Miranda Otto será tia bruxa de Sabrina na nova série da aprendiz de feiticeira
O elenco de “Chilling Adventures of Sabrina” está cada vez melhor. A produção que reinventa “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira” como uma série de terror escalou Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”) como Zelda, uma das tias bruxas da protagonista. Ela e a irmã Hilda são responsáveis pela criação da adolescente. Segundo a descrição da personagem, Zelda é “orgulhosa e dovota” e acredita que servir o Senhor das Trevas é “uma grande honra”. Anteriormente, a atriz Lucy Davis, que roubou as cenas de “Mulher-Maravilha” como Etta Candy, foi escalada no papel de Hilda, e, claro, Kiernan Shipka (da série “Mad Men”) viverá Sabrina Spellman. Além das três, o casarão da família também terá a companhia do gato Salem e de Ambrose (Chance Perdomo, da série “Midsummer Murders”), o primo inglês de Sabrina, colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas com a família Spellman. Também já foram escaladas a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker (Jaz Sinclair, da série “The Vampire Diaries”) e a professora Mary Wardell (Michelle Gomez, de “Doctor Who”), que vira a vilã Madame Satã. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série terá o mesmo título da nova versão sombria da personagem, que reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.
Comerciais da 2ª temporada de Timeless trazem novas viagens no tempo e romance
A rede NBC divulgou os comerciais da 2ª temporada de “Timeless”, que foram reunidos num único vídeo, disponibilizado abaixo. As prévias mostram que os protagonistas continuarão viajando no tempo para salvar o mundo, mas agora de forma mais romântica, com direito a um beijo entre Wyatt (Matt Lanter) e Lucy (Abigail Spencer). O romance era um pedido dos fãs, que os roteiristas resolveram atender após as campanhas de apoio que ajudaram a série a ser renovada. Afinal, “Timeless” chegou a ter seu cancelamento anunciado pela rede NBC, mas em poucas horas os fãs se mobilizaram e conseguiram uma reversão da decisão. Ao comemorar a mudança, o produtor Eric Kripke, um dos criadores de “Timeless”, escreveu no Twitter que sua equipe tinha viajado no tempo para mudar a decisão da CBS, numa referência à trama da série. Desenvolvida por Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanha um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. A 2ª temporada estreia em 11 de março nos Estados Unidos.
Cineasta de Doentes de Amor vai dirigir piloto de comédia produzido por Ben Stiller
O diretor Michael Showalter (“Doentes de Amor”) fechou contrato para dirigir o piloto de “In the Dark”, nova série de comédia em desenvolvimento na rede CW com produção da Red Hour Films, produtora do ator Ben Stiller (“Zoolander”). Criado por Corinne Kingsbury (série “The Newsroom”), o projeto acompanha uma jovem viciada e irreverente que também é cega e a única “testemunha” do assassinato de seu amigo traficante de drogas. Quando a polícia rejeita seu testemunho “ocular”, ela resolve investigar por conta própria, com o auxílio de seu cachorro Pretzel, enquanto toca sua colorida vida amorosa e o trabalho que ela odeia na Breaking Blind – uma escola de cães-guia de propriedade de seus pais sobreprotetores. Além de dirigir “Doentes de Amor”, filme indie que foi sensação em 2017, Showalter também é co-criador das séries “Search Party” e “Wet Hot American Summer”.
Kat Dennings vai estrelar piloto de série do diretor de Pedro Coelho
Uma das atrizes mais procuradas para estrelar pilotos na atual temporada, Kat Dennings (série “2 Broke Girls”) definiu seu próximo projeto. Ela vai estrelar a adaptação do livro “How May We Hate You?”, escrito por Anna Drezen e Todd Dakotah Briscoe, aspirantes a roteiristas que, enquanto esperavam seus sonhos hollywoodianos virarem realidade, arranjaram empregos de concierges num hotel. A premissa foi transformada em roteiro de piloto por Justin Noble (roteirista da série “Brooklyn Nine-Nine”) e vai trazer Dennings como a funcionária responsável por atender às necessidades dos hóspedes num resort de luxo, que pagam mais por pernoite que ela deve de aluguel mensal. Altamente endividada, tudo que ela pode fazer é sorrir enquanto lida com a clientela insuportável, ao lado de seu melhor amigo e colega de trabalho – que ainda não foi contratado. O piloto será dirigido pelo cineasta Will Gluck (de “Annie” e do vindouro “Pedro Coelho”) para a rede americana ABC. Os executivos da emissora precisam aprovar o piloto para a produção ganhar encomenda de episódios e virar série.
Atriz de Grey’s Anatomy vai estrelar piloto do remake da série Roswell
A atriz Jeanine Mason, intérprete da Dra. Sam Bello em “Grey’s Anatomy”, vai estrelar o piloto do remake da série sci-fi “Roswell”, em desenvolvimento na rede CW. A ideia é atualizar o romance alienígena juvenil da produção de 1999 com uma subtrama de imigrantes ilegais (que também são chamados de aliens em inglês). Desenvolvida por Jason Katims (criador de “Parenthood”), a série original era baseada na coleção literária adolescente “Roswell High”, de Melinda Metz, sobre três alienígenas que viviam disfarçados entre humanos no colegial. Vale lembrar que seu piloto antecipou em detalhes a história depois escrita por Stephenie Meyer com o título “Crepúsculo”, com uma pequena diferença – Meyer usou vampiros em vez de aliens. A nova versão é da roteirista Carina MacKenzie (escritora de “The Originals”) e também se passa em Roswell, cidade conhecida por supostamente ter sido o local da queda de um disco voador nos anos 1950. Segundo a sinopse oficial, a trama vai acompanhar Liz Ortecho (Mason), uma pesquisadora biomédica e filha de imigrantes ilegais, que descobre uma verdade chocante sobre sua antiga paixão adolescente: ele é um alienígena que manteve suas habilidades sobrenaturais ocultas a vida inteira. Ela protege seu segredo enquanto os dois se reconectam e começam a investigar suas origens, mas quando um ataque violento e um acobertamento do governo apontam para uma grande presença alienígena na Terra, a política de medo e ódio ameaça expô-los e destruir o seu romance. A protagonista da atração dos anos 1990 era Shiri Appleby (hoje na série “UnReal”) e os alienígenas foram vividos por Jason Behr (série “Breakout Kings”), Brendan Fehr (série “The Night Shift/Plantão Noturno”) e Katherine Heigl (ela mesmo, antes de “Grey’s Anatomy”). Além deles, o bom elenco de apoio incluía Majandra Delfino (série “Friends with Better Lives”), Nick Wechsler (série “Revenge”), Colin Hanks (série “Fargo”), Emilie de Ravin (séries “Lost” e “Once Upon a Time”), Adam Rodrigues (série “Criminal Minds”) e William Sadler (série “Power”). Todos tiveram carreiras de sucesso. O remake está em desenvolvimento na rede CW. Para quem não lembra, a rede surgiu em 2006 da união de duas emissoras, a UPN e a WB (Warner). Pois “Roswell” era originalmente exibido no canal da Warner. Outra curiosidade sobre o piloto é que ele marcará a estreia na direção de Julie Plec, produtora-roteirista de “The Vampire Diaries” e “The Originals”. Ela também vai produzir a série com Carina MacKenzie, caso o piloto seja aprovado. Relembre abaixo as aberturas das três temporadas da série original, numa montagem ao som da música-tema, o hit “Here with Me”, de Dido.
Atriz de Mulher-Maravilha será tia bruxa de Sabrina na nova série da Netflix
A atriz Lucy Davis, que roubou as cenas de “Mulher-Maravilha” como Etta Candy, foi escalada no papel de uma das tias bruxas de Sabrina Spellman, na nova série da Netflix, baseada nos quadrinhos da editora Archie Comics. Ela vai viver a tia Hilda, que vive com sua irmã Zelda e a sobrinha Sabrina na antiga casa funerária da família. Ela é a curandeira e a fazedora de poções da família, que aceita encomendas de feitiços de amor de estudantes da escola da sobrinha, mas também lança maldições potentes contra os inimigos. Zelda ainda não foi escalada, mas Sabrina será interpretada por Kiernan Shipka (da série “Mad Men”). Além das três, o casarão da família também terá a companhia do gato Salem e de Ambrose (Chance Perdomo, da série “Midsummer Murders”), o primo inglês de Sabrina, colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas com a família Spellman. Também já foram escaladas a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker (Jaz Sinclair, da série “The Vampire Diaries”) e a professora Mary Wardell (Michelle Gomez, de “Doctor Who”), que vira a vilã Madame Satã. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Bem diferente da comédia teen “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” dos anos 1990, a protagonista lutará para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.
Vilã de Doctor Who será Madame Satã na série da aprendiz de feiticeira Sabrina
A nova série de Sabrina anunciou a contratação de três atores, entre eles a intérprete de uma vilã importante. A atriz escocesa Michelle Gomez, que viveu Missy, a versão feminina do vilão Mestre em “Doctor Who”, será a grande mentora/inimiga da jovem Sabrina (Kiernan Shipka, de “Mad Men”). Gomez vai viver Mary Wardell, professora favorita de Sabrina na Baxter High. O problema é que, ao ser possuída pela Madame Satã, a Sra. Wardell se transforma em uma manipuladora sensual e astuta, que tenta atrair Sabrina para o caminho das sombras da noite. A série também definiu o novato Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”) como Ambrose Spellman, o primo inglês de Sabrina, que é colocado sob prisão domiciliar pelo Conselho das Bruxas e não pode sair da casa funerária onde ele mora com a família Spellman. Apesar disso, Ambrose vira um “parceiro do crime” de Sabrina, sempre aprontando o pior. Por fim, Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”) será a melhor amiga de Sabrina, Rosalind Walker. Além de humana, ela é filha do pastor da cidade de Greendale. O responsável pela produção é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger (que dirigiu o piloto de “Riverdale”). Seguindo o reboot realizado nos quadrinhos, a série intitulada “Chilling Adventures of Sabrina” reimagina a origem e as aventuras da aprendiz de feiticeira como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. Originalmente, a bruxinha faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas acabou indo para a Netflix, em vez da rede CW – porque a CW preferiu apostar num remake de “Charmed”. Assim, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A 1ª temporada terá 10 episódios e deve estrear no final de 2018.
TNT encomenda série de suspense estrelada por Lily Rabe
O canal pago TNT encomendou a série de suspense “Deadlier than the Male”, estrelada pela atriz Lily Rabe (“American Horror Story”). Criada por Harriet Warner (roteirista da série britânica “Call the Midwife”), a trama vai seguir três pessoas de passados misteriosos e perigosos: uma jovem (Rabe) que uma vez encarou um assassino mortal, um ex-predador sexual (Hamish Linklater, de “Legion”) desesperado para encontrar a redenção e uma mãe (Amy Brenneman, de “The Leftovers”) obcecada por encontrar sua filha desaparecida. À medida que cada uma delas é empurrada para seus limites, a verdade sobre seus passados e motivações se torna mais turva, embaralhando as linhas que separam vítimas e algozes. O elenco também inclui Enrique Murciano (série “Bloodline”) e Chiara Aurelia (“Jogo Perigoso”). “Deadlier Than the Male” é o segundo piloto de drama aprovado pela TNT para a próxima temporada, após a sci-fi “Snowpiercer”, baseada no filme “Expresso do Amanhã” (2013).
Midnight Texas é renovada, mas perde dois atores
A rede NBC torturou o quanto pôde os fãs de “Midnight, Texas”, mas finalmente anunciou a renovação da série para sua 2ª temporada… com cortes. Apesar de ter causado sensação entre o público, a decisão sobre o futuro da série, exibida entre junho e setembro nos Estados Unidos, demorou cinco meses para ser conhecida, desde o final de sua temporada inaugural. E, para completar, a renovação veio com mudanças profundas. A começar, pelos showrunners. A Universal Television promoveu Eric Charmelo e Nicole Snyder (roteiristas-produtores de “Supernatural”) a showrunners. Os dois trabalharam como consultores na 1ª temporada e substituirão Monica Owusu-Breen (roteirista de “Agents of SHIELD”), que criou a série e atuou como showrunner nos primeiros episódios. Além disso, dois membros do elenco central, Sarah Ramos e Yul Vazquez, não voltarão como integrantes fixos da série. A esperança é que eles apareçam como estrelas convidadas, retomando seus personagens, para dar uma conclusão às suas tramas. Sarah Ramos interpretava o interesse romântico do protagonista, a jovem Creek Lovell, garçonete do único restaurante da cidade, e Yul Vazquez vivia o lobisomem e pastor local. Dos dois, a ausência de Creek será a mais sentida, pois a trama a apresentou como única razão para o médium Manfred (François Arnaud), protagonista da série, permanecer na cidade de Midnight. Infelizmente, os encolhimentos de elencos costumam ser habituais quando o acordo de renovação é aprovado com cortes de orçamento. Difícil entender as razões desse aperto, uma vez que a NBC tinha motivos para comemorar a série. Ela foi a mais assistida do verão passado entre adultos de 18 a 49 anos nos Estados Unidos. Seu episódio de estreia, com direção do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), foi visto por 3,6 milhões de telespectadores ao vivo e o final da temporada teve público de 2,7 milhões. Vale lembrar que a audiência de verão costuma ser mais menor que a de outono. Além de François Arnaud (série “The Borgias”), continuam na série Parisa Fitz-Henley (série “Luke Cage”), Arielle Kebbel (série “The Vampire Diaries”), Peter Mensah (série “Spartacus”), Dylan Bruce (série “Orphan Black”) e Jason Lewis (“Sex and the City”). A série é baseada numa franquia de livros sobre uma cidade de habitantes sobrenaturais, escritos por Charlaine Harris, que também é autora dos livros que originaram “True Blood”.
Don Johnson vai estrelar piloto da criadora de New Girl
O veterano ator Don Johnson, estrela de “Miami Vice” nos anos 1980 e pai de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), vai estrelar o novo piloto produzido por Liz Meriwether, a criadora de “New Girl”, para a rede Fox. Johnson vem de diversas participações televisivas, aparecendo como convidado nas séries “From Dusk Till Dawn” e “Lemony Snicket: Desventuras em Série”, co-estrelando a mal-sucedida “Blood & Oil” e vivendo um dos três protagonistas da britânica “Sick Note”, no ano passado. Agora, ele terá o principal papel masculino, interpretando o pai de Erin Foster (série “The O.C.”) no projeto intitulado “Daddy Issues”. O roteiro foi escrito pela própria Foster, baseado em seus problemas com seu pai real, o produtor musical David Foster. A trama gira em torno de Andi (Foster), que tem dificuldades para lidar com seu pai mulherengo (Johnson), especialmente após descobrir que ele se apaixonou por sua melhor amiga. A direção do piloto está a cargo da cineasta Kat Coiro (“Um Caso de Amor”). Para virar série, “Daddy Issues” precisa ter o piloto aprovado pelos executivos da rede Fox.
Ator de The Walking Dead será pai conservador em piloto de série de comédia
O ator Michael Cudlitz, primeira vítima de Negan na série “The Walking Dead”, vai tentar estrelar uma nova série. Ele será o protagonista do piloto de uma comédia desenvolvida por Tim Doyle, roteirista veterano de “Família Dinossauros”, “The Big Bang Theory” e “The Last Man Standing”, para a rede ABC. Ainda sem título, a sitcom se passa na década de 1970 e acompanha uma família irlandesa católica, que tem um pai da classe trabalhadora, uma mãe tradicional e oito filhos barulhentos, que navegam as grandes mudanças de uma das décadas mais turbulentas da América. Cudlitz assumirá o papel de patriarca da família, Mike Doyle. O personagem é descrito como um homem da classe trabalhadora com valores conservadores dos anos 1950, totalmente fora de contato com a realidade do início da década de 1970. O pai de oito filhos confia em sua igreja e no governo para lidar com os protestos e o descontentamentos dos estudantes contra a Guerra do Vietnã. O papel marca uma ruptura para Cudlitz, mais acostumado a estrelar produções dramáticas, como a já citada “The Walking Dead”, além do drama policial “Southland”. Mas para o projeto virar a série, o piloto precisará ser aprovado pela ABC. No ano passado, Cudlitz estrelou o piloto de “The Trustee”, que foi reprovado pelo mesmo canal.
Atriz de New Girl vai estrelar o piloto do remake de Super-Herói Americano
A atriz Hannah Simone já definiu seu próximo projeto após o fim da série “New Girl”. Ela foi contratada para estrelar o piloto de “The Greatest American Hero”, remake da série clássica “Super-Herói Americano”. Sucesso dos anos 1980, a comédia de super-herói vai tentar retornar do arquivo morto com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar seus poderes para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Simone foi uma das atrizes mais procuradas para estrelar pilotos em desenvolvimento nesta temporada. Ela recebeu múltiplas ofertas antes de escolher “The Greatest American Hero”. O projeto mantém a atriz, cujo pai é indiano, na produtora Fox, responsável por “New Girl” e que vai produzir a nova série, caso a rede ABC aprove o piloto. Ela será vista pela última vez no papel Cece, a melhor amiga de Jess (Zooey Deschanel), nos oito episódios finais de “New Girl”, que começam a ser exibidos em 10 de abril nos EUA.
Nova versão de Charmed terá uma jovem bruxa lésbica
A nova versão de “Charmed”, que teve seu piloto encomendado pela rede CW, será um reboot e não um remake, com personagens inteiramente novas. As jovens bruxas se chamam Mel, Macy e Madison – em vez de Piper, Phoebe, Paige e Prue. E o detalhe é que uma das irmãs bruxas será lésbica. O site TVLine teve acesso à ficha de casting do piloto, e ela revela que a lista de personagens centrais inclui a namorada de uma das protagonistas. As outras duas também terão namorados – um documentário e um solitário sensível. Os produtores estão procurando atores de todas as etnias para compor o elenco. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia original era um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pela nova versão são as mesmas do projeto rejeitado, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que o problema da versão passada nos anos 1970 é que Jennie Snyder Urman estava muito ocupada com “Jane the Virgin” para supervisionar o trabalho. Com mais tempo para repensar o conceito, todo o projeto foi redesenvolvido. O resultado agradou e teve seu roteiro aprovado para, ao menos, virar piloto.












