Saiba quanto vai custar assinar Disney+ no Brasil
A plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) já definiu seu preço para lançamento no Brasil. O serviço de streaming da Disney custará R$ 29 por mês. É um valor bem próximo ao do pacote padrão da Netflix (R$ 32,90), mas bem maior que os dos demais concorrentes do setor. Com lançamento marcado para 17 de novembro, a Disney+ (Disney Plus) disputará espaço não apenas com a Netflix, mas também a Amazon Prime Vídeo (R$ 9,90 mensais), Apple TV+ (também R$ 9,90) e até a Globoplay (R$ 22,90). O que valoriza o serviço é seu catálogo, repleto de sucessos que marcaram a infância de várias gerações. Como o acordo de licenciamento da Disney com a Amazon Prime Video chega ao fim na próxima quarta (30/9), quem quiser ver os super-heróis da Marvel, os filmes de “Star Wars”, os live-actions de fábulas encantadas e os desenhos da Pixar terá apenas a alternativa da Disney+ (Disney Plus). Além do catálogo da Disney, que também inclui séries do Disney Channel, a plataforma também disponibiliza conteúdos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Entre as séries inéditas, o destaque é para “The Mandalorian”, situada no universo de Star Wars, que chega por aqui já com duas temporadas disponíveis e aclamada pela crítica com oito vitórias no Emmy 2020. Além da assinatura mensal, a Disney+ (Disney Plus) também oferece um pacote de acesso anual por R$ 290 – com um desconto de R$ 58. A venda do serviço começará a ser feita um mês antes da estreia oficial, em 17 de outubro. Confira abaixo o trailer oficial do novo serviço de streaming.
Disney é processada por usar Duke Caboom em Toy Story 4
A companhia K&K Promotions, que afirma deter os direitos de imagem do falecido motociclista Evel Knievel (1938–2007), está processando a Disney por causa de “Toy Story 4”. A ação alega que o personagem Duke Caboom é inspirado no famoso dublê. As informações são do site TMZ, que teve acesso aos documentos do processo. Assim como Knievel, o personagem dublado por Keanu Reeves também faz acrobacias de motocicleta e usa uma capa em seu uniforme branco, com detalhes vermelhos. A K&K Productions aponta ainda que Evel Knievel teve um brinquedo produzido nos anos 1970, cujo comercial teria sido parodiado diretamente nas apropriações não autorizadas feitas por “Toy Story 4”. Veja abaixo. Alegando possuir os direitos de imagem do motociclista, a empresa exige reparações financeiras da Disney, que lucrou não somente com a bilheteria, mas também com produtos licenciados com a imagem de Duke Caboom.
Premiação preliminar do Emmy destaca Eddie Murphy, Rick and Morty e Má Educação
A premiação do Emmy realiza sua cerimônia oficinal neste domingo (20/9), mas vários artistas e produções já foram premiadas preliminarmente ao longo da semana, no que é chamado de Creative Arts do Emmy. São as categorias técnicas e de gêneros menos badalados, como animação, reality show, documentário e variedades. Nos últimos anos, a lista também passou a incluir o Melhor Telefilme. Como são praticamente uma centena de prêmios, os vencedores foram anunciados em cinco cerimônias consecutivas, realizadas de segunda (14/9) a sábado (19/9) passados. E entre as conquistas antecipadas, destaca-se o primeiro Emmy da carreira de Eddie Murphy, que venceu como Melhor Ator Convidado em Comédia, como apresentador do humorístico “Saturday Night Live”. O equivalente feminino deste prêmio ficou com Maya Rudolph, também por participação no “Saturday Night Live”, em que interpretou a senadora Kamala Harris, candidata a vice-presidente dos EUA. Assim como Murphy, ela nunca tinha vencido o Emmy. O detalhe é que a comediante foi duplamente premiada, pois também venceu um troféu pelo trabalho de dublagem na animação “Big Mouth”. As categorias de Convidados em Drama tiveram vitórias de Ron Cephas Jones por “This is Us” e de Cherry Jones por “Succession”. Apesar de compartilharem o mesmo sobrenome, os dois não são parentes, mas a filha do primeiro, Jasmine Cephas Jones, também foi premiada no evento, como Melhor Atriz em Série Curta por “#FreeRayshawn” – da plataforma Quibi. A vitória de Jasmine Cephas Jones marcou, ainda, um recorde para o Emmy, ao premiar um desempenho que durou exatamente 15 segundos na tela, tempo em que a atriz disse apenas três palavras. Entre os artistas, outro destaque ficou com RuPaul Charles, do reality “RuPaul’s Drag Race”, que quebrou um recorde ao faturar o quinto Emmy seguido como Melhor Apresentador de Reality Show. O vencedor da categoria de Melhor Telefilme foi a produção da HBO “Má Educação”, estrelada por Hugh Jackman e Allison Janney. Já nas categorias animadas, “Ricky and Morty” faturou seu segundo Emmy como Melhor Série do gênero e a Pixar, produtora campeã do Oscar, conquistou o primeiro Emmy de sua existência, com o desenho do Garfinho de “Toy Story”, “Forky Asks a Question”, premiado como Melhor Curta Animado pelo episódio “What is Love?”. Para completar, as categorias técnicas foram dominadas pelas séries “The Mandalorian”, que levou o merecido Emmy de Melhores Efeitos Visuais, e “Watchmen”, ambos com sete vitórias cada. A lista completa dos premiados pode ser conferida abaixo. Mas é só o aperitivo da premiação principal, que acontece a partir das 21h deste domingo, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT. Melhor Série de Animação Rick and Morty por “The Vat of Acid Episode” Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Eddie Murphy por “Host: Eddie Murphy” – Saturday Night Live Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Maya Rudolph por “Host: Eddie Murphy” — Saturday Night Live Melhor Ator Convidado em Série de Drama Ron Cephas Jones por “After the Fire” — This Is Us Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Cherry Jones por “Tern Haven” — Succession Melhor Telefilme Má Educação Melhor Série Documental The Last Dance Melhor Elenco em Série Limitada, Telefilme ou Especial Victoria Thomas, Meagan Lewis — Watchmen Mérito Excepcional em Documentário The Cave Melhor Apresentador de Reality Show ou Programa de Competição RuPaul Charles — RuPaul’s Drag Race Melhor Edição de Som em Série Limitada, Telefilme ou Especial Brad North, Harry Cohen, Jordan Wilby, Tiffany S. Griffith, Antony Zeller, A.J. Shapiro, Sally Boldt, Zane Bruce, Lindsay Pepper por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Maquiagem Contemporânea (Não-Prostética) Doniella Davy, Kirsten Sage Coleman, Tara Lang Shah por “And Salt The Earth Behind You” — Euphoria Melhor Figurino Contemporâneo Debra Hanson, Darci Cheyne por “Happy Ending” — Schitt’s Creek Melhor Cabelo de Época Michelle Ceglia, Barry Lee Moe, George Guzman, Michele Arvizo, Maria Elena Pantoja por “A Hollywood Ending” — Hollywood Melhor Especial de Variedade (Pré-Gravado) Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Composição Musical Para Série (Trilha Sonora Dramática Original) Ludwig Göransson por “Chapter 8: Redemption” — The Mandalorian Melhor Coreografia para Programação Roteirizada Mandy Moore, Coreógrafa, por Zoey’s Extraordinary Playlist Melhor Coreografia em Série de Variedade ou Reality Show Al Blackstone — So You Think You Can Dance Melhor Design de Abertura Mason Nicoll, Peter Pak, Giovana Pham, Cisco Torres — Godfather of Harlem Melhor Reality Show Não-Estruturado Cheer Melhor Série Infantil The Dark Crystal: Age of Resistance [empate] We Are The Dream: The Kids Of The Oakland MLK Oratorical Fest [empate] Melhor Comercial Back-to-School Essentials – Sandy Hook Promise Melhor Fotografia em Série de Única Câmera (Uma Hora) M. David Mullen por “Its Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Direção em Especial de Variedade Stan Lathan — Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Edição em Série de Comédia de Única Câmera Nena Erb, Lynarion Hubbard por “Lowkey Trying” — Insecure Melhor Roteiro em Especial de Variedade Dave Chappelle — Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Direção e Design de Iluminação em Série de Variedade Trevor Brown por “Host: John Mulaney” — Saturday Night Live Melhor Design de Produção em Série com Narrativa de Época ou de Fantasia (Uma Hora ou Mais) Martin Childs, Mark Raggett, Alison Harvey por “Aberfan” — The Crown Melhor Mixagem de Som em Série de Drama ou Comédia (Uma Hora) Ron Bochar, Matthew Price, George A. Lara, David Boulton por “A Jewish Girl Walks Into the Apollo…” — The Marvelours Mrs. Maisel Melhor Coordenação de Dublês em Série de Drama, Série Limitada ou Telefilme Ryan Watson — The Mandalorian Melhor Extensão Interativa De Uma Série Linear Mr. Robot — Season _4.0 ARG Melhor Elenco em Série de Comédia Lisa Parasyn, Jon Comerford — Schitt’s Creek Melhor Elenco em Série de Drama Amy Kaufman — Succession Melhor Série de Curta-Metragem Drama ou Comédia Better Call Saul Emplyee Training: Legal Ethics with Kim Wexler Melhor Série Animada de Curta-Metragem Forky Asks a Question: What Is Love? Melhor Programa Interativo Derivado Big Mouth Guide to Life Melhor Programa Interativo Original The Messy Truth VR Experience Inovação em Programação Interativa Ricardo Laganaro, Diretor, Ricardo Justus e Edouard de Montmort, Produtores – A Linha Sam Wasserman e Joseph Gordon-Levitt, Produtores, por Hitrecord: Create Together Melhor Design de Movimento Leanne Dare, Diretor de Criação, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes e David Navas, Animadores, por Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates Melhor Supervisão Musical Robin Urdang, Amy Sherman-Palladino, Daniel Palladino por “It’s Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Composição Musical em Série Limitada, Telefilme ou Especial (Trilha Dramática Original) Trent Reznor, Atticus Ross por “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” — Watchmen Melhor Letra e Música Labirinth – “All For Us” por “And Salt the Earth Behind You” — Euphoria Melhor Música Original em Abertura Nathan Barr — Hollywood Melhor Coordenação de Dublês em Série de Comédia ou de Variedade Eddie Perez — Shameless Melhor Dublador Maya Rudolph por “How to Have an Orgasm” — Big Mouth Melhor Ator em Série de Drama ou Comédia de Curta-Metragem Laurence Fishburne — #FreeRayshawn Melhor Atriz em Série de Drama ou Comédia de Curta-Metragem Jasmine Cephas Jones — #FreeRayshawn Melhor Coreografia em Programa Roteirizado Mandy Moore por “Routines: All I Do is Win, I’ve Got the Music in Me, Crazy” — Zoey’s Extraordinary Playlist Melhor Realização Individual em Animação Jill Dykxhoorn — Archer Dan MacKenzie por “Vavilov” — Cosmos: Possible Worlds Genndy Tartakovsky por “Spear and Fang” — Primal Scott Wills por “Spear and Fang” — Primal Stephen DeStefano por “A Cold Death” — Primal Melhor Motion Design Leanne Dare, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes, David Navas — Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates Melhores Efeitos Visuais Richard Bluff, Jason Porter, Abbigail Keller, Hayden Jones, Hal Hickel, Roy Cancino, John Rosengrant, Enrico Damm, Landis Fields por “Chapter 2: The Child” — The Mandalorian Melhores Efeitos Visuais em Papel Coadjuvante Dominic Remane, Bill Halliday, Becca Donohue, Leann Harvey, Tom Morrison, Ovidiu Cinazan, Jim Maxwell, Ezra Waddell, Warren Lawtey por “The Best Laid Plans” — Vikings Melhor Fotografia em Série Limitada ou Telefilme Gregory Middleton por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Fotografia em Série Multicâmera Donald A. Morgan por “It Ain’t My Fault” — The Ranch Melhor Fotografia em Série de Única Câmera (Meia Hora) “Chapter 7: The Reckoning” — The Mandalorian Melhor Cabelo Contemporâneo em Série Araxi Lindsey, Robert C. Mathews III, Enoch Williams por “Hair Day” — Black-ish Melhor Maquiagem (Não Prostética) em Série de Época ou Personagem Patricia Regan, Claus Lulla, Joseph A. Campayno, Margot Boccia, Michael Laudati, Tomasina Smith, Roberto Baez, Alberto Machuca por “It’s Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Maquiagem Prostética em Série, Série Limitada, Telefilme ou Especial James Robert Mackinnon, Vincent Van Dyke, Richard Redlefsen, Alexei Dmitriew, Neville Page, Michael Ornelaz por “Absolute Candor” — Star Trek: Picard Melhor Figurino em Série de Fantasia/Ficção Sharen Davis, Valerie Zielonka por “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” — Watchmen Melhor Figurino em Série de Época Amy Roberts, Sidonie Roberts, Sarah Moore por “Cri de Coeur” — The Crown Melhor Edição em Série de Comédia Multicâmera Cheryl Campsmith por “Boundaries” — One Day at a Time Melhor Edição em Série de Drama Única Câmera Bill Henry, Venya Bruk por “This Is Not For Tears” — Succession Melhor Edição em Série Limitada ou Telefilme Única Câmera Hank Van Eeghen por “A God Walks Into Abar” — Watchmen Melhor Mixagem de Som em Série de Comédia ou Drama de Meia Hora ou Animação Shawn Holden, Bonnie Wild, Chris Fogel por “Chapter 2: The Child” — The Mandalorian Melhor Mixagem de Som em Série Limitada ou Telefilme Douglas Axtell, Joe DeAngelis, Chris Carpenter por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Edição de Som em Série de Comédia ou Drama de Uma Hora Craig Henighan, Williams Files, Ryan Cole, Kerry Dean Williams, Angelo Palazzo, Katie Halliday, David Klotz, Steve Baine por “Chapter Eight: The Battle of Starcourt” — Stranger Things Melhor Edição de Som em Série de Drama ou Comédia de Meia Hora ou Animação David Acord, Matthew Wood, Bonnie Wild, James Spencer, Richard Quinn, Richard Gould, Stephanie McNally, Ryan Rubin, Ronni Brown, Jana Vance por “Chapter 1: The Mandalorian” — The Mandalorian Melhor Design de Produção em Série com Narrativa de Meia Hora Andrew L. Jones, Jeff Wisniewski, Amanda Serino por “Chapter 1: The Mandalorian” — The Mandalorian Melhor Design de Produção em Série com Narrativa Contemporânea de Uma Hora ou Mais Elisabeth Williams, Martha Sparrow, Robert Hepburn por “Household” — The Handmaid’s Tale Melhor Direção Musical Rickey Minor — The Kennedy Center Honors Melhor Curta-Metragem de Série de Variedade Carpool Karaoke: The Series Melhor Figurino em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show Marina Toybina, Grainne O’Sullivan, Gabrielle Letamendi, Candice Rainwater por “The Season Kick-Off Mask-Off: Group A” — The Masked Singer Melhor Cabelo Contemporâneo em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show Curtis Foreman por “I’m That Bitch” — RuPaul’s Drag Race Melhor Maquiagem Contemporânea em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show David Petruschin por “I’m That Bitch” — RuPaul’s Drag Race Melhor Roteiro em Série de Variedade Dan Gurewitch, Jeff Maurer, Jill Twiss, Juli Weiner, John Oliver, Tim Carvell, Daniel O’Brien, Owen Parsons, Charlie Redd, Joanna Rothkopf, Ben Silva, Seena Vali — Last Week Tonight With John Oliver Melhor Direção em Série de Variedade Don Roy King por “Host: Eddie Murphy” — Saturday Night Live Melhor Design e Direção de Iluminação em Especial de Variedade Robert Barnhart, David Grill, Pete Radice, Patrick Brazil, Jason Rudolph — Super Bowl LIV Halftime Show Starring Jennifer Lopez and Shakira Melhor Edição em Programa de Variedade Ryan Barger pelo segmento “Eat Shit Bob!” — Last Week Tonight with John Oliver Melhor Mixagem de Som em Série de Variedade ou Especial Paul Sandweiss, Tommy Vicari, Biff Dawes, Pablo Munguia, Kristian pedregon, Patrick Baltzell, Michael Parker, Christian Schrader, John Perez, Marc Repp, Thomas Pesa — The Oscars Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Controle de Vídeo em Especial Eric Becker, Kevin Faust, Ron Hirshman, Ed Horton, Helena Jackson, Jon Purdy, Jimmy Velarde, Allen Merriweather,...
Disney+define dia de lançamento no Brasil
Depois de anunciar o mês da chegada do seu serviço de streaming na América Latina, incluindo o Brasil, a Disney agora definiu o dia. A inauguração vai acontecer no dia 17 de novembro. A revelação aconteceu por acidente. Um perfil latino-americano da plataforma acabou adiantando a informação no Twitter, ainda com recados para serem executados por quem fosse publicar o conteúdo e com um aviso grande de “Não Publicar”, como sinal de que era preciso aguardar a ordem da matriz, mas, aparentemente, alguém acabou apertando no “Publicar” sem querer. Por conta disso, ainda faltam informações para o público, como, por exemplo, quanto a assinatura vai custar. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Além do catálogo da Disney, que incluem séries do Disney Channel, a plataforma trará para o Brasil grandes sucessos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Veja abaixo uma mostra do conteúdo que chega junto com o serviço. Animações da Disney: “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “Bambi”, “O Rei Leão”, “A Dama e o Vagabundo”, “Peter Pan”, “A Pequena Sereia”, “Cinderela” e outros Live-actions da Disney: “Aladdin”, “Mogli – O Menino Lobo”, “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera”, “Cinderela” e outros Produções da Marvel: Todos os filmes distribuídos pela Walt Disney Studios, de “Homem de Ferro” a “Vingadores: Ultimato” (com exceção dos filmes solo do “Homem-Aranha”) e algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979, incluindo “X-Men”, “Homem-Aranha” e “Marvel’s Runaways” Produções da saga “Star Wars”: Os nove episódios da saga completa desde a estreia em 1977 até 2019, além de títulos spin-off como “Rogue One: Uma História Star Wars” e “Han Solo: Uma História Star Wars” e algumas animações. Produções da Pixar: Todos os filmes da Pixar Animation Studios, como “Toy Story”, “Divertida Mente”, “Viva: A Vida é uma Festa”, “Wall-E”, “Up – Altas Aventuras”, “Monstros S.A.”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Valente” e outros, além de curtas, como “Bao” e “Os Heróis de Sanjay”, vencedores do Oscar Produções do Disney Channel: Séries como “Hannah Montana”, “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”, “Kim Possible”, “A Casa do Mickey Mouse”, “PJ Masks – Heróis de Pijama”, “Jake e os Piratas da Terra do Nunca” e outros, além de telefilmes, como a trilogia “High School Musical” e as franquias “Camp Rock” e “Descendentes”. Séries da Disney com produção local: Histórias como “Violetta”, “Sou Luna”, “BIA”, “O11ZE”, “Juacas”, “Peter Punk”, “Jungle Nest”, “Highway Rodando a Aventura”, “Quando Toca o Sino” e “Art Attack” Produções para crianças em idade pré-escolar: “Nivis: Amigos de outro mundo”, “Junior Express”, “A Floricultura da Nana”, “A Casa do Disney Junior”, “Morko e Mali”, “O Jardim da Clarilu”, “Playground” e “Playhouse Disney” Produções da National Geographic: Séries documentais e filmes como “One Strange Rock”, “Origens: A Evolução Humana”, “Jane Goodall: The Hope”, “Before the Flood”, “Ciência do Absurdo” e outros programas produzidos na América Latina, sem esquecer de “Free Solo”, documentário vencedor do Oscar. Além deste catálogo, o serviço vai trazer atrações exclusivas, algumas já lançadas e outras que estreiam até 2021. E esta é outra lista para se conferir. Produções inéditas da Marvel: As séries que continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” , como “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision”, “Loki” e “Gavião, Arqueiro”. Produções inéditas de “Star Wars”: “The Mandalorian”, que chega à 2ª temporada, mais duas séries em desenvolvimento centradas em Obi Wan Kenobi e Cassian Andor, e “Star Wars: The Clone Wars”, revival da série animada para seu grande final. Produções inéditas da Disney: o live-action “A Dama e o Vagabundo”, a comédia natalina “Noelle”, a aventura “Togo”, o musical “Hamilton”, “High School Musical: O Musical – A Série”, o filme teen “Secret Society of Second-Born Royals”, “The Imagineering Story”, série documental sobre os parques temáticos da Disney, e “Disney Family Sundays”, uma série em formato curto Produções inéditas da National Geographic: “The Right Stuff”, série sobre a corrida espacial dos anos 1980, adaptada do best-seller “Os Eleitos”, de Tom Wolfe. Produções inéditas da Pixar: “Pixar na Vida Real” e as séries de curtas animados “SparkShorts” e “Forky Asks a Question”, esta última derivada de “Toy Story 4”.
Lançamento da Disney+ (Disney Plus) é confirmado para novembro no Brasil
A Disney oficializou o lançamento da sua plataforma de streaming no Brasil em novembro. Em comunicado dirigido para os mercados da América Latina e Caribe, Diego Lerner, presidente da The Walt Disney Company Latin America, confirmou a data, estabelecida como meta desde o ano passado, e adiantou planos de produção de conteúdo local para a Disney+ (Disney Plus). “Sabemos que nosso público da América Latina está ansioso pela chegada do Disney+ (Disney Plus), o único serviço de streaming que oferecerá acesso exclusivo a todas as estreias dos conteúdos disponíveis de Disney, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic. Além disso, todos os clássicos animados da Disney estarão juntos pela primeira vez em um único e exclusivo destino. A proposta de entretenimento será complementada por uma oferta robusta de séries e filmes originais do Disney+ (Disney Plus), um selo de produção própria, com uma variedade de títulos que podem ser vistos apenas em nossa plataforma, bem como conteúdo original produzido localmente em vários países da região para os mais diversos públicos”, disse Lerner. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Mais detalhes sobre o lançamento serão anunciados “em breve”, de acordo com o release. Mas uma lista preliminar, incluída no texto, reforça que a plataforma trará para o Brasil os grandes sucessos da plataforma, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano.
Luca: Pixar revela primeira imagem de sua nova animação
O estúdio Pixar divulgou a primeira imagem de uma nova animação, intitulada “Luca”. A imagem (acima) registra o adolescente do título e seu novo melhor amigo, que na verdade esconde um segredo: ele é, na verdade, um monstro marinho que conseguiu se transformar em ser humano por um verão. O filme se passa numa bela cidade litorânea da Riviera Italiana e é um relato de amadurecimento sobre um garoto que vive um verão inesquecível, repleto de gelato, massas e passeios de scooter com seu novo amigo, sem saber que ele veio de outro mundo abaixo da superfície marinha. “Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera italiana onde eu cresci, mas porque no centro deste filme é uma celebração da amizade. As amizades de infância geralmente definem o caminho de quem queremos nos tornar e são esses laços que estão no centro de nossa história em ‘Luca’” , disse o diretor do filme, Enrico Casarosa, no comunicado de apresentação do filme. “Luca” será o primeiro longa dirigido por Casarosa, mas ele já assinou o curta “A Lua” (2011), indicado ao Oscar, e trabalhou na animação de vários projetos desde os anos 1990, incluindo os filmes da Pixar “Toy Story 4” (2019), “Os Incríveis 2” (2018) “Viva: A Vida é uma Festa” (2016), “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Ratatouille” (2007). Ainda não há previsão de estreia para “Luca”, mas antes dele a Pixar lançará o filme “Soul”, animação sobre um músico de jazz que se vê preso no mundo das almas após um acidente. A estreia, adiada pelo coronavírus, está marcada para janeiro de 2021 no Brasil.
Soul: Nova animação da Pixar exalta a paixão pela música em trailer legendado
A Disney divulgou um novo trailer legendado de “Soul”, próxima animação da Pixar. E, curiosamente, a prévia se concentra no prólogo da história. Embalada pela canção “Parting Ways”, de Cody ChesnuTT, a prévia acompanha Joe Gardner, professor de música do Ensino Médio e entusiasta de jazz, dublado em inglês por Jamie Foxx. O vídeo destaca a paixão do personagem pela música, levando-o a fazer considerações sobre como ela ajuda a vida a começar. A ironia é que o filme mostra a seguir a aparente morte do protagonista, instantes após finalmente conseguir o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. E, ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-la de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. O elenco de dubladores originais ainda inclui Tina Frey (“Irmãs”), Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”). Escrito e dirigido por Pete Docter (“Divertida Mente”) e Kemp Powers (roteirista de Star Trek: Discovery), “Soul” tem estreia marcada para 20 de novembro nos EUA.
Kelly Asbury (1960 – 2020)
O diretor, roteirista e animador Kelly Asbury, que trabalhou em alguns dos principais desenhos animados americanos das últimas três décadas, morreu na sexta-feira (26/6) em Los Angeles, aos 60 anos, após uma longa batalha contra um câncer abdominal. Ele iniciou sua carreira no departamento de animação da Disney em 1983, onde ajudou a criar clássicos como “O Caldeirão Mágico” (1985), “A Pequena Sereia” (1989) e principalmente “A Bela e a Fera” (1991), que ele escreveu. Asbury se tornou diretor assistente na animação de stop-motion “O Estranho Mundo de Jack” (1993) e também trabalhou no gênero em “James e o Pêssego Gigante” (1996), ambos dirigidos por James Selick. Acompanhando de perto a evolução dos desenhos nos últimos anos, ainda integrou a equipe de roteiristas de “Toy Story” (1995), da Pixar, o primeiro longa inteiramente animado por computador, antes de se estabelecer na DreamWorks Animation, onde sua carreira deslanchou. Seu trabalho inicial na DreamWorks foi como supervisor de roteiros em “O Príncipe do Egito” (1998), “A Fuga das Galinhas” (2000, coprodução com o estúdio britânico Aardman), e no primeiro “Shrek” (2001), filme que viabilizou a ambição da DreamWorks de competir com a Disney. O sucesso de “Shrek” lhe permitiu alçar voos maiores. Em 2002, ele dirigiu seu primeiro longa animado, “Spirit, o Corcel Indomável”, dividindo os créditos com a roteirista Lorna Cook (“O Rei Leão”, “Mulan”). O filme foi exibido no Festival de Cannes, venceu quatro Annie Awards e disputou o Oscar de Melhor Animação. Em seguida, integrou o trio de diretores de “Shrek 2”, também indicado ao Oscar, em que se lançou como dublador, fazendo as vozes de vários personagens secundários. A experiência foi estendida a “Shrek Terceiro” (2007) e a todos os seus futuros trabalhos como diretor. Na DreamWorks, ele ainda trabalhou com as equipes de “Kung Fu Panda” e “Madagascar 2: A Grande Escapada” (ambos de 2008). Mas a demora para assumir outro filme o motivou a trocar o emprego fixo por projetos individuais. Seu primeiro trabalho solo como diretor foi “Gnomeu e Julieta” (2011), que ele também escreveu para a Touchstone (divisão da Disney), transformando as músicas de Elton John numa fábula shakeaspearana de anões de jardim. A produção voltou a aproximá-lo da Disney, levando-o a integrar a equipe de mais dois clássicos modernos do estúdio: “Detona Ralph” (2012) e o blockbuster “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013). Kelly Asbury também colaborou com a continuação “Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim” (2018) e dirigiu o primeiro longa animado dos Smurfs, “Os Smurfs e a Vila Perdida” (2017), para a Sony. Seus últimos trabalhos foram consultoria de roteiro em “A Família Addams” (2019), da MGM, e a direção de “UglyDolls” (2019), o último filme com sua assinatura e sua voz. “Todo mundo amava Kelly, era impossível não se encantar com ele ou se alimentar de sua energia positiva”, escreveu no Facebook Ronnie Del Carmen, diretor de “Divertida Mente”, que trabalhou com Asbury em “O Príncipe do Egito” e “Spirit, o Corcel Indomável” e lembrou que “as histórias do grande ‘deus Kell’ eram lendárias”. “Vou sentir muita falta dele. Descanse em paz, querido amigo”, despediu-se.
Disney lança primeiro curta LGBTQIA+ da Pixar
A Disney+ (Disney Plus) lançou na sexta-feira (22/5) seu primeiro desenho animado com protagonista LGBTQIA+. Trata-se de um curta da Pixar que apresenta um personagem abertamente gay. Intitulado “Out”, o desenho conta a história de Greg, um jovem que decidiu morar com o namorado Manuel, mas tem dificuldades para contar a verdade sobre sua identidade sexual para a família. Ele é surpreendido quando os pais chegam para ajudá-lo na mudança. E, vendo sua agonia, o cachorrinho de Greg tenta ajudá-lo a esconder seu segredo. O detalhe é que há mágica e transferência de corpos envolvida na situação – ao estilo do filme “Soltando os Cachorros” (2006). Dirigido por Steven Hunter, “Out” faz parte da série “Pixar SparkShorts”, uma coleção de curtas da Pixar, que nos episódios anteriores revelaram “Purl”, “Kitbull”, “Smash and Grab”, “Float”, “Wind” e “Loop”. Embora demore os fãs brasileiros ainda não tenham acesso à Disney+ (Disney Plus), a plataforma tem planos de expandir sua cobertura para a América Latina no final de 2020. Veja abaixo o trailer e o pôster de “Out”. The latest heartwarming tale from @Pixar’s #SparkShorts. Start streaming Out tomorrow on #DisneyPlus. pic.twitter.com/gRvBEdK1Iw — Disney+ (Disney Plus) (@disneyplus) May 21, 2020
Nova série dos Muppets ganha poster e data de estreia
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o primeiro pôster da nova série dos Muppets, intitulada “Muppets Now”, que revela a data de estreia da atração. A Disney adquiriu The Muppets Studio em 2004 e, após lançar dois filmes, tentou emplacar Kermit, Miss Piggy e cia. numa série de comédia da rede ABC, que, infelizmente, não acertou o tom e foi cancelada após uma temporada em 2016. A nova produção busca um novo caminho. “Muppets Now” será um série não-roteirizada que contará com a participação de celebridades. Isto significa que, além dos bonecos de Jim Henson, também terá entrevistas e/ou números musicais. O programa chegará ao streaming em 31 de julho, nos EUA. A Disney+ (Disney Plus) ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Disney anuncia adiamento de suas próximas animações
A Disney anunciou uma segunda rodada de adiamentos de seus filmes, desta vez focada em suas próximas animações. A nova produção da Pixar, “Soul”, foi deslocada de sua data original (25 de junho no Brasil) para 20 de novembro. E até “Raya and the Last Dragon”, que só estrearia em janeiro de 2021, sofreu mudança. Agora, será lançada em 12 de março do ano que vem. As alterações no calendário foram informadas pelo perfil do Twitter da Disney. Veja abaixo. Com os novos adiamentos, agora o primeiro filme do estúdio com previsão de estreia cinematográfica é o remake live-action de “Mulan”. O lançamento, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho, mês que outros estúdios ainda consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Como a pandemia do novo coronavírus continua longe de ter uma solução, não está descartada uma nova alteração. Disney and Pixar's Soul in theaters November 20, 2020. #PixarSoul pic.twitter.com/sH9EAOxpNr — Disney (@Disney) April 13, 2020 Raya and the Last Dragon in theaters March 12, 2021. pic.twitter.com/9eacSr2L9s — Disney (@Disney) April 13, 2020
Soul: Nova animação da Pixar apresenta a pós e a pré-vida em trailer legendado
A Disney divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “Soul”, próxima animação do estúdio Pixar. A prévia mostra a proposta ousada do filme, ao apresentar a pós-vida de uma alma e sua luta para retornar a seu corpo em coma. A trama gira em torno de Joe Gardner, um professor de música do Ensino Médio, frustrado por não poder cumprir seu propósito de tocar jazz e que morre no momento em que finalmente consegue o trabalho de seus sonhos, como pianista de uma banda. Ao ser transformado em alma, ele se rebela por achar que ainda tinha muito pelo que viver. Mas ao escapar da fila para o além, acaba caindo na pré-vida, onde as novas almas ganham suas personalidades. É lá que conhece 22, uma alma que não tem nenhuma vontade de viver na Terra, e enquanto tenta convencê-lo de que a vida é boa, descobre que seu corpo está em coma num hospital. As vozes principais são dubladas por Jamie Foxx (“Django Livre”) e Tina Frey (“Irmãs”), enquanto a direção está a cargo de Pete Docter (“Divertida Mente”) e o estreante Kemp Powers (roteirista de “Star Trek: Discovery”). Os dois também assinam o roteiro em parceria com Mike Jones (“Viva – A Vida É uma Festa”). O elenco de dubladores originais ainda inclui Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots), Phylicia Rashad (“Creed”) e Daveed Diggs (“Extraordinário”). A estreia segue marcada para 25 de junho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Dois Irmãos: Animação da Pixar é banida no Oriente Médio por incluir personagem LGBTQIA+
Vários mercados do Oriente Médio resolveram banir a animação “Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica” por incluir uma personagem LGBTQIA+ em sua história. A proibição se baseia numa fala da personagem Specter, uma ciclope dublada em inglês pela atriz e cineasta Lena Waithe, que revela que ela namora outra personagem feminina. A mera troca de gênero da palavra “namorada” a torna a primeira personagem abertamente LGBTQIA+ da história do estúdio. No “polêmico” trecho, Specter diz “a filha da minha namorada está me deixando louca”. Tudo se resume a uma palavra. E ela foi suficiente para o filme ter seu lançamento cancelado em Oman, Kuwait, Arábia Saudita e Qatar. Já a Rússia, conhecida por sua longa história de censura aos direitos da comunidade LGBTQIA+, trocou a palavra “namorada” por “parceiro” na animação. A animação estreou na quinta-feira (5/3) nos cinemas brasileiros.










