Os Defensores ganha teaser que informa data de estreia da minissérie
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Os Defensores”, minissérie que é uma espécie de crossover de “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. A prévia é um vídeo em preto e branco de elevador, que registra os quatro protagonistas das séries indo para outro andar, ao som de uma música típica de espera, até Jessica (Krysten Ritter) quebrar a câmera. Repare que o timer do vídeo para na marca de 08:18:20:17. O relógio é uma forma criativa de revelar a data de estreia da atração: 18 de agosto de 2017. Além disso, na parte superior do vídeo, há um endereço de IP. Quem escrever http://23.253.120.81 em seu browser vai parar no site do jornal fictício New York Bulletin, onde trabalha a personagem Karen Page (Deborah Ann Woll).
Assinantes da Netflix poderão baixar filmes e séries da plataforma em seus PCs
A Netflix anunciou nesta segunda (3/4) que seus assinantes poderão baixar filmes e séries sem nenhum custo adicional. O serviço, que já estava disponível para o celular e tablet, agora chegou também para PCs que rodam no Windows 10. Os arquivos podem ser baixados para depois serem assistidos offline, o que vai facilitar a vida de quem não tem uma internet tão rápida. Veja o anúncio no vídeo abaixo.
Atores da série 13 Reasons Why, namorados na vida real, provocam com beijo e Bíblia nas redes sociais
Dois atores da nova série teen da Netflix, “13 Reasons Why”, são namorados na vida real. Miles Heizer, que vive Alex Standall (o personagem que publicou a infame lista na escola) e Brandon Flynn, intérprete de Justin Foley (o namorado de Jessica na série), são um casal e não é de hoje. Os dois já compartilharam diversas fotos de seu relacionamento em suas redes sociais. E para provocar, neste fim de semana compartilharam uma foto em que se beijam, segurando Bíblias. Disponibilizada na sexta (31/3), “13 Reasons Why” trata de bullying e das pressões que levam adolescentes a buscarem o suicídio. A série é baseada no livro “Os Treze Porquês”, de Jay Asher, tem produção da cantora Selena Gomez e direção do cineasta Tom McCarthy (“Spotlight – Segredos Revelados”).
Britt Robertson aparece estilosa no trailer de Girlboss, série da roteirista de A Escolha Perfeita
A Netflix divulgou 17 fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado da vindoura série de comédia “Girlboss”. A prévia mostra como a atriz Britt Robertson (“Tomorrowland”) começa seu negócio de vendas de roupas vintage pelo eBay, mapeia sua ascensão, sua queda e a decisão de lançar seu próprio site, contando apenas com sua força de vontade e determinação para não perder tudo e precisar voltar para a casa dos pais. Por sinal, chama atenção como a jovem atriz aparece diferente de franjinha e com um figurino bastante estiloso. Criada pela roteirista Kay Cannon, autora da franquia cinematográfica “A Escolha Perfeita”, e produzida pela atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), a série é “vagamente” (como informa o trailer) baseada no livro de memórias de Sophia Amoruso, um best-seller que narra sua ascensão, desde seus dias de vendedora de roupas de brechó pelo eBay até virar dona de uma empresa milionária de moda, a Nasty Gal, aos 27 anos de idade. Na série, a protagonista se chama Sophia, uma jovem com ideais anarquistas que se recusa a entrar para a vida adulta e conseguir “um emprego de verdade”. Após levar sua paixão de vender roupas vintage para a internet, ela se torna uma improvável empresária de sucesso, ao ver o seu pequeno site crescer. O elenco ainda inclui o veterano Dean Norris, que trabalhou com Robertson na série “Under the Dome” e desta vez viverá seu pai, Alphonso McAuley (série “The Middle”), Johnny Simmons (“As Vantagens de Ser Invisível”), Ellie Reed (série “Toch’n Dix”) e, em participação especial, Jim Rash (série “The Community”). A série terá 13 episódios com direção do cineasta alemão Christian Ditter (“Simplesmente Acontece” e “Como Ser Solteira”) e estreia na Netflix no dia 21 de abril.
Começam as gravações da 2ª temporada de Jessica Jones
A 2ª temporada de “Jessica Jones” começou a ser gravada nesta segunda-feira (3/4), informou o site o MCU Exchange. A produção, comandada pela showrunner Melissa Rosenberg, já ocupa duas locações da cidade de Nova York, que serão reutilizadas para as cenas exteriores do escritório de detetive da personagem vivida por Krysten Ritter,. A temporada inédita terá 13 episódios, todos eles dirigidos por mulheres. Apesar disso, ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos da série.
A Guerra de Troia vai virar série da Netflix
A Netflix e a BBC se associaram para desenvolver uma série baseada na história para o qual o termo épico foi inventado. Trata-se da produção de “Troy: Fall Of A City”, série sobre a Guerra de Troia, que rendeu o poema épico “A Ilíada”, de Homero. A história do conflito que durou uma década, teve a morte de um guerreiro supostamente imortal, gerou ciúmes entre os deuses, maldições contra o líder mais inteligente do conflito, um cavalo de madeira e a mulher mais linda do mundo se tornou tão popular que rendeu até “spin-offs” igualmente lendários – “A Odisséia” e “A Eneida”. Criada por David Farr (roteirista de “Hannah” e da série “The Night Manager”), a atração terá oito episódios e girará em torno do caso de amor escandaloso entre o príncipe troiano Paris e a bela Helena, casada com um nobre grego, cujo rapto ultrajante levou à formação do exército e da armada mais grandiosos de sua era e à queda da cidade mais rica do antigo Oriente. A novidade desta versão é que será contada a partir da perspectiva da família real de Troia, no coração do cerco – ao estilo do livro “O Incêndio de Troia”, de Marion Zimmer Bradley, que acompanhava o ponto de vista da princesa Cassandra. O elenco já está definido com Louis Hunter (série “The Fosters”) como Paris, Bella Dayne (série “Humans”) como Helena, David Threlfall (série “Shameless”) como o Rei Príamo de Troia, Frances O’Connor (série “The Missing”) como a Rainha Hécuba, Tom Weston-Jones (série “Dickensian”) como o Príncipe Heitor, Chloe Pirrie (minissérie “War & Peace”) como a Princesa Andromaca e Alfred Enoch (“How To Get Away With Murder”) como o nobre Eneias, o nobre troiano que, após a queda da cidade-estado, acaba fundando Roma. Entre os gregos, os destaques são Joseph Mawle (série “Game of Thrones”) como Odisseus (ou Ulisses, conforme era conhecido entre os romanos), David Gyasi (“Interestelar”) como Aquiles, Jonas Armstrong (série “Robin Hood”) como Menelau, e Johnny Harris (série “Fortitude”) como seu irmão, o Rei Agamenon, comandante das forças invasoras. A direção está a cargo de Owen Harris (“Sucesso Acima de Tudo” e série “Black Mirror”) e Mark Brozel (série “Humans”), e ainda não há previsão para a estreia.
Apesar dos haters, Punho de Ferro pode ser um dos maiores sucessos da Netflix
Contrariando a enxurrada de críticas negativas que precedeu seu lançamento, a série Punho de Ferro pode ser um dos maiores sucessos da Netflix. Quem avalia é a pesquisa 7Park Data. Especializada em medir as visualizações de assinantes de serviços de streaming, a 7Park diz que a série fisgou o público, fazendo com 54,7% de seus espectadores tenham assistido três ou mais episódios de uma vez. Isto mostra que o público fez maratona da série. Ainda segundo a pesquisa, a série conquistou 14,6% da audiência total da Netflix em sua primeira semana, superando com folga todos os outros campeões do serviço de streaming, não só as outras séries da Marvel, mas até o fenômeno “Stranger Things” e favorita do público “Orange Is the New Black”. Questionado pela revista Variety, o analista sênio da companhia, Christopher Coby, comentou que o público de séries tradicionalmente não se importa tanto com as cr´tiicas. “Considere as décadas de 1970, 1980 e 1990 onde há uma longa lista de programas com altíssimos números de audiência mas com poucos Globos de Ouro ou Emmys. Nossos dados mostram que os programas que os críticos consideram de qualidade e aqueles que o público considera os melhores podem ser coisas muito diferentes. ‘Punho de Ferro’ é mais um desses exemplos.” Vale ressaltar que os números não são oficiais, uma vez que a Netflix não divulga informações sobre visualizações ou hábitos de consumo de seus assinantes. Leia a crítica da série aqui.
Rainn Wilson vai viver personagem clássico de Star Trek na nova série da franquia
O ator Rainn Wilson (série “The Office”) entrou para o elenco da nova série “Star Trek: Discovery”. A rede CBS anunciou que ele vai interpretar um personagem conhecido do universo trekker: Harry Mudd, um criminoso trapaceiro muito carismático, que fez tanto sucesso que acabou aparecendo em dois episódios da série “Jornada nas Estrelas” nos anos 1960 (na 1ª e na 2ª temporada), além de ganhar um capítulo na série animada da década de 1970. Ele não deve fazer parte do elenco fixo, que já conta com Jason Isaacs (o Lucius Malfoy da franquia “Harry Potter”), Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. Ainda sem previsão de estreia, a série será exibida por streaming no serviço CBS All Access nos EUA e na Netflix no resto do mundo.
Trailer legendado mostra missão risível de Brad Pitt na guerra do Afeganistão
A Netflix divulgou o trailer legendado de “War Machine”, novo longa-metragem estrelado por Brad Pitt, que aparece de cabelos brancos e fazendo caretas na prévia. Apesar de baseado em fatos reais, o vídeo apresenta um tom de comédia escrachada. No filme, Pitt interpreta um general americano com fama de celebridade militar e uma reputação letal, inspirado em Stanley McChrystal, que liderou as forças armadas dos EUA durante a invasão do Afeganistão. Escrito e dirigido por David Michôd (“The Rover – A Caçada”), o filme adapta o livro do jornalista Michael Hastings “The Operators: The Wild and Terrifying Inside Story of America’s War in Afghanistan” (2012), que revela os bastidores da guerra do Afeganistão por meio de uma entrevista com o General McChrystal, realizada para uma matéria da revista Rolling Stone. O detalhe é que, em meio à entrevista, o General acabou falando mal da Casa Branca e da forma como a guerra estava sendo conduzida, o que o levou a ser afastado do comando militar pelo presidente Barack Obama. Além de Pitt, o elenco da produção inclui Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”), Topher Grace (“Conspiração e Poder”), Will Poulter (“O Regresso”), Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Anthony Michael Hall (“A Lei da Noite”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Alan Ruck (série “The Exorcist”), Meg Tilly (série “Bomb Girls”), Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), Josh Stewart (“Transcendence”), Griffin Dunne (“Clube de Compra Dallas”), John Magaro (“Carol”) e RJ Cyler (“Power Rangers”). A estreia está marcada para 26 de maio.
Final Fantasy XIV vai virar série com atores e já tem até trailer
O game “Final Fantasy XIV”, da Square-Enix, vai virar uma série com atores reais e já tem trailer. Intitulada “Final Fantasy XIV: Daddy of Light”, a produção já vai estrear no Japão em 20 de abril e será lançada no Ocidente entre os meses de setembro e dezembro, pela Netflix. Na trama de “Daddy of Light”, um pai e seu filho jogam “Final Fantasy XIV” juntos. O seriado acompanha o dia a dia da família e também as aventuras dos dois dentro do jogo. A série traz uma combinação de cenas com atores reais e passagens gravadas dentro do jogo online. A trama é baseada no relato de um blogueiro sobre como o jogo fortaleceu o relacionamento entre ele e seu pai. Ren Osugi (“Hana-Bi – Fogos de Artifício”) vive o pai e Yudai Chiba (série “Heavenly Armament Squadron Goseiger”) o filho. O resultado é… estranho. Veja abaixo.
Haters não impedem Punho de Ferro de ser ótima e aprovada pelo público da Netflix
Quarta produção de super-heróis Marvel produzida pela Netflix, a série “Punho de Ferro” é um grande sucesso, segundo a empresa Parrot Analytics, que mede a popularidade de programas de streaming com base nas interações dos usuários nas redes sociais. A Parrot determinou que o público adorou a produção com base em manifestações positivas encontradas na internet. Entre todas as atrações da Marvel/Netflix, só teria gerado menos repercussão que “Luke Cage”. Os haters não devem se conformar, pois imaginavam uma rejeição maciça após as pedradas de críticos precipitados, que determinaram que “Punho de Ferro” eram ruim com base nos seis primeiros episódios – o número de capítulos antecipados pela Netflix para a confecção de resenhas. Diversas críticas lamentaram um suposto ritmo lento, as lutas mal coreografadas de artes marciais e, por incrível que pareça para os fãs dos quadrinhos, o fato de o protagonista não ser asiático. Mas a verdade é que “Punho de Ferro” não é, nem de longe, a pior série de super-herói produzida pela Netflix. Muito antes pelo contrário. Tendo como comparação a fraca “Luke Cage”, a mediana “Jessica Jones” e os altos e baixos de “Demolidor”, é a série mais coesa, que nunca se desvia de sua história central, num crescendo constante. Seu principal defeito é ser vítima de um formato estabelecido e repetido pela Marvel desde a 1ª temporada de “Demolidor”. As quatro atrações que o estúdio criou para a Netflix têm praticamente a mesma estrutura. Todas usam flashbacks para contar a origem de seus protagonistas, deixando muitos “buracos” na história, que os fãs dos quadrinhos precisam completar com as recordações de suas leituras. No caso do “Punho de Ferro”, a situação se complica pela falta de orçamento para dar aos flashbacks a grandiosidade do filme do “Doutor Estranho”. Afinal, Danny Rand, o herói do Punho de Ferro, tem uma origem mística não muito diversa da jornada de Stephen Strange. Criado nos anos 1970 por Roy Thomas, o roteirista que substitui Stan Lee como editor da Marvel, os quadrinhos do herói combinavam dois grandes sucessos televisivos da época, as séries “Kung Fu” (que estabeleceu a estrutura da origem em flashback) e “Dallas”. A adaptação, porém, preferiu passar por cima de todo o aprendizado do “gafanhoto” Danny Rand para se concentrar na história do empresário Danny Rand, lutando para retomar o controle da empresa criada por seu pai. Mas mesmo limando o aprendizado do protagonista e sem jamais mostrar a tão citada cidade mística de K’un-Lun, a produção consegue ser bem-sucedida em sua proposta de juntar “Dallas” com lutas de kung fu. E, sim, as lutas melhoram muito, conforme os episódios avançam, chegando a superar as de outras séries da companhia nos últimos episódios. É importante destacar ainda que “Punho de Ferro” lançou a melhor personagem feminina da Marvel (sorry, Jessica Jones). Collen Wing rouba as cenas com uma jornada repleta de reviravoltas e um desempenho encantador de Jessica Henwick (série “Game of Thrones”) – de dar vergonha na forma como Elektra foi utilizada na 2ª temporada de “Demolidor”. Na verdade, não há nada de ritmo lento em sua trama, que aproveita cada minuto disponível para desenvolver muito bem seus personagens, que são os mais matizados de todas as produções da Marvel. Não há ninguém mau demais nem bom demais. Todos tem falhas, inclusive o herói. E há grandes atuações, como a de um surpreendente Tom Pelphrey (série “Banshee”), capaz de evocar as dualidades rival/aliado, vilão/herói e fazer o espectador mudar várias vezes de ideia a respeito de seu personagem, o empresário Ward Meachum. Faltou um grande supervilão? Talvez por a trama visar maior realismo que as outras séries. Até os ninjas do Tentáculo entram em cena com trajes de tropa de elite. Por outro lado, a tentativa de fincar a produção num plano mais factível é responsável pelo único equívoco realmente notável. Não há wire fu, o kung fu voador dos filmes chineses de wuxia, embora tudo na história pedisse por isso, desde as menções à cidade mística ao mundo mágico do Tentáculo. E embora Finn Jones (série “Game of Thrones”) seja o elo mais fraco, a sugestão de escalar um ator asiático para viver o protagonista – um jovem herdeiro americano – não foi evocada na adaptação de “Doutor Estranho” – cuja origem também envolve monges, filosofia oriental e encenação nas mesmas cordilheiras. Bruce Wayne (Batman), Oliver Queen (Arqueiro Verde) e Tony Stark (Homem de Ferro) também são herdeiros bilionários que desenvolveram suas habilidades no oriente. Se a história de Danny Rand não traz novidade nesse sentido, dizer que Punho de Ferro deveria ter uma etnia mais “politicamente correta”, apenas com base no kung fu, ecoa o oposto de um pensamento progressista. Apenas reforça o estereótipo do tipo de papel que um asiático pode interpretar em Hollywood.
Operadoras informam aos assinantes sobre a perda dos canais Record, SBT e RedeTV!
As operadoras de TV paga Net e a Claro estão informando a seus assinantes que perderão os canais Record, SBT e RedeTV! a partir desta quarta-feira (29/3). A interrupção ocorrerá agora em São Paulo, porque a cidade e mais 38 municípios da região metropolitana terão o sinal analógico cortado a partir das 23h59, em cumprimento ao cronograma estabelecido pelo Ministério das Comunicações, e as três emissoras querem cobrar pela transmissão de seus canais digitais. Brasília, que foi a primeira capital a migrar para o serviço digital, já ficou sem os três canais nesta semana. Em um comunicado exibido em seus canais de informação, a NET afirma ter acordo de distribuição com Globo, Gazeta, Rede Gospel, Ideal TV, Mega TV, Rede 21, TV Cultura e Band. A programação dessas emissoras, portanto, continuará a ser exibida. Entretanto, a operadora revela que, até o momento, não há acordo com Record, RedeTV! e SBT. “A fim de atender a uma solicitação das próprias empresas, a NET deixará de transmitir os sinais digitais destes canais a partir de 29 de março”, diz o texto. “É importante esclarecer que estes canais sempre foram distribuídos gratuitamente. A NET quer continuar a transmiti-los e segue negociando para que você volte a receber o sinal aberto na sua TV por assinatura como sempre recebeu: sem ter que pagar a mais por eles”, finaliza o texto. Em nota enviada à imprensa pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), o órgão reforça que a decisão de não permitir a transmissão dos sinais digitais das três emissoras na TV por assinatura em Brasília e São Paulo foi uma iniciativa do grupo Simba, formado por SBT, Record e RedeTV!. Segundo a ABTA, “as operadoras de TV por assinatura sempre estiveram e continuam abertas ao diálogo”. No entanto, diz a associação, “a maior parte delas informa que sequer recebeu uma proposta comercial da Simba”. Segundo apurou o blog Notícias da TV, a estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV paga, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. SBT, Record e RedeTV! se espelham na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia. Depois de São Paulo, Goiânia será a próxima capital a ter o sinal analógico desligado, no dia 31 de maio. As últimas serão as três capitais da Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, com desligamento previsto para janeiro de 2018. É cliente Vivo? Entre em contato com o número da Vivo e saiba se seu pacote se enquadra.
Santa Clarita Diet é renovada e volta em 2018
A Netflix divulgou um vídeo para confirmar a renovação de “Santa Clarita Diet”, a série em que Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) vira um zumbi. O vídeo anuncia a 2ª temporada para 2018. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), a série também traz Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que os ajuda a lidar com a transformação da mãe suburbana numa morta-viva canibal.












