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  • Série

    Sense8 é cancelada menos de um mês após a estreia da 2ª temporada

    1 de junho de 2017 /

    A Netflix anunciou o cancelamento de “Sense8”, série sci-fi das irmãs Lilly e Lana Wachowski (“Matrix”), menos de um mês após a disponibilização de sua 2ª temporada. “Após 23 episódios, 16 cidades e 13 países, a história dos grupo Sense8 terminou”, disse Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original do serviço de streaming, em comunicado divulgado à imprensa americana. “Foi tudo o que nós e os fãs sonhávamos que seria: ousada, emotiva, impressionante, vigorosa e completamente inesquecível”, continuou. “Nunca houve uma série mais global com elenco e equipe igualmente diversa e internacional, o que se refletiu na apaixonada comunidade de fãs pelo mundo. Agradecemos Lana, Lilly, Joe (Michael Straczynski, cocriador da série) e Grant (Hill, produtor executivo) por sua visão, e todo o elenco e equipe por seu trabalho e comprometimento.” Mas ao contrário do clima de “missão cumprida” do comunicado, a série sai do ar deixando questões no ar e com a vontade dos envolvidos de continuar. Na terça (30/5), dois dias antes da guilhotina cair, o ator Brian J. Smith usou o Twitter para conclamar os fãs a fazerem campanha pela renovação. “Se não mostramos nosso apoio, ‘Sense8’ pode não ser renovado. Vamos tuitar o máximo possível a hashtag #RenewSense8”, ele escreveu. A série estreou em 2015 com uma proposta ousada. A trama acompanhava oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. Por conta disso, eles também começam a compartilhar seus sentimentos e visões de mundo, permitindo um diálogo entre diferentes culturas. A série era apontada como a primeira sci-fi abertamente queer, não apenas por incluir personagens gays e transgêneros, mas por abordar o modo de vida LGBTQ em sua trama. Um dos episódios da 2ª e agora última temporada foi gravado na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo. O cancelamento de “Sense8 chega apenas uma semana após a Netflix anunciar o fim de “The Get Down”, série musical criada por Baz Luhrmann. As duas têm em comum o fato de serem projetos criados por cineastas com custos elevadíssimos. Não por coincidência, a Netflix já tinha cancelado “Marco Polo”, que também se situava entre suas séries mais caras, apontando uma tendência de revisão de metas. Da lista das mais dispendiosas, apenas “The Crown”, premiada com Globos de Ouro, SAG e BAFTA Awards, foi renovada.

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  • Série

    Pistas deixam fãs curiosos por participação de David Bowie em novos episódios de Twin Peaks

    30 de maio de 2017 /

    Fãs de David Bowie ficaram curiosos com pistas que parecem sugerir sua participação nos novos episódios da série “Twin Peaks”. Ele tinha aparição prevista na série e os rumores ganharam força por conta de menções a seu personagem nos primeiros episódios do revival. Amigo do diretor David Lynch, Bowie apareceu no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer”, de 1992, como o agente do FBI Phillip Jeffries, e o nome de Jeffries foi mencionado na nova temporada. Vale lembrar que as gravações do retorno de “Twin Peaks” começaram em 2015, ocasião em que o ator Harry Goaz, que interpreta Andy Brennan, chegou a dizer a um jornal que Bowie estava escalado para fazer uma participação especial. Posteriormente, foi noticiado que o cantor não conseguiu ir ao set, pois não estava se sentindo bem. Ele veio a falecer em janeiro de 2016. Mas as diversas menções a Jeffries têm feito os fãs especularem sobre uma possível aparição do personagem, que teria sido mantida em segredo por Lynch e Bowie. No Brasil, os novos episódios de “Twin Peaks” são disponibilizados pela Netflix, um dia depois da exibição nos Estados Unidos pelo canal pago Showtime.

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  • Série

    Ator de House of Cards grava mensagem para o povo brasileiro

    30 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “House of Cards” voltado à situação política do Brasil. Publicado no Facebook, ele traz o ator Michael Kelly, intérprete de Doug Stamper, braço direito do Presidente Francis Underwood (Kevin Spacey), dando uma recado aos fãs da série no país. “Povo brasileiro, isso não é uma competição. Você nunca sabe de onde as pessoas podem tirar inspiração. Fiquem atentos”, ele diz, em inglês. Confira abaixo. Criada por Beau Willimon (roteirista de “Tudo pelo Poder”), “House of Cards” acompanha a trajetória de um político corrupto e violento, que se mostra capaz das artimanhas mais perversas, sem receio de sujar as mãos, para se tornar presidente e depois se manter no poder dos Estados Unidos. A série estreia sua 5ª temporada nesta segunda (30/5) na Netflix.

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  • Série

    3ª temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt tem crossover com Orange Is the New Black

    29 de maio de 2017 /

    Não são só as séries da Marvel que fazem crossover na Netflix. Duas produções que pareciam não ter nada a ver uma com a outra acabaram cruzando caminhos num episódio da 3ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, quando uma das personagens vai parar na prisão de “Orange Is the New Black”. O quinto episódio da série mostra Kimmy (Ellie Kemper) convocada pelo FBI para ajudar a deter sua antiga colega de culto, Gretchen (Lauren Adams), que sequestrou jovens e planeja explodir um local. No final, Gretchen se acalma e acaba aceitando ir para a cadeia, que se revela a Penitenciária Feminina de Litchfield. Gretchen inclusive chega a conhecer Black Cindy (Adrienne C. Moore). Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o co-criador de “Kimmy”, Robert Carlock contou que a ideia surgiu como piada. “Acho que foi uma piada de Tina Fey. Nós pensamos que seria engraçado se as duas séries estivessem no mesmo universo. Estamos sempre procurando interações dentro da Netflix. Mandamos um e-mail pedindo a aprovação de Jenji Kohan [criadora de ‘Orange Is the New Black’] e ela ainda sugeriu a aparição de uma das atrizes. Não sei se Gretchen vai continuar o crossover na outra série, mas foi legal ver essa combinação.” A 3ª temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt” já está disponível na Netflix, enquanto a 5ª de “Orange Is the New Black” estreia em 9 de junho.

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  • Série

    Friends From College: Série de comédia do diretor de Vizinhos ganha cinco teasers

    29 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou seis fotos e cinco teasers de sua nova série de comédia, “Friends From College”, criada pelo roteirista e diretor Nick Stoller (“Vizinhos”) e sua mulher Francesca Delbanco. As prévias mostram um bando de adultos se comportando como adolescentes. A série gira em torno de um grupo de amigos que estudaram juntos na Universidade e Harvard e, anos depois, se reúnem para compartilhar seus sucessos e fracassos na vida – tudo isso regado a drogas e situações bizarras. O destaque da produção é seu elenco, que inclui Cobie Smulders (série “How I Met Your Mother”), Nat Faxon (“O Verão da Minha Vida”), Fred Savage (série “The Grinder”), Jae Suh Park (“A Grande Aposta”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”) e Annie Parisse (de “The Following”). “Friends From College” terá 8 episódios iniciais. E, além de escrever e produzir, Stoller vai dirigir todos os capítulos. A estreia está marcada para 14 de julho.

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  • Série

    Ozark: Série criminal com Jason Bateman e Laura Linney ganha primeiras fotos e teaser

    29 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou nove fotos e o primeiro teaser da série criminal “Ozark”, estrelada, produzida e dirigida por Jason Bateman (série “Arrested Development”). Criada pelo roteirista Bill Dubuque e o produtor Mark Williams (ambos de “O Contador”), a atração acompanha o investidor financeiro Marty (Jason Bateman), sua esposa Wendy (Laura Linney) e seus filhos adolescentes, que se mudam dos subúrbios de Chicago para uma comunidade resort do interior do Missouri, localizada no lago de Ozark. Para todas as intenções e propósitos, eles parecem uma família comum com uma vida comum. Mas o detalhe é que Marty é o mais importante lavador de dinheiro do segundo maior cartel de drogas do México, e escolheu a região interiorana para se esconder dos traficantes. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal, além de Esai Morales (série “Chicago P.D.”), Anthony Collins (série “The Red Road”), Marc Menchaca (série “Homeland”), Jason Butler Harner (série “Ray Donovan”) e Kevin L. Johnson (“A 5ª Onda”). “Ozark” tem estreia marcada para 21 de julho.

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  • Série

    Veja as fotos e os primeiros minutos de Alias Grace, minissérie de época da diretora de Psicopata Americano

    28 de maio de 2017 /

    A Netflix e o canal canadense CBC divulgaram as fotos e a abertura de “Alias Grace”, minissérie baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, autora de “The Handmaid’s Tale”. O vídeo abaixo reúne um teaser e os primeiros minutos da produção de época, que tem todos os seus seis episódios dirigido pela cineasta Mary Harron (“Psicopata Americano”). Adaptada pela atriz, roteirista e diretora Sarah Polley (“Longe Dela”), a trama se passa em meados do século 19 e conta a história de Grace Marks, uma pobre imigrante irlandesa que trabalha como empregada doméstica e acaba condenada pelos assassinatos brutais de seus patrões. Entretanto, ela não se lembra do crime, e as memórias reprimidas despertam o interesse de um psiquiatra renomado. A atriz Sarah Gadon (“Indignação”) tem o papel-título e o elenco ainda inclui Anna Paquin (série “True Blood”), Edward Holcroft (minissérie “London Spy”), Zachary Levi (série “Chuck”), Kerr Logan (série “Game of Thrones”), Will Bowes (“A Última Casa da Rua”) e Rebecca Liddiard (série “Between”). A minissérie estreia em setembro pela CBC no Canadá e pela Netflix no resto do mundo, num modelo que repete a parceria da série “Annie”.

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  • Série

    Will Arnett tem uma segunda chance no trailer da nova temporada de Flaked

    28 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, cinco fotos e o trailer legendado da 2ª temporada de “Flaked”. Supostamente uma comédia, a série só traz desgraças, não é engraçada nem agradou a crítica (42% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas foi criada e é estrelada por Will Arnett, com quem o serviço de streaming tem boa relação. Além de “Flaked”, Arnett também participa de duas outras séries da Netflix: o revival de “Arrested Development” e a animação “BoJack Horseman”. “Flaked” foi desenvolvida em parceria com Mark Chappell (minissérie “A Young Doctor’s Notebook/Diário de um Jovem Médico”) e traz o ator como Chip, um autoproclamado guru que acaba perdendo tudo quando suas mentiras começam a desmoronar. Nos novos episódios, ele ganha uma segunda chance para fazer a coisa certa e ficar com a mocinha. O elenco inclui David Sullivan (“Argo”), George Basil (série “No Tomorrow”), Robert Wisdom (série “Prison Break”) e Ruth Kearney (série “Primeval”). Com seis episódios, a 2ª temporada estreia em 2 de junho.

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  • Filme

    Rihanna e Lupita Nyong’o vão estrelar filme que começou como meme

    27 de maio de 2017 /

    A cantora Rihanna (série “Bates Motel”) e a atriz Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) vão estrelar um filme, que começou como um meme. As duas foram fotografas juntas em um desfile de moda da Miu Miu em 2014, e um comentário da foto no Tumblr acabou viralizando, ganhando 96 mil tuítes. A imagem é exatamente esta aí de cinema. “Rihanna parece uma golpista que ataca homens brancos e Lupita é a amiga especialista em tecnologia que ajuda nos planos”, dizia o texto. Três anos depois, esta legenda virou premissa de filme. Ambas as estrelas expressaram interesse na ideia assim que ela surgiu no Twitter. E o que começou como brincadeira acabou ganhando roteiro de Issa Rae, criadora e estrela da série “Insecure”. Para completar, a Netflix assumiu a frente da produção, e a direção está a cargo de Ava DuVernay (“Selma”) Ainda sem título, o projeto deve começar a ser filmado assim que DuVernay terminar a pós-produção da fantasia “Uma Dobra no Tempo”, que estreia em março de 2018.

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  • Filme

    Cachorro dá à Netflix seu primeiro prêmio no Festival de Cannes

    26 de maio de 2017 /

    A Netflix ganhou seu primeiro prêmio no Festival de Cannes. Nesta sexta (26/5), os críticos internacionais presentes do evento francês conferiram o troféu alternativo Palm Dog ao cachorro de “The Meyerowitz Stories”, dirigido por Noah Baumbach (“Frances Ha”). O troféu foi conquistado por Einstein pelo papel de Bruno, o poodle do filme produzido pela plataforma de streaming. A palma canina é uma tradição recente de Cannes. Foi criada em 2001 para destacar o melhor trabalho de um cachorro entre os filmes do festival e já premiou cães famosos, como Lucy, de “Wendy & Lucy” (2008), o saudoso Uggie, de “O Artista” (2011), e todo o elenco canino de “White God” (2014). Neste ano, Einstein conquistou o troféu por sua “atuação” como o cão da problemática família formada por Dustin Hoffman e Emma Thompson. Além da Palma Canina, também foram distribuídos um Prêmio do Júri, espécie de 2º lugar, para o pastor alemão Lupo, do filme “Ava”, de Lea Mysius, e o “Dogmanitarian Award”, que homenageia a melhor relação entre homens e cachorros, que foi para Tchi Tchi, uma shitzu de 16 anos que pertence à atriz Leslie Caron. Os dois contracenam na série britânica “The Durrells”.

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  • Música

    Série mais cara da Netflix, The Get Down é cancelada após uma temporada

    25 de maio de 2017 /

    A Netflix cancelou a série “The Get Down”, criada pelo cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), após a disponibilização da segunda metade de sua temporada inaugural sem muita fanfarra. Considerada a mais cara produção do serviço de streaming, a série despertou grande expectativa, mas se revelou bem diferente do que se esperava. Prometida como um relato da origem do hip-hop, a atração se revelou fantasiosa e coreografada como um grande musical. Mesmo acompanhando personagens fictícios, a produção incorporou fatos e personagens históricos, como Grandmaster Flash, pioneiro do hip-hop e lenda-viva da discotecagem mundial. Por sinal, Flash era um dos produtores, ao lado do rapper Nas e do crítico e escritor Nelson George, que trabalharam junto com Luhrmann para garantir a autenticidade da recriação da época. Passada no berço do hip-hop em meados dos anos 1970, a trama girava em torno de um grupo de adolescentes maltrapilhos de South Bronx, em Nova York, que começam a se destacar com ritmo, poesia, passos de dança e latas de spray, indo dos cortiços para a cena artística de Manhattan. A história também tinha uma trama paralela, envolvendo uma cantora de discoteca filha de um pastor evangélico. O elenco incluía uma nova geração de atores negros e latinos, mas também nomes conhecidos como Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”), Jaden Smith (“Depois da Terra”), Skylan Brooks (“The Inevitable Defeat of Mister & Pete”), Shameik Moore (“Dope”) e Justice Smith (“Cidades de Papel”). Segundo o instituto de pesquisa Symphony Advanced Media, a primeira parte da temporada de estreia, lançada em agosto do ano passado, foi vista por 3,2 milhões de pessoas nos Estados Unidos em seus primeiros 31 dias no ar — menos de um quinto do registrado por “Orange is the New Black” em sua 4ª temporada. O fracasso é ainda maior considerando os altos custos de produção — um total de US$ 120 milhões, sendo US$ 7,5 milhões por episódio, maior orçamento de uma série da plataforma — e as várias paralisações na produção, que atrapalharam o andamento do projeto, criando a necessidade de dividir a temporada em duas partes – a segunda metade foi disponibilizada em abril. De acordo com a revista Variety, “The Get Down” teve a produção interrompida e reiniciada tantas vezes que a equipe passou a apelidá-la de “The Shut Down” (“Desligada”, em inglês). Relatos falam em bastidores tumultuados pelo perfeccionismo de Luhrman, que não teria se adaptado ao formato de produção em série. Durante as gravações, Luhrman chegou a se declarar sobrecarregado e considerou abandonar o projeto, mas decidiu ao menos terminar uma temporada completa.

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  • Série

    Série Castlevania ganha primeiro teaser legendado

    25 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser da série animada “Castlevania”, adaptação do game clássico de vampiros. A prévia tem visual de anime, coloração vermelho sangrento e um climão. A série vai adaptar a trama do terceiro game, “Castlevania III: Dracula’s Curse”, em que “o último membro sobrevivente do desonrado clã Belmont, tenta salvar a Europa Oriental da extinção pela mão do próprio Drácula”. Lançado em 1989, “Castlevania III: Dracula’s Curse” se passa no ano de 1476 e tem como protagonista Trevor Belmont. Além do caçador de vampiros, há outros três importantes personagens na história: Sypha Belnades, uma jovem sacerdotisa, com vários poderes mágicos, Grant DaNasty, um ágil pirata com a habilidade de escalar paredes e tetos, e Alucard, o filho de Drácula. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. Para completar, o roteiro foi escrito pelo autor de quadrinhos Warren Ellis, criador das histórias adaptadas nos filmes “Red – Aposentados e Perigosos” (2010) e “Homem de Ferro 3” (2013). A estreia foi marcada para 7 de julho.

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  • Filme

    Cineastas europeus famosos assinam manifesto para enquadrar a Netflix

    22 de maio de 2017 /

    Importantes cineastas europeus, incluindo Michael Haneke (Áustria), Wim Wenders (Alemanha), Paolo Sorrentino (Itália), os irmãos Dardenne (Bélgica), Stephen Frears (Reino Unido), Michel Hazanavicius (França), Cristian Mungiu (Romênia), Fernando Trueba e Alejandro Amenábar (ambos da Espanha), assinaram nesta segunda-feira (22/5) um manifesto em defesa de maior regulamentação sobre os serviços de streaming na Europa. Divulgado no Festival de Cannes, onde a seleção de dois filmes da Netflix despertou polêmica, o abaixo-assinado defende a “territorialização” dos serviços, pede cotas para filmes europeus nos serviços de streaming em atividade na Europa, diferenciando a produção cinematográfica de cada país, além da implementação da mesma taxação existente para a TV e pagamentos vinculados à lucratividade de um filme. Enfim, regras fiscais e de proteção de mercado, num apelo dirigido ao Parlamento Europeu. Segundo o texto, “a integração dos gigantes da Internet na economia criativa europeia é determinante para o futuro do cinema”. E, para que isso aconteça, os cineastas consideram que “a Europa deve definir uma meta e assegurar as condições de um jogo competitivo mais justo e sustentável entre todos aqueles que difundem nossas obras”. “Todos os autores esperam que suas obras sejam acessíveis para o maior número de pessoas possível. Suas obras devem estar amplamente disponíveis em telas de cinema, TV e suas variantes digitais, e em todos os serviços on-demand”, diz o manifesto, que conclui com um chamamento. “Há muita coisa em jogo, mas o desafio é formidável: nos unirmos – atores políticos, criadores e cidadãos – para redesenhar e reconstruir uma política cultural exigente e ambiciosa, adaptada ao ambiente digital, a sua economia e as suas aplicações, que valorizem as obras e situem os criadores no epicentro da ação”, concluem. O texto até inclui um chavão: “A Europa não é o Velho Oeste selvagem e sem lei”. A frase visa reforçar o pedido de regulamentação, igualando streaming à exibição televisa. Ou, nas palavras do texto, “a aplicação das mesmas regras a todos os radiodifusores, plataformas, sites de compartilhamento e redes sociais”. Mas enquanto os cineastas buscam enquadrar a Netflix, não oferecem nenhuma palavra para incentivar o investimento, preferindo ignorar completamente a polêmica do festival francês, originada pela janela de lançamentos. Na França, o parque exibidor tem exclusividade de três anos sobre um filme, antes dele poder ser distribuído em outro formato, como streaming e vídeo. É um monopólio em descompasso com o resto do mundo e na contramão do interesse dos estúdios. O manifesto pode ser lido na íntegra, em inglês, no site da FERA, Federação dos Diretores de Cinema Europeus.

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