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    Academia barra Hamilton do Oscar 2021

    9 de janeiro de 2021 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos tomou uma decisão polêmica e barrou a versão filmada do musical “Hamilton”, um dos maiores sucessos da plataforma Disney+ (Disney Plus), da disputa do Oscar 2021. Mesmo estando apto a concorrer em outras premiações do cinema, como o Globo de Ouro e o SAG Awards, a gravação do espetáculo da Broadway foi desqualificada pela Academia sem maiores explicações, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. “Hamilton” tem sua elegibilidade questionada desde o ano passado, por ser uma espécie de registro documental de apresentações da peça da Broadway. Segundo alguns, a produção seria incompatível com uma regra de 1997 válida para curtas e documentários, que descarta “trabalhos sem edição de registros de performance”. Esta regra foi introduzida após peças filmadas aparecerem na premiação do cinema, como “Otelo” (1965), “Give ‘Em Hell, Harry” (1974) e “O Homem na Caixa de Vidro” (1975). O detalhe é que “Hamilton” tem trabalho de edição. Não é um simples registro, pois compila três dias de performances diferentes, com o teatro fechado, realizadas especificamente para o filme. Por conta disso, o THR apurou que o Comitê de Regras e Prêmios da Academia optou por excluir a obra com base em outra regra, recém-introduzida, e que teria o objetivo oposto: de facilitar a disputa de lançamentos exclusivos de streaming durante a pandemia. A regra diz que “Até novo aviso e somente nesta edição do Oscar, filmes disponíveis em serviços de streaming estarão qualificados para concorrer ao prêmio. O comitê de regras da Academia vai avaliar todas as questões envolvendo regras e elegibilidade”. Teria sido a segunda parte, sobre o poder do comitê para decidir com base em seus critérios pessoais, que teria barrado o filme. Não há explicações sobre quais critérios impediram a inclusão entre os candidatos. “Hamilton” foi aceito na disputa de várias outras premiações de cinema e é favorito ao Globo de Ouro de Melhor Filme Musical (ou de Comédia), assim como o elenco nas categorias de atuação. Já o SAG Awards, prêmio do Sindicato dos Atores, curiosamente caracterizou “Hamilton” como um filme para TV, qualificando-o a concorrer nas categorias destinadas a telefilmes e minisséries. Vale lembrar que a Disney desembolsou U$ 75 milhões pelos direitos de exibição do longa e pretendia lançá-lo no cinema, mas acabou disponibilizando-o em sua plataforma de streaming por causa da pandemia. “Hamilton” tornou-se um dos conteúdos mais assistidos da Disney Plus. Veja abaixo o trailer da produção.

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    Peter Lamont (1929 -2020)

    18 de dezembro de 2020 /

    O diretor de arte e designer de produção Peter Lamont, que venceu um Oscar pela cenografia de “Titanic”, morreu aos 91 anos. Ele também se destacou por seu trabalho em 18 dos 25 filmes da franquia “007” e foi descrito pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli como “um integrante amado da família 007 e um gigante da indústria”, nas redes sociais. Lamont começou a trabalhar na franquia em “007 Contra Goldfinger” (1964), criou os efeitos visuais de “007 Contra o Foguete da Morte” (1979) e se tornou o principal designer de produção dos longas a partir de “007: Somente Para os Seus Olhos” (1981), cargo que manteve até “007: Cassino Royale” (2006), filme que marcou sua aposentadoria. Seu trabalho consistia desde escolher locações, preparar cenários e selecionar acessórios. No caso de Bond, esse produção incluía armas icônicas, carros e apetrechos de espionagem que o personagem utilizava. Além de Bond, Lamont teve uma frutífera parceria com o cineasta James Cameron, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por “Aliens: O Resgate” (1986) e a cobiçada estatueta por “Titanic” (1997). Ele foi indicado ao prêmio da Academia outras duas vezes, por “Um Violinista no Telhado” (1981) e “007: O Espião Que Me Amava” (1977).

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    Margot Robbie negocia novo filme sobre Hollywood com Brad Pitt

    2 de dezembro de 2020 /

    A atriz Margot Robbie pode voltar a trabalhar com Brad Pitt após “Era uma vez em Hollywood”. Ela abriu negociações para substituir Emma Stone em “Babylon”, que já tem Brad Pitt escalado num dos papéis principais. Por curiosidade, o filme é outra produção sobre o passado de Hollywood e Robbie voltaria a interpretar uma estrela real de cinema. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, ela interpretaria Clara Bow, símbolo sexual precoce da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado. “Babylon” vai se passar neste período, no final dos anos 1920, e acompanhar a ascensão e queda de personagens fictícios e históricos. Assim como em “Era uma Vez em Hollywood”, Pitt vai interpretar um personagem fictício, uma estrela do cinema mudo que não consegue se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. O personagem seria baseado no ator real John Gilbert. O papel de Clara Bow estava encaminhado para Emma Stone, que também retomaria uma parceria de sucesso com este projeto. No caso, com Damien Chazelle, diretor de “La La Land”, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. O próprio Chazelle escreveu o roteiro, que será filmado com um orçamento pré-covid, na faixa dos US$ 80 e 100 milhões pela Paramount. Não há informações sobre o motivo da saída de Emma Stone da produção, mas pode ter acontecido um problema de agenda, já que as filmagens sofreram remanejamento. Várias cenas seriam gravadas em locações históricas de Los Angeles, cidade onde há muitos casos de infecção por covid-19, o que levou ao adiamento da produção. Por conta disso, a Paramount até está revendo seus planos iniciais para lançar o filme no Natal de 2021, visando abocanhar prêmios no Oscar 2022. “Babylon” deve ficar para o Oscar 2023. Veja abaixo um trecho do filme “It” (no Brasil, “O Não Sei Que das Mulheres”), que rendeu o famoso apelido de Clara Bow em 1927.

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    Fernanda Montenegro agradece Glenn Close, mas daria o Oscar de 1999 para Cate Blanchett

    28 de novembro de 2020 /

    A atriz Fernanda Montenegro respondeu aos elogios de Glenn Close (“A Esposa”), que lamentou que a brasileira não tenha vencido o Oscar em 1999 por seu desempenho em “Central do Brasil” (1998). A estrela de 90 anos se mostrou humilde diante da declaração da artista norte-americana, dizendo que, na sua opinião, o prêmio deveria ter ficado com a australiana Cate Blanchett. “É uma avaliação dela. Eu teria dado o prêmio para a [Cate] Blanchett, porque ela fez dois papeis de Elizabeth naquele ano extraordinários. Não foi um filme, foram dois, de uma forma maravilhosa”, opinou em entrevista ao Conversa com Bial, que foi ao ar na Globo na noite de sexta-feira (27/11). “Não é que meu trabalho não seja respeitado. Não é isso, mas eu teria votado na Blanchett”, completou a atriz. Cate Blanchett concorria pelo filme “Elizabeth” (1998) e venceu o Globo de Ouro e o BAFTA (o Oscar britânico) pelo papel. Mas só fez um filme naquele ano. Ela, de fato, voltou ao papel de Elizabeth numa continuação, que entretanto só foi realizada em 2007, “Elizabeth: A Era de Ouro”, pela qual foi novamente indicada ao Oscar. Entre um e outro, a australiana venceu seu primeiro troféu da Academia, como Melhor Atriz Coadjuvante por “O Aviador” (2004). Seu Oscar de Melhor Atriz tardou, mas acabou vindo por “Blue Jasmine” (2013), de Woody Allen. Já em 1999, quem levou o troféu foi Gwyneth Paltrow por seu trabalho em “Shakespeare Apaixonado” (1998). Além de superar Fernanda Montenegro e Cate Blanchett, ela concorreu com Meryl Streep (por “Um Amor Verdadeiro”) e Emily Watson (“Hilary e Jackie”). Trata-se de uma das edições do Oscar mais controvertidas de todos os tempos, em que teria vencido a candidata mais fraca. Mas este nem foi o maior escândalo da premiação. Romance de época bem feito, mas sem importância alguma, “Shakespeare Apaixonado”, dirigido pelo inexpressivo John Madden, acabou levando o Oscar de Melhor Filme, superando, entre outros, a obra-prima de Steven Spielberg, “O Resgate do Soldado Ryan”, que não foi só o definitivamente o melhor filme de 1999, mas um dos melhores da década. A controvérsia voltou à tona nesta semana, quando Glenn Close afirmou, em uma entrevista a um programa da rede norte-americana ABC, que, na sua visão, não fez sentido Fernanda Montenegro não ter conquistado a estatueta há 21 anos. No papel mais lembrado de sua carreira, Fernanda deu vida a Dora, uma professora aposentada que trabalha como escritora de cartas para analfabetos na Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Ela acaba conhecendo uma mulher e seu filho, que fica sozinho após a mãe morrer atropelada por um ônibus. A personagem, então, toma como missão levar o garoto até seu pai. Na premiação de 1999, houve outro absurdo. “Central do Brasil”, dirigido por Walter Salles, perdeu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira para o italiano “A Vida É Bela”, de Roberto Benigni.

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    Glenn Close diz que foi injustiça Fernanda Montenegro não ganhar um Oscar

    24 de novembro de 2020 /

    A atriz Glenn Close disse nesta terça (24/11) que Fernanda Montenegro deveria ter vencido o Oscar de Melhor Atriz em 1999. O assunto surgiu numa entrevista para o tradicional programa “Good Morning America”, da emissora ABC News. Enquanto promovia seu novo filme, “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy), dirigido por Ron Howard, ela expressou a sua revolta com as injustiças do Oscar, lembrando a derrota de Fernanda Montenegro, quando foi indicada pelo filme “Central do Brasil”, de Walter Salles. “Eu me lembro do ano que em que a Gwyneth Paltrow ganhou daquela atriz incrível de ‘Central do Brasil’. Eu pensei: ‘O quê? Isso não faz sentido’”, comentou a estrela americana. Após a exibição da entrevista, o nome de Fernanda Montenegro foi parar entre os assuntos mais comentados do Twitter. Internautas celebraram o fato de a atriz americana se lembrar do episódio e concordaram com a sua revolta.

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    Documentário sobre Babenco é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2021

    18 de novembro de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) anunciou nesta quarta-feira (18/11) que o documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz, será o candidato oficial do Brasil para tentar uma vaga entre os indicados na categoria do próximo Oscar de Melhor Filme Internacional. O filme, que chega ao circuito cinematográfico na quinta-feira que vem (26/11), é uma crônica dos últimos dias do diretor Héctor Babenco (“Carandiru”, “Pixote”), diretor argentino que virou brasileiro por afinidade, morto em 2016, depois de décadas lutando contra o câncer. Esta é a primeira vez que um documentário é escolhido pela comissão nacional. No ano passado, quando “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, concorreu ao Oscar de Melhor Documentário, ele foi selecionado por uma comissão americana, enquanto o candidato oficial do Brasil foi “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, que acabou não entrando na lista. A escolha deste ano também foi a primeira sem participação do governo federal. Os responsáveis foram profissionais do setor: os diretores de fotografia Afonso Beato e Lula Carvalho, os produtores Clelia Bessa, Leonardo Monteiro de Barros, Renata Magalhães e Rodrigo Teixeira, e os cineastas Laís Bodanzky, Roberto Berliner e Viviane Ferreira. Os também cineastas Andre Ristum e Toni Venturi serviram de membros suplentes do grupo. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Além dele, a lista de filmes avaliada ainda incluiu “A Divisão”, “A Febre”, “Alice Júnior”, “Aos Olhos de Ernesto”, “Casa de Antiguidades”, “Cidade Pássaro”, “Jovens Polacas”, “M8”, “Macabro”, “Marighella”, “Minha Mãe É uma Peça 3”, “Narciso em Férias”, “Pacarrete”, “Pureza”, “Sertânia”, “Todos os Mortos”, “Três Verões” e “Valentina”. A última vez que um filme selecionado pela comissão oficial conseguiu chegar entre os finalistas e obter indicação ao Oscar foi em 1999, com “Central do Brasil” (de 1998) – que também emplacou o nome de Fernanda Montenegro na categoria de Melhor Atriz. Antes disso, só “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho” (1995) e “O que É Isso, Companheiro?” (1997) conseguiram ser indicados ao troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA (AMPAS). O primeiro corte dos candidatos ao troféu acontecerá no dia 9 de fevereiro, quando serão revelados os títulos pré-selecionados pela AMPAS para seguir na disputa. Já os cinco finalistas à categoria de Melhor Filme Internacional só serão conhecidos durante o anúncio de todas as indicações ao Oscar, previsto para acontecer no dia 15 de março. A cerimônia de premiação, por sua vez, está marcada para 25 de abril de 2021.

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    Astro de The Walking Dead pode se tornar primeiro ator asiático indicado ao Oscar

    25 de outubro de 2020 /

    O ator sul-coreano Steven Yeun, mais conhecido como o Glenn de “The Walking Dead”, pode se tornar o primeiro asiático indicado ao Oscar na categoria de Melhor Ator. O estúdio indie A24 revelou que pretende lançar uma campanha pela indicação de Yeun por seu desempenho no drama “Minari”, que venceu o Festival de Sundance deste ano. Junto com Yeun, o estúdio vai destacar o trabalho de Han Ye-ri na categoria de Melhor Atriz e de seus colegas de elenco, Alan S. Kim, Will Patton e Youn Yuh-Jung, nas categorias de Coadjuvantes. A falta de representação asiática nas categorias de atuação tem sido uma das lacunas mais gritantes na longa história da Academia. Se qualquer um dos atores de “Minari” for nomeado, será a primeira vez que a Academia indicará um coreano em uma categoria de atuação, apesar da vitória de “Parasita” no Oscar deste ano. No filme dirigido por Lee Isaac Chung, Yeun interpreta Jacob, um pai sul-coreano que traz sua família para os EUA, iniciando uma fazenda na década de 1980. Sua luta para vencer os obstáculos comoveu o público e o júri de Sundance, que premiaram duplamente o longa. Mas não é de hoje que Yeun vem chamando a atenção dos festivais. Ele já tinha marcado presença em “Em Chamas”, produção sul-coreana premiada no Festival de Cannes de 2018. Ainda sem previsão de estreia comercial, “Minari” tem 100% de aprovação, em críticas publicadas durante sua passagem por festivais e apuradas pelo site Rotten Tomatoes. Veja abaixo o trailer emocionante da produção.

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    Netflix fará campanha para Chadwick Boseman ganhar Oscar póstumo

    22 de outubro de 2020 /

    A Netflix pretende fazer campanha para que Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”), falecido em agosto, ganhe uma indicação póstuma ao Oscar 2021. De acordo com a revista Variety, a plataforma de streaming vai investir em publicidade e alardear como puder o desempenho de Boseman, para que ele concorra na categoria de Melhor Ator por seu papel no filme “A Voz Suprema do Blues”. Além dele, o trabalho de Viola Davis também deve receber atenção da empresa, visando a premiação. Por via das dúvidas, a Netflix vai dobrar a aposta e também promoverá o trabalho de Boseman no longa “Destacamento Blood”, de Spike Lee, visando uma vaga em outra categoria, como Melhor Ator Coadjuvante. Penúltimo filme do ator, “Destacamento Blood” foi lançado em junho, enquanto o último filme estrelado pelo ator, “A Voz Suprema do Blues”, chega ao streaming no dia 18 de dezembro.

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    Academia vai considerar projeção em drive-in para o Oscar 2021

    7 de outubro de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA anunciou nesta quarta-feira (7/10) que alterou suas regras de elegibilidade mais uma vez, devido à pandemia de coronavírus. As novas mudanças tem o objetivo de aceitar exibições de filmes no circuito dos drive-ins como sessões oficiais de cinema, nos termos da premiação. As regras foram alteradas porque os cinemas de Nova York e Los Angeles continuam fechados, mas filmes estão sendo projetados nestas cidades em sessões de drive-in ao ar livre. Além disso, a Academia criou uma “screening room” digital para seus membros, onde os estúdios deverão disponibilizar os lançamentos de streaming e VOD com pretensões à disputar prêmios no Oscar de 2021. Neste ano, excepcionalmente, a Academia vai permitir que títulos de streaming possam ser considerados para o Oscar sem que também tenham sido exibidos nos cinemas, e estendeu o período de elegibilidade das candidaturas para lançamentos realizados até 28 de fevereiro de 2021. A próxima cerimônia do Oscar está marcada para 26 de abril no Dolby Theatre em Los Angeles.

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    Oscar Isaac será Francis Ford Coppola em filme sobre O Poderoso Chefão

    30 de setembro de 2020 /

    O filme sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”, chamado de “Francis and The Godfather”, começou a definir seu elenco. E o ator Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) foi escolhido para o papel principal, como o diretor Francis Ford Coppola. Além dele, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) está confirmado como ex-chefe do estúdio da Paramount, Robert Evans. Dirigido pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”), o filme é baseado em um roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que incluiu a escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e um então pouco conhecido Al Pacino. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, disse Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há três anos, havia menção de produção da HBO, mas o nome do canal pago sumiu no novo comunicado, que afirma que a Endeavour Content e a FilmNation negociam os direitos de exibição mundial.

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    Al Kasha (1937 – 2020)

    15 de setembro de 2020 /

    O compositor Al Kasha, que venceu duas estatuetas do Oscar por canções dos filmes “O Destino de Poseidon” (1971) e “Inferno na Torre” (1974), morreu na segunda (14/9) em Los Angeles (EUA), aos 83 anos. A causa da morte não foi confirmada. Nascido no Brooklyn, em Nova York ele morava na casa em que sua mãe e seu pai tinham uma pequena barbearia e um salão de beleza, que ficava em frente aos estúdios Warner Brothers-Vitagraph, onde ele e seu irmão atuaram como figurantes de vários trailers de filmes da época. Sua carreira deslanchou quando um executivo estúdio o ouviu cantar. Aos 16 anos, ele começou a escrever canções e rapidamente suas composições começaram a ser gravadas por artistas como Jackie Wilson, Elvis Presley e Bobby Darin. Aos 22, tornou-se produtor musical. E por volta dos 30, virou chefe de talentos da CBS Records. Apesar da carreira frutífera em Nova York, ele se mudou para Hollywood nos anos 1960 para trabalhar com cinema. Sua primeira música a entrar numa trilha sonora foi “Lonely Life”, no filme “Na Onda do Twist” (1961). E em 1966 emplacou sua primeira trilha sonora, como compositor da comédia de espionagem “The Fat Spy”, estrelada por Phyllis Diller. Seus trabalhos mais famosos foram as músicas “The Morning After” (de “Poseison”) e “We May Never Love Like This Again” (de “Inferno”), ambas gravadas por Maureen McGovern. A consagração das duas baladas de filmes de catástrofe com o Oscar de Melhor Canção tiveram impacto no gênero, influenciando até hoje as produções de desastres a incluir hits românticos – como “I Don’t Wanna Miss a Thing”, do Aerosmith, em “Armageddon”. Kasha também foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Meu Amigo o Dragão” (1977), clássico infantil da Disney, concorrendo em duas categorias: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Candle on the Water”, mas desta vez não venceu. Entre as mais de 30 trilhas de sua carreira, destacam-se ainda as animações “Todos os Cães Merecem o Céu” (1989) e “Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho” (1998). Nos últimos anos, ele vinha dedicando-se mais a trabalhos televisivos e teatrais. Junto com seu parceiro e amigo Joel Hirschhorn, que morreu em 2005, compartilhou duas indicações ao Tony, o Oscar do teatro, pelos musicais “Sete Noivas para Sete Irmãos” e “Copperfield”. Além disso, passou a dar mais importância a outro aspecto de sua carreira. Cristão fervoroso, Kasha foi ordenado pastor em 1984. Desde então, criou grupos de estudos bíblicos em Hollywood, começou a dar palestras religiosas e, em 2003, fundou a sua própria igreja, a Oasis Christian Fellowship.

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    Academia impõe critérios de diversidade para disputa do Oscar

    9 de setembro de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, responsável pela premiação do Oscar, anunciou uma iniciativa para estimular o aumento de diversidade no cinema. Para isso, estabeleceu novos critérios para qualificar produções na categoria de Melhor Filme do ano, e todos têm a ver com representatividade na frente e atrás das câmeras. A partir de 2022, as produções que quiserem disputar o Oscar precisarão se submeter aos Padrões de Inclusão da Academia, que serão cada vez mais rígidos até atingir a meta de representatividade em 2025. Os padrões foram divididos em quatro pilares. O primeiro é Representação na Tela, nos Temas e nas Narrativas. Isto significa que os filmes deverão possuir ao menos uma das seguintes características: atores principais ou coadjuvantes importantes de grupos raciais “sub-representados”, mínimo de 30% dos atores em papéis secundários sendo mulheres, LGBTQ +, de grupos de diferentes etnias e/ou pessoas com deficiências cognitivas ou físicas; ou ainda ter um dos enredos centrado em um destes grupos. O segundo padrão abrange Liderança Criativa e Chefes de Departamento. Para se qualificar, o filme precisa ter, nos principais cargos da produção, ao menos dois ocupados por pessoas que sejam de etnia “sub-representada”, pertençam à comunidade LGBTQ +, sejam mulher ou tenham uma deficiência. Caso este critério não seja preenchido, o filme deverá ter pelo menos seis integrantes de sua equipe de grupos étnicos “sub-representados” ou ainda 30% da equipe com pessoas pertencentes aos grupos mencionados. O terceiro padrão diz respeito a Acesso e Oportunidades da Indústria. Para cumprir o critério, a distribuidora ou financiadora do filme deverá obrigatoriamente possuir “estagiários/aprendizes pagos” dos grupos citados anteriormente e deverá oferecer “oportunidades de treinamento e/ou trabalho para o desenvolvimento de habilidades” destes profissionais. Por fim, o quarto critério se baseia no Desenvolvimento da Audiência e consiste incluir representatividade no marketing, publicidade e distribuição do filme. Os critérios começarão a ser cobrados de forma crescente, em etapas para atingir o objetivo de maior integração da indústria em cinco anos. O presidente da Academia, David Rubin, e a CEO, Dawn Hudson, disseram em uma declaração conjunta que “a abertura deve se alargar para refletir nossa população global diversificada tanto na criação de filmes quanto nas audiências que se conectam com eles”. Ainda, de acordo com o comunicado, “a Academia está empenhada em desempenhar um papel vital para ajudar a tornar isso uma realidade.”

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    Ratched: Sarah Paulson vive a enfermeira de Um Estranho no Ninho em novo trailer

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ratched”, série de Ryan Murphy (“American Horror Story”) que vai contar a origem de uma conhecida personagem do cinema. Com clima hitchockiano, enfatizado pela época em que a trama se passa, a prévia apresenta os terrores de um hospício controlado pela enfermeira psicopata do título, vivida por Sarah Paulson (“Bird Box”). A história começa em 1947 e acompanha a jornada que transformou a enfermeira Mildred Ratched num “verdadeiro monstro”. A série pretende revelar a progressão de assassinatos da enfermeira, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental, ao longo de décadas e serve de prólogo para o livro “Um Estranho no Ninho” (1962), de Ken Kesey, mais lembrado por sua famosa adaptação cinematográfica de 1975, vencedora de cinco Oscars: Melhor Filme, Diretor (Milos Forman), Roteiro Adaptado, Ator (Jack Nicholson) e Atriz Coadjuvante (Louise Fletcher, justamente no papel de Ratched). . O elenco inclui Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Cynthia Nixon (“Sex and the City”), Judy Davis (“Feud”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Sophie Okonedo (“Hotel Ruanda”), Amanda Plummer (“Pulp Fiction”), Rosanna Arquette (“Ray Donovan”), Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Charlie Carver (“Teen Wolf”), Harriet Sansom Harris (“Trama Fantasma”), Hunter Parrish (“Weeds”), Alice Englert (“Dezesseis Luas”) e Finn Wittrock (“American Horror Story”). O ator Michael Douglas (“Homem-Formiga”), que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, também participa como produtor executivo da série, ao lado de Ryan Murphy e Evan Romansky. Foi este último que delineou o roteiro do piloto. Ele ofereceu o projeto no mercado, chamando atenção de Murphy, que revisou a história, concebeu a temporada, organizou um “pacote de talentos” e materializou a série. “Ratched” é a terceira série de Murphy após o produtor assinar um contrato milionário de exclusividade na Netflix. Ele também criou “The Politician” e “Hollywood” para a plataforma e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A estreia está marcada para 18 de setembro, com a 2ª temporada já confirmada.

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