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  • Filme

    Animais Noturnos: Veja novas fotos e vídeos legendados com Amy Adams e Jake Gyllenhaal

    25 de novembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou 20 fotos, uma cena e um vídeo de bastidores legendado do drama “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). As prévias não explicam exatamente a premissa nem revelam a intrincada estrutura da história, mas as declarações dos atores debatem a essência da trama e a cena traz um momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) revela que seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), a chamava de “animal noturno”. Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor (Gyllenhaal) à ex-mulher, Susan (Adams), de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta a leitora Susan, para quem o livro foi dedicado, o que a leva a se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degenerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e fez parte da programação da Mostra de São Paulo. Entretanto, só vai estrear comercialmente no Brasil em 29 de dezembro, um mês após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Animais Noturnos: Jake Gyllenhaal e Amy Adams têm relação complexa no novo trailer do suspense premiado

    24 de outubro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster nacional e o novo trailer legendado do suspense “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). A prévia não explica a premissa nem revela a intrincada estrutura da história, mas traz um momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) revela que seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), a chamava de “animal noturno”. Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor (Gyllenhaal) à ex-mulher, Susan (Adams), de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta a leitora Susan, para quem o livro foi dedicado, o que a leva a se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degenerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e faz parte da programação da Mostra de São Paulo. Entretanto, só vai estrear comercialmente no Brasil em 29 de dezembro, mais de um mês após o lançamento nos EUA.  

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  • Filme

    Animais Noturnos: Veja o trailer legendado do premiado filme de Tom Ford

    16 de setembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou os pôsteres dos personagens e o primeiro trailer legendado do suspense “Animais Noturnos”, segundo filme do estilista Tom Ford, que estreou na direção de longas com o aclamado “Direito de Amar” (2009). A prévia não explica a premissa nem revela a intrincada estrutura da história, mas traz o momento-chave da narrativa, quando a personagem de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) recebe um presente de seu ex-marido, vivido por Jake Gyllenhaal (“O Abutre”). Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor à ex-mulher, Susan, de quem se separou há 20 anos. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan (Adams) e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, e a violência da história assusta sua leitora, para quem o livro foi dedicado, o que a leva se recordar de seu casamento e enfrentar algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Tony, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) como o degerado que os ameaça, e Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) como o atual marido de Susan. Elogiadíssimo pela crítica, o filme venceu o Grande Prêmio do Juri do recente Festival de Veneza e estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. A obra é uma adaptação do livro “Tony and Susan”, de Austin Wright, e traz Jake Gyllenhaal e Amy Adams como um casal divorciado que descobre verdades obscuras sobre eles mesmos. No elenco da produção estão também Michael Shannon, Aaron Taylor-Johnson, Isla Fisher, Karl Glusman, Armie Hammer, Laura Linney, Andrea Riseborough e Michael Sheen.

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    Veneza: Filme filipino vence festival marcado por destaques hollywoodianos

    10 de setembro de 2016 /

    O drama filipino “The Woman Who Left”, do cinemaratonista Lav Diaz, foi o vencedor do Leão de Ouro da 73ª edição do Festival de Veneza, marcado por forte presença hollywoodiana e candidatos potenciais ao Oscar 2017. Como sempre na carreira de Lav Diaz, seu novo filme é para poucos, apenas para os mais resistentes, dispostos a encarar o desafio de suas 3h46 de projeção. Isto não impede Diaz de ser um dos mais cineastas asiáticos mais premiados da atualidade, embora também seja o menos visto de todos, devido à dificuldade de encaixar seus literalmente longa-metragens na programação convencional dos cinemas. “The Woman Who Left” rendeu o primeiro Leão de Ouro da carreira do diretor, mas já é seu terceiro filme premiado em Veneza. Anteriormente, ele tinha se destacado na mostra paralela Horizontes, com um Prêmio do Juri pela maratona “Death in the Land of Encantos” (2007), de apenas 9 horas de duração, e o troféu de Melhor Filme por “Melancholia” (2008), filme menorzinho, com 7h30 de metragem. Baseado num conto do escritor russo Leon Tolstoi, “The Woman Who Left” se passa em 1997, quando Hong Kong foi devolvida à China pelos britânicos, e conta a história de Horacia (Charo Santos-Concio), mulher que busca vingar os 30 anos que passou injustamente na prisão. Mas ao se ver livre, Horacia se surpreende ao encontrar uma sociedade com divisões profundas entre pobres e ricos. Em contraste ao único filme asiático premiado, o festival distribuiu a maior quantidade de troféus para o cinema de Hollywood, reconhecendo a boa qualidade da safra. O Grande Prêmio do Júri (espécie de 2º lugar) foi para “Nocturnal Animals”, de Tom Ford, o Prêmio Especial do Júri (3º lugar) para “The Bad Batch”, de Ana Lily Amirpour, e a Copa Volpi de Melhor Atriz para Emma Stone, por “La La Land”. Esperava-se que o filme de Tom Ford e o musical de Damien Chazelle, bastante elogiados, disputassem o prêmio principal. Para completar, outro filme americano, “Jackie”, dirigido pelo chileno Pablo Larraín, rendeu o troféu de Melhor Roteiro para Noah Oppenheim. O cinema latino ficou com a Copa Volpi de Melhor Ator, conquistada pelo argentino Oscar Martinez (por “El Ciudadano Ilustre”), e um dos prêmios de Melhor Direção, que foi dividido entre dois cineastas, o mexicano Amat Escalante (por “La Región Salvaje”) e o russo Andrei Konchalovsky (por “Paradise”). Além de Konchalovsky, houve apenas outro prêmio para desempenho europeu, o de Revelação para a atriz alemã Paula Beer, estrela de “Frantz”, do diretor francês François Ozon. O júri do festival de Veneza foi presidido pelo diretor britânico Sam Mendes, responsável pelos dois últimos filmes da franquia “007”. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do Festival de Veneza 2016 Melhor Filme “The Woman Who Left”, de Lav Diaz Grande Prêmio do Júri “Nocturnal Animals”, de Tom Ford Prêmio Especial do Júri “The Bad Batch”, de Ana Lily Amirpour Melhor Direção Amat Escalante, por “La Región Salvaje”, e Andrei Konchalovsky, por “Paradise” Melhor Ator Oscar Martinez, por “El Ciudadano Ilustre” Melhor Atriz Emma Stone, por “La La Land” Melhor Roteiro Noah Oppenheim, por “Jackie” Prêmio Marcello Mastroianni de Ator/Atriz Revelação Paula Beer, por “Frantz”, de François Ozon.

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    Veneza: Tom Ford desfila estilo com substância em seu segundo filme

    5 de setembro de 2016 /

    O estilista Tom Ford não entende só de moda. O homem que revitalizou a grife Gucci já tinha surpreendido o mundo cinematográfico ao lançar seu primeiro filme, “Direito de Amar”, no Festival de Veneza de 2009. Naquela ocasião, Colin Firth foi premiado por seu desempenho com a Colpa Volpi de Melhor Ator. Sete anos depois, o segundo longa de Ford, “Nocturnal Animals”, volta a dar o que falar em Veneza, e provavelmente também sairá com prêmios do festival. Após sua apresentação para a crítica, já se fala até de Oscar. Mesmo assim, o longo espaço entre os dois filmes chama atenção. Ford explicou que não foi fácil definir o que iria filmar após sua estreia. “Abri uma centena de lojas, tive um filho, a vida meio que assumiu o controle e não encontrei o projeto certo durante alguns anos”, ele contou no encontro com a imprensa. “Então, com sorte, levará mais três anos até o próximo, e não sete”, completou. Mais confiante após fazer uma estreia festejada como diretor, Ford criou em “Nocturnal Animals” um longa complexo e envolvente, a partir da adaptação do romance “Tony & Susan”, do escritor nova-iorquino Austin Wright. Com Jake Gyllenhaal e Amy Adams nos papéis principais e uma locação dividida entre as elegantes galerias de arte de Los Angeles e as estradas empoeiradas do Texas, o diretor entregou um filme impecável. A parte técnica é belíssima, com figurino, fotografia e direção de arte deslumbrantes, como já tinha sido “Direito de Amar”. A abertura prima pela ousadia e o desenvolvimento revela que, além de estilo, Ford também faz questão de conteúdo. “Para mim, o estilo tem que vir junto com alguma substância. Se não, não me interessa”, disse Ford. A trama passa longe de ser simples. Começa de forma alegórica, com mulheres obesas de meia-idade, pulando e dançando nuas. “Quis mostrar mulheres exageradas, envelhecendo, como é a sociedade americana. Mas me apaixonei, vendo-as tão belas, livres”, explicou o diretor. “Quis dizer que as pessoas devem largar o que esperam que elas sejam e serem o que de fato são”. A introdução prepara a chegada da personagem de Susan Morrow (Amy), uma galerista que atravessa um momento de crise, desgostosa com a própria vida, não vendo mais sentido no seu relacionamento atual, no trabalho e no mundinho fútil que a cerca. Neste contexto, ela recebe o manuscrito de um livro a ser publicado por Edward, seu ex-marido (Gyllenhaal), de quem se separou há 20 anos. O livro é dedicado a Susan e a leitura desperta lembranças do tempo em que ela e o ex aspiravam virar artistas. De família texana conservadora, ela lembra que já foi idealista, mas cedeu aos apelos de uma vida confortável, o que levou ao fim de seu primeiro casamento. Mas o filme não se prende no flashback afetivo. A narrativa se divide em três níveis: naquele instante do presente, na memória de Susan e também na própria leitura do romance. Há uma ficção dentro da ficção, trazida à tona pela trama do livro, sobre Tony Hastings (também interpretado por Gyllenhaal), um professor universitário, cuja mulher e filha adolescente foram assassinadas durante uma viagem de carro da família. Ele quer vingança, mas, segundo Tom Ford, o filme também não é sobre isto. “O filme não é exatamente sobre vingança, mas sobre o sentimento devastador de culpa que atravessa uma pessoa quando ela coloca em apuros aqueles que ama profundamente”, explicou o diretor. Para Amy Adams, o sentimento de vingança “não é útil, não resolve nada”. Mas Gyllenhaal, que tem papel duplo, como Edward em versão jovem e um Tony mais maduro, aprofundou um pouco mais a situação. “Tony se depara com a sua incapacidade de proteger a quem ama, que é um tema muito interessante. Acredito na palavra vingança, mas não acho que ‘Nocturnal Animals’ seja um filme sobre vingança. Meu personagem é um sujeito que odeia armas, não tolera violência, mas acaba tendo que lidar com elas para fazer justiça”. Embora a trama do livro seja a mais chamativa, Ford prefere enfatizar o que acontece no presente, quando Edward ressurge, por meio do presente inesperado, na vida de Susan. “O filme, na verdade, fala de encontrar aquelas pessoas na sua vida que significam algo para você, e de como a gente se apega a elas”, contou o diretor. “A lealdade é algo que certamente é um tema na minha vida pessoal… Não largo das pessoas quando elas são maravilhosas, então para mim é disso que se trata o filme”, explicou.

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    Nocturnal Animals: Jake Gyllenhaal e Amy Adams nas primeiras fotos do suspense de Tom Ford

    30 de agosto de 2016 /

    A Focus Features divulgou as primeiras fotos do suspense “Nocturnal Animals”, segundo filme dirigido pelo estilista Tom Ford (“Direito de Amar”). As imagens destacam dois dos protagonistas, Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) e Amy Adams (“Batman vs. Superman”). O roteiro e a produção também foram assinados por Ford. Baseada no romance “Tony and Susan”, de Austin Wright, a trama segue o estilo de “uma história dentro de uma história”, desenvolvendo-se ao longo da leitura do manuscrito de um livro, enviado pelo autor à ex-mulher (papel de Amy Adams), de quem se separou há 20 anos. Metade da história vai refletir a leitura do livro fictício (intitulado “Nocturnal Animals”) sobre um pai de família (Gyllenhaal) que vê as suas férias se tornarem violentas e mortais. A outra parte é a história da própria protagonista, que se vê recordando o seu primeiro casamento e enfrentando algumas verdades sombrias sobre si mesma. O elenco também inclui Isla Fisher (“Truque de Mestre”) como a mulher de Gyllenhall, Michael Shannon (“O Homem de Aço”) como o detetive que vai investigar a violência ocorrida na sua família, Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) interpretará um sujeito misterioso que os ameaça, enquanto Armie Hammer (“O Agente da UNCLE”) viverá o atual marido de Adams. O filme terá première nos festivais de Veneza e Toronto e estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Remake de Sete Homens e um Destino vai abrir o Festival de Toronto

    27 de julho de 2016 /

    O remake do clássico western “Sete Homens e um Destino” será o filme de abertura do Festival de Toronto. A produção estrelada por Denzel Washington e Chris Pratt será exibida no dia 18 de setembro, abrindo mais cedo a temporada de premiações deste ano, que culmina no Oscar 2017. Além do western dirigido por Antoine Fuqua, a organização divulgou os principais longas da programação do festival. Entre eles, destacam-se alguns títulos já vistos em festivais e cotados para o Oscar, como “The Birth of a Nation”, o drama escravagista de Nate Parker que venceu o Festival de Sundance, e “Loving”, de Jeff Nichols, também sobre racismo e elogiado no Festival de Cannes. As premiéres incluem ainda novos longas de cineastas norte-americanos já consagrados, como “Arrival”, de Denis Villeneuve, “JT + The Tennessee Kids”, de Jonathan Demme, “Snowden”, de Oliver Stone, “LBJ”, de Rob Reiner, “Nocturnal Animals”, de Tom Ford, e “La La Land”, de Damien Chazelle, que abrirá o Festival de Veneza. A lista de títulos internacionais em primeira exibição na América do Norte também é impressionante, com “Queen of Katwe”, da indiana Mira Nair, “A Comunidade”, do dinamarquês Thomas Vinterberg, “Their Finest”, da dinamarquesa Lone Scherfig, “Salt and Fire”, do alemão Werner Herzog, “The Salesman”, do iraniano Asghar Farhadi, “The Handmaiden”, do sul-coreano Park Chan-wook, “Daguerrotype”, do japonês Kiyoshi Kurosawa, “Elle”, do holandês Paul Verhoeven”, “Frantz”, do francês François Ozon, “Things to Come”, da francesa Mia Hansen-Løve”, “The Oath”, dos islandês Baltasar Kormákur, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, do espanhol J.A. Bayona, “The Secret Scripture”, do irlandês Jim Sheridan, “American Honey”, da inglesa Andrea Arnold, e “American Pastoral”, estreia do ator escocês Ewan McGregor na direção, entre muitos outros longas notáveis. Confira abaixo a lista completa da primeira leva de filmes divulgados do evento. Programação do Festival de Toronto 2016 Estreias “Arrival” (Denis Villeneuve) “Deepwater Horizon” (Peter Berg) “The Headhunter’s Calling” (Mark Williams) “The Journey is the Destination” (Bronwen Hughes) “JT + The Tennessee Kids” (Jonathan Demme) “LBJ” (Rob Reiner) “Lion” (Garth Davis) “Loving” (Jeff Nichols) “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (J.A. Bayona) “Planetarium” (Rebecca Zlotowski) “Queen of Katwe” (Mira Nair) “The Rolling Stones Olé Olé Olé! : A Trip Across Latin America” (Paul Dugdale) “The Secret Scripture” (Jim Sheridan) “Snowden” (Oliver Stone) “Strange Weather” (Katherine Dieckmann) “Their Finest” (Lone Scherfig) “A United Kingdom”(Amma Asante) Apresentações Especiais “The Age of Shadows (Miljeong)” (Kim Jee woon) “All I See Is You” (Marc Forster) “American Honey” (Andrea Arnold) “American Pastoral” (Ewan McGregor) “Asura: The City of Madness” (Kim Sung-soo) “Barakah Meets Barakah (Barakah yoqabil Barakah)” (Mahmoud Sabbagh) “Barry” (Vikram Gandhi) “Birth of the Dragon” (George Nolfi) “The Birth of a Nation” (Nate Parker) “Bleed for This” (Ben Younger) “Blue Jay” (Alex Lehmann) “Brimstone” (Martin Koolhoven) “BrOTHERHOOD” (Noel Clarke) “Carrie Pilby”(Susan Johnson) “Catfight” (Onur Tukel) “City of Tiny Lights” (Pete Travis) “The Commune (Kollektivet)” (Thomas Vinterberg) “Daguerrotype (Le Secret de la chambre noire)” (Kiyoshi Kurosawa) “A Death in the Gunj” (Konkona Sensharma) “Denial” (Mick Jackson) “Elle” (Paul Verhoeven) “Foreign Body (Jassad Gharib, Corps Etranger) Raja Amari, Tunisia/France “Frantz” (François Ozon) “The Handmaiden (Agassi)” (Park Chan-wook) “Harmonium (Fuchi ni tatsu)” (Kôji Fukada) “I Am Not Madame Bovary” (Feng Xiaogang) “The Journey” (Nick Hamm) “King of the Dancehall” (Nick Cannon) “La La Land” (Damien Chazelle) “The Limehouse Golem” (Juan Carlos Medina) “Manchester by the Sea” (Kenneth Lonergan) “Maudie” (Aisling Walsh) “Neruda” (Pablo Larraín) “Nocturnal Animals” (Tom Ford) “The Oath” (Baltasar Kormákur) “Orphan (Orpheline)” (Arnaud des Pallières) “Paris Can Wait” (Eleanor Coppola) “Paterson” (Jim Jarmusch) “The Salesman” (Asghar Farhadi) “Salt and Fire” (Werner Herzog) “Sing” (Garth Jennings) “Souvenir” (Bavo Defurne) “Things to Come (L’Avenir)” (Mia Hansen-Løve) “Toni Erdmann” (Maren Ade) “Trespass Against Us” (Adam Smith) “Una” (Benedict Andrews) “Unless” (Alan Gilsenan) “The Wasted Times (Luo Man Di Ke Xiao Wang Shi)” (Cheng Er)

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