandioso, até cair em si e perceber que já não é mais a primeira dama dos EUA. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie em seus últimos dias na Casa Branca, que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”). O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” estreia em 2 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Os Simpsons: Nova abertura mostra raiva de Bart por acertar que Trump seria presidente dos EUA
Após prever que o Donald Trump se tornaria presidente dos Estados Unidos há 16 anos, a série “Os Simpsons” resolveu lamentar o acerto. Uma cena da abertura da animação, exibida no domingo (13/11) na rede americana Fox, trouxe Bart Simpson escrevendo no quadro negro (uma das cenas clássicas da abertura da série) a frase “Acertar é uma droga”. Veja abaixo. O “acerto” aconteceu num episódio exibido em 2000, “Bart to the Future”, que refletia como seria o futuro dos Simpsons. Na trama, Lisa tinha sido eleita Presidente, herdando um país falido, após o desastre de ter sido presidido por ninguém menos que Donald Trump. Veja aqui. No mês passado, o jornal inglês The Guardian falou com o criador da série, Matt Groening, sobre o episódio. “Nós previmos que ele seria presidente no ano 2000, mas é claro que, na época, aquilo era a piada mais absurda que conseguíamos pensar, e isso ainda é verdade. Vai além da sátira”, afirmou. Renovada para sua 30ª temporada, “Os Simpsons” vai quebrar um novo recorde em 2018, quando se tornará a série com o maior número de episódios da história da TV. The Simpsons updates its 2000 prediction of a Trump Presidency… #TheSimpsons pic.twitter.com/Myf5rYb9Dj — The Simpsons (@TheSimpsons) November 14, 2016
Marilyn Manson decapita Trump em novo clipe
O cantor Marilyn Manson divulgou um trecho de seu novo clipe, em que aparece cortando a cabeça de alguém muito parecido com o presidente eleito dos EUA, Donald Trump. A música se chama “Say10” e fará parte do álbum de mesmo nome, que Manson pretende lançar em fevereiro. Ele adiantou o trecho para coincidir com a eleição americana. “Como artista, é meu dever trazer questionamentos. O espectador deve respondê-los”, disse ele em entrevista ao site Daily Beast. “Seja lá o que aconteça amanhã (o clipe foi lançado antes do resultado das eleições), o visual deve criar contemplação. Porque obviamente é tudo maior do que apenas amanhã. É sobre os atos desesperados das pessoas que acreditam no que é pregado por um descrente.” Vale lembrar que, no início do ano, Manson declarou que não iria votar na eleição presidencial, pois considerava as opções como “escolher entre bosta de gato e bosta de cachorro”. O resultado é que uma das bostas foi eleito, e quem não votou ajudou neste resultado. Atualmente, o cantor pode ser visto também como ator na série “Salem”.
Os Simpsons previu que Trump seria presidente dos EUA
A série animada “Os Simpsons” brinca muito, mas no fundo fala sério ao retratar o modo de vida americano. Não por acaso, fez muitas previsões que se tornaram realidade. Inclusive que Donald Trump seria Presidente dos EUA. O fato ocorreu num episódio exibido há 16 anos, intitulado “Bart to the Future”, que refletia como seria o futuro dos Simpsons. Na trama, Lisa tinha sido eleita Presidente, herdando um país falido pela administração anterior, após o desastre de ter sido presidido por ninguém menos que Donald Trump. Veja abaixo. No mês passado, o jornal inglês The Guardian falou com o criador da série, Matt Groening, sobre o episódio. “Nós previmos que ele seria presidente no ano 2000, mas é claro que, na época, aquilo era a piada mais absurda que conseguíamos pensar, e isso ainda é verdade. Vai além da sátira”, afirmou. Aproveitando a coincidência, o canal pago brasileiro Fox fará uma reprise especial do episódio na noite desta quarta (9/11), às 21 horas. Renovada para sua 30ª temporada, “Os Simpsons” vai quebrar um novo recorde em 2018, quando se tornará a série com o maior número de episódios da história da TV.
“Capitão América” puxa descontentamento de Hollywood com a eleição de Trump
A eleição do bilionário republicano Donald Trump como Presidente dos EUA foi lamentada por diversos atores e diretores de Hollywood na madrugada e manhã desta quarta-feira (9/11), por meio das redes sociais. E quem puxa o coro dos descontentes é ninguém menos que o Capitão América. Ou melhor, seu intérprete, o ator Chris Evans, que, entretanto, usou um tom similar ao do personagem. “Essa é uma noite embaraçosa para a América. Nós deixamos um fomentador de ódio comandar a nossa grande nação. Nós deixamos um bully definir o nosso rumo. Estou devastado”, comentou Evans. “Me pergunto quando na história americana as mulheres foram realmente celebradas, não como mães casadas ou irmãs, mas como seres humanos capazes de liderar e guiar”, desabafou a atriz Michelle Rodriguez, da franquia “Velozes e Furiosos”. A produtora Shonda Rhymes, criadora das séries “Grey’s Anatomy” e “Scandal”, preferiu lamentar: “Sério? Qualquer um pode ser presidente? Qualquer um?” Já o cineasta Michael Moore, que previu a vitória de Trump em julho, escreveu no Twitter que, apesar do resultado, “é aí que começamos” e citou uma frase do escritor Bertram Gross que diz que “a próxima onda de fascismo virá não com vagões e campos. Ela virá com uma cara amigável”. O cineasta mexicano Guillermo del Toro, que vive em Los Angeles, foi na mesma linha, desenhando um quadro de sobrevivência num cenário pós-apocalíptico: “O mundo mudou. Mas quem nós somos, no que acreditamos, o que apoiamos – cada um de nós – será tão verdadeiro amanhã quanto é hoje.” Até o perfil oficial da série “Black Mirror” ecoou a vitória de Trump de forma distópica, como a própria atração: “Isso não é um episódio. Isso não é marketing. Isso é realidade.” “Reze pela América”, pediu a cantora e atriz Lady Gaga. E Sophie Turner, intérprete de Sansa Stark em “Game of Thrones, foi ainda mais sintética: “Não”
Michel Temer aumenta verba do MinC e estende benefícios da Lei do Audiovisual até 2022
O Presidente Michel Temer anunciou na noite de segunda (7/11), em cerimônia da Ordem do Mérito Cultural, que irá estender os benefícios da Lei do Audiovisual até 2022. Além dessa continuidade de investimento na produção cinematográfica nacional, o Presidente da República anunciou um aumento de 40% no orçamento do Ministério da Cultura (MinC) para 2017. Segundo ele, o setor está sendo privilegiado em momento de crise e “arrocho” devido à sua importância. “A cultura é o mais importante bem do povo brasileiro. É por meio dela que nós nos comunicamos”, disse Temer, para uma plateia repleta de artistas, que também celebraram o ano do samba e a grande homenageada, Dona Ivone Lara. Vale lembrar que Temer chegou a extinguir o MinC em maio, logo após assumir a presidência, transformando-o numa secretaria subordinada ao Ministério da Educação. A reação negativa da classe artística o fez mudar de ideia e anunciar a recriação do Ministério, nove dias depois.
Scandal: 6ª temporada ganha primeiro trailer explosivo
A rede americana ABC divulgou o trailer da 6ª temporada de “Scandal”, que este ano vai começar mais tarde, na midseason, devido à gravidez de Kerry Washington, intérprete da protagonista Olivia Pope. O clima da prévia é literalmente explosivo, embalado pelos resultados das eleições presidenciais, que na ficção é disputada por Mellie Grant (Bellamy Young) e Frankie Vargas (Ricardo Chavira). A estreia está marcada nos EUA para 19 de janeiro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Pussy Riot lança três novos clipes políticos, feministas e subversivos
A banda russa feminina Pussy Riot lançou três clipes nesta semana, um mais radical que o outro, mostrando sua nova guinada musical. As guitarras punk rock deram lugar à melodias elotrônicas, mas as letras continuam panfletárias e confrontadoras. Dirigido por Jonas Akerlund (“Spunk: Sem Limites”), que já assinou clipes de Madonna, Beyoncé e Taylor Swift, o vídeo de “Make America Great” é o mais subversivo, mostrando, com cenas de tortura da cantora Nadya Tolokonnikova, o que aconteceria aos EUA se Donald Trump vencesse as eleições. Em contraste às cenas de sadismo, a letra tanta ensinar o que realmente tornaria “a América grande”: “Deixem as pessoas entrar, ouçam suas mulheres, parem de matar crianças negras”. O segundo clipe exalta o poder da vagina (“”Straight Outta Vagina”), com um refrão que pergunta “de onde você veio?” para a resposta óbvia, enquanto o último (“Organs”) explora o corpo nu da cantora, numa banheira ensanguentada, para lamentar em sua língua natal e afiada a repressão sexual na Rússia, contrapondo proibições à preservativos com as penetrações do governo Putin em outros países, com tanques e tudo. As músicas fazem parte do novo disco da banda, que chega nesta sexta (28/10) às lojas dos EUA, com produção de Dave Sitek, da banda indie eletrônica TV on Radio. A Pussy Riot ficou famosa após duas de suas integrantes terem sido presas e condenadas na Rússia por terem cantado em fevereiro de 2012 uma “oração punk” contra o presidente russo, Vladimir Putin, na catedral de Moscou. O julgamento inspirou um documentário premiado no Festival de Sundance, “Pussy Riot: A Punk Prayer”, produzido pelo HBO em 2013. E a notoriedade resultante lhes rendeu, inclusive, uma participação na série “House of Cards”.
Após vídeo eleitoral, Will & Grace pode voltar para valer na televisão
Após o reencontro do elenco original para um vídeo de propaganda eleitoral, “Will & Grace” pode acabar ganhando mesmo um revival na rede NBC. O site TV Line apurou que a emissora viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Vale ressaltar que o canal não confirmou a informação. Mas o elenco se divertiu muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. Durante as entrevistas que o reencontro rendeu, todos falaram que adorariam voltar com a série se tivessem oportunidade. O problema é a agenda dos atores. Atualmente, Eric McCormack está na nova série “Travelers”, que estreia no Netflix em dezembro, Debra Messing participa do remake de “Dirty Dancing”, que será exibido como especial musical de fim de ano na rede ABC, Megan Mullally tem diversos filmes em andamento, além de uma participação na vindoura antologia sci-fi “Dimension 404”, e Sean Hays, que virou um produtor de sucesso, atuará a seguir no especial “Hairspray Live!”, previsto para dezembro na rede NBC.
El Comandante: Trailers da série mostram Hugo Chávez violento e sedutor
Surgiram os primeiros trailers de “El Comandante”, a série baseada na vida do Hugo Chávez. As cenas retratam o ex-presidente venezuelano com um homem violento e sedutor, capaz de mobilizar massas e conquistar mulheres, o que desagradou frontalmente aos chavistas. Na verdade, a produção da Sony Pictures Television foi mal-vista desde seu anúncio, a começar pela escolha do ator que interpreta Chaves, o colombiano Andrés Parra, que ficou conhecido na América Latina por ter interpretado o narcotraficante Pablo Escobar na série “Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”. O presidente Nicolás Maduro chegou a anunciar que seu governo faria um filme e uma série de televisão sobre Hugo Chávez em resposta à iniciativa “abusada” dos imperialistas de Hollywood. Mas até a oposição viu problemas nas prévias, já que as cenas picantes e heroicas poderiam promover a idealização do ex-presidente. Superprodução gravada em quatro países, a séria será composta por 60 capítulos e terá distribuição internacional. Na América do Sul, a exibição estará a cargo do canal pago TNT, mas ainda não há previsão para a estreia.
Mulher Maravilha vira Embaixadora da ONU e ganha novos inimigos: feministas
A Mulher-Maravilha, personagem famosa dos quadrinhos da editora DC, foi nomeada na sexta-feira (21/10) embaixadora da ONU para promover os direitos das mulheres. Apesar do caráter simbólico e do alcance global da personagem, especialmente entre crianças, a cerimônia aconteceu em meio a críticas de organizações feministas e de membros da própria ONU. A cerimônia aconteceu na sede da ONU em Nova York e contou com a presença das atrizes Lynda Carter, que encarnou a Mulher-Maravilha na série de TV da década de 1970, e Gal Gadot, que interpreta a super-heroína no filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” e na produção solo da personagem que estreia em 2017. Foi a primeira vez que as duas se encontraram num evento público, mas pareciam amigas de longa data. De acordo com a organização, a Mulher-Maravilha foi escolhida por ser “símbolo da paz, justiça e igualdade”. Agora, a personagem irá colocar seus super-poderes a serviço da campanha anual da ONU para promover a emancipação de meninas e mulheres. Em seu discurso, Gadot valorizou o aspecto simbólico da escolha: “Às vezes, precisamos de algo ou alguém para aspirar, para ajudar a informar nossas escolhas e dar o exemplo. Esse exemplo pode ser um super-herói como Mulher Maravilha, que pode nos inspirar a ser mais, exigir mais e fazer mais”. Mas a escolha não agradou, surpreendendo a comunidade geek. Durante a cerimônia, uma dezena de manifestantes, de ambos os sexos, deram as costas e alguns ergueram o punho. Um grupo de 350 funcionários da ONU também firmou uma petição para que Ban Ki-moon desista do projeto. O secretário-geral da ONU, entretanto, não compareceu ao evento. Shazia Rafi, dirigente do movimento She4SG, que luta pela nomeação de uma mulher para o cargo de secretária-geral da ONU, considerou “ridícula” a escolha de uma personagem de ficção. “Há tantas mulheres muito reais que poderiam ter sido eleitas”. A funcionária da ONU Cass Durant, que segurava uma placa dizendo “mulheres reais merecem embaixadoras reais” falou que as manifestantes “não acreditam que uma ficção em quadrinhos, com uma mulher vestida como ‘coelhinha da Playboy’, pode passar a mensagem correta para meninas e meninos sobre o que realmente importa”. Para completar, um site criado por manifestantes acusa a Mulher-Maravilha de ser uma pin-up, “a encarnação da garota do calendário – branca, de seios generosos e medidas improváveis – e ainda se veste com a bandeira dos Estados Unidos”. O lançamento da campanha da ONU coincide com o 75º aniversário da primeira aparição da Mulher-Maravilha nos quadrinhos, durante a 2ª Guerra mundial, e ajuda a promover o filme da Warner Bros. que está em produção.
O Doutrinador: Vem aí o primeiro filme de super-herói brasileiro desde os anos 1970
A Paris e a Downtown Filmes estão preparando o primeiro filme de super-herói brasileiro do século 21. Trata-se de “O Doutrinador”, que, como bom super-herói nacional, tem como seu maior inimigo a corrupção. Ex-soldado do Exército brasileiro, o Doutrinador decidiu deixar sua aposentadoria por não aguentar mais tanta impunidade, passando a se disfarçar com uma grande máscara de oxigênio e um casaco com capuz para limpar o país. Revoltado com o sistema e com sede de vingança, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos. O personagem foi criado pelo carioca Luciano Ramos, inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller e já rendeu duas graphic novels. Originalmente concebido em 2008, o projeto ficou na gaveta do autor até 2013, quando ele resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxergam como manifestação da anarquia. Não há meio termo com “O Doutrinador”, a começar por seu nome, mas principalmente por seus métodos – ele faz justiça com as próprias mãos, caçando e matando corruptos de todos os partidos. O segundo volume de suas histórias foi criado com ajuda do músico Marcelo Yuka (ex-baterista de O Rappa), que teve a ideia do roteiro. A ideia original de Ramos era negociar uma série do personagem. Acabou chamando atenção da Downton Filmes e da Paris Filmes, que se juntaram para realizar a adaptação cinematográfica. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), as filmagens estão previstas para 2017. Vale lembrar que, em 1973, o filme “O Judoka” foi a primeira adaptação de quadrinhos de super-herói nacional.
Michael Moore lança documentário surpresa contra Donald Trump
Michael Moore aproveitou a polêmica envolvendo Donald Trump para anunciar, de surpresa, a exibição de um documentário sobre os republicanos de Ohio, região onde o candidato republicado às eleições presidenciais dos Estados Unidos é mais forte. Intitulado “Michael Moore in TrumpLand”, a produção terá pré-estreia na noite desta terça-feira (18/10) no IFC Center, em Nova York. “E aí, Nova York? Quem quer dar uma olhada no que eu tenho feito? Terça, 9:30pm, no IFC Center. Os ingressos gratuitos e serão distribuídos por ordem de chegada a partir das 8:30pm”, divulgou o diretor em sua conta no Twitter. Descrito pelo próprio Moore como o filme que os republicanos de Ohio tentaram derrubar, “Michael Moore in TrumpLand” mostra o documentarista em uma região hostil do país para ele, fazendo piadas sobre Donald Trump. Em 2004, Moore venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes com “Fahrenheit 9/11”. Sucesso mundial, o documentário questionava as motivações suspeitas da Guerra do Iraque, numa época em que a mídia se recusava a questionar as mentiras do presidente George W. Bush.












