Senadores americanos não querem que Netflix produza nova série dos criadores de Game of Thrones
Cinco senadores do Partido Republicano dos Estados Unidos, o mesmo do presidente Trump, pediram à Netflix que reconsidere a decisão de transformar em série o best-seller sci-fi “O Problema Dos Três Corpos”. O motivo? O autor Liou Cixin é chinês e propaga a “perigosa propaganda” do Partido Comunista. O projeto de adaptação de “O Problema Dos Três Corpos” está sendo sendo desenvolvido por David Benioff e D.B. Weiss, criadores da série “Games of Thrones”, em parceria com o cineasta Rian Johnson, que dirigiu “Guerra nas Estrelas: O Último Jedi”, e com produção da empresa de entretenimento Plan B, de Brad Pitt. Embora os senadores não tenham acusado este quarteto, afirmam que o autor chinês é comunista, apontando uma entrevista que ele concedeu à revista The New Yorker em junho. Ao ser questionado sobre o destino da minoria muçulmana uigur, alvo de detenções em massa em campos de concentração na China, Liu Cixin defendeu as autoridades chinesas. “Você preferiria que [os uigures] estivessem mutilando corpos em estações de trem e escolas em ataques terroristas?”, respondeu Liu. “De qualquer maneira, o governo está ajudando sua economia e tentando tirá-los da pobreza”, completou o escritor ao The New Yorker. Em seu recente lançamento “Mulan”, a Disney também agradeceu as autoridades chinesas da região em que as detenções em massa ocorreram – e onde a adaptação da fábula chinesa foi filmada. Os senadores não acusaram a Disney de defender o comunismo chinês, mas enviaram uma carta ao chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, denunciando Liu por “repetir como um mantra a perigosa propaganda” do Partido Comunista. Os políticos afirmam que a empresa americana está “proporcionando uma plataforma para Liu produzir este projeto”. “Pedimos à Netflix que reconsidere seriamente” a decisão, conclui o texto. “O Problema dos Três Corpos” é o primeiro livro de uma trilogia composta ainda por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. Todos foram lançados no Brasil pela editora Suma. Ao anunciarem a adaptação, os criadores de “Game of Thrones” descreveram a obra de Liu Cixin como “a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo”, acrescentaram Benioff e Weiss. Os produtores e a Netflix não comentaram a politização da série pelos congressistas, cujo tom ressuscita a antiga Caça às Bruxas realizada por políticos americanos entre o final dos anos 1940 e todos os anos 1950. Durante um período atualmente considerado vergonhoso da História americana, congressistas atacaram Hollywood por fazer propaganda comunista e chegaram a ordenar a prisão de pessoas que se recusaram a denunciar colegas de profissão. A pressão política da extrema direita levou vários roteiristas a serem incluídos numa Lista Negra e proibidos de trabalhar na indústria cinematográfica. Esta perseguição só acabou em 1960, quando o ator e produtor Kirk Douglas desafiou os políticos e arriscou sua reputação ao contratar o “proibidão” Dalton Trumbo para assinar o roteiro de “Spartacus”. O filme não só se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria do cinema americano como venceu quatro Oscars.
Criadores de Game of Thrones anunciam série sci-fi épica na Netflix
Os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, anunciaram a produção de uma nova série para a Netflix. Trata-se de uma adaptação da trilogia “O Problema dos Três Corpos” (The Three-Body Problem), do chinês Liu Cixin, premiada com o Hugo Award (o Oscar da literatura sci-fi). A série vai contar a história do primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena e os responsáveis pela produção a consideram épica e “ambiciosa”. Mais épica e ambiciosa que “Game of Thrones”? Aparentemente. “A trilogia de Liu Cixin é a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”, disseram Benioff e Weiss, no comunicado que apresentou o projeto. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo.” A dupla se juntará ao showrunner de “The Terror: Infamy”, o roteirista-produtor Alexander Woo, para adaptar a trilogia para a Netflix. Além deles, o projeto também conta com o cineasta Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), os astros Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), Brad Pitt (via sua produtora Plan B) e o próprio Liu Cixin entre seus produtores executivos. “David Benioff, DB Weiss e Alexander Woo têm experiência em lidar com sagas ambiciosas no tempo e no espaço”, disse Peter Friedlander, vice-presidente de séries originais da Netflix. “Rian Johnson e [o parceiro de produção] Ram Bergman há muito tempo deslumbram os fãs com épicos emocionantes e alucinantes. Todos são ferozes defensores de ‘O Problema dos Três Corpos’. Como fãs fervorosos, foi especialmente significativo para nós obter o apoio de Liu Cixin, que criou este universo expansivo. Todos nós compartilhamos o mesmo objetivo: homenagear esta incrível história e levar seus integrantes na aventura de uma vida. ” “Tenho o maior respeito e fé na equipe criativa que adaptará ‘O Problema dos Três Corpos’ para o público da televisão”, disse o autor Cixin. “Eu me propus a contar uma história que transcende o tempo e os confins de nações, culturas e raças; uma que nos obriga a considerar o destino da humanidade como um todo. É uma grande honra como autor ver esta ficção científica única de viagens conceituais ganhar um fandom em todo o mundo e estou animado para que fãs novos e existentes em todo o mundo descubram a história na Netflix. ” A trilogia de Liu Cixin foi lançada no Brasil pela editora Suma e, além do volume inicial, “O Problema dos Três Corpos”, é composta por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. “The Three-Body Problem” é a segunda série que Benioff e Weiss apresentam para a Netflix desde que assinaram um acordo geral milionário com a plataforma em 2019. A primeira foi “The Chair”, uma comédia dramática criada pela atriz Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”), esposa de Weiss, que acompanhará as intrigas e burocracias que cercam o departamento do curso de Inglês de uma grande universidade. Atualmente em pré-produção, “The Chair” será estrelada por Sandra Oh (de “Killing Eve”) e Jay Duplass (“Togetherness”).
Roteirista de Toy Story 4 fará série baseada nos quadrinhos de Paper Girls
A Amazon aprovou e oficializou a produção da 1ª temporada de “Paper Girls”, adaptação dos quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan (“Os Fugitivos”) e Cliff Chiang. Os quadrinhos são uma espécie de versão feminina de “Stranger Things” – só que estrearam um ano antes da produção da Netflix. Assim como em “Stranger Things”, a trama se passa nos anos 1980 e envolve quatro amigas que correm por sua cidadezinha de bicicletas. Mas há um motivo especial para elas usaram bikes. Elas trabalham como entregadoras de jornal (daí o nome Paper Girls). A trama se passa na manhã seguinte do Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro, que acaba envolvendo as quatro amigas num conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. O projeto tem produção da Legendary Television em associação com a Plan B, empresa de Brad Pitt, e foi inicialmente oferecido para análise da Amazon no ano passado. A adaptação é assinada por Stephany Folsom, co-roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com os roteiristas Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers (criadores de “Halt and Catch Fire”) e os autores dos quadrinhos. “Como grandes fãs do que Brian e Cliff criaram em ‘Paper Girls’, não poderíamos estar mais animados com a oportunidade de dar vida a essa incrível aventura”, disseram Folsom, Cantwell e Rogers em comunicado. “Esta é uma história com tanto coração e tantas cores e dimensões únicas, e nossa sincera esperança não é apenas fazer justiça ao material original, mas fazer com que as ‘Paper Girls’ sejam diferentes de qualquer outra coisa atualmente na TV.” A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos já podem ser lidos no Brasil, em publicações da editora Devir. Veja abaixo algumas capas da edição americana, lançada pela Image Comics.
Empresa de filmes de Brad Pitt fecha parceria de produção com a Warner
A produtora Plan B, fundada por Brad Pitt, fechou um contrato de parceria, no estilo “first-look”, com a Warner Bros. Pictures. Isso significa que a Warner terá prioridade para avaliar projetos da produtora antes dos demais estúdios e decidir se deseja realizar os filmes. Além disso, também será responsável pela distribuição global das obras da Plan B, que até recentemente era parceira da Annapurna Pictures. Pitt fundou a Plan B em 2002 com seus sócios Dede Gardner e Jeremy Kleiner, e já produziu três longas vencedores do Oscar, “Os Infiltrados” (2006), “12 Anos de Escravidão” (2013) e “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016). “Brad, Jeremy e Dede são cineastas extraordinários. Seu histórico de excelência fala por si mesmo. Estamos muito animados para colaborar com eles nos filmes dinâmicos e singulares pelos quais são conhecidos”, disse um comunicado assinado por Toby Emmerich, presidente da Warner Bros. Pictures, e Courtenay Valenti, presidente de produção e desenvolvimento da empresa. Os próximos lançamentos da Plan B, produzidos antes da assinatura do contrato, são drama político “Irresistible”, de Jon Stewart, “Kajillionaire”, da diretora Miranda July, e “Minari”, de Lee Isaac Chung, premiado no Festival de Sundance 2020.
Josh Brolin vai estrelar série produzida por Brad Pitt na Amazon
Depois de enfrentar os super-heróis da Marvel no filme de maior bilheteria de todos os tempos, Josh Brolin vai trocar o cinema pelo streaming e estrelar uma série da Amazon. O intérprete de Thanos em “Vingadores: Ultimato” vai protagonizar “Outer Range” no papel de Royal Abbott, um fazendeiro de Wyoming que, em luta por sua terra e família, descobre um mistério insolúvel à beira do deserto. Além de estrelar, ele também vai coproduzir a série dramática ao lado de outro astro famoso, Brad Pitt. “Outer Range” foi desenvolvida pela produtora de Pitt, a Plan B, e faz parte de um acordo fechado entre a empresa e a Amazon para o desenvolvimento de atrações exclusivas. Ainda sem previsão de estreia, a série foi criada pelo estreante Brian Watkins, um dramaturgo que atualmente está escrevendo o novo filme de Stephen Soderbergh, “Ultraluminous”. Antes de aparecer na Amazon, Brolin será visto no remake da sci-fi “Duna”, que estreia em dezembro, e “Flag Day”, novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn, atualmente em pós-produção. Ele também vai retomar o papel de Thanos num episódio da série animada “What If?” (O que aconteceria se), que será lançada em 2021 na Disney+ (Disney Plus), e deve voltar a viver Cable em “X-Force”, filme derivado de “Deadpool”, cujo status atual é desconhecido.
Brad Pitt será homenageado pela carreira de produtor
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês) vai homenagear Brad Pitt e seus sócios na produtora Plan B pelas realizações de suas carreiras. Batizado com o nome do produtor do clássico “E o Vento Levou” (1939), o David O. Selznick Achievement Award será entregue a Pitt, Dede Gardner e Jeremy Kleiner por seu “excelente corpo de trabalho”, durante a premiação de 2020 do PGA Awards. Entre os homenageados anteriores do prêmio estão Barbara Broccoli, Jerry Bruckheimer, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Steven Spielberg e Kevin Feige. A Plano B produziu vários filmes premiados com o Oscar nos seus 18 anos de existência, incluindo “Os Infiltrados” (2006), “12 Anos de Escravidão” (2013) e “Moonlight” (2016), vencedores da categoria de Melhor Filme, além de títulos como “Kick-Ass” (2010), “A Árvore da Vida” (2011), “O Homem que Mudou o Jogo” (2011), “Guerra Mundial Z” (2013), “Selma” (2014), “A Grande Aposta’ (2015), “Vice” (2018), “Se a Rua Beale Falasse” (2018) e “Ad Astra” (2019). “Por quase duas décadas, a Plano B tem estado na vanguarda em trazer histórias únicas e convincentes que inspiram, motivam e se conectam a diversos públicos”, disseram Gail Berman e Lucy Fisher, presidentes da PGA. “A dedicação deles em abordar alguns dos tópicos mais oportunos dos Estados Unidos com uma nova perspectiva e uma voz distinta em suas narrativas é vital para elevar a a arte e a técnica do cinema”. A 31ª edição do PGA Awards será realizada em 18 de janeiro, no Hollywood Palladium, em Los Angeles.
Paper Girls: Quadrinhos do criador de Fugitivos vão virar série da Amazon
A Amazon vai transformar “Paper Girls”, quadrinhos premiados de Brian K. Vaughan e Cliff Chiang, numa série da plataforma Prime Video. A adaptação está a cargo de Stephany Folsom, roteirista de “Toy Story 4”, que também produzirá a atração em parceria com Vaughan. A trama é uma espécie de versão feminina de “Stranger Things”, publicada um ano antes da estreia da produção da Netflix, e se passa na manhã seguinte ao Halloween de 1988, quando a cidade fictícia de Stony Stream é surpreendida pela invasão de uma misteriosa força do futuro. As personagens centrais são quatro meninas que trabalham de bicicletas como entregadoras de jornal (Paper Girls) e se vêem involuntariamente envolvidas no conflito entre duas facções rivais de viajantes do tempo. Em grande demanda no mercado de séries, Brian K. Vaughan também é o autor de “Fugitivos” (Runaways) da Marvel, que virou atração da plataforma Hulu, e “Y – O Último Homem” (Y – The Last Man) da DC/Vertigo, que se encontra em desenvolvimento no canal pago FX As gravações de “Paper Girls” serão realizadas pelas empresas Legendary TV e Plan B, a produtora de Brad Pitt. A série não tem previsão de estreia, mas os quadrinhos podem ser encontrados no Brasil em publicações da editora Devir. Veja abaixo algumas capas da edição americana, lançada pela Image Comics.
Brad Pitt vai produzir filme sobre o escândalo sexual de Harvey Weinstein
A produtora Plan B, do ator Brad Pitt, se associou a Annapurna Pictures para produzir um filme sobre a investigação jornalística que revelou o escândalo sexual do produtor Harvey Weinstein. A informação foi confirmada pelo jornal The New York Times, que faz parte da própria história. O filme contará a luta das repórteres do New York Times, Jodi Kantor e Megan Twohey, que enfrentaram ameaças e intimidações do então todo-poderoso magnata de Hollywood para apurar e publicar a reportagem do escândalo, que abriu as portas para uma revolução na indústria cinematográfica. A ideia é realizar um filme de investigação jornalística ao estilo de “Spotlight: Segredos Revelados”, que venceu o Oscar 2016, e o recente “The Post – A Guerra Secreta”. Pitt também pode virar personagem da história. O ator chegou a confrontar Weinstein e ameaçá-lo após ele assediar sua então namorada Gwyneth Paltrow, na época do filme “Emma” (1996). Antes das filmagens, ela foi chamada à suíte do produtor em um hotel em Beverly Hills. A atriz disse que ele colocou a mão nela e sugeriu que eles fossem ao quarto para fazer massagens. Esta história veio à tona numa das primeiras reportagens do escândalo. A reportagem que levou à queda de Weinstein foi publicada no New York Times em 5 de outubro, e apenas após a atriz Ashley Judd tomar coragem para se tornar a primeira a deixar seu nome ser publicado em denúncia contra o magnata. Inspiradas pela coragem da atriz, diversas estrelas famosas se sentiram encorajadas a compartilhar suas experiências de terror, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Léa Seydoux, Cara Delevingne, Uma Thurman e muitas outras. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou em seguida as primeiras denúncias de estupro, inclusive de Mia Sorvino e Asia Argento. E logo em seguida o jornal Los Angeles Times desnudou a conexão do produtor com o mundo da moda, com relatos de modelos. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participava e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, do BAFTA (a Academia britânica), do PGA (Sindicato dos Produtores) e da Academia de Televisão, responsável pelo Emmy. Sua esposa, Georgina Chapman, estilista da grife Marchesa, pediu divórcio e ele ainda deve enfrentar processos criminais. Desde então, outros casos foram denunciados, em meio a um movimento espontâneo fomentado nas redes sociais com a hashtag MeToo, que proporcionou um ajuste de contas contra assediadores na indústria do entretenimento.
Timothée Chalamet será o rei Henrique V em filme produzido por Brad Pitt
O ator Timothée Chalamet, indicado ao Oscar 2018 por “Me Chame pelo seu Nome”, vai viver o jovem monarca britânico Henrique V no drama “The King”, com produção de Brad Pitt e sua produtora Plan B. Na trama, após seu irmão ser morto em batalha antes de sua coroação, o jovem Henrique é coroado rei no final dos anos 1300. O governante relutante assume a coroa em um momento em que a Inglaterra estava à beira de uma guerra com a França, e o império está balançando. Mas ele se mostra mais que apto para lidar com a situação. O filme é inspirado pela peça “Henrique V”, de William Shakespeare, que foi adaptada há 19 anos no filme homônimo, responsável por colocar o ator e diretor Kenneth Brannagh no mapa de Hollywood. A nova versão foi escrita por David Michôd e o ator Joel Edgerton. Os dois trabalharam juntos antes em “Reino Animal” (2010). Michôd vai dirigir o novo filme, que ainda terá o ator Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) no elenco. O diretor australiano também já trabalhou com Pattinson anteriormente, no filme “The Rover – A Caçada” (2014). Ainda não há previsão de estreia.
Novo trailer de Okja destaca os elogios da crítica internacional
A Netflix divulgou um novo trailer da fantasia sul-coreana “Okja”, que destaca os elogios da crítica durante sua exibição no Festival de Cannes 2017. Além de saudar o trabalho do diretor e roteirista Bong Joon Ho (“Expresso do Amanhã”), as frases de impacto aplaudem a sempre ótima Tilda Swinton (“Doutor Estranho”) e o desempenho da pequena Ahn Seo Hyun, que, apesar de ter apenas 13 anos, já possuiu uma dezena de títulos em seu currículo, inclusive o drama premiado “A Empregada” (Hanyo, 2010). Na trama, Okja é uma espécie de “superporco” criado em laboratório pela empresa Mirando, dirigida pela personagem de Tilda Swinton, com o objetivo de acabar com a fome mundial. O problema é que o bicho é fofo demais e vira o animal de animação de uma garotinha, que se desespera ao vê-lo ser levado para o abatedouro e se junta a um grupo de ativistas para libertá-lo. Produzido pela Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, o filme também traz em seu elenco os atores Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho. “Okja” estreia em streaming no dia 28 de junho.
Michael B. Jordan e o diretor Ryan Coogler farão quarto filme juntos
O ator Michael B. Jordan e o diretor Ryan Coogler vão fazer o quarto filme consecutivo de sua parceria. Segundo o site The Hollywood Reporter, trata-se de um drama intitulado “Wrong Answer”, baseado num caso real ocorrido em uma escola de Atlanta, em 2014. O filme trará Michael B. Jordan como Damany Lewis, professor de matemática que luta contra a pressão imposta aos estudantes de famílias de baixa renda e contra as metas irreais dos testes nacionais que avaliam o ensino escolar. Para evitar que o colégio fechasse, ele organiza um grupo de docentes para burlar o exame. O escândalo terminou com 11 professores condenados na Justiça dos Estados Unidos por fraude. Amuleto de Coogler, Jordan estrelou todos os longas do diretor, que incluem “Fruitvale Station” (2013), “Creed” (2015) e o vindouro “Pantera Negra”, previsto para fevereiro. Uma curiosidade da nova produção é que seu roteirista, Ta-Nehisi Coates, é escritor dos quadrinhos do “Pantera Negra”. A produção de “Wrong Answer” está a cargo de Brad Pitt, por meio de sua produtora Plan B. O filme ainda não tem cronograma de produção nem data de estreia prevista.
Okja: Nova fantasia do diretor de Expresso do Amanhã ganha vídeo legendado e pôsteres de personagens
A Netflix divulgou sete pôsteres de personagens e um vídeo legendado de “Okja”, novo filme do diretor Bong Joon Ho (“Expresso do Amanhã”). A prévia destaca a protagonista da trama, a pequena Ahn Seo Hyun, que, como mostra o vídeo, enfrenta qualquer obstáculo para encontrar seu bicho de estimação, a simpática criatura do título. Apesar de ter apenas 13 anos, a atriz sul-coreana tem uma dezena de títulos em seu currículo, inclusive o drama premiado “A Empregada” (Hanyo, 2010). Na trama, Okja é uma espécie de “superporco” criado em laboratório pela empresa Mirando, dirigida pela personagem de Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), com o objetivo de acabar com a fome mundial. O problema é que o bicho é fofo demais e vira o animal de animação de uma garotinha, que se desespera ao vê-lo ser levado para o abatedouro e se junta a um grupo de ativistas para libertá-lo. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e o elenco também conta com Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho. Exibido no Festival de Cannes 2017, entre vaias de protesto contra a participação da Netflix no evento e elogios da crítica internacional, “Okja” estreia em streaming no dia 28 de junho.
Elenco de Okja avisa: “A Netflix vai mudar o mundo”
O elenco de “Okja”, um dos filmes produzidos pela Netflix no Festival de Cannes, deu uma entrevista arrojada para o site Deadline. Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”) e Steven Yeun (série “The Walking Dead”) falaram com muito mais empolgação sobre o que a Netflix representa para o futuro do cinema do que na entrevista coletiva oficial. “A Netflix vai mudar o mundo”, disse candidamente Esposito. Os atores apontaram que o principal diferencial não está no lugar onde filme do sul-coreano Bong Joon Ho será visto, mas como ele foi feito e quantas pessoas o verão. “Bong Joon Ho só conseguiria realizar esse filme do jeito que fez porque teve completa liberdade. Esta é maior mensagem que se tira disso”, avaliou Yeun. “Como cineasta, você quer que seu filme seja visto pelo maior número de pessoas e no maior quantidade de lugares em que for possível. E para este filme, ser feito como uma produção de baixo orçamento para uma exibição durante um mês, não seria o suficiente. Este é um grande filme visionário e graças a Deus que alguém apareceu e cobriu os valores para ele ser realizado”, completou Esposito. No encontro com a imprensa internacional, o diretor já tinha relatado como trabalhar com o serviço de streaming tinha sido uma experiência positiva, sem mencionar o sofrimento que passou com sua produção cinematográfica anterior. Para quem não lembra, “O Expresso do Amanhã” sofreu adiamentos sucessivos e ameaças do produtor Harvey Weinstein, que queria cortar o filme para que ficasse num tamanho que pudesse render mais sessões em salas de cinema. “A Netflix me deu um orçamento excepcional e total liberdade de criação, desde o roteiro à edição. Nunca interferiram no projeto. Não senti qualquer pressão deles, mesmo trabalhando em um filme que seria desaconselhável para menores de 13 anos”, comparou Joon Ho. Esposito demonstra otimismo em relação à convivência da Netflix e o parque de exibidor. Para isso, porém, algumas concessões precisarão ser feitas, principalmente por parte do circuito cinematográfico. Janelas como as da França, que exigem intervalo de três anos entre a exibição nas salas e a disponibilização em streaming, são superprotecionistas e já atuam contra os interesses dos próprios estúdios de cinema no mundo atual. “Acredito que, no futuro, encontraremos um meio termo feliz, onde os filmes serão exibidos por um período de tempo nos cinemas franceses, e é preciso resolver isso, pois nem os cinemas nem a Neflix vão sumir. Eles nos dão a oportunidade de ver filmes onde quisermos, como quisermos, inclusive no conforto das nossas casas, e a forma como a Netflix faz isso vai mudar o mundo”. “O jeito como os filmes são vistos já mudou muito ao longo dos anos e continua a mudar. Estar aqui, no meio de uma conversa tão intensa sobre mudanças, é interessante e uma honra”, conclui Lily Collins. Veja abaixo o vídeo com a entrevista completa com os atores do filme. Além deles, a produção ainda inclui Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Devon Bostick (série “The 100”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho.









