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  • Série

    Filme A Bússola de Ouro vai virar série de TV

    16 de novembro de 2015 /

    O universo de fantasia do filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig em 2006, vai virar uma série de TV. O canal britânico BBC One anunciou a adaptação da trilogia literária de Philip Pullman, que deu origem ao filme. A saga de fantasia é conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials) e acompanha duas crianças, Lyra Belacqua e Will Parry, cujas histórias se entrelaçam durante aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares falantes. A trilogia foi iniciada em 1995 com “A Bússola de Ouro”, continuada com “A Faca Sutil” (1997) e concluída com “A Luneta Âmbar” (2000). Os volumes foram traduzidos para mais de 40 línguas e venderam mais de 17 milhões de cópias. Apesar disso, o filme de 2006 rendeu apenas US$ 372 milhões no mundo, sendo considerado um fracasso diante de seu orçamento de US$ 180 milhões. Por isso, o estúdio considerou que não valia a pena produzir as outras adaptações da franquia. Ironicamente, o mesmo estúdio, New Line Cinema, está por trás da série, que será chamada de “His Dark Materials”. Assim, a produção segue a deixa de outra adaptação de fantasia juvenil fracassada no cinema, “Os Instrumentos Mortais”, que já está rendendo uma série de TV, “Shadowhunters”, com estreia marcada para janeiro nos EUA.

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  • Filme

    Nicole Kidman pode viver a Rainha das Amazonas em Mulher Maravilha

    16 de novembro de 2015 /

    A atriz Nicole Kidman (“Grace de Mônaco”) está em negociações para se juntar ao elenco de Mulher Maravilha. Segundo o site The Wrap, seu papel seria o de uma guerreira amazona, possivelmente a Rainha Hipólita, que também é a mãe da jovem Princesa Diana, a Mulher Maravilha. Mas, como não há informações sobre o enredo, tudo neste momento é especulação. Caso assine o contrato, ela se juntará a Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”), que interpreta a super-heroína, e Chris Pine (“Star Trek”), intérprete do Coronel Steve Trevor. O problema é que a produção pode entrar em conflito com seus planos para estrelar e produzir a minissérie da HBO “Big Little Lies”, ao lado de Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”). As filmagens já começaram em Londres, com roteiro de Jason Fuchs (“Peter Pan”) e direção de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), para um lançamento em 22 de junho de 2017. Antes disso, a Mulher Maravilha poderá ser vista em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que estreia em 24 de março no Brasil.

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  • Filme

    Nicole Kidman vai estrelar volta ao cinema do diretor de Atração Fatal

    16 de novembro de 2015 /

    O cineasta Adrian Lyne, responsável por sucessos como “Flashdance” (1983), “9 Semanas e 1/2 de Amor” (1986), “Atração Fatal” (1990) e “Proposta Indecente” (1993), vai voltar aos cinemas depois de um hiato de 13 anos. Segundo o site Deadline, o diretor vai dirigir Nicole Kidman (“Grace de Mônaco”) no filme “Silent Wife”. Trata-se de um suspense ao estilo de seu longa mais famoso, “Atração Fatal”, que lida com infidelidade conjugal. Na trama, Kidman viverá uma esposa que descobre a traição do marido com uma mulher mais jovem, filha de um amigo do casal. Para se vingar, ela planeja matar o cônjuge. O último filme de Lyne também batia na mesma tecla, a começar por seu título, “Infidelidade” (2002). O roteiro de “Silent Wife” foi escrito por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), adaptando o livro homônimo de A.S.A. Harrison, lançado em 2013. Além de estrelar, Nicole Kidman assina a produção, ao lado de Lyne e dos produtores Paula Mazur e Mitchell Kaplan. Ainda não há previsão para o lançamento.

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  • Filme

    Grace de Mônaco é homenagem mal-compreendida

    16 de novembro de 2015 /

    “Grace de Mônaco” foi vaiado pela crítica quando abriu o Festival de Cannes no ano passado. No site americano Rotten Tomatoes, teve apenas 10% de críticas favoráveis. Mas não é atroz como “Diana”, a cinebiografia da princesa inglesa. O filme não esconde que brinca com fatos reais para homenagear uma das atrizes mais queridas da velha Hollywood, Grace Kelly (“Janela Indiscreta”). Durante a projeção, ela volta à ficção, por intermédio de Nicole Kidman (“As Aventuras de Paddington”), para viver novamente um suspense psicológico, num desenvolvimento que também presta tributo à relação da estrela com o cinema de Alfred Hitchcock. A trama explora o fato de que Grace foi convidada por Hitchcock para voltar a Hollywood como estrela de “Marnie Confissões de uma Ladra” (1964), mas se viu impedida pela obrigação de desempenhar outro papel na vida real, como Princesa de Mônaco. Por isso, a questão da atuação permeia todo o filme. No roteiro, até o Príncipe Rainier (Tim Roth, de “O Incrível Hulk”) evidencia que não casou com Grace por amor, mas porque ela seria a pessoa ideal, racionalmente falando. Naquele lugar, falar o que se pensa é um ato perigoso, e todos interpretam seus papeis. Do mesmo modo, a solução encontrada pela Princesa para salvar seu casamento e seu reino também se dá por meio de seus dotes de atriz. E, nessa inserção de metalinguagem, destaca-se a interpretação de Nicole Kidman. Ela está adorável. Grande atriz que é, compensa o fato de já não ser tão bela e jovem quanto Grace Kelly na época retratada com muita sensibilidade. Além do mais, o diretor Olivier Dahan (“Piaf: Um Hino ao Amor”) capricha no emolduramento de seu rosto, ora aproximando o close em seus olhos, ora aproximando a boca, demonstrando encanto com a personagem/atriz, ao mesmo tempo em que também sinaliza o seu nervosismo e apreensão em cena. O fato de ser um filme sobre os bastidores de Hollywood, pelo menos marginalmente, ajuda a manter o interesse dos cinéfilos, a começar pela visita de Hitchcock à Princesa em 1961. Claro que, depois, os bastidores passam a ser outros: da política, da delicada rixa envolvendo Mônaco e França. Mas também nesse circuito há lugar para nomes famosos, como Onassis (Robert Lindsay, da série “Atlântida”) e Maria Callas (Paz Veja, de “Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”). Por sinal, o momento em que Callas canta “O Mio Babbino Caro”, mágica por si só, tem grande importância na narrativa, antecedendo uma das melhores cenas. A esta altura, o filme já adentrou a pura ficção, com direito à descoberta de uma espiã na corte, um complô para uma invasão da França, sob o comando de Charles De Gaulle, resultando numa história que parece saída de um thriller de espionagem do mestre Hitchcock. Como a homenagem faz sentido e funciona na tela, torna-se difícil entender a repercussão negativa do filme. Talvez a resposta para essa má vontade esteja numa cena específica, no rápido debate entre a Princesa e um representante da França sobre a guerra na Argélia e a questão do colonialismo. Os franceses podem ter torcido o nariz para o puxão de orelha, e contaminado com seus ataques iniciais, a partir de Cannes, o resto da crítica mundial – num mundo tão conectado, todas as unanimidades são ainda mais burras.

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