Nicole Kidman não será mais a mãe da Mulher Maravilha
O estúdio Warner Bros. tentou de todas as maneiras, mas não teve jeito. Segundo a revista Variety, a atriz Nicole Kidman não conseguiu acomodar sua agenda e não poderá participar do filme da Mulher Maravilha. Ela estava negociando interpretar a Rainha Hipólita, mãe da heroína. Com isso, ainda segundo a Variety, a atriz Robin Wright (série “House of Cards”) pode ser escalada para viver a mãe da princesa Diana, interpretada por Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”). Wright já havia sido anunciada no elenco, mas, a princípio, faria outro papel. Dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), “Mulher-Maravilha” já começou a ser filmado e tem estreia prevista para dia 23 de junho de 2017.
Shailene Woodley se junta a Nicole Kidman e Reese Witherspoon em minissérie da HBO
A atriz Shailene Woodley (“Divergente”) vai voltar para a televisão. Revelada na série “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” (2008-2013), Shailene está fechando sua participação na minissérie “Big Little Lies”, para viver uma das protagonistas. A revelação foi feita por sua colega na trama, Nicole Kidman (“Segredos de Sangue”), durante evento na Índia. Falando sobre seus próximos projetos, Nicole disse que faria “uma série limitada da HBO… Eu vou produzir e protagonizar com Reese Witherspoon e uma jovem atriz chamada Shailene Woodley. Vamos começar em janeiro”. A presença de Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) já estava confirmada. Além de estrelar, ela e Nicole dividem a produção da minissérie. Anteriormente, o plano era transformar o livro “Big Little Lies”, de Liane Moriarty, num filme, que Reese e Nicole estrelariam. Mas com o envolvimento do roteirista e produtor David E. Kelley (série “The Crazy Ones”), a ideia foi levada para o mercado televisivo e acabou fisgando o interesse da HBO. Segundo apurou o site Deadline, Laura Dern (“Livre”) também estaria sendo sondada para integrar o elenco da minissérie, que acompanhará três mães de crianças pequenas, cujas vidas aparentemente perfeitas são abaladas por um assassinato misterioso, durante um evento na escola dos filhos. As gravações começam em janeiro, mas ainda não há previsão para a estreia.
Olhos da Justiça: Remake de O Segredo de Seus Olhos ganha trailer legendado
A Diamond Films Brasil divulgou o trailer legendado de “Olhos da Justiça”, o remake americano do suspense argentino “O Segredo de Seus Olhos” (2009), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A prévia deixa imediatamente claro que se trata de um filme muito diferente, que enfatiza o que antes era sugerido, inventando uma trama de vingança, além de trocar o sexo de personagens e mudar os relacionamentos do filme original. A motivação do protagonista também é outra. Assim, o pagamento dos direitos autorais parece cobrir apenas o plágio de algumas cenas, que aparecem copiadas no trailer, embora sem a elegância e a técnica do diretor Juan José Campanella. A piada pronta é dizer que um gringo viu o filme argentino, não entendeu o que os atores falavam e inventou uma nova história para refilmar as melhores cenas. O gringo é Billy Ray (roteirista de “Jogos Vorazes”), que assina o roteiro e a direção do remake – é terceiro filme que ele dirige, todos thrillers. O elenco destaca Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), no papel que foi de Ricardo Darín, e Julia Roberts (“Álbum de Família”) como uma personagem que mudou de sexo, emprego e deixou de ser quase figurante para que o diretor pudesse incluir a atriz na produção. Por outro lado, Nicole Kidman (“Segredos de Sangue”), que interpreta a protagonista feminina do filme original, quase nem aparece no trailer. Os demais atores são Dean Norris (série “Breaking Bad”), Michael Kelly (série “House of Cards”), Zoe Graham (“Boyhood”) e Joe Cole (série “Peaky Binders”). “Olhos da Justiça” estreia na sexta (20/11) nos EUA e três semanas depois, em 10 de dezembro, no Brasil.
Filme A Bússola de Ouro vai virar série de TV
O universo de fantasia do filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig em 2006, vai virar uma série de TV. O canal britânico BBC One anunciou a adaptação da trilogia literária de Philip Pullman, que deu origem ao filme. A saga de fantasia é conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials) e acompanha duas crianças, Lyra Belacqua e Will Parry, cujas histórias se entrelaçam durante aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares falantes. A trilogia foi iniciada em 1995 com “A Bússola de Ouro”, continuada com “A Faca Sutil” (1997) e concluída com “A Luneta Âmbar” (2000). Os volumes foram traduzidos para mais de 40 línguas e venderam mais de 17 milhões de cópias. Apesar disso, o filme de 2006 rendeu apenas US$ 372 milhões no mundo, sendo considerado um fracasso diante de seu orçamento de US$ 180 milhões. Por isso, o estúdio considerou que não valia a pena produzir as outras adaptações da franquia. Ironicamente, o mesmo estúdio, New Line Cinema, está por trás da série, que será chamada de “His Dark Materials”. Assim, a produção segue a deixa de outra adaptação de fantasia juvenil fracassada no cinema, “Os Instrumentos Mortais”, que já está rendendo uma série de TV, “Shadowhunters”, com estreia marcada para janeiro nos EUA.
Nicole Kidman pode viver a Rainha das Amazonas em Mulher Maravilha
A atriz Nicole Kidman (“Grace de Mônaco”) está em negociações para se juntar ao elenco de Mulher Maravilha. Segundo o site The Wrap, seu papel seria o de uma guerreira amazona, possivelmente a Rainha Hipólita, que também é a mãe da jovem Princesa Diana, a Mulher Maravilha. Mas, como não há informações sobre o enredo, tudo neste momento é especulação. Caso assine o contrato, ela se juntará a Gal Gadot (“Velozes & Furiosos 6”), que interpreta a super-heroína, e Chris Pine (“Star Trek”), intérprete do Coronel Steve Trevor. O problema é que a produção pode entrar em conflito com seus planos para estrelar e produzir a minissérie da HBO “Big Little Lies”, ao lado de Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”). As filmagens já começaram em Londres, com roteiro de Jason Fuchs (“Peter Pan”) e direção de Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), para um lançamento em 22 de junho de 2017. Antes disso, a Mulher Maravilha poderá ser vista em “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, que estreia em 24 de março no Brasil.
Nicole Kidman vai estrelar volta ao cinema do diretor de Atração Fatal
O cineasta Adrian Lyne, responsável por sucessos como “Flashdance” (1983), “9 Semanas e 1/2 de Amor” (1986), “Atração Fatal” (1990) e “Proposta Indecente” (1993), vai voltar aos cinemas depois de um hiato de 13 anos. Segundo o site Deadline, o diretor vai dirigir Nicole Kidman (“Grace de Mônaco”) no filme “Silent Wife”. Trata-se de um suspense ao estilo de seu longa mais famoso, “Atração Fatal”, que lida com infidelidade conjugal. Na trama, Kidman viverá uma esposa que descobre a traição do marido com uma mulher mais jovem, filha de um amigo do casal. Para se vingar, ela planeja matar o cônjuge. O último filme de Lyne também batia na mesma tecla, a começar por seu título, “Infidelidade” (2002). O roteiro de “Silent Wife” foi escrito por Billy Ray (“Jogos Vorazes”), adaptando o livro homônimo de A.S.A. Harrison, lançado em 2013. Além de estrelar, Nicole Kidman assina a produção, ao lado de Lyne e dos produtores Paula Mazur e Mitchell Kaplan. Ainda não há previsão para o lançamento.
Grace de Mônaco é homenagem mal-compreendida
“Grace de Mônaco” foi vaiado pela crítica quando abriu o Festival de Cannes no ano passado. No site americano Rotten Tomatoes, teve apenas 10% de críticas favoráveis. Mas não é atroz como “Diana”, a cinebiografia da princesa inglesa. O filme não esconde que brinca com fatos reais para homenagear uma das atrizes mais queridas da velha Hollywood, Grace Kelly (“Janela Indiscreta”). Durante a projeção, ela volta à ficção, por intermédio de Nicole Kidman (“As Aventuras de Paddington”), para viver novamente um suspense psicológico, num desenvolvimento que também presta tributo à relação da estrela com o cinema de Alfred Hitchcock. A trama explora o fato de que Grace foi convidada por Hitchcock para voltar a Hollywood como estrela de “Marnie Confissões de uma Ladra” (1964), mas se viu impedida pela obrigação de desempenhar outro papel na vida real, como Princesa de Mônaco. Por isso, a questão da atuação permeia todo o filme. No roteiro, até o Príncipe Rainier (Tim Roth, de “O Incrível Hulk”) evidencia que não casou com Grace por amor, mas porque ela seria a pessoa ideal, racionalmente falando. Naquele lugar, falar o que se pensa é um ato perigoso, e todos interpretam seus papeis. Do mesmo modo, a solução encontrada pela Princesa para salvar seu casamento e seu reino também se dá por meio de seus dotes de atriz. E, nessa inserção de metalinguagem, destaca-se a interpretação de Nicole Kidman. Ela está adorável. Grande atriz que é, compensa o fato de já não ser tão bela e jovem quanto Grace Kelly na época retratada com muita sensibilidade. Além do mais, o diretor Olivier Dahan (“Piaf: Um Hino ao Amor”) capricha no emolduramento de seu rosto, ora aproximando o close em seus olhos, ora aproximando a boca, demonstrando encanto com a personagem/atriz, ao mesmo tempo em que também sinaliza o seu nervosismo e apreensão em cena. O fato de ser um filme sobre os bastidores de Hollywood, pelo menos marginalmente, ajuda a manter o interesse dos cinéfilos, a começar pela visita de Hitchcock à Princesa em 1961. Claro que, depois, os bastidores passam a ser outros: da política, da delicada rixa envolvendo Mônaco e França. Mas também nesse circuito há lugar para nomes famosos, como Onassis (Robert Lindsay, da série “Atlântida”) e Maria Callas (Paz Veja, de “Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”). Por sinal, o momento em que Callas canta “O Mio Babbino Caro”, mágica por si só, tem grande importância na narrativa, antecedendo uma das melhores cenas. A esta altura, o filme já adentrou a pura ficção, com direito à descoberta de uma espiã na corte, um complô para uma invasão da França, sob o comando de Charles De Gaulle, resultando numa história que parece saída de um thriller de espionagem do mestre Hitchcock. Como a homenagem faz sentido e funciona na tela, torna-se difícil entender a repercussão negativa do filme. Talvez a resposta para essa má vontade esteja numa cena específica, no rápido debate entre a Princesa e um representante da França sobre a guerra na Argélia e a questão do colonialismo. Os franceses podem ter torcido o nariz para o puxão de orelha, e contaminado com seus ataques iniciais, a partir de Cannes, o resto da crítica mundial – num mundo tão conectado, todas as unanimidades são ainda mais burras.






