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    Jason Momoa declara apoio a Lula nas redes sociais

    24 de outubro de 2022 /

    O ator havaiano Jason Momoa, de 43 anos, juntou-se ao hall de “heróis” de Hollywood que resolveram se manifestar sobre as eleições presidenciais do Brasil. O intérprete de Aquaman nos filmes da DC Comics, declarou seu apoio a Luiz Inácio Lula da Silva com um post em seu Instagram. A postagem nos Stories incluiu a manchete de uma reportagem em inglês, que diz “Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro na votação de domingo”, e uma legenda com o nome do candidato do Partido dos Trabalhadores, acompanhado de vários emojis de coração. As eleições presidenciais brasileiras vêm chamando bastante atenção internacional e já atraíram manifestações de Mark Ruffalo, intérprete do Hulk da Marvel, e Leonardo DiCaprio, entre outros. Jason Momoa será visto a seguir nos cinemas em “Velozes e Furiosos 10”, raro filme no qual interpreta um vilão, com lançamento em maio, e “Aquaman e o Reino Perdido”, que estreia em dezembro do próximo ano.

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    José Padilha critica uso ilegal de “Tropa de Elite 2” e diz que filme denuncia Bolsonaro

    23 de outubro de 2022 /

    O cineasta José Padilha se revoltou contra o uso de “Tropa de Elite 2” pela campanha de Jair Bolsonaro. Em um vídeo publicado no Instagram, o diretor ressalta que o filme condena os crimes das milícias e políticos como Bolsonaro. “A campanha de Bolsonaro tem usado o filme ‘Tropa de Elite 2’ sistematicamente. Eles retiram do filme uma narração sobre o sistema e sobrepõem com imagens do Lula em sua campanha”, começou ele. Além do uso ser ilegal, já que ele e nem o produtor Marcos Prado autorizaram a campanha de Bolsonaro a utilizar qualquer parte do longa-metragem, invertem o sentido das frases, que são contra o que Bolsonaro representa. “Fazem isso de forma ilegal, posto que eu não autorizei e nem o Marcos Prado autorizou tal uso. Quero lembrar ao público que o ‘Tropa de Elite 2’ é um filme sobre milícias. Sobre político eleitos com o apoio de policiais corruptos e violentos que controlam comunidades no Rio de Janeiro de forma fascista”, disse. Em seguida, Padilha destacou que a trama do filme faz referência à trajetória política de Bolsonaro e não de Lula. “Se o filme ‘Tropa de Elite 2’ e o sistema ao qual me refiro no filme se aplicam a algum político nessa eleição presidencial, evidentemente esse político é o Bolsonaro, e não o Lula”. No vídeo, divulgado pela campanha de Bolsonaro no fim do mês passado, a fala de Wagner Moura, que interpreta o capitão Nascimento, serve como narração para cenas do encontro de Lula com Marina Silva (Rede), Henrique Meirelles (MDB), Cristovam Buarque (Cidadania), Guilherme Boulos (PSOL), Geraldo Alckmin (PSDB) e Fernando Haddad (PT). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcelo Freixo (@marcelofreixo)

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    Xuxa se manifesta contra “pintou um clima” de Bolsonaro: “Muito mexida”

    20 de outubro de 2022 /

    A apresentadora Xuxa Meneghel postou um vídeo no Instagram em que comenta o gatilho que sofreu com comentários de Jair Bolsonaro sobre o dia em que “pintou um clima” ao ver meninas bonitas venezuelanas de 13 e 14 anos na rua. No depoimento, ela relatou experiências de abuso sexual que sofreu na infância. Dizendo-se “muito mexida” com o comentário de Bolsonaro, que posteriormente tentou consertar a frase, mas não o contexto de suposta prostituição – repetido em outros vídeos – , Xuxa começou lembrando a polêmica do filme “Amor, Estranho Amor”, que costuma ser usado para acusá-la de pedofilia. “Antes de qualquer coisa, eu gostaria de dizer para vocês que quem está aqui falando não é aquela menina que tinha 18 anos e fez o papel de uma menina de 15 anos, que foi vendida para um prostíbulo para ser dada de presente para um político. Esse filme foi baseado em algumas histórias e acontecia no ano de 1939, 1940. E, até hoje, a gente ouve e vê situações como essas”, explicou Xuxa. “Eu vou falar para vocês de uma verdade: por volta dos meus 3, 4 anos de idade, eu sofri o meu primeiro abuso e, consequentemente, muitos outros aconteceram”, contou. “Por último, foi aos 13 anos de idade, com um velho que me encurralou numa parede. Eu estava apenas de camiseta e com a parte de baixo do biquíni. Ele passou a mão dele no meu corpo todo, e eu não falei nada, e não fiz nada, mas quando ele tentou me beijar, eu empurrei ele e saí chorando”, afirmou a apresentadora. Ela então citou a fala polêmica de Bolsonaro para se manifestar contra as colocações do candidato. “Ele usou a expressão que elas estavam ‘ganhando a vida’, que estavam ‘fazendo programa’, ou seja, se prostituindo. Eu queria deixar claro para vocês que nenhuma criança com 13, 14 anos se prostitui. Isso aí é exploração sexual de crianças e de adolescentes”, afirmou. “Eu não gritei naquele momento, mas hoje eu quero gritar”, completou, em protesto. Sasha Meneghel, filha de Xuxa, comentou na página: “Te amo mama. Tô contigo sempre, você é um exemplo de força”. “Nossa Xuxa é gigante. Depoimento forte e necessário”, acrescentou Angélica. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Xuxa (@xuxameneghel)

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    Jovem Pan protesta pelo direito de ser parcial

    19 de outubro de 2022 /

    O canal Jovem Pan News decidiu protestar contra a exigência de imparcialidade e eliminação de fake news de seus noticiários, ordenada pelo TSE durante o período eleitoral. Alegando estar sob censura, os contratados da empresa protestam com nariz de palhaço e leem receitas culinárias durante suas análises políticas. Ironicamente, a publicação de receitas marcou o auge da censura durante a ditadura militar, que alguns comentaristas da emissora dizem que não foi tão dura assim – apenas matava e torturava. Na segunda (17/10), os ministros do TSE concederam três direitos de resposta a Lula na Jovem Pan. Assim, o petista pôde rebater afirmações veiculadas no canal de que ele seria um mentiroso, que não foi “inocentado” pela Justiça e que perseguiria cristãos caso fosse eleito. Na decisão, o órgão determinou que os comentaristas não reproduzam essas afirmações sobre o político, sob pena de R$ 25 mil. Na edição de terça (18/10) do programa “Os Pingos nos Is”, o âncora Vitor Brown leu um posicionamento da emissora sobre a decisão do TSE: “No dia de ontem, ao julgar uma ação de direito de resposta promovida pela aliança liderada pelo PT, o TSE, atendendo a um pedido desse partido, resolveu promover verdadeira censura aos meios de comunicação, impedindo que a Jovem Pan abordasse alguns assuntos, mesmo que de forma crítica ou informativa”. “Embora não concordemos, cumpriremos a decisão do TSE em respeito ao Estado Democrático de Direito. Esperamos que os valores de liberdade de imprensa e de expressão sejam rapidamente reestabelecidos, eis que são próprios e inerentes a todas as democracias”, cobrou Brown. Na prática, no entanto, não houve censura. A Jovem Pan pode continuar sendo parcial e propagar fake news contra Lula. Como não oferece o outro lado, uma exigência de qualquer redação para repórteres iniciantes, poderá tão somente ter que conceder novos direitos de resposta. E se não for capaz de distinguir entre fatos e mentiras, reservar verba para pagar as multas estabelecidas. Há quem possa considerar até uma melhora na programação da emissora, já que a semana revelou o talento culinário de Ana Paula Henkel, que ensinou a fazer fubá em vez de propagar fake news já desmentidas sobre um suposto atentado contra Tarcísio de Freitas na favela da Rocinha. A dificuldade de manter uma programação equilibrada é tão grande que a comentarista Zoe Martinez precisou ser afastada do Morning Show e o Boletim Coppolla saiu do ar. Estas decisões reforçam uma estratégia da emissora para dizer que foi censurada e que tal atitude do TSE é um atentado contra toda a imprensa brasileira. Outros canais de notícia, como CNN, Globo News, Band News e Record News seguem com suas programações normais, mantendo a tradição jornalística de buscar o equilíbrio e propagar apenas news – nunca fake news. Para manifestar sua indignação contra a decisão do TSE, a Jovem Pan emitiu um comunicado, que pode ser lido abaixo na íntegra. “A Jovem Pan, com 80 anos de história na vida e no jornalismo brasileiro, sempre se pautou em defesa das liberdades de expressão e de imprensa, promovendo o livre debate de ideias entre seus contratados e convidados em todos os programas da emissora no rádio, na TV e em suas plataformas da Internet. Os princípios básicos do estado democrático de direito sempre nos nortearam na nossa luta e na contribuição, como veículo de comunicação, para a construção e a manutenção da sagrada democracia brasileira, sobre a qual não tergiversamos, não abrimos mão e nos manteremos na pronta defesa – incluindo a obediência às decisões das cortes de Justiça. O que causa espanto, preocupação e é motivo de grande indignação é que justamente aqueles que deveriam ser um dos pilares mais sólidos da defesa da democracia estão hoje atuando para enfraquecê-la e fazem isso por meio da relativização dos conceitos de liberdade de imprensa e de expressão, promovendo o cerceamento da livre circulação de conteúdos jornalísticos, ideias e opiniões, como enfatizou a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão. O Tribunal Superior Eleitoral, ao arrepio do princípio democrático de liberdade de imprensa, da previsão expressa na Constituição de impossibilidade de censura e da livre atividade de imprensa, bem como da decisão do STF no julgamento da ADPF 130, que, igualmente proíbe qualquer forma de censura e obstáculo para a atividade jornalística, determinou que alguns fatos não sejam tratados pela Jovem Pan e seus profissionais, seja de modo informativo ou crítico. Não há outra forma de encarar a questão: a Jovem Pan está, desde a última segunda-feira, sob censura instituída pelo Tribunal Superior Eleitoral. Não podemos, em nossa programação – no rádio, na TV e nas plataformas digitais -, falar sobre os fatos envolvendo a condenação do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva. Não importa o contexto, a determinação do Tribunal é para que esses assuntos não sejam tratados na programação jornalística da emissora. Censura. É preciso lembrar que a atuação do TSE afeta não só a Jovem Pan e seus profissionais, mas todos os veículos de imprensa, em qualquer meio, que estão intimidados. Justo agora, no momento em que a imprensa livre é mais necessária do que nunca. Enquanto as ameaças às liberdades de expressão e de imprensa estão se concretizando como forma de tolher as nossas liberdades como cidadãos deste país, reforçamos e enfatizamos nosso compromisso inalienável com o Brasil. Acreditamos no Judiciário e nos demais Poderes da República e nos termos da Constituição Federal de 1988, a constituição cidadã, defendemos os princípios democráticos da liberdade de expressão e de imprensa e fazemos o mais veemente repúdio à censura”.

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    Junior sobre apoio de Chitãozinho a Bolsonaro: “Toda família tem um tiozão do Zap”

    18 de outubro de 2022 /

    Não é só João Guilherme. Outro filho de sertanejo também lamentou o apoio de parente ilustre a Jair Bolsonaro. O cantor Junior postou nesta terça (18/10) um comentário sobre Chitãozinho, após seu tio e outros sertanejos declararam voto em Bolsonaro, que disputa o segundo turno das eleições presidenciais com Luiz Inácio Lula da Silva. “Novos estudos apontam: Toda família tem um tiozão do Zap”, escreveu Junior nas redes sociais. “Votar é um ato de muita responsabilidade, porque não se vota pensando em si mesmo somente, mas coletivamente. E para isso é preciso mais consciência, mais aprofundamento na realidade de todos”, continuou. “Por ter, pessoalmente, feito cada vez mais essa busca, sou contra o governo atual e escolho um caminho diferente do que vi nos últimos 4 anos. E faço isso, mesmo em um cenário de escolha muito distante do que enxergo como ideal, mas consciente de que é preciso mudar”, acrescentou. A ausência do pai de Sandy e Junior, o sertanejo Xororó, foi notada na reunião dos sertanejos em torno de Bolsonaro. Quem também faltou foi Luciano, da dupla com Zezé di Camargo. Os dois são contra o apoio público de artistas a candidatos. Já Leonardo teve a participação no evento dos sertanejos de direita criticada de forma dura pelo filho João Guilherme, que o chamou de cego. “Diante de todos os últimos escândalos envolvendo o atual mandatário, ver alguém tão importante pra mim declarar apoio dessa forma me enoja. É tanta ignorância que nem sei”, comentou o ator de “De Volta aos 15”, da Netflix.

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    João Guilherme chama seu pai, o cantor Leonardo, de cego por apoiar Bolsonaro

    17 de outubro de 2022 /

    O ator João Guilherme (“De Volta aos 15”), filho caçula do cantor Leonardo, chamou o pai de cego e disse que ele o enoja, ao descobrir sua visita a Brasília para apoiar a reeleição de Jair Bolsonaro. Na tarde desta segunda-feira (17/10), João Guilherme escreveu nas redes sociais: “Hoje to triste. Sei bem e a influência do meu pai, ele é gigante, querido por tantos… Mas joga no time errado e está cego”, começou o ator. Em seguida, ele aproveitou para relembrar alguns escândalos envolvendo o político. “Diante de todos os últimos escândalos envolvendo o atual mandatário, ver alguém tão importante pra mim declarar apoio dessa forma me enoja. É tanta ignorância que nem sei. É como se eu não tivesse minhas duas irmãs mais velhas que já tiveram 14, 15 anos… ou minhas sobrinhas”, detonou João Guilherme. Por fim, João Guilherme ainda pediu desculpas aos seguidores por causa do posicionamento tomado pelo sertanejo. “Peço desculpas pela falta de educação e de sensibilidade do meu Pai. Eu amo ele, por isso peço perdão”, escreveu. Bolsonaro recebeu apoios de outros cantores sertanejos nesta segunda, como Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Chitãozinho, Fernando (da dupla com Sorocaba) e Sula Miranda. Hoje to triste. sei bem e a influência do meu pai, ele é gigante, querido por tantos… Mas joga no time errado e está cego. — J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@Joaoguiavila) October 17, 2022 Como se todas as mortes ligadas ao pouco caso do Governo perante a ciência e a vacinação fossem um só um delírio. — J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@Joaoguiavila) October 17, 2022 Peço desculpas pela falta de educação e de sensibilidade do meu Pai. Eu amo ele, por isso peço perdão. — J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@Joaoguiavila) October 17, 2022

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    Leonardo DiCaprio parabeniza líderes indígenas eleitas para o Congresso Nacional

    6 de outubro de 2022 /

    O ator americano Leonardo DiCaprio parabenizou as líderes indígenas Sonia Guajajara e Célia Xakriabá pela eleição do domingo passado (2/10). As duas foram eleitas ao cargo de deputadas federais pelo PSOL. “Parabéns para Sonia Guajajara na conquista de uma cadeira no Congresso brasileiro, fazendo história como a primeira mulher indígena eleita como deputada federal. Essa representação é essencial para garantir que os direitos dos povos indígenas, os guardiões de nossas florestas, sejam reconhecidos e cumpridos”, afirmou o ator em uma publicação. Em seguida, ele estendeu os parabéns a Célia Xakriabá, “uma das duas mulheres indígenas a conquistar lutar no Congresso do Brasil”. “A Amazônia e a saúde do nosso planeta estão em ótimas mãos com essas líderes incríveis”, completou o ator Guajajara foi eleita por São Paulo com 156.966 votos, enquanto Xakriabá vai representar Minas Gerais após receber 101.154 votos. Antes das eleições, o ator Leonardo DiCaprio já tinha se manifestado sobre a política no Brasil, ao convocar os jovens a tirarem o título de eleitor. Congrats to @GuajajaraSonia on winning a seat in Brazil's Congress, making history as the first Indigenous woman elected as a federal deputy. This representation is essential to ensure that the rights of Indigenous peoples, the guardians of our forests, are recognized & enforced. https://t.co/7LLELd2oR9 — Leonardo DiCaprio (@LeoDiCaprio) October 5, 2022 Congrats to @celiaxakriaba, 1 of 2 Indigenous women to win seats in Brazil's Congress. The Amazon, and the health of our planet, are in great hands with these incredible leaders. https://t.co/SBsxqCsy1V — Leonardo DiCaprio (@LeoDiCaprio) October 5, 2022

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    HBO não exibe no Brasil “Last Week Tonight” sobre Bolsonaro

    6 de outubro de 2022 /

    A HBO decidiu censurar no Brasil o episódio do programa “Last Week Tonight” com comentários críticos sobre Jair Bolsonaro. O capítulo em que o apresentador John Oliver comenta as eleições presidenciais brasileiras foi ao ar no dia 25 de setembro nos EUA e até agora continua inédito no país. Em comunicado à imprensa, a empresa Warner Bros. Discovery, proprietária da HBO e da HBO Max, confirmou a decisão de atrasar propositalmente a chegada do capítulo ao Brasil. “A Warner Bros. Discovery informa que optou por atrasar a inclusão na plataforma do 23º episódio de ‘Last Week Tonight with John Oliver’, em que Jair Bolsonaro é mencionado, e que foi exibido nos Estados Unidos no domingo (25/9), uma vez que não há episódios atuais e similares sobre os demais candidatos. Desta forma, mantemos isonomia e evitamos parcialidade até o final do período eleitoral”. Na verdade, esta apenas é uma forma de interpretar a opção pela censura. A outra tem entendimento oposto: teria havido parcialidade na intenção de esconder conteúdo com informações relevantes para o público eleitor. Ao contrário de apresentadores brasileiros com receio de processos, John Oliver não faz uma descrição moderada de Bolsonaro, apresentando-o como um “homofóbico misógino” que transformou “o 200º aniversário da Independência do Brasil essencialmente num comício de campanha para ele mesmo”. Mesmo com a censura local, a crítica humorística de John Oliver pode ser assistida na íntegra pelo canal oficial do programa no YouTube. Nas configurações do vídeo, é possível até incluir legendas em português. Veja abaixo.

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    Bruno Gagliasso é provocado por irmão bolsonarista que virou deputado

    5 de outubro de 2022 /

    Desde que conseguiu votação para ser eleito Deputado Estadual do Rio de Janeiro, Thiago Gagliasso tem provocado seu irmão mais famoso, o ator Bruno Gagliasso (“Marighella”), afirmando que o posicionamento de Bruno o ajudou a se eleger. Bruno é partidário de esquerda e já declarou o seu apoio ao ex-presidente Lula. Thiago, por sua vez, é de direita e defensor de Jair Bolsonaro. Segundo a “lógica” de Thiago, muita gente votou nele por não concordar com aquilo que o seu irmão defende. “Tive uns votinhos de protesto que eu sei. ‘Vou votar nele só por causa das m*rdas que o irmão fala’. Vocês espancaram a urna, tá? Acham que eu sou bobo? Acham que eu não sei? Brunão, obrigado, por você falar tanta m*rdas, conseguiu me dar votos. Então, obrigado!”, disse ele nos Stories do seu Instagram. Ainda em tom irônico, Thiago disse a Bruno que ele “está convidado para fazer parte do gabinete. Você não quer apoiar a cultura? Mostra para sua turma os trabalhos que a gente vai fazer e como se usa dinheiro público na cultura. Eu te ensino. Passa lá no gabinete. Quem dera o maior problema da minha vida agora fosse a opinião de alguém que não sabe nem o que fala.” Em vez de responder às provocações do irmão, Bruno Gagliasso postou uma foto no seu Stories mostrando os preparativos para a festa de aniversário da sua esposa, Giovanna Ewbank. “Sim, teremos s*rubão de Noronha”, brincou ele na legenda da foto. A briga entre os irmãos não é recente. Certa vez, Thiago participou do programa “Resenha Proibidona”, onde disse que Bruno rompeu relações depois que ele assumiu um cargo na secretaria estadual de cultura do governo de Wilson Witzel. Mas o conflito é mais antigo e começou no fim de 2017, quando Bruno cobrou que Thiago fosse mais profissional na administração de dois restaurantes que a família deles têm no Rio de Janeiro e de uma boate em São Paulo. Na ocasião, o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, afirmou que um desses restaurantes estava sendo alvo de um processo movido pelo Banco do Brasil, por não pagar um crédito de R$ 290 mil, vencido em 2014. As desavenças se escancararam na época da eleição presidencial de 2018. Após o primeiro turno da eleição, Thiago fez críticas à imprensa. “Debate com o Bonner? Boa noite. Os ‘formadores de opinião’ que não formam mais!”, escreveu ele no Instagram. Incomodada, Giovanna Ewbank mandou uma mensagem para o cunhado, que ele resolveu divulgar nas suas redes sociais. A mensagem dizia: “Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da ‘TV morta’ se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar; entre outras tantas coisas.” Thiago respondeu publicamente a mensagem, dizendo que “gostaria muito de lhe informar que não moro mais no apartamento do meu irmão (e mesmo que morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física). Liga lá na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo. Se precisasse da ajuda dele aceitaria viu. Mesada pra mãe? Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha mãe o que ele faz por ela, o nome disso é gratidão. Não sei se você conhece. Apartamento do meu irmão para ficar? Relaxa! Tenho amigos que certamente me receberão com o maior prazer”. Em julho deste ano, quando participou da estreia do podcast de Giovanna Ewbank e Fernanda Paes Leme, Bruno Gagliasso contou que esse post o fez romper definitivamente com o irmão. “Não é por causa de eleição, isso é bom deixar claro. Não foi por causa de política, mas eu e minha mulher fomos expostos de uma forma que não queríamos ter sido. E aí ficou muito evidente nossa diferença. A gente tem pensamentos políticos completamente diferentes. Hoje em dia não existe mais a política não estar ligada à moral. Hoje, pra mim, você apoiar esse b*sta é você não ter nenhum tipo de escrúpulo, é diferente. E por isso digo que não vejo, hoje, eu voltar a falar com meu irmão ou conviver. Prefiro ficar com esse sentimento dele quando tinha 7, 10, 15 anos de idade… Vai contra tudo o que eu prego, o que eu sou, o que quero pros meus filhos. Não tem como, é inviável, então não me culpo por isso. Eu não tenho culpa, eu tenho dor. De não poder conviver com o filho dele, ter uma relação de respeito, de carinho.” Thiago Gagliasso detona o irmão pic.twitter.com/tqJJiz1MVG — Video EM OFF (@VideoEMOFF) October 4, 2022

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    Bruna Marquezine é ameaçada de morte no Twitter

    3 de outubro de 2022 /

    Bruna Marquezine foi alvo de ataques e ameaças de morte nas redes sociais nesta segunda (3/10), dia seguinte ao primeiro turno das eleições no Brasil. A atriz, que há alguns meses havia declarado seu voto em Luís Inácio Lula da Silva, reproduziu textos dos haters. Entre as postagens agressivas, há inclusive registros de montagens com armas apontadas para a atriz. Um usuário em particular demonstrou psicopatia violenta. Em seus comentários, ele escreveu: “Promete que se o Lula ganhar você vai se matar, aí eu voto”. E continuou: “O dia mais feliz da minha vida vai ser quando você se matar, mas até pra isso tu é incompetente”. Ao compartilhar esse texto, Bruna comentou: “Olha que coisa linda, gente. E viva a humanidade, a empatia, a bondade e o respeito”. O mesmo perfil respondeu à exposição com o dobro da agressividade: “Se mata de uma vez, sua escorada. Assim eu nunca mais tenho que ver essa tua cara em estado de decomposição, diabo dos infernos. Morre, p*rra velha acabada imunda suja porca”. O perfil em questão é anônimo – usa uma foto da cantora Ariana Grande e o usuário “NJR Prada”, em referência a Neymar. A atriz lamentou as ameaças e torceu para que elas busquem ajuda. “Imagina ser tão triste, pequena, amargurada, frustrada assim, e ter orgulho? (…) Eu espero que você seja curada. Busque ajuda”, escreveu. Bruna não publicou, mas o perfil a ameaçou de morte: “Enquanto você estiver dormindo, tranca bem a fresta da janela”. E seguiu falando como ficaria feliz de vê-la morta e estuprada. Ao ver o teor dos ataques, os fãs da atriz ficaram preocupados e saíram em sua defesa. Mas ela buscou tranquilizar a todos. “Eu não ligo. Mas faço questão de expor, de denunciar. Não se preocupem”, escreveu ela no Twitter, após abrir os porões da infâmia. “As coisas boas chegam em abundância todos os dias”, ela explicou para uma fã preocupada. “Graças a Deus! As ruins que são exceção, mas são as que fazem barulho. Infelizmente. O amor reina aqui e minha luz é eterna. Porque (a negatividade) não vem de mim”, concluiu. olha que coisa linda, gente. e viva a humanidade, a empatia, a bondade e o respeito. https://t.co/vt0j8GHniF — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) October 3, 2022 olha! tem mais! https://t.co/0hwO8aFE7S — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) October 3, 2022

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    Saiba quais famosos se elegeram e os que ficaram na vontade

    3 de outubro de 2022 /

    Vários famosos tentaram se eleger no domingo (2/10), mas a maioria ficou apenas com despesas de campanha para administrar junto da derrota nas urnas. Entre os derrotados, há várias personalidades que se envolveram em polêmicas recentes, como Antonia Fontenelle e André Gonçalves, além de famosos que não conseguiram a reeleição, casos de Alexandre Frota e Verônica Costa. Já os vencedores vão desde bolsonaristas como Mário Frias e Thiago Gagliasso até a cantora “comunista” Leci Brandão. Confira abaixo as listas. Famosos que se elegeram em 2022 Danrlei, ex-goleiro do Grêmio, foi reeleito deputado federal no Rio Grande do Sul. Leci Brandão, reeleita deputada estadual em São Paulo Luiz Lima, ex-nadador, reeleito deputado federal no Rio de Janeiro Mário Frias, eleito deputado federal em São Paulo Maurício Souza, jogador de vôlei, eleito deputado federal em Minas Gerais Romário, eleito senador no Rio de Janeiro Tiririca, reeleito deputado federal em São Paulo Thiago Gagliasso, eleito deputado estadual no Rio de Janeiro Famosos que não se elegeram em 2022 Alexandre Frota não foi eleito deputado estadual em São Paulo André Gonçalves não foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro Andréa Sorvetão não foi eleita deputada federal no Rio de Janeiro Antonia Fontenelle não foi eleita deputado federal no Rio de Janeiro Ariadna Arantes, a ex-BBB não foi eleita deputado federal em São Paulo Bebeto, o ídolo do Tetra não foi eleito deputado federal no Rio de Janeiro Carlinhos Aguiar não foi eleito deputado estadual em São Paulo Felipe Folgosi não foi eleito deputado federal em São Paulo Joel Santana não foi eleito deputado federal no Rio de Janeiro Kid Bengala não foi eleito deputado federal em São Paulo Lucélia Santos não foi eleita deputado federal no Rio de Janeiro Manoel Gomes, o Caneta Azul, não foi eleito deputado estadual no Maranhão Marcos Harter não foi eleito deputado federal no Mato Grosso Marcos Uchôa não foi eleito deputado federal no Rio de Janeiro Mário Gomes não foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro Netinho não foi eleito deputado federal na Bahia Pedro Manso não foi eleito deputado federal no Rio de Janeiro Renata Banhara não foi eleita deputado federal em São Paulo Sarah Poncio não foi eleita deputada estadual no Rio de Janeiro Silmara Miranda, ex-loira do Tchan, não foi eleita deputada federal no Distrito Federal Verônica Costa não foi eleita deputada estadual no Rio de Janeiro Wanderlei Silva não foi eleito deputado federal no Paraná

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    Tentativa de ataque terrorista em Brasília vai virar filme

    3 de outubro de 2022 /

    A Disney brasileira vai fazer um filme baseado no caso do sequestro do Boeing 375 da Vasp, em 1988. Na época, um rapaz armado obrigou o piloto a desviar para Brasília para cometer um atentado terrorista. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, a escalação do elenco já começou. As filmagens acontecerão em São Paulo. O avião saiu de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro, mas Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, obrigou o piloto a desviar de rota, com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto. O comandante conseguiu pousar em Goiânia, onde a aeronave foi cercada por policiais. O sequestrador acabou baleado e morreu. De acordo com informações apuradas após o crime, ele tinha perdido o emprego numa construtora por conta da crise econômica no país e culpava o então presidente José Sarney. A história foi recentemente lembrada no podcast “Atenção Passageiros Vasp 375: O Atentado Terrorista no Brasil”, da Globoplay. Em desenvolvimento há tempos, o filme tem roteiro de Lusa Silvestre (“Medida Provisória”) e será dirigido por Marcos Baldini (“Bruna Surfistinha”). “O Sequestro do Voo 375” tem previsão de estreia para 2023.

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    Bruna Marquezine responde Michelle Bolsonaro: “Me ofendeu publicamente”

    2 de outubro de 2022 /

    Bruna Marquezine se pronunciou nos Stories de seu Instagram sobre o ataque gratuito que recebeu de Michelle Bolsonaro. A Primeira Dama resolveu se manifestar sobre a roupa que a atriz usou no desfile da coleção de verão 2023 da Burberry, em Londres, na Inglaterra. “A pessoa gosta de ser feia e vulgar”, disparou a esposa de Jair Bolsonaro. Nos Stories, Bruna postou um print do comentário de Michelle e escreveu: “A mulher de Deus, que tenta de todos os jeitos fazer outras mulheres acreditarem que ela, seu marido e o governo dele não são extremamente machistas, fez uma crítica à minha aparência e me ofendeu publicamente sem motivo algum nos comentários de uma página aqui no Instagram”. Na sequência, a atriz voltou a publicar notícias sobre a investigação da Polícia Federal (PF) de transações no gabinete de Jair Bolsonaro. “O que foi noticiado poucas horas antes”, escreveu Bruna. Ela ainda compartilhou um comentário de um bolsonarista, que dizia duvidar que a primeira-dama teria feito o comentário ofensivo por ser “uma mulher classuda”. “E essa é a tal narrativa que os eleitores do Bolsonaro sempre escolhem acreditar. Sempre a negação. Tudo é fake news. Tudo que fortalece e reafirma o discurso absurdo dele, é claro”, escreveu a artista. “Meu sonho de princesa é ter um presidente e uma primeira-dama que não desrespeitem os cidadãos. É pedir muito?”, finalizou Bruna Marquezine, acrescentando a hashtag “Faz o L”, em uma referência ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. A atriz chegou ao Brasil na noite de sábado (1/10) para exercer seu direito ao voto. Ainda no aeroporto, “fez o L” com os dedos. A preferência política de Marquezine, inclusive, fez seu nome entrar nos tópicos mais comentados desta semana quando seu ex-namorado, o jogador de futebol Neymar Jr., declarou voto em Bolsonaro. A maioria comemorou o fim do casal Brumar. “Livramento”, disse um usuário.

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