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    120 Batimentos por Minuto é o grande vencedor do César, o Oscar francês

    3 de março de 2018 /

    O César 2018, premiação que equivale ao Oscar da França, consagrou “120 Batimentos por Minuto” como melhor filme francês do ano. O longa de Robin Campillo venceu seis troféus na cerimônia da Academia Francesa de Artes e Técnicas do Cinema, que aconteceu na noite de sexta-feira (2/3), em Paris. Além do prêmio principal, de Melhor Filme, a produção ainda venceu os troféus de Roteiro Original (de Campillo), Ator Coadjuvante (Antoine Reinartz), Ator Revelação (Nahuel Pérez Biscayart), Edição (novamente de Campillo) e Trilha Original. O filme borda o ativismo LGBT durante a epidemia da AIDS e já tinha sido premiado no Festival de Cannes. Ele era o candidato da França ao Oscar 2018, mas acabou não integrando a lista final – o que rendeu incompreensão e protestos de Barry Jenkins, diretor de “Moonlight”, o filme vencedor do Oscar 2017. “120 Batimentos por Minuto” tinha 13 indicações ao César, mesmo número de “Au Revoir là-Haut”, passado durante a 1ª Guerra Mundial, que acabou ficando com cinco prêmios — de Melhor Direção (Albert Dupontel), Roteiro Adaptado (Dupontel e Pierre Lemaitre), Fotografia, Figurino e Design de Produção. A premiação ainda destacou “Petit Paysan”, de Hubert Charuel, sobre um pecuarista do interior da França que luta para salvar seu rebanho de vacas de uma epidemia, que recebeu três troféus – Melhor Ator (Swann Arlaud), Melhor Atriz Coadjuvante (Sara Giraudeau) e Melhor Filme de Estreia. Para completar, “Barbara”, obra metalinguista de Mathieu Amalric, passada nos bastidores de um filme sobre uma cantora francesa, ficou com dois troféus – Melhor Atriz (Jeanne Balibar) e Som. Pela primeira vez na história da premiação, o filme de maior sucesso de bilheteira também recebeu um César, que ficou com o besteirol “Uma Agente Muito Louca”, de Dany Boom. Entre as homenagens, a atriz espanhola Penélope Cruz foi responsável pela maior carga emocional da noite, indo às lágrimas ao receber um César Honorário por sua carreira das mãos do diretor Pedro Almodóvar. Confira abaixo os prêmios de longa-metragem. Vencedores do César 2018 Melhor Filme “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Campillo Melhor Direção Albert Dupontel (“Au Revoir là-Haut”) Melhor Atriz Jeanne Balibar (“Barbara”) Melhor Ator Swann Arlaud (“Petit Paysan”) Melhor Atriz Coadjuvante Sara Giraudeau (“Petit Paysan”) Melhor Ator Coadjuvante Antoine Reinartz (“120 Batimentos por Minuto”) Melhor Revelação Feminina Camelia Jordana (“Le Brio”) Melhor Revelação Masculina Nahuel Perez Biscayart (“120 Batimentos por Minuto”) Melhor Filme de Estreia “Petit Paysan”, de Hubert Charuel Melhor Roteiro Original Robin Campillo (“120 Batimentos por Minuto”) Melhor Roteiro Adaptado Albert Dupontel & Pierre Lemaitre (“Au Revoir Là-Haut”) Melhor Fotografia Vincent Mathias (“Au Revoir Là-Haut”) Melhor Edição Robin Campillo (“120 Batimentos por Minuto”) Melhor Desenho de Produção Pierre Quefféléan (“Au Revoir Là-Haut”) Melhor Figurino Mimi Lempicka (“Au Revoir Là-Haut”) Melhor Som Olivier Mauvezin, Nicolas Moreau & Stéphane Thiébaut (“Barbara”) Melhor Trilha Sonora Arnaud Reotini (“120 Batimentos por Minuto”) Melhor Animação “Le Grand Méchant Renard et Autres Contes”, de Patrick Imbert e Benjamin Renner Melhor Documentário “Eu Não Sou Seu Negro”, de Raoul Peck Melhor Filme Estrangeiro “Sem Amor”, de Andreï Zviaguintsev Maior Bilheteria “Uma Agente Muito Louca”, de Dany Boom

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  • Série

    Família de Versace protesta contra série que mostrará o assassinato do estilista italiano

    9 de janeiro de 2018 /

    A família do estilista Gianni Versace está protestando contra o canal pago FX por conta da 2ª temporada de “American Crime Story”, que ganhou o subtítulo de “The Assassination of Gianni Versace”. A reclamação é que se trata de um “trabalho de ficção”, vendido como história real, e que não há autorização para a série de antologia. “A família Versace não autorizou nem teve algum envolvimento com a vindoura série de TV sobre a morte do Sr. Gianni Versace”, disse um comunicado emitido pela grife Versace aos meios de comunicação na segunda (8/1). “Como Versace não autorizou o livro em que a trama parcialmente se baseia, nem participou da redação do roteiro, esta série de TV só deve ser considerada como uma obra de ficção”. O canal FX respondeu com seu próprio comunicado. “Como a série original, ‘American Crime Story: The People Vs OJ Simpson’, que se baseou no best-seller de não-ficção de Jeffrey Toobin, a sequência, ‘The Assassination of Gianni Versace’, é baseado na pesquisa verificada do best-seller de não-ficção de Maureen Orth “Vulgar Favors”, que examinou a vida de crimes de Andrew Cunanan. Nós defendemos o meticuloso relato da Sra. Orth.” O livro de Maureen Orth, sobre o qual a série limitada do roteirista Tim Rob Smith se baseia, foi publicado em 1999 e também não teve aprovação da família Versace. A série aprofunda os eventos que levaram ao assassinato do icônico estilista italiano, que foi baleado na frente de sua mansão de Miami Beach em 1997. Ele tinha 50 anos quando se tornou vítima de Andrew Cunanan, um serial killer que matou quatro homossexuais antes de chegar em Versace. Em novembro, a irmã de Versace e atual diretora da grife, Donatella Versace, disse que não tinha intenção de assistir a série, apesar da amizade com sua intérprete, a atriz Penélope Cruz (“Zoolander 2”). “Falei com Penélope. Ela é uma amiga e disse que vai me tratar com respeito – sim, mas não sei o que será [mostrado], a partir de um livro que diz incríveis falsidades”. Além da estrela espanhola, o elenco também destaca o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. O criador da série, Ryan Murphy, dirige o primeiro episódio, que vai ao ar em 17 de janeiro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Vídeo da 2ª temporada de American Crime Story acusa homofobia pelo assassinato de Gianni Versace

    27 de dezembro de 2017 /

    O canal pago FX divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “American Crime Story”, que foi batizada de “The Assassination of Gianni Versace”. A prévia traz muitas cenas inéditas e depoimentos do elenco sobre como o assassinato de Versace foi resultado da caçada menos empenhada a um serial killer da história do FBI, e aponta o dedo para a homofobia que permitiu que Andrew Cunanan ficasse a solta o tempo suficiente para matar o estilista italiano. O produtor Ryan Murphy já tinha feito a acusação ao definir o tema da série. “Estamos falando de um crime dentro de uma ideia social. Versace, que foi a última vítima de Andrew Cunanan, não devia ter morrido. Um dos motivos que fizeram Cunanan atravessar o país fazendo vítimas, em sua maioria homens gays, sem ser detido, foi a homofobia da época”, ele declarou. Na época, a tragédia ganhou grande repercussão mundial, tanto pela importância cultural de Versace como por ter sido um crime de ódio ostensivo contra gays. A série traz o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan, a espanhola Penélope Cruz (“Zoolander 2”) como Donatella Versace, irmã e herdeira da grife, e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” vai estrear em 17 de janeiro.

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  • Série

    Donatella Versace proibe Ryan Murphy de retratar sua filha na série sobre o assassinato de Gianni Versace

    13 de dezembro de 2017 /

    Donatella Versace se opôs à retratação de sua filha, Allegra, na série limitada “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” e o produtor-executivo Ryan Murphy acatou o pedido, segundo o site Page Six, do jornal New York Post. Em “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”, Murphy incluiu atores mirins para interpretar Kim Kardashian e seus irmãos, mas não conseguiu autorização para retratar a sobrinha de Versace, que era uma criança no momento do assassinato do estilista. “Ryan filmou uma cena com Allegra”, disse uma fonte do site. “Mas ele respeitou o pedido de Donatella e cortou a cena na edição final. Donatella não queria que sua filha fosse retratada no programa”. Allegra é agora diretora da grife que leva o nome da família, mas se mantém fora dos holofotes. A sobrinha era como uma filha para Versace, que deixou quase metade de seus bens e negócios, valendo milhões, para ela quando morreu e a menina tinha apenas 11 anos de idade. Na série, Gianni Versace é vivido pelo venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) e Donatella pela espanhola Penélope Cruz (“Zoolander 2”). “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” vai estrear em 17 de janeiro no canal pago FX.

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    Assassinato no Expresso do Oriente é mistério luxuoso, melhor que o livro

    1 de dezembro de 2017 /

    “Assassinato no Expresso do Oriente” é a segunda versão cinematográfica do livro de 1934 de Agatha Christie, que já tinha sido filmado em 1974 por Sidney Lumet. A incumbência de dirigir a nova adaptação coube ao britânico Kenneth Branagh, que também interpreta o famoso detetive Hercule Poirot, o protagonista da história. Essa nova versão é uma produção caprichadíssima, sofisticada, que contou com muitos recursos e um elenco de grandes atores e atrizes. Kenneth Branagh dirige e contracena com Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Judi Dench, Johnny Depp, Derek Jacobi, Willem Dafoe, Daisy Ridley e tantos outros menos famosos. Afinal, são treze personagens que se encontram num trem, que acaba ficando parado por conta de uma nevasca que o descarrilha. Aí ocorre um assassinato e todos são considerados suspeitos. E todos têm, também, um segredo. Para quem gosta de histórias de mistério, acompanhar uma trama, desvendar quem é o culpado, se divertir com os maneirismos de um detetive genial, porém, excêntrico, uma boa pedida. A genialidade do detetive Poirot, na verdade, passa dos limites. Qualquer pequeno indício que ninguém notaria torna-se uma pista valiosa. E, também, parece surgir do nada, magicamente. Assim, as pistas se acumulam de modo a esticar o mistério e deixar tudo suspenso no ar. Por outro lado, com tantos personagens, a trama tende a se dispersar e até a aborrecer. Branagh foi econômico na caracterização dos personagens e, ao contar com intérpretes famosos, pôde minimizar a confusão que poderia haver entre um personagem e outro. Com atores e atrizes tão conhecidos, torna-se mais fácil identificá-los. Um elenco dessa qualidade também acaba produzindo desempenhos que se destacam e dão um charme especial a um enredo, que nem é assim tão brilhante. Ressalte-se, porém, o talento do cineasta/ator. O filme é bonito, com panorâmicas espetaculares, caracterização de época muito competente, cenários e locações nostálgicos. Ele transporta o espectador à época dos trens românticos, que enchiam de fumaça os ares mas tinham a sofisticação das casas nobres. O personagens, com aparência e vestuários exuberantes, incluindo um bigode exageradíssimo do detetive, contribuem para compor o quadro de um tempo que tentava se reencontrar após a chacina da 1ª Guerra Mundial, enfrentava a crise econômica mundial, mas não resistiria à arrasadora 2ª Guerra Mundial. Não que Agatha Christie focasse a discussão por aí, a questão toda se resume a entretenimento. Mas os preconceitos já estavam lá, nas colocações racistas ou pejorativas que envolviam os personagens e situações. O que Kenneth Branagh destaca muito bem. Enfim, um belo filme para preencher uma tarde ou noite com diversão, beleza, suspense e humor. E o recomeço de uma franquia, já que a cena final anuncia Poirot sendo chamado para ir ao Egito, desvendar uma morte no Nilo, referência a outro livro de Agatha Christie, que já teve a produção confirmada pela Fox, novamente estrelada e dirigida por Kenneth Branagh.

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    Renata Sorrah volta a viver Nazaré em comercial do suspense Assassinato no Expresso do Oriente

    24 de novembro de 2017 /

    A Fox divulgou um comercial nacional de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que acrescenta uma apresentação de Renata Sorrah, em clima de Nazaré Tedesco. A vilã da novela “Senhora do Destino” não é suspeita na trama deste assassinato, que é um filme americano passado a bordo de um trem, mas isso não diminui a lista de possíveis culpados. Afinal, todos os demais passageiros são suspeitos e tem motivos para matar. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do famoso trem Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de American Crime Story mostra o assassinato de Gianni Versace

    15 de novembro de 2017 /

    O canal pago FX divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “American Crime Story”, que foi batizada de “The Assassination of Gianni Versace”. A prévia legendada parte do assassinato de Versace para contar a história em flashback, concentrando-se na obsessão do serial killer Andrew Cunanan sobre o estilista italiano. Segundo o produtor Ryan Murphy, se a 1ª e premiada temporada (“The People v. O.J. Simpson”) lidou com racismo, a nova irá tratar de homofobia. “Estamos falando de um crime dentro de uma ideia social. Versace, que foi a última vítima de Andrew Cunanan, não devia ter morrido. Um dos motivos que fizeram Cunanan atravessar o país fazendo vítimas, em sua maioria homens gays, sem ser detido, foi a homofobia da época”, ele declarou. O assassinato de Versace aconteceu em 1997, na Flórida, e a série pretende mostrar a displicência da polícia, que não teria se empenhado tanto para deter o assassino, porque suas vítimas eram homossexuais. Na época, a tragédia ganhou grande repercussão mundial, tanto pela importância cultural de Versace como por ter sido um crime de ódio ostensivo contra gays. A série trará o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como Cunanan, a espanhola Penélope Cruz (“Zoolander 2”) como Donatella Versace, irmã e herdeira da grife, e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” vai estrear em 17 de janeiro.

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    Comerciais de Assassinato no Expresso do Oriente apresentam o mistério e os suspeitos

    16 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou três comerciais de “Assassinato no Expresso do Oriente”, em que o mistério e os suspeitos são apresentados. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Piratas do Caribe”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 30 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    Johnny Depp flerta com Michelle Pfeiffer em cena de Assassinato no Expresso do Oriente

    11 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou uma cena de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que explora um flerte agressivo do gângster vivido por Johnny Depp sobre a nobre interpretada por Michelle Pfeiffer, durante um encontro nos corredores do trem que dá título à produção. Trata-se de um reencontro, já que os dois trabalharam juntos em “Sombras da Noite” (2012). O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do Expresso do Oriente. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino ainda inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Vídeo de bastidores destaca grandiosidade de Assassinato no Expresso do Oriente

    8 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo de bastidores de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que, além de destacar o evidente elenco grandioso, chama atenção para a cenografia, figurinos e fotografia da produção. E é interessante como, apesar de se passar quase inteiramente num trem, o filme não parece nenhum pouco claustrofóbico ou teatral, muito antes pelo contrário, configurando-se praticamente como um épico. O filme gira em torno de um assassinato cometido a bordo do trem citado no título da produção. E quem leu o livro original de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do longa-metragem. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Assassinato no Expresso do Oriente: 16 pôsteres destacam o grande elenco de suspeitos

    6 de outubro de 2017 /

    A Fox divulgou 16 pôsteres individuais dos personagens de “Assassinato no Expresso do Oriente”. O cartaz identifica os intérpretes e o arquétipo de cada um, incluindo “O Detetive” e os 15 suspeitos – “O Gângster”, “A Duquesa”, “O Mordomo”, “A Governanta”, “O Professor”, etc. Eles são suspeitos de um assassinato cometido a bordo do trem citado no título da produção. E quem leu o livro de Agatha Christie, publicado em 1934, ou viu a adaptação clássica de 1974, sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como o maior de todos os estereótipos, “o maior detetive do mundo”, Hercule Poirot, que se propõe a responder à pergunta básica dos enredos do gênero: “quem matou”. Quem vive o detetive belga é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. E a impressionante lista de candidatos a assassino inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Todos são suspeitos no novo trailer legendado de Assassinato no Expresso do Oriente

    21 de setembro de 2017 /

    A Fox divulgou três novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Assassinato no Expresso do Oriente”. E a nova versão já chama atenção pelo título, diferente do filme de 1974, com uma preposição a mais, refletindo a tradução nacional do livro de Agatha Christie, publicado em 1934. A prévia apresenta os personagens como estereótipos de um romance de mistério – “o professor”, “o mordomo”, “a governanta”, etc. Todos são suspeitos de uma assassinato cometido a bordo do trem que dá título à produção. E quem leu o livro ou viu o filme anterior sabe que isto é levado à extremos na trama. Graças à conveniência literária/cinematográfica, também viaja neste mesmo trem aquele que se apresenta como outro estereótipo, “o maior detetive do mundo”, que se propõe a responder à pergunta inevitável dos enredos do gênero: “quem é o assassino”. A longa de lista de suspeitos inclui Johnny Depp (“Alice Através do Espelho”), Michelle Pfeiffer (“Sombras da Noite”), Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”), Penelope Cruz (“O Conselheiro do Crime”), Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”), Josh Gad (“A Bela e a Fera”), Derek Jacobi (“Cinderela”), Olivia Colman (série “Broadchurch”), Lucy Boynton (“Sing Street”), Miranda Raison (minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia”), Leslie Odom Jr. (série “Pessoa de Interesse”), Tom Bateman (série “Da Vinci’s Demons”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sete Homens e um Destino”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e Sergei Polunin (do vindouro “Red Sparrow”). O estúdio sempre pretendeu reunir um grande elenco para fazer justiça à obra, cuja primeira adaptação rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ingrid Bergman. Além da lendária atriz sueca, o impressionante elenco original incluía Albert Finney no papel do detetive e os suspeitos Lauren Bacall, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. Desta vez, quem vive o detetive belga Hercule Poirot é Kenneth Branagh (“Operação Sombra: Jack Ryan”), que se divide em cena, atuando também atrás das câmeras como diretor do filme. A nova adaptação foi escrita por Michael Green (“Logan” e “Alien: Covenant”) e tem produção a cargo de Ridley Scott (diretor de “Perdido em Marte”) e Simon Kinberg (roteirista de “X-Men: Apocalipse”). A estreia está marcada para 23 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    2ª temporada de American Crime Story ganha primeiro teaser

    12 de setembro de 2017 /

    O canal pago americano FX divulgou o primeiro teaser de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story”, segundo arco da premiada série de antologia de Ryan Murphy. A prévia mostra os portões da fachada da mansão de Versace em Miami e os tiros de seu assassinato. O assassinato aconteceu em 1997, e a série pretende mostrar como envolveu uma série de erros e só foi possível devido à homofobia. O primeiro episódio já vai mostrar o assassinato do estilista italiano, para depois contar sua história em flashbacks. Na época, o assassinato ganhou grande repercussão mundial, tanto pela importância cultural de Versace como por ter sido um crime de ódio ostensivo contra gays, realizado por um serial killer homofóbico, cuja prisão não estava sendo considerada de forma prioritária pela polícia até então. A trama de “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” é baseada no livro “Vulgar Favors”, da escritora Maureen Orth (da revista Vanity Fair), e trará o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”) no papel de Versace, o americano Darren Criss (série “Glee”) como o serial killer Andrew Cunanan, a espanhola Penélope Cruz (“Zoolander 2”) como Donatella Versace e o cantor porto-riquenho Ricky Martin como Antonio D’Amico, o parceiro de vida de Versace. A série deve estrear em janeiro, mas, por enquanto, o FX só divulgou oficialmente que o lançamento acontecerá em 2018.

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