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  • Filme

    Donald Trump cria conta no TikTok, app que tentou banir como presidente

    2 de junho de 2024 /

    Ex-presidente ganha milhões de seguidores na plataforma que tentou proibir por considerar ameaça à segurança nacional dos EUA

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  • Etc

    Robert De Niro chama Trump de “palhaço” e “tirano” durante julgamento do ex-presidente

    28 de maio de 2024 /

    Ator critica ex-presidente e alerta sobre ameaça à democracia em discurso contundente diante de tribunal de Nova York

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  • Filme

    Trailer | Dennis Quaid é Ronald Reagan em cinebiografia

    25 de maio de 2024 /

    Filme resume a vida do 40º presidente dos Estados Unidos, desde a infância, a carreira em Hollywood e sua ascensão política

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  • Série

    Max cancela “As Garotas do Ônibus” após uma temporada

    25 de maio de 2024 /

    Drama político estrelado por atriz de "Supergirl" não terá continuidade na plataforma de streaming

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  • Filme

    Advogados de Donald Trump tentam barrar filme “O Aprendiz” nos EUA

    24 de maio de 2024 /

    Tentativa de impedir distribuição na América do Norte ocorre após sucesso da exibição do drama no Festival de Cannes

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  • Etc

    Virou lei: TikTok enfrenta banimento nos Estados Unidos

    24 de abril de 2024 /

    Lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo Presidente propõe banimento do aplicativo nos EUA se empresa não for vendida em um ano

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  • Etc

    Câmara dos EUA aprova projeto de lei para banir TikTok do país

    21 de abril de 2024 /

    A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou no sábado (20/4) um projeto de lei que pode banir o TikTok do país se o proprietário da popular plataforma de vídeos, com sede na China, não vender sua participação dentro de um ano. A medida, que foi aprovada por 365 a 62 votos, ainda precisa passar pelo Senado e ser sancionada pelo presidente Joe Biden para se tornar lei. O projeto de lei é motivado por preocupações de segurança nacional relacionadas aos laços da ByteDance, empresa chinesa dona do TikTok, com o governo chinês. Legisladores de ambos os partidos temem que o app possa ser usado para coletar dados de usuários americanos ou para influenciar o conteúdo que eles veem. TikTok se defende e promete lutar O TikTok negou veementemente as acusações de que representa um risco à segurança nacional e disse que nunca compartilhou dados de usuários americanos com o governo chinês. A plataforma também prometeu lutar contra o projeto de lei em tribunal, argumentando que ele viola a Primeira Emenda da Constituição dos EUA. Em manifestação, a empresa afirmou que seu banimento “atropelaria os direitos de liberdade de expressão de 170 milhões de americanos, devastaria sete milhões de empresas e encerraria uma plataforma que contribui anualmente com US$ 24 bilhões para a economia”. O aplicativo de vídeo já teve sucesso em desafios judiciais anteriores relacionados às suas operações nos EUA. Em novembro, um juiz federal bloqueou uma lei de Montana que proibiria o uso do TikTok em todo o Estado, depois que a empresa e cinco criadores de conteúdo que usam a plataforma entraram com uma ação judicial. Banimento é possibilidade distante Embora o projeto de lei tenha passado facilmente na Câmara, seu futuro no Senado é incerto. Alguns senadores expressaram preocupação de que a medida seja muito ampla e possa prejudicar empresas americanas que dependem do TikTok. Outros ainda querem mais tempo para analisar o assunto antes de tomar uma decisão. Entretanto, senadores que eram contrários à medida no ano passado, agora se dizem a favor. Se o projeto de lei for aprovado pelo Senado, deverá ser sancionado pelo presidente Biden e o TikTok terá um ano para encontrar um novo comprador americano. Apenas se a empresa não conseguir encontrar um comprador dentro desse prazo é que o app será banido dos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer | Atriz de “Supergirl” vira jornalista política em “As Garotas do Ônibus”

    23 de fevereiro de 2024 /

    Estrelada por Melissa Benoist, a nova série da plataforma Max segue quatro jornalistas na cobertura de uma eleição presidencial nos Estados Unidos

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  • Filme

    Trailer | Regina King vive primeira mulher negra a tentar ser presidente dos EUA

    19 de fevereiro de 2024 /

    O filme "Shirley para Presidente" conta a história da campanha pioneira de 1972, quando a primeira congressista negra dos Estados Unidos tentou a candidatura presidencial

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  • Música

    Johnny Marr reclama de música dos Smiths em comício de Trump

    24 de janeiro de 2024 /

    O guitarrista Johnny Marr, membro do famoso grupo inglês The Smiths, expressou descontentamento com o uso não autorizado de uma canção da banda em um evento de campanha do ex-presidente Donald Trump. O episódio ocorreu antes das primárias de New Hampshire, quando a faixa “Please, Please Let Me Get What I Want”, lançada em 1984, foi tocada em um comício em Lacondia, na segunda-feira. O verso inicial da música, “good times for a change”, ganhou destaque durante o evento. Na terça (23/1), o músico se manifestou no X (antigo Twitter) sobre o incidente. “Nunca, em um milhão de anos, teria pensado que isso poderia acontecer. Considere essa m*rda encerrada agora mesmo”, escreveu. Os demais integrantes vivos da banda, o vocalista Morrissey e o baterista Mike Joyce, não se pronunciaram sobre o fato.   Relevância contínua dos Smiths Conhecidos como um fenômeno cult, os Smiths se separaram em 1987 e rejeitaram diversas propostas lucrativas para retomar as apresentações ao vivo. Com a morte do baixista Andy Rourke, em maio do ano passado, devido a câncer, as esperanças de uma reunião da formação original foram encerradas. Mesmo assim, as músicas da banda seguem na mídia. No ano passado, várias faixas dos Smiths foram destaque no filme “O Assassino”, de David Fincher, marcando a preferência do personagem interpretado por Michael Fassbender. Sobre a canção “Please, Please Let Me Get What I Want”, vale lembrar que ela também alcançou notoriedade ao integrar uma trilha sonora: da comédia romântica “A Garota de Rosa-Shocking” em 1986.   Artistas contra Trump Johnny Marr se junta a uma lista crescente de artistas que criticaram Donald Trump pelo uso não autorizado de suas obras. Nomes como Aerosmith, Rolling Stones, Queen, Neil Young, Pharrell, Elton John e Adele já expressaram insatisfação semelhante. Em 2016, durante a campanha presidencial de Trump, Elton John deu um motivo singelo para proibir o uso de suas canções “Tiny Dancer” e “Rocket Man” em comícios do então candidato. “Eu realmente não quero que minha música esteja envolvida em nada que tenha a ver com uma campanha eleitoral americana. Sou britânico”, declarou o cantor. Ahh…right…OK. I never in a million years would’ve thought this could come to pass. Consider this shit shut right down right now. https://t.co/M6eYROedOy — Johnny Marr (@Johnny_Marr) January 23, 2024

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  • Filme

    Campanha de bolsonaristas pode dar outro sucesso a Wagner Moura no cinema

    19 de dezembro de 2023 /

    A hashtag #BoicoteaWagnerMoura voltou a aparecer no X (antigo Twitter) nesta terça-feira (19/12), alimentada por pessoas identificadas como “bolsonaristas”. O alvo é o novo filme do ator, uma produção americana chamada “Guerra Civil”, que só estreia em junho de 2024. Histórico de boicotes Esta é a quarta campanha de boicote a filmes disparada por bolsonaristas. A primeira, por sinal, teve como alvo o próprio Wagner Moura. Eles se empenharam com muito afinco contra “Marighella”, filme dirigido por Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. A terceira tentativa foi uma nova investida contra Lázaro Ramos, mirando o filme “Ó Pai, Ó”. Após a iniciativa, a comédia esgotou sessões em Salvador, na Bahia, estreou com R$ 1 milhão nas bilheterias e encerrou seu passagem pelos cinemas com a maior bilheteria do Nordeste em 2023. Ao todo, o filme fez R$ 2,2 bilhões na região, que mesmo sem computar o resto do país já representa uma das maiores arrecadações de um filme nacional neste ano. Lázaro e Wagner se tornaram alvo de bolsonaristas por terem apoiado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Mas embora o ódio esteja concentrado apenas nos dois, milhares de outros artistas também fizeram o mesmo, declarando voto em Lula. Até o momento, as campanhas tiveram resultado inverso, ajudando a divulgar as produções com o engajamento nas redes sociais. Muitas pessoas que não tinham ouvido falar nos filmes acabaram interessadas em conhecer o motivo da discórdia. Além disso, o público declarado de esquerda também tem comprado as brigas e prestigiado os alvos. Essa audiência ainda zoa as iniciativas, afirmando que não surtem efeito porque bolsonaristas nunca veem filmes brasileiros mesmo. Novo filme polêmico Vale observar que o novo filme estrelado por Wagner Moura tem um tema especialmente incômodo para extremistas. O thriller de ação se passa num futuro próximo e distópico, em que a polarização dos EUA mergulha o país numa luta brutal pelo poder. A trama acompanha um grupo de jornalistas tentando cobrir o avanço de militares alinhados com a ideologia de ultradireita, que pretendem atacar a capital do país. Alvos de tiros e bombas, os jornalistas são vividos por Wagner Moura e Kirsten Dunst (“Melancolia”). Na trama, 19 estados se separaram da União, formando um exército de Forças Ocidentais que desafiam o governo e o poderio militar dos estados do Leste. Reflexo da divisão real criada no país durante o governo de Donald Trump, o filme tem roteiro e direção de Alex Garland, cineasta de ficções científicas premiadas como “Ex-Machina” e “Aniquilação”. O elenco também inclui Cailee Spaeny (“Priscilla”), Jesse Plemons (“Assassinos da Lua das Flores”), Nick Offerman (“The Last of Us”), Stephen McKinley Henderson (“Beau Tem Medo”), Jefferson White (“Yellowstone”) e Sonoya Mizuno (“A Casa do Dragão”). A produção é a mais cara da história da A24, estúdio responsável por filmes como “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (vencedor do Oscar 2023), “Midsommar” (2019) e “X – A Marca da Morte” (2022) e “Priscilla” (2023). A estreia está marcada para 11 de julho no Brasil, quase três meses após o lançamento nos EUA (em 26/4). A expectativa é tanta que o trailer americano do filme, ainda sem versão oficial no Brasil, já ganhou diversas alternativas legendadas por fãs no YouTube.

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  • Etc

    Matthew McConaughey publica desabafo após massacre de crianças em sua cidade natal

    25 de maio de 2022 /

    O ator Matthew McConaughey, que chegou a considerar a candidatura para governador do Texas, resolveu se manifestar nas redes sociais a respeito do massacre que aconteceu na terça-feira (24/5) em sua cidade natal, Uvalde, quando um adolescente armado matou 19 crianças e dois professores em uma escola primária. “Como todos sabem, houve outro tiroteio em massa, desta vez na minha cidade natal de Uvalde, Texas”, iniciou o texto. “Mais uma vez, provamos tragicamente que não estamos sendo responsáveis pelos direitos que nossas liberdades nos concedem”. O ator vencedor do Oscar, então, pediu aos americanos que dessem uma “longa e profunda olhada no espelho” em relação ao novo episódio e acrescentou: “O que realmente valorizamos? Como reparamos o problema? Que pequenos sacrifícios podemos fazer individualmente hoje, para preservar uma nação, um estado e um bairro mais saudáveis?”. Relacionadas Por fim, Matthew pediu o fim das desculpas e pediu para que a população pare de aceitar “essas realidades trágicas como o status quo”. “Ações devem ser tomadas para que nenhum pai tenha que experimentar o que os pais em Uvalde e os outros antes deles sofreram”. Que ações? Ele não diz. Vários outros protestos do gênero aconteceram ao longo do dia. Todos indignados. Como acontecem sempre, toda vez que um novo massacre de crianças acontece, porque “essas realidades trágicas” são sim o status quo dos EUA. Um dos discursos menos difusos foi do presidente Joe Biden, que apontou o dedo para o problema sem rodeios floreados. Em entrevista coletiva, horas depois do massacre na escola de Uvalde, Biden questionou por qual razão outros países não têm incidentes com armas de fogo na mesma proporção e frequência dos Estados Unidos. “Quando, pelo amor de Deus, vamos enfrentar o lobby das armas?”, indagou o presidente, de forma clara. “Por que estamos dispostos a viver com essa carnificina? Por que continuamos deixando isso acontecer?” “A ideia de que um garoto de 18 anos pode entrar em uma loja de armas e comprar dois armamentos pesados é completamente errada”, disse Biden, que já havia pedido a proibição da venda de armas de assalto e a exigência de requisitos federais mais rígidos, como a verificação de antecedentes, para maior controle de armas nos EUA. “Perder um filho é como ter um pedaço de sua alma arrancado”, disse Biden, que perdeu dois filhos por razões não relacionadas à violência com armas. “Há um vazio em seu peito. Você sente que está sendo sugado e nunca vai conseguir sair.” Ele pediu que o país ore pelas vítimas e famílias do atentado, mas pediu empenho para evitar a próxima tragédia. “É hora de transformar essa dor em ação”, disse ele, sugerindo pressão popular sobre o poder legislativo. Vários congressistas americanos são financiados pela indústria armamentista para impedir restrições nas leis que facilitam massacres de crianças e terrorismo doméstico. No Brasil, também há políticos envolvidos com o lobby armado, que têm jorrado armas de fogo nas ruas brasileiras. Eles são conhecidos pela denominação pouco sutil de Bancada da Bala. Pelo menos 19 crianças, uma professora e um adulto não identificado morreram após um rapaz de 18 anos, que estudou no colégio, entrar armado e fazer diversos disparos na terça-feira (24), na Robb Elementary School, uma escola de Ensino Fundamental, localizada na cidade de Uvalde, no Texas. Múltiplos feridos ainda estão sendo atendidos em duas unidades de saúde da região e o assassino foi morto durante a ação da polícia local. Uvalde, Texas, USA. pic.twitter.com/0iULRGtREm — Matthew McConaughey (@McConaughey) May 25, 2022

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  • Etc

    Sacha Baron Cohen agradece Trump pela publicidade gratuita de Borat

    24 de outubro de 2020 /

    O ator Sacha Baron Cohen não perdeu a oportunidade de divulgar seu novo filme, “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, às custas de Donald Trump, que comentou seu trabalho na manhã deste sábado (24/10), chamando-o de impostor, bizarro e sem graça. “Donald, agradeço a publicidade gratuita para ‘Borat’! Admito que também não acho você engraçado. Mas mesmo assim o mundo inteiro ri de você”, escreveu o comediante no Twitter. Ele ainda provocou, ao completar o post. “Estou sempre procurando pessoas para bancar palhaços racistas e você precisará de um emprego depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!”. A manifestação aconteceu após Trump ser questionado pela imprensa se tinha visto seu advogado, Rudolph Giuliani, em situação imprópria durante uma pegadinha do novo filme de Borat. O chefe do bureau de imprensa da Casa Branca (Voice of America), Steve Herman, relatou a resposta do presidente no Twitter. “Não sei o que aconteceu”, disse Trump. “Mas, sabe, há muitos anos ele tentou me enganar. E eu fui o único que disse ‘de jeito nenhum’. Ele é um impostor. E eu não o acho engraçado”, afirmou. “Para mim, ficou claro que era um cara bizarro”, completou Trump. Trump ainda não respondeu ao tuíte de Cohen, que viralizou, rendendo 1,4 mil comentários e mais de 13 mil retuítes. Enquanto isso, “Borat: Fita de Cinema Seguinte” continua rendendo assunto. A comédia foi lançada na sexta (23/10) na Amazon Prime Video e se o barulho em torno de seu conteúdo se converter em audiência, deve se tornar o maior sucesso da plataforma de streaming. Donald—I appreciate the free publicity for Borat! I admit, I don’t find you funny either. But yet the whole world laughs at you. I’m always looking for people to play racist buffoons, and you’ll need a job after Jan. 20. Let’s talk!https://t.co/itWnhJ8TQF — Sacha Baron Cohen (@SachaBaronCohen) October 24, 2020

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