Lupita Nyong’o revela ter sido assediada por Harvey Weinstein
Mais um dia, mais um relato de assédio contra Harvey Weinstein. Agora foi a vez da vencedora do Oscar Lupita Nyong’o (por “12 Anos de Escravidão”) contar seus encontros com o produtor, alvo de um escândalo em Hollywood. Em um longo relato publicado pelo jornal The New York Times, ela dá detalhes do assédio e diz ter se sentido “doente até o fundo do estômago” depois que acusações de dezenas de mulheres se tornaram públicas. “Senti uma explosão de fúria ao perceber que minha experiência não foi um incidente único, mas sim parte de um padrão de comportamento sinistro”, escreveu. A atriz conta ter conhecido o produtor durante o Festival de Berlim, quando ainda era uma estudante. Pouco depois, ele a teria convidado para assistir a um filme em sua casa, em Westport, Connecticut (EUA). Na ocasião, segundo Lupita, Weinstein pediu para massagear suas costas, e ela achou mais seguro se oferecer para massageá-lo. “Isso me permitiria ter controle físico e saber exatamente onde suas mãos estavam”. “Em pouco tempo, ele disse que queria tirar suas calças. Eu lhe pedi para não fazer isso e disse que me deixaria extremamente desconfortável. Ele se levantou e fui para a porta, dizendo que não estava confortável com isso”. Em outro encontro, em um jantar em Nova York, o produtor teria lhe feito propostas sexuais. “Se eu quisesse ser uma atriz, então eu tinha que estar disposta a fazer esse tipo de coisa”, escreveu ela, revelando o que ele sugeriu. “Ele disse que namorou a famosa atriz X e Y e olha onde isso as levou.” Mesmo depois de vencer o Oscar por “12 Anos de Escravidão” em 2014, Lupita continuou a ser perseguida por Weinstein, de acordo com seu relato, a ponto de recusar convites para participar de produções chefiadas por ele. “Eu tinha arquivado minha experiência com Harvey longe da minha mente, juntando-me à conspiração de silêncio que permitiu que esse predador vagasse por tantos anos”, disse a atriz. “Me senti muito sozinha quando essas coisas aconteceram, e me culpei por muito disso, bem como muitas das outras mulheres que compartilhavam suas histórias”. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.
Polícia de Los Angeles abre investigação contra Harvey Weinstein por estupro
A Polícia de Los Angeles anunciou na quinta-feira (19/10) ter aberto uma investigação por estupro contra Harvey Weinstein. O departamento de polícia tinha pedido para as atrizes que estão acusando o produtor nas redes sociais formalizarem uma denúncia e isto acabou acontecendo. “A divisão de roubo e homicídio do departamento de Polícia de Los Angeles entrevistou uma potencial vítima de agressão sexual de Harvey Weinstein, que teria ocorrido em 2013. O caso está sendo investigado”, declarou o porta-voz do departamento Drake Madison, sem revelar a identidade da vítima. O jornal Los Angeles Times informou que se trata de uma atriz e modelo italiana, que prestou depoimento por cerca de duas horas na quinta-feira. Ela não quis ter o nome revelado por medo de represálias, mas o jornal revelou que ela tem 38 anos. Em entrevista à publicação, a italiana contou que o abuso aconteceu no hotel Mr. C, em Beverly Hills, após Weinstein participar da 8ª edição do festival Italia Film, Fashion and Art, em fevereiro de 2013. Segundo ela, os dois se conheciam, embora não tivessem qualquer relação – foram apresentados em Roma por um amigo em comum. “Ele começou a fazer perguntas sobre mim, mas logo ficou muito agressivo e começou a me pedir para que ficasse nua. Me puxou pelos cabelos e me obrigou a fazer algo que não queria. Depois me arrastou pelo quarto e me estuprou”, relatou a mulher. Ela é a sexta mulher que acusa Weinstein de estupro nos últimos dias. A polícia de Nova York investiga outros dois possíveis casos, e em Londres são analisadas acusações apresentadas por outras três mulheres. Além da nova acusação ser a primeira em Los Angeles, também é a primeira sobre um suposto estupro cometido nos últimos dez anos, o que deve fazer com que o produtor enfrente um processo criminal. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Mas o pior será enfrentar um processo criminal.
Channing Tatum cancela filme de abuso sexual que seria produzido pela The Weinstein Company
O ator Channing Tatum anunciou ter cancelado o projeto do filme “Forgive Me Leonard Peacock”, sobre um garoto que sofreu abuso sexual, porque ele seria produzido pela Weinstein Company, empresa fundada por Harvey Weinstein. O produtor enfrenta um escândalo gigantesco, acusado de ter assediado, abusado e estuprado atrizes durante décadas. “As mulheres corajosas que tiveram a coragem para falar a verdade sobre Harvey Weinstein são verdadeiras heroínas para nós. Elas estão levantando os tijolos pesados para construir um mundo igual que todos nós merecemos viver”, escreveu o ator em comunicado compartilhado nas redes sociais. “Nosso projeto em desenvolvimento com a produtora The Weinstein Company – o livro brilhante de Matthew Quick, “Forgive Me Leonard Peacock” – é uma história sobre um garoto cuja vida caiu em pedaços após um abuso sexual. Apesar de não desenvolvermos mais qualquer coisa com a TWC, nos lembramos de sua poderosa mensagem de cura na sequência de uma tragédia”, acrescentou. “Esta é uma oportunidade gigante para uma verdadeira mudança positiva, com a qual nos comprometemos orgulhosamente. A verdade está revelada. Vamos terminar o que nossas incríveis colegas começaram e eliminar o abuso da nossa cultura de uma vez por todas”, completou. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.
Courtney Love avisou sobre Harvey Weinstein em entrevista de 2005 – e isso lhe custou a carreira
A cantora e atriz Courtney Love, viúva de Kurt Cobain, avisou sobre o perigo de Harvey Weinstein numa entrevista televisiva de 2005. O vídeo foi recuperado nas redes sociais em meio ao escândalo sexual que envolveu o produtor. Perguntada no tapete vermelho de um evento se teria algum conselho para jovens que desejavam tentar a carreira em Hollywood, Courtney hesitou, comentando que provavelmente enfrentaria problemas legais, mas deu um aviso precioso: “Se Harvey Weinstein te convidar para uma festa privada no hotel Four Seasons, não vá.” Um dos primeiros filmes da cantora foi “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996), uma produção da Miramax, estúdio de Weinstein. Após o site TMZ lembrar o episódio, Courtney contou que esse comentário acabou com sua carreira de atriz. “Fui banida eternamente pela CAA por me manifestar contra Harvey Weinstein”, ela disse, referindo-se à mais poderosa agência de talentos de Hollywood, que faria parte da rede de influência e pressão responsável por manter a atividade abusiva do produtor protegida por quase quatro décadas. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. Ele também deve enfrentar um processo criminal. Saiba mais sobre o escândalo aqui. Courtney Love was WARNING about Harvey Weinstein in 2005! “If Harvey Weinstein invites u to a private party at the Four Seasons, DON’T GO” pic.twitter.com/RK9Vruxy2T — Chet Cannon (@Chet_Cannon) October 14, 2017
Atriz inglesa revela ter sido estuprada em sua própria casa por Harvey Weinstein
A atriz britânica Lysette Anthony se juntou à lista de mulheres que sofreram abuso sexual de Harvey Weinstein. Mas a sua acusação é ainda mais grave. Ela contou que teve a casa invadida, foi agredida e estuprada pelo produtor. Estrela da longeva telenovela “Hollyoaks”, Anthony contou ao jornal inglês The Sunday Times que conheceu o magnata em Nova York no final dos anos 1980, logo após ter estrelado “Sherlock e Eu” (1988) e vários clipes de Bryan Adams. Alguns anos depois, ela foi convidada a visitá-lo numa casa que ele alugava em Londres. “Sem que eu tivesse tempo para reagir, ele aparece meio despido e me agarrou. Era a última coisa que eu esperava e eu fugi”, contou, repetindo uma história que diversas atrizes contaram, com quase os mesmos detalhes. Entretanto, sua história não terminou ali. Weinstein teria começado a persegui-la. Até que um dia, ele lhe fez uma surpresa, aparecendo em sua casa na Inglaterra. Ela estava de roupão quando abriu a porta e foi empurrada. “Ele me empurrou para dentro, me encostou contra o porta-casacos e começou a tentar abrir meu roupão”, disse ela na entrevista. “Ele estava tentando me beijar e me penetrar”. Anthony tentou empurrá-lo, mas não conseguiu, porque ele era muito pesado. “Ele gozou na minha perna como um cachorro e depois foi embora. Foi patético, revoltante”, disse ela. A polícia de Londres confirmou ao jornal que está investigando acusações contra Weinstein, mas não revelou quem abriu a queixa criminal. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, ele foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. Ele também deve enfrentar um processo criminal. Saiba mais sobre o escândalo aqui.
Eva Green revela que precisou empurrar Harvey Weinstein para escapar de assédio
A atriz Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) resolveu acrescentar sua história às diversas denúncias de abuso sexual reveladas nos últimos dias contra Harvey Weinstein. Após sua mãe confirmar que ela também tinha sido vítima, em entrevista a uma rádio francesa, ela foi procurada pela imprensa e confirmou o assédio. Falando com a revista Variety, a atriz contou ter ficado “chocada e com nojo” após uma reunião que teve com o produtor em Paris. “Eu o encontrei para uma reunião de negócios em Paris, na qual ele se comportou de forma inadequada e eu tive que empurrá-lo”, contou, revelando que precisou usar a força para escapar. “Consegui me livrar dele, mas a experiência me deixou chocada e com nojo”, admitiu a atriz. Ela justificou não ter contado o que aconteceu porque quis manter sua privacidade. “Somos frequentemente condenadas quando resolvemos falar e, muitas vezes, terminamos com a reputação abalada”, comentou. “Mas eu entendo que é importante fazer isso, assim como ouvir as experiências de outras mulheres”. Eva Green completou dizendo que aplaude a atitude das mulheres que estão denunciando o assédio e que acredita que tal comportamento é “inaceitável e deve ser eliminado”. Um dos mais importantes produtores de cinema dos Estados Unidos, responsável pelos maiores sucessos de Quentin Tarantino, irmãos Coen e muitos outros cineastas premiados, Weinstein teve sua carreira enterrada por uma reportagem devastadora do jornal The New York Times, que trouxe à tona décadas de abusos sexuais sistemáticos de atrizes, colaboradoras e funcionárias de suas produtoras, Miramax e The Weinstein Company. Desde então, o número de mulheres que decidiram romper o silêncio não para de aumentar, envolvendo atrizes famosas como Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow. Há também acusações de estupro. Após o escândalo ser revelado, ele foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar. Ele também pode enfrentar um processo criminal.
Academia de Cinema dos EUA expulsa Harvey Weinstein após escândalo sexual
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que organiza a premiação do Oscar, decidiu expulsar Harvey Weisntein após o escândalo de décadas de abusos sexuais do produtor vir à tona. Um dos mais importantes produtores de cinema dos Estados Unidos, responsável pelas carreiras de Quentin Tarantino, irmãos Coen e muitos outros cineastas premiados, foi considerado alguém que “não merece respeito de seus colegas” no comunicado da Academia sobre a decisão. Uma reunião de emergência foi convocada pelos diretores da Academia para decidir o futuro de Weinstein, após uma reportagem do jornal The New York Times acabar com o segredo em torno dos assédios do produtor, que começaram ainda nos anos 1980 e perduravam até recentemente. Após a atriz Ashley Judd tomar coragem e ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, outras estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, revelou que ele também era estuprador. De acordo com o comunicado da Academia, foram obtidos “muito mais de dois terços dos votos (dos membros) necessários para a expulsão imediata”. “Não só nos distanciamos de alguém que não merece o respeito de seus colegas como enviamos uma mensagem de que a era da ignorância deliberada e a cumplicidade vergonhosa com a conduta sexual predadora e assédio no local de trabalho na nossa indústria está acabada”, ressaltou a instituição. A decisão foi tomada três dias após a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA) se antecipar e expulsar Weinstein de sua organização, afirmando que “tal comportamento não tem, em absoluto, lugar em nossa indústria”. Weinstein foi um dos fundadores da Miramax, empresa que dominou a premiação do Oscar nos anos 1990 e acabou absorvida pela Disney, e também da empresa que leva seu nome, The Weinstein Company, da qual foi demitido tão logo as acusações ganharam proporção de avalanche. Ao todo, suas produções tiveram 303 indicações ao Oscar e resultaram em 75 estatuetas. Para dar dimensão de sua importância, um levantamento da revista Newsweek observou que o nome de Harvey Weinstein é o segundo mais citado nos discursos de agradecimento dos vencedores do Oscar em todos os tempos, atrás apenas de Steven Spielberg – e na frente de Deus, por exemplo. Saiba mais sobre o escândalo aqui.
James Woods diz que anúncio de aposentadoria foi equívoco, mas queria ver reação das pessoas
O ator James Woods contestou a notícia de que teria se aposentado. A informação consta de um anúncio de venda de suas propriedades, e foi confirmado pelo corretor encarregado do negócio. Mas, em entrevista ao jornal The Washington Post, Woods disse que se tratava de um equívoco. Em suas palavras, ele afirmou que “não estava prestando atenção” e “de alguma forma não ouviu” a palavra aposentadoria “antes de aprovar o anúncio”. Mas após verificar o erro, contou que se sentiu tentado a manter o texto sem correção para ver o que aconteceria. “Quem se importaria se eu me aposentasse?”, perguntou-se. “Nenhum ator se retira do showbusiness”, acrescentou. Recentemente, Woods declarou que as posições conservadoras que defende dificultaram suas oportunidades de trabalho. James Woods foi indicado duas vezes ao Oscar: pelo filme “Salvador – O Martírio do Povo” em 1987 e “Fantasmas do Passado” em 1997. Mas ultimamente vinha conseguindo mais projeção na TV. Ele estrelou a série “Shark” entre 2006 e 2008 e participou da 1ª temporada de “Ray Donovan” em 2013, além de dublar o vilão Lex Luthor na série animada da “Liga da Justiça” desde 2016. Recentemente, o ator se envolveu em uma polêmica após criticar a diferença de idade entre o casal do filme gay “Me Chame pelo Seu Nome”, Armie Hammer, de 31 anos, e Timothee Chalamet, de 21. Hammer rebateu ao lembrar o relacionamento de Woods com a namorada Kristen Bauguess. Os dois começaram a namorar quando ela tinha apenas 19 anos e ele já estava com mais de 60. Para piorar, a atriz Amber Tamblyn revelou que James Woods a convidou, quando tinha 16 anos, para se divertirem juntos em Las Vegas. Quando ela contou sua idade, ele teria dito: “Melhor ainda”. A atriz escreveu um artigo no jornal The New York Times em que referencia o assédio.
Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira registra número recorde de candidatos
A disputa por uma vaga no Oscar na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira estará mais difícil que nunca em 2018, pois envolverá um número recorde de candidatos, vindos de 92 países. O recorde foi atingido porque, pela primeira vez, haverá aspirantes do Haiti (“Ayiti Mon Amour”), Laos (“Dearest Sister”) e Síria (“Little Gandhi”) na disputa. Entre os principais concorrentes estão “First They Killed My Father”, de Angelina Jolie, selecionado pelo Camboja, “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Camillo, da França, “Thelma”, de Joachim Trier, da Noruega, e “The Square”, dirigido por Ruben Ostlund, candidato norueguês que venceu o Festival de Cannes deste ano. Já é possível ver alguns dos candidatos no Brasil. “120 Batimentos por Minuto” faz parte da programação do Festival do Rio e “The Square” é um dos destaques da Mostra de São Paulo, que ainda apresentará mais uma dúzia de filmes que pleiteiam inclusão na categoria. O Brasil disputa a vaga com “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende, mas também está representado em duas coproduções internacionais, por meio do candidato argentino “Zama”, de Lucrecia Martel, e o italiano “A Ciambra”, de John Carpignano. O vencedor do ano passado foi o iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi. As indicações para a 90ª edição do Oscar serão anunciadas em 23 de janeiro e a cerimônia de premiação acontecerá em 4 de março em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.
James Woods teria decidido se aposentar
O ator James Woods teria se aposentado, segundo apurou o site da revista Variety, ao verificar o texto de anúncios de venda de imóveis do ator, que está atualmente com 70 anos. Segundo publicou corretor Allen Gammons, Woods está “se aposentando da indústria do entretenimento e espera ‘simplificar sua vida’ vendendo suas muitas propriedades imobiliárias”. Recentemente, Woods declarou que as posições conservadoras que defende dificultaram suas oportunidades de trabalho. James Woods foi indicado duas vezes ao Oscar: pelo filme “Salvador – O Martírio do Povo” em 1987 e “Fantasmas do Passado” em 1997. Mas ultimamente vinha conseguindo mais projeção na TV. Ele estrelou a série “Shark” entre 2006 e 2008 e participou da 1ª temporada de “Ray Donovan” em 2013, além de dublar o vilão Lex Luthor na série animada da “Liga da Justiça” desde 2016. Recentemente, o ator se envolveu em uma polêmica após criticar a diferença de idade entre o casal do filme gay “Me Chame pelo Seu Nome”, Armie Hammer, de 31 anos, e Timothee Chalamet, de 21. Hammer rebateu ao lembrar o relacionamento de Woods com a namorada Kristen Bauguess. Os dois começaram a namorar quando ela tinha apenas 19 anos e ele já estava com mais de 60. Para piorar, a atriz Amber Tamblyn revelou que James Woods a convidou, quando tinha 16 anos, para se divertirem juntos em Las Vegas. Quando ela contou sua idade, ele teria dito: “Melhor ainda”. A atriz escreveu um artigo no jornal The New York Times em que referencia o assédio.
Roda Gigante: Trailer do novo filme de Woody Allen revela noir ensolarado, com gângsteres à beira-mar
A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Roda Gigante” (Wonder Wheel), novo filme de Woody Allen. A prévia revela que definitivamente não se trata de uma comédia romântica, como a sinopse oficial tinha dado a entender. A trama tem passagens de suspense e é, como diz a protagonista Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”), “um pouco melodramática”. O trailer detalha bem a história, passada em Conney Island na década de 1950 e centrada em Ginny (Winslet), mulher do operador de carrossel (James Belushi, da série “Twin Peaks”), que um belo dia recebe a visita de sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”), casada com um gângster e fugindo da máfia. Ela sabe segredos perigosos e procura abrigo, com mafiosos em seu encalço. No meio disso tudo, as duas ainda se encantam pelo galã da praia, o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake, de “Aposta Máxima”), que narra a história em tom de film noir. Um noir ironicamente ensolarado, com biquínis e à beira-mar. “Roda Gigante” é uma produção da plataforma de streaming Amazon e terá sua première no Festival de Nova York, em 15 de outubro. Já a estreia brasileira está marcada para 28 dezembro.
Kate Winslet ilustra primeiro pôster do novo filme de Woody Allen
O novo filme de Woody Allen, “Wonder Wheel”, ganhou seu primeiro pôster. A imagem destaca Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”) num quarto, tendo a roda gigante do parque de diversões de Coney Island ao fundo. O longa-metragem se passa na década de 1950 e acompanha Ginny (Winslet), mulher do operador de carrossel (James Belushi, da série “Twin Peaks”). Meio entediada, cai de amores pelo salva-vidas Mickey (Justin Timberlake, de “Aposta Máxima”), mas sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”) surge inesperadamente e também se apaixona pelo “galã” da praia, o que complica a história. “Wonder Wheel” é uma produção da plataforma de streaming Amazon e terá sua première no Festival de Nova York, em 15 de outubro. Já a estreia brasileira está marcada para 28 dezembro.
Cambodja seleciona drama de Angelina Jolie para tentar o Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira
O Cambodja selecionou o longa “First They Killed My Father”, dirigido por Angelina Jolie e produzido pela Netflix, como seu representante a uma vaga no Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. De acordo com a revista americana The Hollywood Reporter, o comitê responsável pela seleção defendeu o filme reforçando sua importância como instrumento de memória do país. “Os membros do comitê, como a comunidade do país, acharam o filme catártico, ao trazer memórias muitas vezes esquecidas”. O filme aborda a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama é baseada no livro homônimo de memórias da ativista de direitos humanos Loung Ung, que relata sua infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. A própria autora escreveu o roteiro ao lado de Angelina, que também trouxe para a produção o cineasta cambojano Rithy Pahn, diretor do premiadíssimo documentário “A Imagem que Falta” (2013), sobre o mesmo assunto. Com elenco composto por crianças selecionadas em orfanatos, circos e escolas de favelas do Cambodja, o filme gerou polêmica após uma reportagem da revista Vanity Fair acusar o responsável pelo casting de recorrer a tortura psicológica e abuso infantil para realizar sua seleção. Angelina Jolie refutou a acusação. “First They Killed My Father” teve première mundial na cidade de Siem Reap, no Cambodja, no dia 18 de fevereiro, e encantou a crítica norte-americana ao ser exibido nos festivais de Telluride e Toronto. Considerado o melhor filme dirigido por Angelina Jolie, ele tem 87% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e chegou ao streaming na sexta-feira (15/9). “A seleção representa um grande passo para todos os envolvidos na produção. Trabalhar com artistas locais para levar essa história adiante tem sido uma experiência introspectiva e comovente”, afirmou Jolie em uma comunicado para a imprensa.











