Personagens de Han Solo ganham duas novas coleções de pôsteres individuais
A Disney divulgou duas novas coleções de pôsteres de “Han Solo: Uma História Star Wars”. Os cartazes voltam a trazer os personagens centrais em poses individuais, alguns pela primeira vez. Além do trio formado por Han Solo (Alden Ehrenreich, de “Ave César!”), Chewbacca (Joonas Suotamo) e Lando Calrissian (Donald Glover, de série “Atlanta”), que ganham versões jovens, há as novidades de Qi’Ra (Emilia Clarke, de “Game of Thrones”), Beckett (Woody Harrelson), Val (Thandy Newton), Dryden (Paul Bettany), o robô L3-37 (voz de Phoebe Waller-Bridge) e um alien chamado Rio (voz de Jon Favreau). O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia de “Han Solo” está marcada para 24 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Cara Gente Branca: Trailer legendado da 2ª temporada vira do avesso piadas de temática racial
A Netflix divulgou cinco fotos novas, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que vira do avesso piadas sobre equívocos e preconceitos raciais. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.
Os Simpsons: Dublador de Apu afirma que pode abandonar personagem após controvérsia
A polêmica evolvendo o personagem Apu, devido à forma preconceituosa como os indianos são retratados na série animada “Os Simpsons”, fez o ator Hank Azaria, que dubla Apu, afirmar que pode deixar o papel. Durante entrevista ao “Late Show” de Stephen Colbert, na noite de terça (24/4), ele revelou ter refletido sobre o assunto e disse estar disposto a deixar de dublar o personagem, abrindo espaço para um dublador indiano, além de pedir roteiristas indianos na série. “Eu pensei muito nisso. Muito mesmo. E meus olhos foram abertos. Eu acho que o mais importante é escutar as pessoas de origem indiana neste país e suas experiências. Ouvir as vozes deles significa incluí-los na sala dos roteiristas. Eu realmente quero ver indianos e pessoas do sul da Ásia nas salas de roteiro, informando em que direção o personagem pode seguir”, afirmou Azaria, que também dubla outros 30 personagens, entre eles Moe e o chefe de polícia Wiggam. “Eu estou perfeitamente disposto a sair e ajudar a fazer uma transição para algo melhor. Espero que ‘Os Simpsons’ façam isso. É o que eu sinto que é a coisa certa a fazer agora”, afirmou ele. O tratamento dado a Apu já rendeu até um documentário lançado em 2017, “The Problem with Apu”, em que o comediante Hari Kondabolu questionou tanto o estereótipo indiano, quanto o fato de ele ser dublado por alguém imitando o sotaque dos asiáticos. A resposta veio num episódio de “Os Simpsons” exibido no começo de abril, que só piorou a situação. Na trama, Lisa dizia: “Algo que começou há décadas, aplaudido e inofensivo, agora é politicamente incorreto. O que se pode fazer?” O comediante Hari Kondabolu, produtor e narrador de “The Problem with Apu”, reagiu negativamente logo após a exibição do episódio. Em sua conta no Twitter, ele escreveu: “Uau. Politicamene incorreto? Este foi o aprendizado do meu filme e da discussão que ele despertou? Cara, eu realmente amava este programa. Isto é triste.” Veja abaixo a entrevista com Hazaria, que aborda a controvérsia.
Clayne Crawford responde acusações de causar problemas nas gravações da série Máquina Mortífera
Após Clayne Crawford ser denunciado por diversos sites por supostamente causar problemas nas gravações da série “Máquina Mortífera” (Lethal Weapon), o ator veio à público comentar os rumores de que ele poderia ser responsável pelo cancelamento da produção. O intérprete do policial Martin Riggs na série baseada nos filmes da franquia “Máquina Mortífera” assumiu ter sido repreendido durante as gravações, mas não vestiu a carapuça de vilão, sugerida pelas reportagens. Leia abaixo a íntegra da declaração que o ator postou em sua conta pessoal no Instagram. “É verdade que fui repreendido duas vezes durante a última temporada de ‘Máquina Mortífera’. A primeira repreensão foi porque eu reagi com raiva contra condições de trabalho que senti que não eram seguras ou favoráveis ao bom trabalho, sob o comando de um diretor convidado e assistente de direção, que, por sua vez, ficaram com raiva da minha reação. Eu estive nos Recursos Humanos, pedi desculpas pela minha parte do conflito e completei a terapia indicada pelo estúdio em outubro. Até compartilhei uma parte considerável do meu pagamento com uma das partes envolvidas, de acordo com as instruções do estúdio. A segunda reprimenda aconteceu apenas algumas semanas atrás, durante o episódio que eu estava dirigindo. Um ator no set se sentiu inseguro porque um fragmento de um efeito especial o atingiu. Foi um evento infeliz, que aconteceu apesar de todas as precauções e procedimentos que estavam sendo seguidos. Eu assumo a responsabilidade pelo incidente, porque eu estava no comando do set. Eu absolutamente amo, respeito e cuido da minha equipe e elenco e nunca colocaria intencionalmente tantos empregos em risco. Além disso, eu amo o processo de fazer cinema e televisão. Eu aprecio e respeito o trabalho de todos os envolvidos. É preciso uma comunidade para fazer acontecer e lamento muito se a minha paixão por fazer um bom trabalho alguma vez tenha feito com que alguém se sentisse menos à vontade no set ou se sentisse menos do que apreciado pelos seus esforços. Por fim, peço desculpas a toda a equipe e elenco por qualquer atenção negativa que ‘Máquina Mortífera’ esteja recebendo por causa desses incidentes. Tenho muito orgulho em tratar todos na minha vida com dignidade e gentileza. Sou muito grato pelo meu trabalho e trabalho muito duro nisso. Eu tenho a responsabilidade de fazer um bom trabalho para meus colegas de trabalho, minha família e meu estado de origem, e mais especialmente para os fãs. Espero que eles fiquem comigo e com a série.” Forgive my delayed response. #truth Uma publicação compartilhada por Clayne Crawford (@claynecrawford) em 24 de Abr, 2018 às 12:53 PDT
Série The Path é cancelada ao final da 3ª temporada
O serviço de streaming Hulu cancelou a série “The Path” no final de sua 3ª temporada. A notícias foi compartilhada no Twitter por sua criadora, Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”). “Embora seja triste que ‘The Path’ esteja acabando, me sinto cheia de gratidão e orgulho. Foi um presente poder contar histórias desafiadoras e emocionantes por três temporadas neste mundo muito estranho e único. O calibre de talento e paixão que todos os que trabalharam nesse programa trouxeram – dos meus parceiros Jason Katims e Michelle Lee, os executivos do Hulu, os escritores, atores, diretores, designers e equipe – foi algo para se contemplar, e para o qual eu sou muito grata”, ela escreveu. A atração acompanhava os seguidores de uma seita controvertida e girava em torno da crise de fé do casal formado por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”). O elenco ainda destacava Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, além de Emma Greenwell (série “Shameless”) e Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”). E nos últimos episódios ainda contavam com Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”). O último episódio foi disponibilizado em 28 de março e serve agora como final da série.
Série baseada em Máquina Mortífera pode acabar por mau comportamento do protagonista
O que começou como boato de mau comportamento de um ator não identificado de uma série popular, espalhado pelo jornalista Michael Ausiello no TVLine, acabou virando denúncia do site Deadline, que apurou nesta segunda (23/4) quem estava aprontando e qual série corre risco de ser cancelada por causa disso. De acordo com a publicação, o ator Clayne Crawford, que interpreta o personagem Martin Riggs em “Leathal Weapon”, tem um histórico de mau comportamento no set de gravações. Segundo apuração do Deadline, os produtores já receberam várias reclamações de abuso emocional, dizendo que Crawford criou um ambiente hostil. A questão chegou a tal ponto que outros atores, bem como a equipe de “Lethal Weapon”, se sentem desconfortáveis de estarem no set com o ator. O problema é tão grave que estaria ameaçando o futuro da série, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”. A atração tem uma média de 4,2 milhões de telespectadores, audiência mais que razoável para o padrão da rede Fox. Mas pode ser cancelada se a equipe se recusar a atuar com Crawford. O papel de Martin Riggs, que foi vivido por Mel Gibson no cinema, também pode ser reescalado com outro ator. Isto era mais comum no passado – um dos casos mais famosos foi o marido de “A Feiticeira”, nos anos 1960. Mas, hoje em dia, os produtores tendem a simplesmente cortar o personagem, seja com uma morte conveniente, seja com uma explicação esfarrapada para o sumiço – casos de Kevin Spacey em “House of Cards” e Thomas Gibson em “Criminal Minds”.
Geena Davis vai voltar a Grey’s Anatomy
A atriz Geena Davis (“Thelma e Louise”) vai voltar a aparecer na série “Grey’s Anatomy“. Após ter um arco importante no 11º ano do drama médico, ela retomará o papel da Drª. Nicole Herman na reta final da atual temporada. A personagem irá aparecer no penúltimo episódio, que vai ao ar em 10 de maio nos Estados Unidos, para avisar Arizona (Jessica Capshaw) sobre o surgimento de uma grande oportunidade. Tudo indica que este será o caminho da saída de Arizona da série. A atriz Jessica Capshaw e sua colega Sarah Drew (intérprete de April) não voltarão na 15ª temporada, recentemente confirmada. Intitulado “Cold As Ice”, o episódio de Geena Davis também mostrará algum dos médicos do Grey Sloan Memorial Hospital ferido gravemente, fazendo todo o time refletir sobre o que é realmente importante em suas vidas. Espere muito drama e lágrimas. No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.
Grey’s Anatomy é renovada para a 15ª temporada
A rede ABC anunciou a renovação de “Grey’s Anatomy” para sua 15ª temporada. Com isso, a série criada por Shonda Rhimes passa a igualar “ER/Plantão Médico” como a mais longeva série de temática médica da TV americana. A renovação já era esperada, após a atriz Ellen Pompeo assinar contrato milionário para mais duas temporadas em janeiro. “‘Grey’s Anatomy’ possui um lugar especial no meu coração, e milhões de espectadores se sentem da mesma forma. Graças à feroz lealdade dos fãs que têm acompanhado esta jornada desde o início, e da nova geração que continua a descobrir a alegria e o drama do Grey Sloan Memorial, a série segue mais forte do que nunca”, destacou em comunicado a presidente de entretenimento da ABC, Channing Dungey. A série encerra sua 14ª temporada em 17 de maio, quando se despedirá de duas atrizes de seu elenco fixo, Jessica Capshaw (Arizona) e Sarah Drew (April). No Brasil, “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony.
Natalie Portman cria polêmica internacional ao se recusar a receber prêmio em Israel
A atriz Natalie Portman (“Aniquilação”) causou polêmica internacional ao se recusar a viajar a Israel para receber um prêmio de US$ 1 milhão. Criado em 2014, o Prêmio Gênesis homenageia pessoas notáveis ”que inspiram os outros através de sua dedicação à comunidade judaica e aos valores judaicos” e este ano seria entregue à atriz, que nasceu em Jerusalém. A atriz foi anunciada como homenageada em novembro pela organização. Mas não irá participar do evento, marcado para junho. Em um comunicado publicado em seu site, a fundação lamentou a decisão. “Eventos recentes em Israel foram extremamente perturbadores para ela, e ela não se sente à vontade para participar de qualquer evento público em Israel”, diz o texto. “A Sra. Portman é uma atriz altamente talentosa, uma ativista social comprometida e um ser humano maravilhoso. Os funcionários da Fundação gostaram de conhecê-la nos últimos seis meses, admiram sua humanidade e respeitam seu direito de discordar publicamente das políticas do governo de Israel”, elogiam os responsáveis pela premiação. “No entanto, estamos muito tristes por ela ter decidido não participar da cerimônia do Prêmio Gênesis em Jerusalém por razões políticas. Tememos que a decisão de Portman faça com que nossa iniciativa filantrópica seja politizada, algo pelo qual trabalhamos duramente nos últimos cinco anos para evitar”. Israel foi alvo de críticas internacionais nas últimas semanas por ter usado táticas letais durante confrontos com palestinos na fronteira com Gaza, nos quais 31 palestinos morreram e centenas ficaram feridos, entre eles o cinegrafista Yasser Murtaja, do premiado documentário “Human Flow”, assassinado por militares israelenses enquanto vestia um colete escrito “imprensa”. O governo de Israel diz que a ação foi uma defesa de sua fronteira. Após o anúncio do cancelamento da homenagem, um deputado do parlamento de Israel defendeu que a atriz seja privada de sua cidadania israelense, por conta de sua postura. “Portman não tem problemas em explorar suas raízes judias para promover sua carreira ou em expressar seu orgulho por fugir do serviço [militar]. E há pessoas respeitadas que acham que ela merece a honraria, chamada de ‘Prêmio Nobel Judaico’. Mas o título é ‘O Fim’: O ministro [Aryeh] Deri [Interior]deveria tirar sua cidadania israelense”, declarou Oren Hazan, do partido governista Likud, em seu Twitter, pedindo também um boicote aos filmes da artista. Diante da polêmica, ela resolveu se manifestar. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (20/4), a atriz deixou claro que seu protesto não é contra a comunidade judaica, da qual ela se orgulha de pertencer, e sim contra o atual governo do primeiro ministro Benjamin Netanyahu. “Minha decisão de não comparecer à cerimônia do Prêmio Gênesis foi descaracterizada por outros. Deixe-me falar por mim mesma. Decidi não comparecer porque não queria aparecer endossando Benjamin Netanyahu, que fará um discurso na cerimônia. Da mesma forma, eu não faço parte do movimento BDS e não o endosso” escreveu ela, referindo-se ao grupo que prega boicote e sanções contra Israel pelo tratamento dado aos palestinos e à Cisjordânia. “Como muitos israelenses e judeus ao redor do mundo, posso ser crítica da liderança em Israel sem querer boicotar toda a nação. Eu valorizo meus amigos e familiares israelenses, a comida israelense, os livros, a arte, o cinema e a dança. Israel foi criado exatamente há 70 anos como um refúgio para refugiados do Holocausto. Mas os maus tratos contra aqueles que sofrem com as atrocidades de hoje simplesmente não estão de acordo com meus valores judaicos. Porque eu me importo com Israel, eu devo protestar contra a violência, a corrupção, a desigualdade e o abuso de poder”, acrescentou.
Lars Von Trier é “perdoado” e volta ao Festival de Cannes em meio à denúncias de abuso sexual
O diretor dinamarquês Lars von Trier está de volta ao Festival de Cannes, apenas sete anos e dois filmes depois de ser considerado “persona non grata” no evento. Seu novo filme, “The House that Jack Built”, será exibido fora de competição. Seco, o comunicado diz apenas isso, além de citar a decisão do presidente do festival. “Pierre Lescure, presidente do Festival, e seu conselho de administração decidiram acolher o retorno do diretor dinamarquês Lars von Trier, Palma de Ouro de 2000, na mostra oficial. Seu novo filme será exibido fora de competição”, diz a íntegra da nota. “Pierre Lescure trabalhou muito nos últimos dias para tentar retirar o status de persona non grata” do dinamarquês, acrescentou Thierry Frémaux, diretor geral do festival. Von Trier tinha sido banido em 2011, após afirmar, na entrevista coletiva da première de “Melancolia”, que tinha “simpatia” por Hitler. Apesar de um pedido de desculpas, justificado por sua dificuldade com a língua inglesa, ele foi expulso do festival e declarado “persona non grata” na Croisette, uma punição sem precedentes. Apesar disso, “Melancolia” permaneceu na competição e rendeu o prêmio de Melhor Atriz para a americana Kirsten Dunst. Seu retorno acontece em meio a escândalos sexuais cometidos em seu estúdio e graves acusações de abusos, reveladas numa reportagem da revista The New Yorker e por uma denúncia da cantora Bjork, inspirada pelo movimento #MeToo. No caso de Bjork, os abusos teriam acontecido durante as filmagens de “Dançando no Escuro”, musical que rendeu a Palma de Ouro ao diretor no festival de 2000. Ela compartilhou nas redes sociais algumas das propostas indecentes que ouviu e descreveu explosões de raiva do “dinarmaquês” (que ela não nomeia) por se recusar a ceder. Já a jornalista Anne Lundtofte descreveu, na reportagem da New Yorker, o “lado negro” da companhia de produção Zentropa, criada pelo diretor. Segundo a denúncia, Von Trier obrigava todos os empregados da Zentropa a se despirem na sua frente e irem nadar nus com ele e seu sócio, Peter Aalbaek Jensen, na piscina do estúdio. Em novembro, a polícia da Dinamarca iniciou uma investigação sobre denúncias de assédio na Zentropa. Entrevistadas pelo jornal dinamarquês Politiken, nove ex-funcionárias revelaram que pediram demissão por não aguentarem se submeter ao assédio sexual e bullying diários. Elas também apontaram Peter Aalbaek Jensen, ex-CEO do estúdio, como um dos principais assediadores. Ou seja, a decisão de “perdoar” Von Trier não poderia ter acontecido no pior momento possível, em franco contraste com as reivindicações do movimento #MeToo. “The House That Jack Built” traz Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Uma Thurman (“Ninfomaníaca”) e Bruno Ganz (“O Leitor”) numa história de serial killer.
Novo comercial de Han Solo mostra primeiro voo com a nave Millennium Falcon
A Disney/Lucasfilm divulgou um novo comerical de “Han Solo: Uma História Star Wars”, que destaca o personagem-título (agora encarnado por Alden Ehrenreich, de “Ave César!”) embarcando pela primeira vez na nave Millennium Falcon, ao lado de seu fiel escudeiro Chewbacca (Joonas Suotamo). Também há destaque para cenas de um jogo de cartas, que incluem o jovem Lando Calrissian (Donald Glover, da série “Atlanta”). Segundo a mitologia de “Star Wars”, foi num jogo desses que Han Solo ganhou a Millennium Falcon. Além destes personagens da trilogia original de “Star Wars”, o prólogo também traz novos papéis para Emilia Clarke (série “Game of Thrones”), Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e Thandie Newton (série “Westworld”) – além de Phoebe Waller-Bridge (série “Fleabag”), que dubla o droide L3-37. O longa tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e sua produção teve bastidores tumultuados. O diretor Ron Howard assina a versão final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. “Han Solo” terá sua première mundial em 15 de maio, numa exibição especial durante o Festival de Cannes, e chega aos cinemas brasileiros nove dias depois, em 24 de maio.
O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil
Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.
Teaser de Cara Gente Branca revela data de estreia da 2ª temporada
A Netflix divulgou seis fotos e um teaser legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.












