Diretor de Valerian e O Quinto Elemento é acusado de assédio por mais cinco mulheres
Diretor de “O Quinto Elemento”, “Lucy” e “Valerian e a Cidade dos Mil Planestas”, o cineasta francês Luc Besson viu aumentar a lista de mulheres que o acusam de assédio sexual. Cinco novas denúncias foram publicadas pelo site francês de notícias Mediapart, elevando o número de mulheres que o acusam a nove. A principal denúncia nova foi feita por uma ex-assistente de Besson, que pediu para permanecer anônima. Ela alega ter sido chantageada e coagida pelo cineasta a iniciar um relacionamento sexual com ele. Na reportagem, ela detalha três encontros não consensuais e um padrão de assédio no dia a dia do trabalho. Na época em que tudo aconteceu, ela contou seus problemas para colegas de trabalho, que corroboraram a história para o Mediapart. Além disso, ela deu à publicação a agenda usada por Besson na época, e um bilhete supostamente escrito por ele, em que chama a ex-assistente de “princesa” e pede para que ela tome banho enquanto ele não chega no quarto de hotel. As outras mulheres que acusam o diretor são duas estudantes do Cite du Cinema, curso ministrado por Besson, uma ex-funcionária da Europacorp, produtora comandada por Besson, a produtora de teatro Karine Isambert, única que permitiu ter seu nome revelado. Ela conta que Besson a apalpou sem consentimento durante uma sessão de escalação para uma peça, em 1995. O jornal apontou a semelhança entre as denúncias contra Besson e o escândalo envolvendo Harvey Weinstein, dizendo que ambos rotineiramente pediam para atrizes se encontrarem com eles para discutir projetos em quartos de hotel, e que uma gravação de 2003 mostra Besson tendo uma destas reuniões com uma garota de apenas 16 anos, embora não esteja claro o que aconteceu entre eles. Besson já é investigado pela polícia parisiense após a denúncia da atriz Sand Van Roy, que acusou o cineasta de estupro em maio deste ano. Ela afirmou ter sido drogada e estuprada pelo diretor num hotel em paris. Mas os testes toxicológicos deram negativos e os advogados de Besson afirmaram que o casal estava num relacionamento estável há vários anos. Outras acusações foram trazidas pelo mesmo Mediapart em julho. Na França, houve poucos relatos de casos de assédio na indústria cinematográfica. As raras atrizes francesas que se pronunciaram, como Léa Seydoux e Emma De Caunes, apresentaram-se para denunciar Harvey Weinstein. Por outro lado, estrelas veteranas se manifestaram para calar denúncias, atacando o equivalente francês ao #MeToo por considerá-lo um movimento moralista e um retrocesso para as conquistas sexuais.
O Colecionador de Ossos: Filme dos anos 1990 vira projeto de série
A rede NBC colocou em desenvolvimento um projeto baseado no livro e no filme “O Colecionador de Ossos” (The Bone Collector, 1999). O livro do escritor Jeffery Deaver foi lançado em 1997 e se tornou um grande best-seller, ganhando até o momento 13 continuações – a mais recente, “The Cutting Edge”, foi lançada neste ano. Todas centram-se no personagem de Lincoln Rhyme, um investigador forense aposentado, que se tornou quadriplégico ao sofrer um acidente e é relutantemente transformado em consultor pela polícia de Nova York para ajudar a pegar um serial killer. Ele acaba formando parceria com a policial novata Amelia Sachs, que já no primeiro caso impressiona Rhyme por seus instintos dedutivos e vira suas “pernas” nas investigações. O livro virou filme do diretor australiano Phillip Noyce (“Salt”) dois anos após seu lançamento, estrelado por Denzel Washington e Angelina Jolie, respectivamente como Lincoln Rhyme e Amelia Sachs. Mas a adaptação foi destruída pela crítica (28% no Rotten Tomatoes) e deu prejuízo financeiro (bilheteria mundial de US$ 151,4 milhões contra um orçamento de produção de US$ 73 milhões). Por isso, “O Colecionador de Ossos” não virou franquia cinematográfica. Agora, os personagens de Deaver podem ganhar série com roteiro de VJ Boyd e Mark Bianculli, que trabalharam juntos nos pilotos de “The Jury” (2016) e “Doomsday” (2017), ambos recusados na rede ABC. Bianculli também escreve e produz a série “SWAT”. O roteiro precisa agradar aos executivos da NBC para ganhar encomenda de piloto. E, daí, buscar nova aprovação para virar série.
Atriz de Melrose volta a ser internada em clínica psiquiátrica
A atriz Heather Locklear, que ficou conhecida pela série “Melrose” nos anos 1990, voltou a ser internada em uma clínica psiquiátrica. Segundo uma fonte do site TMZ, o terapeuta da atriz identificou outro colapso nervoso quando foi à casa dela no domingo (18/11), acompanhado do advogado de Heather. A dupla pediu a ajuda da polícia e a atriz foi levada ao hospital. O TMZ ainda registra que há boatos de que ela teria agredido seu namorado, mas fontes próximas ao caso garantiram ao site que isso é mentira. Não há informações se Heather havia consumido alguma bebida alcoólica, mas nenhum crime foi registrado. A decisão do médico foi para atender o bem-estar de sua paciente. Há alguns meses, Heather começou um tratamento contra abuso de substâncias após agredir os pais, tentar se matar e ameaçar atirar em policiais. Sua ficha criminal está repleta de confusões. Em 2008, Heather foi fichada por suspeita de dirigir sob influência de medicamentos. E em 2011, ela e o namorado da época, Jack Wagner, que também trabalhou em “Melrose”, tiveram uma briga feia que acabou na delegacia. O périplo mais recente começou em fevereiro, durante outra briga com namorado. Quando os policiais chegaram em sua casa atendendo a um chamado, a atriz teria ameaçado atirar neles. Em junho, ela foi hospitalizada à força para passar por uma avaliação psicológica após agredir os pais e dizer que ia matar com um tiro. Uma semana depois, foi presa, acusada de ter agredido um policial e um profissional da equipe de emergência que foi socorrê-la após nova chamada de emergência. Após ser solta, ela teria sofrido uma overdose.
Menino que dublou Viva: A Vida É uma Festa vira imigrante ilegal em trailer de filme da HBO
A HBO divulgou fotos e o trailer de “Icebox”, filme dramático e bastante atual sobre o tratamento dado aos menores imigrantes ilegais nos Estados Unidos. A trama conta a história de um menino hondurenho de 12 anos que, ao ser detido pela imigração americana, é imediatamente colocado em um centro de detenção temporário e passa a ser tratado como um presidiário. O título, que significa literalmente “caixa de gelo”, é na verdade um trocadilho com a ICE (a sigla do departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) e o cubículo em que o menino é jogado. O protagonista é vivido por Anthony Gonzalez, garoto de 14 anos que ficou mundialmente conhecido como a voz original de Miguel na animação “Viva: A Vida É uma Festa” (Coco, 2017) da Disney-Pixar. Sua escolha para o papel é bastante simbólica, já que o drama contrasta totalmente com a alegria e exaltação da cultura latina vista no outro filme. O elenco também inclui Vicent Fuentes (“Better Call Saul”), Johnny Ortiz (“A Justiceira”) e Genesis Rodriguez (“Time After Time”). Escrito e dirigido por Daniel Sawka, “Icebox” é baseado no curta-metragem de mesmo nome, premiado no AFI Fest de 2016, e teve sua première mundial no Festival de Toronto, ocasião em que foi bastante elogiado pela crítica norte-americana. A estreia está marcada para 7 de dezembro na HBO americana.
Polícia inocenta Douglas Sampaio de agressão contra atriz Jeniffer Oliveira
O ator Douglas Sampaio foi inocentado da acusação de agressão à atriz Jeniffer Oliveira (“Malhação: Vidas brasileiras”). O caso aconteceu em junho, durante uma suposta briga de ciúmes, quando os dois namoravam. Na época da denúncia, Jeniffer registrou queixa na 16ª DP (Barra da Tijuca) por lesão corporal com violência doméstica e publicou um texto nas redes sociais relatando que foi agredida por ele durante uma briga causada por ciúmes no bar Coco Mambo, no Recreio, na Zona Oeste do Rio. Ela também divulgou imagens de hematomas no braço e no pescoço. Mas após a polícia ouvir as testemunhas e avaliar as gravações feita no bar, a investigação foi encerrada. Agora, o processo segue para o Ministério Público, que amplifica a investigação ou arquiva o caso – tudo dependendo de cada situação, circunstância, provas e causas. No caso de Jennifer e Douglas, o delegado que o nomeou como “inocentado” sugeriu no inquérito que o caso seja arquivado. O caso, porém, terá desdobramento. “Com sua conduta, Jeniffer Oliveira violou a norma prevista do art. 399 do Código Penal, cometendo o delito de denunciação caluniosa contra Douglas Sampaio”, diz o relatório do inquérito, obtido pelo jornal Extra. “Com relação à testemunha Ingrid Spada, há indícios de que a mesma fez afirmação falsa na qualidade de testemunha no presente inquérito policial, eis que sua versão destoa de todas as demais testemunhas obtidas através das câmeras de segurança. Assim, indico Ingrid como incursa nas penas do crime de falso testemunho na forma majorada previsto no artigo 342 do Código Penal”, informa o relatório assinado pelo delegado Felipe Santoro da Silva. Sete testemunhas que afirmaram estar no bar no momento da confusão foram ouvidas no processo e disseram que não presenciaram qualquer agressão por parte do ator. A polícia também analisou as gravações do dia ocorrido e constatou que não houve “qualquer indício de autoria e materialidade do delito de lesão corporal em face de Jeniffer”. Procurado pelo jornal carioca, a defesa de Jeniffer Oliveira disse que a conclusão da polícia é “absolutamente equivocada” e que cabe ao Ministério Público definir agora se houve ou não crime. “Acho a conclusão do relatório do delegado um equívoco. Eles fazem menção às testemunhas que prestaram depoimento e que disseram que não viram a agressão. Mas o fato de não terem visto agressão não significa que ela não ocorreu. As testemunhas levadas pelo Douglas não estavam presentes no ambiente em que estavam a Jeniffer e o Douglas. E as duas amigas que estavam no momento em que a Jeniffer foi agredida foram à delegacia e disseram que viram a agressão. É uma conclusão absolutamente equivocada”, disse o advogado da atriz, João Bernardo Kappen. Segundo ele, há ainda uma queixa crime de injúria contra Douglas no Juizado de Violência Doméstica Familiar, por ele ter supostamente xingado Jeniffer. “A definição final se houve ou não crime é do Ministério Público. Eu vou conversar com o promotor de Justiça, porque essa sugestão da polícia é um erro”. Já o advogado Sylvio Guerra, que representa Douglas, disse ao jornal que agora Jeniffer responderá um processo judicial por denúncia caluniosa, e que a testemunha da atriz, Ingrid Rodrigues Spada, responderá por falso testemunho. Ele vai atrás de uma indenização por danos morais. O ator, por sua vez, comemorou a decisão com um post meio desabafo meio provocação nas redes sociais. “Mexeu com uma mexeu com todas? TA BEM CLARO AGORA?? GRAÇAS A DEUS a Verdade apareceu! Eu to feliz demais em tudo se esclarecer”, ele escreveu. “Que isso sirva de exemplo para vocês pararem de acusar sem saber de nada, sem investigar. Um monte de famoso apoiando uma mentira, e não vieram ao mínimo me pedir desculpas! Errar é humano, mas tentar consertar o erro é nobre. Minha vida foi devastada por conta dessa mentira, perdi trabalhos, chorei, tinha vergonha de sair nas ruas por causa dessa maldade feita covardemente. As pessoas me olhavam como um criminoso. Minha família sofreu, meus amigos sofreram, me viram me afundar em lágrimas e sem saber o que fazer. Mas mesmo com tudo isso acontecendo, nunca perdi minha fé que um dia ia provar a verdade”, continuou. Ele também agradeceu o apoio do seu advogado, dos amigos e familiares, e disse que pretende retomar sua vida. “Você não precisa prejudicar ninguém pra se dar bem! Faça o seu! Não vejo a hora de retomar a minha vida e voltar a fazer o que eu mais amo, que infelizmente fui prejudicado demais pelo que aconteceu, mas com bastante perseverança continuo minha caminhada. Perseverança nunca foi algo que me faltou! Mãe, tá paga a promessa que eu fiz pra você quando te liguei. ‘Mãe, fica tranquila, isso é uma mentira e eu vou provar tudo’. Obrigado a todos que me ajudaram”. Douglas Sampaio integrou o elenco de “Malhação” em 2011 e foi o campeão de “A Fazenda” em 2015, onde conheceu a ex-noiva, Rayanne Morais. Em 2016, o ator também foi acusado por Rayanne de agressão. O casal, na época, foi parar na polícia, após uma briga. Visualizar esta foto no Instagram. Mexeu com uma mexeu com todas? TA BEM CLARO AGORA?? GRAÇAS A DEUS a Verdade apareceu! Eu to feliz demais em tudo se esclarecer. Que isso sirva de exemplo pra vocês pararem de acusar sem saber de nada, Sem investigar. Um Monte de famoso apoiando uma mentira, e não vieram ao mínimo me pedir desculpas! Errar é humano, mas tentar consertar o erro é nobre. Minha vida foi devastada por conta dessa mentira, perdi trabalhos, chorei, tinha vergonha de sair nas ruas por causa dessa maldade feita covardemente. As pessoas me olhavam como um criminoso. Minha família sofreu, meus amigos sofreram, me viram me afundar em lagrimas e sem saber o que fazer. Mas mesmo com tudo isso acontecendo, nunca perdi minha fé que um dia ia provar a verdade. Agradeço imensamente o meu advogado @sylvioguerra que fez um trabalho excepcional comigo me ajudando a provar que tudo isso não passou de uma mentira. Obrigado a todos meus amigos que me apoiaram, que me ajudaram a me fortalecer e levantar minha cabeça! você não precisa prejudicar ninguém pra se dar bem! FAÇA O SEU! Não vejo a hora de retomar a minha vida e voltar a fazer o que eu mais amo, que infelizmente fui prejudicado demais pelo que aconteceu, mas com bastante perseverança continuo minha caminhada. Perseverança Nunca foi algo que me faltou! Mãe, Ta paga a promessa que eu fiz pra você quando te liguei. “ – mãe, fica tranquila, isso é uma mentira e eu vou provar tudo ” Obrigado a todos que me ajudaram. ? Uma publicação compartilhada por Douglas Sampaio (@sampaiodouglas) em 6 de Nov, 2018 às 6:48 PST
Trailer da 3ª temporada de True Detective revela mistério criminal que atravessa décadas
A HBO divulgou o segundo trailer da 3ª temporada de “True Detective”, ainda sem legendas. Bastante atmosférica, a prévia revela o crime que obceca o detetive policial vivido por Mahershala Ali (“Moonlight”): o sumiço de duas crianças, que saíram de casa de bicicleta e nunca mais voltaram. Esse crime assombra o protagonista, enquanto seu cabelo, pele e figurino se alteram pela passagem do tempo. Às vezes jovem, investigando o mistério, outras vezes bem velho, assombrado pelas recordações do passado, as mudanças do personagem sugerem um retorno à estrutura da 1ª temporada, com uma investigação que atravessa décadas. Mas com uma diferença básica: a trama se desenrola em três épocas distintas, em vez de adotar duas linhas temporais (presente e flashback) como antes. Assim como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele conta com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). Além de Ali, o elenco central destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”), Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”), Sarah Gadon (“Alias Grace”) e Ray Fisher (“Liga da Justiça”). A estreia está marcada para 13 de janeiro.
Alec Baldwin é preso após brigar por vaga de estacionamento em Nova York
O ator Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) foi detido nesta sexta-feira (2/11) devido a uma briga por uma vaga de estacionamento em Nova York. Em declaração à imprensa, as autoridades afirmam que o ator deu um soco em uma pessoa. O TMZ ouviu testemunhas, que contaram que um pessoa acabou parando na vaga onde o ator estava manobrando para estacionar. O site também divulgou um vídeo em que o ator aparece sendo detido pela polícia. Veja abaixo. Os representantes de Baldwin ainda não se manifestaram sobre o caso.
3ª temporada de True Detective ganha fotos e data de estreia
A HBO anunciou a data de estreia e divulgou seis fotos da 3ª temporada de “True Detective”, que contará a história de um crime macabro no coração da região de Ozark, no Arkansas, ao longo de três períodos de tempo diferentes. Todas as fotos incluem o protagonista Mahershala Ali (“Moonlight”), às vezes jovem, outras vezes mais velho, sugerindo um retorno à estrutura da 1ª temporada, com uma investigação que atravessa décadas. Além de Ali, o elenco central também destaca Stephen Dorff (“Um Lugar Qualquer”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Scoot McNairy (série “Halt and Catch Fire”), Mamie Gummer (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”), Sarah Gadon (“Alias Grace”) e Ray Fisher (“Liga da Justiça”). Como nas duas temporadas anteriores, o roteiro foi novamente escrito por Nic Pizzolatto, que também acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Mas desta vez ele contou com a ajuda de outro escritor famoso no desenvolvimento da história: David Milch (criador de “Deadwood”). A estreia está prevista para 13 de janeiro.
André Gonçalves é detido por confusão em bar no Rio
O ator André Gonçalves foi detido na madrugada desta terça-feira (25/9) por desacato e ameaça a dois policiais militares, que registraram boletim de ocorrência. O desentendimento começou por volta da 1h15 em um bar, no bairro do Leblon, no Rio. Segundo boletim registrado na 14ª Delegacia de Polícia do Rio, revelado pelo UOL, o ator estaria alterado e discutiu com funcionários do estabelecimento, recusando-se a pagar a conta. Ao ser abordado por PMs que passavam pelo local, o ator foi detido e levado para a delegacia. Em sua versão, André Gonçalves afirma que ingeriu bebida alcoólica com amigos e pagou a conta do bar no valor de R$ 200. Ele foi liberado ainda na madrugada, sem pagamento de fiança, e já voltou a gravar seu papel de Barrabás na novela “Jesus”, da Record. André Gonçalves também está no elenco da série “Impuros”, que estreia em 19 de outubro no canal pago Fox Premium.
Ícaro Silva é atingido por tiros da PM no Rio de Janeiro
O ator Ícaro Silva foi atingido por estilhaços de balas às 5h da manhã desta quarta (5/9) quando passava de carro pelo Túnel Zuzu Angel, nas proximidades da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Os tiros teriam sido disparados por policiais militares. Segundo boletim de ocorrência obtido pelo jornal carioca Extra, Ícaro havia saído da Zona Sul e estava deixando o Zuzu Angel quando viu um carro reduzindo a velocidade. Ele disse que ultrapassou esse veículo e se deparou com PMs na via. Num primeiro momento, o ator alegou que não entendeu se a ordem dada pelos agentes era para que parasse ou seguisse. Ainda de acordo com o relato de Ícaro, ele acelerou e, logo depois, ouviu disparos, sentiu que um atingiu seu veículo e notou sangue em seu braço esquerdo. Mesmo ferido, ele dirigiu até o Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, onde foi atendido. Ícaro recebeu alta por volta das 8h30 e, nove horas depois do ocorrido, fez um desabafo em seu perfil nas redes sociais, agradecendo por estar vivo, ao lado da foto do curativo em seu braço. “Um policial pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de estresse dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim. Não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e, antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. ‘Isso é um tiro?’ Os próximos vários confirmaram que sim”, escreveu no Instagram. “Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de ‘não precisa ser assim’. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada”, continuou. “’Meu Deus. Eu levei um tiro?’” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente”. Em seguida, ele lamentou a violência sofrida e agradeceu por estar vivo. “Estou legal. Estou muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa para fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, estou mais solicitado que no meu aniversário. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar”, escreveu o ator no Instagram. Em nota, a assessoria da Polícia Militar informou que policiais militares do 23º BPM (Leblon), que realizam o cerco da Rocinha, foram informados por populares que criminosos estariam praticando roubos no interior do túnel Zuzu Angel. Eles foram até a Autoestrada Lagoa-Barra para verificar a informação e nada foi constatado. “Já próximo à Rocinha, os policiais avistaram o veículo com as características mencionadas e tentaram a abordagem, houve reação, gerando o confronto. Os criminosos conseguiram fugir. Até aquele momento não havia informações de feridos. Logo após, policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram alertados da entrada do ator Ícaro Silva no Hospital Barra D’Or, ferido por estilhaços de arma de fogo no braço”. Ícaro estreou na televisão em 1998, na novela “Meu Pé de Laranja Lima” e depois de pequenas participações em outras novelas ganhou destaque com o personagem Rafa, de “Malhação”, onde permaneceu por quatro temporadas. Ele também viveu o cantor Jair Rodrigues no filme “Elis”, estrelou o longa “Sob Pressão”, que deu origem à série de mesmo nome e ainda integrou o elenco da novela “Pega Pega”, concluída em janeiro deste ano. A seguir, ele será visto no filme “Legalize Já!”, que conta a origem da banda Planet Hemp, com estreia prevista para 18 de outubro, e na série “Coisa Mais Linda”, sobre a época da bossa nova, ainda sem previsão de lançamento na Netflix. Queridos amigos, amores, seguidores e parceiros, eu estou bem! Hoje mais cedo, ao sair do túnel Zuzu Angel voltando para a Barra, me vi em meio a uma violenta confusão que até agora não sei se era uma blitz, um tiroteio ou uma dessas operações de guerra infelizmente tão habituais na nossa cidade. Viaturas, policiais com fuzis na mão e aquele medo súbito que o carioca conhece tão bem. Um policial me pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de stress dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim; não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. “Isso é um tiro?” Os próximos vários confirmaram que sim. Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de “não precisa ser assim”. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada. “Meu Deus. Eu levei um tiro?” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente. Eu to legal. To muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa pra fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, to mais solicitado que no meu aniversário, rs. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar. Uma publicação compartilhada por Ícaro (@icsilva) em 5 de Set, 2018 às 9:58 PDT
Franquia Law & Order vai ganhar nova série centrada em crimes de ódio
A franquia “Law & Order”, uma das mais longevas da televisão americana, vai voltar a se expandir com uma nova série. A rede NBC encomendou a produção da 1ª temporada de “Law & Order: Hate Crimes”. Como o título indica, desta vez as tramas vão acompanhar uma força-tarefa de combate aos crimes de ódio em Nova York. A unidade realmente existe e investiga denúncias de discriminação e casos de ataques violentos que tenham motivações preconceituosas. Assim como todos os derivados da franquia, a nova série é uma criação de Dick Wolf, o veterano produtor que lançou a primeira “Law & Order” em 1990. Desta vez, ele contou com ajuda de Warren Leight, ex-showrunner de “Law & Order: Special Victims Unit”. “Assim como acontece com todas as minhas séries, eu quero mostrar o que está realmente acontecendo nas nossas cidades, colocar os holofotes sobre as vítimas, e mostrar que a justiça pode prevalecer”, comentou Wolf em comunicado oficial sobre o projeto. “Quando ‘Special Victims Unit’ começou, poucas pessoas se sentiam bem para denunciar crimes de natureza sexual, mas quando trazemos essas histórias para a TV, um diálogo começa. É isso que espero poder fazer também com ‘Hate Crimes’, em um mundo no qual crimes de ódio são tão comuns”. O spin-off será introduzido durante um episódio especial da próxima temporada de “Law & Order: SVU” (Special Victims Unit), que é a última série remanescente da franquia, exibida desde 1999. A atração estrelada por Mariska Hargitay está a caminho de sua 20ª temporada, mesmo número alcançado pela “Law & Order” original, que ficou no ar entre 1990 e 2010. Além desses dois títulos, a franquia também exibiu “Law & Order: Criminal Intent” (2001-2011), “Law & Order: Trial By Jury” (2005-2006), “Law & Order: UK” (2009-2014), “Law & Order: Los Angeles” (2010-2011) e “Law & Order: True Crime” (2017). Dick Wolf também é criador de outra franquia bem-sucedido na mesma rede, que reúne as séries “Chicago Fire”, “Chicago PD” e “Chicago Med”. A 1ª temporada de “Law & Order: Hate Crimes” terá 13 episódios, que devem ir ao ar em 2019.
Polícia recupera sapatinhos vermelhos de O Mágico de Oz roubados há 13 anos de um museu
Treze anos após serem roubados, os famosos sapatinhos vermelhos usados por Judy Garland no filme de “O Mágico de Oz” foram recuperados pelo FBI nos Estados Unidos. Os sapatinhos originais foram roubados do Judy Garland Museum, em Grand Rapids, no estado de Minnesota, que na verdade é a casa onde a atriz cresceu na infância, com pouca segurança. Mesmo assim, o caso chamou a atenção pela falta de pistas deixadas pelos ladrões, que evitaram as câmeras do local e foram cuidadosos para não deixar impressões digitais. Anos depois do roubo, ocorrido em 2005, a polícia anunciou uma recompensa de US$ 1 milhão para quem tivesse pistas sobre o paradeiro dos sapatinhos vermelhos. Dúzias de ligações foram recebidas pelos investigadores após o anúncio, mas nenhuma levou a algo concreto. Os sapatinhos eram propriedade de um colecionador particular, Michael Shaw, que os alugava para o museu e doava os milhares de dólares que cobrava da instituição para caridades diversas. Desde o roubo, alguns observadores do caso suspeitavam que o próprio Shaw tivesse armado o assalto, a fim de receber o dinheiro do seguro – em torno de US$ 800 mil. Detalhes da recuperação ainda estão sendo mantidos em sigilo. Em entrevista coletiva realizada nesta terça (4/9), o porta-voz do FBI afirmou que a investigação ainda não acabou e que a polícia está agora rastreando outros envolvidos no roubo e na recepção. A descoberta do paradeiro das peças teria sido feito após uma tentativa de extorsão, com suspeitos que buscavam obter dinheiro com informações sobre o paradeiro dos sapatinhos junto à empresa seguradora dos objetos. Judy Garland, que interpretou Dorothy Gale no clássico do cinema, usou meia dúzia de pares de sapatinhos vermelhos, supostamente de rubis, durante a produção do filme. Com eles nos pés, embarcou em sua jornada pela estrada de tijolos amarelos e, no final da história, bateu seus calcanhares três vezes para voltar para casa e imortalizar a frase “Não há lugar como o lar”. Os sapatinhos são amplamente considerados como uma das peças mais memoráveis da história do cinema americano, e estima-se que valem vários milhões de dólares. Além do par desaparecido, há outro par de sapatinhos de rubi sob a custódia do Smithsonian Museum, também nos EUA. E outro foi comprado recentemente por Leonardo DiCaprio e Steven Spielberg, que doaram a relíquia para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que deve abrir seu próprio museu em 2019.
Atriz da série Plantão Médico é baleada e morta pela polícia de Los Angeles
A atriz Vanessa Marquez, que foi conhecida por interpretar a enfermeira Wendy Goldman na série “Plantão Médico” (E.R.), morreu na quinta-feira (30/8) baleada pela polícia de Los Angeles em sua própria casa. Há relatos conflitantes sobre o que teria acontecido, mas, segundo apurou o site The Hollywood Reporter junto às autoridades, oficiais do Departamento de Polícia de Pasadena responderam a um chamado do proprietário do apartamento em que Marquez morava, por volta do meio-dia, para realizar uma verificação de bem-estar. Quando os policiais chegaram ao local, Marquez estava tendo convulsões e um pedido por pessoal médico adicional foi enviado. Mas a partir daí ela teria se recusado a cooperar e, segundo a polícia, parecia estar sofrendo de problemas psicológicos. Um médico da Saúde Mental do Condado de Los Angeles também foi despachado para o local. A polícia e o médico conversaram com Marquez por cerca de 90 minutos, quando ela supostamente pegou uma arma e apontou para os policiais. Em resposta à esta ação, foi baleada e morta. As autoridades afirmam que apenas mais tarde descobriram que o revólver era uma arma de brinquedo. Esta narrativa dos fatos é a versão oficial da polícia. Vanessa Marquez tinha 49 anos e participou das três primeiras temporadas de “Plantão Médico”, entre 1994 e 1997. Durante o início do movimento #MeToo, em outubro do ano passado, ela acusou o ator Eriq La Salle de assediá-la no set da série e o astro George Clooney de causar sua demissão após vê-la reclamando de comentários racistas e machistas da equipe. O ator respondeu às acusações dizendo que não se lembrava do ocorrido. Antes de despontar em “Plantão Médico”, Marquez apareceu em episódios de “Seinfeld”, “Melrose” e “O Homem da Máfia”, além de filmes do período, como “O Preço do Desafio” (1988), “Marcados Pelo Sangue” (1993) e “Maniac Cop 3: O Distintivo do Silêncio” (1993). Natural de Los Angeles, a atriz teve dificuldades de seguir a carreira após sair da série médica. Ela alegava que Clooney a tinha colocado na lista negra dos produtores de Hollywood. Desde então, ela só conseguiu seis papéis, dois deles em curtas. Seu último trabalho relevante foi o drama indie “Shift”, lançado em 2013.












