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  • Série

    Netflix volta atrás e 7ª temporada de Suits só deve chegar ao Brasil em 2018

    11 de julho de 2017 /

    Ops. Depois de anunciar “Suits” como um de seus grandes destaques de julho, a Netflix voltou atrás. A série teria seus episódios exibidos no Brasil apenas um dia após a transmissão nos Estados Unidos. Mas o serviço de streaming se corrigiu e revelou que a 7ª temporada da produção será disponibilizada apenas quando terminar nos Estados Unidos. A correção foi feita de forma irreverente no Twitter oficial da Netflix, com um gif da série, acompanhando do texto: “Não li as letras miúdas do contrato. Os episódios de ‘Suits’ chegam de uma vez no fim da temporada. Prometo não demorar. Temos um acordo?”. Veja abaixo. Criada por Aaron Korsh (roteirista da série “Notes from the Underbelly”), a atração gira em torno da rotina de uma grande firma de advocacia em Manhattan, liderada pelo advogado Harvey Specter (Gabriel Macht, de “Amor e Outras Drogas”) e seu associado Mike Ross (Patrick J. Adams, de “6 Month Rule”). O detalhe é que Ross não é realmente formado, apenas um sujeito de boa lábia e memória fotográfica. E após cinco temporadas de fingimento, a verdade veio à toa com consequências graves na última temporada. A Netflix ainda não divulgou uma nova data de estreia. Mas, como “Suits” costuma dividir suas temporadas em duas partes, é provável que só disponibilize os episódios em 2018. A 7ª temporada estreia já nesta quarta-feira (12/7) no canal pago americano USA Network. Não li as letras miúdas do contrato. Os episódios de Suits chegam de uma vez no fim da temporada. ? Prometo não demorar. Temos um acordo? pic.twitter.com/wEHYdz5spi — Netflix (@NetflixBrasil) July 11, 2017

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  • Filme

    Primeiro filme brasileiro da Netflix vai concorrer no Festival de Gramado

    11 de julho de 2017 /

    O Festival de Gramado vai repetir no Brasil a polêmica que marcou o Festival de Cannes deste ano. O primeiro filme nacional produzido pela Netflix para exibição em streaming entrou na seleção do evento. “O Matador”, de Marcelo Galvão, está entre os sete filmes da competição do evento, que acontece de 17 e 26 de agosto. Há dois meses, duas produções da Netflix (“Okja” e “The Meyerowitz Stories”) foram selecionadas para a competição principal de Cannes, provocando a ira dos exibidores franceses e o descontentamento de alguns profissionais da indústria. A repercussão foi tanta que provocou mudanças nas regras da mostra francesa: a partir do ano que vem, somente filmes que forem estrear nos cinemas poderão concorrer à Palma de Ouro. Será curioso ver que repercussão o caso de “O Matador” terá no Brasil, já que os exibidores nacionais não são conhecidos por privilegiarem dramas brasileiros na ocupação de suas telas. O pioneiro filme de Marcelo Galvão será lançado na Netflix no final do ano e não tem previsão de estreia nos cinemas. Faroeste caboclo ambientado no sertão pernambucano nas décadas de 1910 e 1940, “O Matador” conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado), que foi abandonado ainda bebê e criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro). Quando Sete Orelhas desaparece, ele vai a sua procura e acaba encontrando uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Etienne Chicot), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador. O filme foi escrito e dirigido por Marcelo Galvão, que costuma ser premiado em Gramado: “Colegas” venceu Melhor Filme em 2012 e “A Despedida” lhe rendeu o Kikito de Melhor Diretor em 2014. Os outros seis longas que vão disputar Kikitos são “A Fera na Selva”, segundo longa dirigido pelo ator Paulo Betti (após “Cafundó”, em 2005), desta vez em parceria com a também atriz Eliane Giardini e o veterano cinematógrafo Lauro Escorel (“A Suprema Felicidade”); “As Duas Irenes”, primeiro longa do paulista Fábio Meira; “Bio”, do cineasta gaúcho Carlos Gerbase (“Menos que Nada”); “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (“As Melhores Coisas do Mundo”); “Não Devore Meu Coração!”, de Felipe Bragança (“A Alegria”); e “Pela Janela”, primeiro longa de Caroline Leone (editora de “Vermelho Russo”) numa coprodução com a Argentina. Todos os filmes terão sua première nacional em Gramado, mas “As Duas Irenes”, “Como Nossos Pais” e “Não Devore Meu Coração!” já foram exibidos no Festival de Berlim 2017 e em outros eventos internacionais. “As Duas Irenes”, inclusive, foi premiado como Melhor Filme de Estreia e Melhor Direção de Fotografia no Festival de Guadalajara, no México, enquanto “Como Nossos Pais” venceu o Festival de Cinema Brasileiro de Paris. Trata-se de uma ótima seleção, mas, como tem sido regra nos festivais brasileiros, bastante enxuta. Apesar do prestígio que acompanha Gramado, são enormes as chances de todos os filmes saírem premiados, já que há apenas sete obras em competição – o que diminui a importância do prêmio. Nisto, Gramado se mostra bem diferente de Cannes, que reúne mais de 20 longas na disputa pela Palma de Ouro – o que realmente dá outra representatividade ao troféu. Para não ir tão longe, o último Festival do Rio juntou 14 longas, entre obras de ficção e documentários, em sua mostra competitiva principal – e mais seis, um Festival de Brasília inteiro, numa mostra paralela de filmes autorais.

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  • Série

    Pôster revela estreia da 2ª temporada de Stranger Things e um novo monstro gigante

    11 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster da 2ª temporada “Stranger Things” nas redes sociais, que anuncia a data de estreia dos novos episódios. A série estará de volta em 27 de outubro, véspera do Halloween. A arte (em versões animada e convencional) volta a reunir meninos de bicicleta, como a imagem que ilustrou o pôster da 1ª temporada. A diferença é que, desta vez, os quatro estão juntos, após o resgate de Will (Noah Schnapp) do Mundo Invertido. Ele, Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo) e Lucas (Caleb McLaughlin) aparecem no meio de uma estrada, observando o céu escarlate, que parece se abrir, entre raios de uma tempestade gigantesca, para uma criatura gigantesca ganhar passagem. Trata-se de uma imagem bem significativa, e reflete o que os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série, já tinham adiantado em entrevistas, sobre novos monstros “maiores e mais assustadores”. Confira abaixo. Se você acha que tudo acabou bem, pode mudar de ideia. O mundo nunca esteve tão invertido como vai estar dia 27/10. #StrangerThings2 pic.twitter.com/akmUhN8sFG — Netflix (@NetflixBrasil) July 11, 2017

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  • Série

    Netflix irá exibir 7ª temporada de Suits no Brasil com apenas um dia de diferença dos EUA

    10 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou que irá exibir a 7ª temporada de “Suits” no Brasil. O detalhe é que isto acontecerá com apenas um dia de diferença em relação à exibição original nos Estados Unidos. Os episódios serão disponibilizados semanalmente, como já acontece com “Better Call Saul” e “Orphan Black”. Assim, os fãs da dupla Mike Ross (Patrick J. Adams) e Harvey Specter (Gabriel Macht) não precisarão esperar pelo final da temporada para começar a ver os episódios. Até a 5ª temporada, “Suits” era exibida no canal pago TNT Series. Já a 6ª temporada foi disponibilizada integralmente pela Netflix, mas apenas após seu final nos EUA. Agora, a 7ª temporada estreia em 12 de julho no canal pago americano USA Network e chega no dia 13 no Brasil pela Netflix. Veja que “Suits” entrou no calendário abaixo, disponibilizado no Twitter oficial da Netflix. Atualização: Desconsidere tudo o que foi divulgado neste post, com informações oficiais da Netflix. Leia aqui. Já dá pra preencher quase todos os dias das férias com episódios inéditos… #OrphanBlack #TwinPeaks #Shadowhunters #Shooter #Suits pic.twitter.com/cptstRXWBM — Netflix (@NetflixBrasil) 5 de julho de 2017

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  • Filme

    Okja disfarça de fábula infantil uma aventura com tema adulto e atual

    8 de julho de 2017 /

    Somente um diretor fora do esquema de Hollywood, e com liberdade total para contar sua história como bem entender, seria capaz de fazer um filme como “Okja”. É o caso de Bong Joon-ho, um dos cineastas mais criativos, brilhantes e corajosos do século. Quando você pensa que o filme caminha por um gênero ou uma fórmula, ele distorce expectativas e entrega inúmeras reviravoltas de emoções distintas. Ainda bem. “Okja” seria uma fábula infantil? Bom, começa com a extraordinária Tilda Swinton (que trabalhou com o diretor em seu filme anterior, “Expresso do Amanhã”) pronunciando um palavrão. “Okja” até pode e deve ser visto por crianças sob a supervisão dos responsáveis, mas é um filme para todos e, principalmente, para o nosso tempo, em que um dos assuntos mais discutidos gira em torno da qualidade da carne oferecida ao consumo. Também aborda os maus tratos aos animais e a inexplicável loucura humana que distingue entre os bichos criados como pets e os que nascem para virar alimento, racionalização que, geralmente, é aceita sem debates. Para contar a saga de Okja – uma “superporca” cuidada por uma menina nas belíssimas montanhas sul-coreanas, que vira alvo de uma grande corporação perversa, como a JBS, mas comandada por Tilda Swinton –, o diretor Bong Joon-ho mistura com equilíbrio perfeito o cinema infantil e um tom de sátira, passando por cenas de ação, suspense, crítica social e o mais puro horror em sequências pesadas (como devem ser) em um matadouro. Ou seja, provavelmente estúdio algum em Hollywood deixaria Bong fazer o filme desse jeito – que você nunca viu antes e não tem a mínima ideia de onde vai chegar. O próprio diretor admitiu em entrevistas que sabichões de grandes estúdios queriam mudanças no roteiro para amenizar a aventura e deixá-la com uma pegada mais Disney. Com a Netflix, no entanto, ele pôde fazer o filme como quis. É curioso tocar no nome de Disney, porque o cineasta sul-coreano se aproxima mais de outro mestre do cinema animado, o japonês Hayao Miyazaki, na forma como combina fábula e realismo. Mas suas influências incluem até “Babe: O Porquinho Atrapalhado” (1995), ainda que “Okja” passe longe da inocência do clássico australiano Não só para todas as idades, para para todo o mundo, o cinema de Bong Joon-ho usa referências internacionais e busca numa audiência global, possibilitada pelo lançamento na Netflix. Para isso, combina atores de Hollywood – incluindo um exagerado Jake Gyllenhaal (“Vida”) – e de seu pais, com respeito a suas origens e seus devidos idiomas, sem perder sua identidade própria. Os filmes de Bong Joon-ho costumam apresentar uma consciência social e ambiental, como “O Hospedeiro”, que tinha um monstro gerado pela poluição de um rio urbano, e “Expresso do Amanhã”, passado após uma catástrofe climática. A isto se soma a luta pelos direitos dos animais em “Okja”. O tema se reflete em ações de militantes da causa, mas é simbolizado principalmente pelo afeto entre o bicho do título e a menininha vivida pela excepcional Ahn Seo-Hyun (“A Criada”), de apenas 13 anos de idade. Depois de trabalhar no filme, o próprio diretor ficou dois meses sem comer carne. Talvez ninguém se torne vegano apenas por ver “Okja”, mas poderá vibrar, rir, chorar e até pensar.

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  • Série

    Série animada Castlevania é renovada no dia de sua estreia

    7 de julho de 2017 /

    A Netflix fez a renovação mais rápida de sua história. A série animada “Castlevania” teve sua 2ª temporada confirmada nesta sexta-feira (7/6), mesmo dia de sua estreia. A confirmação aconteceu no Twitter oficial do serviço de streaming, em resposta a um usuário que reclamou do fato de a temporada ser muito curta – só foram produzidos quatro episódios. “Boas coisas levam mais tempo. Mas oito novos episódios vão vir em breve”, explicou o texto oficial, que ainda linkou o post do site Deadline que deu o “furo”. Escrito pela autor de quadrinhos Warren Ellis (“Red – Aposentados e Perigosos”) e inspirado pela clássica série de videogames do Konami do Japão, a série animada é uma fantasia medieval adulta, que acompanha os esforços do último membro do clã Belmont para salvar a Europa Oriental de Vlad Tepes, o Drácula. O elenco de vozes inclui Graham McTavish (trilogia “O Hobbit”) como Drácula, Richard Armitage (também da trilogia “O Hobbit”) como Trevor Belmont, James Callis (série “Battlestar Galactica”) como Alucard, Emily Swallow (série “Supernatural”) como Lisa, Matt Frewer (série “Orphan Black”) como o Bispo, Tony Amendola (“Annabelle”) como o Ancião e Alejandra Reynoso (série animada “Winx Club”) como Sypha Belnades. A série é uma parceria entre a produtora texana Powerhouse Animation e o produtor Adi Shankar, que tem alternado filmes de prestígio, como “Dredd” (2012) e “O Grande Herói” (2013), com curtas não oficiais de franquias famosas – “Justiceiro”, “Venom”, “Power Rangers”, etc. A 2ª temporada de “Castlevania” só deve estrear em 2018.

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  • Série

    Quadrinhos do cantor do My Chemical Romance e do brasileiro Gabriel Bá podem virar série

    7 de julho de 2017 /

    Os quadrinhos de super-heróis “A Academia Umbrella”, escritos por Gerard Way (vocalista da banda My Chemical Romance) e desenhados pelo paulistano Gabriel Bá, podem virar uma série da Netflix. A afirmação vem do site Splash Report, que se antecipou a fontes mais tradicionais de notícias. O que é fato é que Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, escreveu um roteiro para o piloto da atração e tem rodado atrás de interessados há pelo menos dois anos. A Universal chegou a trabalhar num filme baseado nos quadrinhos de Way e Bá há mais tempo ainda. Em 2011, contratou o cineasta Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) para revisar a primeira versão de um roteiro escrito por Mark Bomback (“Duro de Matar 4.0”). Mas este projeto não foi para frente. Publicada pela editora Dark Horse e premiada com o Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas e criados para virarem heróis pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunirem para enfrentar um dos seus integrantes originais.

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  • Série

    Ava DuVernay fará minissérie baseada em história famosa de injustiça criminal

    6 de julho de 2017 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”) vai desenvolver uma minissérie baseada num crime real para a Netflix. A produção irá examinar o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram injustamente condenados por estuprar uma mulher no Central Park, em Nova York, em 1989. A atração terá cinco episódios escritos e dirigidos por DuVernay. Cada capítulo irá se concentrar num dos cinco jovens do Harlem, e a narrativa abrangerá desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até a exoneração dos condenados em 2014, após 25 anos. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix no ano passado, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção será uma obra de ficção com atores. “Eu tive uma experiência extraordinária trabalhando com a Netflix em ‘A 13ª Emenda’ e estou muito feliz por continuar essa exploração do sistema de justiça criminal como um projeto narrativo”, disse DuVernay em comunicado. “A história dos homens conhecidos como Central Park Five me rebitou por mais de duas décadas. Em sua jornada, testemunhamos cinco jovens inocentes de cor que se depararam com injustiças em cada momento de suas histórias – das confissões coagidas ao encarceramento injusto aos apelos públicos para sua execução pelo homem que virou o Presidente dos Estados Unidos”. “Este é um dos casos mais falados do nosso tempo e a visão apaixonada da Ava e sua direção magistral trará as histórias humanas das manchetes para a vida nesta série”, disse Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original da Netflix. “Depois de redimensionar poderosamente a conversa pública sobre criminalidade e injustiça em ‘A 13ª Emenda’, Ava agora dará um novo foco para um caso que expõe falhas profundas em nosso sistema de justiça criminal”. A estréia está prevista em 2019.

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  • Filme

    Kristen Bell vai cantar música-tema de documentário ambientalista da Netflix

    5 de julho de 2017 /

    A atriz Kristen Bell (série “The Good Place”) gravou a música-tema do documentário “Chasing Coral”, produção da Netflix com direção de Jeff Orlowski (“Chasing Ice”). Intitulada “Tell Me How Long”, a música foi composta por Dan Romer (“Adorável Sonhadora”) e Teddy Geiger (série “Royal Pains”) e é descrita como um apelo entusiasmado para interromper a crise climática e seu fenômeno devastador nos recifes de coral em todo o mundo. “Eu fiquei emocionada e inspirada por ‘Chasing Coral’ e sua mensagem de esperança para o futuro do nosso planeta”, disse Bell, em comunicado. “Eu sinto a responsabilidade de cuidar da Terra da maneira que eu puder, e tive a honra de dar minha voz à música original. À medida que nos esforçamos para criar um mundo melhor para nossos filhos, espero que este filme inicie ações reais no avanço das soluções climáticas em nossa comunidade global”. Não será, claro, a primeira vez que a atriz gravará uma música para a trilha de um filme. Ela cantou muito como Anna na animação “Frozen – Uma Aventura Congelante”, da Disney, e deve repetir a dose na sequência, que vai começar a ser gravada em breve. Vale lembrar que a música temática do documentário anterior de Orlowski, “Chasing Ice” (2012), foi cantada por Scarlett Johansson (“Ghost in the Shell”) e indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. “Chasing Coral” estreia em 14 de julho na Netflix. Veja o trailer abaixo.

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  • Série

    Produtor de Castlevania vai fazer série animada de Assassin’s Creed

    5 de julho de 2017 /

    Adi Shankar, produtor da série animada de “Castlevania” na Netflix, anunciou que vai criar outra produção em estilo anime baseada num game famoso: “Assassin’s Creed”. O anúncio foi feito num texto publicado no Facebook, que não dá mais detalhes sobre o projeto, como personagens, trama ou previsão de estreia. Tudo o que adianta é que a Ubisoft pediu que ele criasse uma história original. Confira abaixo. “Castlevania” estreia na sexta (7/7) na Netflix. I'm happy to let you guys know that I've selected my next project! I played the first edition of Assassin's Creed the… Publicado por Adi Shankar em Quarta, 5 de julho de 2017

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  • Série

    Jason Bateman tira férias do crime no novo teaser da série Ozark

    3 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o segundo teaser da série criminal “Ozark”, estrelada, produzida e dirigida por Jason Bateman (série “Arrested Development”). Criada pelo roteirista Bill Dubuque e o produtor Mark Williams (ambos de “O Contador”), a atração acompanha o investidor financeiro Marty (Jason Bateman), sua esposa Wendy (Laura Linney) e seus filhos adolescentes, que se mudam dos subúrbios de Chicago para uma comunidade resort do interior do Missouri, localizada no lago de Ozark. Eles parecem uma família comum com uma vida comum. Mas o detalhe é que Marty é o mais importante lavador de dinheiro do segundo maior cartel de drogas do México, e escolheu a região interiorana para se esconder dos traficantes. O elenco também inclui Skylar Gaertner (o jovem Matt Murdock de “O Demolidor”) e Sofia Hublitz (série “Louie”) como os filhos do casal, além de Esai Morales (série “Chicago P.D.”), Anthony Collins (série “The Red Road”), Marc Menchaca (série “Homeland”), Jason Butler Harner (série “Ray Donovan”) e Kevin L. Johnson (“A 5ª Onda”). “Ozark” tem estreia marcada para 21 de julho.

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  • Série

    Gretchen e Rita Cadillac se enfrentam em comercial da série GLOW

    3 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou um divertido comercial da série “GLOW”, que insere duas divas do pop nacional no ringue da série passada nos anos 1980. Nada mais nada menos que Gretchen e Rita Cadillac se enfrentam no vídeo, editado com cenas da atração. A luta das reboladoras segue a tendência da Netflix de incluir referências brasileiras em seus comerciais, como Xuxa em “Stranger Things” e Valesca Popozuda, entre outras, em “Orange Is the New Black”. “GLOW”, que estreou dia 23 de junho, conta a história de um grupo de mulheres que participam de uma programa de TV de luta livre – que realmente existiu nos anos 1980. A protagonista é a atriz Alison Brie, da série “Community”, no papel de uma atriz desempregada que tenta uma última cartada para fazer sucesso no showbusiness.

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    Fotos do set revelam que Jessica Jones viverá novo romance na 2ª temporada

    2 de julho de 2017 /

    A 2ª temporada de “Jessica Jones” já começou a ser gravada. E para variar os paparazzi flagraram uma cena reveladora da produção. Fotos trazem Krysten Ritter, intérprete da heroína do título, beijando um ator desconhecido, o que assinala um possível novo interesse amoroso para sua personagem, após a conturbada relação com Luke Cage (Mike Colter) na 1ª temporada. Além da dificuldade para interpretar o ator, também não há indícios do papel que ele interpreta. A Netflix ainda não divulgou a data de estreia da série, mas Jessica Jones poderá ser vista ao lado de Luke Cage, Demolidor (Charlie Cox) e Punho de Ferro (Finn Jones) na série “Os Defensores”, que estreia no dia 18 de agosto.

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