Pedro Pascal entra no elenco de Mulher-Maravilha 2
O ator Pedro Pascal (série “Narcos”) entrou no elenco de “Mulher-Maravilha 2”. Segundo a revista Variety, o ator chileno interpretará um papel importante no longa, mas que permanece desconhecido. Ele se junta a Gal Gadot, intérprete da super-heroína da DC Comics, e Kristen Wiig, anteriormente confirmada no papel da vilã Mulher-Leopardo (Cheetah). A produção ainda não tem sinopse ou título oficial, mas a diretora Patty Jenkins mencionou que pretendia localizar a continuação na época da Guerra Fria. A estreia está prevista para 1 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.
Diretora confirma Kristen Wiig como vilã de Mulher-Maravilha 2
A cineasta Patty Jenkins confirmou nesta sexta-feira (9/3) que a atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) será a vilã Mulher-Leopardo (Cheetah) em “Mulher-Maravilha 2”. “Super empolgada em confirmar uma ótima notícia. Sim, é verdade! Muita sorte de poder receber a sensacional e talentosa Kristen Wiig em nossa família da Mulher-Maravilha. Mal posso esperar para trabalhar com uma das minhas favoritas. E bastante animada pelo que temos planejado”, escreveu a diretora no Twitter, acrescentando a hashtag #cheetah, em referência à personagem. A atriz Gal Gadot, intérprete da heroína no cinema, também se manifestou na rede social. “Estou animada por dar as boas-vindas a Kristen Wiig. Isto vai ser Maravilhoso”, ela escreveu, linkando o tuíte da diretora. Mulher-Leopardo vinha sendo apontada como favorita para enfrentar a heroína na sequência. Uma das mais antigas inimigas da Mulher-Maravilha, ela já passou por vários reboots. Em sua primeira aparição de 1943, Priscilla Rich era uma socialite, que sofre um surto psicótico e desenvolve uma segunda personalidade, só que ela não tinha qualquer tipo de superpoder, apenas uma roupa de leopardo – influência das pin-ups que William Moulton Marston adorava – , e nunca foi páreo para a heroína. A personagem ganhou um reboot em 1987, após “Crise nas Terras Infinitas”, quando a arqueóloga britânica Barbara Ann Minerva se transformou numa mistura de mulher e felina, com agilidade, força e crueldade animais. Tornou-se tão popular que chegou a integrar a Sociedade Secreta dos Supervilões, o supergrupo comandado por Lex Luthor. Será a primeira vez que Kristen Wiig trabalhará num filme de super-herói. Ainda sem título oficial, a continuação de “Mulher-Maravilha” tem estreia prevista para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos. So excited to confirm the most thrilling news. Yes! It’s true! So incredibly lucky to welcome the sensationally talented Kristen Wiig to our Wonder Woman family. Can't wait to finally work with one of my favorites. And SO excited by what we have planned. #Cheetah!!! @GalGadot pic.twitter.com/Gn0jICiIAH — Patty Jenkins (@PattyJenks) March 9, 2018 I’m SO excited welcome on board Kristen! This is going to be WONDERful! https://t.co/FqQ191m1s0 — Gal Gadot (@GalGadot) March 9, 2018
Kristen Wiig será a vilã Mulher-Leopardo em Mulher-Maravilha 2
A atriz Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) está em negociações com a Warner para integrar o elenco da continuação de “Mulher-Maravilha” (2017). Segundo o site Deadline, o papel é da supervilã Mulher-Leopardo (Cheetah). Mulher-Leopardo vinha sendo apontada como favorita para enfrentar a heroína na sequência. Uma das mais antigas inimigas da Mulher-Maravilha, ela já passou por vários reboots. A primeira aparição data de 1943. Priscilla Rich era uma socialite, que sofreu um surto psicótico e desenvolveu uma segunda personalidade, só que ela não tinha qualquer tipo de superpoder, apenas uma roupa de leopardo – influência das pin-ups que William Moulton Marston adorava – , e nunca foi páreo para a heroína. A personagem ganhou um reboot em 1987, após “Crise nas Terras Infinitas”, quando a arqueóloga britânica Barbara Ann Minerva se transformou na nova Mulher-Leopardo, desta vez com superpoderes e uma crueldade animal. Tornou-se tão popular que chegou a integrar a Sociedade Secreta dos Supervilões, o supergrupo comandado por Lex Luthor. Será a primeira vez que Kristen Wiig trabalhará num filme de super-herói. A continuação de “Mulher-Maravilha” voltará a ser dirigida por Patty Jenkins e estrelada por Gal Gadot, e tem estreia prevista para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.
Gal Gadot será homenageada no Critics Choice Awards 2018
A atriz Gal Gadot vai ganhar uma homenagem do Critics Choice Awards 2018 por seu trabalho em “Mulher-Maravilha”. Ela vai receber o #SeeHer Award, que celebra mulheres de mais destaque na indústria do entretenimento. O troféu será entregue pela diretora Patty Jenkins, também de “Mulher-Maravilha”, na cerimônia de premiação da crítica, que acontece em 11 de janeiro. É o segundo ano em que o Critics Choice entrega um #SeeHer Award. No ano passado, a atriz Viola Davis foi a escolhida, recebendo o troféu das mãos da amiga Meryl Streep. Clique aqui para ver a lista de filmes e séries indicadas ao Critics Choice Awards 2018. “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro, com estreia no Brasil prevista para janeiro, lidera com 14 indicações, incluindo Melhor Filme.
Mulher-Maravilha entra na lista dos melhores do ano do American Film Institute
O American Film Institute (AFI) divulgou suas listas de fim de ano com os melhores filmes e séries, chamando atenção pela inclusão de “Mulher-Maravilha”, da diretora Patty Jenkins, entre os destaques de 2017. A relação é um dos balanços mais esperados da produção anual de Hollywood, por ser feita por acadêmicos e cineastas, e costuma apontar tendência para o Oscar. Mas nunca um filme de super-herói foi indicado ao Oscar de Melhor Filme. Nem mesmo “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que rendeu a vitória póstuma a Heath Ledger como Melhor Ator Coadjuvante. A Warner assumiu recentemente estar em campanha para emplacar “Mulher-Maravilha” entre os indicados ao troféu mais cobiçado da Academia, especialmente pela simbologia que acompanha a consagração da produção: um filme sobre empoderamento feminino, dirigido por uma mulher, numa época em que produtores e astros poderosos são denunciados por assédio sexual. Os demais títulos listados refletem os favoritos da temporada de premiações, como “Lady Bird”, “Corra!”, “Me Chame pelo Seu Nome”, “A Forma da Água” e “The Post”, que tem presença praticamente garantida no Oscar 2018. Já entre as séries não há nenhuma novidade, exceto, talvez, a supervalorização de “Insecure”, além da confirmação de que o encantamento com “Twin Peaks” é um fenômeno estritamente europeu. Confira abaixo a lista com os 10 melhores filmes e as 10 melhores séries de 2017, segundo o AFI. Melhores do Ano: American Film Institute Filmes “Doentes de Amor”, de Michael Showalter “Me Chame pelo seu Nome”, de Luca Guadagnino “Dunkirk”, de Christopher Nolan “Projeto Flórida”, de Sean Baker “Corra!”, de Jordan Peele “Lady Bird”, de Greta Gerwig “The Post”, de Steven Spielberg “A Forma da Água”, de Guillermo del Toro “Três Anúncios Para um Crime”, de Martin McDonagh “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins Séries “Big Little Lies” “The Crown” “Feud: Bette and Joan” “Game of Thrones” “The Good Place” “The Handmaid’s Tale” “Insecure” “Master of None” “Stranger Things” “This Is Us”
Vítimas que denunciaram assédio são eleitas personalidades do ano pela revista Time
A revista americana Time elegeu como personalidades do ano as vítimas de assédio sexual, que em 2017 denunciaram os perpetradores e motivaram a campanha #MeToo (“eu também”), disseminada nas redes sociais na esteira da revelação dos casos envolvendo o produtor de Hollywood Harvey Weinstein. A imagem de capa destaca cinco mulheres que tiveram papel de destaque no movimento: a atriz Ashley Judd, primeira a denunciar Weinstein, a cantora Taylor Swift, a lavradora Isabel Pascual (pseudônimo), a lobista Adama Iwu e a ex-engenheira do Uber Susan Fowler. Elas foram chamadas de “silence breakers” (“rompedoras do silêncio”) pela publicação, “as vozes que lançaram um movimento”. “As ações encorajadoras das mulheres em nossa capa, assim como de centenas de outras e também de homens, desencadearam uma das mudanças mais rápidas em nossa cultura desde a década de 1960. A rede social agiu como um acelerador poderoso: a hashtag #MeToo já foi usada milhões de vezes em pelo menos 85 países”, resumiu a revista no editorial assinado pelo editor-chefe Edward Felsenthal. “Por darem voz a segredos, por vencerem a rede de fofocas e chegarem às redes sociais, por forçarem todos nós a parar de aceitar o inaceitável, aquelas que romperam o silêncio são as personalidades do ano”, acrescenta o editorial. “As raízes deste prêmio – identificar a pessoa ou pessoas que mais influenciaram os eventos do ano – são baseadas na teoria histórica do ‘grande homem’, uma expressão que nunca pareceu tão anacrônica”, continua o texto, referindo-se à própria tradição da revista, que em 1927 começou a eleger o “grande homem” de cada ano. “Virou uma hashtag, um movimento, um acerto de contas. Mas começou, como quase todas as grandes mudanças sociais, com atos individuais de coragem”, continua a publicação, explicando a escolha das cinco mulheres que foram parar na capa, cada uma representando uma parcela diferente da sociedade e da cultura americanas. “A atriz [Judd] que veio a público com a história da ‘coerção por barganha’ do magnata do cinema Harvey Weinstein em uma suíte de um hotel em Beverly Hills duas décadas antes. A lavradora [Pascual] que ouviu essa história e decidiu contar a sua… A jovem engenheira [Fowler] cujo post sobre a cultura ‘frat-boy’ [machista] na empresa mais ascendente do Vale do Silício [Uber] causou a demissão de seu fundador e outros 20 funcionários. A lobista da Califórnia [Iwu] cuja campanha encorajou mais de 140 mulheres na política a exigir que os governos ‘não tolerassem mais os executores e facilitadores’ da má conduta sexual. Um depoimento cru e desafiador de uma superestrela da música [Swift] sobre o DJ que a assediou”, definiu a revista. Na reportagem, além das cinco mulheres, aparecem outras celebridades que se destacaram no movimento, também fotografadas para a edição especial, entre elas as atrizes Alyssa Milano (que popularizou a campanha #MeToo com um post no Twitter), Rose McGowan e Selma Blair (duas das mais ativas), a ativista Tarana Burke (que cunhou a expressão “eu também”), e até o ator Terry Crews, entre personalidades da mídia e anônimas. Foi Alyssa Milano que popularizou a campanha “Eu também”, com o seguinte post: “Sugerido por uma amiga: ‘Se todas as mulheres que foram assediadas ou abusadas sexualmente escrevessem ‘eu também’, talvez as pessoas percebessem a magnitude do problema’.” A atriz acrescentou: “Se você também foi assediada ou abusada sexualmente, escreva ‘eu também’ como uma resposta a esse tweet”. Além da reportagem, a Time publicou um vídeo em seu site oficial sobre o tema. Para completar, o resto da lista das pessoas mais importantes do ano – que ainda inclui o presidente Donald Trump, o líder chinês Xi Jinping e outros – também destacou a cineasta Patty Jenkins, que com o filme “Mulher-Maravilha” mostrou que mulheres também podem dirigir blockbusters, batendo recordes de arrecadação e elogios da crítica com o filme da super-heroína.
Patty Jenkins reúne elenco de Mulher-Maravilha em série de TV
A diretora Patty Jenkins trouxe mais uma integrante do elenco central de “Mulher-Maravilha” para a série “One Day She’ll Darken”, que ela está desenvolvendo para o canal pago TNT. Connie Nielsen, intérprete da Rainha Hipólita, mãe da super-heroína no filme dirigido por Jenkins, vai se juntar a Chris Pine, o capitão Steve Trevor do cinema. A série é uma criação de Sam Sheridan, que é casado com Jenkins. Ele é um lutador de Muay Thai, cuja vida foi narrada no documentário “Thai Boxing: A Fighting Chance”, do National Geographic, e também escreveu livros sobre a luta. Mas a série é um suspense de texturas dramáticas. A trama é inspirada na autobiografia homônima da Fauna Hodel. Ela nasceu em 1951, filha de uma família proeminente da Califórnia, mas foi dada em adoção para uma jovem negra que trabalhava como atendente de banheiro em um cassino de Nevada. Fauna cresceu acreditando que era mestiça, encontrando preconceito tanto de negros quanto de brancos. Mas anos mais tarde encontrou sua mãe biológica, descobrindo que tinha uma ligação familiar com o principal suspeito de ser o serial killer da Dália Negra. A atriz vai interpretar Corinna Hodel. Ela era uma linda socialite, que viu sua família perder tudo e guarda terríveis segredos. Já Pine será Jay Singletary, um ex-marine que virou repórter e encontra na história de Hodel uma forma de recuperar a carreira, após cair em desgraça. Desvendar os segredos por trás do nascimento da mulher pode ser a oportunidade que ele sempre esperou para ganhar reconhecimento, mas o enigma de Hodel também o levará aonde ele não espera: a um labirinto de maldade que irá desestabilizá-lo. A produção da série já foi aprovada, independente do piloto. Jenkins, Sheridan e Pine serão os produtores, ao lado de Michael Sugar (série “13 Reasons Why”). A estreia é esperada para o final de 2018.
Trajes das guerreiras amazonas em Liga da Justiça geram controvérsia
Mesmo após se afastar da produção de “Liga da Justiça”, o diretor Zack Snyder tem publicado nas redes sociais algumas imagens dos bastidores de suas filmagens, revelando cenas que podem ou não aparecer nos cinemas, já que o filme foi refeito por Joss Whedon. Se esse complicador não fosse o suficiente para a Warner, uma fotografia disparada por Snyder acabou causando polêmica por motivo diferente. O diretor publicou uma imagem das guerreiras amazonas de Themyscira junto do Batmóvel. E muitos repararam que havia algo estranho em relação aos trajes das personagens, que mostravam muito mais pele que as armaduras filmadas em “Mulher-Maravilha”. O site de fãs da Mulher-Maravilha The Golden Lasso publicou um artigo no fim de semana sobre o assunto, inspirando muitos usuários do Twitter a comentarem as diferenças, comparando fotos dos dois filmes. Um deles escreveu: “Sim, elas têm excelentes abdomens. Mas não faz sentido lutar desse jeito”. “Um retrocesso”, resumiu outro. A diretora artística do Festival de Cinema de Athena, Melissa Silverstein, considerou o contraste como “um exemplo fantástico da diferença entre o olhar masculino e feminino”. “Mulher-Maravilha” foi dirigido por uma mulher, Patty Jenkins, e contou com uma figurinista, Lindy Hemming, enquanto “Liga da Justiça” foi dirigido por dois homens e teve como figurinista Michael Wilkinson (também responsável pelo visual de “Batman vs. Superman”. Apesar disso, convém observar que outras fotos do filme mostraram as amazonas com mais roupas. De todo modo, graças a Zack Snyder a controvérsia existe e pode ser conferida abaixo: In case you wonder: Here's a picture of how the Amazons looked in Wonder Woman…next to pic how they look in Justice League. First designed by Lindy Hemming, second by Michael Wilkinson. Some steps backwards, methinks. pic.twitter.com/IVqeX7PBso — Atte Timonen (@Rosgakori) November 12, 2017 Here is a fantastic example of the difference between the male and female gaze.Patty Jenkins' Amazon warriors on the left. Zack Snyder's on the right. pic.twitter.com/fRDkV8dFLe — Melissa Silverstein (@melsil) November 12, 2017
Estreia de Mulher-Maravilha 2 é antecipada pela Warner
A estreia de “Mulher-Maravilha 2” foi antecipada em um mês e meio pela Warner. Anteriormente prevista para 13 de dezembro de 2019, a produção agora vai chegar aos cinemas norte-americanos em 1 de novembro. Com isso, a Warner distancia seu filme de “Star Wars: Episódio IX”, que recentemente foi adiado para 20 de dezembro, uma semana após a data prevista para o lançamento original do segundo filme da super-heroína. No fim de semana, rumores surgiram de que Gal Gadot não retornaria ao papel de Mulher-Maravilha se a Warner não tirasse Brett Ratner e sua produtora, RatPac-Dune Entertainment, dos créditos da produção. O estúdio não pretende renovar seu acordo de financiamento com a companhia do produtor, envolvido nos escândalos sexuais que assolam Hollywood. Mesmo sem rompimento, o acordo se encerraria em um ano, na primavera de 2018, e já não envolveria a produção de “Mulher-Maravilha 2”. Patty Jenkins vai voltar à direção, após fechar um acordo que a tornará a diretora mais bem-paga de todos os tempos. A trama da sequência será baseada numa ideia dela e do diretor executivo da DC Entertainment, Geoff Johns, que também é criador da série “The Flash”. Mas o roteiro está sendo escrito por Dave Callaham, autor do argumento que supostamente deu origem à franquia “Os Mercenários”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi escolhido por sugestão da diretora Patty Jenkins, após os dois colaborarem em “Jackpot”, projeto que foi abandonado quando Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha”. Vale lembrar que o estúdio de “Os Mercenários” processou o roteirista por fraude, por ter buscado créditos pela franquia que teria sido totalmente criada por Sylvester Stallone. Callaham garante que foi Stallone quem roubou a ideia de um roteiro antigo que ele tinha. O que ele comprovadamente escreveu foi a pior adaptação de videogame de todos os tempos, “Doom” (2005), o péssimo terror “Os Cavaleiros do Apocalipse” (2009), o esboço inicial de “Godzila” (2014) e andou rabiscando, sem créditos, “Homem-Formiga” (2015) para a Marvel.
Roteirista de Os Mercenários vai escrever Mulher-Maravilha 2
O roteirista Dave Callaham, autor do argumento que supostamente deu origem à franquia “Os Mercenários”, será o roteirista de “Mulher-Maravilha 2”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi escolhido por sugestão da diretora Patty Jenkins, após os dois colaborarem em “Jackpot”, projeto que foi abandonado quando Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha”. Vale lembrar que o estúdio de “Os Mercenários” processou o roteirista por fraude, por ter buscado créditos pela franquia que teria sido totalmente criada por Sylvester Stallone. Callaham garante que foi Stallone quem roubou a ideia de um roteiro antigo que ele tinha. O que ele comprovadamente escreveu foi a pior adaptação de videogame de todos os tempos, “Doom” (2005), o péssimo terror “Os Cavaleiros do Apocalipse” (2009), o esboço inicial de “Godzila” (2014) e andou rabiscando, sem créditos, “Homem-Formiga” (2015) para a Marvel. Callaham irá trabalhar em cima de esboços iniciais que Patty Jenkins elaborou com Geoff Johns, executivo da DC Entertainment e criador da série “The Flash”. A continuação de “Mulher-Maravilha” voltará a trazer Gal Gadot no papel principal e chega aos cinemas em 13 de dezembro de 2019.
Mulher-Maravilha 2 faz de Patty Jenkins a diretora mais bem-paga de todos os tempos
A cineasta Patty Jenkins fechou oficialmente com a Warner Bros para voltar ao comando da franquia da “Mulher-Maravilha”. E as condições do novo contrato representam um avanço significativo em relação ao US$ 1 milhão que ela recebeu para dirigir o filme da super-heroína. De fato, a assinatura a transformou na diretora mais bem-paga de todos os tempos. Estúdio e diretora só entraram em acordo após longa e dura negociação, que renderá a Jenkins, segundo fontes ouvidas pelo site The Hollywood Reporter, algo entre US$ 7 e US$ 9 milhões para dirigir e escrever a continuação de “Mulher-Maravilha”. Além disso, ela será creditada como produtora e receberá parte dos lucros do filme nas bilheterias – o que pode lhe render uma fortuna, se a continuação repetir o fenômeno do primeiro filme. Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha” como um substituta de Michelle McLaren, escolha original da Warner, que deixou o projeto alegando diferenças criativas. Mas se tornou uma figura indispensável para o sucesso da produção, junto com a estrela Gal Gadot, realizando pequenos ajustes na trama e participando de toda a divulgação do lançamento. Receosa, a Warner só havia a contratado para o primeiro filme. Mas quando “Mulher-Maravilha” se tornou um sucesso imediato, rendendo mais de US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana na América do Norte, o estúdio tratou de abrir negociações para que ela continuasse na franquia. Foram cerca de três meses de reuniões, até o acordo ser finalizado. Em termos de comparação, a diretora mais bem paga até então, Nancy Meyers, chegou a ganhar US$ 5 milhões no auge de sua carreira. Por conta disso, “Mulher-Maravilha” também se tornou um marco para o empoderamento feminino em seus bastidores, diminuindo a diferença entre os salários de homens e mulheres cineastas. O contrato de Jenkins, por sinal, é bastante similar ao assinado por Zack Snyder, após comandar “O Homem de Aço”, para assumir “Batman vs. Superman” e “Liga da Justiça”. Além da diretora, a atriz Gal Gadot também está confirmada em “Mulher-Maravilha 2”, que teve sua data de estreia programada para 13 de dezembro de 2019 nos Estados Unidos.
James Cameron diz que Mulher-Maravilha é “retrocesso” e diretora responde
“Mulher-Maravilha” teve a maior bilheteria de um filme dirigido por uma mulher da história nos Estados Unidos, com mais de US$ 400 milhões acumulados no mercado doméstico e o dobro do faturamento em todo o mundo. Mas para James Cameron, um dos cineastas mais bem-sucedidos de todos os tempos, responsável por “Titanic” e “Avatar”, o filme é um retrocesso para a causa feminista. “Todo esse autoelogio que Hollywood está fazendo por causa de ‘Mulher-Maravilha’ tem sido muito equivocado”, disse o diretor, em entrevista ao jornal britânico The Guardian . “Ela é um ícone objetificado, os homens de Hollywood estão apenas fazendo o mesmo de sempre. Não estou dizendo que não gostei do filme, mas, para mim, é um retrocesso.” Para justificar seu ponto de vista, Cameron comparou a Mulher-Maravilha interpretada por Gal Gadot com Sarah Connor, vivida por Linda Hamilton nos dois primeiros filmes da franquia “O Exterminador do Futuro”. “Sarah Connor não era um ícone de beleza. Ela era forte, perturbada, uma mãe terrível, e ganhou respeito do público por pura bravura. E para mim [o benefício trazido por personagens como Sarah], é tão óbvio. Quero dizer, metade do público é feminino”, disse Cameron. Patty Jenkins, diretora de “Mulher-Maravilha”, não gostou do comentário e respondeu a Cameron nas redes sociais. Para ela, “a incapacidade de James Cameron de entender o que a Mulher-Maravilha é, ou representa, para as mulheres de todo o mundo não é surpreendente porque ele é um grande cineasta, não uma mulher”. “Se as mulheres tiverem que sempre ser duras, intensas e problemáticas para serem fortes, e se não tivermos a liberdade para ser multidimensionais ou celebrar um ícone feminino mundial porque ela é bonita e amável, aí mostra que não evoluímos muito. Eu acredito que a mulher pode e deve ser tudo, assim como os personagens masculinos devem ser. Não há modo errado ou correto de ser uma mulher poderosa”, concluiu.
Warner pretende fazer campanha para Mulher-Maravilha ser indicado ao Oscar
A Warner Bros. pretende investir numa campanha para conseguir indicações ao Oscar para “Mulher-Maravilha”. Segundo a revista Variety, o objetivo é emplacar vagas nas disputas de Melhor Filme e Melhor Direção para a cineasta Patty Jenkins. O estúdio é o único que já conseguiu incluir um filme de super-herói na categoria de Melhor Filme de ano. Isto aconteceu com “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, dirigido por Christopher Nolan, que ainda rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Heath Ledger em 2009. A renovação da Academia, realizada de forma voraz no último par de anos, é a aposta da companhia, que inclusive faturou muitos prêmios inesperados com um blockbuster há dois anos: “Mad Max: Estrada da Fúria”. A Warner acredita que o filme tem chances por existir uma expectativa de maior abertura para mulheres cineastas em 2018, já que a questão racial foi superada neste ano com a vitória de “Moonlight”. Até hoje, apenas uma mulher venceu o Oscar de Melhor Direção: Kathryn Bigelow em 2010, por “Guerra ao Terror”. O problema desta aposta é que o Oscar 2018 deve ser um dos mais disputados dos últimos anos, já que filmes com condições de receber indicações estão chegando aos cinemas com muito mais antecedência que no passado. Casos, por sinal, das novas obras de Nolan e Bigelow, respectivamente “Dunkirk” e “Detroit”.










