Petrônio Gontijo vai estrelar cinebiografia de Edir Macedo
A Paris Filmes confirmou Petrônio Gontijo no papel principal de “Nada a Perder”. O ator será Edir Macedo no filme dirigido por Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). Petrônio já atuou em alguns filmes, como “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (2001), “Boleiros 2” (2006) e “Os Dez Mandamentos – O Filme” (2016), mas será a primeira vez que terá papel de protagonista no cinema. “Nada a Perder” vai contar a história de Edir Macedo desde a infância até os dias de hoje. É baseado numa trilogia biográfica do bispo evangélico líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da rede Record. A produção iniciará uma trilogia cinematográfica, em que cada filme adaptará um dos volumes biográficos escritos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. O primeiro filme será baseado no livro homônimo, “Nada a Perder”, lançado em 2012. Os demais são “Nada a Perder 2 – Meus Desafios Diante do Impossível” e “Nada a Perder 3 – Do Coreto ao Templo de Salomão: A Fé Que Transforma”. Tavolaro também foi produtor-executivo do longa “Os Dez Mandamentos”. O longa começa a ser rodado em abril em São Paulo, mas também terá locações no Rio, Nova York, Jerusalém e Joanesburgo. Com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2018, terá distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.
Diretor de Os Dez Mandamentos filmará cinebiografia de Edir Macedo
O filme sobre a vida de Edir Macedo, intitulado “Nada a Perder”, será dirigido por Alexandre Avancini, o responsável pela novela e o filme “Os Dez Mandamentos”. Segundo a Paris Entretenimento, Avancini se dedicará exclusivamente ao cinema durante todo o primeiro semestre do ano, segundo a Paris Entretenimento. “Nada a Perder” começa a ser rodado em abril, em São Paulo. Baseado numa trilogia biográfica do bispo evangélico líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da rede Record, a produção também terá cenas filmadas no Rio de Janeiro, em Nova York, em Jerusalém, e em Joanesburgo, na África do Sul. Além de “Os Dez Mandamentos”, Alexandre Avancini dirigiu novelas como “Prova de Amor”, “Vidas Opostas”, “Caminhos do Coração”, “Os Mutantes”, “Promessas de Amor”, “Vidas em Jogo” e as séries “A Lei e o Crime” e “José do Egito”. A produção iniciará uma trilogia, em que cada filme adaptará um dos volumes biográficos, escritos por Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da TV Record. O primeiro filme será baseado no livro homônimo, “Nada a Perder”, lançado em 2012. Os demais são “Nada a Perder 2 – Meus Desafios Diante do Impossível” e “Nada a Perder 3 – Do Coreto ao Templo de Salomão: A Fé Que Transforma”. Tavolaro também foi produtor-executivo do longa “Os Dez Mandamentos”. Cada filme está orçado em cerca de R$ 16 milhões e os produtores não pretendem usar leis de incentivo para financiá-los. Para dar a dimensão grandiosa do projeto, a média do orçamento dos filmes nacionais comerciais gira em torno dos R$ 7,5 milhões.
Maiores bilheterias do cinema brasileiro em 2016 foram comédias e produtos televisivos
Dados das bilheterias brasileiras, revelados pelo site Filme B, confirmam a manutenção do perfil dos blockbusters nacionais. A tendência vista no ano anterior se repetiu, e as maiores bilheterias do cinema falado em carioquês e paulistano em 2016 foram produtos derivados da TV e comédias besteiróis. Muito acima dos demais, o fenômeno “Os Dez Mandamentos”, uma versão condensada de novela, tornou-se não apenas o filme mais visto do Brasil em 2016, mas em todos os tempos. Milagre, diriam alguns. A tendência ainda inclui a adaptação da novela infantil “Carrossel”, mostrando uma reação da Record e do SBT ao predomínio da Globo Filmes. Mas também chama atenção o sucesso de “Minha Mãe É uma Peça 2”, besteirol em que um comediante do Multishow (da Globosat) se veste de mãe, ao estilo da franquia americana “Madea”, que não é distribuída no país por, ironicamente, medo de fracasso comercial. O primeiro filme já tinha sido a maior bilheteria nacional de 2013. O atual foi lançado no final de 2016 e ainda continua acumulando público – após quatro semanas em cartaz, está em 2º lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana. Entre as curiosidades da apuração, lançamentos que trazem números em seus títulos faturaram mais alto que os demais. À exceção de “Os Dez Mandamentos”, que não é sequência de “Os Nove Mandamentos”, a lista dos blockbusters nacionais inclui diversas continuações, como a já citada “Minha Mãe É uma Peça 2”, “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina, “, “Até que a Sorte nos Separe 3” e “Vai que Dá Certo 2”. Detalhe: “Até que a Sorte nos Separe 3” foi lançado no final de 2015. O roteirista Fil Braz, de “Minha Mãe É uma Peça 2”, também emplacou outro hit, “Tô Ryca”, que tem uma origem controversa, tamanhas são suas similaridades com o filme americano “Chuva de Milhões” (1985). Talvez a cara de pau seja outra característica marcante dos blockbusters nacionais. Três das comédias listadas tem ainda a mesma premissa, acompanhando um pobretão que vira novo rico de uma hora para outra: “Até que a Sorte nos Separe 3”, “Tô Ryca” e “Um Suburbano Sortudo”. O que parece indicar que o público brasileiro não quer ver nada realmente novo. Esta preferência reflete, inclusive, no sucesso de uma novela no cinema e na proliferação de sequências. O tom infantilóide da maioria dos besteiróis listados ainda encontra justificativa no êxito de filmes infantis, como “Carrossel 2” e “É Fada!”. Vale observar que, apesar de ser um longa estrelado por um(a) youtuber, “É Fada!” não chega a marcar uma nova tendência, já que a comédia do Porta do Fundos implodiu e o filme do Christian Figueiredo não fez tanto quanto se imaginava. Há apenas um drama original no Top 10, considerado um dos piores do ano no gênero: “O Vendedor de Sonhos”, baseado num best-seller de escritor de auto-ajuda. Cheio de frases impactantes que não dizem nada, o filme emula a ideia de um guru divino, transformando um sem-teto num Moisés hermano-urbano. Outra característica que salta e arranca os olhos: todos os 10 filmes mais vistos do país foram produzidos no eixo Rio e São Paulo. Sotaques diferentes só no circuito limitado. O pernambucano “Aquarius”, por sinal, foi a única produção da pequena distribuidora Vitrine Filmes, especialista em filmes de maior qualidade, na lista dos 20 longas nacionais mais vistos de 2016. Os chamados “filmes médios” ocuparam do 11º ao 20º lugar, num nicho estendido entre os 600 mil e os 100 mil ingressos vendidos. Nesta faixa, surge a preferência das cinebiografias, entre elas “Mais Forte que o Mundo”, sobre o lutador Zé Aldo, com 565 mil ingressos vendidos, e “Elis”, sobre a cantora Elis Regina, com 538 mil. Por fim, 11 dos 15 maiores campeões de bilheteria do país foram distribuídas pela dobradinha entre Downtown e Paris Filmes, que também monopolizam os grandes lançamentos nacionais, ocupando o maior número de salas disponíveis no parque cinematográfico brasileiro. Acessibilidade é um fator considerável para o sucesso. Confira abaixo a lista com os campeões nacionais de bilheteria. Top 10: Bilheterias do Brasil em 2016 1. Os Dez Mandamentos: 11,3 milhão de ingressos / R$ 116,8 milhões 2. Minha Mãe É uma Peça 2: 2,8 milhões de ingressos / R$ 36,9 milhões* 3. Carrossel 2: 2,5 milhões de ingressos / R$ 28,5 milhões 4. Até que a Sorte nos Separe 3: 2,4 milhões de ingressos / R$ 30,7 milhões 5. É Fada!: 1,7 milhão de ingressos / R$ 20,7 milhões 6. Tô Ryca: 1,1 milhão de ingressos / R$ 14,7 milhões 7. Um Suburbano Sortudo: 1 milhão de ingressos / R$ 14,3 milhões 8. Vai que Dá Certo 2: 923 mil ingressos / R$ 11,9 milhões 9. Um Namorado para Minha Mulher: 662 mil ingressos / R$ 9 milhões 10. O Vendedor de Sonhos: 611 mil ingressos / R$ 8,2 milhões
Trailer e pôsteres de Internet – O Filme juntam um monte de youtubers
A Paris Filmes divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Internet – O Filme”. É para ser uma comédia brasileira, como comprova a completa falta de graça da prévia. “Minha Mãe É uma Peça 2 – O Filme” também lançou um trailer sem graça e estourou nas bilheterias. Por esta lógica, “Internet – O Filme” fará muito, mas muito mais sucesso. Vale reparar também na forma como a coleção de pôsteres traz o elenco se contorcendo para recriar as poses do cartaz de “Bill e Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991). A “originalidade” fica por conta de molduras de iPad. A ideia de “Internet – O Filme” se resume a juntar um monte de adolescentes que faz sucesso com suas egotrips no YouTube como chamariz para o público de cinema. Segundo a sinopse, o filme terá oito esquetes, a partir de um encontro em uma convenção de youtubers, levando os personagens a vivenciarem momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama. O elenco “em busca da fama” inclui Christian Figueiredo, Rafael Cellbit, Gusta Stockler, Teddy, Júlio Cocielo, Felipe Castanhari, Paulinho Serra, Cauê Moura, Nakada, Pathy dos Reis, entre outros. Kéfera Buchmann também estava nesta lista, mas ela saiu na frente com “É Fada”, e já tendo achado a fama ficou sem tempo em sua agenda para “Internet – O Filme”. A direção é de Fillipo Capuzzi Lapietra, que também estreia em longa-metragem. O lançamento estava marcado para janeiro, mas acabou adiado para 23 de fevereiro, visando sair da frente do filme de Christian Figueiredo, “Eu Fico Loko”, em que ele vive momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama.
Episódios perdidos do Chapolin serão exibidos nos cinemas
A distribuidora Paris Filmes vai um lançar uma produção de Chapolin, o segundo personagem televisivo mais famoso de Roberto Gómez Bolaños (1929-2014), nos cinemas brasileiros em 2017. Segundo o site Filme B, o lançamento foi marcado para o dia 2 de fevereiro. Entretanto, o título revela que não se trata de um filme desconhecido. Ao que tudo indica, “Chapolin Colorado – Episódios Perdidos” é uma compilação de capítulos do personagem que não foram exibidos na televisão brasileira. Originalmente exibido no canal de TV mexicano Televisa entre os anos de 1970 e 1979, as sete temporadas do “El Chapulín Colorado” (título original em espanhol) retratam as aventuras cômicas de Chapolin, um herói desajeitado que enfrentava vilões armado de frases de efeito como “Não contavam com minha astúcia!”, “Suspeitei desde o princípio” e “Sigam-me os bons”. Não se sabe ainda quantos ou quais são os “episódios perdidos” que serão exibidos nos cinemas.
Concorrência de youtubers faz Eu Fico Loko passar por cima de Internet – O Filme
A Paris Filmes ia lançar dois filmes com o mesmo tema quase na mesma semana. Acabou prevalecendo o bom senso e a popularidade de Christian Figueiredo. A cinebiografia do youtuber, que usa como título o nome do canal do YouTube “Eu Fico Loko”, teve a preferência da distribuidora e agora chegará antes aos cinemas. Originalmente previsto para março, o filme foi adiantado para 12 de janeiro há poucas semanas e permanecerá nesta data. Já “Internet – O Filme”, estrelado por outros youtubers, ia estrear em janeiro, mas acabou adiado para 23 de fevereiro. A trama é ambientada em uma convenção de youtubers, em que os personagens entram em conflito em busca de fama. Que sincronicidade. Para resumir, os dois filmes contam histórias de youtubers que querem ser famosos e fizeram filmes em que interpretam youtubers que querem ser famosos. Mas um passou por cima dos demais. Ao menos, nas prioridades do estúdio.
Paris Filmes quer exportar besteiróis brasileiros para o mundo
A Paris Filmes firmou uma parceria de coprodução internacional com a Globalgate Entertainment, empresa que tem como membros produtoras independentes do mundo todo, como a Gaumont (França), Lionsgate (EUA), Televisa (México), e Wanda (China), visando realizar remakes de sucessos estrangeiros e oferecer filmes brasileiros para refilmagem no exterior. Segundo um dos sócios da Paris Produções, Sandi Adamiu, já existem planos para uma versão brasileira do blockbuster francês “Intocáveis” (2011) e aparente interesse nos besteiróis nacionais. “A gente já mostrou interesse pelo remake do filme francês ‘Intocáveis’. E pretendemos oferecer ‘Até que a Sorte Nos Separe’ e ‘Internet – O Filme’, que é o nosso próximo lançamento”, ele revelou, em entrevista à revista Veja. Responsável também por longas nacionais como “Carrossel: O Filme” (2015) e “Mais Forte que o Mundo” (2016), a Paris Produções começará a negociar com as empresas estrangeiras da Globalgate em dezembro deste ano. Por isso, ainda não há previsão de quando sucessos europeus poderão ganhar versão brasileira ou quando as comédias nacionais chegarão aos cinemas estrangeiros. Além da troca de direitos de roteiros, a parceria também permitirá o desenvolvimento de coproduções internacionais. “Nós também podemos investir nos remakes. Se a França decidir rodar ‘Até Que a Sorte Nos Separe’, posso investir e entro como coprodutor. É uma parceria puramente de desenvolvimento de conteúdo, mas é uma abertura para o Brasil voar”, completa Adamiu. Vale adiantar que uma grandiosa franquia nacional deve se destacar aos olhos do mercado estrangeiro, a bem-sucedida série de filmes “O Filme”, que já rendeu várias continuações e derivados, tantos são os lançamentos com esta demoninação nos cinemas brasileiros.
O Doutrinador: Vem aí o primeiro filme de super-herói brasileiro desde os anos 1970
A Paris e a Downtown Filmes estão preparando o primeiro filme de super-herói brasileiro do século 21. Trata-se de “O Doutrinador”, que, como bom super-herói nacional, tem como seu maior inimigo a corrupção. Ex-soldado do Exército brasileiro, o Doutrinador decidiu deixar sua aposentadoria por não aguentar mais tanta impunidade, passando a se disfarçar com uma grande máscara de oxigênio e um casaco com capuz para limpar o país. Revoltado com o sistema e com sede de vingança, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos. O personagem foi criado pelo carioca Luciano Ramos, inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller e já rendeu duas graphic novels. Originalmente concebido em 2008, o projeto ficou na gaveta do autor até 2013, quando ele resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. A adaptação tem tudo para ser polêmica, já que o personagem divide opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxergam como manifestação da anarquia. Não há meio termo com “O Doutrinador”, a começar por seu nome, mas principalmente por seus métodos – ele faz justiça com as próprias mãos, caçando e matando corruptos de todos os partidos. O segundo volume de suas histórias foi criado com ajuda do músico Marcelo Yuka (ex-baterista de O Rappa), que teve a ideia do roteiro. A ideia original de Ramos era negociar uma série do personagem. Acabou chamando atenção da Downton Filmes e da Paris Filmes, que se juntaram para realizar a adaptação cinematográfica. Com roteiro a cargo do ator Gabriel Wainer (visto na novela “Passione”), as filmagens estão previstas para 2017. Vale lembrar que, em 1973, o filme “O Judoka” foi a primeira adaptação de quadrinhos de super-herói nacional.
Um Namorado para Minha Mulher: “Chatice” de Ingrid Guimarães é o melhor do trailer de novo besteirol
A Paris Filmes divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer de mais um besteirol brasileiro, “Um Namorado para Minha Mulher”. A trama gira em torna de uma ideia típica de comédia brasileira. Ou seja, algo que ninguém jamais faria na vida real. Cansado da mulher chata, o personagem de Caco Ciocler (“Disparos”) decide contratar um homem para conquistá-la e assim conseguir a separação. Mas se arrepende. O problema é que o sedutor exótico (Domingos Montagner, de “Gonzaga: De Pai para Filho”) se apaixona pela mulher do “corno”. A prévia só não é totalmente ridícula por conta da atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), que para encarnar o clichê da mulher chata assume um mau-humor espirituoso, inteligente e divertidíssimo, que vê defeito em tudo e não suporta lugares comuns. Em outras palavras, ela parece crítica de cinema. Com direção de Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena” duas vezes – o filme e a continuação), que também escreveu o roteiro em parceria com Lusa Silvestre (“E Aí… Comeu?”), a comédia estreia em 1 de setembro.
YouTubers famosos do Brasil vão se juntar numa comédia para o cinema
Sucesso no YouTube garante boa bilheteria? O desempenho de estreia do filme “Porta dos Fundos: Contrato Vitalício” parece indicar que não. Mesmo assim, uma produção vai apostar no filão, juntando uma turma de vloguers, como Kéfera Buchmann, Christian Figueiredo e Whindersson Nunes, recordistas de visualização do YouTube no Brasil, com o comediante televisivo Rafinha Bastos. A ironia do projeto passa pelo título. A comédia para o cinema tem como título provisório “Filme pra Internet”. O longa é uma produção da Paris Filmes e será dirigido por Filippo Capuzzi Lapietra, que estreia em longa-metragem. Não há detalhes da trama, mas o lançamento está marcado para 23 de fevereiro. Antes disso, Kéfera e Nunes vão estrelar outros projetos de cinema. Ela será protagonista da comédia “É Fada”, dirigida por Cris D’Amato (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e com lançamento previsto para outubro, enquanto ele estreia como dublador na animação “A Era do Gelo: Big Bang”, que estreia nesta quinta (7/7).
Estreia da cinebiografia de José Aldo é adiada após derrota no UFC
A derrota do lutador José Aldo no UFC, nocauteado aos 13 segundos de luta no sábado (12/12), após 10 anos de invencibilidade, levou à lona também os planos de lançamento de sua cinebiografia. Originalmente prevista para estrear em janeiro, “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” teve sua distribuição adiada nos cinemas brasileiros. A decisão das empresas Downtown Filmes e Paris Filmes teria sido consequência direta da derrota para Conor McGregor, no UFC 194. Agora, o filme deve ser lançado apenas quando o amazonense voltar a vencer no MMA. O problema é que ainda não há previsão para sua próxima luta. A campanha de divulgação já tinha iniciado, com a disponibilização do trailer, excelente por sinal, que pode ser conferido abaixo. Dirigido e produzido por Afonso Poyart, responsável por “2 Coelhos”, o filme traz José Loreto (novela “Avenida Brasil”) como José Aldo e mostra a dura vida do lutador – da infância pobre em Manaus até a mudança de vida para o Rio de Janeiro e o título no UFC. “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo” ainda destaca Cléo Pires (“Operações Especiais”) no elenco.










