Vida da cantora Selena vai virar série da Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (11/12) a produção de uma série inspirada pela vida de Selena Quintanilla, conhecida pelo nome artístico Selena, popstar norte-americana celebrada por seus hits de influência latina. O anúncio foi acompanhado por um teaser, que destaca o título de um dos sucessos da cantora, “Bidi Bidi Bom Bom”. “Selena: The Series” será escrita e produzida por Moisés Zamora (“American Crime Story”), com a ajuda da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, justamente “Bidi Bidi Bom Bom”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, aos 23 anos de idade. E foi tão inesperada que alimentou um verdadeiro culto em torno de Selena, assassinada a tiros por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. O impacto de sua morte foi repercutido no filme “Selena”, cinebiografia elogiadíssima, lançada em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além da produção da Netflix, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre a cantora, “El Secreto de Selena”, lançado em setembro passado. A nova atração de streaming não tem previsão de estreia.
Bird Box: Terror apocalíptico estrelado por Sandra Bullock ganha fotos e novo trailer legendado
A Netflix divulgou 27 fotos e um novo trailer legendado de “Bird Box”, filme de terror apocalíptico que traz Sandra Bullock (“Gravidade”) como protagonista. As imagens também incluem cenas de bastidores das filmagens, dirigidas pela dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Em um Mundo Melhor” (2010). A prévia é meio óbvia em sua referência, ao mostrar uma mãe aterrorizada por monstros numa floresta, tentando salvar seu casal de filhos. A situação evoca claramente “Um Lugar Silencioso” (2018). A principal diferença são os sentidos afetados pela presença das criaturas. Em vez de precisar fazer silêncio o tempo inteiro, o novo filme mostra que os personagens devem manter os olhos sempre fechados. Na trama, uma força desconhecida provoca em quem a vê reações violentas e extremadas, levando as pessoas ao suicídio. Para evitar este destino, os sobreviventes decidem tapar os olhos, enquanto fogem para local mais seguro. Mas isso os coloca à mercê da ameaça física das criaturas responsáveis pelo fenômeno. A origem difusa desse pânico coletivo também acaba lembrando outro longa: “Fim dos Tempos” (2008), um dos trabalhos mais fracos de M. Night Shyamalan. O roteiro de “Bird Box” é de Eric Heisserer (“A Chegada”) e o elenco ainda inclui Trevante Rhodes (“Moonlight”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), Lil Rel Howery (“Corra!”), John Malkovich (“22 Milhas”) e um grande número de coadjuvantes – Rosa Salazar (“Maze Runner: A Cura Final”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga e a Vespa”), BD Wong (“Jurassic World”), Parminder Nagra (“The Blacklist”), Tom Hollander (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Jacki Weaver (“Alma da Festa”), Taylor Handley (“APB”) e Machine Gun Kelly (“Nerve”). O filme teve sua première na CCXP e estreia em streaming no dia 21 de dezembro.
Roteirista de Cavaleiros do Zodíaco deleta Twitter após polêmica de Andrômeda
O roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores do remake de “Cavaleiros do Zodíaco” para a Netflix, apagou seu perfil no Twitter após sofrer ataques de fãs da série original. Ele tinha usada a rede social para justificar a mudança de gênero de Shun de Andrômeda, que na nova animação será uma mulher. O perfil de Eugene Son no Twitter agora exibe apenas o seguinte aviso: “Desculpe, mas essa página não existe!”. A polêmica foi levantada pelo primeiro trailer da série, que mostrou Andromeda com traços (ainda mais) femininos. O personagem bonitinho virou uma guerreira. Son admitiu que a ideia havia sido dele, para atualizar a série para o século 21. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E disse “entender” se muitos não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida.
Carmen Sandiego: Série animada com Gina Rodriguez ganha pôster, sinopse e data de estreia
A Netflix divulgou o pôster e a data de estreia da nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Intitulada apenas “Carmen Sandiego”, a produção será dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice de Carmen. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, e lançado em 1985 com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizava roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. A personagem também ganhou uma série animada, que foi ao ar entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. Ela volta em novas aventuras animadas, desta vez em streaming, e como uma Robin Hood moderna, segundo a descrição da Netflix. “Carmen é uma Robin Hood moderna, viajando pelo mundo e roubando de V.I.L.E. para devolver às suas vítimas. Carmen é publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos. A série vai seguir suas escapadas e tentar determinar não só onde, mas Quem no mundo é Carmen Sandiego.” A estreia está marcada para 18 de janeiro.
Pesquisas revelam que Demolidor era uma das séries mais assistidas da Netflix
Pesquisas de diferentes empresas americanas de medição de audiência aumentaram a controvérsia em torno do cancelamento da série Demolidor (Daredevil), a terceira produção consecutiva da Marvel que a Netflix decidiu encerrar. De acordo com a Parrot Analytics – empresa que se dedica a mensurar a popularidade dos programas em plataformas de streaming – , a produção da Marvel era a quarta série mais popular de toda a programação da Netflix quando foi cancelada. Um mês após o lançamento da elogiada 3ª temporada, Demolidor teria aproximadamente 30 milhões de “impressões de demanda”, a métrica usada pela Parrot. Isso a colocaria atrás apenas de “Narcos: México”, “O Mundo Sombrio de Sabrina” e “Stranger Things” na média geral de audiência das séries da Netflix. Mais: “Demolidor” liderou a lista na semana de estreia de sua derradeira temporada. Já a pesquisa da 7Park Data coloca “Demolidor” como a sétima atração mais vista da Netflix, incluindo programas não produzidos pela empresa, como as séries “The Office”, “Friends” e “Grey’s Anatomy – respectivamente, 1º, 3º e 4º lugares nesta levantamento – e reality shows como “The Great British Baking Show” – 6º lugar. Entre as séries produzidas exclusivamente para a Netflix, a 7Park Data assinala que “Demolidor” foi a 3ª mais vista no mês de outubro. Só perdeu para “Chilling Adventures of Sabrina” e “House of Cards”, tendo superado a audiência de “Narcos: Mexico” e “The Haunting of Hill House”, que completam a relação das principais audiências do período. Os dados podem ajudar a Marvel e a Disney a tomar uma decisão sobre o futuro da atração. Em seu comunicado oficial, emitido após o cancelamento, o estúdio elogiou a equipe da série e prometeu novas aventuras do herói, ainda que de forma genérica. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fato de “Demolidor” ter boa audiência alimenta a teoria de que as séries da Marvel foram canceladas como retaliação, após a Disney detalhar as produções de seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Até o momento, a Disney não se manifestou a respeito de reaproveitar as séries canceladas em suas próprias plataformas/canais – que incluem Disney+ (Disney Plus), Hulu, ABC, Freeform e FX. Mas vale lembrar que a rede ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos do serviço de streaming.
Última temporada de Desventuras em Série ganha novas fotos, pôster e trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, 10 novas fotos e o trailer legendado da 3ª e última temporada de “Desventuras em Série”. “Não querem saber o que acontece a seguir?”, pergunta o vilão Conde Olaf (Neil Patrick Harris). A prévia mostra que até Klaus Bodelaire (o estreante Louis Hynes) quer saber, mesmo que sejam novas tentativas de assassinato por parte de quem pergunta. E se não faltam vilanias, também há atos de heroísmo, que acompanham a chegada de uma nova personagem, vivida por Allison Williams (“Corra!”). Ao final, há até um encontro dos órfãs com o escritor/narrador da história, Lemony Snicket (Patrick Warburton). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os jovens irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”) e disponibilizará seus últimos episódios no dia 1 de janeiro.
Operação Fronteira: Trailer legendado traz Ben Affleck, Oscar Isaac e Charlie Hunnam perdidos na América do Sul
A Netflix divulgou o trailer do filme de ação “Operação Fronteira”, que traz Ben Affleck (“Liga da Justiça”) à frente de um elenco famoso. O título é a “tradução” de “Triple Frontier”, longa supostamente passado na Tríplice Fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, mas filmado na Colômbia mesmo. Embora ofereça belas panorâmicas por montanhas e favelas, a prévia não mostra as famosas “cataratas de Wakanda” nem faz menção à locação de seu título original, já que sua trama de ação genérica poderia se passar em qualquer lugar. Afinal, a história da unidade de elite que assalta uma fortuna de traficantes já foi vista antes, no filme “Sabotagem” e até na série “The Shield”, ambas as vezes nos Estados Unidos. Com o também conhecido discurso de que não são compensados o suficiente pelo trabalho arriscado que fazem, os assaltantes do novo filme só se diferenciam num detalhe de seus precursores. Não são homens da lei e sim ex-militares. Ben Affleck lidera o time que inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Eles se juntam para roubar a fortuna do traficante vivido por Reynaldo Gallegos (da série “Animal Kingdom”), que fica numa fortaleza em meio ao mato e é defendida por capangas armados. O flashback, agora, é da série “Narcos”, passada justamente na Colômbia. Ao menos, a prévia é cheia de tensão e promete momentos eletrizantes de luta pela sobrevivência, desde que se desligue o GPS. O roteiro original foi escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) e deveria ser dirigido por Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) em 2009, mas ela acabou desistindo após não conseguir aval para filmar na locação real – sim, isto foi há uma década. A Netflix entrou nesse projeto após ele ser concebido como uma superprodução de estúdio, que seria estrelada por um time formado simplesmente por Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Hanks (“The Post: A Guerra Secreta”). Mas o orçamento da produção fez com que ela nunca saísse do papel. Nem mesmo em sua configuração posterior, de elenco menos dispendioso, que reuniu Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. A versão que chega ao streaming acabou sendo dirigida por J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”), que também trabalhou no aprimoramento do roteiro. Teria sido Chandor quem levou a trama para seu lugar mais comum, o que, por sua vez, teria sido o estopim da última implosão da produção. Supostamente, a versão final do roteiro desagradou Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio do ano passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto, que assim acabou na Netflix. A estreia vai acontecer em março em streaming.
Críticos de Los Angeles elegem Roma como Melhor Filme do ano
Os críticos de Los Angeles divulgaram sua seleção dos melhores do ano no cinema. E concordaram com os colegas de Washington e de Nova York que “Roma” foi o Melhor Filme de 2018. Assim, o drama em preto e branco de Alfonso Cuarón, produzido pela Netflix, segue acumulando conquistas entre a crítica norte-americana, o que ajuda suas pretensões em relação ao Oscar. “Roma” chega ao streaming na sexta-feira (14/12) e terá sessões gratuitas em cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro. A diferença em relação à eleição dos críticos nova-iorquinos é que os jornalistas de Los Angeles escolheram outra pessoa para destacar na categoria de Melhor Direção. Não deram prêmio triplo para Cuarón, apenas dois: Filme e Fotografia. Como Melhor Direção, destacaram a cineasta Debra Granik, do filme “Não Deixe Rastros”. O que não deixa de ser um tapa na cara do Globo de Ouro 2019, já que a imprensa estrangeira de Hollywood não listou uma mulher sequer entre os candidatos ao prêmio de Direção. Outro detalhe interessante: também como os críticos nova-iorquinos, a escolha da Melhor Animação foi “Homem-Aranha no Aranhaverso”, à frente dos mais cotados da Disney (“Os Incríveis” e “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”). Veja abaixo a lista completa dos favoritos da Los Angeles Film Critics Association. Melhor Filme “Roma” Melhor Direção Debra Granik (“Não Deixe Rastros”) Melhor Ator Ethan Hawke (“First Reformed”) Melhor Atriz Olivia Colman (“A Favorita”) Melhor Ator Coadjuvante Steven Yeun (“Em Chamas”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Roteiro Nicole Holofcener e Jeff Whitty (“Poderia Me Perdoar?”) Melhor Fotografia Alfonso Cuarón (“Roma”) Melhor Design de Produção Hannah Beachler (“Pantera Negra”) Melhor Edição Joshua Altman e Bing Liu (“Minding the Gap”) Melhor Filme Estrangeiro Empate entre “Em Chamas” e “Assunto de Família” Melhor Animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”
2ª temporada do anime Kakegurui ganha primeiro trailer e data de estreia
A 2ª temporada do anime “Kakegurui” ganhou seu primeiro trailer, divulgado pela produtora japonesa Avex Pictures. O vídeo traz cenas inéditas, mostrando que Kirari, a presidente do grêmio estudantil, terá maior participação nessa temporada, além de apresentar um pouco dos novos personagens que entrarão na trama e revelar a data de estreia dos novos episódios no Japão. O fato da trama de “Kakegurui” ser baseada em apostas em jogos de cartas é algo que o diferencia dos outros animes, já que a popularidade desse tipo de jogo não é vista tão abertamente nos mangás japoneses. No entanto, com sites de apostas cada vez mais populares, alguns com bônus de boas-vindas, a produção acabou chamando atenção e gerou uma franquia com vários produtos. Tudo começou com o mangá homônimo. Criado em 2014 com textos de Homura Kawamoto e ilustrações de Tōru Naomura, a trama tornou-se rapidamente cultuada à particularidade de sua história. No mangá, além das recompensas monetárias obtidas pelas grandes apostas, os vencedores também obtêm o benefício de transformar os perdedores em escravos particulares, mantendo uma certa ordem hierárquica, até que Yumeko Jabami chega para fazer parte das competições e rompe com o status quo, tornando-se a High Roller do lugar. O mangá original já tem 7 volumes, que estão disponíveis na Amazon. Mas o volumes 8 e 9 já têm previsão de lançamento, respectivamente em janeiro e março de 2019. Além do mangá e do anime, “Kakegurui” também inspirou uma série live-action estrelada por Minami Hamabe (“Ace Attorney”), ligeiramente diferente da trama dos desenhos, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e que será concluída com um filme. O longa encontra-se em desenvolvimento para lançamento em maio no Japão Atualmente, apenas os 12 episódios da 1ª temporada da versão animada de “Kakegurui” podem ser vistos no Brasil. Eles estão disponíveis no catálogo Netflix. Assim como nos quadrinhos, o anime segue a protagonista Yumeko Jabami, recém-chegada no colégio particular Hyakkaou, onde impera um sistema imposto pelo grêmio acadêmico baseado em apostas de jogos de azar. Uma vez endividado, o aluno assume a alcunha de “bicho de estimação”, passando a ser humilhado pelos colegas e obrigado a fazer serviços forçados. A protagonista é uma apostadora compulsiva que sente prazem em se arriscar nestes jogos. Habilidosa, ela passa a incomodar os interesses dos alunos da elite japonesa que formam o conselho do grêmio estudantil. A 2ª temporada foi batizada de “Kakegurui XX” e tem estreia marcada para janeiro. Os episódios chegam no dia 8 na TV japonesa e ainda não há previsão para seu lançamento na Netflix.
Stranger Things revela títulos dos novos episódios em teaser da 3ª temporada
A Netflix divulgou o vídeo que foi exibido no painel de “Stranger Things” na CCXP (Comic Con Experience) 2018, que contou com presença de três representantes de seu elenco mirim, os atores Noah Schnapp (Will), Caleb McLaughlin (Lucas) e Sadie Sink (Max), saudados pelo público brasileiro com histeria beatlemaníaca. O vídeo revela os títulos dos episódios da nova temporada, que terá apenas oito episódios. Os nomes dos capítulos do terceiro ano da série são: “Está Me Ouvindo, Suzie?”, “O Caso dos Ratos”, “O Salva-vidas Desaparecido”, “A Prova da Sauna”, “A Fonte”, “O Aniversário”, “A Mordida” e “A Batalha de Starcourt”. Já durante o painel, os atores compartilharem histórias de bastidores da produção, revelando como foi aceitar mais um integrante em seu grupinho, afinal Sadie só entrou na 2ª temporada. E aparentemente sua chegada foi encarada com o mesmo ceticismo com que Mike (Finn Wolfhard) encarou Max no começo, antes de se render à garota. Noah e Caleb admitiram que, no início, ficaram um pouco ressabiados. “No começo, fiquei meio cético, como o Lucas, mas depois conheci Sadie e falei: ‘Isso vai ser facinho'”, contei Caleb. “Fiquei infeliz no começo, mas depois conheci Sadie e a adorei”, completou Noah, que logo foi cortado por Sadie: “Eu achei que você não gostava de mim”. Pelo jeito, o sentimento foi recíproco, porque Noah também achava que Sadie não gostava dele. Mas todos são bons amigos hoje, como na série. Na 3ª temporada, a maior novidade fará parte do elenco adolescente, com a estreia na série de Maya Hawke, filha dos astros hollywoodianos Uma Thurman e Ethan Hawke, que interpretará Robin, uma colega de trabalho (interesse romântico?) de Steve ( Joe Keery) no primeiro shopping center da cidade. Veja abaixo o vídeo com os títulos traduzidos e também o vídeo em inglês, com os títulos originais.
Roteirista do remake de Cavaleiros do Zodíaco defende mudança de sexo de Andromeda
Após o trailer do remake dos “Cavaleiros do Zodíaco” revelar o novo visual dos personagens, muitos fãs do desenho original resolveram protestar nas redes sociais. Tudo porque um dos personagens, Andromeda, virou mulher. Por conta disso, o roteirista Eugene Son (“Os Vingadores Unidos”), um dos criadores da nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco”, resolveu se pronunciar. O roteirista assumiu, na rede social, que a ideia foi sua. Em uma longa explicação, ele relatou que os roteiristas queriam “mudar muito pouco” da série original ao produzir o remake, por conta dos “fortes conceitos centrais” que renderam sucesso mundial aos “Cavaleiros do Zodíaco”. Mas seria impossível ignorar as mudanças sentidas no mundo nos últimos 30 anos. “A maioria da série funciona bem hoje em dia, mesmo depois de 30 anos. A única coisa que me incomodava era que os Cavaleiros de Bronze eram todos caras”, relatou. “30 anos atrás, um grupo de caras combatendo para salvar o mundo, sem nenhuma garota por perto, não era raro. Era o padrão. Mas, hoje em dia, o mundo é diferente. Caras e garotas lutando lado a lado é o padrão. Estamos acostumados a ver isso”, acrescentou. Son explicou que a equipe chegou a contemplar a possibilidade de transformar personagens femininas fortes da narrativa, como Marin e Shaina, em Cavaleiros de Bronze. Outra opção seria criar uma nova personagem, que se juntaria ao time, mas Son achou que isso seria visto como “um gesto óbvio”, e que a personagem pareceria deslocada por ser a única que não estava no material original. Quando a possibilidade surgiu de transformar Andromeda em uma personagem feminina, as discussões começaram a progredir. “Os conceitos básicos da personagem são os mesmos: Ela usa as suas correntes para se proteger e proteger os seus amigos, algo que aprendeu com seu irmão superprotetor, que também a ensinou a lutar”, garantiu. Son continuou dizendo que sabia que sua decisão seria controversa. Ele não vê, no entanto, a mudança como uma traição do personagem original. “O Andromeda que vocês conhecem continua sendo incrível. Esta é só uma nova interpretação, um novo olhar”, comentou. O roteirista concluiu usando o exemplo de “Battlestar Galactica”, que mudou o gênero de uma personagem importante, Starbuck, em seu remake. “Quando eles fizeram isso, achei estranho. Mas assisti à série, e amei. Uma personagem incrível, muito bem interpretada”, disse. De fato, Katee Sackhoff superou as críticas iniciais à mudança de gênero para roubar Starbuck de seu intérprete original, Dirk Benedict, transformando sua versão num verdadeiro ícone da sci-fi. Son convidou os fãs a assistirem à nova versão de “Cavaleiros do Zodíaco” antes de julgarem sua decisão. E para aqueles que não quiserem nem ver por causa da mudança de gênero – que se f… – , ele “entende”. A série estreia na Netflix em 2019, em data a ser definida. Veja abaixo alguns dos tuítes originais do roteirista explicando o que o motivou a mudar o gênero de Andrômeda. "What a good day. Lemme sit down at my computer and check my Twitter mentions…" Uh-oh. I know the Saint Seiya fans have questions. Let's start with a minor question first and then get to the big one- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 The big question: "Why change Andromeda?" This one is all on me. When we started developing this new updated series, we wanted to change very little. The core concepts of Saint Seiya that make it beloved are so strong. Most of it holds up well even thirty years later- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But thirty years ago, a group of guys battling to save the world with no girls around was no big deal. That was the default then. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 And maybe 30 years ago seeing women punching and kicking each other wasn't a thing. But today? Not the same. pic.twitter.com/RA46bJDeg8 — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 There are plenty of female characters in the anime and manga. Marin and Shaina are both incredible. But they're both powerful already – no one wants to see them turned into Bronze Knights- — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 Maybe…? But I didn't want to create a new female character that would stick out and be obvious – especially if she was not created naturally and has no character/personality except "to be the girl." — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 The core concepts of Andromeda wouldn’t change. She uses her chains to defend herself and her friends – which she learned from her protective brother who taught her how to fight. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But I knew this would be controversial. I don't see it as changing the character. The original Andromeda Shun is still a great character. But this is a new interpretation. A different take. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 I know some (many?) of you already hate it. Even in Toei, Andromeda was their favorite character and this feels like a slap in the face. So if you hate it (and me) and say "This new series is NOT for me" – no problem. I understand. I appreciate your passion for Seiya. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 But this is what I am going for- pic.twitter.com/BkaOvsYA0v — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018 Hopefully you'll check out the series when it comes to Netflix in 2019. But again, if you aren't interested and it's just a big NOPE, then I totally understand. — Eugene Son (@eugeneson) December 9, 2018
Os Cavaleiros do Zodíaco: Primeiro trailer dublado revela visual computadorizado do remake
A Netflix divulgou o primeiro trailer dublado do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, revelando o visual dos heróis em versão computadorizada. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 2019, em data ainda não divulgada.
The Umbrella Academy: Série de super-heróis com Ellen Page ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou três fotos, o pôster e o primeiro trailer legendado da série “The Umbrella Academy”, baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá. A prévia resume a origem dos protagonistas e foi apresentada pela primeira vez durante a tarde de sábado na CCXP (Comic Con Experience) 2018, com a participação dos criadores da publicação original e integrantes do elenco, entre eles a atriz Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Veja abaixo. Os quadrinhos, publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”, acompanham um grupo de crianças que nasceu misteriosamente com poderes especiais e são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e percebem que precisam enfrentar seu maior desafio para impedir o fim do mundo. O elenco de heróis inclui Ellen Page como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) como Número Cinco. A cantora Mary J. Blige (indicada ao Oscar 2018 por “Mudbound”), a atriz Kate Walsh (das séries “Private Practice” e “13 Reasons Why”) e o ator Cameron Britton (“Stitchers”) também fazem parte da produção. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulou por pelo menos dois anos até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”). Com dez episódios, a 1ª temporada vai estrear em 15 de fevereiro.












