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  • Série

    Supergirl e Flash cantam e dançam nas fotos do crossover musical

    7 de março de 2017 /

    A rede americana CW divulgou oito fotos do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. As imagens mostram cenas que antecedem a cantoria e uma coreografia dos heróis, além de ressaltar a ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte será exibida em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las.

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  • Série

    Crossover musical de Supergirl e The Flash ganha primeiro teaser

    7 de março de 2017 /

    A Warner Bros Entertainment divulgou o primeiro teaser do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. A prévia mostra alguns números de dança e confirma que a atração terá ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte será exibida em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.

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  • Música

    La La Land vai dar origem a um espetáculo de música sinfônica e jazz

    6 de março de 2017 /

    O estúdio Lionsgate anunciou o evento “La La Land in Concert”, um concerto de orquestra com a trilha sonora do filme “La La Land”, que vai acontecer no Hollywood Bowl, em Los Angeles, nos dias 26 e 27 de maio. O concerto deve sair em turnê e passar também pelo Reino Unido, Canadá, México, Itália, Turquia, Suíça e diversas cidades dos Estados Unidos. A apresentação no Hollywood Bowl terá Justin Hurwitz, compositor da trilha e vencedor do Oscar 2017, como regente, tanto de uma orquestra sinfônica quanto de um conjunto de jazz. Ao todo, “La La Land” venceu seis estatuetas na última cerimônia do Oscar, incluindo os troféus de Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.

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  • Filme

    Logan registra melhor estreia de cinema no Brasil em 2017

    6 de março de 2017 /

    “Logan” repetiu no Brasil o fenômeno de bilheteria americano, abrindo em 1º lugar com mais de 1,6 milhão de espectadores e faturamento de R$ 25 milhões. Apesar da classificação etária elevada (para maiores de 16 anos no país), a produção da Fox tornou-se a estreia mais bem-sucedida de 2017 até agora. Curiosamente, antes de “Logan”, a melhor estreia de 2017 no Brasil tinha sido outro filme proibido para menores de 16 anos, “Cinquenta Tons Mais Escuros”, que entrou em cartaz em 13 de fevereiro com 1,3 milhão de espectadores e R$ 22 milhões de faturamento nas bilheterias. Segundo dados da empresa de monitoramento ComScore, o total arrecadado por “Logan” é cinco vezes maior que o segundo colocado e ainda supera a soma total das bilheterias dos outros filmes em cartaz entre quinta e domingo (5/3) nos cinemas brasileiros. Em todo o mundo, o filme já rendeu US$ 237,8 milhões – US$ 85,3 milhões só nos EUA. “A Grande Muralha”, com Matt Damon, faturou pouco mais de 20% do que arrecadou “Logan”, ocupando o 2º lugar com público de “apenas” 279 mil pessoas e arrecadação de R$ 4,8 milhões. O ranking também destaca o crescimento do interesse em torno de “Moonlight”. O drama indie tinha aberto em 10º em seu lançamento no fim de semana anterior, mas, após vencer o Oscar 2017, pulou para o 4º lugar, mesmo contando com uma distribuição bastante limitada. Vale lembrar que, além de “Logan”, a semana passada teve o lançamento de “Um Limite Entre Nós”, que rendeu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis. Único dos filmes americanos que disputavam a premiação da Academia a chegar ao Brasil após a exibição da cerimônia, “Um Limite Entre Nós” não entrou no Top 10, mostrando o equívoco da estratégia de sua distribuidora. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. Logan Fim de semana: R$ 25 milhões Total: R$ 25 milhões 2. A Grande Muralha Fim de semana: R$ 4,8 milhões Total: R$ 21,2 milhões 3. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: R$ 3,5 milhões Total: R$ 60,6 milhões 4. Moonlight Fim de semana: R$ 1,5 milhão Total: R$ R$ 2,9 milhões 5. Lego Batman – O Filme Fim de semana: R$ 1,3 milhão Total: R$ 18,3 milhões 6. Internet – O Filme Fim de semana: R$ 1 milhão Total: R$ 4,1 milhões 7. Monster Trucks Fim de semana: R$ 873 mil Total: R$ 3,8 milhões 8. La La Land Fim de semana: R$ 724 mil Total: R$ 23,1 milhões 9. Aliados Fim de semana: R$ 573 mil Total: R$ 6,3 milhões 10. John Wick – Um Novo Dia Para Matar Fim de semana: R$ R$ 546 mil Total: R$ R$ 7,4 milhão

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  • Filme

    Viola Davis compartilha ilustração de brasileiro em suas redes sociais

    4 de março de 2017 /

    Viola Davis compartilhou em suas redes sociais a ilustração de um brasileiro, que a retrata com o vestido que usou na premiação da Academia, oferecendo seu Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a sua personagem em “Um Limite entre Nós”, uma mulher negra humilde. A imagem (acima) reflete o discurso de agradecimento da atriz, sobre a importância de contar histórias de pessoas simples. Mas o fato de a própria Viola divulgá-la pegou seu autor de surpresa. Na legenda, Viola se limitou a escrever “Uau”. Já o cearense Marciano Palácio, de 23 anos, respondeu com um “OMG”, dizendo-se honrado e agradecido por ela ter compartilhado seu trabalho. A arte já foi curtida 65 mil vezes no Facebook A origem do discurso foi explicada pela atriz numa entrevista à revista People, na qual relembrou sua infância pobre. De uma família descendente de escravos, Viola conta que vivia em uma casa com mais cinco irmãos com condições precárias. “Sempre soube que era a mais pobre dos nossos vizinhos. O lugar em que vivíamos refletia o poder aquisitivo da minha família. Noas paredes eram tábuas, não tínhamos telefone nem comida e havia muitos ratos”, ela disse. “Desde muito jovem decidi que não queria viver assim. E ter vivido desse jeito me permitiu valorizar muito e apreciar o que tenho agora”, completou.

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  • Filme

    Freida Pinto alimentou 800 pobres de Los Angeles com as sobras da festa do Oscar

    4 de março de 2017 /

    Cerca de 800 pessoas com dificuldades econômicas da cidade de Los Angeles foram alimentadas com a comida que sobrou da festa extravagante ligada à entrega do Oscar 2017. A iniciativa foi organizada pela atriz Freida Pinto e pela Copia, uma organização que usa tecnologia para lidar com o desperdício de alimentos. Na festa que acontece após a entrega dos prêmios da Academia foram servidos mais de 3 mil pratos de comida, sobrando grandes quantidades que foram reaproveitadas. A atriz indiana, conhecida por filmes como “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008) e “Planeta dos Macacos: A Origem” (2011), usou ainda as redes sociais para promover a Copia, que recolhe e redistribui o excesso de alimentos de festas para instituições de caridade. “O nosso objetivo é garantir que ninguém fique com fome na cidade de Los Angeles, recuperando alimentos que sobram em todas as grandes festas e eventos”, disse Pinto à revista Vanity Fair.

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  • Etc

    Silas Malafaia pede boicote à Disney por beijo gay em animação

    3 de março de 2017 /

    O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo divertido, pedindo um boicote à Disney, motivado pelo primeiro beijo gay exibido em uma animação do estúdio. A cena foi ao ar num episódio do desenho “Star vs. As Forças do Mal”, do Disney Channel. Nela, vários casais se beijam durante um show – entre eles gays, héteros e idosos. “A safadeza da Disney em querer erotizar e ensinar homossexualismo a crianças chegou em seus desenhos. Vamos dizer não para esses devassos”, escreveu ele no Twitter, abrindo uma série de publicações sobre o assunto. “A Disney fez a escolha de ensinar homossexualismo para as crianças. A declaração universal de direitos humanos diz que esse ensino é dos pais”, continuou, usando um termo pejorativo para designar a homossexualidade. “Vamos fazer uma grande campanha para os pais não comprarem nenhum produto da Disney. Essa é a resposta para esses que querem destruir a família. Não existe coisa mais covarde e asquerosa do que atingir crianças indefesas”. O vídeo que defende a disseminação da homofobia na infância destaca que a Disney “resolveu comprar a agenda gay”, novamente chamando o estúdio infantil de “asqueroso, nojento e covarde”. “Peço que todos os pais deixem de comprar produtos da Disney. Tem que doer no bolso dessa cambada”. O nível só caiu daí em diante. Ao responder um artigo sobre o assunto, do colunista Anselmo Goes do jornal O Globo, o pastor chamou o jornalista de “marica”, seguido por um kkk, demonstrando toda a sua seriedade e educação. E, em tom de pregação, tratou de disseminar o ódio. “Gays, esquerdopatas, devassos, imorais e anarquistas. É uma honra ter essa gente contra”. De todo modo, a histeria homofóbica já virou piada. Em vez de respostas favoráveis ou protestos contra a intolerância, a maioria dos comentários sobre os tuítes do pastor foram debochados. “Imagino agora, nesse momento, o pessoal da Disney numa sala, apavorados e discutindo sobre o tal Silas que quer boicote”, ironizou um internauta. “Não acredito que Malafaia causou a falência da Disney”, brincou outro. No ano passado, a Disney tomou uma posição bastante clara e firme contra a homofobia de políticos e religiosos, ao ameaçar tirar seus negócios do estado da Geórgia, quando uma lei de caráter preconceituoso foi aprovada pelo legislativo estadual. Graças à pressão econômica do maior estúdio de Hollywood, o governador da Geórgia não promulgou a lei. Para completar, é preciso avisar para o pastor sobre “A Bela e a Fera”, versão com atores do clássico animado de 1991. Já exibido para a imprensa, o final do filme deve merecer outro vídeo de “alerta às famílias e aos pais”.

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  • Série

    Crossover musical de Supergirl e The Flash ganha sinopse oficial

    3 de março de 2017 /

    A rede americana CW divulgou a sinopse do crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”, que vai acontecer no fim do mês nos EUA. Confira o texto oficial: “Barry (Grant Gustin) e sua equipe ficam surpresos quando Mon-El (Chris Wood) e Hank Henshaw (David Harewood) chegam em sua Terra carregando Supergirl (Melissa Benoist) em coma, após ter sido abatida pelo Mestre da Música (Darren Criss). Incapaz de acordá-la, eles recorrem ao Time Flash. No entanto, o Mestre da Música surpreende Flash e o coloca em uma coma semelhante, que sua equipe não pode curar. Kara e Barry acordam sem seus poderes em uma realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim.” Para completar, foi divulgado que essa realidade alternativa é ambientada na década de 1940, época da era de ouro dos musicais de Hollywood. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, marcarão um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte do crossover musical será exibido em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Contadores que entregaram envelope errado são banidos do Oscar

    2 de março de 2017 /

    A presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs, anunciou que os dois contadores envolvidos na maior gafe já cometida pelo Oscar, que levou “La La Land” a ser anunciado por engano como Melhor Filme em vez de “Moonlight” no Oscar 2017, não irão trabalhar no evento novamente. Cheryl Boone Isaacs quebrou o silêncio dois dias após a confusão e apontou a dupla responsável pela segurança dos envelopes, Brian Cullinan e Martha Ruiz, como os verdadeiros culpados pela atrapalhada histórica. Mas, segundo a agência Associated Press, evitou fazer críticas a PricewaterhouseCoopers (PwC), empresa que há oito décadas é encarregada da auditoria do prêmio. Por sua vez, a PwC assumiu a culpa pelo erro e divulgou dois pedidos de desculpas pelo ocorrido, citando nominalmente Cullinan no segundo. Ele havia publicado uma foto da atriz Emma Stone no Twitter antes de entregar o envelope errado na premiação do Melhor Filme e tuitou bastante durante toda a noite, o que pode ter contribuído para sua desatenção. A PwC também apontou responsabilidade de Ruiz por não ter agido imediatamente quando percebeu o erro. Apesar disso, os dois não perderão seus empregos. Apenas deixarão de fazer parte da equipe que a companhia destina ao Oscar, de acordo com o jornal Los Angeles Times.

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  • Filme

    Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano

    2 de março de 2017 /

    Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.

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  • Filme

    Vestido de Charlize Theron sofre censura em vídeos do Irã sobre o Oscar de Asghar Farhadi

    1 de março de 2017 /

    O governo iraniano celebrou o Oscar de “O Apartamento”, do diretor Asghar Farhadi, mas sem perder o costume de censurar os maus hábitos ocidentais. As imagens do anúncio da vitória iraniana na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira sofreram intervenção da agência de notícias ILNA News, que cobriu a “falta de vergonha” da atriz Charlize Theron durante sua apresentação no Oscar 2017. Um vídeo disponível no site da agência mostra que os braços, ombros e o colo da atriz, que estavam descobertos, aparecem com uma mancha preta. Charlize Theron apresentou, ao lado de Shirley MacLaine, os indicados ao prêmio. Mas ela não foi a única a sofrer censura. Como Farhadi boicotou sua participação na cerimônia do Oscar em protesto contra a ordem executiva de Donald Trump, que suspendeu vistos de cidadãos de sete países de maioria muçulmana, entre eles o Irã, seu troféu foi recebido por sua representante, a iraniana Anousheh Ansari, conhecida por ser a primeira mulher turista a visitar o espaço. O detalhe é que ela também “escandalizou” as autoridades do país. Apesar de usar um xale nos ombros, parte de seu colo também estava descoberta e foi borrada nas imagens disponibilizadas no Irã.

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  • Etc,  Filme

    Diretor de Moonlight publica discurso que tinha preparado e não pôde dizer na confusão do Oscar 2017

    1 de março de 2017 /

    O final confuso do Oscar 2017 tirou do diretor Barry Jenkins a oportunidade de fazer seu discurso de agradecimento pela vitória de seu filme, “Moonlight”. Ele tinha o discurso preparado para caso seu filme saísse vencedor da premiação. Mas o funcionário tuiteiro da PwC se atrapalhou, entregou o envelope errado e quem agradeceu o Oscar foram os produtores do filme perdedor, “La La Land”. Com a correria que aconteceu no palco para corrigir o equívoco, Jenkins não teve chance de poder dizer o que queria, pois não houve o tempo necessário. Mas o texto não foi perdido. O site The Hollywood Reporter cedeu espaço para o diretor publicar o seu discurso original. Nele, Jenkins afirma que ele e o autor original da história, Tarell Alvin McCraney, enxergam-se no protagonista de “Moonlight” e que nunca imaginariam um dia vencer o Oscar. Leia abaixo a íntegra do discurso que não foi ao ar. “Tarell e eu somos Chiron. Nós somos aquele menino. E quando você assiste ‘Moonlight’, você não pensa que um menino que cresceu como e onde nós crescemos iria crescer e fazer um produto artístico que venceria um prêmio da Academia. Eu disse isso várias vezes, e o que eu tenho que admitir é que eu coloquei esses limites em mim mesmo, eu neguei esse meu sonho. Não vocês, não outra pessoa – eu. E então, para qualquer um vendo isso que se vê em nós, que isso seja um símbolo, um reflexo que leve você a se amar. Porque fazer isso pode ser a diferença entre sequer sonhar e, de alguma maneira através da graça da Academia, realizar os sonhos que você nunca se permitiu ter. Muito amor”.

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  • Filme

    Estreia do vencedor do Oscar 2017 tem bilheteria fraca no Brasil

    1 de março de 2017 /

    O filme “Moonlight”, que venceu o Oscar 2017, estreou com uma bilheteria fraca no Brasil no último fim de semana. Segundo a empresa ComScore, o drama premiado levou 62,4 mil pessoas às salas de cinemas no país e registrou uma renda de R$ 1,1 milhão, o que equivale ao 10º no ranking dos filmes mais assistidos. O resultado não deveria causar espanto. Mesmo na disputa do Oscar, o filme foi lançado em apenas 59 salas, numa avaliação pessimista da distribuidora, após sua performance nos EUA. Com US$ 22 milhões antes do Oscar, “Moonlight” era o filme menos assistido entre os candidatos à premiação da Academia. Mesmo assim, seu desempenho foi muito melhor que o do brasileiro “Aquarius”, lançado em meio a muita mídia espontânea e campanha para representar o país no mesmo Oscar. “Aquarius” abriu em mais salas, 89 ao todo, e em seu primeiro fim de semana foi assistido por 54 mil pessoas, vendendo R$ 880 mil em ingressos. Na época, muitos veículos sem costume de cobrir cinema publicaram que se tratava de um sucesso estrondoso. Mas, assim como “Moonlight”, o filme de Kleber Mendonça Filho estreou apenas em 10º lugar. Nada como colocar as coisas em suas devidas perspectivas. No outro extremo do ranking, o filme mais assistido do fim de semana também foi uma estreia, “A Grande Muralha”, confirmando uma tendência cada vez mais óbvia. No Brasil, o filme com maior distribuição tem sempre a maior bilheteria. O filme chinês estrelado por Matt Damon teve o lançamento mais amplo da última quinta (23/2), em 828 salas, das quais 561 em 3D (68% do total), além de todo o circuito IMAX (12 salas). Acabou sendo visto por 861,7 mil pessoas e arrecadou R$ 14,6 milhões. Confira abaixo as maiores bilheterias do fim de semana. BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. A Grande Muralha Fim de semana: R$ 14,6 milhões Total: R$ 14,6 milhões 2. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: R$ 7,7 milhões Total: 56 milhões 3. Lego Batman – O Filme Fim de semana: R$ 3,4 milhões Total: R$ 16,3 milhões 4. Internet – O Filme Fim de semana: R$ 2,6 milhões Total: R$ R$ 2,6 milhões 5. Monster Trucks Fim de semana: R$ 2.4 milhão Total: R$ 2.4 milhões 6. John Wick – Um Novo Dia Para Matar Fim de semana: R$ 2,4 milhão Total: R$ 6,6 milhões 7. Aliados Fim de semana: R$ 2 milhões Total: R$ 5,5 milhões 8. La La Land Fim de semana: R$ 1,4 milhões Total: R$ 22,1 milhões 9. Lion Fim de semana: R$ R$ 1,1 milhão Total: R$ 2,4 milhões 10. Moonlight Fim de semana: R$ R$ 1,1 milhão Total: R$ R$ 1,1 milhão

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