Minha Mãe É uma Peça 3 já é terceiro filme brasileiro mais visto em todos os tempos
O público do filme “Minha Mãe É uma Peça 3” não pára de crescer. Nesta quinta (13/2), a comédia de Paulo Gustavo atingiu 11,2 milhões de espectadores, superando os 11,1 milhões de ingressos vendidos de “Tropa de Elite 2”. Com isso, transformou-se no terceiro filme mais visto da história da indústria cinematográfica nacional, atrás apenas dos dramas “Nada a Perder” (2018) e “Os Dez Mandamentos” (2016), justamente os filmes que têm seu público questionado, por conta de uma estratégia da Igreja Universal, que esgotou os ingressos das sessões sem preencher os assentos dos cinemas com espectadores. Como a diferença é pequena, os números polêmicos do 2º colocado devem ser superados em breve. A diferença para “Os Dez Mandamentos” é de apenas 100 mil ingressos, enquanto “Nada a Perder” tem cerca de 900 mil de vantagem. Atualmente em 3º lugar no ranking nacional, “Minha Mãe É uma Peça 3” ainda continua lotando suas sessões. No fim de semana passado, levou 209 mil espectadores aos cinemas. Basta atingir metade desse número até domingo para superar o recorde de “Os Dez Mandamentos”. Há oito semanas em cartaz, a comédia da Dona Hermínia já tem um faturamento de R$ 175 milhões, que representa a maior bilheteria do cinema brasileiro em todos os tempos – recorde superado em janeiro passado, cerca de 40 milhões atrás. O valor se tornou, inclusive, maior que a soma da arrecadação conjunta dos dois primeiros filmes da franquia. A franquia “Minha Mãe É Uma Peça” é baseada na peça homônima, criada e estrelada por Paulo Gustavo como Dona Hermínia. Os dois primeiros filmes, lançados em 2013 e 2016, atingiram juntos o público de 13 milhões de espectadores e uma arrecadação total de R$ 173,7 milhões. O imenso sucesso e alcance de “Minha Mãe É Uma Peça 3” também coloca em cheque a definição do presidente Jair Bolsonaro sobre filmes que só agradam “uma minoria”, já que se trata de uma produção assumidamente LGBTQIA+. Sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), tem como tema um casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada.
Minha Mãe É uma Peça 3 ultrapassa R$ 150 milhões nas bilheterias
Recordista de bilheteria do cinema brasileiro desde a semana passada, “Minha Mãe É uma Peça 3” aumentou ainda mais o volume de sua arrecadação, mantendo-se como o segundo filme mais visto pelo público do Brasil no último fim de semana. De quinta a domingo (27/1), a comédia exibida em 487 salas arrecadou R$ 9,1 milhões, levando mais 530 mil pessoas aos cinemas. Desde que estreou há cinco semanas, “Minha Mãe é uma Peça 3” já foi vista por 9,8 milhões de espectadores, segundo levantamento da Comscore, e acumula R$ 156 milhões, a maior arrecadação de um filme brasileiro em todos os tempos. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões no fim de semana inaugural. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar do recorde de bilheteria, o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda não é o que mais vendeu ingressos. Com distribuição de ingressos para fiéis da Igreja Universal, “Nada a Perder” fez circular 11,5 milhões de ingressos, segundo informações da produtora Paris Filmes. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” é o quinto filme com maior público do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M) e “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M). Por curiosidade, “Minha Mãe É uma Peça 2” agora é o sexto, com 9,3 milhões de espectadores superados pela venda da continuação. O detalhe é que “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa só perde, nas bilheterias atuais, para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou há duas semanas. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo conservador de cinema que o governo Bolsonaro tenta implantar no país, já que sua trama é estrelada por um homem vestido de mulher (que na vida real é casado com outro homem), inclui uma trama de casamento homossexual e gira em torno de uma família que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final Semana 23 a 26 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. 19174. Frozen 25. Um Espião Animal6. Adoráveis Mulheres7. O Escândalo8. Parasita9. A Possessão de Mary10. O Melhor Verão de Nossas Vidas — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 27, 2020
Minha Mãe É uma Peça 3 bate recorde e vira maior bilheteria do cinema brasileiro
“Minha Mãe É uma Peça 3” tornou-se o filme de maior arrecadação na história do cinema brasileiro. Com os R$ 13,7 milhões registrados neste final de semana, a comédia da Downtown Filmes somou R$ 137,9 milhões nas bilheterias, superando o recorde de “Nada a Perder”, primeira parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, que faturou R$ 120 milhões em 2018. A produtora do longa comemorou a façanha no Instagram, dizendo que “a mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui!”. Lançado na última semana de dezembro, “Minha Mãe É uma Peça 3” já tinha impressionado na estreia, arrecadando mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. Com isso, bateu o blockbuster “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. E, nas semanas seguintes, nem tomou conhecimento da concorrência de “Frozen 2”, tornando-se um pesadelo para a Disney no Brasil. Mas, apesar da grande bilheteria, em número de ingressos vendidos o longa estrelado por Paulo Gustavo ainda está longe da produção da Igreja Universal. “Minha Mãe É uma Peça 3” foi visto por cerca de 8 milhões de espectadores, enquanto “Nada a Perder” teve vendagem de 12,1 milhões de ingressos, segundo apuração da Ancine. A diferença em reais fica, portanto, por conta da inflação. Na verdade, o terceiro “Minha Mãe É uma Peça” nem aparece no Top 5 dos maiores públicos do cinema nacional. Os demais filmes que completam o ranking são “Os Dez Mandamentos” (11,3M de ingressos), “Tropa de Elite 2” (11,1M), “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7M) e “Minha Mãe É uma Peça 2” (9,3M). Ou seja, o segundo filme da franquia da Dona Hermínia ainda está à frente da continuação mais recente em número de espectadores. Mas “Minha Mãe É uma Peça 3” continua lotando cinemas. O longa ocupa atualmente o 2ª lugar entre os filmes mais vistos do país, perdendo apenas para “Jumanji: Próxima Fase”, que estreou no último fim de semana. Ou seja, ainda tem muitos ingressos para vender. A popularidade do filme também representa uma contraste gritante em relação ao modelo de cinema que o governo Bolsonaro tenta impor no país, em nome de uma suposta maioria da população. A verdade incontestável é que a maioria da população brasileira prestigia um filme que celebra casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural e bem-humorada. Veja a seguir a comemoração do recorde de bilheteria e, logo abaixo, o Top 10 do fim de semana no Brasil, segundo levantamento da consultoria Comscore. Ver essa foto no Instagram É oficial!! @minhamaeeumapeca3oficial é o filme com maior arrecadação da história do cinema brasileiro!! 💰 ⠀ A mãe mais amada do Brasil tá tendo um troço aqui! Não poderia ser diferente, né? 😂 ⠀ Obrigado, Brasil!! 🙏🏻 ⠀ #downtownfilmes #dtfilmes #cinemanacional #minhamaeeumapeca3 #minhamaeeumapeca #donaherminia #paulogustavo #recorde #bilheteria #arrecadacao Uma publicação compartilhada por Downtown Filmes (@dtfilmes) em 21 de Jan, 2020 às 1:08 PST TOP 10 #bilheteria #cinema SEGUNDA 20 JAN: 1. Jumanji – Próxima Fase2. Minha Mãe É Uma Peça 33. Frozen 24. O Escândalo5. Adoráveis Mulheres6. Star Wars – A Ascensão de Skywalker7. Parasita8. Ameaça Profunda9. Miseráveis, Os10. O Farol — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) January 21, 2020
Paulo Gustavo faz aparição surpresa em cinema para comemorar bilheteria de Minha Mãe É uma Peça 3
De férias em Santa Catarina, Paulo Gustavo aproveitou para fazer uma surpresa para os fãs. Ele apareceu sem avisar num cinema de um shopping de Camburiú para comemorar 2 milhões de espectadores de “Minha Mãe É Uma Peça 3”. “Vim aqui só dar um beijo em vocês e comemorar algo muito especial: acabamos de chegar a 2 milhões de pessoas em apenas quatro dias”, disse ao público, aproveitando para fazer um vídeo para registrar o momento. Veja abaixo. “Minha Mãe É uma Peça 3” arrecadou mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz, batendo “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. O blockbuster americano ficou muito atrás, com R$ 10,4 milhões em sua segunda semana, caindo para o 2º lugar. O sucesso da comédia estrelada por Paulo Gustavo é a prova definitiva de que igualdades de condições, como o acesso à distribuição ampla, fazem muita diferença para o cinema nacional. “Minha Mãe É uma Peça 3” teve o maior lançamento já visto no cinema brasileiro, chegando em 1,4 mil salas em 26 de dezembro – 200 a mais que o antigo recordista, “Nada a Perder”, em 2018. Apesar disso, o número de telas ocupadas pelo filme da Dona Hermínia ainda é muito menor que o do próprio “A Ascensão Skywalker”, lançado em quase 2 mil salas na semana passada, e representa metade da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato”, que só foi possível porque o presidente do Brasil “esqueceu” de assinar a Cota de Tela em 2019 – uma proteção ao cinema brasileiro que Bolsonaro pretende extinguir. Vale até uma comparação financeira, para quem acha que “ninguém vê filme nacional”. Em mais salas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fez muito menos dinheiro. O lançamento do filme da Disney, na semana passada, não passou dos R$ 21 milhões, cerca de R$ 10 milhões a menos que o faturamento inicial da comédia da Paris Filmes. Por isso, foram necessários dois fins de semana para o novo “Star Wars” somar o mesmo que “Minha Mãe É uma Peça 3” conseguiu num fim de semana apenas. Para completar a análise contábil, os números de “Minha Mãe É uma Peça 3” representam a quinta maior abertura do ano – e isto com a concorrência direta de “Star Wars”. Segundo dados do Filme B, o terceiro filme da franquia perdeu apenas para “Vingadores: Ultimato” (R$ 103 milhões), “O Rei Leão” (R$ 69 milhões), “Capitã Marvel” (R$ 51 milhões), e “Toy Story 4” (R$ 35 milhões). Em termos de público, foram quase 2 milhões de espectadores, num crescimento de 61% na venda de ingressos em relação a “Minha Mãe É uma Peça 2”. Por fim, é importante registrar que “Minha Mãe É uma Peça 3” também representa uma síntese daquilo que o governo Bolsonaro mais reprova no cinema brasileiro. O filme celebra um casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural, além de ser uma coprodução da Globo, empresa que se tornou alvo da fúria do presidente do Brasil. Ver essa foto no Instagram Fizemos 2 milhões em 4 dias! 😱😱😱😱 Invadi um sala de cinema em Balneário Camboriú pra dar um beijo na turma toda! Foi lindo! Muito Obrigado! Obrigado Obrigado Uma publicação compartilhada por paulogustavo31 (@paulogustavo31) em 30 de Dez, 2019 às 4:40 PST
Minha Mãe É uma Peça 3 supera – e muito – Star Wars nas bilheterias do Brasil
“Minha Mãe É uma Peça 3” arrecadou mais de R$ 30 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz, batendo “Star Wars: A Ascensão Skywalker” nas bilheterias nacionais. O blockbuster americano ficou muito atrás, com R$ 10,4 milhões em sua segunda semana, caindo para o 2º lugar. O sucesso da comédia estrelada por Paulo Gustavo é a prova definitiva de que igualdades de condições, como o acesso à distribuição ampla, fazem muita diferença para o cinema nacional. “Minha Mãe É uma Peça 3” teve o maior lançamento já visto no cinema brasileiro, chegando em 1,4 mil salas em 26 de dezembro – 200 a mais que o antigo recordista, “Nada a Perder”, em 2018. Apesar disso, o número de telas ocupadas pelo filme da Dona Hermínia ainda é muito menor que o do próprio “A Ascensão Skywalker”, lançado em quase 2 mil salas na semana passada, e representa metade da ocupação predatória de “Vingadores: Ultimato”, que só foi possível porque o presidente do Brasil “esqueceu” de assinar a Cota de Tela em 2019 – uma proteção ao cinema brasileiro que Bolsonaro pretende extinguir. Vale até uma comparação financeira, para quem acha que “ninguém vê filme nacional”. Em mais salas, “Star Wars: A Ascensão Skywalker” fez muito menos dinheiro. O lançamento do filme da Disney, na semana passada, não passou dos R$ 21 milhões, cerca de R$ 10 milhões a menos que o faturamento inicial da comédia da Paris Filmes. Por isso, foram necessários dois fins de semana para o novo “Star Wars” somar o mesmo que “Minha Mãe É uma Peça 3” conseguiu num fim de semana apenas. Para completar a análise contábil, os números de “Minha Mãe É uma Peça 3” representam a quinta maior abertura do ano – e isto com a concorrência direta de “Star Wars”. Segundo dados do Filme B, o terceiro filme da franquia perdeu apenas para “Vingadores: Ultimato” (R$ 103 milhões), “O Rei Leão” (R$ 69 milhões), “Capitã Marvel” (R$ 51 milhões), e “Toy Story 4” (R$ 35 milhões). Em termos de público, foram quase 2 milhões de espectadores, num crescimento de 61% na venda de ingressos em relação a “Minha Mãe É uma Peça 2”. Por fim, é importante registrar que “Minha Mãe É uma Peça 3” também representa uma síntese daquilo que o governo Bolsonaro mais reprova no cinema brasileiro. O filme celebra um casamento homossexual e uma família sem preconceitos, que lida com a sexualidade de forma natural, além de ser uma coprodução da Globo, empresa que se tornou alvo da fúria do presidente do Brasil. Confira abaixo o Top 10 dos filmes mais vistos do Brasil, no último levantamento de 2019 da auditoria da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema Final de Semana 26 a 29 DEZ:1. Minha Mãe É Uma Peça 32. Star Wars: A Ascensão de Skywalker3. Entre Facas e Segredos4. Cats5. Playmobil – O Filme6. Malévola7. Brincando com Fogo8. Os Parças 29. A Familia Adams10. Parasita — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 30, 2019
Nada a Perder 2 sai dos cinemas após faturar R$ 59,2 milhões
O filme “Nada a Perder 2”, segunda parte da cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, saiu dos cinemas no fim de semana, após dois meses em cartaz, com faturamento total de R$ 59,2 milhões nas bilheterias. O valor é impressionante para o cinema nacional, mas representa metade da arrecadação recordista do filme antecessor, que rendeu R$ 120,8 milhões do primeiro “Nada a Perder” no ano passado. De acordo com os dados da ComScore, empresa que coleta dados das bilheterias no país, foram vendidos 6,1 milhões de ingressos para a sequência, o que equivale a quase metade dos 12,1 milhões comercializados no anterior, que se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos da história. Apesar dos valores elevados, é difícil saber se o filme deu lucro, porque desde sua estreia em 16 de agosto, “Nada a Perder 2” sofreu denúncias na imprensa por tentar lotar cinemas com distribuição gratuita de ingressos. A reportagem do UOL esteve no shopping Metrô Itaquera, em São Paulo, o local com mais sessões esgotadas na cidade, e confirmou que obreiros da Igreja Universal distribuíam entradas gratuitamente para as sessões, que foram adquiridas em lote pela própria Igreja. Pessoas que chegaram com ingressos antecipados também confirmaram que conseguiram os bilhetes através da Igreja. O jornal O Globo, por sua vez, reparou que os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Mesmo com ingressos esgotados, as sessões iniciais não lotaram. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo. Em nota, a Igreja Universal disse que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”.
Nada a Perder 2 lidera bilheterias e Tarantino registra recorde no Brasil
“Nada a Perder 2” estreou na liderança das bilheterias brasileiras. Segundo dados do Comscore, o segundo filme do bispo Edir Macedo somou R$ 14,4 milhões com 1,280 milhão de ingressos vendidos. Entretanto, o sucesso é contratado por denúncias de distribuição de ingressos nas portas dos cinemas e na Igreja Universal, por reportagens do jornal O Globo e do portal UOL. O filme esgotou as bilheterias na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural, mas, como aconteceu com o primeiro longa, as sessões não lotaram. Em nota, a Igreja disse ao jornal O Globo que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”. O comunicado refere-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Sem iniciativa de “voluntários”, “O Rei Leão” caiu para o 2º lugar, exatamente um mês após seu lançamento no Brasil (que aconteceu em 18 de julho). A produção da Disney faturou mais R$ 9,1 milhões no fim de semana, totalizando impressionantes R$ 243 milhões no país. Em 3º lugar, “Era uma vez… em Hollywood” faturou R$ 6,8 milhões, valor que representa um recorde: a maior abertura de um filme do diretor Quentin Tarantino no Brasil. Confira abaixo as 10 maiores bilheterias do Brasil, de acordo com a medição do Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinemas Final Semana 15 a 18/08:1. Nada a Perder 22. O Rei Leão3. Era Uma Vez em…Hollywood4. Velozes Furiosos Hobbs & Shaw5. Meu Amigo Enzo6. Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro7. Homem Aranha8. Toy Story 49. Simonal10. Pets 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 19, 2019
Ingressos de Nada a Perder 2 estariam sendo distribuídos de graça
O jornal O Globo e o portal UOL foram conferir o novo sucesso nacional, “Nada a Perder 2”, que não teve sessões exibidas para a crítica, mas esgotou ingressos na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural. E o fenômeno do primeiro “Nada a Perder”, maior bilheteria do cinema brasileiro, voltou a se repetir. Tanto o jornal do Rio quanto o portal sediado em São Paulo relataram a presença de pessoas distribuindo ingressos gratuitos para as sessões na frente das salas de cinema. E também ouviram testemunhas de quem foi ver o filme após ganhar ingressos numa sede da Igreja Universal. O filme é uma cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Em nota, a Igreja disse ao jornal que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo.
Nada a Perder 2 já tem sessões de estreia esgotadas
“Nada a Perder 2”, sequência da cinebiografia do bispo Edir Macedo, já tem várias sessões lotadas, a dois dias da estreia, prevista para quinta-feira (15/8). O primeiro filme esgotou as bilheterias de seu fim de semana inaugural com vários dias de antecedência, batendo recorde de pré-venda, com 4 milhões de ingressos vendidos antes da estreia. Acabou virando a maior bilheteria nacional de todos os tempos, somando 12 milhões de ingressos. Apesar da procura antecipada, o fenômeno não deve se repetir na continuação. A diferença começa pelo lançamento em circuito menor. “Nada a Perder 2” será exibido em 600 salas, enquanto a primeira parte foi distribuída em 1,1 mil. Além disso, o site Ingresso.com revela que a pré-venda, iniciada em 15 de de junho, é 4,5 vezes menor do que o montante do filme anterior. O site não divulga números exatos. Segundo o jornal O Globo, boa parte das sessões apresenta características de ingressos comprados em pacotes, ou seja, adquiridos por uma mesma pessoa com o intuito de distribuir para outros espectadores. Isso porque a ocupação se dá em bloco, com fileiras inteiras compradas de uma vez. Tática semelhante aconteceu com “Os Dez Mandamentos” (2016) e no primeiro “Nada a Perder” (2018). Em ambos os casos, salas com todos os ingressos vendidos ficaram vazias na estreia. O número expressivo de bilheteria não se refletiu na ocupação, fazendo dos filmes curiosos sucessos de vendas, mas não de público. Ainda de acordo com O Globo, parte dos bilhetes foi comprada pela Igreja Universal e distribuída aos fiéis, que não necessariamente foram ao cinema. A Igreja Universal sempre negou ter comprado bilhetes em massa, embora reportagens de diversos veículos tenham flagrado tíquetes sendo distribuídos em cultos, igrejas e cinemas no ano passado. A instituição alega que a iniciativa partiu de líderes religiosos. Assim como no primeiro filme, “Nada a Perder 2” também não terá sessões antecipadas para a imprensa, visando impedir que os críticos escrevam sobre o filme antes da estreia. Carregando o subtítulo “Não se Pode Esconder”, a segunda parte cobre os anos entre a saída do bispo Edir Macedo (interpretado por Petrônio Gontijo) da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014, explorando a expansão da Universal pelo mundo. Segundo a sinopse oficial divulgada pela produção, o filme também responde às denúncias contra o bispo Edir Macedo, fundador e líder da entidade, envolvendo lavagem de dinheiro e intolerância religiosa. Está lá, por exemplo, o incidente conhecido como “chute na santa”, em que um bispo da Universal criticou, ao vivo na TV, a adoração de santas católicas. Juntos, os dois filmes têm orçamento de R$ 40 milhões, bancados, segundo o estúdio Paris Filmes, por empresas privadas.
O Doutrinador: Série do super-herói nacional ganha primeiro trailer
O canal pago Space divulgou o trailer da série do super-herói nacional “O Doutrinador”, estrelada por Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”). A prévia sugere uma versão estendida do filme homônimo, baseado em quadrinhos sobre um vigilante que combate a corrupção no Brasil. A atração vai estrear no dia 1º de setembro, um domingo, às 21h, quase um ano após a exibição do filme. Enquanto o longa foi lançado no clima das eleições do ano passado, a série chegará à TV após as reportagens da chamada “Vaja Jato”, que consiste na publicação de mensagens privadas dos promotores da Lava Jato, obtidos por hacker confesso com o objetivo de atingir o juiz Sergio Moro e o promotor Deltan Dallagnol. Por coincidência, a trama fictícia também tem um hacker. A ligação de “O Doutrinador” com fatos reais tem sido uma constante em sua trajetória. O personagem foi concebido em 2008 pelo artista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. No Brasil polarizado do século 21, acabou dividindo opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, o protagonista virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Apesar disso, o filme dirigido por Gustavo Bonafé (de “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) foi lançado sem causar a repercussão esperada em novembro passado. A versão televisiva terá 7 episódios de 45 minutos cada.
O Doutrinador: Série do super-herói nacional estreia em setembro no canal Space
O canal pago Space divulgou a data de estreia da série do super-herói nacional “O Doutrinador”, estrelada por Kiko Pissolato (“Os Dez Mandamentos”). Adaptação de quadrinhos já levada ao cinema, a série mostra um vigilante que combate a corrupção no Brasil. Em comunicado, a Turner, dona do Space, define a produção como uma “série de ficção/ação com três eixos principais de dramaturgia: o thriller político, a ação investigativa e o drama pessoal das personagens”. A atração vai estrear no dia 1º de setembro, um domingo, às 21h, quase um ano após a exibição do filme homônimo. Enquanto o longa foi lançado no clima das eleições do ano passado, a série chegará à TV após as reportagens da chamada “Vaja Jato”, que consiste na publicação de mensagens privadas dos promotores da Lava Jato com o objetivo de questionar o combate à corrupção e a figura do juiz Sergio Moro. Assim, mantém-se extremamente atual, como reflexo do zeitgeist (o espírito desses tempos que vivemos). A ligação do personagem com a repercussão de fatos reais tem sido uma constante em sua trajetória. Originalmente, o Doutrinador foi concebido em 2008 pelo artista Luciano Costa, que deixou os quadrinhos na gaveta até 2013, quando resolveu publicar as primeiras páginas em seu Facebook. Três meses depois, explodiram as manifestações de protesto no país e o Doutrinador virou cult, ao encarnar, ainda que de forma extrema, a indignação com o panorama político e a revolta contra “tudo o que está aí”. Luciano Costa assumiu ter se inspirado nos quadrinhos do Batman de Frank Miller. Mas o personagem está mais para o Zorro, o mascarado perseguido pela justiça por enfrentar os governantes corruptos do pueblo de Los Angeles. No Brasil polarizado do século 21, acabou dividindo opiniões. Há quem o considere fascista e outros que o enxerguem como manifestação da anarquia. Agente da polícia federal, o protagonista virou justiceiro por não aguentar mais tanta impunidade. Revoltado com o sistema e com sede de vingança por uma tragédia pessoal, ele não mede esforços para eliminar políticos, donos de empreiteiras, dirigentes do futebol e até líderes religiosos, matando corruptos de todos os matizes. Apesar disso, o filme dirigido por Gustavo Bonafé (de “Legalize Já!”, cinebiografia da banda Planet Hemp) foi lançado sem causar a repercussão esperada em novembro passado. A versão televisiva terá 7 episódios de 45 minutos cada.
Nada a Perder 2: Vídeo anuncia pré-venda de ingressos do novo filme de Edir Macedo
A Paris Filmes divulgou o pôster e um novo vídeo de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia mostra o protagonista como um injustiçado, vítima de perseguição, e anuncia o início da venda antecipada de ingressos. Acusado de ser exibido para salas vazias de cinema, o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A pré-venda do segundo longa começa oficialmente no sábado (15/6). A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.
Trailer de Nada a Perder 2 continua história de Edir Macedo
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia tem cenas de protestos, polícia, documentos queimados, o infame chute na santa e viagem a Israel, além de mostrar o crescimento do negócio religioso. Acusado de ser exibida para salas vazias de cinema – enquanto a Igreja Universal negou ter comprado e distribuído tíquetes entre fiéis, exibidoras confirmaram ter vendido pacotes para pastores – , o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.








