PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Geena Davis vai voltar a Grey’s Anatomy

    21 de abril de 2018 /

    A atriz Geena Davis (“Thelma e Louise”) vai voltar a aparecer na série “Grey’s Anatomy“. Após ter um arco importante no 11º ano do drama médico, ela retomará o papel da Drª. Nicole Herman na reta final da atual temporada. A personagem irá aparecer no penúltimo episódio, que vai ao ar em 10 de maio nos Estados Unidos, para avisar Arizona (Jessica Capshaw) sobre o surgimento de uma grande oportunidade. Tudo indica que este será o caminho da saída de Arizona da série. A atriz Jessica Capshaw e sua colega Sarah Drew (intérprete de April) não voltarão na 15ª temporada, recentemente confirmada. Intitulado “Cold As Ice”, o episódio de Geena Davis também mostrará algum dos médicos do Grey Sloan Memorial Hospital ferido gravemente, fazendo todo o time refletir sobre o que é realmente importante em suas vidas. Espere muito drama e lágrimas. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.

    Leia mais
  • Série

    Grey’s Anatomy é renovada para a 15ª temporada

    21 de abril de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de “Grey’s Anatomy” para sua 15ª temporada. Com isso, a série criada por Shonda Rhimes passa a igualar “ER/Plantão Médico” como a mais longeva série de temática médica da TV americana. A renovação já era esperada, após a atriz Ellen Pompeo assinar contrato milionário para mais duas temporadas em janeiro. “‘Grey’s Anatomy’ possui um lugar especial no meu coração, e milhões de espectadores se sentem da mesma forma. Graças à feroz lealdade dos fãs que têm acompanhado esta jornada desde o início, e da nova geração que continua a descobrir a alegria e o drama do Grey Sloan Memorial, a série segue mais forte do que nunca”, destacou em comunicado a presidente de entretenimento da ABC, Channing Dungey. A série encerra sua 14ª temporada em 17 de maio, quando se despedirá de duas atrizes de seu elenco fixo, Jessica Capshaw (Arizona) e Sarah Drew (April). No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.

    Leia mais
  • Etc

    Natalie Portman cria polêmica internacional ao se recusar a receber prêmio em Israel

    20 de abril de 2018 /

    A atriz Natalie Portman (“Aniquilação”) causou polêmica internacional ao se recusar a viajar a Israel para receber um prêmio de US$ 1 milhão. Criado em 2014, o Prêmio Gênesis homenageia pessoas notáveis ​​”que inspiram os outros através de sua dedicação à comunidade judaica e aos valores judaicos” e este ano seria entregue à atriz, que nasceu em Jerusalém. A atriz foi anunciada como homenageada em novembro pela organização. Mas não irá participar do evento, marcado para junho. Em um comunicado publicado em seu site, a fundação lamentou a decisão. “Eventos recentes em Israel foram extremamente perturbadores para ela, e ela não se sente à vontade para participar de qualquer evento público em Israel”, diz o texto. “A Sra. Portman é uma atriz altamente talentosa, uma ativista social comprometida e um ser humano maravilhoso. Os funcionários da Fundação gostaram de conhecê-la nos últimos seis meses, admiram sua humanidade e respeitam seu direito de discordar publicamente das políticas do governo de Israel”, elogiam os responsáveis pela premiação. “No entanto, estamos muito tristes por ela ter decidido não participar da cerimônia do Prêmio Gênesis em Jerusalém por razões políticas. Tememos que a decisão de Portman faça com que nossa iniciativa filantrópica seja politizada, algo pelo qual trabalhamos duramente nos últimos cinco anos para evitar”. Israel foi alvo de críticas internacionais nas últimas semanas por ter usado táticas letais durante confrontos com palestinos na fronteira com Gaza, nos quais 31 palestinos morreram e centenas ficaram feridos, entre eles o cinegrafista Yasser Murtaja, do premiado documentário “Human Flow”, assassinado por militares israelenses enquanto vestia um colete escrito “imprensa”. O governo de Israel diz que a ação foi uma defesa de sua fronteira. Após o anúncio do cancelamento da homenagem, um deputado do parlamento de Israel defendeu que a atriz seja privada de sua cidadania israelense, por conta de sua postura. “Portman não tem problemas em explorar suas raízes judias para promover sua carreira ou em expressar seu orgulho por fugir do serviço [militar]. E há pessoas respeitadas que acham que ela merece a honraria, chamada de ‘Prêmio Nobel Judaico’. Mas o título é ‘O Fim’: O ministro [Aryeh] Deri [Interior]deveria tirar sua cidadania israelense”, declarou Oren Hazan, do partido governista Likud, em seu Twitter, pedindo também um boicote aos filmes da artista. Diante da polêmica, ela resolveu se manifestar. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (20/4), a atriz deixou claro que seu protesto não é contra a comunidade judaica, da qual ela se orgulha de pertencer, e sim contra o atual governo do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. “Minha decisão de não comparecer à cerimônia do Prêmio Gênesis foi descaracterizada por outros. Deixe-me falar por mim mesma. Decidi não comparecer porque não queria aparecer endossando Benjamin Netanyahu, que fará um discurso na cerimônia. Da mesma forma, eu não faço parte do movimento BDS e não o endosso” escreveu ela, referindo-se ao grupo que prega boicote e sanções contra Israel pelo tratamento dado aos palestinos e à Cisjordânia. “Como muitos israelenses e judeus ao redor do mundo, posso ser crítica da liderança em Israel sem querer boicotar toda a nação. Eu valorizo ​​meus amigos e familiares israelenses, a comida israelense, os livros, a arte, o cinema e a dança. Israel foi criado exatamente há 70 anos como um refúgio para refugiados do Holocausto. Mas os maus tratos contra aqueles que sofrem com as atrocidades de hoje simplesmente não estão de acordo com meus valores judaicos. Porque eu me importo com Israel, eu devo protestar contra a violência, a corrupção, a desigualdade e o abuso de poder”, acrescentou.

    Leia mais
  • Filme

    Lars Von Trier é “perdoado” e volta ao Festival de Cannes em meio à denúncias de abuso sexual

    19 de abril de 2018 /

    O diretor dinamarquês Lars von Trier está de volta ao Festival de Cannes, apenas sete anos e dois filmes depois de ser considerado “persona non grata” no evento. Seu novo filme, “The House that Jack Built”, será exibido fora de competição. Seco, o comunicado diz apenas isso, além de citar a decisão do presidente do festival. “Pierre Lescure, presidente do Festival, e seu conselho de administração decidiram acolher o retorno do diretor dinamarquês Lars von Trier, Palma de Ouro de 2000, na mostra oficial. Seu novo filme será exibido fora de competição”, diz a íntegra da nota. “Pierre Lescure trabalhou muito nos últimos dias para tentar retirar o status de persona non grata” do dinamarquês, acrescentou Thierry Frémaux, diretor geral do festival. Von Trier tinha sido banido em 2011, após afirmar, na entrevista coletiva da première de “Melancolia”, que tinha “simpatia” por Hitler. Apesar de um pedido de desculpas, justificado por sua dificuldade com a língua inglesa, ele foi expulso do festival e declarado “persona non grata” na Croisette, uma punição sem precedentes. Apesar disso, “Melancolia” permaneceu na competição e rendeu o prêmio de Melhor Atriz para a americana Kirsten Dunst. Seu retorno acontece em meio a escândalos sexuais cometidos em seu estúdio e graves acusações de abusos, reveladas numa reportagem da revista The New Yorker e por uma denúncia da cantora Bjork, inspirada pelo movimento #MeToo. No caso de Bjork, os abusos teriam acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, musical que rendeu a Palma de Ouro ao diretor no festival de 2000. Ela compartilhou nas redes sociais algumas das propostas indecentes que ouviu e descreveu explosões de raiva do “dinarmaquês” (que ela não nomeia) por se recusar a ceder. Já a jornalista Anne Lundtofte descreveu, na reportagem da New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Ou seja, a decisão de “perdoar” Von Trier não poderia ter acontecido no pior momento possível, em franco contraste com as reivindicações do movimento #MeToo. “The House That Jack Built” traz Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Uma Thurman (“Ninfomaníaca”) e Bruno Ganz (“O Leitor”) numa história de serial killer.

    Leia mais
  • Filme

    Novo comercial de Han Solo mostra primeiro voo com a nave Millennium Falcon

    17 de abril de 2018 /

    A Disney/Lucasfilm divulgou um novo comerical de “Han Solo: Uma História Star Wars”, que destaca o personagem-título (agora encarnado por Alden Ehrenreich, de “Ave César!”) embarcando pela primeira vez na nave Millennium Falcon, ao lado de seu fiel escudeiro Chewbacca (Joonas Suotamo). Também há destaque para cenas de um jogo de cartas, que incluem o jovem Lando Calrissian (Donald Glover, da série “Atlanta”). Segundo a mitologia de “Star Wars”, foi num jogo desses que Han Solo ganhou a Millennium Falcon. Além destes personagens da trilogia original de “Star Wars”, o prólogo também traz novos papéis para Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e Thandie Newton (série “Westworld”) – além de Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”), que dubla o droide L3-37. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e sua produção teve bastidores tumultuados. O diretor Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” terá sua première mundial em 15 de maio, numa exibição especial durante o Festival de Cannes, e chega aos cinemas brasileiros nove dias depois, em 24 de maio.

    Leia mais
  • Série

    O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil

    17 de abril de 2018 /

    Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.

    Leia mais
  • Série

    Teaser de Cara Gente Branca revela data de estreia da 2ª temporada

    16 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou seis fotos e um teaser legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Han Solo conhece Chewbacca em novo trailer do prólogo de Star Wars

    15 de abril de 2018 /

    A Disney/Lucasfilm divulgou um novo trailer de “Han Solo: Uma História Star Wars”, que destaca o encontro entre o personagem-título (agora encarnado por Alden Ehrenreich, de “Ave César!”) e seu futuro fiel escudeiro Chewbacca (Joonas Suotamo). Também há destaque para cenas de um jogo de cartas, que incluem o jovem Lando Calrissian (Donald Glover, da série “Atlanta”). Segundo a mitologia de “Star Wars”, foi num jogo desses que Han Solo ganhou a nave Millennium Falcon. Além destes personagens da trilogia original de “Star Wars”, o prólogo também traz novos papéis para Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e Thandie Newton (série “Westworld”) – além de Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”), que dubla o droide L3-37. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e sua produção teve bastidores tumultuados. O diretor Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” terá sua première mundial em 15 de maio, numa exibição especial durante o Festival de Cannes, e chega aos cinemas brasileiros nove dias depois, em 24 de maio.

    Leia mais
  • Etc

    Acusadora de Bill Cosby descreve estupro no julgamento do comediante

    14 de abril de 2018 /

    A acusadora que levou Bill Cosby a julgamento por abusos sexuais testemunhou no tribunal da Pensilvânia na sexta-feira (13/4). E repetiu diante do juiz que o comediante a drogou e a estuprou em 2004, e só não falou nada antes porque ficou com medo, já que ele era famoso e ninguém nunca tinha o denunciado por violência sexual. Foi a segunda vez que Andrea Constand, de 45 anos, confrontou o comediante de 80 anos no tribunal na Filadélfia. Na primeira vez, o júri não foi capaz de chegar a um veredicto, o que levou a um segundo julgamento. Ela é apenas uma das cerca de 50 mulheres que acusaram o comediante americano, que ficou famoso por desempenhar o papel de um patriarca sábio no sucesso televisivo “The Cosby Show”. Mas as demais denúncias de abusos sexuais datam de décadas. A acusação de Constand é a única que não prescreveu e que poderia instaurar processo criminal. Constand relatou que na época do suposto ataque trabalhava na Temple University, universidade que Cosby cursou. Ela disse ter ido à casa do ator para discutir uma possível mudança de carreira. Cosby teria aproveitado para lhe dar três pílulas azuis, que disse serem para relaxá-la. Ela testemunhou que as pílulas a fizeram se sentir tonta, e que Cosby a levou até um sofá e a deitou. “A próxima coisa que eu lembro, eu estava meio acordada”, disse Constand. “Minha vagina estava sendo penetrada com bastante força. Eu senti meus seios sendo tocados. Ele colocou minha mão em seu pênis e se masturbou com minha mão. Eu não era capaz de fazer nada.” Cosby tem repetidamente negado qualquer ato irregular e disse que qualquer encontro sexual que teve foi consensual. Seus advogados descreveram Constand como uma vigarista que busca dinheiro.

    Leia mais
  • Série

    Intérprete do vilão de O Mecanismo apoia Lula e acha prisão “um absurdo”

    14 de abril de 2018 /

    O ator Enrique Diaz, que interpreta um doleiro inspirado em Alberto Youssef na série “O Mecanismo”, da Netflix, disse que não concorda com a abordagem dada pelo diretor José Padilha a alguns trechos da série. “Para mim é complexo falar, porque sou totalmente de esquerda e humanista. É muito delicado”, afirmou o ator, em entrevista ao portal UOL, sobre as decisões polêmicas da série, como atribuir ao personagem inspirado em Lula a frase “estancar a sangria”, dita por seu ex-ministro Romero Jucá em 2016, numa alusão à manobras para barrar a Operação Lava-Jato. Definindo-se como esquerdista, ele se assume apoiador de Lula e diz que a prisão do ex-presidente por corrupção, após julgamento em duas instâncias, foi um absurdo. “Acho a prisão do Lula um absurdo. A gente tem que lutar para mudar isso porque está vindo uma coisa horrível em cima do país. Acho que a série não ajuda nesse sentido, mas aí é um discurso do Padilha. E não sou eu, não assino por aquilo”, disse o ator ao UOL. Questionado porque, então, fez a série do cineasta José Padilha, Enrique Diaz citou a qualidade do elenco e da produção, e que diferencia o lado pessoal do profissional. As declarações foram feitas durante o lançamento da nova novela (que a Globo chama de supersérie) “Onde Nascem os Fortes” nesta semana, em Lajedo do Pai Mateus, no Sertão da Paraíba. Segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, “O Mecanismo” se tornou o programa mais falado do país em 2018, graças aos protestos de militantes petistas. O próprio Lula ameaçou processar a Netflix por causa da série, antes de ser preso, alimentando ainda mais a curiosidade do público. Caso a série seja renovada, ela deve mostrar a prisão de Lula.

    Leia mais
  • Filme

    Sindicato dos Atores proíbe testes de Hollywood em hotéis e residências

    12 de abril de 2018 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos, conhecido pela sigla SAG-AFTRA, resolveu proibir testes de elenco em quartos de hotel e residências particulares após as inúmeras denúncias de assédio sexual em Hollywood. O fim do atalho para o teste do sofá consta de um Código de Conduta publicado pela entidade nesta quinta (12/4). “O SAG-AFTRA se opõe que audições, entrevistas e reuniões profissionais similares sejam realizadas em quartos de hotel ou residências privadas”, diz o texto, publicado no site do sindicato. “Exortamos que produtores e outros responsáveis na tomada de decisões, com influência e controle da carreira profissional de outros, PAREM de ter essas reuniões profissionais nesses locais de alto risco e busquem alternativas de locais mais apropriados.” O sindicato também pediu para os agentes de talentos que tampouco marquem esse tipo de reunião para seus clientes, e recomendou aos atores que, caso seja impossível mudar o local, compareçam às reuniões acompanhados de uma pessoa de confiança. A proibição é uma forma de evitar a repetição de casos como o de Harvey Weinstein, que usava hotéis para abordar sexualmente jovens atrizes. A maioria das denúncias contra o produtor revelou que ele convidava atrizees para seu quarto de hotel com a desculpa de falar de trabalho e tirava a roupa, oferecia massagens, ou pedia que elas o vissem se masturbar, tudo com promessas de fama, ou ameaças de arruinar suas carreiras. Há também acusações sobre testes em residências, como as denúncias contra Steven Seagal, entre outros. “Estamos comprometidos a enfrentar o cenário que permitiu que predadores explorassem a portas fechadas várias atrizes sob a aparência de uma reunião profissional”, declarou Gabrielle Carteris, presidente do SAG-AFTRA, que representa 160 mil atores e outros profissionais do entretenimento e da mídia.

    Leia mais
  • Filme

    Rampage será último filme produzido por Brett Ratner na Warner, após acusações de assédio

    11 de abril de 2018 /

    A Warner Bros anunciou que está oficialmente encerrada sua parceria com a produtora RatPac-Dune Entertainment, que tem entre seus sócios Brett Ratner, cineasta envolvido em acusações de abusos sexuais. “Rampage – Destruição Total”, que chega aos cinemas neste fim de semana, será o último lançamento produzido por Ratner no estúdio. Ele já tinha se afastado das produções da Warner em novembro, mas na época dizia que tinha sido por vontade própria. Em comunicado sucinto, o produtor afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. O cineasta foi denunciado por abusar sexualmente seis mulheres, entre elas as atrizes Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e Natasha Henstridge (“A Experiência”). Ratner também foi acusado de homofobia pela atriz Ellen Page, por seu comportamento durante as filmagens de “X-Men: O Confronto Final” (2006), que ele dirigiu para a Fox. A RatPac tinha uma parceria bem-sucedida com a Warner, ajudando a financiar filmes premiados com o Oscar, como “Gravidade” (2013), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) e “O Regresso” (2015), além das recentes produções de super-heróis da DC Comics, entre eles “Mulher-Maravilha” (2017). Por isso, assim que as várias alegações de assédio sexual vieram à tona, surgiram boatos de que Gal Gadot teria se recusado a filmar “Mulher-Maravilha 2” se ele continuasse como produtor. Diante de um inevitável impasse, a Warner anunciou que estava cortando os laços com Ratner. O contrato de parceria, que se estendia apenas até 2018, não foi renovado. Graças a isso, Gadot veio a público dizer que “a decisão já estava tomada” antes que ela ou outros integrantes de “Mulher-Maravilha” se mobilizassem em torno de algum ultimato.

    Leia mais
  • Filme

    Cartaz do Festival de Cannes 2018 traz beijo clássico de O Demônio das Onze Horas

    11 de abril de 2018 /

    Em meio à polêmica com a Netflix, o Festival de Cannes divulgou nesta quarta (11/4) o cartaz oficial de sua 71ª edição, que destaca um beijo clássico da nouvelle vague, entre os atores Jean-Paul Belmondo e Anna Karina no filme “O Demônio das Onze Horas” (Pierrot le Fou, 1965), de Jean-Luc Godard. Veja acima a cena original e abaixo o pôster. O cartaz também presta homenagem ao fotógrafo de cena (“still”, no jargão cinematográfico) Georges Pierre (1927-2003), que começou carreira nos anos 1960 junto a nouvelle vague e também foi fundador da Association des Photographes de Films, entidade responsável pelo reconhecimento do ofício como arte. A arte final foi concebido pela designer francesa Flore Maquin, de 27 anos, que usa desenho, pintura e computação gráfica em seus trabalhos. Apaixonada por cinema, ela faz versões alternativas e releituras de vários cartazes clássicos de filmes. Seus trabalhos ficaram tão conhecidos que ela se tornou colaboradora de estúdios, canais e produtoras como Universal Pictures, Paramount Channel, Europacorp e Wild Side. A ilustração sucede uma arte polêmica. No ano passado, o uso de uma imagem da atriz italiana Claudia Cardinale acabou chamando atenção pelo excesso de retoques, que tornou a estrela bem mais magra do que realmente era. Claudia veio a público em defesa do trabalho. “É um pôster e, para além de me representar, representa uma dança, um voo. A foto foi retocada para acentuar o efeito da leveza e transformar em um personagem de sonho; é uma sublimação. Preocupações com o realismo não têm lugar aqui”, ela comentou. O Festival de Cannes 2018 vai acontecer de 8 a 19 de maio, tendo como presidente do júri a atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”). O filme de abertura será “Todos lo Saben”, do iraniano Asghar Farhadi (“A Separação”), estrelado pelo casal espanhol Javier Bardem e Penelope Cruz (ambos de “Vicky Cristina Barcelona”).

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie