Narcos: Os verdadeiros agentes Steve Murphy e Javier Peña amam a série da Netflix
Os agentes do Departamento de Narcóticos dos EUA (DEA) Steve Murphy e Javier Peña, retratados na série “Narcos”, realmente existem. E enquanto o filho de Pablo Escobar alega que há muitos erros históricos na serie, a ponto de publicar uma lista dos equívocos no Facebook, os responsáveis por liderar a caçada ao traficante defendem que “Narcos” é bastante realista. Quem tem razão? Meio a meio, pois, como os próprios ex-agentes reconhecem, toda obra de ficção tem direito à liberdade criativa. E vale lembrar que Juan Pablo Escobar, o filho de El Patrón, era uma criança na época dos fatos narrados, enquanto Murphy e Peña participaram ativamente da história real. Atualmente com 59 anos, Murphy serviu de consultor para a produção da Netflix, para assegurar o máximo de fidelidade aos fatos históricos. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele confessou que “ama” a série. Já Peña, que está com 60 anos, elogiou a intriga e o suspense, e se surpreendeu com o que foi mostrado. “Há coisas lá que nunca foram ditas ao público”, ele admitiu. Depois da morte de Escobar, em dezembro de 1993, a dupla foi abordada para levar sua história para Hollywood. “Tentamos fazer com algumas pessoas e elas sempre vinham com ideias malucas. Isso foi nos deixando desanimados e simplesmente não valia a pena”, recordou Murphy. Foram muitas ofertas até que eles conheceram os criadores de “Narcos”. “Nossa única exigência foi que não glorificassem Escobar ou o Cartel de Medellín de forma alguma”, lembra Murphy. Ele disse que os produtores, entre eles o brasileiro José Padilha, cumpriram o requisito e mantiveram “cem por cento de sua palavra”. Peña defende que a série mantém a cronologia correta dos eventos. “Nós contamos como tudo aconteceu. Há alguma licença poética, mas a ordem dos fatos é precisa”. Na trama da Netflix, Murphy e Peña são interpretados por Boyd Holbrook e Pedro Pascal, respectivamente. Não está claro se seus personagens vão continuar na atração na 3ª temporada, que não contará mais com o brasileiro Wagner Moura, devido ao destino de seu personagem na trama – e na vida real.
Death Note: Diretor promete violência e nudez na adaptação americana do mangá
O diretor Adam Wingard, que está em cartaz nos cinemas com o terror “Bruxa de Blair”, já está trabalhando em seu próximo filme, a adaptação do mangá e anime “Death Note”. E em entrevista para o site Collider, ele deixou claro que pretende extrapolar no uso da violência gráfica. Como o filme está sendo produzido pela Netflix, tecnicamente não estará sujeito a um sistema de classificação indicativa como nos cinemas. E, para Wingard, isto significa que não há limites. “Podemos fazer o que quisermos. Isso é o mais legal, porque é um filme de anime. Estamos trazendo um desenho à vida. E o grande negócio sobre anime é sua vocação para temas adultos”, ele adiantou. “Lembro-me de ver nas locadoras o vídeo de Akira com um selo estampado que não era para crianças. Isso sempre me impactou. Então, estou fazendo minha primeira adaptação de anime, e é importante ter estes temas adultos. Então, haverá nudez, palavrões, e uma tonelada de violência”, completa. O filme será estrelado por Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), no papel do protagonista Light Turner, Keith Stanfield (“Straight Outta Compton”) como o misterioso L e Willem Dafoe (“Ninfomaníaca”) como o espírito Ryuk. O elenco também conta com Margaret Qualley (“Dois Caras Legais”), Shea Whigham (série “Agente Carter”) e Paul Nakauchi (“O Grande Ataque”), que também é americano, mas o único ator do elenco com feições orientais. Curiosamente, ao contrário do que aconteceu com a ocidentalização dos personagens de “Ghost in the Shell”, até agora nenhum movimento de protesto tem se manifestado contra a escalação de atores americanos nos papeis originais japoneses de “Death Note”. O mangá original foi criado por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata e já foi adaptado em duas séries (uma anime e outra com atores), além de três filmes live action no Japão. Por sinal, um quarto longa já vai estrear em outubro. A Warner Bros. tentava desenvolver a adaptação americana há cerca de seis anos, até que desistiu, permitindo ao Netflix assumir a produção. O roteiro é de Jeremy Slater (“Quarteto Fantástico”) e ainda não há previsão de estreia.
Evangeline Lilly será a mãe do anticristo em comédia de terror da Netflix
A atriz Evangeline Lilly (“Homem-Formiga”) vai estrelar a comédia de terror “Little Evil”, que está sendo produzida pela Netflix. Segundo o site da revista Variety, ela viverá a mulher dos sonhos de Adam Scott (série “Parks and Recration”), que também pode ser a mãe do anticristo. O filme tem direção e roteiro de Eli Craig, especialista no gênero terrir, que antes fez “Tucker e Dale Contra o Mal” (2004), mas teve seu piloto de série baseada em “Zumbilândia” recusado pela Amazon. Em “Little Evil”, Gary (Scott) consegue se casar com a mulher dos seus sonhos (Lilly), mas descobre que o filho de seis anos da amada pode ser o anticristo. O elenco ainda conta com Donald Faison (“KickAss 2”), Chris D’Elia (série “Undateable”), Bridget Everett (“Descompensada”), Clancy Brown (“Cowboys & Aliens”) e Tyler Labine (“Tucker e Dale Contra o Mal”). As filmagens devem começar na próxima semana em Cleveland para uma estreia em 2017.
Estreia da nova série do universo de Star Trek é adiada para maio de 2017
Os fãs de “Star Trek” vão ter que esperar um pouco mais para conhecer a nova série derivada da franquia cinquentenária. A estreia de “Star Trek: Discovery” foi adiada em quatro meses, para maio de 2017. Segundo comunicado da rede americana CBS, os motivos foram criativos e de produção. No texto, os responsáveis pela série afirmam que não querem comprometer a qualidade da pós-produção e o resultado final por ter de cumprir o cronograma da estreia, e que decidiram, junto com a CBS, adiar o lançamento. “Relançar ‘Star Trek’ na televisão implica uma responsabilidade e uma missão: agradar tanto os fãs como os novatos com a série que alimentou nossa imaginação desde a infância”, diz o texto, assinado em conjunto por Alex Kurtzman (série “Fringe”) e Bryan Fuller (série “Hannibal”). Neste sentido, eles argumentaram que “Star Trek” merece “o melhor” e destacaram que esses “meses extras” ajudarão a criar uma série da qual todos possam “estar orgulhosos”. Os dois tem uma ligação afetiva com a franquia e representam duas gerações distintas de roteiristas de “Star Trek”. Kurtzman escreveu os filmes recentes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão – Star Trek” (2013), enquanto Fuller começou a carreira em 1997 como roteirista das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”. Além deles, a série também conta com Nicholas Meyer, diretor-roteirista do melhor filme da franquia, “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982), que representa ainda uma terceira geração de autores trekkers na produção. Por enquanto, pouco se sabe sobre a trama da série, a sétima da franquia iniciada em 1966 com o lançamento de “Jornada nas Estrelas” na televisão americana. Durante a última edição da Comic-Con de San Diego, Fuller disse que a nova série seguirá apostando numa mensagem de esperança para o futuro. “Uma das coisas mais bonitas de ‘Star Trek’ é que as pessoas que assistem o programa querem se transformar em cientista, querem ir ao espaço”, comentou Fuller. “Temos que festejar a progressão de nossa espécie, porque atualmente parece que precisamos de um pouco de ajuda”, acrescentou o produtor, que lembrou também que “Star Trek” celebra a diversidade e a aceitação das diferenças. Mais recentemente, durante evento da TCA (Associação de Críticos da TV dos EUA), Fuller adiantou que, em vez de um capitão, o membro de escalão mais alto da tripulação da nave Discovery será um tenente. Segundo o criador da atração, a decisão permitirá à série explorar histórias de um ponto de vista diferente. E este ponto de vista será de uma mulher. A trama vai se passar dez anos antes do Capitão Kirk subir à bordo da Enterprise. Na cronologia, isto representa o elo perdido entre “Star Trek: Enterprise” e a série clássica “Jornada nas Estrelas”. Além disso, Fuller revelou que a missão da Discovery deverá se concentrar num evento já referido na mitologia de “Star Trek”, mas que “nunca foi totalmente explorado”. “Star Trek: Discovery” será lançada no Brasil pelo Netflix.
Bloodline vai acabar na 3ª temporada
A série “Bloodline”, produzida pelo serviço de streaming Netflix, chegará ao fim em sua 3ª temporada, atualmente em produção. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a decisão teria partido do próprio Netflix, pois, quando a produtora Sony TV comemorou a renovação para os próximos episódios, manifestou-se no sentido de que não seriam os capítulos finais. Os criadores da atração também projetaram uma longevidade maior para a produção, afirmando ter histórias para seis temporadas. Entretanto, já na ocasião da renovação a série teve uma encomenda menor de episódios, passando de 13 para 10 na 3ª temporada. Como a Netflix não divulga dados de audiência, é difícil verificar o desempenho de “Bloodline” entre o público. Criada pelos irmãos Glenn e Todd A. Kessler (criadores também da série “Damages”), a série tem tom novelesco e gira em torno dos segredos da família Rayburn, bastante influente no interior da Florida. O elenco inclui os atores Kyle Chandler (série “Friday Night Lights”) e Ben Mendelsohn (“Êxodo: Deuses e Reis”), que foram indicados ao Emmy 2016, além de Linda Cardelini (série “Mad Men”), Sissy Spacek (série “Big Love”) e Norbert Leo Butz (“Jogo de Poder”). A 3ª temporada será exibida em 2017, em data ainda não definida.
Diretor do terror O Espelho adaptará livro “infilmável” de Stephen King para a Netflix
O diretor de terror Mike Flanagan (“O Espelho”), que produziu nada menos que três filmes em 2016, vai adaptar o livro Jogo Perigoso (Gerald’s Game), de Stephen King, para a Netflix. Ele próprio contou a novidade, em entrevista para o site Rue Morgue. Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada parcialmente na imaginação da protagonista e difícil de ser retratada num longa-metragem, sem esquecer de suas terríveis cenas brutais, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusavam produzir sua adaptação, apesar da popularidade dos filmes baseados em obras de King. Flanagan tem o roteiro pronto desde 2014, mas passou uma década imaginando como abordar o livro. Ninguém queria bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. Será a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, que lançou em abril o terror “Hush – A Morte Ouve”. O filme deve ter feito bastante sucesso para a parceria comercial ganhar bis. “A Netflix não libera os números, mas eu sei que ele foi muito visto porque vi muita gente falando sobre ele e nos elogiando, o que é sempre maravilhoso”, explicou o diretor ao site, acreditando que isso deve ter levado a plataforma a se interessar por outro de seus projetos. “Hush”, inclusive, recebeu comentários positivos do próprio Stephen King no Twitter, o que também ajudou a impulsionar a adaptação. O cineasta ainda contou que a Netflix lhe deu carta branca para realizar o filme como quisesse, sem cortar as partes de revirar o estômago. Além de “Hush”, Flanagan está atualmente em cartaz nos cinemas com o terror “O Sono da Morte” e retornará ao circuito com “Ouija: Origem do Mal” em 20 de outubro.
Luke Cage: Nova cena revela mais conexões com o universo do hip-hop
A plataforma de streaming Netflix divulgou uma nova cena da série “Luke Cage”, que chama atenção por destacar uma foto do rapper Notorious B.I.G., assassinado em 1997, perfeitamente integrada à ação e ao discurso do vilão encarnado por Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”). A série vai fazer diversas conexões com o universo hip-hop. Para começar, todos os episódios da 1ª temporada são nomeados com títulos de músicas da clássica dupla de rap Gang Starr. Além disso, a série terá uma trilha sonora exclusiva, criada pelo rapper Ali Shaheed Muhammad, do grupo A Tribe Called Quest, e o compositor Adrian Younge (do filme “Black Dynamite”). Os dois são creditados como produtores musicais da atração e pretendem lançar a trilha em disco. Criada por Cheo Hodari Coker (“Ray Donovan”) e estrelada por Mike Colter (que já viveu Luke Cage na série “Jessica Jones”), a produção estreia em 30 de setembro no Netflix.
Ben Barnes viverá um vilão na série do Justiceiro
O ator Ben Barnes, conhecido por ter interpretado o personagem-título de “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian” (2008), entrou na série do super-herói Justiceiro, desenvolvida para a plataforma Netflix. Segundo o site TV Line, Barnes deve interpretar um dos principais antagonistas de Frank Castle na produção. Não há confirmação oficial sobre qual seria seu personagem, mas rumores apontam para o criminoso Bobby Saint, que já foi visto nos cinemas em “O Justiceiro”, interpretado por James Carpinello. Vale apontar que Bobby dura pouco na história, servindo mais como gatilho de eventos importantes, mas seu irmão gêmeo John Saint tem uma história interessante, após ficar desfigurado e virar o criminoso conhecido como Retalho. Caso o papel seja confirmado, significa que a série será uma história de origem, já que os capangas do pai de Saint (interpretado por John Travolta no cinema) foram os responsáveis pelo assassinato da família de Frank Castle. Ao menos, esta é a história do filme de 2004. Nos quadrinhos, a história é um pouco diferente. Jon Bernthal voltará a interpretar o Justiceiro na série da Netflix, seguindo sua introdução como Frank Castle na 2ª temporada de “Demolidor”. Ainda sem previsão de estreia, “O Justiceiro” pode chegar à Netflix em 2017.
Travelers: Nova série sci-fi do criador de Stargate SG-1 ganha primeiras fotos e 11 teasers
O canal pago canadense showtime divulgou as primeiras fotos e teasers de sua nova série sci-fi, “Travelers”. Criada por Brad Wright, que desenvolveu o universo “Stargate” na televisão (as séries “Stargate SG-1”, “Stargate Atlantis” e “Stargate Universe”), a atração gira em torno dos últimos sobreviventes da humanidade, que descobrem como enviar suas consciências através do tempo para “possuírem” as mentes de pessoas no século 21. Estes “viajantes” assumem a vida de pessoas aparentemente aleatórias, enquanto secretamente trabalham em conjunto para salvar a humanidade de um futuro terrível. Armados apenas com seu conhecimento da História e um arquivo de perfis de mídia social, os viajantes descobrem que a vida e os relacionamentos no século 21 são tão desafiadores quantos suas arriscadas missões. O elenco inclui Eric McCormack (séries “Will & Grace” e “Perception”), Mackenzie Porter (série “Hell on Wheels”), Patrick Gilmore (“O Segredo da Cabana”), Jared Paul Abrahamson (série “Awkward”), Nesta Marlee Cooper (série “Heroes Reborn”) e Reilly Dolman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”). O Showcase já experimentou grande sucesso com tema similar, mostrando, em “Continuum”, viajantes do tempo que tentavam mudar a história do planeta. Após quatro temporadas, a série foi encerrada no ano passado. “Travelers” estreia em 17 de outubro no Canadá e deverá ser distribuída pelo serviço de streaming Netflix no Brasil.
Documentário da turnê de Justin Timberlake ganha trailer
O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer do documentário musical “Justin Timberlake + The Tennessee Kids”, que registra o último dia da recente turnê do cantor. Entretanto, o maior atrativo deste filme não é mostrar as músicas e as performances que os fãs de Justin Timberlake já conhecem bem. A obra adentra os bastidores da produção, onde revela, atrás das cortinas, atrás das próprias câmeras, que o olhar particular de sua direção pertence ao cineasta Jonathan Demme. Além de ter um Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1992), no começo da carreira Demme fez o clássico documentário “Stop Making Sense” (1984), da banda Talking Heads. Nos últimos anos, ele tem se aventurado de volta à produção de documentários musicais, filmando o roqueiro Neil Young, o artista country Kenny Chesney e o jazzista Enzo Avitabile. O novo documentário estreia em 12 de outubro no Netflix, inclusive no Brasil.
Arq: Robbie Amell vive loop temporal em trailer de sci-fi do Netflix
O Netflix americano divulgou o pôster e o trailer sem legendas de “Arq”, filme de ficção científica estrelado por Robbie Amell (série “The Flash”). A prévia revela uma trama de loop temporal. O dia reinicia, como no clássico “Feitiço do Tempo” (1993), quando mascarados invadem o quarto em que dormem Amell e sua namorada (Rachael Taylor, da série “Jessica Jones”), culminando na morte do protagonista, repetidamente. Retendo a memória dos acontecimentos, ele tenta evitar que a situação continue em moto perpetuo, tomando decisões diferentes a cada reset. A ficção científica usou esse formato em dois filmes recentes, “Contra o Tempo” (2011) e “No Limite do Amanhã” (2014). “Arq” é menos ambicioso, devido ao pequeno orçamento de produção independente, mas, como revela a prévia, tem robôs! Primeiro longa escrito e dirigido por Tony Elliott (roteirista da série “Orphan Black”), a trama se passa num futuro onde corporações lutam contra nações soberanas pelas últimas fontes de energia do mundo. O casal Renton e Hannah tenta salvar uma tecnologia experimental de energia que poderia acabar com as guerras, mas uma invasão de domicílio faz com que ela entre em curto, criando o loop temporal. A estreia acontece em 16 de setembro no Netflix americano.
Luke Cage: Herói dá surra em criminosos em cena inédita da série
O serviço de streaming Netflix divulgou uma nova cena de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia mostra uma sequência em que uma gangue tenta enfrentar o herói superforte e invulnerável, vivido por Mike Colter (introduzido em “Jessica Jones”), apenas para ser humilhada. Impassível, o protagonista pergunta para o último que sobrou em pé: “Vai querer também?”. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage habita o mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”. A série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. E sua estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Narcos é renovada para mais duas temporadas com foco no perigoso cartel de Cali
A plataforma de streaming Netflix divulgou um vídeo anunciando a renovação de “Narcos” para sua 3ª temporada. O vídeo afirma que “a carreira tem que continuar”, num trocadilho com uma gíria usada entre consumidores de cocaína, enquanto substitui o rosto de Wagner Moura, que viveu Pablo Escobar, com o intérprete do novo chefão das drogas do próximo arco. A 3ª temporada será centrada no traficante Gilberto Rodriguez-Orejuela, chefe do cartel de Cali, já introduzido na série com interpretação do mexicano Damián Alcázar (“A Ditadura Perfeita”). Como o serviço de streaming já havia adiantado, Escobar morre na 2ª temporada da trama, que estreou na sexta (2/9). Em uma entrevista à edição latina da revista Variety, Alcazar já havia dito que gostaria de tomar o posto de Moura. “Eu adoraria. Acho que é isso que eles planejam fazer. Se eles querem seguir a terrível rota do tráfico de drogas, há muitos lugares para onde eles podem levar a história dele”. O anúncio oficial da Netflix, por sinal, revela que a série irá realmente longe. Em comunicado para a imprensa, a plataforma informou que atração foi renovada, na verdade, para mais duas temporadas, até seu quarto ano de produção. A próxima temporada da série estreará em 2017. O cineasta brasileiro José Padilha e o produtor americano Eric Newman, que trabalharam juntos em “RoboCop” (2014), continuam como produtores executivos.












