Pantera Negra 2 não usará versão digital de Chadwick Boseman
A produtora executiva de “Pantera Negra”, Victoria Alonso, afirmou que a sequência do blockbuster não usará um dublê digital para replicar o falecido ator Chadwick Boseman, intérprete do papel-título no filme original. A produtora do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) negou veementemente rumores sobre uma suposta aparição digital do ator em uma entrevista para o jornal argentino Clarín. “Não. Há apenas um Chadwick e ele não está mais conosco. Infelizmente, nosso rei morreu na vida real, não apenas na ficção, e estamos demorando um pouco para ver como continuamos a história e como honrar este capítulo que nos aconteceu inesperadamente e ainda é muito doloroso e terrível”, disse Alonso. “Chadwick não foi apenas um ser humano maravilhoso em todos os dias dos cinco anos que passamos juntos, mas também, acredito, que o que ele fez com o personagem nos elevou como empresa e ficou marcado na História.” “Pantera Negra 2” deveria começar a ser filmado no início de 2021, com uma estreia marcada para 2022, mas o diretor e roteirista Ryan Coogler, responsável pelo primeiro filme, disse que já tinha começado o roteiro com Boseman em todas as cenas. Ele precisará reescrever toda a história e entrar num consenso com o estúdio sobre o destino do personagem interpretado pelo ator. “Sei que às vezes passam 2 ou 3 meses nas produções e a gente fala que já passou muito tempo. Mas não é muito tempo. Precisamos realmente pensar sobre o que faremos a seguir e como faremos. E decidir como vamos honrar a franquia”, disse Alonso. Boseman morreu no final de agosto, aos 43 anos, de câncer de cólon. Ele tinha escondido a doença do público e também dos envolvidos na produção de seus filmes, fazendo com que sua morte fosse um grande choque para todos. Por conta da morte inesperada, vários sites administrados por fãs de super-heróis têm espalhado boatos sobre como a Marvel poderia realizar “Pantera Negra 2” sem o ator. O site de sempre foi quem começou a falar na versão digital de Boseman, afirmando ter ouvido de uma fonte anônima que o dublê criado por computação gráfica apareceria no início do filme apenas para morrer em cena e passar o trono de Wakanda e o uniforme do herói para sua irmã, Shuri. A intérprete de Shuri, Letitia Wright, foi um dos pontos mais brilhantes de “Pantera Negra” e a personagem realmente assume o lugar do irmão nos quadrinhos. Mas neste momento, como alerta Alonso, a Marvel ainda não decidiu o que fazer.
Chadwick Boseman ganha mural na Disneylândia
A Disney prestou uma homenagem ao ator Chadwick Boseman, falecido em agosto passado, com um mural num centro de compras da Disneylândia na Califórnia. O departamento de design da companhia, Walt Disney Imagineering, postou a arte em seu perfil no Instagram. O desenho mostra Boseman fazendo a saudação de “Wakanda forever” para um fã mirim, que o imita com uma máscara do herói Pantera Negra. O artista responsável, Nikkolas Smith (que faz parte da equipe de “Space Jam: O Novo Legado”), também publicou imagens do mural em seu Instagram pessoal. Confira abaixo. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler. Ver essa foto no Instagram Earlier today, concept artist @Nikkolas_Smith was among the first to see his artwork, “King Chad,” displayed in #DowntownDisney. The art installation pays tribute to ‘Black Panther’ star Chadwick Boseman with the inscription: “As a former Disney Imagineer, I had the honor of working on a major children's hospital initiative and Avengers Campus as my final two assignments. Seeing Chadwick's heart for people in-person, and later discovering his courageous battle with cancer, I was inspired to create this tribute to honor his life and legacy. To us, he was and will always be T'Challa. Long Live The King.” Uma publicação compartilhada por Walt Disney Imagineering (@waltdisneyimagineering) em 24 de Set, 2020 às 10:39 PDT Ver essa foto no Instagram This one is special. My King Chad tribute is now on a wall on display at Downtown Disney. 🐾 It is a full circle moment for me: my final two projects as a Disney Imagineer last summer were working on the Children’s Hospital project and the Avengers Campus. To millions of kids, T'Challa was a legend larger than life, and there was no one more worthy to fill those shoes than Chadwick Boseman. I'm so thankful to be able to honor Chadwick's life and purpose in this way. I am grateful to the Disney family for being so supportive of my journey as an artist. @waltdisneyimagineering @disney @marvelstudios @disneyland 🐾✨ #LongLiveTheKing #KingChad #WakandaForever #Phambili #DowntownDisney #BlackPanther #ChadwickBoseman #RIPChadwick #WDI Uma publicação compartilhada por Nikkolas Smith (@nikkolas_smith) em 24 de Set, 2020 às 10:01 PDT
Denzel Washington revela ter chorado ao ver Pantera Negra pela primeira vez
O ator Denzel Washington revelou nesta sexta (18/9), durante entrevista no Festival de Toronto, que chorou quando viu “Pantera Negra” pela primeira vez, durante a première do filme em Hollywood. “Eu fui nos bastidores e vi Chad [Boseman] e [o diretor] Ryan Coogler, e então assisti ao filme e me lembro de derramar uma lágrima, porque pensei: ‘cara, esses jovens chegaram longe.” Denzel tem uma ligação especial com o falecido intérprete de T’Challa. Quando Chadwick Boseman estudava direção, ele foi incentivado a fazer um curso de atuação em Oxford, mas não tinha como pagar. Sua professora então recrutou um amigo para ajudar com as despesas. Denzel acabou pagando para Boseman virar ator – e o futuro Pantera Negra ficou sem saber disso por algum tempo. Os dois só foram se juntar profissionalmente nos últimos dias da vida de Boseman. O último filme finalizado por Boseman, “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), foi produzido por Denzel. Refletindo sobre o pupilo, que morreu de câncer aos 43 anos no mês de julho, Washington disse que ele viveu uma vida plena. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante, que permanecerá conosco por toda a eternidade por meio de suas atuações ao longo de sua carreira”, declarou Denzel. “Ele não foi ‘trapaceado’ [por morrer tão jovem]. Nós que fomos. Eu rezo pela sua pobre esposa e família. Ele viveu uma vida plena”, concluiu.
Marvel homenageia Chadwick Boseman em seus quadrinhos
A editora Marvel decidiu homenagear Chadwick Boseman, a estrela de “Pantera Negra”, em seus quadrinhos. Para isso, personalizou o cabeçalho das publicações que serão lançados na próxima semana com uma mensagem póstuma: “Descanse no Poder – Chadwick Boseman – 1976-2020”. Além da mensagem, as capas apresentarão dois logotipos do Pantera Negra. Após a morte de Stan Lee, em 2018, a editora fez uma homenagem parecida, que durou o período de um mês. No caso do ator, não foi revelado quanto tempo ela durará. O ator morreu no dia 28 de agosto após uma longa batalha contra um câncer de colón, que ele mantinha em segredo apesar de ter sido diagnosticado em 2016. No mesmo ano, ele fez sua estreia no Universo Marvel, no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Diante do sucesso de “Pantera Negra” em 2018, Boseman fazia planos para iniciar a preparação para o segundo filme da franquia, mas após sua morte a Marvel ainda não se manifestou sobre a continuação, que voltaria a ser escrita e dirigida por Ryan Coogler.
Marvel não sabe o que fazer com Pantera Negra 2
Com produção prevista para começar por volta de março, “Pantera Negra 2” vai precisar ser totalmente reinventado após a morte do astro Chadwick Boseman. No momento, o estúdio não sabe o que fazer, porque o ator não tinha informado a ninguém da produção do filme ou da Marvel sobre sua doença. Não havia plano B, porque, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Boseman apostava em se curar para interpretar o papel. De acordo com o THR, a primeira pessoa da produção a ser informada sobre o câncer foi Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, num email urgente enviado uma hora antes da morte do ator, na sexta passada (28/8). Enquanto o foco da Disney e da Marvel no momento esteja em homenagens e no processamento da dor da perda de Boseman, em breve decisões precisarão ser tomadas sobre o destino da continuação de “Pantera Negra”. Como o primeiro filme arrecadou US$ 1,3 bilhão em todo o mundo, a nova produção é inevitável. Contratado para escrever e dirigir “Pantera Negra 2”, o cineasta do filme original, Ryan Coogler, está no centro das decisões sobre o futuro do personagem. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”, o cineasta contou em uma carta aberta. Coogler foi uma das pessoas pegas de surpresa pela morte do ator. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci”, ele contou na carta-aberta. Ao retomar a produção, Feige e Coogler precisarão examinar as opções. Uma delas é substituir Boseman no papel, o que poderia gerar protestos de fãs e intimidar qualquer um que fosse sondado. Uma outra opção seria colocar outro personagem no uniforme do herói. O mais plausível seria fazer da irmã de T’Challa, Shuri (Letitia Wright) a nova Pantera Negra. Essa evolução teria, inclusive, paralelos com eventos já retratados nos quadrinhos. Caso opte por esta alternativa, o filme ainda precisará explicar o que aconteceu com T’Challa e mostrar a transição entre os heróis. Vale lembrar que a Disney já lidou anteriormente com a morte de uma protagonista de uma de suas franquias mais populares, quando Carrie Fisher faleceu antes das filmagens de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Após o impacto inicial da perda de Boseman, o estúdio deve enfrentar o mesmo processo que acompanhou a tomada de decisões sobre o destino da Princesa Leia no final da saga “Star Wars”.
Michael B. Jordan faz homenagem emocionada ao “irmão mais velho” Chadwick Boseman
O ator Michael B. Jordan se pronunciou pela primeira vez nesta segunda (31/8) a noite sobre a morte do colega Chadwick Boseman, falecido na sexta (28/8) em decorrência de câncer. Em uma emocionada publicação, o ator explicou que não estava conseguindo encontrar uma maneira para se despedir daquele a quem considerava seu “irmão mais velho”. “Eu estava tentando encontrar as palavras, mas nada chega perto de como eu me sinto. Eu estive refletindo sobre cada momento, cada conversa, cada risada, cada discordância, cada abraço… sobre tudo”, iniciou o ator. “Eu queria que nós tivéssemos mais tempo. Uma das últimas vezes que nós conversamos, você disse que estávamos para sempre ligados, e agora a verdade disso significa mais para mim do que nunca. Desde o início da minha carreira, começando com ‘All My Children’, quando eu tinha 16 anos, você abriu o caminho para mim. Você me ensinou a ser melhor, honrar o propósito e criar um legado. E quer você saiba disso ou não… Tenho observado, aprendido e sendo constantemente motivado por sua grandeza ” “Tudo o que você deu ao mundo; as lendas e heróis que você nos mostrou que somos viverão para sempre. Mas o que mais dói é que agora entendo o quanto você é uma lenda e herói. Em meio a tudo isso, você nunca perdeu de vista o que mais amava. Você se importava com sua família, seus amigos, sua arte, seu espírito. Você se preocupou com as crianças, a comunidade, nossa cultura e humanidade. Você se importava comigo. Você é meu irmão mais velho, mas nunca tive a chance de lhe contar ou de lhe dar flores enquanto você estava aqui.” “Eu queria que tivéssemos mais tempo. Estou mais ciente agora do que nunca de que o tempo é curto com pessoas que amamos e admiramos. Vou sentir falta da sua honestidade, generosidade, senso de humor e dons incríveis. Vou sentir falta do presente que era compartilhar o espaço com você nas cenas. Estou dedicando o resto dos meus dias para viver como você viveu. Com graça, coragem e sem arrependimentos. ‘Este é o seu rei!?’ Sim. Ele é! Descanse no poder, irmão”, finalizou. Michael B. Jordan contracenou com Chadiwck Boseman desde o começo da carreira, na novela “All My Children”, antes dos dois se tornarem astros de Hollywood, e mais famosamente em “Pantera Negra”, no auge da popularidade de ambos. Ver essa foto no Instagram I’ve been trying to find the words, but nothing comes close to how I feel. I’ve been reflecting on every moment, every conversation, every laugh, every disagreement, every hug…everything. I wish we had more time. One of the last times we spoke, you said we were forever linked , and now the truth of that means more to me than ever. Since nearly the beginning of my career, starting with All My Children when I was 16 years old you paved the way for me. You showed me how to be better, honor purpose, and create legacy. And whether you’ve known it or not…I’ve been watching, learning and constantly motivated by your greatness. I wish we had more time. Everything you’ve given the world … the legends and heroes that you’ve shown us we are … will live on forever. But the thing that hurts the most is that I now understand how much of a legend and hero YOU are. Through it all, you never lost sight of what you loved most. You cared about your family , your friends, your craft, your spirit. You cared about the kids, the community, our culture and humanity. You cared about me. You are my big brother, but I never fully got a chance to tell you, or to truly give you your flowers while you were here. I wish we had more time. I'm more aware now than ever that time is short with people we love and admire. I’m gonna miss your honesty, your generosity, your sense of humor, and incredible gifts. I’ll miss the gift of sharing space with you in scenes. I’m dedicating the rest of my days to live the way you did. With grace, courage, and no regrets. “Is this your king!?” Yes . he . is! Rest In Power Brother. Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) em 31 de Ago, 2020 às 4:47 PDT
Marvel presta homenagem a Chadwick Boseman
A Marvel divulgou um vídeo em tributo a Chadwick Boseman, intérprete do herói Pantera Negra, que morreu na sexta-feira (28/8) de câncer de cólon. Com cenas de bastidores de “Pantera Negra”, entrevistas com o próprio ator, depoimentos dos colegas de filmagem, da equipe técnica, do diretor Ryan Coogler e de alguns dos Vingadores (Chris Evans, Scarlett Johnansson e Robert Downey Jr.), o vídeo se encerra com uma frase poderosa: “Você sempre será o nosso rei”. A homenagem também mostra a reação do público em eventos com a presença do ator, além de depoimentos sobre como “Pantera Negra” se tornou um marco da representatividade no cinema. O próprio ator diz num trecho: “É legal ver o que [‘Pantera Negra’] significa para as pessoas. Algumas vezes, na minha cabeça, eu ficava: ‘Bem, o que isso significa para o mundo? Esse clima vale algo?’. E tenho que dizer que sim, e não por ser um escape, mas quando é feito do jeito certo, isso vira esperança para as pessoas”. “Pantera Negra” será exibido na TV na noite desta segunda (31/8), em homenagem da rede Globo a Boseman.
Globo exibe Pantera Negra em homenagem a Chadwick Boseman
A Rede Globo vai exibir o filme “Pantera Negra” nesta segunda-feira (31/8) em sua faixa Tela Quente para homenagear o ator e protagonista do longa, Chadwick Boseman, que morreu na sexta-feira (28/8), aos 43 anos, vítima de um câncer de cólon. A morte do ator surpreendeu o mundo, porque ele não revelou em nenhum momento que sofria de um câncer grave, e continuou trabalhando enquanto se tratava da doença. Visto ainda em forma em seu último lançamento, “Destacamento Blood”, de Spike Lee (lançado em junho na Netflix), Boseman foi diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016. De lá pra cá, rodou diversos filmes de sucesso, entre eles “Pantera Negra”. Boseman virou o super-herói da Marvel em “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo (num contrato para cinco produções), servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África apresentada em “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Além de Chadwick Boseman, o elenco de “Pantera Negra” inclui Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos antagonistas Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já tinha interpretado em “Capitão América: Guerra Civil”. Confira o trailer legendado abaixo.
Diretor de Pantera Negra escreve despedida comovente para Chadwick Boseman
O diretor Ryan Coogler, de “Pantera Negra”, assumiu-se surpreso e dolorido com a morte de Chadwick Boseman, a estrela de seu filme, após uma batalha de quatro anos contra o câncer de cólon. Em uma longa carta divulgada no domingo (30/8), Coogler lamentou a perda de “uma pessoa especial” que deixou uma “marca incrível”, e revelou que não sabia que o ator sofria com a doença. Boseman nunca havia falado publicamente sobre seu diagnóstico e Coogler observou que o ator “valorizava profundamente a privacidade”. “Eu não sabia dos detalhes de sua doença”, escreveu Coogler. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci. Por ser um provedor, um líder e um homem de fé, dignidade e orgulho, ele protegeu seus colaboradores do sofrimento. Ele viveu uma vida linda. E ele fez uma grande arte. Dia após dia, ano após ano. Ele era assim. Ele era um espetáculo de fogos de artifício épico. Contarei histórias sobre ter presenciado algumas das suas faíscas brilhantes até o fim dos meus dias. Que marca incrível ele deixou para nós.” Na carta, Coogler se lembrou como se convenceu a fazer “Pantera Negra” por causa do ator. “Eu herdei a escolha da Marvel e dos irmãos Russo para T’Challa. É algo pelo qual serei eternamente grato”, comentou. “A primeira vez que vi a performance de Chad como T’Challa, foi em uma versão inacabada de ‘Capitão América: Guerra Civil'”, lembrou, dizendo que, na época, ainda estava “decidindo se dirigir ‘Pantera Negra’ era ou não a escolha certa para mim”. Ele disse que o que o convenceu foi ver um diálogo entre Boseman e o titã do cinema sul-africano, John Kani, que viveu o pai de T’Challa, Rei T’Chaka, “em um idioma que eu nunca tinha ouvido antes”. “Perguntei a Nate Moore, um dos produtores do filme, sobre a linguagem. ‘Vocês inventaram?’ Nate respondeu: ‘Esse é o xhosa, a língua nativa de John Kani. Ele e Chad decidiram fazer a cena assim no set, e nós fomos atrás.’ Eu refleti para mim mesmo: ‘Ele acabou de aprender falas em outro idioma naquele dia?’ Eu não conseguia dimensionar como isso deve era difícil e, embora não tivesse conhecido Chad, já estava maravilhado com sua capacidade como ator”. Coogler revela com carinho o dia em que finalmente conheceu Boseman em 2016, “assim que assinei para fazer o filme”. “Ele escapou de jornalistas que estavam reunidos para uma entrevista coletiva que eu daria sobre ‘Creed’ e se encontrou comigo. Conversamos sobre nossas vidas, o tempo que passei jogando futebol na faculdade e o tempo dele em Howard estudando para ser diretor, sobre nossa visão coletiva para T’Challa e Wakanda. Falamos sobre a ironia de como seu ex-colega de classe de Howard, Ta-Nehisi Coates, estava escrevendo o arco atual de T’Challa com a Marvel Comics. E como Chad conheceu o aluno de Howard, Prince Jones, cujo assassinato por um policial inspirou o livro de memórias de Coates, ‘Between The World and Me’.” “Percebi que Chad era uma anomalia”, continuou Coogler. “Ele estava calmo. Confiante. Estudando constantemente. Mas também gentil, reconfortante, tinha a risada mais calorosa do mundo e olhos que enxergavam muito além de sua idade, mas ainda podiam brilhar como uma criança vendo algo pela primeira vez.” “Essa foi a primeira de muitas conversas. Ele era uma pessoa especial. Costumávamos falar sobre herança e o que significa ser africano. Ao se preparar para o filme, ele refletia sobre cada decisão, cada escolha, não apenas em como isso se refletiria nele mesmo, mas como essas escolhas poderiam repercutir. ‘Eles não estão prontos para isso, para o que estamos fazendo…’. ‘Isto é ‘Guerra nas Estrelas’, este é ‘Senhor dos Anéis’, mas para nós … e muito mais!’. Ele diria isso para mim enquanto estávamos lutando para terminar uma cena dramática, que já se estendia para além do dobro do tempo previsto. Ou enquanto ele estava coberto de pintura corporal, fazendo suas próprias acrobacias. Ou mergulhado em água gelada e pulando em plataformas de pouso de espuma. Eu acenava com a cabeça e sorria, mas não acreditava nele. Eu não tinha ideia se o filme iria funcionar. Eu não tinha certeza se sabia o que estava fazendo. Mas eu olho para trás e percebo que Chad sabia algo que todos nós não sabíamos. Ele estava jogando um longo jogo. Tudo isso enquanto trabalhava. E ele fez o trabalho.” “Ele acompanhou os testes para papéis coadjuvantes, o que não é comum para atores principais em filmes de grande orçamento. Ele participou de várias audições. Na vez de Winston Duke, ele transformou uma leitura em uma cena de luta livre. Winston quebrou sua pulseira. Na audição de Letitia Wright para Shuri, ela derrubou sua pose real com seu humor característico e colocou um sorriso no rosto de T’Challa que era 100% Chad.” O diretor conta que as discussões se estenderam durante as filmagens. “Conversamos desde as fantasias a práticas militares. Ele me disse ‘Wakandanianos tem que dançar durante as coroações. Se eles apenas ficarem lá com lanças, o que os diferencia dos romanos?’. Nos primeiros rascunhos do roteiro, o personagem de Eric Killmonger pediria a T’Challa para ser enterrado em Wakanda. Chad contestou isso e perguntou: ‘E se Killmonger pedisse para ser enterrado em outro lugar?'” Falando sobre a amizade surgida durante as filmagens, Coogler confessa estar lidando mal com a perda. “Eu nunca sofri uma perda tão aguda antes”, descreveu. “Dói mais saber que não podemos ter outra conversa ou troca de mensagens. Ele enviava receitas vegetarianas e regimes alimentares para minha família para seguirmos durante a pandemia. Ele verificava como eu e meus entes queridos estávamos passando, mesmo enquanto lidava com o flagelo do câncer”, revelou, confirmando que não sabia nada sobre a condição do ator. Após o impressionante sucesso de bilheteria de “Pantera Negra”, os dois deveriam voltar a se juntar em uma sequência prevista para 2022, a qual Coogler já se dedicava. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”. “Nas culturas africanas, muitas vezes nos referimos a entes queridos, que já passaram, como ancestrais”, filosofou o diretor no final de seu texto. “Estávamos em Atlanta, em um armazém abandonado, com telas azuis e enormes luzes de cinema, mas a performance de Chad fez tudo parecer real. Acho que foi porque, desde o momento em que o conheci, os ancestrais falavam por meio dele. Não é segredo para mim agora como ele foi capaz de retratar habilmente alguns dos nossos personagens mais notáveis. Eu não tinha dúvidas de que ele continuaria a nos abençoar com mais. Mas é com o coração pesado e um sentimento de profunda gratidão por ter estado em sua presença, que tenho que reconhecer que Chad agora é um ancestral. E eu sei que ele vai cuidar de nós”.
Chadwick Boseman chorou por crianças com câncer nas filmagens de Pantera Negra
Um vídeo de Chadwick Boseman, gravado para a SiriusXM durante a divulgação de “Pantera Negra”, viralizou após sua morte na sexta (28/8) de câncer no cólon. A entrevista com o elenco do filme captura a emoção do ator ao relembrar a importância de “Pantera Negra” para duas crianças com câncer em estágio terminal. Diagnosticado com câncer desde 2016, ele mantinha a doença em segredo do público, mas não se conteve durante a entrevista de 2018, chorando ao contar como conheceu e manteve conversas com as crianças durante as filmagens. Ele disse que as crianças tentaram resistir o quanto puderam para ver “Pantera Negra”, um símbolo cultural, representado pelo primeiro super-herói negro. “Havia duas crianças pequenas, Ian e Taylor, que recentemente morreram de câncer”, Boseman disse. “Durante nossas filmagens, eu estava em contato com eles, sabendo que os dois eram terminais. E eles me disseram que estavam tentando resistir até pelo menos ‘quando o filme sair'”. “Até certo ponto, você ouve aquilo e pensa: ‘Eu preciso levantar e trabalhar. Preciso trabalhar direito’. E ver como nosso elenco trabalhou para fazer algo significativo para essas crianças…”, disse Boseman. “Mas ver como o mundo nos abraçou e eu percebo que elas [as crianças] anteciparam de algo ótimo. Eu lembro como quando era criança e ficava esperando pelo aniversário, pelo Natal, por um videogame novo. Eu vivi esperando por isso”, disse o ator, antes de começar a chorar. “Sim… significa muito”. Boseman descobriu sua doença no mesmo ano em que encarnou o Rei T’Challa pela primeira vez em “Capitão América: Guerra Civil”. A participação no filme dava início à trajetória do ator no MCU, acertada inicialmente para cinco filmes. Entre janeiro e abril de 2017, Boseman encabeçou as filmagens de “Pantera Negra”, sucesso de público com mais de US$ 1,3 bilhão arrecadados nas bilheterias ao redor do mundo, e de crítica. O longa dirigido por Ryan Coogler concorreu a seis Oscars, incluindo Melhor Filme, levando três estatuetas para casa. Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Veja o vídeo emocional de Chadwick Boseman abaixo.
Chadwick Boseman (1977 – 2020)
O ator Chadwick Boseman, estrela do blockbuster “Pantera Negra”, morreu na noite de sexta (28/8) de câncer de cólon em sua casa, ao lado de sua família, aos 43 anos. Boseman manteve sua luta contra a doença em segredo do público, mas sua família revelou que ele tinha sido diagnosticado há quatro anos. “Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou em tudo e trouxe para vocês muitos dos filmes que vocês tanto amam”, disse sua família em um comunicado. “De ‘Marshall’ a ‘Destacamento Blood’ e vários outros, todos foram filmados durante e entre incontáveis cirurgias e quimioterapia. Mas a grande honra de sua carreira foi dar vida ao Rei T’Challa em ‘Pantera Negra’.” Kevin Feige, presidente da Marvel Studios e Chefe Criativo da Marvel, classificou o falecimento de Boseman de “absolutamente devastador. Ele era nosso T’Challa, nosso Pantera Negra e nosso querido amigo. Cada vez que ele pisava no set, ele irradiava carisma e alegria, e cada vez que ele aparecia na tela, ele criava algo verdadeiramente indelével”. “Ele incorporou muitas pessoas incríveis em seu trabalho, e ninguém era melhor em dar vida a grandes homens. Ele era tão inteligente, gentil, poderoso e forte quanto qualquer pessoa que retratou. Agora ele ocupa seu lugar ao lado deles como um ícone para todos os tempos. A família da Marvel Studios lamenta profundamente sua perda, e estamos de luto esta noite com sua família.” Robert A. Iger, presidente executivo e presidente do conselho da The Walt Disney Company, também emitiu uma declaração em luto por Boseman. “Estamos todos com o coração partido pela trágica perda de Chadwick Boseman – um talento extraordinário e uma das almas mais gentis e generosas que já conheci. Ele trouxe enorme força, dignidade e profundidade para seu papel inovador de Pantera Negra; destruindo mitos e estereótipos, tornando-se um herói tão esperado para milhões ao redor do mundo e inspirando todos nós a sonhar mais alto e exigir mais do que o status quo. “Ficamos tristes por tudo o que ele foi, assim como por tudo o que estava destinado a se tornar. Para seus amigos e milhões de fãs, sua ausência da tela é apenas eclipsada por sua ausência de nossas vidas. Todos nós da Disney enviamos nossas orações e sinceras condolências à família dele. ” Chadwick Boseman nasceu e foi criado na cidade de Anderson, na Carolina do Sul, e mais tarde estudou na Howard University, formando-se em 2000 com um Bacharelado de Belas Artes em Direção. Depois disso, fez cursos de teatro em Londres e conseguiu seu primeiro papel na TV em 2003, um episódio de “Third Watch”. Ele passou a aparecer em séries como “Law & Order”, “CSI: NY” e “ER”, até conseguir seu primeiro papel recorrente em 2008, na série “Lincoln Heights”. No mesmo ano, foi escalado no primeiro filme, “No Limite – A História de Ernie Davis”. A grande virada em sua carreira veio cinco anos depois, quando se tornou o protagonista de “42: A História de uma Lenda” (2013), cinebiografia do pioneiro do beisebol Jackie Robinson, o primeiro jogador negro a entrar na liga principal do esporte. O papel veio quando ele estava pensando em mudar de carreira e se tornar diretor, após assinar dois curta-metragens. “42” adiou definitivamente os planos de passar para trás das câmeras, tornando Boseman um ator requisitado. Em seguida, ele integrou o elenco de outro drama esportivo, “A Grande Escolha” (2014) e encarou mais uma cinebiografia, “Get on Up: A História de James Brown” (2014), encarnando o pai do funk. A mudança para as fantasias de ação com grandes orçamentos e muitos efeitos visuais se deu em “Deuses do Egito” (2016), filme que rendeu polêmica ao escalar atores brancos como egípcios. Ele não se esquivou da situação racista e foi incisivo durante as entrevistas de divulgação. “Quando me abordaram com o roteiro do filme, eu rezei para que essa polêmica acontecesse. E eu sou grato que aconteceu, porque, na verdade, eu concordo com ela”, disse na época à revista GQ, lamentando que Hollywood “não faz filmes de US$ 140 milhões estrelados por negros e pardos”. A atitude demonstrada durante o caos de “Deuses do Egito” poderia prejudicar um ator como ele em outros tempos. Mas em 2016 ajudou a mudar o jogo, encerrando a tradição de embranquecimento cinematográfico de Hollywood. Logo em seguida, Boseman jogaria a pá de cal no preconceito contra protagonistas negros em produções milionárias. Ele virou super-herói da Marvel em seu filme seguinte, “Capitão América: Guerra Civil” (2017), aparecendo pela primeira vez como T’Challa, príncipe de Wakanda, que se tornava rei e o lendário herói Pantera Negra. Mas foi só o aperitivo, num contrato para cinco produções, servindo de teaser para o filme solo do herói, “Pantera Negra”. Mais que um blockbuster de enorme sucesso mundial, com bilheteria de US$ 1,3 bilhão, “Pantera Negra” representou um fenômeno cultural, criando o bordão “Wakanda Forever”, com tudo o que ele representa. Não só um país extremamente avançado, Wakanda foi encarado como uma ideia, afrofuturismo como o cinema jamais tinha ousado apresentar, que subvertia gerações de colonialismo cinematográfico e a representação da África como um continente miserável. A África de “Pantera Negra” era um lugar de dar orgulho por sua inovação e progresso. Como T’Challa, Boseman reinou sobre essa visão, que empoderava não apenas homens negros, mas também mulheres negras, apresentadas como guerreiras imbatíveis e cientistas inigualáveis. O diretor Ryan Coogler pretendia continuar a explorar esse mundo numa continuação, anunciada para 2022, mas o ator vai ficar devendo o filme. Ele realizou quatro dos longas de seu contrato, aparecendo ainda na dobradinha “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, maior bilheteria do cinema em todos os tempos. Entre as aparições como Pantera Negra, Boseman ainda estrelou “Marshall: Igualdade e Justiça” (2017), outra cinebiografia, desta vez de Thurgood Marshall, o advogado que se tornaria o primeiro juiz afro-americano da Suprema Corte dos EUA. Ele ainda voltou a se reunir com os diretores de “Vingadores: Ultimato”, desta vez como produtores, no thriller de ação “Crime sem Saída” (2019), mas seus últimos trabalhos foram com cineastas negros. Neste ano, ele posou novamente como um herói lendário no filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee. E chegou a terminar sua participação em “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), como um trumpetista ambicioso da banda da rainha do blues Ma Rainey. Baseado numa peça de August Wilson (“Fences”), o filme do diretor George C. Wolfe é coestrelado por Viola Davis e ainda não tem previsão de estreia. “A Voz Suprema do Blues” será sua derradeira aparição nas telas, mas ele ainda poderá ser ouvido numa participação especial no lançamento da série animada “What If”, da Disney+ (Disney Plus), onde deixou registrada sua voz como Pantera Negra pela última vez. A morte do jovem astro no auge de sua carreira deixou o mundo do entretenimento atordoado e dominou as redes sociais na madrugada, com reações de surpresa e lamentações, inclusive uma declaração inédita da DC Comics, declarando “Wakanda Forever” para “o herói que transcende universos”. “Este é um golpe esmagador”, disse o cineasta Jordan Peele no Twitter, um dos muitos que expressaram choque quando a notícia foi confirmada. “Estou devastado”, afirmou Chris Evans, o Capitão América da Marvel, acrescentando que “ele ainda tinha tanto por criar”. “Isso me quebrou”, assumiu a atriz Issa Rae. “Uma perda imensa”, resumiu o Twitter oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA.
Banda indie processa trilha de Pantera Negra por plágio
A banda indie Yeasayer entrou com um processo contra a trilha sonora do filme “Pantera Negra”, da Marvel. O trio nova-iorquino alega que a faixa “Pray for Me”, creditada a The Weeknd e Kendrick Lamar, é plágio da música “Sunrise”, lançada em 2007. De acordo com o processo, os artistas alegam que “Pray for Me” não copia apenas a melodia de “Sunrise”, mas também usa suas vozes, que teriam sido tratadas para soar diferente. Os integrantes da banda ainda afirmam que, mesmo com as mudanças, suas vozes são “imediatamente reconhecíveis” e que seus vocais foram utilizados oito vezes durante a música de “Pantera Negra”. Por conta disso, eles entraram com uma liminar para interromper as vendas e o licenciamento da música, tanto como single ou clipe, quanto no álbum da trilha sonora. A música não toca no filme, que estreou em fevereiro de 2018 e arrecadou mais de R$ 5,9 bilhões de reais na bilheteria mundial. Ela faz parte de um disco “inspirado” por “Pantera Negra”, que foi concebido por Kendrick Lamar. O clipe oficial de “Pray for Me” tem cerca de 165 milhões de visualizações no canal oficial do cantor The Weeknd no YouTube. Já o Yeasayer anunciou sua dissolução em dezembro passado, sem nunca ter feito muito sucesso. Seu último clipe, “Let Me Listen In On You”, teve apenas 17 mil visualizações. Compare abaixo a música da banda com a faixa de “Pantera Negra” acusada de apropriação indébita.
Site oficial do governo dos EUA cita parceria comercial com país fictício da Marvel
O site oficial do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos listou Wakanda, país fictício do filme “Pantera Negra”, como um dos parceiros comerciais dos Estados Unidos. Nos quadrinhos e no filme da Marvel, Wakanda é uma das mais avançadas potências tecnológicas do mundo. Mas n buscador de tarifas agrícolas do site, seu comércio com os EUA se resume a agropecuária – patos, burros e vacas leiteiras. A inclusão inusitada do país na lista foi identificada por Francis Tseng, engenheiro de software de Nova York que estava pesquisando tarifas agrícolas para se candidatar a uma bolsa de estudos. Ele informou à agência de notícias Reuters que, quando viu Wakanda na lista, ficou “muito confuso”. Após a “parceria” ser revelada – e virar piada nas redes sociais – , um porta-voz do órgão explicou que Wakanda foi adicionado à lista por acidente, durante um teste realizado pela equipe. O nome do mítico reino africano acabou removido da lista nesta quinta (19/12). Mas continua rendendo piadas. Após a remoção, um repórter de Orlando perguntou ao porta-voz do governo: “Então nós não temos livre comércio com Wakanda? E em que pé estão as negociações com a Agrabah?”, referindo-se à cidade onde se passa a trama de Aladdin.











