Brad Pitt entra na justiça com pedido de guarda compartilhada dos filhos
Passado o período estabelecido pelo Serviço de Proteção à Criança e ao Adolescente de Los Angeles para que Angelina Jolie tivesse a guarda temporária de seus seis filhos, Brad Pitt entrou na sexta-feira (4/11) na justiça com o pedido de guarda compartilhada, segundo informações da revista People. Brad Pitt quer compartilhar os filhos com a ex-mulher e nisso não há acordo com Angelina, que, ao entrar com os papéis de divórcio, exigiu a custódia exclusiva, que não dá direito a Pitt de morar com as crianças, apenas direito de visitações. Assim como Angelina, o documento de Brad estabelece a data da separação em 15 de setembro. Isto confirma versões que colocam a briga num avião particular, em que o ator teria se exaltado fisicamente com o filho mais velho, Maddox, como causa da separação. A briga teria acontecido no dia 14. “Eles ainda estão trabalhando em questões que não conseguem concordar e envolvem as crianças”, disse uma fonte da People. “Brad e Angie não tiveram qualquer contato desde a separação, e tudo está sendo tratado através de suas equipes. É uma situação muito triste”, acrescentou a fonte úmida. Os filhos do casal são Maddox (15 anos), Pax (12), Zahara (11), Shiloh (10) e os gêmeos Knox e Vivienne (8 anos). De acordo com fofocas dos weblóides, Pax e Shiloh desejam morar com o pai, enquanto Maddox prefere evitar até vê-lo.
All We Had: Primeiro filme dirigido por Katie Holmes ganha trailer
A Gravitas divulgou o pôster e o trailer do drama indie “All We Had”, primeiro filme dirigido pela atriz Katie Holmes. Ela também estrela a produção, no papel de uma mãe solteira que enfrenta problemas financeiros. Despejadas e com o carro quebrado, ela e sua filha decidem recomeçar a vida numa nova cidade, arranjando trabalho numa lanchonete e formando laços inesperados com simpáticos desconhecidos. O elenco também inclui Stefania LaVie Owen (série “The Carrie Diaries”), Richard Kind (série “Gotham”), Luke Wilson (série “Roadies”), Judy Greer (“Homem-Formiga”), Eve Lindley (série “Mr. Robot”), Mark Consuelos (série “Pitch”) e Katherine Reis (série “Unbreakable Kimmy Schmidt”). O filme teve première no Festival de Tribeca e conquistou a crítica, com 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial vai acontecer em circuito limitado nos Estados Unidos no dia 9 de dezembro, mas não há previsão para o lançamento no Brasil.
20th Century Women: Annette Bening, Greta Gerwig e Elle Fanning ajudam a criar adolescente em trailer indie
A A24 divulgou o pôster e um novo trailer da comédia “20th Century Women”, produção indie passada na época do punk/new wave e estrelada pelas atrizes Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”), Greta Gerwig (“Frances Ha”) e Elle Fanning (“Malévola”). A prévia situa a época em 1979, por meio da narração de Bening e pela trilha sonora da banda Talking Heads. O filme gira em torno de Dorothea (Bening), uma mãe que tenta criar o seu filho Jamie (Lucas Jade Zumann, de “A Entidade 2”) da melhor maneira possível, e para isso pede ajuda de duas outras mulheres de diferentes gerações. Gerwig vai interpretar uma fotógrafa sofisticada, submersa na cultura punk, que é forçada a voltar para sua cidade natal e acaba vivendo com Dorothea e Jamie. Fanning, por sua vez, será Julie, uma garota de 16 anos que é amiga/namorada do menino. O elenco ainda conta com Billy Crudup (“Spotlight”) e Alia Shawkat (“Sala Verde”). Escrito e dirigido por Mike Mills, do premiado “Toda Forma de Amor” (2010), com base na sua própria experiência de juventude, “20th Century Women” tem estreia marcada para 25 de dezembro nos EUA, buscando qualificação para os prêmios da temporada, com um lançamento mais amplo em 20 de janeiro. Ainda não há previsão para o Brasil.
Doce Veneno é um filme de outra época, mais divertida e libertária
“Doce Veneno” evoca a época das pornochanchadas brasileiras ou, equivalente, a era de ouro do cinema erótico italiano. Mas também na França das décadas de 1970 e 1980 se produzia filmes mais apelativos, ainda que o cinema do país sempre parecesse tratar a sexualidade com mais naturalidade e menos malícia do que nós e os italianos. A comédia de Jean-François Richet (“Herança de Sangue”) é, na verdade, remake de um desses filmes, que busca fazer graça, mexer um pouco com a libido e também encher os olhos do espectador com a beleza e o viço de sua estrela, a ninfeta que dá em cima do melhor amigo do próprio pai. Para se ter ideia, o cartaz do filme original, traduzido como “Um Momento de Loucura” em 1977, era uma ilustração sacana de Georges Wolinski, o mestre do cartum erótico francês, assassinado no massacre da revista Charlie Hebdo, vítima da repressão e do mau humor contemporâneo. Na trama, dois amigos, Laurent (Vincent Cassel, de “Jason Bourne”) e Antoine (François Cluzet, de “Intocáveis”), levam suas jovens filhas para passar uns dias na praia para se divertirem. Laurent é divorciado e Antoine está passando por uma crise no casamento. O filme já começa com os quatro dentro do carro e a caminho da casa que servirá de local para muitas confusões e intrigas. Mas tudo é visto de maneira bem leve, embora às vezes o diretor pese um pouco a mão, e em ocasiões Cluzet esteja visivelmente exagerado no registro cômico, especialmente quando descobre que um sujeito bem mais velho andou mexendo com sua filha. A cena fica, claramente, parecendo mesmo de um filme de outra década. Curiosamente, a mesma premissa serviu de inspiração para um filme americano bem parecido, “Feitiço do Rio” (1984), que contou com Michael Caine como protagonista e trouxe Demi Moore de topless nas praias cariocas. “Doce Veneno” é um pouco menos apelativo, embora seja generoso em pelo menos uma cena de nudez da lolita estreante, Lola Le Lann. De fato, a cena que os dois protagonistas ficam pela primeira vez juntos, uma cena na praia, é uma das melhores do filme. Mas enquanto a lolita insiste que a vida é pra ser vivida agora, ou algo do tipo, Laurent morre de preocupação, pois estaria se envolvendo com uma menor de idade (17 anos e meio), bem mais nova do que ele e, pior, filha de seu grande amigo. Mas quem espera que o filme prossiga com esse tom de provocação sensual pode até ficar um pouco decepcionado, já que há um interesse maior no modo como essa relação, que nasceu em noite de lua cheia, abalará as estruturas das relações entre amigos e pais e filhas dentro daquele ambiente. Ainda que não se trate de um grande filme, é agradável de ver. E o anacronismo não incomoda. Ao contrário: acaba funcionando a seu favor, por mais que muitos considerem o resultado uma simples bobagem. Enquanto mais bobagens como essa aparecerem nas comédias contemporâneas, mais claro ficará que o cinema de décadas passadas era bem mais divertido e libertário. É como se a culpa que sente o personagem de Cassel tivesse sido incorporada por todas as novas gerações em relação ao prazer.
20th Century Women: Trailer traz Greta Gerwig e Ella Fanning na era do punk rock
A A24 divulgou o trailer da comédia “20th Century Women”, produção indie passada na época do punk/new wave e estrelada pelas atrizes Annette Bening (“Minhas Mães e Meu Pai”), Greta Gerwig (“Frances Ha”) e Elle Fanning (“Malévola”). A prévia situa a época em 1979, por meio de um discurso desencantado do então presidente Jimmy Carter, assistido pela família da trama em sua sala de estar, e pela trilha sonora da banda Talking Heads. O filme gira em torno de Dorothea (Bening), uma mãe que tenta criar o seu filho Jamie (Lucas Jade Zumann, de “A Entidade 2”), da melhor maneira possível, e para isso contará com a ajuda de duas outras mulheres de diferentes gerações. Gerwig vai interpretar uma fotógrafa sofisticada, submersa na cultura punk, que é forçada a voltar para sua cidade natal e acaba vivendo com Dorothea e Jamie. Fanning, por sua vez, será Julie, uma garota de 16 anos que é amiga/namorada do menino. O elenco ainda conta com Billy Crudup (“Spotlight”) e Alia Shawkat (“Sala Verde”). Escrito e dirigido por Mike Mills, do premiado “Toda Forma de Amor” (2010), com base na sua própria experiência de juventude, “20th Century Women” tem estreia marcada para 25 de dezembro nos EUA, buscando qualificação para os prêmios da temporada, com um lançamento mais amplo em 20 de janeiro. Ainda não há previsão para o Brasil.
Pai exige US$ 100 mil de taxa para quem quiser empresariar a estrelinha de Stranger Things
O pai da atriz mirim Millie Bobby Brown, a Onze (Eleven) de “Stranger Things”, decidiu aproveitar o sucesso da menina para pedir dinheiro a agências e agentes que queiram empresariar a carreira de sua filha, uma das estrelas jovenss de maior destaque no momento. O site da revista The Hollywood Reporter apurou com várias agências que Robert Brown, pai da atriz, está cobrando US$ 100 mil como “taxa de assinatura de contrato”. Pelo menos cinco agências confirmaram a proposta, que, segundo elas, pode prejudicar a carreira da menina. “Isso é sem precedentes”, disse ao site um chefe de agência que não quis se identificar. “Estamos acostumados a diminuir nossas taxas de lucro para um cliente que esteja em alta, mas pagar para conseguir um cliente? Se alguém aceitar as condições, isso abrirá uma caixa de Pandora”. Pais de estrelinhas mirins costumam assumir as finanças das crianças desde a época de Jackie Coogan, o personagem-título de “O Garoto” (1921), clássico mudo de Charlie Chaplin, geralmente torrando o dinheiro das crianças e terminando brigados com os próprios filhos. E isso já fez pelo menos um astro infantil desistir de fazer filmes: Macauley Culkin. Millie ainda não foi confirmada no segundo ano de “Stranger Things”, que terá nove episódios e será disponibilizado pela Netflix em 2017. Os fãs esperam que a falta de confirmação seja apenas uma questão de cronograma da plataforma de streaming e não devido a uma “taxa de assinatura de contrato” que possa afastá-la da produção.
Blake Lively e Ryan Reynolds são pais pela segunda vez
A atriz Blake Lively (“Àguas Rasas”) deu a luz a seu terceiro filho, cujo sexo ainda não foi revelado, na sexta-feira (30/9) em Nova York. Ela e seu marido, o ator Ryan Reynolds (“Deadpool”), já são pais de uma menina de 22 meses, que curiosamente foi batizada de James. O casal se conheceu durante as filmagens de “Lanterna Verde” (2011) e se casou em 2012.
Veneza: Michael Fassbender e Alicia Vikander vivem romance dentro e fora das telas
Os atores Michael Fassbender (“Steve Jobs”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”) vivem um casal dentro e fora das telas, e foram a Veneza divulgar o filme que iniciou seu romance, “A Luz Entre Oceanos”. Trata-se de um melodrama que arranca lágrimas do público, mas foi recebido com cinismo pela crítica. A imprensa presente no festival, porém, estava pouco se importando com a ficção, já que a melhor história de amor do filme aconteceu fora das câmeras. Apesar da diferença de idade, Fassbender, de 39 anos, admitiu que se sentiu intimidado quando conheceu Vikander, de 27 anos, vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante por “A Garota Dinamarquesa”. “Fiquei com medo quando Alicia chegou, ela era tão feroz e ávida. Lembrei de como eu era quando estava começando. Eu realmente senti que tinha que fazer melhor minha parte, ser tão presente quanto ela”, ele contou, sobre sua primeira impressão da “garota”, que na verdade é sueca. Vikander retribuiu o elogio, confidenciando que ficou muito nervosa quando soube que atuaria junto a um “ator tão brilhante”, demonstrando que a lua de mel continua. O romance entre os dois nasceu por sugestão do diretor. Indiretamente, é verdade, mas o processo os aproximou. Para captar o espírito de seus personagens, que moram sozinhos num farol distante, o diretor Derek Cianfrance (“O Lugar Onde Tudo Termina”) propôs que Vikander e Fassbender se isolassem em uma ilha deserta para que se conhecessem melhor. No fim do período, veio a notícia de que eles estavam namorando. A ternura nascida do relacionamento transparece na sinceridade com que os atores interpretam seus papeis no filme. Mas isso não torna o enredo menos manipulativo. Baseado no best-seller homônimo de M.L. Stedman, o filme acompanha um casal traumatizado, que sofre com a perda do filho recém-nascido, quando um bebê surge num barco à deriva. Mas depois de cuidar da criança por vários anos, os dois descobrem o sofrimento da verdadeira mãe (Rachel Weisz, de “Oz, Mágico e Poderoso”), que acredita ter pedido a filha no mar. O trailer ainda explora o embate entre Fassbender, que se sente moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. “Este filme é uma batalha entre a verdade e o amor”, definiu o diretor Derek Cianfrance, que disse ter assumido a missão de “contar histórias familiares, os segredos em nossas casas”. Por isso, ele afirma que o livro do escritor australiano M.L. Stedman “parecia um filme que eu nasci para fazer”. “Mais que uma história de amor, ‘A Luz entre Oceanos’ quer ser uma lição de vida na qual o perdão e a compreensão ajudam a seguir adiante”, completou Fassbender.
Kidnap: Halle Berry atropela quem impedi-la de encontrar seu filho em trailer tenso e cheio de ação
A Relativity divulgou o trailer de “Kidnap”, novo suspense estrelado por Halle Berry. A prévia mostra como o rapto do filho da protagonista desencadeia uma perseguição alucinada. Vendo que a burocracia policial permitirá que os criminosos consigam escapar, ela toma para si própria a tarefa de acelerar atrás do carro dos raptores, gerando acidentes de trânsito cinematográficos, enquanto passa por cima de todos os obstáculos para recuperar seu filho. A premissa demonstra como o instinto maternal pode transformar uma mulher numa fera – ou ao menos em Sigourney Weaver ao final de “Aliens – O Resgate” (1986). É uma boa comparação. Mas também não deixa de evocar uma versão materna de “O Silêncio do Lago” (1988) e “Breakdown – Implacável Perseguição” (1997). O roteiro é de Knate Gwaltney (produtor dos filmes da trupe “Jackass”) e a direção do espanhol Luis Prieto (série “Z Nation”). A estreia está marcada para 2 de dezembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
A Luz entre os Oceanos: Melodrama com Michael Fassbender e Alicia Vikander ganha comercial estendido
A DreamWorks divulgou um novo pôster e o comercial estendido do melodrama “A Luz entre os Oceanos”, estrelado por Michael Fassbender (“Steve Jobs”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). A prévia é de partir o coração, mas também digna de telenovela. Resumindo o dilema central, mostra como o casal, que mora num farol isolado, encontra um bebê num barco à deriva. E depois de cuidar da menina por vários anos, descobrem a verdadeira mãe (Rachel Weisz, de “Oz, Mágico e Poderoso”), que acredita ter pedido a filha no mar. Segue-se então o embate entre Fassbender, que se sente moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. O filme é uma adaptação do livro homônimo escrito por M.L. Stedman e tem direção e roteiro de Derek Cianfrance (“O Lugar Onde Tudo Termina”). A estreia está marcada para 8 de setembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Entre Idas e Vindas coloca uma simpática comédia romântica na estrada
Quando “Alemão” (2014), o maior sucesso comercial de José Eduardo Belmonte, chegou aos cinemas, o diretor já estava filmando “Entre Idas e Vindas”, que na época tinha um outro nome menos genérico. Em comum, ambos os filmes se aproximam mais do grande público que a maioria dos trabalhos mais autorais do cineasta. A leveza e algumas escolhas frustrantes da trama de “Entre Idas e Vindas” podem até incomodar os fãs de suas obras mais complexas, como “A Concepção” (2005), “Se Nada Mais Der Certo” (2008) e “O Gorila” (2012), mas é difícil não simpatizar com a história. Claro que poderia ser um filme melhor se concentrasse seus esforços apenas na trajetória das quatro mulheres que trabalham com telemarketing, sem forçar a mão no relacionamento amoroso entre a personagem de Ingrid Guimarães (“Pernas pro Ar”) e Fábio Assunção (“País do Desejo”), que aparece em cena com seu filho João Assunção. É justamente aí que reside o principal problema do filme: querer ser quase uma comédia romântica hollywoodiana. Ao menos, o diretor brasiliense tem bom gosto, sabe filmar, e há um trio de mulheres de tirar o chapéu no motor home que pega a estrada apenas para aproximar o casal central: as amigas da protagonista, vividas por Alice Braga (série “Queen of the South”), Rosanne Mulholland (“Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”) e Caroline Abras (“Sangue Azul”). Além do mais, se a intenção é mesmo copiar o estilo do gênero americano, até que Belmonte não fez feio. Como se trata de um filme sobre personagens com dores de relacionamentos, o melhor da trama está justamente nas cenas em que os problemas são confrontados, como nos belos momentos entre pai e filho (o filho quer saber mais de sua mãe, uma mulher que os abandonou há seis anos, mas que o pai não consegue esquecer e por isso vive na fossa). Neste quesito, a melhor cena é a da roda de apostas sobre quem tem a história mais triste. É quando o público é convidado a se solidarizar com cada um dos personagens – embora seja muito difícil comprar a história de Rosanne. De todo modo, é neste momento que o filme se engrandece. A química dos atores funciona muito bem, e por mais que Caroline Abras seja mal aproveitada, cada vez que ela aparece na tela é como se um dia nublado virasse um dia de sol. E não só porque ela é muito bonita, mas por conseguir passar uma sensação radiante. Algumas cenas na praia, filmadas com outras lentes, também são belas e ajudam a tirar o filme do ordinário. No entanto, mesmo com tanta beleza natural (das meninas, do garoto inteligente que se apaixona por uma delas, da natureza, das locações etc.), o romance do casal principal continua sendo a pedra no meio do caminho, fazendo balançar um road movie que tinha potencial para passar mais longe do lugar comum.
A Luz entre os Oceanos: Melodrama estrelado por Michael Fassbender e Alicia Vikander ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do drama “A Luz entre os Oceanos”, estrelado por Michael Fassbender (“Steve Jobs”) e Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”). A prévia é de partir o coração. Em tom melodramático, amplificado pela trilha de Alexandre Desplat, o vídeo resume como o casal se apaixona, vai morar junto num farol isolado e perde seu bebê, para logo em seguida encontrar outro bebê chorando num barco à deriva. Mas depois de cuidar da menina por vários anos, os dois descobrem o sofrimento da verdadeira mãe (Rachel Weisz, de “Oz, Mágico e Poderoso”), que acredita ter pedido a filha no mar. O trailer ainda explora o embate entre Fassbender, que se sente moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. Adaptação do best-seller homônimo escrito por M.L. Stedman, “A Luz entre os Oceanos” tem direção e roteiro de Derek Cianfrance (“O Lugar Onde Tudo Termina”) e estreia em setembro no Brasil e nos EUA.
Herança de Sangue: Volta de Mel Gibson ao cinema de ação ganha trailer e 65 fotos
A Lionsgate divulgou o trailer, o pôster e 65 fotos de “Herança de Sangue” (Blood Father), a volta de Mel Gibson ao cinema de ação. As imagens ainda mostram o ator na estrada, em meio ao deserto, como em seus velhos tempos de “Mad Max”. No filme, Gibson vive um ex-presidiário a quem a filha adolescente recorre, após muitos anos distante, em busca de ajuda para escapar de um grupo de traficantes que querem matá-la. A atriz Erin Moriarty, que viveu a filha de Woody Harrelson na série “True Detective”, interpreta a jovem e o elenco também destaca Diego Luna (“Elysium”), William H. Macy (série “Shameless”), Elisabeth Röhm (série “The Last Ship”), Thomas Mann (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”) e Dale Dickey (“A Possessão do Mal”). O roteiro é de Peter Craig (“Atração Perigosa”) e a direção do francês Jean-François Richet (“Inimigo Público nº 1”). A estreia está marcada para 12 de agosto nos EUA e 22 de setembro no Brasil.












