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  • Etc

    Atriz de Orange Is the New Black se casa com roteirista da série

    26 de março de 2017 /

    A atriz Samira Wiley, intérprete de Pussey em “Orange Is The New Black”, casou-se no sábado (25/3) com uma roteirista da série, Lauren Morelli. A cerimônia aconteceu em Palm Springs, nos Estados Unidos, apenas para um pequeno grupo de convidados, mas uma foto do casal de noivas foi publicada nas redes sociais pela equipe que realizou o evento. De acordo com a revista People, o evento contou com decoração colorida e músicas animadas. A entrada das noivas foi ao som de “Baby”, primeiro sucesso de Justin Bieber. Quem celebrou a cerimônia foram os pais de Samira. As duas estão juntas desde 2014, quando a roteirista, que se descobriu homossexual ao escrever a série, separou-se do marido e assumiu o novo romance. Elas ficaram noivas em outubro e o relacionamento coincidiu com a saída de Samira da atração. A atriz poderá ser vista a seguir em outra série de mulheres oprimidas, a sci-fi distópica “The Handmaid’s Tale”, que estreia em 26 de abril na plataforma americana de streaming Hulu.

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  • Série

    Série americana introduz o primeiro personagem sem gênero sexual definido

    28 de fevereiro de 2017 /

    A série “Billions”, do canal pago americano Showtime, fez História ao introduzir o primeiro personagem sem gênero sexual definido da televisão. Taylor Mason, vivido por Ásia Kate Dillon, não é transexual como os personagens de “Transparent”, porque não sente que nasceu com o sexo errado e nem pretende trocar de sexo. Na verdade, entre ser homem ou mulher, prefere ser os dois, tanto que pede para chamado de eles, no plural – o que funciona melhor em inglês, onde o pronome “they” não tem masculino e feminino. Taylor fez sua estréia na 2ª temporada da série neste mês, como estagiário na Axe Capital. Mas seu intelecto afiado e seu know-how sobre fundos de hedge rapidamente chamaram a atenção de Axe, o bilionário vivido por Damien Lewis (série “Homeland”). E os produtores já adiantaram que a temporada irá acompanhar seu crescimento na empresa. O detalhe é que Ásia Kate Dillon é exatamente como o personagem, nascida com órgãos femininos, mas identificada como sexualmente neutra. Os produtores Brian Koppelman e David Levien testaram vários membros da comunidade LGBTQ para o papel de Taylor, mas não esperavam encontrar alguém que fosse “não binária” na vida real. Ásia Kate Dillon também participa da série “Orange Is the New Black”, onde tem o papel de uma prisioneira lésbica. Veja abaixo um vídeo focado no personagem de “Billions”

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  • Série

    Elenco de Orange Is the New Black declama poesia no Dia dos Namorados americano

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo comemorativo do Dia dos Namorados americanos, em que o elenco feminino de “Orange Is the New Black” declama poesia romântica – ou nem tão romântica assim. O vídeo não recebeu legendas em português, talvez porque no Brasil o Dia dos Namorados caia em junho e não nesta quarta, 14 de fevereiro. Curiosamente, a 5ª temporada da série vai estrear próximo do Dias do Namorados brasileiro, em 9 de junho.

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  • Série

    5ª temporada de Orange Is the New Black ganha data de estreia

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo para anunciar a data de estreia da 5ª temporada de “Orange Is the New Black”. O vídeo revela a tensão no rosto das personagens, pela forma como a trama foi interrompida na temporada passada, num dos maiores ganchos de toda a série, em meio a uma rebelião no presídio feminino de Litchfield. E a última imagem, antes da data, é justamente a de Dayanara (Dascha Polanco) de revólver em punho. Anteriormente, a atriz Danielle Brooks, intérprete de Taystee, adiantou que toda a 5ª temporada se desenrolará no período de 72 horas após a cena mostrada. Infelizmente, o suspense vai permanecer por muito tempo, pois a série só vai voltar em 9 de junho. Veja abaixo.

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  • Filme

    5ª temporada de Orange Is the New Black vai se passar em três dias

    30 de janeiro de 2017 /

    A 4ª temporada de “Orange Is the New Black” terminou com um dos maiores ganchos de toda a série, em meio a uma rebelião no presídio feminino de Litchfield. Pois agora vem a notícia que a situação dará o tom da 5ª temporada, que concentrará todos os seus episódios no período de 72 horas. A novidade foi revelada pela atriz Danielle Brooks, intérprete de Taystee, em entrevista para o canal pago E! no tapete vermelho do SAG Awards 2017, realizado na noite de domingo (29/1). “A 5ª temporada vai mostrar o decorrer de três dias. Vocês vão ver 13 episódios e descobrir o que aconteceu ao longo de três dias. Então, será bastante detalhado, muito intenso, e é melhor prepararem as pipocas, lenços, tudo”, contou Brooks, revelando que não sabe quando a temporada estreia, mas provavelmente será durante o verão americano (entre junho e agosto). Vale lembrar que a Netflix já renovou a série para as temporadas 6 e 7. Por falar em SAG Awards, “Orange Is the New Black” foi premiada no evento anual do Sindicato dos Atores dos EUA com o troféu de Melhor Elenco de Série de Comédia. Confira aqui a lista completa dos premiados.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Emma Stone, Denzel Washington e Netflix vencem o SAG Awards 2017

    30 de janeiro de 2017 /

    O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) realizou neste domingo (29/1) a edição anual de sua premiação, e apesar de confirmar o favoritismo de “La La Land” no Oscar 2017, com a vitória de Emma Stone como Melhor Atriz, o resultado surpreendeu por algumas escolhas inesperadas. Uma espécie de onda afirmativa, de integração racial, passou como um tsunami sobre o evento, distribuindo quatro de seus cinco troféus de cinema para atores negros. Com isso, Casey Affleck, que vinha ganhando todos os prêmios de interpretação masculina por “Manchester à Beira-Mar”, e Ryan Gosling, o segundo mais premiado na mesma categoria, por “La La Land”, passaram em branco. Quem levou o SAG Award de Melhor Ator foi Denzel Washington por “Um Limite entre Nós” (Fences). Criou-se assim um contraste. Enquanto Emma Stone começou sua “carreira” de Melhor Atriz do ano lá em setembro, ao conquistar a Copa Volpi no Festival de Veneza, e veio acumulando prêmios desde então, Denzel Washington atropelou na curva final e entrou só agora na disputa para valer pelo Oscar. O que é completamente inédito em relação ao comportamento dos eleitores do SAG neste século. Até então, o tédio marcava a premiação, que não passava de uma etapa de confirmação de quem já despontava como favorito rumo ao Oscar. Mas Denzel não levou nem sequer o Globo de Ouro, a estatueta mais fácil de ganhar dentre todas as premiações de Hollywood. Os coadjuvantes, ao contrário, já vinham vencendo tudo. Viola Davis, a colega de Denzel em “Um Limite entre Nós”, é até mais favorita que Emma Stone ao Oscar, e Mahershala Ali tem sido o principal destaque do elenco de “Moonlight”. No SAG, ele demonstrou força ao derrotar seu principal concorrente, Jeff Bridges, por “A Qualquer Custo”. Mais inusitado de todos os prêmios da noite, o troféu de Melhor Elenco de Cinema acabou indo para “Estrelas Além do Tempo”, o filme sobre as engenheiras negras da NASA, estrelado por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe. Até o SAG, esta produção só tinha vencido prêmios regionais e de entidades dedicadas à valorizar artistas negros. Na pior das hipóteses, a conquista pode servir para desmistificar a importância do SAG Award de Melhor Elenco como termômetro do Oscar. A se conferir. Nos prêmios televisivos, o tsunami foi da Netflix. O desequilíbrio foi tanto, que a plataforma de streaming venceu todos os troféus de séries dramáticas: John Lithgow e Claire Foy, ambos de “The Crown”, foram consagrados como Melhor Ator e Atriz, enquanto “Stranger Things” conquistou o troféu de Melhor Elenco – dando como brinde diversos memes das caretas de Winona Ryder. Para completar, a Netflix também ficou com o prêmio de Melhor Elenco de Série de Comédia, comemorado pelas inúmeras atrizes de “Orange Is the New Black”. Confira abaixo as fotos dos vencedores e a lista completa dos premiados. VENCEDORES DO SAG AWARDS 2017 CINEMA MELHOR ATOR Denzel Washington (“Um Limite Entre Nós”) MELHOR ATRIZ Emma Stone (“La La Land”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Mahershala Ali (“Moonlight”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Viola Davis (“Um Limite Entre Nós”) MELHOR ELENCO “Estrelas Além do Tempo”                   TELEVISÃO MELHOR ATOR DE SÉRIE DE DRAMA John Lithgow (“The Crown”) MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE DRAMA Claire Foy (“The Crown”) MELHOR ELENCO DE SÉRIE DE DRAMA “Stranger Things” MELHOR ATOR DE SÉRIE DE COMÉDIA William H. Macy (“Shameless”) MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE COMÉDIA Julia Louis-Dreyfus (“Veep”) MELHOR ELENCO DE SÉRIE DE COMÉDIA “Orange Is the New Black” MELHOR ATOR DE TELEFILME OU MINISSÉRIE Bryan Cranston (“Até o Fim”) MELHOR ATRIZ DE TELEFILME OU MINISSÉRIE Sarah Paulson (“The People v O.J. Simpson: American Crime Story”)

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  • Série

    Estudo revela exibição recorde de personagens LGBTQ na TV americana

    5 de novembro de 2016 /

    Nunca houve tantas personagens LGBTQ (a nova nomenclatura que acrescenta Queer no que já foi GLS, LGBT e continua morfando como Power Rangers coloridos) nas séries das redes de televisão dos EUA. E, mesmo assim, são apenas 4,8% do total de personagens exibidos em horário nobre. O levantamento foi feito pela ONG GLAAD (Gay & Lesbian Alliance Against Defamation), que também observou que a representação de lésbicas diminuiu, a de bissexuais aumentou, que há mais mulheres em papéis de protagonistas e maior diversidade racial. O relatório Where We Are on TV, divulgado pela organização norte-americana de defesa dos direitos das minorias sexuais mostra um avanço “encorajador”, segundo Sarah Kate Ellis, presidente da GLAAD, em comunicado. É um avanço que continua a colocar a televisão à frente do cinema americano, que em 2015 tinha apenas 17,5% de filmes de grande orçamento com personagens LGBTQ, mas a luta continua por “retratos mais diversificados e intrincados da comunidade LGBTQ”, defende Ellis. A GLAAD localizou 43 personagens regulares e 28 recorrentes (que aparecem em alguns episódios) identificadas como LGBTQ nas séries em exibição no horário nobre dos canais de televisão em sinal aberto nos EUA, dentro de um universo total de 895 personagens. Além desses, foram encontradas mais 92 personagens LGBTQ centrais e 50 recorrentes que integram séries de canais de televisão por assinatura. O total contrasta 71 personagens LGBTQ na televisão convencional e 142 em serviços pagos. O estudo também observou que as plataformas de streaming são mais liberais no tratamento da sexualidade, encontrando sucesso e prêmios com séries que tratam abertamente da sexualidade, como “Transparent” e “Orange Is the New Black”, lançados respectivamente pela Amazon e pela Netflix. Ainda assim, estas plataformas ainda pecam pela falta de outra diversidade: racial. “Os canais pagos e de streaming ainda têm de incluir personagens LGBTQ mais diversificadas em termos raciais, já que a maioria das personagens fixas e regulares nessas plataformas são brancas” (os números ultrapassam os 70%). As mulheres negras são menos representadas do que os homens, apesar de se ter atingido um “recorde” com 20% de personagens fixas nos canais abertos de raça negra. Pior só os personagens transgênero nas televisões: três na TV aberta, contra seis na TV paga e sete nos serviços de streaming. Além disso, a representação das lésbicas diminuiu “drasticamente” na TV aberta, representando apenas 17% do total de personagens LGBTQ, chegando a encolher ainda 2% na televisão paga. A situação causou certo alarde pela maneira como esta diminuição aconteceu, “com personagens atrás de personagens sendo mortas, numa danosa metáfora para ‘enterrar os gays’” que “transmite uma mensagem perigosa de que as pessoas LGBTQ são secundárias e descartáveis”, disse Ellis, sobre uma escolha narrativa considerada comum, em que a morte de uma personagem gay serve o propósito de fazer avançar a história de uma personagem heterossexual, por exemplo. Segundo o estudo, mais de 25 personagens femininas lésbicas ou bissexuais morreram na TV desde o início deste ano, geralmente de forma violenta. Para terminar numa nota positiva, o estudo destaca um aumento na presença de pessoas portadoras de deficiência nas séries norte-americanas, que chegaram a 1,7% do total das personagens da TV aberta.

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    Atriz e roteirista de Orange Is the New Black ficam noivas

    5 de outubro de 2016 /

    A atriz Samira Wiley, que interpretou Poussey na série “Orange Is the New Black”, ficou noiva da roteirista e produtora da atração, Lauren Morelli. Ela compartilhou nas redes sociais que disse “sim” ao pedido de casamento. Na legenda da foto (acima) em que o casal aparece com o anel de noivado, Samira escreveu apenas “Sim”. As duas estão juntas desde 2014, quando a roteirista, que se descobriu homossexual ao escrever a série, separou-se do marido e assumiu o novo romance. Morelli chegou a escrever um artigo, na época, explicando como havia se descoberto gay nos primeiros dias de trabalho na série. As duas não vão mais trabalhar juntas, já que a personagem de Samira saiu da série no final da 4ª temporada. A atriz será vista a seguir na série sci-fi “The Handmaid’s Tale“, atualmente em produção para uma estreia em 2017 na plataforma Hulu.

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    Stranger Things supera super-heróis e vira a terceira série mais vista do Netflix

    11 de agosto de 2016 /

    O que as redes sociais sugerem, uma nova empresa de medição de audiência confirmou: “Stranger Things” é uma das séries mais vistas do Netflix. A série dos irmãos Duffer, que mistura terror, ficção científica e nostalgia dos anos 1980 só perde para a comédia “Fuller House” e “Orange Is the New Black” no serviço de streaming. Os dados não são oficiais, já que o Netflix não compartilha sua audiência, mas foram obtidos pela start-up de tecnologia SymphonyAM, a partir de um aplicativo instalado em computadores e celulares de voluntários para apurar suas escolhas – método similar ao usado para medir a audiência televisiva, por exemplo. Segundo a SymphonyAM, em 16 dias “Stranger Things” foi vista por 8,216 milhões de pessoas. Pelo mesmo critério, “Fuller House”, que é continuação da série clássica “Três É Demais”, atingiu 13,161 milhões, seguida bem de perto por “Orange Is the New Black”, com 13,034 milhões. Outros sucessos da plataforma, como a série de super-herói “Demolidor”, a produção documental “Making a Murderer” e a segunda atração da Marvel “Jessica Jones” aparecem nas posições seguintes.

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    Pesquisa revela que Orange Is the New Black só perde em audiência para Game of Thrones

    2 de julho de 2016 /

    A estreia da 4ª temporada da série “Orange Is the New Black” no Netflix foi vista por 6,7 milhões de pessoas em dois dias (17 e 18/6) nos Estados Unidos, segundo dados de audiência da Nielsen. São números expressivos, principalmente quando se compara com outra produção de peso: “Game of Thrones”, série que é um dos maiores sucessos de audiência da televisão paga americana, cujo episódio exibido no mesmo fim de semana reuniu 7,6 milhões telespectadores ao vivo. Vale considerar que a segunda série de maior audiência da TV paga americana no mesmo período foi “Rizzoli & Isles”, com cerca de 4 milhões de espectadores, seguida por “Major Crimes”, com 3,6 milhões. “The Walking Dead” é a série atual de maior audiência da TV paga americana, com média de 13 milhões de telespectadores, mas é exibida no outono (a partir de setembro). A Nielsen divulgou o resultado nesta semana, ao apresentar um levantamento sobre os hábitos dos usuários de plataformas de streaming como Netflix, Amazon Prime e Hulu. Essas empresas não divulgam seus números de audiência – por isso, a pesquisa foi feita com a ajuda de um sistema de reconhecimento de áudio instalado em cerca de 40 mil residências americanas. Outro dado revelado é que cerca da metade dos espectadores que assistem pelo Netflix a exibição de “Better Call Saul”, série derivada de “Breaking Bad”, tem entre 18 e 34 anos. A mesma série também é exibida na TV, onde a representatividade do público dessa faixa etária é bastante baixa – apenas 24%. Ou seja, pessoas mais jovens, alvos principais dos anunciantes, preferem o streaming.

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    Orange Is the New Black: Palmirinha ensina receitas para as presidiárias da série

    1 de julho de 2016 /

    A prisão feminina de Litchfield ganhou um novo reforço brasileiro. Depois de Inês Brasil passar um tempo na solitária do presídio, chegou a vez de Palmirinha mostrar como as detentas podem melhorar o cardápio do refeitório, usando apenas o material disponível na vendinha da Chang. A publicidade bem bolada do Netflix utiliza a apresentadora, conhecida pela fofura e delicadeza em seus programas de culinária, em meio ao contexto cheio de palavrões e ameaças da série “Orange Is the New Black”, num contraste divertido. A campanha até aproveitou a dificuldade da vovó para falar o nome do presídio para incluir um vídeo dedicado apenas aos bloopers, com seus erros de pronúncia. Pena que vai demorar mais um ano para “Orange Is the New Black” trazer episódios novos – detalhe que Palmirinha também lamenta no vídeo. A 4ª temporada estreou em 17 de junho. Pelo menos, a série encontra-se renovada até 2019.

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    Orange Is the New Black: Vídeo mostra vilã da novela Maria do Bairro presa na série

    22 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o vídeo em que a atriz mexicana Itatí Cantoral revive Soraya Montenegro, vilã da novela “Maria do Bairro”, para promover a 4ª temporada de “Orange Is The New Black”. O vídeo é uma montagem de cenas antigas da série (algumas personagens que aparecem até já morreram), em que Itatí “contracena” com o elenco da produção. Na verdade, trata-se de um truque de montagem, que coloca a famosa personagem atrás das grades, no presídio de Litchfield. Exibida pela primeira vez em 1995 no México, “Maria do Bairro” chegou ao Brasil em 1997, exibida pelo SBT e fez tanto sucesso que não parou de ser reprisada, virando um fenômeno. Desde a primeira reprise, levada ao ar poucos meses após a exibição original, “Maria do Bairro” já passou seis vezes no SBT – a mais recente, entre outubro de 2015 e fevereiro deste ano. Não por acaso, até hoje os fãs lembram da clássica cena de Soraya Montenegro durante uma briga com sua enteada, quando a chamou de “Maldita aleijada”. A frase virou bordão de memes e é repetido no vídeo do Netflix. A nova temporada de “Orange Is The New Black” já está disponível no serviço de streaming desde sexta-feira (17/6).

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    Orange Is the New Black: Inês Brasil vai “presa” para divulgar a série

    18 de junho de 2016 /

    A… atriz Inês Brasil, uma das webcelebridades da subcultura meme nacional, gravou participações como presidiária em dois comerciais da série “Orange Is the New Black”, para divulgar a estreia da 4ª temporada da produção do Netflix no Brasil. Num dos vídeos, apenas sua voz é ouvida, enquanto a câmera contracena com as personagens da série na fila do bandejão, mas ela pode ser vista na longa cena em que aparece numa solitária, conversando pela parede do presídio de Litchfield com a protagonista da série, Piper Chapman (Taylor Schilling), ou melhor, Paipes. As duas travam um diálogo surreal, que explora o dialeto falado por Brasil – não confundir com o idioma do país. Inês Brasil virou webcelebridade quando um vídeo criado para se candidatar no “Big Brother Brasil” de 2013 foi parar no YouTube e se tornou viral. Ela não foi selecionada para o reality show, mas os memes que se seguiram renderam-lhe uma carreira de convidada de programas da TV aberta, voltados às classes C e D. Ela caiu até em pegadinha do “Domingo Legal”. E aproveitou para, paralelamente, deslanchar sua carreira de cantora. Não é a primeira vez que a Netflix coloca um rosto brasileiro para divulgar a série. No ano passado, a funkeira Valesca Popozuda apareceu cantando “Minha Poussey É o Poder”. Por sinal, Inês fez menção à passagem da cantora por Litchfield no vídeo. A 4ª temporada de “Orange Is the New Black” estreou na sexta (17/6) no serviço de streaming Netflix.

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