“Cara de um Focinho de Outro” é animação original com melhor estreia em quase uma década
O filme "Cara de um, Focinho de Outro" arrecadou milhões ao redor do mundo, enquanto o novo Frankenstein sofreu prejuízo histórico nos cinemas
“Pânico 7” bate recorde histórico de estreia da franquia
Novo terror teve maior abertura da saga e impulsionou as bilheterias do fim de semana nos Estados Unidos
Estreias de cinema destacam novo terror da franquia “Pânico”
Programação também inclui rival espanhol de "O Agente Secreto" no Oscar 2026, estreia de Scarlett Johansson como diretora e três documentários musicais
Neve Campbell volta a enfrentar assassino mascarado no trailer de “Pânico 7”
Prévia do novo filme da franquia mostra personagem Sidney Prescott lutando para salvar a vida da filha
Matthew Lillard e Scott Foley retornam à franquia “Pânico” no sétimo filme
Atores que interpretaram assassinos nos longas anteriores se juntam ao elenco do novo capítulo da saga
Criador de “Pânico” celebra início do sétimo filme e estreia na direção da franquia
Produção da nova sequência conta com Neve Campbell e Courteney Cox em papéis clássicos e novas adições ao elenco
Courteney Cox fecha acordo para voltar em “Pânico 7”
Sequência da franquia de terror também contará com a protagonista original, Neve Campbell, e chega aos cinemas em 2026
Atriz de “Ghostbusters” entra no elenco de “Pânico 7”
Mckenna Grace se junta à franquia de terror, que estreia em 2026 com a volta de Neve Campbell
Neve Campbell vai estrelar “Pânico 7”
A artista confirmou retornou ao papel de Sidney Prescott após se ausentar do sexto filme, lançado no ano passado
“Pânico 7” perde diretor e pode ser cancelado: “Virou pesadelo”
Ficou ainda mais difícil para “Pânico 7” acontecer. Após o estúdio Spyglass demitir a estrela Melissa Barrera por defender palestinos durante a guerra na Faixa de Gaza e a colega Jenna Ortega anunciar sua desistência no dia seguinte, o sétimo filme da franquia agora perdeu o diretor. Christopher Landon anunciou neste sábado (23/12) nas redes sociais que deixou o projeto há sete semanas, em torno da época da saída das atrizes. “Acho que agora é um momento tão bom quanto qualquer outro para anunciar que saí formalmente de Pânico há 7 semanas. Isso decepcionará alguns e encantará outros. Foi um trabalho dos sonhos que virou pesadelo. E meu coração se partiu por todos os envolvidos. Todos. Mas é hora de seguir em frente”, escreveu o cineasta no X (ex-Twitter). Ele acrescentou: “Não tenho mais nada a acrescentar à conversa, a não ser que espero que o legado de Wes [Craven] prospere e se eleve acima do barulho de um mundo dividido. O que ele e Kevin [Williamson] criaram é algo incrível e fiquei honrado por ter um breve momento aproveitando seu brilho.” Conhecido por terrores de sucesso como “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020), Christopher Landon seria o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. Com a saída do diretor e das duas atrizes principais, a produção precisaria recomeçar do zero, com um novo roteiro e elenco. Mas os bastidores polêmicos tornam mais fácil o cancelamento, ou pelo menos a suspensão do projeto por tempo suficiente para um novo reboot. Os últimos dois filmes, que reinventaram “Pânico” para o século 21, renderam ótimas bilheterias, com valores crescentes de US$ 137 milhões e US$ 168 milhões, respectivamente, sobre um orçamento em torno de US$ 30 milhões para cada título. more to add to the conversation other than I hope Wes’ legacy thrives and lifts above the din of a divided world. What he and Kevin created is something amazing and I was honored to have even the briefest moment basking in their glow. — christopher landon (@creetureshow) December 23, 2023
Melissa Barrera se manifesa após ser demitida de “Pânico 7”
A estrela da franquia “Pânico” Melissa Barrera compartilhou nas redes sociais suas primeiras declarações após ter sido demitida do sétimo filme da franquia de terror. A Spyglass Media demitiu a atriz por seus diversos posts favoráveis aos palestinos na Faixa de Gaza, em meio à guerra entre Israel o grupo terrorista Hamas. Em comunicado emitido na terça-feira (21/11), o estúdio caracterizou o conteúdo como antissemita. “Em primeiro lugar, condeno o antissemitismo e a islamofobia. Condeno o ódio e o preconceito de qualquer tipo contra qualquer grupo de pessoas”, escreveu Barreira em seu Instagram, em resposta à alegação. “Como latina, uma mexicana orgulhosa, sinto a responsabilidade de ter uma plataforma que me permite o privilégio de ser ouvida e, portanto, tenho tentado usá-la para aumentar a conscientização sobre questões que me interessam e para emprestar minha voz àqueles que estão em necessidade”, continuou. “Todas as pessoas nesta terra – independentemente da religião, raça, etnia, género, orientação sexual ou estatuto socioeconómico – merecem direitos humanos iguais, dignidade e, claro, liberdade.” “Acredito que um grupo de pessoas NÃO é a sua liderança e que nenhum órgão governamental deve estar acima das críticas”, ela seguiu, referindo-se a postagens em que ela criticou o governo israelense. “Rezo dia e noite para que não haja mais mortes, que não haja mais violência e que haja coexistência pacífica. Continuarei a falar em nome daqueles que mais precisam e continuarei a defender a paz e a segurança, os direitos humanos e a liberdade. O silêncio não é uma opção para mim.” O que aconteceu? A atriz publicou dezenas de postagens desde o início da guerra em 7 de outubro, condenando a reação desproporcional de Israel ao ataque do Hamas em seu território. Apesar de lamentar as perdas de vidas israelenses, ela ressalva que “Gaza está sendo tratada atualmente como um campo de concentração”. “Encurralar todos juntos, sem ter para onde ir, sem eletricidade, sem água… As pessoas não aprenderam nada com a nossa história. E assim como nossas histórias, as pessoas ainda assistem silenciosamente a tudo acontecer. Isso é genocídio e limpeza étnica”, ela protestou. Em comunicado à imprensa, o estúdio Spyglass foi duro ao explicar a razão da demissão: “A posição da Spyglass é inequivocamente clara: temos tolerância zero ao antissemitismo ou ao incitamento ao ódio sob qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, depuração étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Um dia após essa nota, veio a notícia de que atriz Jenna Ortega também saiu de “Pânico 7”. Oficialmente, o afastamento se deu por conflito de agenda com as gravações da 2ª temporada de “Wandinha”. Entretanto, a decisão veio à tona em meio a rumores de que ela se demitiria em solidariedade. Christopher Landon, diretor do vindouro filme, lamentou o desdobramento pelo X (antigo Twitter). “Esta é minha posição: tudo é uma droga. Parem de gritar. Esta decisão não foi minha”, escreveu. Mas em seguida a postagem foi apagada. Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. Com a saída das duas atrizes principais, a produção precisará recomeçar do zero, com um novo roteiro e elenco. Ainda não há qualquer previsão para o lançamento de “Pânico 7”.
Após demissão de Melissa Barrera, Jenna Ortega desiste de “Pânico 7”
Após a demissão de Melissa Barrera por apoiar a causa Palestina, a atriz Jenna Ortega também está fora de “Pânico 7”. Oficialmente, o afastamento se deu por conflito de agenda com as gravações da 2ª temporada de “Wandinha”. Entretanto, a notícia chega um dia após sua colega da franquia ser demitida e em meio a rumores de que ela se demitiria em solidariedade. Em comunicado à imprensa, o estúdio Spyglass explicou que decidiu demitir Barrera porque as postagens da atriz foram interpretadas como antissemitas. “A posição da Spyglass é inequivocamente clara: temos tolerância zero ao antissemitismo ou ao incitamento ao ódio sob qualquer forma, incluindo falsas referências ao genocídio, depuração étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse flagrantemente a linha do discurso de ódio”, disse a companhia. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Christopher Landon, diretor do vindouro filme, lamentou o desdobramento pelo X (antigo Twitter). “Esta é minha posição: tudo é uma droga. Parem de gritar. Esta decisão não foi minha”, escreveu. Mas em seguida a postagem foi apagada. Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. Com a saída das duas atrizes principais, a produção precisará recomeçar do zero, com um novo roteiro e elenco. Ainda não há qualquer previsão para o lançamento de “Pânico 7”.
Melissa Barrera é demitida de “Pânico 7” por apoiar Palestina
A atriz Melissa Barrera foi demitida de “Pânico 7”, continuação da franquia de terror, atualmente em desenvolvimento. A produtora Spyglass teria tomado a decisão após postagens de apoio à Palestina no Instagram pessoal da atriz. Os fundadores da Spyglass, Gary Barber e Roger Birnbaum, são judeus – como boa parte dos executivos de Hollywood. Em seu Instagram, ela publicou mensagens oficiais das Nações Unidas e argumentou que nem todo palestino era do Hamas, assim como nem todo israelense era favorável às ações do governo de direita do país. Ela postou vídeos de políticos europeus, apelos de judeus famosos e até um sobrevivente do Holocausto comparando os ataques de Israel na Faixa de Gaza a genocídio. Persistente, publicou dezenas de Stories sobre o tema, sempre pedindo o fim do massacre e paz na região. Em seus posts, ela se esforçava para não generalizar, entretanto, segundo o site Deadline, sua posição foi considerada antissemita pelos responsáveis por sua demissão. A gota d’água teria sido uma insinuação de que judeus controlam a mídia. “Eu tenho procurado vídeos e informações sobre os palestinos há duas semanas ou mais, seguindo relatos etcs. Por quê? Porque a mídia ocidental só mostra o outro lado. Por que eles fazem isso, deixarei que vocês deduzam por conta própria”, ela escreveu. Próximo filme O sétimo “Pânico” será dirigido por Christopher Landon, conhecido por “A Morte Te Dá Parabéns” (2017) e “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2020). Ele será o quarto diretor a assumir a franquia, seguindo os quatro filmes iniciais do mestre Wes Craven e os dois mais recentes da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. A data de “Pânico 7” ainda não foi divulgada.











