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  • Série

    Star Trek: Discovery ganha sete vídeos e 15 fotos de sua tripulação

    11 de setembro de 2017 /

    A rede CBS divulgou cinco novos trailers, duas cenas e 15 fotos inéditas da tripulação de “Star Trek: Discovery”. As prévias são marcadas por tom dramático e muitas cenas de ação, com mais efeitos visuais que qualquer outra série do universo trekker, destacando combates contra os klingons. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e a tripulação fotografada é formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e o maquiado Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”). Já os klingons são vividos por Chris Obi (série “American Gods”) e Mary Chieffo (“Natural Disasters”). A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.

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  • Série

    Neo Yokio: Anime criado pelo cantor da banda Vampire Weekend ganha trailer

    11 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, sete imagens e o primeiro trailer de “Neo Yokio”, uma experiência curiosa de série animada americana com visual de anime japonês. Mas a curiosidade não fica nisso. O projeto foi criado por Ezra Koenig, cantor da banda Vampire Weekend, e tem como principal dublador Jaden Smith (“Depois da Terra”). O elenco de vozes, por sinal, é cinematográfico, com participações de Steven Buscemi (“Norman: Confie em Mim”), Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Jason Schwartzman (“Moonrise Kingdom”), Tavi Gevinson (“À Procura do Amor”), Susan Sarandon (“A Intrometida”) e a dupla Desus & Mero (que tem um talk show no canal pago Viceland) Neo Yokio é o nome da cidade em que a trama se passa, um evidente trocadilho com Nova York e a Neo Tóquio do mangá de “Akira”. Não faltam os personagens superpoderosos e robôs inevitáveis do gênero, mas o tom é infantil e feminino. O mundo fútil e elitista dos protagonistas chega a lembrar as novelas teen que fazem sucesso no Japão e na Coréia do Sul. O personagem de Jaden Smith é Kaz Kaan, um assassino de demônios que está mais preocupado com compras, relacionamentos e esportes do que manter a tradição da sua família de caçar essas criaturas malignas. A estreia está marcada para 22 de setembro.

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  • Filme

    Chris Pine é o Rei da Escócia na primeira foto do novo filme do diretor de A Qualquer Custo

    11 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou a primeira imagem de “Outlaw King”, que destaca o ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) como o rei da Escócia Robert the Bruce (conhecido no Brasil como Roberto I). A trama é ambientada no começo do século 14, após Robert The Bruce ser coroado Rei dos Escoceses e enfrentar um invasão surpresa do Rei Edward (ou Eduardo I) da Inglaterra, que ocupou a Escócia e o declarou um fora-da-lei – daí o título de “Rei Fora-da-Lei”. Considerado o maior guerreiro de sua época, Robert lutou bravamente contra os invasores e, após derrotas iniciais, conseguiu unir os escoceses e libertar o país, tornando a Escócia uma nação independente e originando a primeira declaração de direitos universais, que inspirou a Revolução Francesa. Historiadores afirmam que sem Robert The Bruce não existiria a Escócia, pois o país teria sido absorvido pela Inglaterra. Sua vitória, numa longa campanha que se estendeu até a morte do Rei Edward, foi tão definitiva e uniu tanto o povo do país que a Escócia nunca mais foi conquistada. Não é à toa que ele é considerado um dos maiores heróis da história escocesa. Apesar disso, há poucos filmes sobre o rei. Um dos mais famosos foi o blockbuster “Coração Valente” (1995), em que ele apareceu de forma coadjuvante, interpretado por Angus Macfadyen. Lançado no ano seguinte, “The Bruce” tem maior relevância, por ser uma produção britânica focada no mesmo recorte histórico do filme da Netflix. “Outlaw King” marca o reencontro de Pine com o diretor David Mackenzie, que é escocês e dirigiu o ator no premiado thriller “A Qualquer Custo” (2016). O elenco também inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Callan Mulvey (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”) e Billy Howle (“Dunkirk”). As filmagens estão acontecendo nos locais onde muitas das batalhas reais aconteceram na Escócia e o lançamento é previsto para 2018.

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  • Etc

    Disney decide incluir Marvel e Star Wars em seu serviço de streaming

    10 de setembro de 2017 /

    A Disney definiu que os filmes da Marvel e de “Star Wars” farão parte do acervo de lançamento de seu serviço de streaming, que deve ser inaugurado em 2019. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix. Na ocasião, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que o serviço incluiria apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois ainda estavam em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. Aparentemente, o estúdio percebeu que um produto unificado teria mais força para competir no mercado. “Agora decidimos que vamos colocar os filmes da Marvel e de ‘Star Wars’ nesse aplicativo também”, afirmou Iger, em um evento recente, segundo a revista Variety. Com isso, a Disney se prepara para rivalizar com a Netflix no negócio de distribuição de conteúdo audiovisual por streaming. Além de disponibilizar seus filmes com exclusividade, a Disney irá lançar produções originais exclusivas para streaming, visando justamente atrair o público que consumo este tipo de produto. A Netflix, porém, deve continuar a distribuir as produções da Disney no mercado internacional e a produzir as séries dos personagens da Marvel anteriormente contratadas. “Continuamos a fazer negócios com a Walt Disney Company globalmente em muitas frentes, incluindo o nosso relacionamento com a Marvel TV, em andamento”, diz o comunicado oficial da empresa.

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  • Filme

    Jogo Perigoso: Carla Gugino se desespera em trailer de nova adaptação de Stephen King

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer do filme “Jogo Perigoso” (Gerald’s Game), nova adaptação de um livro de terror de Stephen King (“It: A Coisa”). A prévia reflete o desespero vivido por Carla Gugino (série “Wayward Pines”), numa situação vista num dos maiores sucessos baseados numa obra do escritor, “Louca Obsessão” (1990). Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer subitamente de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada em parte na imaginação da protagonista e com terríveis cenas brutais de ataque animal, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusaram produzir sua adaptação, apesar da popularidade das obras de Stephen King. O cineasta Mike Flanagan (“O Espelho”) passou uma década imaginando como abordar o livro e ninguém quis bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. A adaptação é a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, após o terror “Hush – A Morte Ouve”, no ano passado. Além de Gugino, o elenco enxuto inclui Bruce Greenwood (“Star Trek”) como o responsável por algemar a mulher na cama. A estreia está marcada para 29 de setembro.

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  • Série

    Trailer revela nova versão da série animada clássica O Ônibus Mágico

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer da nova versão de “O Ônibus Mágico”, série animada originalmente exibida entre 1994 e 1997, sobre uma professora que leva sua turma de estudantes para descobrir e aprender ciência num passeio num ônibus com tecnologia de ponta. No Brasil, a série foi transmitido pelos canais pagos Nickelodeon e Boomerang, e também em rede aberta pela Globo. Intitulada “O Ônibus Mágico Decola Novamente” (The Magic School Bus Rides Again), a nova versão foi totalmente repaginada, com novo visual e dubladores. Escrita por Mark Banker (“Clarêncio, O Otimista”), traz Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”) no papel da professora Frizzle e uma nova trilha de Lin-Manuel Miranda (compositor de “Moana”). Por conta disso, seria interessante que o trailer também tivesse sido disponibilizado em versão legendada. Como só foi lançado dublado, segue abaixo o trailer americano para comparar. A estreia está marcada para 29 de setembro no serviço de streaming.

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  • Música

    Documentário da Netflix sobre Lady Gaga ganha pôster e trailer

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de um documentário sobre Lady Gaga. Intitulado “Gaga: Five Foot Two”, o filme acompanhou a cantora por oito meses, desde a preparação do novo álbum, “Joanne”, até a apresentação no Super Bowl deste ano, com direito a muitas cenas de bastidores, música, drama, dor e choro. Longo, com 100 minutos de duração, o documentário pretende apresentar facetas desconhecidas da cantora, que se revelam numa visita à sua avó e até na mesa de massagens, quando Gaga assume suas dores crônicas, causadas por um deslocamento de quadril, três anos atrás. Com direção de Chris Moukarbel (“Banksy Does New York”), “Gaga: Five Foot Two” teve première no Festival de Toronto e estreia na Netflix em 22 de setembro.

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  • Série

    Alias Grace: Minissérie de época da diretora de Psicopata Americano ganha trailer

    9 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo de “Alias Grace”, minissérie baseada no romance homônimo de Margaret Atwood, autora do livro que inspirou “The Handmaid’s Tale”. O vídeo detalha a trama sangrenta, numa produção de época que tem todos os seus seis episódios dirigido pela cineasta Mary Harron (“Psicopata Americano”). Com roteiro da atriz e cineasta Sarah Polley (“Longe Dela”), “Alias Grace” se passa em meados do século 19 e conta a história de Grace Marks, uma pobre imigrante irlandesa que está presa desde a adolescência, condenada pelos assassinatos brutais de seus patrões, enquanto trabalhava como doméstica. Entretanto, ela alega não se lembrar do crime e as memórias reprimidas despertam o interesse de um psiquiatra renomado. A atriz Sarah Gadon (“Indignação”) tem o papel-título e o elenco ainda inclui Anna Paquin (série “True Blood”), Edward Holcroft (minissérie “London Spy”), Zachary Levi (série “Chuck”), Kerr Logan (série “Game of Thrones”), Will Bowes (“A Última Casa da Rua”) e Rebecca Liddiard (série “Between”). A minissérie é uma coprodução com o canal canadense CBC, que a Netflix distribui no resto do mundo, num modelo que repete a parceria bem-sucedida da bela série “Annie“. O lançamento na Netflix está marcada para 3 de novembro, dois meses após a estreia da produção no Canadá.

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  • Filme

    Fernando Meirelles vai dirigir filme sobre o Papa Francisco

    8 de setembro de 2017 /

    A Netflix confirmou o diretor Fernando Meirelles (“Na Estrada”) à frente de um filme sobre a relação entre os papas Francisco e Bento XVI. Segundo a revista Variety, Jonathan Pryce (que foi grande Pardal da série “Game of Thrones”) será o papa argentino, enquanto Anthony Hopkins (série “Westworld”) viverá o alemão Bento XVI, o líder da Igreja Católica que renunciou ao cargo. Intitulado “The Pope”, o filme é baseado numa peça de Anthony McCarten, indicado ao Oscar pelo roteiro de “A Teoria de Tudo” (2014). O próprio McCarten assinará a adaptação. As gravações terão início em novembro na Argentina. Parceiro de longa data de Meirelles, Cesar Charlone (série “3%”) será o diretor de fotografia do projeto, que irá abordar a amizade, mas, também os pontos de vistas diferentes dos papas. Este será o primeiro filme de Fernando Meirelles desde “360”, em 2012. No ano passado, o cineasta responsável pelo clássico “Cidade de Deus” comandou a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Mudbound: Trailer de drama épico revela aposta da Netflix no Oscar 2018

    8 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer, o pôster e oito fotos de “Mudbound”, um dos filmes mais elogiados do Festival de Sundance deste ano e aposta da plataforma para o Oscar 2018. A produção é um drama épico à moda antiga, cuja extensão a prévia apenas alude. “Mudbound” conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado a fazenda com sonhos grandiosos. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A trama de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e seu elenco grandioso inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance. Foi a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido no Festival de Toronto e está programado para os festivais de Londres e Nova York em outubro, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma pretende, inclusive, fazer um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia está marcada para o dia 17 de novembro.

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  • Série

    Netflix fará série sobre a enfermeira de Um Estranho no Ninho, estrelada por Sarah Paulson

    6 de setembro de 2017 /

    A Netflix adquiriu os direitos de produção e distribuição da próxima série de Ryan Murphy, que será protagonizada por ninguém menos que a musa do produtor, Sarah Paulson (série “American Horror Story”). Intitulada “Ratched”, a atração será um prólogo do filme clássico “Um Estranho no Ninho” (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, 1975), centrado na enfermeira Mildred Ratched. O projeto gerou grande disputa entre canais e plataformas de streaming. Por isso, para garantir a produção, a Netflix precisou contratar duas temporadas iniciais. O ator Michael Douglas, que foi um dos produtores originais de “Um Estranho no Ninho”, será um dos produtores executivos da série ao lado de Murphy. Mas a criação do projeto partiu de um roteirista inexperiente, Evan Romansky, que escreveu o roteiro do piloto e ofereceu no mercado. O texto acabou caindo nas mãos de Murphy, que organizou um “pacote de talentos” e foi ao mercado, gerando um frenesi entre os interessados. A história da série vai se iniciar em 1947, acompanhando a jornada que transformou uma enfermeira inocente num “verdadeiro monstro”, conforme visto no filme de 1975. A trama vai revelar a progressão de seus assassinatos, cometidos impunemente no sistema público de saúde mental. No cinema, a enfermeira Ratched foi vivida por Louise Fletcher, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo papel. “Um Estranho no Ninho” também venceu os Oscars de Melhor Filme, Direção (Milos Forman), Ator (Jack Nicholson) e Roteiro Adaptado (Lawrence Hauben e Bo Goldman). E, apesar de ter estreado há 42 anos, continua a ser lembrado até hoje e a influenciar a cultura pop, como prova a música “Nurse Ratched”, da banda indie Cherry Glazerr, single de um disco lançado em janeiro. “Hatched” será a primeira série produzida por Ryan Murphy para uma plataforma de streaming. E reforça a propensão da Netflix para atrair os principais produtores da TV atual. Recentemente, a empresa fechou um contrato com Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”) e lançou uma série de Chuck Lorre (criador de “Two and a Half Men” e “The Big Bang Theory”). O detalhe é que a produção de Lorre, “Disjointed” foi considerada a pior série de 2017.

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  • Série

    Fotos do Justiceiro revelam uniforme caveiroso do anti-herói e seu passado militar

    6 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou duas fotos da série do “Justiceiro”. Ambas trazem o ator Jon Bernthal no papel de Frank Castle, que ele incorporou na 2ª temporada de “Demolidor”. Numa imagem, ele aparece com o uniforme do Justiceiro, que inclui seu colete à prova de balas em forma de caveira, enquanto a segunda foto (via revista Empire) destaca outro tipo de uniforme: militar. Esta imagem pertence a uma cena de flashback sobre os dias em que Castle serviu na Marinha americana. Na versão original dos quadrinhos, ele era um marine (fuzileiro naval) veterano da Guerra do Vietnã. Mas a história deve ser atualizada para refletir a idade de seu intérprete, tornando-o integrante dos Navy Seal durante um dos conflitos recentes dos Estados Unidos no Oriente Médio. Seu treinamento militar é o que o torna tão letal. Além de Jon Bernthal, a série contará ainda com Ben Barnes (série “Westworld”) como o vilão Retalho (Jigsaw), Ebon Moss-Bachrach (série “The Last Ship”) como Micro, principal parceiro de Castle na sua guerra contra o crime, e Amber Rose Revah (a Maria Madalena de “The Bible”/”O Filho de Deus”) como Dinah Madani, uma agente do governo que entra em conflito com o Justiceiro por sua interferência numa investigação. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e ainda não tem estreia marcada. Mas será em 2017, como os primeiros teasers deixaram claro.

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  • Filme

    Academia pode mudar regras para incluir ou vetar filmes da Netflix e Amazon no Oscar

    6 de setembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pela premiação do Oscar, pode mudar suas regras para favorecer ou vetar produções de plataformas de streaming como Netflix e Amazon. A revelação foi feita pelo novo Presidente da instituição, o diretor de fotografia John Bailey, que foi eleito em agosto e comandará a cerimônia do Oscar 2018. “A nossa realidade é que a Netflix e a Amazon se tornaram os estúdios que têm a coragem de fazer os filmes que ninguém mais faz”, disse Bailey, em entrevista contundente ao site IndieWire, durante o Festival de Telluride, no Colorado. “Eles pagam alto para ter grandes cineastas, mas não estão investidos no negócio dos cinemas físicos”. Bailey citou o documentário “Wormwood”, exibido no festival, como exemplo. “Se a Netflix não conseguir um lançamento, mesmo que limitado, nos cinemas, ele não será elegível para o Oscar. Por quê? É um filme extraordinário”, apontou, mesmo diante do fato de a produção ter sido concebida como uma minissérie de quatro capítulos, embora tenha sido projetada como um filme de cerca de quatro horas em Telluride. “Regras mudam todos os anos. Ainda não houve uma conversa profunda sobre isso dentro da Academia. Tudo foi feito com finalidades distintas para resolver situações individuais. Esta é uma das prioridades da nossa lista, algo com o qual nós temos que nos engajar para encontrar uma definição. Como a Academia poderá tomar a frente e lidar com a realidade do streaming?”, ponderou. Para resolver a questão, Bailey convocou o produtor Albert Berger para criar um grupo de profissionais da indústria que terão a missão de definir novas regras para a Academia. “Temos que redefinir o que se qualifica para um Oscar. Como definimos o que a Academia pode considerar elegível? Mais do que isso, o que define e o que pode ser definido como um filme, hoje em dia?”, questionou. Em suma, um filme precisa ser exibido numa sala de cinema para ser considerado filme? Se assim for, deve-se assumir que o ambiente de exibição é mais importante que as próprias imagens exibidas? “Vamos abordar tudo isso”, ele garante, diante dos exemplos. A discussão, de fato, já está atrasada diante da tecnologia atual e avança, via Oscar, na direção oposta da sinalizada pelo Festival de Cannes, que após protestos dos exibidores cinematográficos da França, diante da inclusão de dois filmes da Netflix em sua edição de 2017, mudou as regras para proibir que filmes lançados em streaming disputem a Palma de Ouro a partir do ano que vem. A 90º cerimônia de premiação da Academia americana será realizada no dia 4 de março. O anúncio oficial dos indicados está marcado para 23 de janeiro.

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