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  • Série

    Paramount+ renova séries de “Star Trek” e anuncia datas de estreia

    18 de janeiro de 2022 /

    A Paramount+ anunciou renovações e datas de estreias dos próximos episódios de suas séries do universo “Star Trek”. Para começar, “Star Trek: Discovery” foi renovada para a 5ª temporada. Atualmente em hiato, a série voltará com a segunda metade de seu quarto ano em 10 de fevereiro. A 2ª temporada de “Star Trek: Picard” também ganhou data de estreia: 3 de março. A série já tinha sido renovada para o terceiro ano antecipadamente, e encontra-se em meio à produção dos novos capítulos. Ainda inédita, “Star Trek: Strange New Worlds” foi renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, que acontecerá em 5 de maio. E para completar, a animação “Star Trek: Lower Decks” garantiu seu retorno para uma 4ª temporada. Além destas, outra animação, “Star Trek: Prodigy”, já se encontrava renovada desde o final do ano passado. “Quatro anos atrás, prometemos transformar ‘Star Trek’ em algo que nunca havia sido antes, e graças ao trabalho incrivelmente árduo feito por nossos muitos talentosos showrunners, escritores e diretores, juntamente com o apoio extraordinário da CBS Studios e da Paramount+., estamos mantendo nossa palavra”, disse em comunicado Alex Kurtzman, arquiteto e produtor executivo da franquia. “Agora, nossas séries atuais estão preparadas para o futuro, enquanto trabalhamos para construir a próxima fase de programação de ‘Star Trek’ nos próximos anos.”

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  • Série

    As 10 melhores séries da semana em streaming

    14 de janeiro de 2022 /

    Com opções que vão de super-heróis a documentário de MPB, a seleção de séries reflete uma semana com grandes lançamentos. A variedade de opções inclui ainda novidades de western, terror, comédia, thriller de ação, animação e até drama erótico. Confira abaixo 10 sugestões, selecionadas entre os títulos mais recentes disponibilizados pelas plataformas de streaming, para aproveitar o verão chuvoso.     PACIFICADOR | HBO MAX   A série filhote de “O Esquadrão Suicida” acompanha a nova missão do vilão sem noção vivido por John Cena, ao lado de dois personagens do filme e adições criativas do DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics). Criação do diretor de “O Esquadrão Suicida”, cada episódio tem uma ou duas reviravoltas inteligentes e cenas muito engraçadas, mas o que deve fisgar a atenção dos espectadores são os diálogos surpreendentemente profundos, que surgem sem aviso. Com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Pacificador” vai agradar em cheio os muitos fãs do humor pueril, rude e repleto de referências de quadrinhos do cineasta James Gunn, e tem tudo para se tornar o maior sucesso da HBO Max.     O CANTO LIVRE DE NARA LEÃO | GLOBOPLAY   Uma das melhores séries documentais de temática musical já feitas no Brasil e ponto alto da existência da Globoplay mostra como Nara Leão impactou a música e a cultura, desde o surgimento da bossa nova, o célebre show Opinião, de 1964, considerado primeiro protesto artístico contra a ditadura, e a fundação da MPB. A produção foi desenvolvida e dirigida por um especialista: Renato Terra, codiretor dos docs musicais “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020). Com imagens raras e depoimentos de Chico Buarque, Nelson Motta, Roberto Menescal, Paulinho da Viola e Maria Bethânia, entre outros, também aborda as transgressões criativas e a vida afetiva da intérprete.     1883 | PARAMOUNT+   Prólogo de “Yellowstone”, série de maior audiência da TV paga americana, a nova atração do roteirista-produtor Taylor Sheridon é um western autêntico. A história começa como uma jornada perigosa de caravana pelo Oeste selvagem, que leva os ancestrais de John Dutton (Kevin Costner) em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, através das Grandes Planícies, em meio a índios e foras-da-lei. O elenco destaca dois astros famosos da música country: o casal da vida real Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”), que formam a família protagonista com os filhos vividos pela adolescente Isabel May (“Young Sheldon”) e o menino Audie Rick. Além deles, o elenco inclui Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como guias e seguranças da viagem, e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como um famoso ex-xerife texano, Jim Courtright, que em 1883 se transformou em fora-da-lei.     ARQUIVO 81 | NETFLIX   Inspirada em um podcast homônimo, o terror acompanha o personagem de Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”), que recebe a missão de restaurar uma coleção de fitas de vídeo danificadas num incêndio em 1994. O conteúdo é trabalho de uma documentarista que investigava fenômenos sobrenaturais e uma provável seita diabólica num antigo prédio residencial. E quanto mais ele restaura as imagens, mais envolvido se torna, a ponto de se ver passando pelas mesmas situações enfrentadas pela documentarista há 28 anos. A série foi desenvolvida por Rebecca Sonnenshine (produtora-roteirista de “The Boys” e “The Vampire Diaries”), tem direção de Rebecca Thomas (“A Fita Azul”) e produção de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”). E é daquelas que fazem o espectador maratonar noite a dentro, hipnotizado com o quebra-cabeças narrativo e torcendo por uma 2ª temporada.     RAY DONOVAN | PARAMOUNT+   Apresentado como um “filme”, o episódio mais longo tem a função de encerrar a série, cancelada em 2020 após a 7ª temporada, deixando vários ganchos e a trama sem fim. A história se concentra nos problemas de três gerações dos Donovan: o personagem-título (vivido por Liev Schreiber), seu pai (Jon Voight) e sua filha (Kerris Dorsey), mas sem esquecer do irmão mais velho (Eddie Marzan). Originalmente, “Ray Donovan” girava em torno de um especialista em limpar cenas de crime e apagar evidências comprometedoras dos ricos e famosos de Hollywood, mas logo sua família acabou ganhando proeminência, levando-o a tentar se afastar de tudo com uma mudança para Nova York, que apenas colocou seus serviços ao alcance de novos contratantes. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago HBO, mas quem quiser maratonar hoje vai encontrar as sete temporadas disponíveis apenas na Paramount+.     THE PREMISE | STAR+   Criada por BJ Novak, ator e roteirista da série “The Office”, “The Premise” é descrita como “uma antologia do agora”, apresentando temas relevantes do mundo contemporâneo sob a ótica do humor. O primeiro capítulo, por exemplo, trata de violência policial capturada em câmera, só que ao fundo de uma gravação altamente embaraçosa, enquanto o último reflete como as ações de um valentão da escola se voltam contra ele na vida adulta – a vingança envolve um butt plug (pesquise apenas se for maior de idade). A 1ª temporada tem cinco episódios, todos escritos por Novak, e inclui ainda abordagens sobre armamentismo, impacto negativo das redes sociais e filantropia fake de celebridades. Com um elenco diferente em cada capítulo, a produção reúne uma lista invejável de astros, como Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Boyd Holbrook (“Narcos”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Ben Platt (“The Politician”), Lucas Hedges (“Boy Erased”), Lola Kirke (“Mistress America”), Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”), Amy Landecker (“Your Honor”), Beau Bridges (“Bloodline”) e Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”).     AFTER LIFE | NETFLIX   A atração criada e estrelada por Ricky Gervais (o criador da versão original de “The Office”) chega ao fim em sua 3ª temporada com uma reviravolta comovente do protagonista Tony. Ao embarcar numa jornada para honrar o último desejo de seu pai, ele aprende a lidar com o luto e as perdas inevitáveis da vida, decidindo se tornar um homem melhor. Ou seja, trata-se de uma conclusão oposta à premissa da série, quando a morte da esposa fez Tony querer acertar as contas com o universo de outro modo, dizendo e fazendo o que quisesse a qualquer hora, lixando-se para as consequências.     OPERAÇÃO ECSTASY | NETFLIX   Boa surpresa da Netflix, a coprodução belga e holandesa (chamada “Undercover” no original) chega à 3ª temporada após ganhar até filme (o prólogo “Ferry”). A principal novidade da trama escrita por Piet Matthys (“Vermist”) é que desta vez os antigos rivais são aliados. O traficante Ferry (Frank Lammers) precisa trabalhar com o policial (Tom Waes) que o prendeu para resolver seus problemas legais, infiltrando-se numa nova organização criminosa. Apesar do nome ruim no Brasil, trata-se de uma das melhores séries policiais da plataforma.     NUA E CRUA | GLOBOPLAY   O título é um pouco enganoso. Esta curiosidade turca da Globoplay não tem nudez. Mas é bem crua, no sentido de abordar abertamente o sexo. Mesmo com as restrições de um país de maioria muçulmana, consegue ter grande apelo sensual. A produção conta a história de Eylul (Müge Bayramoglu), uma jovem que mora com a avó e ganha a vida como acompanhante sexual. Seu destino muda quando certa noite é contratada para trabalhar em uma despedida de solteiro de Cem (Mert Ramazan Demir), um rapaz que está contando os dias para se casar com uma socialite. Lógico que os dois acabam se apaixonando, mas o melodrama de novela é um truque de Can Evrenol (“O Último Guardião”), roteirista e diretor da série, que usa a premissa convencional para apaziguar os censores e atiçar o público com cenas de sexo implícito – tudo é sugerido, tudo mesmo. Não faltam fetiches…     ATTACK ON TITAN | CRUNCHYROLL   Os episódios finais da 4ª temporada concluem a adaptação do mangá de Hajime Isayama, fenômeno com mais de 76 milhões de exemplares vendidos no Japão. Exibido desde 2013, o anime é uma distopia pós-apocalíptica sobre um futuro em que a humanidade vive enclausurada em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para literalmente consumir a humanidade – comer mesmo. Anteriormente feita pela Wit Studio, divisão da IG Animation, o cultuado anime se encerra com produção do Studio MAPPA, sob a direção de Jun Shishido (“A Princesa e o Piloto”) e Yūichirō Hayash (“Dorohedoro”), e depois de ganhar versão “live action” nos cinemas japoneses. Para dar noção da expectativa gerada pelo desfecho, o lançamento derrubou os serviços americanos da Chuchyroll e da Funanimation, que chegaram a ficar fora do ar com a quantidade de acessos dos fãs na estreia dos episódios no mês passado nos EUA.

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  • Série

    The Offer: Série sobre “O Poderoso Chefão” ganha teaser e data

    11 de janeiro de 2022 /

    A plataforma Paramount+ divulgou a data de estreia de “The Offer”, minissérie sobre os bastidores do clássico do cinema “O Poderoso Chefão” (1972). A revelação do lançamento em 28 de abril foi feito num teaser e num pôster oficial da produção. A minissérie de 10 episódios foi concebida por Michael Tolkin, de “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora” (2021), e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série dos anos 1960 “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A história será contada com roteiros de Nikki Toscano (“Hunters”) e direção de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” (2019) e finalizou “Bohemian Rhapsody” (2018). O elenco estelar destaca Miles Teller (“Whiplash”) no papel de Al Ruddy, Colin Hanks (“Fargo”) como o executivo Barry Lapidus, Matthew Goode (“Watchmen”) como o lendário produtor Robert Evans, Justin Chambers (“Grey’s Anatomy”) na pele do astro Marlon Brando e Dan Fogler (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vivendo o cineasta Francis Ford Coppola, entre muitos outros atores.

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  • Série

    “Yellowstone” bate novo recorde de audiência nos EUA

    8 de janeiro de 2022 /

    A série “Yellowstone” bateu seu próprio recorde de audiência ao final da 4ª temporada nos EUA, assistida no canal pago Paramount por 9,3 milhões de telespectadores em seu dia de exibição, um aumento de 81% em relação ao final da 3ª temporada (5,2 milhões). Além disso, o episódio também se tornou o mais visto de toda a série, superando a marca de 8 milhões de telespectadores atingida justamente com a estreia da atual temporada, com grande repercussão devido à morte de um personagem querido. Este desempenho faz de “Yellowstone” a série atual mais vista da TV paga americana, batendo inclusive a audiência da maioria das atrações da TV aberta dos EUA. Juntando as reprises no mesmo dia e exibições alternativas (no canal pago CMT), o season finale chegou a mais de 11 milhões de telespectadores. Para se ter ideia do tamanho da façanha, o final grandioso de “Game of Thrones” atraiu “apenas” 6,6 milhões de telespectadores no dia de sua transmissão em 2019 na HBO. Primeira série semanal estrelada por Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da atração. O sucesso é tanto que a série acaba de ganhar um spin-off, “1883”, lançado em dezembro exclusivamente em streaming, na plataforma Paramount+. No Brasil, “Yellowstone” também é disponibilizada na Paramount+.

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  • Filme

    “Beavis & Butt-head” vai ganhar filme na Paramount+

    8 de janeiro de 2022 /

    O criador de “Beavis & Butt-head”, Mike Judge, anunciou no Twitter que está preparando um novo filme da dupla, para ser lançado ainda em 2022 pelo serviço de streaming Paramount+. Junto com o anúncio, Judge revelou as primeiras artes conceituais do projeto, que mostram Beavis e Butt-head em versões envelhecidas. “Eles precisam de um tempo para voltar a ficar em forma”, brincou. Judge volta ao projeto não só como roteirista, diretor e produtor, mas também como dublador dos dois protagonistas. Lançado em 1993, “Beavis e Butt-Head” teve grande impacto na cultura pop, ao trazer dois adolescentes roqueiros comentando clipes de bandas da época. A série durou sete temporadas e no auge de sua popularidade foi parar até nos cinemas, com o longa animado “Beavis e Butt-Head Detonam a América” (1996). O programa foi exibido até 1997 na MTV, saindo do ar quando o consumo de clipes começou a declinar. A dupla até voltou para uma temporada adicional no final de 2011, buscando se reinventar, mas não deu certo na ocasião. Em 2020, Judge fechou contrato para produzir mais duas temporadas para o canal pago Comedy Central, mas até hoje a estreia do revival televisivo não foi marcada. Beavis and Butt-Head will be returning this year with a brand new movie and more on Paramount+. No exact date yet, but soon. They need some time to get back in shape. pic.twitter.com/tN5rePP9Kn — Mike Judge (@MikeJudge) January 5, 2022

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  • Etc

    Canal americano The CW está à venda

    6 de janeiro de 2022 /

    A WarnerMedia e a ViacomCBS estão dispostos a vender parte significativa ou até toda a rede americana The CW, lar das séries do Arrowverso, “Riverdale”, “Legacies”, “Walker” e várias outras atrações de fantasia juvenil. A rede foi inaugurada em 2006 como resultado da união dos antigos canais UPN e Warner nos EUA. Muitos apostaram que a experiência não duraria, mas embora nunca tenha se tornado lucrativa de forma tradicional, a joint venture se provou um bom negócio para os estúdios da CBS e Warner (o C e o W do nome do canal). A CW passou a render dinheiro por sinergia, ao comprar apenas séries produzidas pelas duas empresas. Além disso, as séries da emissora depois são negociadas por seus estúdios para o mercado internacional. Só a Netflix chegou a pagar US$ 1 bilhão pelos direitos de exibição do conteúdo da CW em 2018. Este modelo, porém, sofreu abalos nos últimos anos, acompanhando mudanças internas na Warner e na CBS. A primeira foi desastrosamente comprada pela AT&T, que passou a desmontar a empresa, dissolvendo ou vendendo parte de seu patrimônio – processo que parece seguir mesmo após as negociações para fusão com a Discovery. Já a CBS sobreviveu a um escândalo sexual de seu chefão, Les Mooves, para se fundir com a Viacom. Desde o ano passado, os dois grupos vêm priorizando a expansão de seus serviços streaming, HBO Max e Paramount+, sobre todos os outros projetos. Por isso, romperam o acordo bilionário com a Netflix, interrompendo o fluxo de dinheiro para o canal. Mesmo assim, Warner e CBS querem continuar usando a CW como parceira, tanto como fonte de renda quanto para reduzir os custos de produção de suas séries. A negociação com interessados na compra do canal teria que considerar manter os dois estúdios como sócios e renovar o acordo de exclusividade para a produção de conteúdo. Segundo o Wall Street Journal, que anunciou o negócio, o maior interessado em adquirir a CW é a Nexstar Media Group, empresa televisiva que já transmite o conteúdo da CW e tem se expandido com aquisições de outros grupos, buscando ganhar projeção nacional. Mas a revelação da possível venda atraiu outros interessados. Fala-se até na Netflix.

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  • Série

    10 séries que estreiam na virada do ano

    31 de dezembro de 2021 /

    A última semana de 2021 destaca uma nova série do universo “Star Wars”, dedicada a revelar o que aconteceu com Boba Fett após a trilogia cinematográfica original. A programação de estreias também contempla a esperada 4ª temporada de “Cobra Kai”, e após a virada ainda traz o especial de Ano Novo de “Doctor Who”, além de várias séries europeias, com destaque para a produção épica italiana “Romulus”. Confira abaixo os 10 melhores lançamentos para acompanhar antes e depois da virada do ano.     O LIVRO DE BOBA FETT | Disney+   Continuação da 2ª temporada de “The Mandalorian”, a série mostra as novas aventuras de Boba Fett (Temuera Morrison) e Fennec Shand (Ming-Na Wen) após tomarem o castelo de Jabba, o Hutt, em Tatooine. E já no primeiro capítulo revela como o protagonista sobreviveu aos eventos de “O Retorno do Jedi” (1983). Os responsáveis pela produção são o criador e o showrunner de “The Mandalorian”, respectivamente o cineasta Jon Favreau e o produtor-roteirista Dave Filoni, além do diretor Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”), que entrou na equipe após dirigir “The Tragedy”, episódio da 2ª temporada daquela série que reintroduziu Boba Fett após sua suposta morte na trilogia original de George Lucas.     COBRA KAI | Netflix   Depois de três temporadas brigando, Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) finalmente se unem para enfrentar John Kreese (Martin Kove), o antigo sensei de Johnny que assumiu o controle do dojo Cobra Kai. Apesar dessa nova dinâmica, os dois continuam adeptos de metodologias contrastantes para ensinar seus aprendizes, o que mantém o clima de disputa. Os novos episódios dos roteiristas Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) também trazem de volta outro vilão clássico da franquia “Karatê Kid”, o sinistro instrutor de caratê Terry Silver (Thomas Ian Griffith), visto em “Karatê Kid 3: O Desafio Final” (1989).     DOCTOR WHO: ESPECIAL DE ANO NOVO | Globoplay   Intitulado “Eve Of The Daleks”, o especial é o primeiro de três capítulos extras da 13ª temporada do revival de “Doctor Who” que serão exibidos em 2022. O último será uma homenagem aos 200 episódios da série desde sua volta à produção em 2005 e também marcará a despedida da atriz Jodie Whitaker do papel da Doutora. O capítulo que vai ao ar no sábado (1/1) é uma trama de looping temporal e conta com a volta dos daleks (que nunca vão embora). Na trama, um casal preso numa repetição interminável da noite da virada é morto várias vezes por um dalek perdido no interior de um galpão deserto. Ao virem em seu auxílio, a Doutora (Jodie Whitaker), Yas (Mandip Gill) e Dan (John Bishop) também acabam vítimas da armadilha temporal.     ROMULUS | HBO Max   A série épica italiana conta a história da fundação de Roma no século 8 a.C., mostrando as lutas entre as tribos primitivas que originaram o império mais poderoso da Antiguidade. Criada por Matteo Rovere, a produção – já renovada para a 2ª temporada – é um desdobramento do filme “Il Primo Re” (2019), que aborda a mesma história e foi escrito pelo mesmo roteirista. Um diferencial curioso da atração é que ela é inteiramente falada em latim arcaico.     COBRA | Star+   Criada por Ben Richards (“Fortitude”), “Cobra” é um thriller político que traz Robert Carlyle (“Trainspotting”) como Primeiro Ministro britânico durante uma emergência nacional. A trama se passa durante um blecaute do Reino Unido, causado por uma erupção solar, que gera um apagão energético no país. Ao mesmo tempo em que administra a crise, em meio a atos de violência e vigilantismo, o protagonista ainda precisa contornar disputas de poder e um escândalo pessoal, envolvendo sua filha e a morte de um jovem por overdose. A 2ª temporada, que lida com um ataque cibernético, foi exibida em outubro no Reino Unido, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil.     FIQUE COMIGO | Netflix   A sexta minissérie da Netflix baseada num romance de Harlan Coben acompanha uma mãe que esconde um segredo de sua família. Quando uma velha amiga do passado a reencontra, o que devia estar enterrado revela-se vivo. Mais especificamente, um serial killer que não morreu como todos suspeitavam e que retoma sua atividade, planejando terminar o que começou. Com roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“Os Caçadores da Arca Perdida”), “Fique Comigo” traz Cush Jumbo (“The Good Fight”) no papel principal, além de Richard Armitage e James Nesbitt, que trabalharam juntos na trilogia “O Hobbit”.     GENTE ANSIOSA | Netflix   Comédia criminal de humor comovente, a minissérie sueca é baseada num livro de Fredrik Backman, autor dos livros que viraram o premiado filme “Um Homem Chamado Ove” (2015) e a ótima série “Beartown”, da HBO Max. Na trama de seis capítulos, um assalto a banco frustrado faz um ladrão mascarado se trancar numa casa à venda, onde encontram-se um corretor imobiliário, dois viciados em IKEA, uma mulher grávida, um milionário suicida e um homem vestido de coelho. À medida que as autoridades e a mídia cercam o local, os reféns se revelam aliados relutantes ao compartilharem verdades surpreendentes sobre si mesmos, colocando em movimento uma cadeia de eventos tão inesperados que até eles tem dificuldades para explicar o que aconteceu e como o ladrão evaporou.     BÚNKER | HBO Max   A comédia mexicana traz Bruno Bichir (“Sicario: Dia do Soldado”) como um homem que perdeu o respeito da esposa e dos filhos, e só espera o mundo acabar em um bunker no porão de sua casa. Mas sua tranquilidade não dura muito, porque criminosos atrapalhados invadem o local para usá-lo como esconderijo e cárcere de um empresário sequestrado, iniciando uma série de confusões.     BAPTISTE | Starzplay   O detetive francês Julien Baptiste (Tchéky Karyo), introduzido na série “The Missing”, investiga um novo caso de pessoas desaparecidas a partir de domingo (2/1). A principal novidade da 2ª temporada de “Baptiste” é a participação da atriz Fiona Shaw (“Killing Eve”) no papel de uma embaixadora britânica em busca do marido e filhos, que sumiram durante um passeio de esqui nas montanhas da Hungria.     ONE PUNCH MAN | Netflix   Há tempos disponível na Crunchyroll, a 2ª temporada chega na Netflix com um diferencial: a opção de dublagem nacional. Para quem não conhece, o anime de ação e humor acompanha Saitama, um herói incrivelmente forte que escolheu a vida de combate ao crime apenas para se divertir. Capaz de derrotar os inimigos com apenas um soco, o homem mais forte do mundo acaba entediado enquanto busca oponentes à sua altura. Baseado num wecomic de 2009, “One Punch Man” deve ganhar seu primeiro filme live-action em 2023.

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  • Série

    Séries: Natal traz “Motherland – Fort Salem” ao Brasil. Veja outras estreias

    24 de dezembro de 2021 /

    O Natal traz um presentão para os fãs de séries: a estreia da “Motherland – Fort Salem” no Brasil. Maratona de fim de ano, a atração chega à plataforma Star+ com duas temporadas completas e já renovada para seu terceiro – e último – ano de produção. Entre as demais novidades, destacam-se ainda a estreia da primeira coprodução internacional da Globo, a volta de “Emily in Paris” e duas novas atrações sul-coreanas com atores de “Round 6” e “Parasita” na Netflix. As 10 sugestões de streaming da semana podem ser conferidas com mais detalhes logo abaixo.     MOTHERLAND – FORT SALEM | Star+   Uma das séries mais cultuadas da atualidade, a criação original de Eliot Laurence (que também criou “Claws”) se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem escaparam das fogueiras com uma proposta irrecusável: obter a independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, elas representam a força armada mais perigosa do país, responsável pela supremacia americana no cenário internacional. A trama gira em torno de três recrutas desse exército sobrenatural, desde seus treinamentos iniciais até situações de combate, primeiro contra bruxas terroristas e depois contra uma conspiração sofisticada, que usa biotecnologia avançada para exterminar as feiticeiras e seu modo de vida. Em meio às lutas, o trio formado pelas carismáticas Taylor Hickson (a Petra de “Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”) e a estreante Ashley Nicole Williams também descobrem o amor e algumas verdades, que abalam sua fé em suas líderes.     EMILY EM PARIS | Netflix   A 2ª temporada encontra Emily (Lily Collins) mais adaptada à França, deixando de lado os clichês que tanto irritaram a imprensa francesa na 1ª temporada, mas não o costume de viver em cartões postais, desta vez incluindo Saint Tropez e Versailles. O clima romântico continua a dar o tom, assim como os figurinos exagerados – que às vezes parecem cosplay da “Gossip Girl” original. Eles popularizam a série entre as blogueiras de moda e evocam um aspecto hedonista que embala fantasias femininas desde “Sex and the City”, matriz estética e espiritual da atração. Nunca é demais lembrar que “Emily in Paris” é uma criação do mesmo Darren Starr que desenvolveu “Sex and the City” – e que não tem culpa nenhuma por “And Just Like That”.     PASSAPORTE PARA LIBERDADE | Globoplay   Feita em parceria com a Sony, a minissérie da Globo conta a saga de Aracy Moebius de Carvalho (1908-2011), funcionária do consulado brasileiro em Hamburgo durante a 2ª Guerra Mundial, que teria ajudado famílias judias perseguidas pelo regime nazista a escaparem para o Brasil. Ela trabalhava com o vice-consul brasileiro, o escritor Guimarães Rosa, com quem posteriormente se casou, e, segundo a ficção, aproveitou sua posição na Embaixada para conceder vistos a judeus, salvando cerca de 200 famílias da prisão e da morte na Alemanha nazista. Há controvérsias históricas, como também houve com “A Lista de Schindler” (1993) – que nem por isso deixou de ser um filme potente. O mais estranho, porém, foi a decisão de gravar todas as cenas em inglês para o mercado internacional e exibir no Brasil uma versão dublada em português – em que os movimentos dos lábios não batem com as falas. O elenco destaca Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”) e Rodrigo Lombardi (“Carcereiros”) como Aracy de Carvalho e João Guimarães Rosa. O roteiro é escrito por Mário Teixeira, autor da novela “Liberdade, Liberdade”, e a direção-geral está a cargo de Jayme Monjardim, que filmou “Olga” (2004), sobre Olga Benário Prestes, morta em 1942 justamente em um campo de extermínio nazista.     O MAR DA TRANQUILIDADE | Netflix   A sci-fi sul-coreana traz Gong Yoo (“Round 6”) e Bae Doona (“Sense8”) como astronautas, que buscam uma alternativa para a sobrevivência da humanidade na Lua, após a Terra se tornar quase inabitável. O problema é que a base do Mar da Tranquilidade, responsável pela descoberta importante e misteriosa, cessou suas comunicações. A missão dos protagonistas é viajar ao local em busca de pistas sobre o que aconteceu e qual foi a descoberta capaz de dar esperanças para o mundo. A série foi desenvolvida por Park Eun-kyo, roteirista do impactante suspense “Mother: A Busca pela Verdade”, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) em 2009, e o elenco ainda inclui o ator e cantor Lee Joon (“Vampire Detective”), que é integrante da boy band MBLAQ.     NOSSO ETERNO VERÃO | Netflix   O K-drama acompanha um casal que teve seu namoro transformado em documentário na escola, apenas para passar por um terrível separação e desejar nunca mais se ver. Dez anos depois, o tal documentário se torna popular e volta a aproximar o casal, que aceita ter seu cotidiano filmado novamente. Os protagonistas românticos são Choi Woo-sik, o jovem astro de “O Parasita”, e Kim Da-Mi, de “A Bruxa: Parte 1” e “Parte 2”.     HIERRO | HBO Max   O premiado thriller espanhol acompanha uma juíza que, ao assumir um cargo na ilha mais distante do arquipélago das Canárias, depara-se com uma série de assassinatos. A investigação leva ao principal traficante da região, que na 2ª temporada volta a virar alvo da magistrada. O detalhe é que ele também está na mira de um assassino profissional. Os novos episódios, liberados semanalmente, tentam desvendar quem quer vê-lo morto. Criada por Pepe Coira (“Luci”), a série é estrelada por Candela Peña (“Kiki: Os Segredos do Desejo”) e o argentino Darío Grandinetti (“Relatos Selvagens”).     SEGREDO ENTRE AMIGAS | Globoplay   A minissérie australiana acompanha três melhores amigas que enfrentam um dilema, quando o casamento perfeito de uma delas traz um facínora para suas vidas. Os efeitos dessa convivência desencadeiam uma reação mortal que revela um mundo oculto de muitos segredos. Baseada numa peça de Elizabeth Coleman (“Os Segredos de Miss Fisher”), a produção dramática tem como principal destaque o elenco formado por Abbie Cornish (“Sucker Punch”), Katie McGrath (“Supergirl”) e Georgina Haig (“Once Upon a Time”).     MOONSHINE | Paramount+   A comédia canadense de Sheri Elwood (roteirista de “Lucifer”) gira em torno de meio-irmãos em pé de guerra, que disputam o controle do negócio da família: um resort decadente de verão batizado com o título da série. O elenco destaca Jennifer Finnigan (“Salvation”), Anastasia Phillips (“Bomb Girls”), Emma Hunter (“Mister D”), Tom Stevens (“Deadly Class”) e Alexander Nunez (“A Teacher”) como os irmãos em briga.     MÃE SÓ TEM DUAS | Netflix   A série mexicana tem como premissa a decisão de duas mulheres de formar uma família inusitada após descobrirem que suas bebês foram trocadas na maternidade. Após o final da 1ª temporada, elas resolvem seguir destinos diferentes e os novos episódios refletem as mudanças em suas vidas. A criação é de Carolina Rivera, que antes escreveu “Devious Maids”, “Jane the Virgin”, “Roswell, New Mexico” e “Luis Miguel: A Série”.     THE FIRST TEAM | HBO Max   Criada por Damon Beesley e Iain Morris, conhecidos pelo hit “The Inbetweeners” (ou “Zoados”), a comédia britânica se foca num trio de jogadores jovens de um time (fictício) de futebol inglês, enquanto enfrentam diversos problemas dentro e fora do campo.

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    Estreia de “1883” bate recorde de audiência nos EUA

    21 de dezembro de 2021 /

    A estreia da série “1883”, western derivado de “Yellowstone”, estabeleceu alguns recordes nos EUA. De acordo com a auditoria de audiência da empresa Nielsen, a atração foi vista por 4,9 milhões de telespectadores em sua estreia no domingo passado (19/12) no canal pago Paramount, tornando-se o maior lançamento de série nova na TV paga americana desde 2015 (ocasião da estreia de “Into the Badlands” no canal AMC). “1883” também teve exibição simultânea no canal pago CMT. Somando o público dos dois canais, mais reprises no mesmo dia, atingiu um total de 6,4 milhões de telespectadores em seu primeiro dia de transmissão. Além disso, teria também estabelecido um novo recorde de audiência na plataforma Paramount+. Esta informação, porém, foi repassada pelo conglomerado ViacomCBS à imprensa sem fornecer quaisquer números ou dados de comparação. “Os resultados da estreia de ‘1883’ são verdadeiramente fenomenais”, disse Tanya Giles, diretora de Programação de Streaming da ViacomCBS sobre o desempenho digital. “Os números de streaming do dia 1, juntamente com os resultados do esforço de amostragem linear e a resposta social do nosso público, mostram a tremenda promessa desta série.” Atualmente, a série mais vista da TV paga americana é “Yellowstone”, sintonizada por 7,5 milhões de pessoas. As duas séries são criações do roteirista e cineasta Taylor Sheridan, indicado ao Oscar por “A Qualquer Custo”. Além dessas, ele também assina “The Mayor Of Kingstown”, vista por 2,6 milhões de telespectadores. Todas as três fazem parte da programação do canal pago Paramount. Um dos diferenciais de “1883” é ser estrelada por dois astros famosos da música country: o casal da vida real Tim McGraw (“Um Sonho Possível”) e Faith Hill (“Dixieland”). O spin-off é um desdobramento do sucesso contínuo de “Yellowstone”. Mas enquanto a série estrelada por Kevin Costner se passa no Oeste contemporâneo dos EUA, a nova atração é um western autêntico situado no final do século 19, que conta a origem da fortuna da família da atração original. Os novos protagonistas são ancestrais de John Dutton (Costner), que fogem da pobreza em busca de um futuro melhor na terra prometida de Montana, através das Grandes Planícies, em meio a índios e foras-da-lei. McGraw vive o primeiro John Dutton, Hill é sua esposa e a família ainda inclui a adolescente Isabel May (“Young Sheldon”) e o menino Audie Rick. Além deles, o elenco destaca Sam Elliott (“Nasce uma Estrela”) e LaMonica Garrett (do crossover “Crise nas Infinitas Terras”) como guias e seguranças da viagem, e Billy Bob Thornton (“Goliath”) como um famoso ex-xerife texano – Jim Courtright, que em 1883 se transformou em fora-da-lei. A série ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Filme

    Filmes: 10 lançamentos para assistir em streaming

    17 de dezembro de 2021 /

    A tradicional polêmica de Natal do Porta dos Fundos e o novo drama premiado do cineasta italiano Paolo Sorrentino, que venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional por “A Grande Beleza” (2013), são as principais estreias das plataformas de streaming. Confira abaixo quais são os demais filmes que completam o Top 10 dos serviços de assinatura nesta semana.     PORTA DOS FUNDOS: TE PREGO LÁ FORA | Paramount+   Desta vez, o especial de Natal do Porta dos Fundos é uma animação. Mas a capacidade de gerar polêmica com evangélicos e bolsonaristas continua a mesma, ao apresentar os dilemas de Jesus (dublado por Rafael Portugal) durante a adolescência, como aluno novato na Escola Municipal Eva & Adão. Visando esconder que é o Messias e escapar do diretor pedófilo Herodes, o menino Jesus tenta deixar para trás o comportamento benevolente para ficar irreconhecível como um “bad boy”. Uma deputada baiana, que se define no Instagram como “serva de um Deus vivo”, já tomou a iniciativa de apresentar uma moção de repúdio na Assembleia Legislativa de seu estado contra o que ela define “como produto de péssima qualidade feito por quem apenas falhou na vida”. E a Associação Centro Dom Bosco, que já tinha tentado censurar um especial passado, entrou novamente com processo para tirar o desenho do ar. O roteiro é de Fabio Porchat, que também dubla Herodes.     A MÃO DE DEUS | Netflix   Vencedor do Leão de Prata e mais três troféus do Festival de Veneza, o filme mais pessoal de Paolo Sorrentino lembra sua juventude em Nápoles, quando Diego Maradona eletrizava a cidade como jogador do Napoli e fazia italianos torcerem pela seleção argentina. Foi durante a Copa do Mundo de 1986 que o craque marcou o gol que batiza o longa, usando a “mão de deus” (dele próprio, Maradona) para vencer a Inglaterra. Ao mesmo tempo, Maradona também salvou a vida de Sorrentino, sem nunca saber. O filme conta como isto aconteceu, numa história sobre destino e família, esportes e cinema, amor e perda.     AS BOAS MANEIRAS | Reserva Imovision   Um dos filmes brasileiros mais premiados dos últimos anos é uma história de terror, que começa com uma gravidez monstruosa e termina como uma fábula sobre a intolerância. Na trama, uma enfermeira da periferia de São Paulo (Isabél Zuaa, de “Joaquim”) é contratada por uma mulher rica, grávida e misteriosa (Marjorie Estiano, de “Sob Pressão”), para ajudar nos afazeres domésticos e, após o nascimento, ser babá de seu filho. As duas desenvolvem uma forte relação de amizade, mas a gravidez se revela um horror, especialmente nas noites de lua cheia, a ponto de transformar a mulher conforme chega a hora do parto. Mas esta é apenas metade da história, que acompanha em sua segunda parte o que acontece com o bebê quando ele se torna adolescente. O segundo terror realizado em parceria pelos diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de “Trabalhar Cansa”) foi o grande vencedor do Festival do Rio 2017, onde arrematou os troféus de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante (Marjorie Estiano) e Fotografia (o português Rui Poças, de “Uma Mulher Fantástica”). Além disso, também venceu o Festival do Uruguai, o Prêmio Especial do Júri no Festival de Locarno, na Suiça, o Prêmio do Público no L’Etrange Festival, na França, e o Prêmio da Crítica no Festival de Sitges, na Espanha, entre muitas outras consagrações internacionais.     AS LEIS DA FRONTEIRA | Netflix   Uma das boas surpresas recentes da Netflix, este thriller espanhol passado nos anos 1970 gira em torno de um adolescente cansado de sofrer bullying, que faz amizade com um casal de assaltantes e acaba se envolvendo no crime e num perigoso triângulo amoroso. Com direção de Daniel Monzón (que há 12 anos assinou outro drama criminal intenso: “Cela 211”), o filme concorre a seis troféus no prêmio Goya (o Oscar espanhol) de 2022.     O CANTO DO CISNE | Apple TV+   Sci-fi dramática estrelada por Mahershala Ali, que já venceu duas vezes o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (por “Moonlight” e “Green Book”), o filme gira em torno de um homem com doença terminal, que planeja criar um clone de si mesmo antes de morrer para cuidar de sua família. O elenco também inclui Glenn Close (“Era uma Vez um Sonho”) e Naomie Harris (repetindo a parceria de “Moonlight”).     A 200 METROS | Netflix   O título se refere à distância física entre um pai e sua família. O palestino Mustafa e a esposa vivem separados pelo muro que dividiu a Cisjordânia e Israel. Quando recebe uma ligação de que seu filho sofreu um acidente e está internado, ele tenta atravessar a fronteira, mas é impedido por soldados israelenses. Proibido de cruzar 200 metros, ele acaba partindo numa odisseia de 200 quilômetros apenas para dar ir ao outro lado da rua e reencontrar a sua família. Vencedor de 16 prêmios internacionais, o drama humanista destaca a atuação de Ali Suliman, nascido na cidade de Nazaré, em Israel, que é conhecido por muitas produções americanas, como “O Grande Herói” (2013) e a 1ª temporada de “Jack Ryan” (2018).     Além das Palavras | MUBI   A vida da poeta Emily Dickinson (1830-1886) é imaginada pelo veterano diretor britânico Terence Davies num drama introspectivo, estrelado por Cynthia Nixon (a Miranda da série “Sex and the City”), e inspirado nas muitas cartas e poemas que ela deixou ao morrer desconhecida. As questões de gênero, que impediram seu talento literário de brilhar, são o foco da trama, especialmente no ambiente familiar, que deveria ser acolhedor, mas se torna fonte de opressão e complexos. Rebelde e feminista, numa época em que o feminismo não existia, ela encontra forças em si mesma ao recusar-se a se submeter às expectativas da sociedade da época.     THÉO & HUGO | Filmicca   Vencedor de vários prêmios LGBTQIAP+ em festivais internacionais, incluindo o Teddy na Berlinale de 2016, o romance gay começa num clube de sexo e termina nas ruas de Paris, ponderando se o tesão pode virar amor. É o filme mais premiado dos diretores Olivier Ducastel e Jacques Martineau, que são casados e conhecidos por filmar dramas gays – outro destaque de suas carreiras é o ambicioso “Nés en 68”, de quase três horas de duração.     VOYAGE OF TIME | MUBI   Inédito nos cinemas brasileiros, o documentário de Terrence Malick sobre a origem do universo chega ao streaming em, ironicamente, sua versão IMAX. Trata-se da edição narrada por Brad Pitt, com quem o diretor trabalhou em “A Árvore da Vida” (2011) – a versão “normal” tem narração de Cate Blanchett e é mais longa. Como é típico nos trabalhos de Malick, a obra se destaca por uma direção de fotografia deslumbrante, a cargo do cinematógrafo Paul Atkins, que comandou viagem cinematográfica similar para a Disney no documentário “Terra” (2007). Outro destaque da produção, a trilha sonora é do já falecido Ennio Morricone, que venceu o Oscar em 2016 por seu trabalho em “Os Oito Odiados”.     INTO THE ABYSS | HBO Max   Premiado nos festivais de Londres e Torino, o documentário do veterano cineasta alemão Werner Herzog (“Fitzcarraldo”) é sobre assassinos condenados à morte no Texas – em especial um homem terrível que matou a namorada e seus filhos deficientes mentais. No filme, Herzog conversa com os criminosos, suas famílias e as das vítimas, buscando entender porque as pessoas – e o estado – matam. O resultado é cru, devastador e ao mesmo tempo o trabalho menos sensacionalista já feito sobre o tema.

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  • Série

    Yellowjackets: Série canibal com Christina Ricci é renovada para 2ª temporada

    16 de dezembro de 2021 /

    O canal pago Showtime renovou “Yellowjackets” para a 2ª temporada, série que tem 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes com 47 resenhas positivas. A produção estrelada por Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”) tem como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. A trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas pelas atrizes famosas, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a série que estreou em 14 de novembro nos EUA está atualmente na metade de sua temporada inaugural. “’Yellowjackets’ tem sido uma sensação pura para o Showtime”, disse o presidente de entretenimento do canal pago americano, Gary Levine. “Estamos maravilhados com a aclamação e a resposta do público à nossa série, incluindo várias listas de ‘Melhores de 2021’, uma pontuação de 100% no Rotten Tomatoes e uma bola de neve de audiência. Claramente há uma fome por originalidade e audácia, e nossos incríveis showrunners Ashley, Bart e Jonathan (Lisco), junto com seu elenco perfeito, entregaram isso e muito mais. Mal posso esperar para ver as surpresas que eles nos reservam na 2ª temporada. ” No Brasil, “Yellowjackets” é disponibilizada semanalmente pela plataforma Paramount+.

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  • Etc,  Filme

    Grupo evangélico volta a pedir censura contra Porta dos Fundos

    15 de dezembro de 2021 /

    Derrotada no STF em sua tentativa de reimplantar a censura no Brasil, a Associação Centro Dom Bosco atacou de novo nesta quarta (15/12). O grupo evangélico entrou com uma ação no TJ de SP contra as empresas que administram a Paramount no Brasil e o grupo Porta dos Fundos pelo lançamento do novo especial de Natal da trupe. Primeira versão animada do já tradicional especial de Natal, “Te Prego lá Fora” foi lançado também nesta quarta, com exclusividade no serviço de streaming Paramount+. Com roteiro de Fabio Porchat, a produção acompanha a adolescência de Jesus Cristo no ensino médio, quando precisa se fingir de bad boy para escapar da perseguição do diretor pedófilo da escola, Herodes, obcecado em encontrar aquele que seria o Messias. Segundo a Associação Centro Dom Bosco, o pedido de censura contra o novo especial tem a “necessidade de proteger o sentimento religioso de uma violação grave”. A petição cita ainda que a censura busca evitar “que a onda de intolerância contra àqueles que professam alguma religião não se agrave ainda mais”. Importante lembrar que os únicos registros conhecidos de intolerância religiosa no Brasil são ataques de evangélicos que chutam santas católicas e rotulam religiões afro-brasileiras como satânicas. Os exemplos de religiosos intolerantes são bem mais numerosos. A própria Associação Centro Dom Bosco já tentou censurar um especial de Natal feito pelo Porta dos Fundos, divulgado pela Netflix em 2019. A Justiça carioca, inclusive, deu ganho de causa ao grupo religioso, mas a decisão foi revertida no STF. Na decisão, o ministro relator Gilmar Mendes destacou que os ofendidos pelo material podiam simplesmente não assistir ao vídeo. Cármen Lúcia concordou e disse que o especial não está exposto aos que não querem vê-lo. Curiosamente, foi a mesma conclusão da primeira juíza a analisar a ação de 2019. Adriana Sucena Monteiro Jara Moura citou o artigo 5º da Constituição, que assegura a liberdade de expressão, e abordou o argumento de suposto “abuso desse direito” à luz da jurisprudência do STF (Supremo Tribunal Federal). Ela concluiu dizendo que “não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante”. A Associação Centro Dom Bosco apelou na justiça contra a decisão original e encontrou um simpatizante no desembargador Benedicto Abicair, que justificou ser favorável à censura como uma medida “para acalmar os ânimos”, após o Porta dos Fundos ter sua sede atacada por uma célula terrorista de direita. Se mantida, a decisão serviria de estímulo para outras organizações de extrema direita agirem para proteger a “sociedade brasileira”. Não por acaso, a censura foi comemorada pelo autor confesso do atentado terrorista contra a sede do grupo. O STF reforçou a liberdade de expressão e o Porta dos Fundos continuou rindo por último. Veja abaixo o trailer do novo especial.

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  • Filme

    Novo Especial de Natal do Porta dos Fundos ganha trailer

    13 de dezembro de 2021 /

    A Paramount+ divulgou o trailer de “Te Prego Lá Fora”, novo especial de Natal do Porta dos Fundos, que desta vez será uma animação. A prévia chega uma semana após o primeiro teaser, que fez bolsonaristas e envangélicos surtarem nas redes sociais. Uma deputada baiana, que se define no Instagram como “serva de um Deus vivo”, já tomou a iniciativa de apresentar uma moção de repúdio na Assembleia Legislativa de seu estado contra o que ela define “como produto de péssima qualidade feito por quem apenas falhou na vida”. E isto que só viu 30 segundos da produção. Graças à reação, o desenho mantém a tradição natalina do Porta dos Fundos de disputar com Jesus Cristo a preferência temática dos evangélicos brasileiros no fim do ano. O grupo também já sofreu atentado terrorista por um de seus lançamentos anteriores. A nova produção apresenta os dilemas de Jesus (dublado por Rafael Portugal) durante a adolescência, como aluno novato na Escola Municipal Eva & Adão. Visando esconder que é o Messias e escapar do terrível diretor Herodes, ele deixa para trás o comportamento benevolente e se torna um “bad boy”. Além de Rafael Portugal como Jesus, Fábio de Luca foi escalado como Lázaro e Fabio Porchat, que assina o roteiro, vai dublar Herodes. Vale lembrar que Fábio de Luca já tinha sido Lázaro no especial “A Primeira Tentação de Cristo”, da Netflix, que também incluiu no elenco Porchat e Portugal. A estreia está marcada para a próxima semana, no dia 15 de dezembro.

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