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    Charles Levin (1949 – 2019)

    15 de julho de 2019 /

    O corpo de Charles Levin, que atuou em séries dos anos 1980 e 1990, foi encontrado em um lugar remoto, numa estrada afastada e com pouco uso no estado do Oregon, onde seu carro atolou. O ator de 70 anos estava desaparecido. De acordo com a CNN, Levin estava em processo de mudança de casa na última semana, quando seu filho notificou seu desaparecimento na segunda-feira passada (8/7) às autoridades. Ele estava com seu cão, um pug chamado Boo Bear, que foi encontrado morto no carro. Levin estava a alguns metros de distância do veículo em um terreno acidentado, de difícil acesso. O ator apareceu em vários sucessos do cinema, sempre em papéis pequenos, que variavam de mero figurante mudo a coadjuvante secundário. Entre os títulos de sua filmografia encontram-se dois clássicos de Woody Allen, “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977) e “Manhattan” (1979). Repleta de comédias, a lista também inclui o cultuado “Isto é Spinal Tap” (1984) e as Sessões da Tarde “O Homem do Sapato Vermelho” (1985) e “O Rapto do Menino Dourado” (1986). Ele conseguiu maior destaque na televisão, onde se alternou entre participações especiais e papéis recorrentes em diversos sucessos e audiência. Seus trabalhos mais relevantes aconteceram em produções da dupla David Milch e Steven Bochco, dois dos mais importantes criadores de séries americanas. Teve papel recorrente em “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), criação de Bochco que revolucionou as séries policiais entre 1981 e 1987, e chegou a integrar o elenco fixo de “Capital News”, sobre repórteres de Washington, lançada por Milch em 1990, que durou apenas uma temporada. Os dois produtores se juntaram famosamente para dar origem a um dos maiores fenômenos da TV, “Nova Iorque Contra o Crime” (NYPD Blue) em 1993, que contou com importante participação de Levin, no papel do promotor Maury Abrams, em suas três primeiras temporadas. Mas talvez o ator seja mais lembrado por uma curta e hilária aparição num capítulo de “Seifeld” de 1993, no qual interpretou um nervoso “mohel” – pessoa que executa a circuncisão, segundo a lei judaica. Levin deixou de atuar em 1998, após aparecer na série “Lei & Ordem” e no drama jurídico “A Qualquer Preço” (1998), estrelado por John Travolta, mudando-se para o Oregon.

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    Valentina Cortese (1923 – 2019)

    10 de julho de 2019 /

    Valentina Cortese, atriz italiana indicada ao Oscar por sua interpretação em “A Noite Americana” (1973), clássico de François Truffaut, morreu nesta quarta (10/7) em Milão, aos 96 anos. Nascida em Milão em 1923, Cortese foi uma das principais “mocinhas” do cinema italiano dos anos 1940, lançada à fama com o papel de Lisabetta em “A Farsa Trágica” (1942), de Alessandro Blasetti. Ela fez nada menos que 26 filmes em sua primeira década de atividade, boa parte deles aventuras de capa e espada, conquistando aclamação para além das fronteiras nacionais ao interpretar tanto Fantine quanto Cosette na versão italiana de “Os Miseráveis”, lançada como dois filmes diferentes em 1948. A repercussão rendeu um contrato com a 20th Century Fox, que a lançou nos Estados Unidos no clássico noir “Mercado de Ladrões” (1949), de Jules Dassin. Fez vários filmes americanos, entre eles “Terrível Suspeita” (1951), de Robert Wise, e “A Condessa Descalça” (1954), de Joseph L. Mankiewicz. Mas a ironia é que Hollywood a tornou ainda mais popular na Europa, o que a levou de volta à Itália. Em seu retorno triunfal, a atriz passou a trabalhar com os grandes mestres do cinema italiano. Os convites não eram mais para papéis de donzelas em aventuras ligeiras, mas para participar de obras dos mais variados gêneros, do drama ao terror, a maioria cultuadíssima, como “As Amigas” (1955), de Michelangelo Antonioni, “Olhos Diabólicos” (1963), de Mario Bava, “Julieta dos Espíritos” (1965), de Federico Fellini, e “Irmão Sol, Irmã Lua” (1972), de Franco Zeffirelli, A atriz ainda participou de filmagens americanas na Itália, como “Barrabás” (1961), passado na Roma antiga, o drama “A Visita” (1964) e o filme de guerra “O Segredo de Santa Vitória” (1969). E trabalhou em produções inglesas, francesas, alemãs, espanholas, etc, como “Onde o Mundo Acaba” (1956), de Luis García Berlanga, “O Assassinato de Trotsky” (1972), de Joseph Losey, e “O Primeiro Amor” (1970), de Maximilian Schell. O papel de Severine, uma estrela de cinema envelhecida e alcoólatra, no clássico francês “A Noite Americana” (1973), de Truffaut, foi um dos pontos mais altos de sua carreira. Além da indicação ao Oscar, o trabalho lhe rendeu indicação ao Globo de Ouro e o prêmio de Melhor Atriz da BAFTA, a Academia britânica. Ela ainda contracenou com Paul Newman no filme norte-americano de desastre “O Dia em que o Mundo Acabou” (1980) e foi dirigida pelo inglês Terry Gilliam na comédia de época “As Aventuras do Barão Munchausen” (1988), entre dois trabalhos de Zeffirelli, a minissérie “Jesus de Nazaré” (1977) e seu último longa, “Sonho Proibido” (1993), antes de aposentar das telas, com a fama de ter sido uma das maiores divas da história da Cinecittà.

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    Rip Torn (1931 – 2019)

    10 de julho de 2019 /

    O ator veterano Rip Torn, que foi indicado ao Oscar e venceu um Emmy, morreu na terça-feira (9/7) de causas naturais em sua casa em Connecticut, aos 88 anos. Ao longo de sua carreira de seis décadas, Torn apareceu em quase 100 longas-metragens, incluindo grandes clássicos do cinema, entre eles “A Mesa do Diabo” (1965), “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e “MIB – Homens de Preto” (1997). Ele nasceu Elmore Rual Torn Jr. em 6 de fevereiro de 1931, em Temple, Texas. O apelido “Rip” veio da infância e o acompanhou ao ingressar no Instituto de Artes Performáticas de Dallas, onde teve como professor Baruch Lumet, o pai do diretor Sidney Lumet, e no Actors Studio, de Nova York, onde estudou ao lado de sua futura esposa, a atriz Geraldine Page (“O Regresso para Bountiful”). Seu estilo de interpretação foi comparado a James Dean e Marlon Brando pelo diretor Elia Kazan, que deu a Torn sua primeira grande oportunidade – como o substituto de Ben Gazzara na montagem teatral de “Gata em Teto de Zinco Quente”, de Tennessee Williams, em 1955. Kazan foi quem também o levou ao cinema, dando-lhe pequenos papéis em “Boneca de Carne” (1956) e “Um Rosto na Multidão” (1957), antes de escalá-lo ao lado de Paul Newman e Page na montagem teatral de “Doce Pássaro da Juventude”, outra peça de Williams, que rendeu a Torn uma indicação ao Tony em 1960. Todos os três reprisaram seus papéis na filmagem da história lançada nos cinemas em 1963. Seus primeiros papéis de destaque nas telas vieram em filmes de guerra, “Para que os Outros Possam Viver” (1957) e “Os Bravos Morrem de Pé” (1959). Em seguida, apareceu como Judas na superprodução “O Rei dos Reis” (1961), de Nicholas Ray, e participou de muitos programas de TV da época, incluindo “Os Intocáveis”, “Rota 66” e “O Agente da UNCLE”, geralmente como “ameaça” da semana. Torn costumava ser escalado como vilão em dramas sombrios, personagens sem escrúpulos como o psiquiatra que filmava suas amantes em “Coming Apart” (1969) ou o chantagista de “A Mesa do Diabo” (1965), que tenta obrigar Steve McQueen a participar de um jogo de pôquer manipulado. Como intérprete que seguia o “método” de incorporação de personagens do Actors Studio, isso também resultava em períodos de instabilidade mental, que acabaram lhe rendendo uma reputação de criador de problemas. Diz a lenda que ele estava pronto para o papel de sua vida em “Easy Rider – Sem Destino” (1969), quando puxou uma faca para o ator e diretor Dennis Hopper numa lanchonete. Foi demitido e Jack Nicholson assumiu seu personagem. Como todos sabem, a carreira de Nicholson explodiu com a aparição no filme de Hopper. Torn contestou essa história, dizendo que foi Hopper quem puxou a faca e o processou por difamação. Ganhou US$ 475 mil por perdas e danos. Mas aquela não foi a única altercação do ator com um de seus diretores. Durante uma luta improvisada em “Maidstone” (1970), Torn atacou Norman Mailer com um martelo e teve o ouvido mordido na confusão que se seguiu. Seu casamento com Geraldine Page não passou pela mesma turbulência. Os dois ficaram juntos de 1963 a 1987, até ela morrer de ataque cardíaco, aos 62 anos. Homem de família, Torn também ajudou a lançar a carreira de sua prima, a atriz Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original). E se casou novamente com Amy Wright, atriz conhecida por “Stardust Memories” (1980) e “O Turista Acidental” (1988). Entre os muitos sucessos da primeira fase de sua carreira, destacam-se ainda “O Homem que Caiu na Terra” (1976), como um amigo e confidente de David Bowie, e “Retratos de uma Realidade” (1983), pelo qual foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Mas uma participação em “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu 2” (1982) inaugurou um novo capítulo em sua filmografia, mostrando que o lendário homem mau podia ser engraçadíssimo. Sem planejamento aparente, Torn começou a incluir comédias entre seus thrillers. Em meio a “O Limite da Traição” (1987) e “Robocop 3” (1993), começaram a aparecer títulos como “Nadine – Um Amor à Prova de Bala” (1987), “Um Visto para o Céu” (1991), “Por Água Abaixo” (1996) e “Advogado por Engano” (1997), que mostraram sua versalidade. Rip Torn virou comediante de vez ao entrar na famosa série “The Larry Sanders Show”, primeiro grande sucesso do canal pago HBO, no papel de Artie, o produtor desonesto do talk show fictício de Larry Sanders (personagem de Garry Shandling). A comédia inovadora foi exibida de 1992 a 1998, e Torn foi indicado ao Emmy por cada uma das seis temporadas, vencendo o troféu de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia em 1996. Mas, curiosamente, ele relutou em fazer a série, pois àquela altura se considerava ator de cinema. Acabou aceitando o emprego porque, segundo contou, devia muito dinheiro aos familiares. Mesmo assim, se recusou a fazer teste para o papel. Shandling teve paciência para convencê-lo a ler um trecho do roteiro do piloto com ele, e saiu da reunião para informar aos produtores que estava vindo do “melhor sexo” da sua vida. Os produtores toparam, porque se basearam nas comédias que Torn tinha feito no cinema, especialmente “Um Visto para o Céu”, de Albert Brooks. Entretanto, quando a série foi ao ar, muitos ainda se surpreenderam em descobrir que o malvadão Rip Torn era engraçado. Ele conquistou a indústria, a crítica e o público. E deixou de ser levado tão a sério – no bom sentido. Após vencer o Emmy, a carreira cinematográfica de Torn continuou crescendo, em vez de se encerrar como ele temia. Sua filmografia acrescentou o blockbuster “MIB – Homens de Preto” (1997), no qual desempenhou o papel de Zed, o chefe dos Homens de Preto, que voltou na continuação de 2002. Ele também fez uma participação no terceiro filme, de 2012, filmou três dramas indicados ao Oscar, “O Informante” (1999), “Garotos Incríveis” (2000) e “Maria Antonieta” (2006), além de diversas comédias, entre elas “Com a Bola Toda” (2004) e “Os Seus, os Meus e os Nossos” (2005). Seu sucesso acabou com o estigma do “ator de TV” e inspirou vários outros astros do cinema a seguir seus passos. Pioneiro, Torn ajudou a dar peso cinematográfico às séries e a dar à HBO o padrão de qualidade que revolucionou a indústria televisiva. Ele ainda voltou à TV em participações recorrentes nas séries “Will & Grace” e principalmente em “30 Rock”, na qual viveu Don Geiss, chefe do protagonista Jack Donaghy (Alec Baldwin). Este papel lhe rendeu sua última indicação ao Emmy em 2008, a 9ª de sua carreira.

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    Eddie Jones (1937 – 2019)

    8 de julho de 2019 /

    O ator Eddie Jones, que ficou conhecido por interpretar Jonathan Kent na série “Lois & Clark: As Novas Aventuras do Superman”, morreu no sábado (6/7), em Los Angeles, aos 82 anos. Com cerca de 75 créditos em atuações no cinema e na TV, ele acabou tendo como maior destaque o papel de pai adotivo de Superman (Dean Cain) na série de TV, ao longo de quatro temporadas, entre 1993 e 1997. Apesar disso, tem uma extensa filmografia. Sempre em pequenos papéis, ele apareceu em filmes de grandes diretores como “O Príncipe da Cidade” (1981), de Sydney Lumet, “Trocando as Bolas” (1983), de John Landis, “O Ano do Dragão” (1985), de Michael Cimino, “Os Imorais” (1990), de Stephen Frears, “Rocketeer” (1991), de Joe Johnston, “Uma Equipe Muito Especial” (1992), de Penny Marshall, “Quebra de Sigilo” (1992), de Phil Alden Robinson, “Seabiscuit – Alma de Herói” (2003), de Gary Ross, e “O Terminal” (2004), de Steven Spielberg. Mas os papéis de mais destaque se restringiram à televisão. Além de “Lois & Clark”, ele integrou os elencos de “The Equalizer”, do remake de “Dark Shadows” e do “Homem Invisível” dos anos 2000, sem esquecer diversas aparições em episódios de séries clássicas – de “Cheers” a “Party of Five” (O Quinteto). Jones também integrava a Interact Theatre Company, companhia de teatro que ajudou a criar.

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    Cameron Boyce (1999 – 2019)

    7 de julho de 2019 /

    O jovem ator Cameron Boyce, que ficou conhecido por produções do Disney Channel, como “Jessie” e “Descendentes”, morreu no sábado (6/7) aos 20 anos de idade. Segundo a família, ele faleceu durante o sono após ter uma convulsão, ligada a uma “condição médica preexistente”. O Disney Channel lamentou a morte do ator em comunicado oficial. “Desde pequeno, Cameron Boyce sonhava em compartilhar seus extraordinários talentos artísticos com o mundo. Quando jovem, ele foi alimentado por um forte desejo de fazer a diferença na vida das pessoas através de sua trabalho humanitário”, diz o texto, que lembra o engajamento de Boyce com a ONG Thirst Project, que fornece água potável a comunidades carentes. Cameron Boyce começou sua carreira muito cedo. Ele estreou nos cinemas com apenas 8 anos, nos filmes “Espelho do Medo” e “Controle Absoluto”, de 2008. No mesmo ano, foi escalado num papel recorrente em “General Hospital: Night Shift”, série derivada da novela infinita “General Hospital”, além de aparecer num clipe da banda Panic! At the Disco. O trabalho seguinte lhe deu ainda mais projeção. Aos 10 anos de idade, ele viveu o filho de Adam Sandler em “Gente Grande” (2010), papel que repetiu na continuação de 2013. A produção abriu as portas para o Boyce, que começou a ser escalado em produções do Disney Channel. Ele participou de episódios de “Boa Sorte, Charlie!” e “No Ritmo” antes de estrear como Luke Ross em “Jessie”, série que ficou no ar de 2011 a 2015 e que o tornou conhecido do grande público. Em 2015, o ator foi escalado como Carlos De Vil em “Descendentes”, telefilme sobre os filhos dos vilões da Disney – sua mãe era Cruella De Vil, da fábula dos “101 Dálmatas”. A obra se tornou um fenômeno de audiência, gerando continuações, clipes, especiais e até uma série animada. O Disney Channel aproveitou o sucesso para inclui-lo em várias produções, da série animada “Jake e Os Piratas da Terra do Nunca” à comédia teen “Guia de um Gamer para Quase Tudo”, em que viveu o gamer do título por duas temporadas. Ele deixou muitos trabalhos finalizados, inclusive sua despedida do papel de Carlos em “Descendentes 3”, que estreia no Brasil em 9 de agosto. O ator também já havia completado as gravações das temporadas inaugurais das séries “Paradise City”, derivada do terror roqueiro “American Satan” (2017), e “Mrs Fletcher”, da HBO, além do filme “Runt”, em que contracena com Brianna Hildebrand (“Deadpool”). Um dia antes de sua morte, o ator havia postado em seu Instagram uma foto em preto e branco. A publicação já conta com quase 6 milhões de curtidas, e vários comentários de fãs lamentando. Colegas de Boyce do Disney Channel, como Raven Symoné, Gregg Sulkin, Peyton List e Skai Jackson (as duas últimas trabalharam com ele em “Jessie”), além do diretor Kenny Ortega (de “Descendentes”), Adam Sandler (seu pai em “Gente Grande”) e até o CEO da Disney Bob Iger foram às redes sociais para prestar homenagens ao ator. “Todos os nossos corações estão partidos”, resumiu Sandler. Veterano

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    Paul Benjamin (1938 – 2019)

    5 de julho de 2019 /

    O ator Paul Benjamin, que interpretou um dos sábios de esquina do filme “Faça a Coisa Certa”, de Spike Lee, morreu na última semana, aos 81 anos, em Los Angeles. O falecimento aconteceu em 28 de junho, mas só foi confirmado nesta sexta-feira (5/7). No filme de 1989, Benjamin viveu ML, que sempre aparecia em uma esquina ao lado de Sweet Dick Willie (Robin Harris) e Coconut Sid (Frankie Faison). Benjamin começou no cinema fazendo figuração, como um bartender em “Perdidos na Noite”, clássico de 1969 que venceu o Oscar de Melhor Filme. Depois, ele teve pequenos papéis em diversos longas que marcaram época, como “O Golpe de John Anderson” (1971), “A Máfia Nunca Perdoa” (1972), “A Educação de Sonny Carson” (1974), “Leadbelly” (1976), “Alcatraz: Fuga Impossível” (1979), “Um Herói Diferente” (1982), “Querem me Enlouquecer” (1987), “Cadillac Cor-de-Rosa” (1989), “Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso” (1991) e “O Massacre de Rosewood” (1997), entre muitos outros. Ele também fez participações em várias séries, chegando a ter um papel recorrente em “Plantão Médico” (“E.R.”), como um homem sem teto. Seu último trabalho foi no filme “Occupy, Texas”, de 2016.

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    Bryan Marshall (1938 – 2019)

    27 de junho de 2019 /

    O ator britânico Bryan Marshall, que participou da franquia 007, morreu na terça-feira (25/6) aos 81 anos de causa não divulgada. Marshall viveu o comandante Talbot em “007 – O Espião que me Amava” (1977), contracenando com Roger Moore no 10º filme do agente secreto James Bond. Seu personagem teve seu submarino capturado no início do filme, antes de ser resgatado por Bond. Ele já era conhecido por séries britânicas, que começou a fazer ainda nos anos 1960, entre elas uma das primeiras minisséries derivadas do clássico literário “Feira das Vaidades”, e por filmes de terror do estúdio Hammer, como “A Face do Demônio” (1996) e “Uma Sepultura na Eternidade” (1967), além do romance “Sementes de Tamarindo” (1974). Depois de aparecer no filme de 007, Marshall ainda se destacou no clássico de gângsteres “A Noite do Terror” (1980), ao lado de Bob Hoskins, e viveu um dos vilões da primeira adaptação dos quadrinhos de “O Justiceiro” (1989), estrelada por Dolph Lundgren. Por ocasião da produção de “Bicicletas Voadoras” (1983), ele acabou se estabelecendo na Austrália, onde se tornou apresentador de um programa popular de reportagens criminais, o “Australia’s Most Wanted” (1989), que buscava a resolução de crimes não solucionados pela polícia, além de aparecer nas novelas “infinitas” “Neighbours” e “Home and Away”.

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    Max Wright (1943 – 2019)

    27 de junho de 2019 /

    O ator Max Wright, que até hoje é lembrado pelo papel de Willie Tanner, pai da família da série “Alf, o ETeimoso”, morreu na quarta-feira (26/6) em sua casa em Hermosa Beach, no estado da Califórnia, aos 75 anos. Ele foi diagnosticado com linfoma ainda em 1995, mas o câncer permaneceu em remissão por muitos anos, até recentemente. Nativo de Detroit, Wright começou a carreira no teatro nova-iorquino, estreando na Broadway em 1968, na montagem de “A Grande Esperança Branca”. Seu desembarque em Hollywood aconteceu 11 anos depois, num filme de forte inspiração teatral, “O Show Não Pode Esperar” (1979), semi-autobiografia musical do diretor e coreógrafo Bob Fosse. Wright teve pequenos papéis em alguns filmes do período, como “O Abraço da Morte” (1979), de Jonathan Demme, e “Reds” (1981), de Warren Beatty, mas acabou ganhando mais projeção na televisão. Uma participação em “O Casal 20”, em 1982, abriu caminho para uma longa trajetória de “episódios da semana”, levando-o a aparecer em sitcoms extremamente populares como “Cheers”, “Taxi”, “Murphy Brown”, “Mad About You” e até “Friends” – era o gerente do café Central Perk. A rotina de participações especiais sofreu algumas interrupções por tentativas de integrar elencos fixos. Mas os projetos que o atraiam costumavam ser rapidamente cancelados. Até que, em 1986, Wright entrou em “Alfie”. Foi a segunda série do ator para o produtor Tom Patchett, após passagem pela curta “Buffalo Bill”, só que desta vez a atração durou quatro temporadas, até 1990, sem contar as inúmeras reprises e derivados. A história da família que abrigava um alienígena em sua garagem virou sensação, a ponto de movimentar uma fortuna em licenciamentos para os mais diferentes produtos, de quadrinhos a série animada. O detalhe é que, apesar de o personagem-título ser um marionete, não eram apenas crianças que sintonizavam a atração. “Alf” era considerada mais uma sitcom que programa infantil graças, em grande parte, à qualidade do desempenho de Wright, que comandava o humor com a maior seriedade, em seus embates éticos contra o ETeimoso, tentando fazer Alf se comportar – e não comer os gatos da vizinhança. “Max absolutamente fazia você esquecer que ‘Alf’ era uma marionete”, disse Patchett em 2016. Entretanto, Wright não escondia que odiava trabalhar na série e comemorou seu final. Tanto que não participou do telefilme “Projeto ALF” (1996), que continuou a trama – e foi um fracasso, considerado sério demais. Após o final de “Alf”, Wright demonstrou versatilidade ao participar do elenco estelar da minissérie de terror “The Stand – A Dança da Morte”, baseada em best-seller de Stephen King que virou fenômeno de audiência em 1994. Ele também retomou a carreira no cinema e no teatro, aparecendo nos filmes “O Sombra” (1994), “Dois Velhos Mais Rabugentos” (1995), “Sonho de uma Noite de Verão” (1999) e “Neve Sobre os Cedros” (1999), e recebeu uma indicação ao Tony (o Oscar do Teatro) de Melhor Ator em 1998 pela montagem de “Ivanov”, clássico de Anton Chekhov. Acabou voltando para a TV em 1999 com “The Norm Show”, sobre um ex-jogador de hockey (Norm MacDonald) em liberdade condicional por evasão fiscal. Wright vivia o gerente no serviço social que Norm era obrigado a frequentar. A série durou três anos, até 2001, e ganhou um telefilme de reunião final, em 2005, que se tornou o último trabalho na filmografia do ator.

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    Billy Drago (1945 – 2019)

    26 de junho de 2019 /

    O ator Billy Drago, especialista em vilões, que é mais lembrado pelo papel do gângster Frank Nitti em “Os Intocáveis”, morreu na segunda-feira (24/6) em Los Angeles, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) aos 73 anos. Drago marcou filmes e séries com seu olhar gélido, ao longo de quatro décadas de carreira. Mas o começo de sua trajetória se deveu a outro atributo facilmente reconhecido em seus trabalhos: a voz grave e rouca. Jornalista da Associated Press em seus anos de juventude, Drago tornou-se uma celebridade de rádio no Kansas, tendo seu próprio programa de audiência cativa, antes de decidir fazer teatro e, assim, chegar em Hollywood no final dos anos 1970. Ele teve pequenos papéis em filmes imponentes, como “Obstinação” (1981), de Ivan Passer, e “O Cavaleiro Solitário” (1985), de Clint Eastwood, antes de se destacar como o capanga sangue-frio de Al Capone em “Os Intocáveis” (1987), de Brian De Palma. Ao contrário do clichê, seu Frank Nitti era um malvadão que só vestia terno branco, limpo e impecável até mesmo em sua memorável cena de morte, nas mãos de Eliot Ness, interpretado por Kevin Costner. Seu papel em “Os Intocáveis” chamou bastante atenção da crítica, eclipsando o Al Capone de Robert De Niro como o grande vilão do longa. Entretanto, também restringiu o ator, que foi convidado a viver psicopatas e homens arrepiantes pelo resto de sua filmografia, repleta de filmes de terror e thrillers de baixo orçamento, com destaque para “Viagem Maldita” (2006), de Alexandre Aja, e o cultuadíssimo “Mistérios da Carne” (2004), de Gregg Araki. O ator também teve passagens por séries sobrenaturais famosas, como “Arquivo X” e “Supernatural”, e chegou a viver um personagem recorrente em “Charmed” – que logicamente era um demônio. Um de seus últimos trabalhos, “A Decadência de Joe Albany” (2014), chegou a ser premiado no prestigioso festival europeu de Karlovy Vary. Ele foi casado com a atriz Silvana Gallardo (“Desejo de Matar 2”), com quem trabalhou em vários projetos, até a morte dela em 2012, e um de seus filhos, Darren Burrows (da cultuada série “Northern Exposure”), segue a carreira de ator.

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    Susan Bernard (1948 – 2019)

    26 de junho de 2019 /

    A atriz Susan Bernard, estrela do cultuado filme “Faster, Pussycat! Kill! Kill!” (1965), morreu inesperadamente em sua casa em Los Angeles na sexta-feira (21/6) passada, após sofrer um ataque cardíaco aos 71 anos de idade. Ela era filha de Bruno Bernard, um dos mais célebres fotógrafos de Hollywood, que fez algumas das fotos mais conhecidas de Marilyn Monroe. A preservação do legado do pai foi uma das muitas atividades da estrela, que organizou exposições e ainda editou sete livros com o material mais icônico do fotógrafo. Sua carreira como atriz também foi marcada por sua beleza fotográfica. Não por acaso, ela foi eleita uma das 100 mulheres mais bonitas do século 20 pela revista Playboy, após aparecer nas páginas da publicação em 1966 – apresentada como a primeira playmate judia! – , seguindo sua estreia em “Faster, Pussycat! Kill! Kill!”. Escrito e dirigido por Russ Meyer, mestre do cinema “exploitation” dos anos 1960 – que explorava sensualmente os atributos físicos de suas estrelas – , “Faster, Pussycat! Kill! Kill!” foi um grande fracasso comercial. Mas se tornou cultuadíssimo com a passagem dos anos. Uma das influências de “À Prova de Morte” (2007), de Quentin Tarantino, o filme foi inicialmente odiado pela crítica e considerado misógino. Mas acabou revisto e celebrado como marco do feminismo no cinema. A história que inspirou tamanha polarização acompanhava uma gangue de mulheres espalhando morte e destruição pelas estradas empoeiradas da Califórnia. Susan interpretou Linda, uma caroneira que passa o filme quase todo de biquíni, após ser sequestrada e integrada à força no grupo de três dançarinas transformadas em assassinas desvairadas. Mas ela se vinga. O começo controvertido, seguido por fotos na Playboy, não transformou Susan Bernard em estrela. Ela acabou aparecendo apenas em filmes B, eventualmente marcando presença em outros cults da época, como o drama lésbico “That Tender Touch” (1969), o terror bizarro “Necromancy” (1972), estrelado por ninguém menos que Orson Wells, o violento “Raça Maldita” (1973) e o exploitation “Teenager” (1974). A atriz também teve papéis na novela “General Hospital” e na série “Família Buscapé”, antes de se retirar de Hollywood por ocasião de seu casamento com o ator Jason Miller (o padre Karras de “O Exorcista”) em 1974. A aposentadoria do cinema só foi interrompida uma vez, quando participou de um filme dirigido por seu filho em 1999, “The Mao Game”, um relato semibiográfico. Ator, diretor e roteirista, Joshua John Miller, o filho de Susan Bernard e Jason Miller, é um dos criadores da série “A Rainha do Sul” (The Queen of the South). Relembre, abaixo, o trailer de “Faster, Pussycat! Kill! Kill!”.

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    Édith Scob (1937 – 2019)

    26 de junho de 2019 /

    A atriz francesa Édith Scob, que marcou época ao estrelar o clássico do terror “Os Olhos Sem Rosto”, morreu nesta quarta (26/6) aos 81 anos. Nascida em Paris, em 1937, ela começou sua trajetória como atriz de teatro aos 21 anos de idade. Em 1958, fez a estreia nos palcos com a peça “Don Juan”, encenada por Georges Vitaly, e, no ano seguinte, com 22 anos, abriu sua vasta filmografia com “Os Muros do Desespero”, de George Franju, pioneiro do cinema fantástico. O filme que lhe deu fama veio em seguida, o segundo de sua carreira e o segundo da parceria com Georges Franju, lançado em 1960. Em “Os Olhos Sem Rosto”, a atriz interpretou a personagem misteriosa do título, a filha de um médico famoso, que passa por várias cirurgias após o seu rosto ser desfigurado. Ela interpretou boa parte do filme usando bandagens e uma máscara que deixava apenas o seus olhos visíveis. Sua performance misteriosa – alguns diriam “etérea” – conquistou a imaginação do público e dos críticos, ajudando a transformar o filme num dos terrores mais influentes do cinema francês – que inspirou, por exemplo, “A Pele que Habito” (2011), de Pedro Almodóvar. Scob seguiu fazendo filmes cultuados, como “O Pecado de Teresa” (1962), seu terceiro longa dirigido por Franju, o terror “Câmara Ardente” (1962), o pulp “Judex” (1963) e encarnou até o papel da Virgem Maria no surreal “Via Láctea” (1969), do mestre Luís Buñuel. Ao final dos anos 1960, ela fundou uma companhia de teatro vanguardista em Bagnolet, nos arredores de Paris, juntamente com o marido, o compostor Georges Aperghis, e diminuiu sua presença nas telas. Mas isso não impediu que, mais tarde, voltasse a aparecer em muitos outros filmes que se destacaram no cinema europeu, como “Verão Assassino” (1983), de Jean Becker, “Joana, A Virgem II – As Prisões” (1994), de Jacques Rivette, a adaptação de Marcel Prost “O Tempo Redescoberto” (1999), de Raoul Ruiz, “Instituto de Beleza Vênus” (1999), de Tonie Marshall, “A Fidelidade” (2000), de Andrzej Zulawski, “O Pacto dos Lobos” (2001), de Christophe Gans, “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, e “Horas de Verão” (2008), de Olivier Assayas, que lhe rendeu sua primeira indicação ao César (o Oscar francês). Édith Scob ainda chegou a firmar uma parceria marcante com o diretor Leos Carax, com quem trabalhou em “Os Amantes de Pont-Neuf” (1991) e “Holy Motors” (2012). Neste último filme, pelo papel da motorista de limusine Céline, recebeu sua segunda indicação ao César. O reconhecimento da indústria cinematográfica francesa deu fôlego à parte final de sua carreira, permitiu que ela trabalhasse intensamente nos últimos anos, com papéis que apenas reforçaram a qualidade de sua filmografia – em “Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte” (2014), de Anne Fontaine, “O Ignorante” (2016), de Paul Vecchiali, e “Amor à Segunda Vista” (2019), de Hugo Gélin, entre outros.

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  • Filme

    Sean McCann (1935 – 2019)

    21 de junho de 2019 /

    O ator canadense Sean McCann morreu no dia 13 de junho por problemas cardíacos. A informação foi confirmada nesta sexta (21/6) pela revista The Hollywood Reporter com sua agente. Ele tinha 83 anos. McCann era prolífico e acumulou mais de 150 créditos em filmes e séries de TV, ao longo de quase 60 anos de carreira. Entre eles, estão papéis em filmes tão diferentes quanto o suspense “Mistérios e Paixões” (1991), de David Cronenberg, a comédia “Mong e Lóide” (1995), o musical “Chicago” (2002) e o drama esportivo “Desafio no Gelo” (2004). Ele também estrelou as quatro temporadas série policial canadense “Night Heat” (1985–1989), na pele do Tenente Jim Hogan, e dublou a série animada “O Pequeno Urso” (1995–2003), como o vovô urso. Sean McCann nasceu em 1935, no Canadá, e além de ator também foi scout de atletas para o time de baseball Toronto Blue Jays. Um de seus últimos trabalhos foi “Goalie” (2019), em que interpretou Red Storey, árbitro da NHL (liga de hóquei americana) que entrou para o hall da fama do esporte. Ativo até o fim, ainda terminou o inédito “Defining Moments”, que traz no elenco outro ator recentemente falecido, Burt Reynolds.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Rubens Ewald Filho (1945 – 2019)

    19 de junho de 2019 /

    O jornalista e crítico de cinema Rubens Ewald Filho morreu na tarde desta quarta-feira (19/6), Dia do Cinema Brasileiro, aos 74 anos. Ele estava internado em estado grave desde o dia 23 de maio, no Hospital Samaritano, em São Paulo, após sofrer um desmaio seguido de queda em uma escadaria rolante. Marta Giovanelli, assistente do jornalista, afirmou que a queda foi causada por uma arritmia cardíaca. Nascido em Santos, Rubens Ewald Filho era considerado um dos maiores nomes da crítica cinematográfica do país. Ainda criança, criou o hábito de anotar todos os filmes que via em um caderno, incluindo o nome do diretor, elenco, roteirista e outras informações. Este hábito deu origem ao lançamento dos primeiros guias de cinema do país. Estima-se que ele tenha assistido a mais de 37 mil filmes desde que começou a carreira no jornal A Tribuna, de Santos, em 1967. Em mais de 50 anos de atividade jornalística, passou por alguns dos maiores veículos de comunicação e emissoras de TV no país, tornando-se o grande responsável por popularizar o papel de crítico de cinema para os espectadores brasileiros, ao falar de maneira mais técnica – e ainda assim acessível – sobre filmes em vários canais da TV. Trabalhou na Globo, SBT, Record, Cultura e, nos últimos anos, no canal pago TNT. Seus comentários marcaram as transmissões do Oscar no país, especialmente em suas passagens pela rede Globo e TNT. Mas seu estilo ácido também alimentou polêmicas, tanto que, pela primeira vez em décadas, ele não foi o comentarista oficial da cerimônia em 2019. A TNT o deslocou para a internet, um ano após virar alvo de críticas – por comentar que a vencedora do Oscar Frances McDormand “não é bonita e deu um show de bebedeira no Globo de Ouro” e que a atriz trans Daniela Vega, estrela de “Uma Mulher Fantástica”, “na verdade é um rapaz”. Mas Rubens Ewald não foi apenas crítico. Ele se destacou como curador de diversos festivais brasileiros, de Gramado a Paulínia, ajudando a selecionar e lançar filmes com grande repercussão em alguns dos principais palcos do cinema nacional. Ele também foi autor. Escreveu as pornochanchadas “A Árvore dos Sexos” e “Elas São do Baralho”, dirigidas por Silvio de Abreu em 1977. E os dois assinaram juntos a novela “Éramos Seis”, adaptação do romance homônimo de Maria José Dupré, exibida na TV Tupi no mesmo ano. Do mesmo escritor, Rubens ainda adaptou “Gina” em 1978 para a Globo. Outras novelas de seu currículo incluem “Drácula, Uma História de Amor” (1980), uma das últimas produções da Tupi, que acabou concluída como “Um Homem Muito Especial” (1980) na Band, “O Pátio das Donzelas” (1982) e “Iaiá Garcia” (1982), ambas na TV Cultura. Ainda participou como ator de filmes clássicos da era da Embrafilme, como “A Herança” (1970), “Independência ou Morte” (1972), “A Casa das Tentações” (1975) e “Amor Estranho Amor” (1982), entre outros. Mais: foi diretor teatral das peças “O Amante de Lady Chatterley”, “Querido Mundo” e “Doce Veneno”… E, em sua atividade como crítico, lançou diversos livros, como “Dicionário de Cineastas”, “Cinema com Rubens Ewald Filho”, “Os 100 Maiores Cineastas”, “O Oscar e Eu” e “Os 100 Melhores Filmes do Século 20”. “Ele é o maior e mais respeitado crítico de cinema que o Brasil já teve, nos acompanhou nas 15 transmissões do Oscar na TNT. Sentiremos muito a sua falta”, registrou Silvia Fu Elias, Diretora Sênior de Conteúdo da Turner, em comunicado.

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